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Visualizando o capítulo:

11. Agora é oficial


Fic: Vida Marota - (Décimo primeiro capítulo!!!) [Em Breve Capa Nova]


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A:Queria agradecer a Milena que me ajudou na fanfic e a Stephanie que me fez ter boas gargalhadas, vendo-a morrer de curiosidade.
Huahuahua...Espero que gostem desse capítulo.

AVISO IMPORTANTÍSSIMO: Tive que modificar levemente o sétimo e o oitavo capítulo, pois recentemente estava em casa folheando o livro Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, e a acabei descobrindo que Os Marotos descobriram que Remo era um lobisomem no segundo ano e depois de três anos Tiago e Sirius descobriram uma forma de se transformar em animagos.Pedro conseguiu se transformar com ajuda dos dois (provavelmente porque ele é um burro, NÃO QUE EU SEJA CONTRA OS FÃS DO PEDRO!!!).Está na página 286, podem conferir! =)

Cap.11 – Agora é oficial

As aulas do dia tinham se acabado.O sol estava se pondo e os alunos indo para suas casas.Os Marotos estavam novamente reunidos por completo.Conversavam sobre as novidades.Tiago e Sirius fizeram as pazes.Andavam um ao lado do outro rindo.Sonserinos que passavam sentiam nojo daquela amizade “grudenta”.Logo atrás seguiam Remo puxando Pedro para que acompanhasse seu ritmo de andar.Suas pernas eram curtas e seu corpo nada favorável lhe deixava por último.
-Pontas, preciso ir “lá” agora. – disse Lupin perturbado. – Está escurecendo e a lua...
-Claro, vamos Rabicho. – Tiago tirou do bolso de Sirius o Mapa do Maroto e puxou Pedro pelo colarinho em direção ao Salgueiro Lutador. – Almofadinhas fica!
-Nem morto!Vou junto com vocês! – tentou correr com as muletas atrás dos amigos.
-Se não estivesse com a costela e o tornozelo machucado eu deixaria você ir. – disse Tiago sem olhar para trás. – Boa noite, Si-si. Nos vemos amanhã.
Desapareceram na multidão de alunos que carregou Sirius em direção contrária, o refeitório.Como estava com fome, resolveu seguir as ordens do amigo.Passou antes na Ala Hospitalar para buscar Mona, pois agora tinha que protege-la e provavelmente estava carregando sua mochila que esquecera com ela.Cumprimentou a enfermeira e perguntou como estava Anne.Disse que estava mais calma, conversou com Mona e voltou a dormir.
Olhou na cama da morena procurando-a, não estava lá.Estranhou.
-Sta.Carmem, onde está Mona?
-Ah!Ela é sua nova namorada, não é? – sorriu sentindo pena da menina . – Imaginei que isso aconteceria, tadinha...Saiu a pouco a sua procura.Estava com sua bolsa.
-Ainda bem que está com ela, pensei que tinha perdido.Obrigado.Vou procurá-la.
Saiu da sala, virou a sua esquerda, atravessou por dois corredores.Ouviu vozes quando quase passava pelo terceiro corredor.Encostou as duas muletas na parede e agachado espionava atrás de uma grande armadura de ferro próximo das vozes femininas discutindo.Não via seus rostos, só sabia que uma pressionava contra parede a outra pisando num buquê no chão, enquanto apontava a varinha para cabeça da pressionada.
-Você tem que me pagar o que deve! – disse a de cabelos negros com a varinha.
-Passou apenas um dia e já vem cobrando!? – disse a de cabelos castanhos.
-Deveria saber que a Sonserina é bem diferente do que para a Corvinal, Sta. Mona!Dei-lhe parte daquilo que queria, só lhe darei o resto quando me der aquilo que quero.
-Eu ainda não consegui muita coisa, preciso de mais tempo! – disse Mona tentando se soltar. - Além do mais, o que me garante que tem o outro ingrediente?
A garota tirou de dentro do casaco um pequeno frasco, mostrou a ela.Guardou novamente no mesmo lugar.
-Me mostre o que já conseguiu. – ordenou.
Tirou do bolso um pequeno pergaminho dobrado.A de cabelos negros puxou de sua mão e leu.Rasgou urrando de raiva.
-Não é isso que eu quero!!!Tem que ser grande!A ponto de acabar com eles!
-Faremos assim, quando eu descobrir alguma coisa, eu te procuro.
-Não vai me ENRROLAR!!! - mirou a varinha no olho da morena. - Serpensort..!!!
- Expelliarmus!!! – berrou Sirius.
A varinha dela rodopiou para longe.Sirius correu como pôde para perto de Mona ainda com sua varinha apontada.Agarrou forte Mona, fitando a menina que se afastava dando passos para trás devagar.
- Quem você pensa que é, baranga, pra mexer com minha namorada!?Sua....Bella!? - falou com extrema raiva. - Saí daqui!Some, Bellatrix!!!
-Namorada!? – Bellatrix gargalhou alto. – Faça como quiser, “priminho”!Só deixe-me dar um recadinho pra ela, se quiser “aquilo” terá que me procurar com “você-sabe-o-quê”.Adeus, meus pombinhos apaixonados. – ironizou.
Ela piscou para a menina, e correu rindo para longe dos dois.Em seguida Mona deu lhe um soco no braço e pisou no pé torcido.Pulou para longe segurando o tornozelo.
-Babaca!Tinha tudo sobre o controle! – ela abaixou-se para pegar seu buquê de rosas que estava no chão. – E ainda pisou nas flores!Desastrado!
-É assim que trata o indivíduo que acaba de salvar tua vida???Não sei se notou, mas aquela tapada ia soltar uma cobra direto no seu olho!!!Eu também não acredito que foi arranjar dívida com um sonserino! – gritou Sirius. – Foi ela que te deu isso?Se for, joga o buquê agora!
-Claro que não foi ela! – falava com toda naturalidade possível tentando manter o nível.Arrumava as flores com cuidado. – A culpa é sua por ela quase ter me matado!VOCÊ deveria me proteger melhor!
-Seria mais fácil se VOCÊ me esperasse para num lugar PARADA!!!
Ela cheirou com delicadeza ignorando o que ele disse, deu uma ligeira olhada em volta atentamente e entregou uma rosa a ele sorrindo.
-Obrigada por me proteger. – disse dando-lhe um beijo no rosto. – Acho que só estou trazendo problemas pra você...Tem algo que eu possa fazer pra compensar?Posso te ajudar com as muletas!Aonde estão?
Hesitou, estranhando ainda mais.Definitivamente, ela era diferente de todas as outras.Conseguia ser pior que Roberta Boot, a menina energética com pircing.Apontou para as muletas que foram pegas.Ficou observando a rosa.
-Gostou? – ela colocou as muletas em Sirius. - Isso estava perto da minha cama quando cheguei na enfermaria.
-Como sabe que é seu?Poderia ser de Anne.Tinha cartão?
-Tinha sim.Mas nome não estava lá.
-O que veio escrito? – perguntou curioso.
Ela deu seu sorriso misterioso, como o quadro de Monalisa, riu baixinho.Examinou-o debaixo para cima.Aproximou-se devagar.Puxou o pela gravata e disse em seu ouvido.
-Não se preocupe, nada que você não possa fazer melhor, meu amor.
-Como pode dizer isso se ainda nem experimentou? – disse Sirius se aproveitando da brincadeira assim, passando a mão pela cintura de Mona para abraçá-la.
-Vejo que estou prestes a experimentar...
Fez com que ele deslizasse suas mãos em seu corpo e acariciou seu rosto.Aos poucos, deixaram o buquê e as muletas caíssem.Sirius abriu levemente a boca, assim como ela.
Ele sentia o coração pulsar.E o cheiro das flores nela o embalava a dar-lhe um beijo.Pediu que Mona fechasse os olhos.Obedeceu preparada pelo vinha depois.Pensou bem antes.Afinal, a amizade dos dois acabaria ali se a selasse.
Apesar de não saber se realmente queria aquilo, a achava bonita, gostava da companhia dela e principalmente do fato de ser única garota que o ouviu quando precisava desabafar.Percebera que sentia algo forte por ela quando Bellatrix tentara machucá-la.Era algo maior que amizade que sentira naquela noite.
Beijava as garotas por prazer, entretanto, com ela seria diferente.Seria sentindo que talvez fosse o primeiro beijo verdadeiro.Um beijo com sentimento.Fechou os olhos também.Estava corado em lhe dizer:
-Mona, eu te amo...
Antes que ela pudesse responder, ele lhe selou-lhe com um beijo de amor.Sirius tinha uma sensação estranha na barriga, e uma vontade louca de beijá-la mais e mais.Abraçou-a mais forte.Devagar conhecia todo o interior de sua boca, que tinha gosto doce. Desceu seus beijos para o pescoço e para perto dos ombros, fazendo-a se arrepiar.Queria ficar assim ininterruptamente.
Infelizmente, não foi o que aconteceu.Fleches foram jogam neles.Parou de beijá-la.Ele olhou assustada a sua volta.Vários alunos saíram de suas tocaias segurando câmeras, cadernetas, pergaminhos e penas.Iam em direção a eles fazendo perguntas.
-Olá, sou a nova repórter do jornal da escola, Jovem Bruxo. – disse uma menina de óculos e cabelos encrespados preparando a pena e o caderno. - Queríamos fazer algumas perguntas.Quando vocês começaram a namorar?
-Quanto tempo acha que o seu namoro durará? – perguntou o garoto ao lado.Qual é o nome verdadeiro de Mona?É verdade que no ano vocês dançaram bêbados na estação King Cross?Sirius Back que lhe deu essas flores, ou foi o amante?
Perguntas não paravam de vir em cima dos dois.Já estava zonzo.Mona respondia normalmente sorrindo corada e fazendo pose para as fotos.
-Começamos há pouco tempo e não sei até quando durará mas espero que não seja cedo. – riu. – Nós não dançamos na estação, pelo que me lembre.Essas rosas não foram... – olhou pensativa para o buquê jogado no chão. – Sim, foi ele que me deu;O meu nome verdadeiro?Não te interessa. – abriu um sorriso ainda mais largo. – Chega de perguntas por hoje, precisamos ir jantar.
Empurrou Sirius para saída mais próxima.
-O que você...? – perguntou o maroto.
-O lado bom, – disse sem jeito. – é que agora nenhuma garota vai dar em cima de você por enquanto...
-Mona, aquele beijo está valendo como...? – pergunto inseguro.
-Se você quiser, eu adoraria! – replicou vermelha entrando ao lado dele no refeitório.
-Então agora é oficial. – deu rápido beijo na boca dela.

Todos do salão se calaram e o viram o novo casal sentar-se na mesa.Sussurravam uns para os outros, não acreditando nos rumores estavam certos.Os dois não se importavam, pareciam gostar da cara engraçada que faziam a eles. Anne e Lílian sentaram perto deles.
-Parabéns!Estou muito feliz por vocês! – disse Anne.
-Tem certeza do que está fazendo, Mona? – perguntou Lílian preocupada. - Está em sã consciência de que ele é um desequilibrado e irracional?
-E você, senhorita mal-humor!!! – retrucou Sirius.
-Como se atreve...!!!Seu desprovido de inteligência!!! – gritou apontando para nariz dele.
-Tudo beleza, minha querida Anninha? – disse a morena ignorando a briga ao seu lado. – Cicatrizou o machucado na boca?
-Sim!Os remédios da Madame Carmem funcionam bem rápido. – olhou para Lílian roxa de fúria. – Não deveríamos separar essa briga?
-Nan!Deixe os aí trocando gentilezas!É assim que eles dizem “olá”!Em falar em “olá”, chegou a ver Fábio ou Gideão? – pegou o pote com lingüiça em rodelas e pôs várias no prato. -Preciso do meu pagamento...
-Eles te esperam no Salão Principal...Passa-me as batatas fritas, por favor? – pediu educadamente e recebeu em mãos o prato. – Obrigada.Tem alguma noção de como ele está reagindo?
-Eu não sei, e nem quero saber.Ele que viva a vida dele, que eu estou vivendo a minha.
-Deu pra notar. – riu. – Sirius parece muito feliz ao seu lado, mas será que você está? - sussurrou Anne com um olhar de repreensão.
Mona se calou, comeu pensativa sem olhar mais para a amiga que do mesmo modo, não olhava para ela.Sirius mal comera, pois ficara discutindo com a ruiva no jantar.

***

Pedro observava coberto com a Capa de Invisibilidade junto a Remo, se alguém se aproximava enquanto Tiago desviava dos chicotes do Salgueiro Lutador.Sua grande agilidade e reflexo correu como o vento sorrindo marotamente.Apertou nó da árvore fazendo-a transformar-se em pedra.Remo foi o primeiro a entrar, parecia pálido e suava frio.Tiago em seguida;Na base do tronco, eles pularam dentro de um grande buraco entres as raízes.Fora na escuridão da noite nublada desaparecendo de vista.Mais parecia um tobogã, Tiago gritava de alegria até descer no túnel.O leito do túnel era muito baixo e diminuía consecutivamente.A passagem não tinha fim;dava impressão de que ligava até a Dedosdemel.
Pedro parecia ainda mais nervoso que Lupin que agora tremia.Já Tiago fazia expressão de paisagem, com a varinha iluminando o caminho, parecia só se incomodar em ficar em lugar tão fechado e apertado.
E então o túnel começou a subir; momentos depois se depararam com uma pequena abertura.Entraram um de cada vez.
Era um quarto sujo, muito desarrumado e poeirento.Paredes descascadas, manchas por todo o chão, móveis quebrados e janelas tampadas por tábuas de madeira davam o lugar sensação de estar num filme de terror.Estava deserto.A porta entreaberta dava a um corredor mal iluminado.
-Lar doce lar. – disse Tiago deitado na cama cheia de molas para fora, olhava pro teto sorrindo. – Adoro a Casa dos Gritos!Se pudesse, me mudava para cá.Aposto que Lupin iria comigo, né Aluado? – brincou.Mirou a visão no amigo. – Remo?
De costas ele gemia baixo segurando forte a mesa sem uma perna.O amigo correu para segura-lo por trás.
-Vá embora! – berrou Remo. – Acabará se machucando!!!
-Não agüento mais te abandonar aqui! – gritou o segurando mais forte. – Vou ficar!!!
-Pa-parem! – guinchou Pedro. – Tiago!Solte Remo!!
-Vamos ficar, Pedro!
-NÃO!!!! – Remo jogou Tiago para o corredor já alterado. – Não...quero...te ferir...
-Tiago, lobisomens atacam pessoas! – disse dando passos em direção a saída. - Quando conseguirmos a poção para virarmos animagos, ficaremos com ele aqui!Não agora!
Negou atordoado com a cabeça.
Remo caiu no chão.Suas unhas tornaram-se avermelhadas e cresceram aceleradamente.Arranhava o chão se contorcendo com as movimentações das costelas se abrindo.Seu corpo alongou-se.Ombros curvaram deixando evidente no pescoço a coluna vertebral aumentando.
Correu como pôde até ele.Tiago ajudou a levantar e empurrou contra a parede com força.Via os pêlos crescendo sobre o rosto e mãos.
-Remo, eu sei que ainda ta me ouvindo! – tentando acalmar os nervos. – Sei que não é fácil mas tente controla-lo!Vamos Remo!!!
Olho dele girava órbitas.Antes que seu nariz e boca aumentassem formando o focinho ouviu ele falar: “Fuja antes que...”.Segurou-o forte contra o corpo.
-Pedro, venha aqui me ajudar!Segure comigo o Remo!!! – gritou Tiago ainda com esperanças de Remo conseguir controlar a fera. - Não..agüento sozinho!!! – gritou Tiago. – PEDRO ME AJUDA!!!
Ele estava tão estupefato de medo que conseguia recuar para trás com os olhos cheio d’água.Soluçava não arriscando dizer uma palavra que chamasse atenção de Remo.
Um uivo selvagem ensurdecedor ecoou.Transformou por completo.Enfiou as garras nas costas de Tiago que bradou de dor.
Foi empurrado novamente.Bateu na parede com força e caiu de quatro.Virou a cabeça devagar para o amigo assustado.
-Pedro... – pediu pela última vez.
-Não posso! – disse Pedro rouco. – Vou chamar Sirius!!! – passou pela passagem secreta.
O lobo rasgou suas vestes.Avançou em Tiago que correu também para saída.Não foi rápido o bastante.

***

Lílian e Alice, uma de suas melhores amigas, estavam jogadas no sofá, perto da lareira depois longo dia de colégio.Até tiraram os sapatos para ficarem mais confortáveis.Estavam no Salão da Grifinória, no qual só tinha um grupo de estudos do quarto ano, numa mesa longe tirando o atraso das tarefas acumuladas.
Elas trocaram seus olhares que significava uma coisa.Queria trocar novidades.Sentaram inda mais próximas sorrindo.
-Fale rápido, Lice.Antes que Potter chegue, marcamos de nos encontrarmos aqui para resolveruns negócios de representante!
-Tudo é super rápido!Só queria que me belisque, porque acho que estou no céu! – disse a menina de rosto arredondado e simpático. – Sabe o Frank?
-Longbottom?
-Exato!Ele me pediu em namoro!!!
-Ahhhh!!! – exclamaram juntas.
Lílian a abraçou muito contente.Sabia que ela o amava desde o primeiro ano, quando se conheceram.Em sua opinião, formavam um ótimo casal.
Os alunos próximos tapavam os ouvidos com as mãos tentando abafar o barulho que elas produziam.
-Que maravilha!Ele te deu flores?Bombom?
-Nada mais nada menos que esse ANEL LINDOOO!!!
Exclamaram outra vez e pularam de mãos dadas no sofá como duas crianças.Caíram sentadas e riram muito.Os outros grifinorianos já estava quase desistindo de estudar ali.
Alice voltou a falar sobre o novo namorado.
-Ele é sempre tão doce e charmoso!Eu o amo muito!
-Queria um desses assim pra mim! – comentou Lily.
-Não vale pedir mais um!Lily, você já tem dois!!!
-Então os apresente a mim!!
-Hahaha!Você os conhece, sua boba!Tiago vive te chamando para sair e Remo de uma época pra começar de um modo diferente...
-Eu e Remo somos somente amigos!E Tiago é um idiota desperdiçando magia para azarar os outros e entrar em confusão.
-PORÉM!Confessa que ele é um pedaço ENORME de mau caminho!ADMITA!!! – riu. – Principalmente com aquele corpo atlético e o sorrisinho safado.
-Não fala assim!Frank pode ouvir! – empurrou a amiga, rindo ficando corada. – Ta bom!!Eu admito, ele é bonitinho mas sua mentalidade estraga.Muito convencido!Pensa que melhor do que qualquer um da escola! – cruzou os braços.
Alice resolveu não insistir.Logo em seguida o quadro da Mulher Gorda foi aberto entrando Pedro desesperando procurando por Sirius.Ele não se encontrava por lá.Anne que estava na mesa de estudos, viu a lua pela janela próxima.Entendeu o que provavelmente acontecera e se ofereceu para ajudar o menino.
-Ô Pettigrew!Poderia me dizer se Potter virá pra cá ainda hoje?
-Espero que sim...
As duas amigas estranharam, mas logo voltaram a conversar, achando que seria mais alguma das aventuras bobas dos Marotos.

***

Mona levara Sirius para Salão Principal depois do jantar, disse que e precisava falar com alguém que a esperava lá.Havia muitas pessoas jogando papo fora, incluindo professores.Ela acenou.Quem respondeu com um aceno foi o mesmo rapaz que viram na hora do almoço, Fábio Prewett.Tinha cabelos castanhos e era alto.
Estava no canto, tocando violão para um grupo pequeno de amigos na mesa Grifinória.Parou para atender os dois.Entregou um saco de moedas.Era evidente que ele a olhava desapontado para ela, que parecia não ligar.A seguir, Gideão o irmão mais novo, apareceu e abraçou forte causando ciúmes em Sirius.
-Olá Mona!!!Senti saudades! – disse o menino abrindo um grande sorriso. – Quando você volta pra casa?
-Nas próximas férias talvez.Como está?Você cresceu!O que andou comendo?
-‘Péra aí! – interrompeu Sirius. – Que negócio é esse de voltar pra casa?
-Sou a “babá” deles.É que seus pais viajaram em negócios e como os dois não sabem cozinhar e muito menos fazer faxina sem magia, sou eu que faço isso e ganho um dinheirinho extra!
-Pensei que ficou na casa da sua prima nas férias. – desconfiou.
-Eu fiquei logicamente, eu moro por enquanto com ela, porque meus pais se mudaram para outro país.Eles não puderam me buscar na estação de trem, mas isso não vem ao caso! – tentou não fugir de assunto. – A minha prima é curandeira e foi chamada de surpresa para ajudar numa pesquisa de uma poção para curar pessoas que sofrem de lincantropia; Fiquei no tédio por uma semana depois que Anne teve que voltar pra casa.Daí a família Prewett, que conhecem meus pais, me chamaram pra cuidar de Fábio e Gideão. – concluiu.
-Você não cuidou de mim! – disse Fábio, que estava no sexto. – Apenas cuidou da casa.
-Claro, claro... –Mona fingiu concordar.Observou o violão velho na mão dele. – Ainda tocando esse objeto pré-histórico?
Ele hesitou em falar, no entanto respondeu em ato.Tocou sua música favorita.O maroto não gostava nada disso.Não queria conhecer nenhum suposto amigo dela.Muito menos ouvir aquele artefato trouxa.Só ficar a sós com Mona.
Pedro e Anne apareceram ofegantes de tanto correr.Pedro puxou pelas vestes Sirius.
-Sirius!Rápido!Tiago está sozinho com Remo!!!Precisa da sua ajuda!!!
-Que droga! – virou para a namorada. – Mona, amanhã nós conversamos, ok? – sussurrou no ouvido dela. – Quero que vá acompanhada de alguém conhecido daqui para “casa”.Não quero que corra algum risco.
-Pra onde vai? – perguntou baixo.
-Nada muito importante.Agora obedeça o “Si-si” e nem pense em pedir pra esse tal de Fábio te acompanhar, se não, juro cortar a cabeça dele.
Mal beijou o rosto dela e fora levado por Anne que explicou no caminho como sabia do segredo de Remo.Ela parecia ainda mais preocupada que Pedro.Como se soubesse o que ele estava passando.

***

Encurralado,Tiago fugiu para o corredor e subiu as escadas de madeira.Medo era apelido para o que sentia.
Trancou-se no último quarto do segundo andar.Puxou o armário e colocou contra a porta.Procurou a varinha em suas vestes.Ficava cada vez mais nervoso ouvindo os murros vindo da porta.Sabia que ele estava com fome e adoraria janta-lo.A fera babava ao vê-lo, com os dentes expostos, com as garras também.
Nunca mais iria queria ficar sozinho com o Remo transformado. Desejava um milagre que pudesse ajudá-lo.
Quando finalmente a mão do animal atravessou o móvel, sacou a varinha.Acabou errando o feitiço de propósito.Não queria machucá-lo.
Com a janela em suas costas o luar estava ainda mais intenso.Dando a Remo mais força.Estraçalhou o armário.Tiago tentou ir devagar, calmo, andando até a janela com cortinas rasgadas.
-Remo, acalme-se.Sou eu, o Tiago.Aquele que te enche o saco vinte e quatro horas, lembra? – disse gaguejando.
Continuou indo em direção a ele, preparando o ataque.Calculando o bote.Seus olhos assassinos fitavam os de Tiago.
Tentou mirar novamente a varinha nele. Ficou entorpecido.Não sabia se corria, ou atacava também, só sabia que tinha que agir.
- Imobilus!!! – berrou.
Uma corrente invisível o prendeu.Sabia que não duraria muito mas lhe daria tempo de correr.Saiu da sala.Pulou as escadas.Ouvi o estrondo vindo do alto acompanhado de um rugido.
Estava quase no quarto da saída, bem como sentiu um bafo quente em sua nuca.Foi arrastado para trás com energia uma incomum.Um amontoado de madeira e estofados de móveis destruídos no corredor amorteceu o impacto.Ficou alguns segundos desacordado.
Ao abrir os olhos, estava tudo embaçado.Não por culpa da tontura, e sim porque perdera seus óculos.Tateava como louco o chão.Passos se aproximava.Levantou a cabeça e viu uma mancha marrom se aproximando rapidamente.A primeiro azaro que lhe veio à cabeça ele disse.
-Acqua Eructo!!! – saiu de sua varinha um redemoinho de água que, como um canhão, jogou o lobo para uma das salas do corredor do primeiro andar.

Não tinha mais força para lutar.Ficou ali sentado mesmo, fechando os olhos devagar.Até que lhe deram um tapa na cara.De reflexo, enfiou a varinha na garganta do indivíduo pensando ser novamente Remo.
-Epa!Somos o serviço de resgate! – disse Sirius tentado levanta-lo. – Você está bem???
-O Remo...Eu tentei ajudar... – disse Tiago muito tonto e ofegante.
-Não se preocupe. – disse Sirius o levando para a sala com a passagem, ao lado da sala que Remo estava desacordado. - Vamos tirá-lo daqui.
Logo a seguir, Pedro fitava angustiado o amigo.E Anne procurava o lobisomem entrando em outra sala.Deslizou o olhar para menina que, apesar de não conseguir enxergar bem por culpa da miopia, parecia estar se alterando.Gritos agonizantes saiam da outra sala.Correu junto a Sirius, derrapou diante da porta para ver o que ocorrera.A menina apontava a varinha com um sorriso medonho, azarando o lobo que se contorcendo no chão de dor.Apesar de não ter muita noção do acontecia sem óculos, Tiago empurrou Anne no chão.
-Pára!Está machucando Remo!!! – gritou para ela com raiva.Só não a batia pois Sirius o impediu.
Ele levou todos para saída antes que a fera levantasse.Tiago abria caminho na frente, não falava nada, recobrara a consciência.Estava chateado demais.Pedro ia imediatamente seguindo, depois Anne que era acalmada por Sirius o último, que carregava a capa de invisibilidade.
Ao sair, se cobriram com a capa e voltaram para o salão da Grifinória.Os marotos foram para seus quartos e Anne antes de subir para o seu, pediu desculpas para Tiago que não respondeu.

-Que idéia estúpida, Pontas! - reclamou Sirius enquanto tirava a roupa para dormir. – Nunca mais faça aquilo, pelo amor de Merlin! – deitou em sua cama.
-Não vai tomar banho, não? – pergunto Tiago ignorando o que ele disse.Também tirava a roupa, que estava muito rasgada e suja. – Porco.
-Tomei de manhã. – respondeu ríspido. – Se vai ficar aí com essa cara emburrada boa noite pra você. – se cobriu com o lençol e fechou os olhos.
-Boa noite. – disse indo em direção ao banheiro sem camisa e tirando o cinto da calça.
Encolhido, Pedro deu passou pequenos se aproximando de Tiago.
-Tiago... – disse mansamente. – Você não está bravo...Não é?
Ele virou-se com ódio e fechou a porta com força.Trancou e ligou a chuveiro para impressão de que realmente estava se lavando.
Tinha raiva de si por ainda não conseguir o feitiço de animagia, por ter agido por impulso na Casa dos Gritos, por ter envolvido Sirius e Anne em algo tão arriscado para os dois.Mas o que lhe causava mais ira, era Pedro não ter o ajudado num momento de necessidade.Ele tinha certeza de que se Pedro tivesse ajudado, não teria que passar por toda aquela dificuldade.O melhor que tinha a fazer agora era esfriar a cabeça.
Alguns minutos depois, tomou um banho para relaxar.Saiu enrolado na toalha na cintura ainda um pouco molhado.Viu que os dois já dormiam.Pôs a cueca, a bermuda do pijama e o roupão.Desceu para salão da Grifinória com uma pilha de livros, o Mapa do Maroto e sua capa de invisibilidade.
Despejou tudo na mesa de estudos, conferiu se alguém estava também lá e começou a ler um livro de capa laranja.Passou horas lendo e relendo o primeiro capítulo do livro, fazendo anotações em pergaminhos deixados na mesa.No quinto rolo de pergaminho adormeceu apoiado na mesa.
Acordou às uma hora da manhã, com o cheiro de café.Levantou-se e viu a caneca em sua frente. Era três horas da manhã e as tochas permaneciam acesas.
-Está atrasado. – disse a ruiva sentada na cadeira do lado, com uma caneca também. – Tínhamos combinado nos encontrar depois do jantar aqui.
Ele sorriu, bebeu seu café.
-Cadê seus óculos? – perguntou intrigada.
-Perdi por aí. – Tiago omitiu a verdade.
-Consegue ler sem lentes?
-Só tenho problemas para enxergar de longe. – sorriu. – Bem, acho que já chega de trabalhar por hoje.
Guardou suas anotações e os livros afanados da Seção Reservada.Ela olhava curiosa, observando o que pesquisava.
-Estudando sobre animagos, Potter? – perguntou.
-Nã-não! – tentou disfarçar. – Eu quero dizer, sim, é assunto muito interessante.É meu hobbie pesquisar! – sorriu falsamente. – E você?Fazendo o que aqui?
-Sem sono. – mentiu. – Voltou tarde pra cá, onde estava?
Ele arregalou os olhos, primeiro, por ela se preocupar com ele e segundo, por não saber o que responder.
-Estava...hum... – olhou pra caneca. – Tomando café com Dumbledore e não vi a hora passar, sabe como é, papo vai, papo vem e o tempo correu! – inventou.
-Puxa, conversaram sobre o que? – disse Lílian imaginando o que Tiago conversaria com Dumbledore por tanto tempo. – Foi alguma detenção?
-Foi, uma daquelas bravas!Tinha que ver.
-Bem feito!Espero que aprenda alguma lição com isso!
-Nossa, nem sente pena de mim? – choramingou.
-Não!
Houve-se um silêncio.Depois deram gostosas risadas, mas depressa Lílian voltou em sua pose de garota séria.Bebeu mais um pouco de seu café e o olhou disfarçadamente o corpo esportista e os belos olhos castanhos esverdeados de Tiago.Ficava ainda mais belo sem os óculos.Sentiu um calor subir, seu rosto ruborizou.
-Não precisa ficar alerta dessa maneira. – sorriu marotamente. – Hoje, somente hoje, não te chamarei para sair comigo, mesmo sabendo que você está morrendo de vontade.Não precisa ter vergonha de expressar isso, Lílian.
-Ora seu...! – ela disse empurrando a cadeira para trás.Os pés de Tiago foram parar no ar. – Hahahahaha!!! – ria fechando os olhos não agüentando vê-lo com uma expressão assustada no rosto, logo tentou voltar ao normal. - Me desculpe, Potter!Ai ai...Você está bem?
Usou a mesa para se apoiar, ele olhava atentamente para ela.A luz da tocha próxima iluminava seu rosto cheio de sardinhas.Aquela visão compensou tudo de ruim que passou na Casa dos Gritos.
-Seu sorriso é lindo. – disse inconscientemente.
-Você gosta do me sorriso? – disse vermelhíssima, posteriormente levantou da mesa entendendo aonde aquela conversa chegaria. – Sempre querendo se aproveitar do momento!Não tem jeito mesmo!
-Espere! – levantou e segurou o braço dela. - Eu não quis dizer isso!Na verdade eu quis, mas eu também não quis!Não, eu quis sim...!AH!Eu to confuso! – ela se soltou e andou o mais rápido que pôde com seu roupão verde. – Não era minha intenção. - disse tristonho vendo-a ir. – Sabe, eu tenho inveja do Remo, ele sempre conversa com você desse jeito, sorridente, e quando eu tento, você nem me dá ao menos uma chance de te dar um aceno.
-Por que será!? – perguntou ironicamente. – Raciocine um pouco, Potter!!! - subiu batendo os pés.
Sentou na cadeira novamente, muito deprimido.Estava reconsiderando muito boa a idéia de cavar um buraco e enfiar a cabeça dentro.
Esperou o sol nascer e foi buscar Remo com sua capa, o Mapa do Maroto e o roupão de Remo.

Chegando na Casa dos Gritos, chamou o amigo que não respondeu.Ele não estava no primeiro andar, quando subia as escadas para procurar no patamar, foi atingido por uma tábua jogada com força.
-Ahn!?Ai!Put* que la merd*!!!’QUÊ ISSO???
-Não suba! – berrou Remo desesperado.
-POR QUÊ!? – disse ele recuando pensando no pior.
-É que eu to aqui...“Não muito bem vestido...”
Deixou o roupão dele no corrimão e virou-se pois não queria ter o desgosto de vê-lo provavelmente nu.Girou novamente para falar com ele e foi outra vez acertado pela madeira voadora.
-Ta maluco?Quer me matar? – esganiçou Tiago com a mão no nariz dolorido.
-Eu é que pergunto, seu louco! – disse Remo mantendo o nível de voz. – Eu me lembro de tudo; Você quase morreu ontem.
-Não cansei de te deixar aqui sozinho.E não temo a morte. - contestou sério.
-Sei. – duvidou.Desceu as escadas apoiado na parede. – Só me prometa uma coisa..Nunca mais faça uma burrada como essa! – enganchou o braço no pescoço de Tiago para ajudá-lo a andar.
-Sim, senhor! – brincou. – Pensei que me daria um sermão daqueles que duram um ano...
-Desisti, você jamais me ouve...Achei seus óculos dentro da minha boca...
Ele entregou vários caco e metal torcido para o menino que pulou de alegria ao rever sua marca registrada.Azarou e rapidamente o óculos ficou intacto.Entraram no túnel. – Por que os outros não vieram?
-Resolvi busca-lo sem os dois me enchendo o saco dizendo: “Você nunca me ouve!Que idéia mais estúpida, Pontas!” – engrossou a voz para que parecesse a de Sirius. – “Eu te avisei!”– imitou Pedro.
-Emburrado com eles de novo... – concluiu.
-Se bem que tinha mais um motivo...Eu queria ficar a sós com você pra te falar um coisa, mas tenho medo que me rejeite depois...
-Conte. – encorajou-o.
-Eu tentei esconder todos esses anos, embora não ter conseguido. – disse sério com a cabeça baixa. - Preciso te contar antes que essa agonia dentro de mim me tome por completo.Não sei se devo ou não mas acho que está na hora. – Tiago olhou profundamente nos seus olhos cor-de-mel, bem próximo dele. - Remo, eu te amo!!! – berrou e tentou beija-lo.
-Cruzes!!!Saí pra lá!
Remo saltou assustado e correu o máximo que podia para o final do túnel, o amigo dava gargalhadas atrás,e correu também.Antes que saísse ele pediu desculpa da brincadeira e se cobriram com a Capa de Invisibilidade.

***

Era o final da aula de Transfiguração, a professora explicava sobre os testes difíceis que seriam obrigados a fazer, os Níveis Incrivelmente Exaustivos em Magia (NIEM).São como provas para decidirem suas carreiras.
-...Receberão Orientação Educacional.É apenas um conversa com o diretor da sua casa para saber qual matéria merecerá mais esforço, de acordo com a profissão escolhida.Não painel de recados colocará um papel com lista de nomes, data e horário que se encontrará com o professor em sua respectiva sala. – andou pela sala entregando os tipos de profissão poderiam ser e viu Tiago. – Senhor Potter, não que eu queira me envolver em sua vida, mas aonde estariam seus óculos?
-Boa pergunta!Também gostaria de saber.
-Trate de achá-lo logo.Não quero ter o desgosto de ver a Grifinória perder por culpa de seu problema de visão. – continuou a andar.
-A senhora que manda! – Tiago fez continência e pegou um panfleto para si.
-Falando em quadribol, a Senhorita Tuner o procura não muito satisfeita com sua conduta esse últimos tempos, - a professora se abaixou e comentou em seu ouvido. - se quer garantir seu cargo como apanhor da Grifinória, sugiro que a peça de joelhos.Afinal, ela é a nova capitã do time.
-Infelizmente...Queria que o irmão dela voltasse...
-Nos últimos jogos do ano passado ela nem era treinadora definitiva, sabia?Era apenas uma experiência, se eu gostasse de seus métodos ela continuaria esse ano.
-Ash é demente!Quer nos matar! – murmurou para a diretora. – Me deixe no comando!Juro que faço tudo direitinho!Dou o troféu em suas mãos ilustradinho e sem faltar nenhum pedaço.
A sineta tocou e alunos juntaram seus materiais.
-Faremos assim, você fica como vice-capitão.Se algo acontecer a ela, você substituirá.Por favor, seja um bom representante e entregue esses pergaminhos pra cada aluno.
-...Se algo acontecer a ela...? – sorriu ameaçadoramente. – Pode deixar... – pegou os papéis, ficou na porta berrando. – ESCUTEM AQUI, CAMBADA!SE NÃO QUISEREM APANHAR PEGUEM ESSE BAGUIO DA McGONNAGAL!!! – alunos fizeram fila na frente dele o mais rápido possível.


N/A: Na parte do beijo de Sirius e Mona, tentei imaginar como seria o primeiro beijo de amor de um garoto galinha.Espero ter me expressado bem e transmitido claramente a mensagem. =]

Cara, eu ouvi K-sis pra me inspirar na parte da transformação do Lupin.Dá pra acreditar?>_< ’ Sem contar que eu chorei enquanto escrevia.Acho que ainda não posso contar o motivo...Mais pra frente vocês descobrem. T_T
Pois é, meus queridos leitores, são os mistérios da vida...

Recadinhos:

Para todos: OS ANORMAIS DOMINAM!!! o/\o
Para Stephanie: Uhuhuhu...mais capítulos estão por vir!Te matarei de curiosidade!Muahahaa!
Para Luh Potter: “Nunca se esqueça, as batatas são do bem!Elas querem ser comidas por você, não as ignore.” – palavras sábias do Mestre Fioda.
Para Ana Luisa: Providenciarei mais momentos cômicos do Si-si só pra você!
Para Milena: Não preciso dizer nada, já nós conversamos praticamente todos os dias no telefone.Hahaha...
Teresa: Sua baladeira!Não pára em casa mais!Huahuahua...Prometo postar o mais rápido possível.

Hey ho let’s go!

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