A semana passou voando, para a sorte de Danielle que já estava exausta de limpar troféus.
Tonks saiu da ala hospitalar no meio da semana, pois quando fora estuporada batera a cabeça, e fizera poucas amizades, devido o duelo no expresso.
Belatriz depois de uma rápida recuperação saiu no final de semana assim como Victorrya que saiu do St. Mungus, mas permaneceu na ala hospitalar de Horgwats.
Larrysa estava amiga intima dos meninos assim como Danielle, eles que estavam meio esquivos, com receio que as garotas lidassem com artes das trevas. E depois de varias explicações das meninas sobre a atitude de Victorrya, eles começaram a confiar nelas. Mas Isabelle definidamente não estava se dando bem com Sirius, nas raras vezes em que se viam, suas poucas conversas eram cercadas de alfinetadas. Ambos pareciam ter esquecido a noite na sala comunal.
Todos de Horgwats não paravam de fofocar sobre as misteriosas estrangeiras francesas do qual nem os marotos conheciam seus parentes, uma precaução dada por Belle, para evitar fofocas.
E os alunos mais curiosos apareciam na ala hospitalar só para verem a ‘garota ofidioglota que lançou a maldição em uma das Black’.
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Vydu ainda dormia na manha de domingo, mas não estava só.
Meio acordada, sentiu um toque suave em seu rosto e devagar começou a abrir os olhos que estavam pesados cheios de sono, pois ontem ficou ate tarde da noite conversando com as garotas que foram te contar as novidades, só não quiseram contar como tudo acontecera, nem ela sabia direito e quando mais tarde saber, melhor.
Olhou para cima esfregando os olhos e viu Remo, o qual ainda confusa se lembrava que ele salvara sua vida. Remo a olhava com um olhar preocupado, estava mais pálido e com algumas olheiras, mas mesmo assim, bonito.
- Remo?
- Não, continue a dormir, desculpa incomodá-la há essa hora.
-Não se preocupe, já estava na hora de acordar. Alias, tenho que lhe agradecer, você, bem, me salvou,...e tenho que lhe pedir desculpas, não gosto de magia negra, muito menos uso –Disse sorridente e um pouco sem graça ao mesmo tempo em que se sentava e pousava sua mão em cima da de Remo.
- Não precisava me agradecer foi instinto. E eu entendo...você tinha o direito de se defender. –Disse corando. –E fico muito contente que você foi livrada de todas as acusações.
-Fiquei sabendo...é, ainda bem. E olha que eu não precisei nem ir ao ministério daqui... Querria saber o que Dumbledoir falou para eles. –Respondeu meio desapontada.
-É, mas você foi muito corajosa, depois de tudo o que fez.
- Que naada, eu só não podia deixar as coisas como estavam, e, aposto que a Belatriz nem foi a julgamento.
-Não, nem convocaram ela nem nada, os Blacks são muito influentes, eles que te denunciaram.
- O que? Mars que.... –E com um rosto de plena raiva começou a xingar em francês muito rápido, enquanto apertava a mão de Remo, como se ali pudesse descontar sua fúria.
- Mas eu precisava falar com você. –Arfou retirando sua mão da de Victorrya e a massageando. – Quando você foi lançar a Maldição Cruciatus, o que falou na hora?
-Não me lembro direito, alguma ofensa talvez.
-Bem, na hora você falou em outro dialeto.
-Francês enton, non? Às vezes eu me confundo.
- Não, algumas pessoas presentes, que já ouviram e leram sobre...bem...reconheceram como a língua de Slytherin.
-A língua das cobras? Impossível. Agora eu falo coisas que non sei... –Riu-se da hipótese.
-Eu também achei impossível, mas eu vi, todos vimos, bem, ouvimos.
-Então... –Disse incrédula, raciocinando.
-Então, já que você não sabe falar... você teve ter parentesco com único grande bruxo que sabe falar esse dialeto... Slytherin.
-Mas deve ter algun outro que saiba, talvez ele não tenha sido o único.
- Se ninguém te ensinou, pode ter passado pelos genes. –Explicou com paciência, como se isso fosse a coisa mais obvia do mundo.
O silencio se propagou entre os dois, quebrado minutos depois por passos vindos da sala de madame Pomprey.
-Acho melhor eu já ir. Em breve Dumbledore ira conversar com você.
-É, não deve ter sido fácil livrar minha pele.
- Então...xau, boa recuperação. –Disse com um sorriso de canto, sem graça e sem saber o que fazer. Mas Victorrya tomou atitude por ele.
Ela se levantou ficando quase a altura de Remo, pois esse era mais alto que ela. E antes que protestasse o-abraçou, pendurando no seu pescoço, apoiando sua cabeça no ombro de Remo, suspirando alegremente.
Ele ficou sem ação com o abraço repentino de Victorrya. E devagar foi colocando suas mãos em volta de sua acentuada cintura, aspirando o doce e suave perfume que desprendia de seus longos cabelos.
- Obrigade Remo, por ter me salvado...sinto que vamos ser grandes amigos. –sussurrou rouca.
- E-eu também... –Murmurou de volta nostálgico. Umas sensações boas, que não sentia desde Narcissa, mas melhor, percorria seu corpo.
E lentamente Victorrya foi se afastando. Analisando o rosto de Remo que pela expressão parecia estar travando uma difícil batalha interior.
Ele, não pensando no ato, a beijou no rosto, centímetros de sua boca e sem mais nenhuma palavra saiu da Ala Hospitalar, deixando-a sorridente e levemente corada.
- Menina você esta bem? –Perguntou Madame Pomprey que saira de sua sala assustada, vendo Victorrya em pé olhando para a porta.
- Estou... –murmurou distraída.
Será que e engano meu ou a princesinha mimada esta se apaixonando?
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-Fale o que quer conosco agora Belatriz. –Ordenou um garoto loiro.
- Melhor esperarmos os outros chegarem Lucio.
E passado nem mais um segundo adentrou no aposento Snape, seguido de Narcissa e Régulos, este fechando a porta ao passar.
- Esta faltando alguém... Avisou-a Narcissa?
- Sim. Ela gosta de uma festa aquela maluca.
- Então antes que ela chegue vou dar meu comunicado...
- Já melhorou Belatriz, depois de ter sido torturada... –Interrompeu –a o loiro.
- Que eu saiba Malfoy, eu ainda não lhe dei a palavra, o que tenho a dizer é importante e a propósito, quero saber porque ajudou aquela retardada estrangeira?!
-Quem, aquela que te lançou a maldição? A achei importante, mesmo não sabendo se ela é trouxa... –Disse tentando disfarçar.
-Não, não são... alias nenhuma delas. –Narcissa se apressou em dizer com um olhar cúmplice. –São todas de sangue puro, Tonks me contou, e a Victorrya, ela provem de uma famosa família de aurores.
-Hum, por isso, eu acho que o Lorde gostaria que a chamássemos para se juntar aos comensais. –Questionou Lucius.
- É por isso, que os chamei aqui. Essazinha, falou a língua de Slytherin, e claro que contei ao Lorde. -Falou mostrando um pergaminho, e começando a andar pela sala. –E as outras, o que me pareceu, e pude ver, nesses dias que sai, são habilidosas, mas parece que estão confiando nos popularzinhos do 5º ano, incluindo, meu primo.
Ouve um alto mumoxo vindo de Severo, ate que um garoto perguntou crispando os lábios:
- E como vamos faze –las mudar de lado?
-Fácil. Lucio e Severo, vão, como os trouxas imundos falam? Usar seus dotes de conquista, e sem caretas, o Lorde concordou. –Silibiou para os dois que tentaram fazer protestos.
-E porque acha que eles a obedeceriam? – Narcissa perguntou, levantando as sobrancelhas loiras.
-Por que Ciça são ordens. Coisas que você não recebe, pois não e uma comensal.
- Elas são muito amigas, sugiro que vá separa –las. –Falou um garoto que aparentava ser do 3º ano.
- Melhor lançarmos Impérios, é o melhor para realizar essa tarefa.
- Uma boa idéia, Yeaxl. –Disse Belatriz pensativa. –mas tenho uma que funcionara melhor. Nada como uma boa intriga.
E terminaram a prévia reunião preparando as boas vindas de Tonks, com direito a roupas negras e mascaras de prata.
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Tonks engoliu a comida e pegando um copo contendo suco de abóbora, correu para a biblioteca para pesquisar sobre a arvore genealogia dos Black, sabia que algo estava errado e por isso ia investigar a fundo...Só isso para ela ir a Biblioteca...
Fizera amizade com algumas garotas de seu dormitório, entre ela uma ruiva chamada Lílian Evans, do qual tinha a impressão de ter ouvido falar.
Correndo, entrou no corredor da biblioteca, qual já podia avistar, tomando aos poucos, goles de suco ao mesmo tempo em que tomava cuidado para seu material mal organizado não cair.
Mal percebeu quando um garoto distraído entrou em seu campo de visão.
Remo como sempre, foi a biblioteca pegar um novo livro de Transfiguração e saia de lá a caminho do salão principal para ver se dava tempo de almoçar, enquanto folheava o livro.
Só despertou de seus desvandeios quando algo amarelo sujou suas vestes e o livro que lia.
-Ai, ai, me desculpe...me desculpe...
-Tudo bem... –Disse zangado tentando limpar sua roupa manchada de suco de abóbora, mas logo desistiu, sacando a varinha e absorvendo o suco de sua roupa e do livro.
- E-eu sou Tonks, -murmurou para o garoto. –me desculpe mesmo.
-Ah, você é a Tonks... –Disse com um certo desgosto na voz, que alias não passou despercebido por ela; finalmente encarando-a analisando. –a do trem...
- Aham, e você deve ser Lupin. –Disse na defensiva, disparando. – Muitas pessoas me julgaram naquele dia. Não me conhecem como sou de verdade, e não se esforçam.
- Er... não, eu não quis que você pensasse que eu te acho... bom... você sabe... –Disse envergonhado pelo pensamento que teve á seu respeito, Tonks pelo modo que falara, deixava transparecer a amargura em sua voz, e ele começava a criar um sentimento de compaixão.
- Não, não sei. Você tem o direito de agir assim. Mas não sabendo de tanta pouca coisa ao meu respeito. –Disse com a voz embargada, estava cansada de ser olhada a maus olhos.
- Me desculpe Tonks. Agi errado. Não sou assim, e aposto que você não fez aquilo por mal.
- Tudo bem. Agora, vai conhecer a verdadeira Tonks. –Falou sorridente estendendo –lhe a mão. Prazer...
- Remo Lupin. –Pegou em sua mão e a cumprimentou, começando a criar uma simpatia pela garota á sua frente.
- Remo... esse nome me parece familiar...Como vários outros....
- Você e metarmofomaga? Ou usa uma poção para mudar os cabelos todo dia?
-Você adivinhou, sou metarmofomaga...
Mas antes que ela pudesse continuar, uma bela loira apareceu ao seu lado, deixando Lupin sem fala e completamente branco.
E ignorando –o completamente ela se dirigiu a Tonks:
- Preciso falar com você... agora, pode ser?
- Ah... tudo bem... Remo, depois nos falamos Ok?
Ele balançou a cabeça, com o olhar de quem fora atingido por uma imperdoável.
E com um sorriso ela acompanhou Narcissa que comunicava o recado. Mandando –a se vestir e descer para as masmorras.
Narcissa como uma Vella, deslizou pelo corredor lançando um ultimo olhar para Lupin, que ficou impassível a este.
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Tonks bateu na porta essa que se abriu com um forte rangido mostrando um cômodo escuro.
Meio receosa adentrou no recinto, a porta fechando –se automaticamente ao passar.
A escuridão era total, e estava começando a ficar, não com medo, mas sim desconfiada.
- Narcissa? –Perguntou com a voz firme sacando a varinha e deixando seu material no chão, quando ouviu um farfalhar próximo. –Quem esta ai? Responda!
-Não precisa se exasperar Ninfadora –Disse uma voz próxima. –Mas se esta tão amendontrada, acendo as luzes.
E falando isso Lucio acendeu com a varinha os candrelados das paredes iluminando a masmorra.
- Quem são vocês? Onde esta Narcissa? –Disse ficando realmente com medo, pois todos os presentes, quase dez adolescentes estavam com mascaras estranhas e roupas negras.
-Estou aqui sua grifinória imunda.
-Por que ta falando assim? Pensei que você não ligava para isso...
-Mas nós ligamos. –Disse Belatriz tirando a mascara e sorrindo vitoriosa. – Ou acha mesmo que nós seguidores de Voldermort, gostamos de sangue –ruins ou aceitamos grifinórios? NOS, COMENSAIS DA MORTE?- berrou ela, sua voz ecoando pela masmorra e seus olhos faiscando de prazer, e com um puxão da manga, revelou a marca negra.
Os outros aproveitaram a deixa e tiraram as mascaras ás dissolvendo com a varinha.
- Agora, não sei se você conhece o que fazemos e o que somos, por isso tivemos a honra de receber o direito de fazer digamos, coisas ao seu nome, e claro recrutar aprendizes capazes...
Mas antes que pudesse completar, um raio verde passou raspando em Belatriz, e na mesma velocidade Snape desarmou e lançou um feitiço do corpo preso em Tonks que tentara em vão atingir Bella.
O impacto fizera sangrar a boca de Tonks que tinha os olhos arregalados de fúria, Belatriz chegou perto de dela e com um sorriso debochado, pegou a sua varinha e riu
- Vou abrir uma exceção, o Lorde admira pessoas habilidosas. O que você acha de se juntar... á nós? –Disse zombando.
- NUNCA! Eu me lembro! O que minha mãe disse á seu respeito. SUBITA DA MORTE! Você não presta! Nunca diria que ela foi sua irmã.
- Do que esta falando pirada?
- Aposto que fundiu o cérebro por ai.
Os presentes deram frias gargalhadas.
Mas belatriz se sobressaiu, fazendo a ultima pergunta.
- Tem certeza que não nos ajudara?
- NUNCA PREDERIA MEU TEMPO! – Gritou inconformada.
- Então se não cooperar por bem será por mal... Império.
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Isabelle estava terminando seu trabalho de historia da magia junto com Danielle quando ouviram uma zoeira perto da entrada da grifinória.
- Demais! Desta vez nos superamos caras! –Disse uma voz que Isabelle conhecia muito, bem...
-Nossa! Vocês viram a cara do Filch quando...
-Ops... temos companhia Tiago... –Disse Sirius e sentando na poltrona em frente Belle e Danielle que abaixou a cabeça tentando a custo conter risadas.
–Se você esta se referindo a mim Black, não se preocupe, já estou de saída. –Disse guardando o material na bolsa e indo em direção ao retrato da mulher gorda.
-Belle, você não quer que eu vá com você?
-Não pode deixar Dani... –Disse meio mal humorada, pois podia ver pelo rosto delicado de Dani que esta estava reprimindo uma risada.
Quando Isabelle passava por Sirius, este a pegou pelo braço e a puxou.
-O que você quer com toda essa palhaçada? –Perguntou.
-O único palhaço aqui é você... por isso eu quero distancia!
O empurrão que Belle lhe deu foi tão forte que o fez cair sentado de volta na poltrona.
-Essa é difícil Sirius... –Disse Tiago rindo á vontade, assim como Dani.
-Vocês é que pensam!-Respondeu com um sorriso safado no rosto, se arrumando na poltrona.
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“Ele que me aguarde! Se pensa que sou fácil igual às outras, esta muito enganado... Se prepare Sirius Black! Queres guerra... então prepare-se!” Pensou enquanto se sentava á beira do lago.
- Ola Isabelle! Viu a Dani por ai?
-Ah! Tudo bem Larry, vi sim. Ela esta na sala comunal fazendo lição, assim como você deveria. Alias... eu também nem via a Tonks hoje.
-Ai nem me fale dessazinha! E á respeito da lição, depois eu pego com você...ate mais tarde.. –Disse lançando um beijo para Belle.
Larry ia em direção, ao que podia ver, a um menino que a esperava. E no meio do caminho berrou para Isabelle:
- E fala para a cara-de-pau da Dani que é para ela parrar de pegar meu perfume! Custou caro aquele Dior! -E deu um beijo no garoto, andando abraçado com ele para o castelo.
Depois de um tempo, Isabelle decidiu parar, pois não conseguia se concentrar na lição, e ficou a ver o por do sol, quando uma voz a distraiu.
- Isso é maravilhoso, não acha? –Perguntou Remo se sentando ao seu lado.
- Realmente, como as cores se refletem na água... é lindo.
-Gosto de sentar aqui e pensar, na vida, nos problemas... em tudo.
-Pois é... eu estou começando a gostar daqui. –Disse se virando para encara – lo. –Você esta pálido. Esta se alimentando bem?
- Sim, er... eu visitei a Victorrya hoje, mas não fiquei sabendo quando terá alta. Voce sabe? -Perguntou tentando mudar de assunto.
- Que bom, ela gosta de visitas, e pelo que sei ela saira depois de amanhã. Mas porque a pergunta Remo?
-Er... acho que esta ficando tarde, em tempos perigosos como este e melhor tomar cuidado, melhor entrarmos.
-Hum... sei, dessa vez você escapa, mas terá que me explicar essa historia direitinho Monsieur Lupin...rsrsrs.
- Tudo bem...como quiser Madame Isabelle, alias qual é o seu sobrenome mesmo?
As vozes foram morrendo quando Belle e Remo se distanciaram do lago.
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“ Caminhava em uma floresta, estava noite e a escuridão desprendia uma estranha nevoa verde e gélida.
Um farfalhar próximo a assustou, fazendo a virar para ver de onde viera.
Resolveu ver realmente de onde veio o barulho e mudou o caminho, adentrando mais ainda na floresta. Deparou-se com uma grande arvore que encobria uma gruta tosca de pedra.
Vagarosamente afastou os galhos, e empunhando a varinha iluminou a caverna vazia.
Subitamente sentiu um arrepio que percorrera seu corpo, mas que não provinha do frio que fazia naquela noite. Virou-se ainda segurando a varinha e se viu defronte a um falcão de rapina.
A cena mudou.
Ela corria a tudo custo arranhando –se em galhos em busca de alguém, em algum momento na corrida sua varinha caia de sua mão e sua única fonte de iluminação vinha da estranha névoa verde.
Uma voz que parecia vir de sua mente, zombava –lhe.
- Corra, corra cada vez mais, não se pode contra mim, garota estúpida. –Sussurrava uma estranha voz sensual. –Sei que você deseja ser tocada, e a única coisa que vejo e o seu sangue pulsando em suas veias, e a única coisa que pode querer sou eu sugando sua vida.
Sabia, devia iguinorar essa voz que lhe causava uma sensação de prazer no frio intenso da noite. Estava vendo uma luz, a sua única sensação de conforto, mas no fundo queria parara de correr e se deixar conduzir pela voz que sussurrava em sua mente.
A cena se dissolveu.
Longos caninos pontiagudos saia da boca da criatura semi –humana e sem nenhuma delicadeza, ela arrancou a gola do seu uniforme verde, se preparando...”
-Dani, acorda! Dani... ela esta mal! –Ela pos a mão em sua testa. –está delirando! Vamos leva-la a Ala Hospitalar.
-NÃÃÃOOOOO!!! –Gritou Dani, derrubando a mesa e caindo da cama, dando conta que estava no dormitório feminino.
-Não...não...
-Calma Dani... eu estou aqui... – falou Belle abraçando –a.
-Eu... Eu- eu não estou mais conseguindo dormir... pesadelos, parecem tão reais...me ajuda! –Dizia Danielle á beira das lagrimas.
-O que esta acontecendo? Dani! Você esta igual á um pergaminho! Super amarela!
-Isso não é hora para brincadeiras Larrysa! Irei ficar aqui ate você dormir.
-Mas... –Tentou dizer a ruiva, mas foi interrompida.
- Não vou sair daqui, então descanse. –Disse firmamente. E com a ajuda de Larrysa que estava assustada e tremula, a levaram para a cama, onde Belle arrastou uma cadeira e sentou ao seu lado.
“Irei fazer o possível para te ajudar, seja o que tiver lhe atormentando”. Pensou acariciando os longos cabelos ruivos.
Olhou com desanimo para o relógio que marcava 3:30 da manhã. Lembrou –se de Sirius, do que Danielle alertara dois anos atrás, do que estava acontecendo com suas amigas, seu medo de deixar –se iludir novamente e sofrer, e perder as pessoas que mais ama. E com essas atormentações, tentou se acomodar o melhor possível na cadeira entalhada.
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