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4. CAPÍTULO 2


Fic: “CHIROPTEROS, CANÍDEOS E BRUXOS À BEIRA DE UMA ATAQUE DE NERVOS!”


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO 2

A formatura aconteceu conforme o planejado e os jovens bruxos, felizes por estarem livres da escola, dançavam no salão principal. Snape, escondido em um dos cantos do salão, olhava a multidão com impaciência. Quanto tempo mais aqueles idiotas iriam ficar ali pulando? Estava com sono, sua cabeça doía e sentia frio. E tinha planos para aquela noite! Olhando ao redor, viu sua filha dançando com Lupin. Teddy Lupin. Uma náusea instantaneamente o fez engasgar. Ele sabia muito bem o que acontecia no baile de formatura! Se aquele pseudo-lobo estava pensando que ia levar sua filhinha para algum canto escondido do castelo, estava redondamente enganado. Ele ficaria até o amanhecer a postos para proteger a honra de sua garotinha. Enquanto puxava a capa para se proteger melhor do frio, viu David descendo as escadas para as masmorras levando Isabelle Potter. Snape deu um sorriso orgulhoso. Seu filho podia ser a pessoa com mais qualidades grifinórias que ele já conhecera, mas em se tratando de instintos, ele não deixava nada a desejar. O garoto já havia inclusive lhe pedido conselhos. Snape lhe indicara todos os esconderijos possíveis nas masmorras para um encontro ‘romântico’, digamos assim. Ele não aprovava o namoro com a filha de Potter e Ginevra, mas o que podia fazer? Pelo menos seu garoto estava se divertindo!
Enquanto vigiava sorrateiramente Emma dançando, de forma não muito comportada, com o filhote de coiote sarnento, Snape não percebeu que alguém se aproximava às suas costas.
“O que você faz aí escondido, Severus?” Hermione perguntou, com as mãos na cintura e uma sobrancelha levantada. Onde ela aprendia esses trejeitos? Severus se perguntou.
“Não estou escondido. Apenas não quero ser visto por este bando de cabeças-de-vento, que, graças a Mérlin, não voltarão mais para esta escola!” Ele respondeu mal-humorado.
“Sei... e aposto que você nem viu Emma dançando, não é?” Perguntou ela, ainda com a mesma pose.
“É lógico que vi! Só se fosse cego não veria a forma como aquele vira-lata segura a minha filha!” Snape respondeu, indignado.
“Severus, já falamos sobre isso...” Começou Hermione, mas ele a fez parar com um gesto.
“Você falou sobre isso, eu apenas escutei. Não concordo com esse namoro, não gosto deste rapaz, muito menos do pai dele. Não quero nossa filha envolvida com essa gente!” Ele concluiu, teimoso.
“Talvez isso não seja decidido por você! Já percebeu que Emma já é maior de idade? Ela pode ficar com quem quiser, com ou sem sua aprovação!” Defendeu Hermione, já zangada com a atitude de Severus.
“Pois isso é o que nós vamos ver!” Ele retrucou. Precisava se controlar ou todos os seus planos iriam por água abaixo. Hermione já estava começando a ficar zangada.
“Severus, se meu pai tivesse tido essa mesma atitude, nós não estaríamos juntos hoje!” Ela tentou fazê-lo ver o quanto intransigente estava sendo.
“Ah... mas foi uma situação bem diferente...” Ele ponderou.
“Oh... é mesmo, esqueci! A situação era bem diferente, você só tinha a mesma idade que meu pai e eu estava grávida! Sim, Severus, bem diferente... e muito mais aceitável!” Ela falou com fingida afetação.
Snape ficou olhando para a esposa, sem resposta para o argumento dela. Na verdade, pouco se preocupara com os pais dela. Se eles tivessem criado qualquer tipo de caso, ele simplesmente teria aparatado com ela para bem longe.
“Hermione...” Ele começou a falar, tentando virar o jogo. Sabia que aquela discussão não teria fim até que ele dissesse que concordava com o namoro da filha. Ele jamais diria isso, portanto, precisava mudar de assunto. Táticas sonserinas eram necessárias, com urgência. Segurou a mulher pelos ombros delicados e tocou-lhe a testa com os lábios. Sentiu que ela relaxava sob seu toque e suspirou aliviado. Um ponto para ele. Por enquanto. Se bem conhecia sua bruxa, ela voltaria àquela discussão tão logo fosse possível.

Hermione relaxou nos braços de Severus. Ele estava tentando fazê-la esquecer seus argumentos e ela precisava distraí-lo ou ele arruinaria a noite de Emma. Ela precisava tirá-lo dali ou era bem possível que ele agarrasse o pobre Teddy pelos cabelos! O garoto não merecia esse tratamento. Já bastava tudo que passara, crescendo sem a presença da mãe e com o pai sempre lutando contra os efeitos da transformação em lobisomem. Remus ainda não conseguira se livrar de todos os sintomas e, hoje, dedicava sua vida a procurar meios de atenuar os efeitos da mordida. Eventualmente, Lupin aparecia em Hogwarts, onde dava palestras sobre o assunto. Teddy morava com o padrinho Harry Potter e sua família, e trabalhava no Ministério da Magia. Mas pai e filho estavam sempre em contato, graças à rede de floo e às chaves de portal que ele conseguia facilmente, como funcionário do ministério. Era um menino de ouro! Hermione torcia para que sua filha fosse muito feliz com ele.
Voltando sua atenção para o bruxo que a abraçava, Hermione enlaçou-lhe a cintura com os braços e levantou a cabeça. Imediatamente, Snape buscou-lhe os lábios e tomou-os num beijo sensual. Ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo, irradiando para todas as suas terminações nervosas. Ela não conseguia entender como, depois de tantos anos juntos, ela sentia-se desse jeito cada vez que Severus a beijava.

Snape aprofundou o beijo, mergulhando a língua na boca sedenta da esposa, que entrelaçou a própria língua na sua, numa dança envolvente. Trazendo o corpo esguio para mais perto, o bruxo pressionou os quadris da mulher contra a sua masculinidade, fazendo-a gemer. Hermione levantou uma das pernas e enlaçou-lhe os quadris, tentando mantê-lo na mesma posição, enquanto se movimentava, esfregando-se no membro ereto que as vestes negras não conseguiam ocultar. Snape a empurrou levemente, encostando-a contra a parede e pressionou com mais força, levantando-lhe a outra perna e suspendendo completamente o corpo da bruxa. Ela prendeu-lhe os quadris entre as coxas e deixando-lhe a boca, mordiscou-lhe a orelha. Sussurrou baixinho em seu ouvido. “Severus... Severus... eu quero... eu preciso... vamos para algum lugar...” Pediu ela ofegante.
Ele a olhou, transtornado pelo desejo. Estava prestes a consumar tudo ali mesmo, correndo o risco de serem vistos pelos alunos. Ela tinha razão, precisavam ir para um lugar menos exposto. Soltando-a lentamente, ele a pegou pela mão e levou-a sorrateiramente para as masmorras. Por sorte, conhecia aquele castelo como a palma de sua mão!
Hermione seguiu o marido, satisfeita. Não apenas o distraíra o suficiente para que Emma pudesse dançar à vontade com o namorado e até dar uns amassos, se quisesse, como ainda estava prestes a conseguir uma sessão de sexo quente e selvagem com seu morcego das masmorras. Nada mal para uma senhora mãe de família!

Severus a puxou pelo braço com pouca delicadeza assim que passaram por um corredor escuro. Adentrando no corredor, após alguns metros ele a encostou contra a parede e, sem lhe dar tempo para pensar, atacou-lhe os lábios, faminto. Com as mãos levantou-lhe as vestes e percorreu as coxas até a junção protegida por uma calcinha de seda. Acariciou-a sobre o tecido, percebendo o quanto estava úmida e gemeu em seu ouvido. “Você é uma bruxa deliciosa... quero entrar em você... quero que goze comigo dentro do seu corpo...”
Hermione agarrou-lhe os ombros e envolveu-lhe o quadril com uma perna. Ele ajudou-a com a outra e a manteve firme, com as mãos nos quadris macios. Ela firmou seu abraço nos ombros fortes e quando Severus percebeu que ela estava segura, uma das mãos voltou a acariciar o sexo intumescido.
“Severus... agora... venha...” ela pediu, não podendo agüentar nem mais um segundo da doce tortura.
Ele, sentindo o desespero na voz de sua bruxa e estando também no limiar de seu controle, desabotoou a calça e libertou o membro pulsante, encostando-o contra a calcinha úmida. Em seguida, afastou o tecido de seda para o lado com os dedos e direcionou o pênis ereto na abertura que ansiava pelo seu toque. Snape entrou nela com voracidade, penetrando-a até que seu ventre tocasse no dela e os dois pudessem sentir os sexos pulsando em uníssono. Esperou alguns segundos, apenas saboreando o doce aperto da cavidade quente sobre seu membro. Hermione gemeu agoniada. Ele a satisfez retirando-se quase totalmente de dentro dela, apenas para voltar com mais ímpeto. E repetiu este movimento, aumentando a velocidade de suas investidas, até que a bruxa que o envolvia agarrou-lhe os cabelos, desesperada. Ela gemia descontrolada. Estava na iminência do orgasmo e Severus sabia que bastaria um pequeno estímulo para que ela se lançasse sobre o oceano de sensações prestes a inundá-la. Conhecia sua bruxa como se ela fosse uma extensão de si próprio. Algumas vezes, quando Hermione encontrava-se neste platô de prazer, ele tocava levemente seu clitóris com a ponta de um dedo ou então pressionava seu quadril mais fortemente contra o dela, garantindo que o botão de nervos fosse acariciado. Outras vezes, ele lhe beijava a orelha, gemendo em seu ouvido ou dizendo pequenas obscenidades. Em outras ocasiões ele simplesmente se deixava levar e, ela, ao sentir o prazer quente do marido sendo despejado dentro de seu corpo, deixava que o clímax a sobrepujasse. Desta vez, Severus tinha outras idéias. Deslizando uma das mãos pelos quadris da mulher, ele acariciou-lhe as costas e apertando-a com força, deslizou os dedos pelo vale entre as nádegas, penetrando levemente a reentrância ali localizada com a ponta do dedo indicador. Hermione ficou rígida em seus braços. Ele sentiu os músculos da bruxa retesados, apertando o membro mergulhado no sexo quente e o dedo que a pressionava entre as nádegas. Ela gritou, jogando a cabeça para trás, os olhos fechados e a boca entreaberta, por onde a respiração saía com dificuldade. Snape esperou sua mulher abrir os olhos enevoados e lhe dar um sorriso exausto. Confiante, ele arremessou-se contra ela, penetrando-a profundamente, em busca de seu próprio prazer, que não tardou em chegar, varrendo-lhe toda a sanidade e deixando-lhe suspenso em um patamar onde só existiam as sensações proporcionadas pelo corpo de sua bruxa.
Somente depois de alguns momentos é que Snape deu-se conta de onde estavam. Ele desceu as pernas de Hermione delicadamente, apoiando-a enquanto ela ajeitava as vestes. Ele colocou o membro, agora flácido, para dentro das calças e olhou para a mulher. Hermione estava despenteada e um rubor cobria suas faces. Mas o sorriso que ostentava era suficiente para que ele vivesse por mais 10 anos, apenas olhando para ela.
“Severus... o que foi aquilo?” Quis saber ela, com a voz quase inaudível. Ele a olhou, sorrindo também. Então sua bruxa gostara. Ótimo! Eles já haviam se aventurado nestes terrenos anteriormente, porém ela sempre fora relutante, de modo que Severus, para não deixá-la desconfortável, apenas eventualmente a tocava desta forma. Ela gostava, ele sabia. E o bruxo experiente guardava este trunfo para momentos quando desejava surpreendê-la ou então, deixá-la louca de tanto prazer. Parecia que tinha conseguido seu intento esta noite.
“Você gostou, meu amor?” Ele perguntou no mesmo tom. Ela pegou-lhe a mão e a colocou-a debaixo de suas vestes, dentro de sua calcinha. Ele sentiu o calor que ela irradiava e os líquidos que saiam de seu sexo, uma mistura do prazer que ela sentira e do seu próprio. Fechou os olhos e abriu-os ao ouvi-la responder, num sussurro: “O que você acha?”
“Acho que...” Ele estava respondendo quando foram surpreendidos por um barulho, vindo de um dos corredores transversais, a alguns metros de onde estavam. Severus fez sinal para que Hermione ficasse quieta e, empunhando a varinha, foi em direção ao ruído. Na certa, algum casalzinho namorando nas masmorras. Snape só esperava que não fosse seu filho. Seria bastante constrangedor encontrá-lo no meio de suas atividades com a srta. Potter. E mais constrangedor ainda se ele tivesse ouvido as ‘suas’ atividades com mãe dele. Esgueirando-se de encontro à parede, Snape caminhou pelo corredor em direção a um clarão de luz, que provavelmente vinha de uma varinha. Aproximando-se, Snape conseguiu distinguir duas pessoas sentadas no chão. A iluminação era insuficiente para que ele reconhecesse o rosto dos transgressores e ele murmurou um feitiço para, finalmente, descobrir suas identidades. “Lumus!” Com a varinha apontada para o casal, o diretor ficou imóvel. Sentado no chão das masmorras, com um livro apoiado sobre as pernas, seu filho David lia poesias para a srta. Potter, que, ao seu lado, apoiava a cabeça em seu ombro. Ambos estavam completamente vestidos. E espantados em ver o diretor.
“Pai! O que foi? Aconteceu alguma coisa?” David perguntou, fechando o livro e levantando-se. Ele, gentilmente, estendeu a mão para que a garota também se levantasse.
“Boa noite, professor.” Disse Isabelle, sorrindo.
Snape não respondeu. Apenas a olhou com cara de desagrado, como era de seu costume. Voltando a atenção para o filho e para o livro que ele carregava, apontou a varinha para o exemplar, que flutuou até ele. ‘The Most Excellent and Lamentable Tragedy of Romeo and Juliet – William Shakespeare’ era o título do livro.
Engolindo em seco, Snape devolveu o livro para o rapaz, com um muxoxo de desagrado. Hermione chegou e deparou-se com a cena.
“Severus? David? O que está acontecendo?” Ela perguntou, olhando alternadamente do filho para o marido. Seus olhos pousaram sobre a capa do livro. Ela sorriu. Seu filho sempre tivera bom gosto para leitura.
Snape emitiu um grunhido e falou com um esgar de desprezo. “Seu filho... e a srta. Potter estavam envolvidos em atividades... culturais...” ele quase vomitou as palavras, olhando mais uma vez com desgosto para o casal. Balançando a cabeça, ele estendeu a mão para Hermione. “Venha, minha esposa. Vamos embora.” Ele virou-se, com a capa esvoaçando. David chamou-o enquanto ele se afastava. Ele voltou-se para o garoto, bufando. “O que é?” Questionou ele, com a sobrancelha levantada.
O garoto apontou para o ventre do pai com a cabeça. Snape olhou para baixo e, sob sua capa negra, podia-se ver as vestes semi-levantadas e os botões da calça negra abertos, com uma boa parcela de pele aparecendo. A pele do seu... Para onde tinha ido sua cueca, afinal? Olhando melhor, o bruxo viu um pedaço de pano verde escuro com serpentezinhas prateadas, logo abaixo do seu... Severus sentiu o rubor subindo pelo seu pescoço e atingindo seu rosto. Hermione segurava o riso ao seu lado. Ele apertou-lhe a mão com força. Será possível que até sua esposa compactuava com sua desmoralização na frente de uma Potter? E na frente de seu filho, para quem ele deveria ser um exemplo? Pensou ele, com desgosto. Encarando David com altivez, Snape inspirou profundamente. Olhe bem, srta. Potter. Pelo visto esta vai ser a única vez que você vai ver os documentos de um legítimo Snape. Ele pensou, enquanto puxava a capa, cobrindo suas partes baixas. Se dependesse de seu filho, a pobre menina passaria a juventude com a cabeça enterrada entre... as páginas de um livro! Ele virou-se e, no seu melhor estilo, desenvolvido durante anos de prática incessante, saiu com a capa farfalhando aos seus pés.

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