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2. Dois Anos Depois...


Fic: ' The Dodgers-As Trapaceiras ' (Próxiimoo cap on! Comenteemm)


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●Capítulo 2-Dois Anos depois...●


Dois anos. Esse foi o tempo mais do que suficiente para que o quarteto roubasse três cassinos (Um em Chicago, outro em Los Angeles e o último na Flórida) e dois Hotéis (um em Londres e outro em Miami). Era incrível a capacidade de roubar dessas quatro belas e sedutoras moças, ah, era sim. Crimes perfeitos, planejados minuciosamente, onde falhas e deslizes eram impossíveis . O resultado disso tudo: Milhões e milhões de dólares no bolso de cada uma delas.

Nunca nenhuma delas havia tido tanto assim. Todas as mansões que tinham ao redor do mundo, as roupas, os carros, as jóias, tudo pertencia a uma dimensão que elas não conheciam, mas agora, aproveitavam ao máximo. Ambas estavam deslumbradas com suas contas bancárias, e pareciam ter finalmente alcançado seus objetivos e realizado seus sonhos. Mas isso ainda era pouco para as quatro jovens.

Compraram uma mansão em Las Vegas recentemente, local do próximo golpe. Sim, o quarteto morava junto, nunca se separavam, afinal, não tinham amigos e família para lhes acolher. A solidão seria um golpe fatal para elas, pois além do dinheiro, só tinham à elas mesmas. Amadureceram nesses anos; Lucy nunca deixou de ser aquela mulher largada, desleixada e de mal com a vida, mas acabou virando o cérebro da equipe . Linda aceitou muito bem a idéia de ser uma ladra profissional e se empenhou em especializar-se em arrombamentos de cofres e além disso, virara uma mulher cheia de elegância e classe; Cloe, bem, ela nunca deixou de ser chic e agora era mais rica e ainda e Ashley tinha categoria, principalmente quando tratava-se de infiltrações de rede. Elas não tinham medo de nada, afinal, não deixavam vestígios para trás, ninguém sabia quem eram e tinham certeza de que nunca ninguém as descobriria.

Naquele dia de verão, embarcaram em um jatinho para Las Vegas. Tinham ido para Dallas visitar o pai de Lucy, que agora morava em uma cobertura enorme no centro da cidade (presente da filha, é claro). Desem-barcaram à tarde no aeroporto, onde já havia um motorista particular esperando-as com uma Mercedez preta. As quatro, que estavam impecavelmente vestidas, entraram no automóvel, e partiram para sua nova moradia.

-Ai não vejo a hora de entrar nessa mansão!- comentou Cloe energicamente, sentada com Linda e Ashley no banco de trás do carro- Será que a designer decorou tudo direitinho?

-É a mais linda que já compramos!-exclamou Ashley.

-Com certeza!-apoiou Linda-E a maior também!

E assim, embarcaram em uma longa conversa sobre casas e decorações. Nem perceberam quando passaram pelo magnífico centro de Las Vegas, forrado de cassinos e hotéis de luxo, seus alvos preferidos. Nunca haviam se arriscado a roubar uma cassino em Vegas; era um belo desafio, mais os lucros vão ser altíssimos.

Chegaram no condomínio Village Portello, onde compraram sua fabulosa e glamurosa mansão. O motorista estacionou a Mercedez em frente à entrada principal da casa. As moças desembarcaram e o motorista começou a tirar suas malas do carro...

Mal sabiam elas que estavam sendo seguidas de perto por David Bones. Enganaram-se infinitamente quando pensaram que o FBI não as inves-tigava. Há dois anos, uma equipe de agentes profissionais, especializados em perícia criminal e crime organizado foi selecionada para cobrir o caso do quarteto. Investigações e suspeitas praticamente inúteis; nada parecia capaz de detê-las. Investiga-las era algo trabalhoso e complicado demais. Os agentes viajavam por cada lugar que elas passavam em busca de provas, por vezes, deixavam de dormir para tentar agilizar a investigação mas durante muito tempo, tudo isso foi em vão pois somente agora haviam descoberto os verdadeiros nomes das misteriosas moças que apresentavam falsas identidades à quase todos os lugares que iam.

O agente visualizava tudo de uma árvore na calçada oposta da rua. As moças ainda desciam tranquilamente do carro enquanto ele registrava em fotos tudo o que acontecia. Elas nem pensaram em olhar para o outro lado da rua, e mesmo que olhassem, não iam vê-lo.

O celular dele vibrou no bolso de sua calça no instante em que elas entraram na casa. Sorte dele, que havia esquecido de desligar a campainha do telefone.

-Tudo nos conformes, Bones?-perguntou uma voz feminina e fria do outro lado da linha assim que ele atendeu o chamado. Era Traicy Stryphais, o ser humano vivente que ele mais detestava nesse mundo.

-Sim, Stryphais.-respondeu ele no mesmo tom.

-Tem certeza de que eram elas?-indagou a mulher.

-Absoluta. A aparência física bate com aquilo que nós suspeitamos.-Confirmou David.-Uma ruiva de estatura mediana e pele clara, uma loira de franja e estatura alta, outra loira que não pára de mascar chiclete e de estatura mediana e uma morena alta, com os cabelos lisos e castanho-claros.

-Ótimo. Batem com as fichas.-falou Traicy, em seguida, desligando o telefone.

David lançou um sorriso triunfante à casa majestosa a sua frente. Nem acreditava que finalmente o caso estava tomando algum rumo e que teria seus finais de semana de volta. Pendurou a máquina no pescoço e seguiu seu rumo pela rua ensolarada, dirigindo-se até seu carro, uma cherockee preta, pensando que agora sim, as investigações iriam para frente, pois as suspeitas de quem elas eram foram parcialmente confirmadas e a única coisa que precisavam nesse momento eram provas e evidências para acusá-las de seus inúmeros crimes.

O rapaz loiro, de olhos azuis muito claros, aparente beleza e bem alto, entrou dentro do espaçoso carro blindado. Ele não estava só: outros três agentes, William Bloom, Jack Muller e Marla Thompson o acompanharam até ali.

-Como elas são?! Como elas são?!-perguntou o enérgico Jack, um moço loiro de olhos verde-água, sempre muito zoador e, principalmente, mulherengo.

-Parecem princesas...-disse o outro loiro, colocando os óculos escuros.-Marla, acho que você já pode ir.

-Será que o microfone e as câmeras estão bem colados?-questionou ela maliciosamente, pois o microfone estava em um lugar, digamos, bem avantajado do seu corpo.-Você quer conferir?

David evitou olhá-la e nem ao menos respondeu. Já havia cedido ao “charme” de Marla uma vez, e não cairia nas garras da loira denovo.

-Pode deixar que eu confiro!-ofereceu-se Jack, entusiasmado, já se levantando no banco de trás para...

-JACK, senta!-Exclamou um o outro rapaz que estava ao lado de Jack, o puxando pelo paletó e fazendo ele sentar novamente. Era William Bloom, um nerd assumido, totalmente cético, ainda por cima casado, de olhos azuis e cabelos pretos.-Estamos trabalhando.

-Cara chato!-retrucou Jack, cruzando os braços.

-Marla, vá, antes que elas a demitam.-falou David mais uma vez para a moça, que desceu do carro, trajando seu mais novo uniforme de trabalho, típico de empregadas, só que bem mais curto e consequentemente, decotado.-Cuidado com as suas atitudes, seja discreta, para que elas não suspeitem de nada.

-Pode deixar comigo, querido...-afirmou Marla, dando uma piscadela para o loiro antes de fechar a porta do carro e atravessar a rua. Ela dava uma “ajudinha” no caso, por isso, topou passar-se por empregada e se infiltrar na casa das ladras para obter informações.

-Então...-Jack retomou a conversa quando David deu partida no carro.-As ladras fazem meu tipo?

David riu abertamente, já William reprovou o amigo:

-Será que até no meio de uma missão você só consegue pensar em mulheres?

-É típico dele!-satirizou David.

-Eu não penso somente em mulheres...-defendeu-se Jack-Penso em outras coisas também!

-Ah mas é claro que ele não pensa só em mulheres...-tirou David mais uma vez-Ele também pensa em como pegar as mulheres...-Os dois riram, menos William que fez uma careta com o comentário. E entre risos e besteiras, os três seguiram para a base do FBI.

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OII PESSOAS QUE ESTÃÃÃO LENDOOO!

Táá aí o segundo capítulo, e mais uma vez, peço para que POR FAVOR, comentem, sei que vários(as) de vocês também são autores(as) de fiic e sabem o quanto uma fic depende dos comentários!
Bem , éé só isso, demorou, mais chegou, e espero que vocês tenham gostado! (:

Beijoooss da Tatyyh ;*

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