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6. CAPÍTULO 4


Fic: “CHIROPTEROS, CANÍDEOS E BRUXOS À BEIRA DE UMA ATAQUE DE NERVOS!”


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO 4

A multidão que presenciara a discussão entre pai e filha começou a dispersar. Emma ficara parada olhando o pai se afastar. Não pretendera ser cruel com ele, mas a raiva a fizera dizer algo que não sentia. Ela merecera cada palavra que ele lhe retornara e sabia que seu pai estaria dilacerado por dentro. Ele era um bruxo difícil, mas sempre a tratara com amor e apenas queria protegê-la. À sua maneira, obviamente.
“Emma... venha maninha... está na hora.” David a abraçava pelos ombros e a conduzia para o local onde estava a chave de portal que os levaria para a Hungria. Ela o acompanhou, mas parou em frente a Hermione. Ela tinha os olhos marejados pelas lágrimas, mas sorriu mesmo assim.
“Meu bem, esqueça isso. Quando vocês voltarem, tenho certeza de que conversarão e tudo vai ficar bem.” Assegurou.
Emma concordou com a cabeça. “Mãe, eu não queria falar aquilo...” Ela falou baixinho.
“Eu sei, meu anjo. E seu pai também sabe. Não se esqueça de que você é uma cópia fiel dele. Ele sabe exatamente o que está se passando no seu coração, pois deve estar sentindo o mesmo.” Hermione disse, sorrindo confiante para a menina. Por dentro, seu próprio coração sangrava com as palavras duras trocadas entre pai e filha.

Os jovens partiram finalmente. Hermione se preparava para ir atrás de Severus, mas foi detida por Molly Weasley.
“Hermione, você está bem?” Molly quis saber, colocando a mão em suas costas.
“Sim, sra. Weasley, está tudo bem. Se me der licença, preciso ir agora...” Ela tentou se desvencilhar. Já conhecia essa estratégia da sra Weasley. Era o momento em que ela desandaria a falar dos defeitos de Severus e exaltaria as qualidades de Ron. Diria que ainda havia tempo, que devia reconsiderar e pensar em deixar este bruxo rude e grosseiro. Molly ficou olhando Hermione se afastar. Fez um sinal para Harry e ele foi atrás dela.
“Mione...” Chamou o amigo, às suas costas. Ela parou, respirando fundo.
“Harry, preciso ir atrás de Severus. Conversamos depois, certo?” Ela falou sem paciência. Tinha intimidade o suficiente com Harry para dispensá-lo desta forma.
“Mione, espere.” Pediu ele, segurando-a pelo braço. Ela o encarou, esperando.
“Acho que você deveria vir conosco para Grimauld Place.” Ele falou, cauteloso.
“Ah, você acha? E por quê, Harry? Acha que Snape vai me atacar, lançar um feitiço ou algo assim?” Ela perguntou. Harry limitou-se a olhá-la.
“Harry, pela última vez, deixe-me ir. EU QUERO estar ao lado de Severus Snape. AMO meu marido e CONFIO nele! Você não sabe o motivo da discussão de hoje, portanto, mantenha-se fora disso!” Ela falou exaltada. Estava farta de todos acharem que podiam palpitar em sua vida. Saiu pisando duro, o barulho dos saltos ecoando pelo salão quase vazio. Neste momento, desejou ter uma capa igual à de Severus. O efeito seria muito mais impactante.

Severus passou as mãos pelos cabelos e apoiou os cotovelos em sua mesa. Sentia uma dor absurda nas têmporas e temia que pudesse estar em vias de ter um AVC bruxo. Desse jeito, não chegaria aos 200 anos e todas as promessas e planos que fizera para e com sua adorável Hermione estariam perdidos para sempre. E sua bruxa, que era jovem, bela, inteligente e poderosa na certa encontraria outro bruxo para passar a eternidade com ela. Alguém jovem e com paciência para terminar de criar os gêmeos e que receberia os netos de braços abertos. Snape se arrepiou ao pensar em netos. Pequenos lobinhos correndo por sua sala e estraçalhando a sua poltrona predileta com os dentinhos afiados. Ou então, garotinhos arrogantes com enormes óculos redondos tentando mostrar a todos como eram especiais. E as festas de família então? Potters e Weasleys em peso, e os dois únicos representantes dos Lupin, é claro. Snape conteve um soluço. Não queria vomitar em seu tapete. Trocara há pouco tempo o tapete empoeirado de Dumbledore e hoje um belo exemplar persa cobria o chão de seu escritório.
Batidas à porta o fizeram sair de seus pensamentos. Ele sabia que era Hermione. Abriu a porta com um aceno da varinha. Ela entrou na sala e ficou parada em frente à sua mesa. Ambos se entreolharam por alguns momentos.
“Severus, meu amor... vamos para casa...” Ela pediu, cansada.
Ele a olhou, também cansado. Concordou com a cabeça, levantando-se com dificuldade da cadeira. Antes de saírem, entretanto, ele a deteve com uma afirmação feita na voz mais sofrida que Hermione já ouvira dele. “Estraguei tudo, não foi?”
Ela abraçou-o com força, deixando que as lágrimas rolassem por seu rosto. Seu bruxo na verdade era um homem sensível, atormentado por sentimentos contraditórios e pela necessidade de se mostrar sempre infalível. “Ai, Severus... o que vou fazer com você?” Ela perguntou de forma retórica, acariciando-lhe os cabelos negros. Pegou-lhe a mão e conduziu-o para o ponto de aparatação, localizado no salão principal.
No escritório, uma figura num quadro balançava a cabeça pesaroso. Dumbledore murmurou para ninguém: “Severus, meu rapaz, quando vai aprender a ser feliz?”

Em casa, Severus foi direto para o banheiro. Precisava tomar um banho quente e cair na cama, ao lado de sua esposa. Reprimindo a vontade de lançar um ‘Obliviate’ em si mesmo, Snape se enfiou debaixo do chuveiro. As palavras cruéis de Emma não saiam de sua cabeça. Nem o ataque de Nagini o havia ferido tanto. Nem as inúmeras vezes em que fora atingido pela maldição Cruciatus, lançada pelo Lorde das Trevas, o haviam feito sentir tanta dor. Nem a morte de Lily o deixara com tanta desesperança no coração. Sua filha dissera que desejava que ele não fosse seu pai. E ele quase desejava que não fosse mesmo. Se não fosse o pai de dois jovens brilhantes e marido de uma bruxa maravilhosa, e não os amasse com todas as forças do seu ser, Severus se sentiria livre para mergulhar na escuridão gelada que já experimentara uma vez, há vinte anos atrás. Mas sua Hermione o salvara. E ele devia sua vida a ela. Mas não se arrependia de ter tentado defender sua filha. E continuaria, pelo tempo que fosse necessário. Ela gostando ou não.

Hermione sentiu o corpo quente do marido às suas costas. Ele abraçou-a pela cintura e suspirou profundamente, beijando-lhe o pescoço. Ela voltou-se, ficando de frente para ele. Colocou uma das pernas sobre o quadril do bruxo, aproximando-se mais dele.
“Amo você... e sei que você só quer proteger nossa filha...” Ela sussurrou, beijando-lhe os lábios suavemente.
Ele revirou os olhos. “Infelizmente, a principal interessada não pensa assim.”
“Sev... Você sabe que Emma é exatamente como você. Tenha um pouco de paciência com ela...” ela pediu baixinho, enquanto lhe dava beijinhos no rosto, como suaves asas de borboleta.
Ele sorriu, mas a alegria não chegou aos olhos negros. Tentando mudar de assunto, Hermione parou de beijá-lo e perguntou: “Meu amor, e que história é essa de mostrar todos os esconderijos das masmorras para o David?”
Snape fechou os olhos. Mais problemas à vista, pensou. “Apenas instrui meu filho para que ele pudesse aproveitar sua festa de formatura. Mas ele, devagar como é, decidiu desperdiçar seu tempo lendo Shakespeare!” Falou, sarcástico.
“Severus, meu bem, você lia Shakespeare também!” Ela falou, rindo.
“Sim, eu lia. Mas não quando estava com você nos meus braços!” Ele disse, rindo um tanto indignado. “Acho que esse menino tem algum problema... tem mesmo certeza de que não teve um encontro romântico com alguma criatura mágica na floresta proibida naquela noite?” Ele perguntou, fingindo desconfiança. Depois de tantos anos, os eventos da noite que ninguém lembrava haviam se tornado uma brincadeira íntima entre os dois.
“Humm... não sei. Pensando bem, acho que me lembro de um centauro com longos pêlos prateados... Você sabe, não é, Severus, como os centauros são bem... quero dizer, têm membros avantajados... longas pernas, longa cauda, isso sem falar na metade humana...” Brincou ela, fingindo um olhar distante e sonhador.
Severus agarrou-lhe a cintura e, mergulhando o rosto entre os cabelos emaranhados, falou em seu ouvido: “Membros longos, é? O seu centauro prateado fazia isso com você?” Quis saber o bruxo, pressionando o pênis ereto contra o sexo da mulher, enquanto lhe mordia o pescoço, arrancando-lhe gemidos. Deitando-se sobre o corpo de Hermione, Snape separou-lhe as pernas com os joelhos, encaixando-se no meio das coxas macias. A bruxa enlaçou-lhe os quadris com as pernas e apertou-lhe as nádegas com as mãos, deixando marcas das unhas na pele sensível. Snape olhou-a com selvageria. Então sua bruxa queria uma pitada de violência? Saindo de cima da mulher, Snape bateu-lhe no quadril com uma das mãos, sinalizando para que ela se virasse. Como Hermione não se movia, ele ajoelhou-se ao seu lado, virando-a de bruços e dando-lhe uma palmadinha na nádega. Ela deu um gritinho e olhou por sobre o ombro, fingindo estar assustada. Ele colocou-se sobre seu corpo, envolvendo as pernas da bruxa com as suas. Sentando-se sobre os calcanhares, Severus ficou a contemplar o belo traseiro de sua adorável esposa. Abaixou-se e deu uma mordida na nádega arredondada, deixando uma marca avermelhada. Hermione gritou mais uma vez, mas agora a vocalização de sua bruxa parecera levemente assustada. Ele sorriu e mordeu a outra nádega com um pouco mais de força. Ela gritou e tentou virar-se, conseguindo apenas elevar ainda mais o traseiro, para deleite do marido. Ele encostou-se nela e falou ao seu ouvido: “Para quem andou se aventurando com centauros, você está me parecendo assustada demais com alguns instintos animais básicos, Sra. Snape!”
Ela estremeceu ao ouvir a voz sensual do bruxo em seu ouvido. Olhando-o sobre o ombro ela deu uma risadinha sensual. “Assustada, Severus? Não... excitada seria uma palavra mais apropriada para descrever o que estou sentindo... Além disso, quem foi que disse que haviam apenas centauros naquela floresta?” Disparou ela, olhando-o provocante. “Havia muitas criaturas naquela noite... nem todas tão gentis quanto os centauros, meu bem...”
Severus mordeu-lhe o pescoço com força, passando a língua com suavidade pela marca, que ele sabia, ficaria arroxeada no dia seguinte. “E o que estas outras criaturas fizeram com você, Sra Snape?” Ele sussurrou mais uma vez. Descendo as mãos pelo corpo da mulher, ele deslizou uma delas para baixo do corpo esguio e acariciou-lhe o ventre liso, chegando aos pêlos macios que escondiam o sexo úmido. Manipulou seu clitóris em movimentos lentos e circulares, até que a umidade que saia de seu sexo se espalhasse pelo botão de nervos, que pulsava sob seus dedos. “Por acaso, as criaturas mágicas fizeram isso com você?” Ele perguntou com voz áspera, enquanto mergulhava dois dedos profundamente no sexo intumescido. A bruxa estremeceu e gemeu alto, empinando mais as nádegas, esfregando-se no membro ereto que a pressionava. Hermione assentiu com a cabeça e falou: “Acho que um dos lobos fez isso, sim...” ela falou, rouca e, imediatamente sentiu Severus retesar-se sobre ela. Caindo em si, ela tentou consertar a última frase que dissera. “Mas nenhuma criatura mágica chega aos seus pés, meu amor... só você consegue me fazer alucinar de prazer, cada vez que me toca...” Ela gemeu, esfregando-se nele, mas Severus não correspondeu. Retirando-se de cima dela, Snape deitou-se ao seu lado, respirando com força. Um dos braços cobria-lhe os olhos e o outro repousava sobre o abdômen, onde o pênis, outrora ereto, agora jazia num ângulo esquisito.
Ela sentou-se, colocando a mão no peito do marido. “Severus, eu estava brincando... estávamos representando nossa fantasia usual, não estávamos?” Ela perguntou, tentando esconder o nervosismo. “Por quê você parou?” Questionou, deslizando a mão para o membro do bruxo.
Ele, sem olhar para ela, segurou seu pulso e removeu a mão com um gesto decidido e irritado. “Digamos que perdi o... “entusiasmo”... ele retrucou, sarcástico. Virando-se de costas para ela.
Irritada, Hermione puxou-o pelo braço e ele virou-se, fitando-a com seriedade. Levantou uma sobrancelha e falou com cinismo: “Se está tão ávida em satisfazer seus desejos, bruxa, sugiro que vá procurar pelo... lobo... que mencionou... este morcego aqui já não está mais interessado em seus... generosos... atributos.” Ele finalizou, virando-se novamente de costas para ela.

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