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4. Ajuda de fora


Fic: A Terra dos Esquecidos


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4 – Ajuda de fora

Eduarda Pirini estava fazendo uns relatórios no ministério quando sentiu algo ruim no peito, inexplicavelmente lembrou-se de sua amiga Hermione e sentiu medo por algum motivo também desconhecido. Resolveu que faria algo pra entrar em contato com ela.

A morena foi até os arquivos para ver onde a Mione e o Ron tinham ido fazer a viagem a mando do ministério. Viu que era um pequeno vilarejo chamado “Black Rose”, esse nome era estranhamente familiar e com essa afirmação ficou mais alerta. Esse lugar ficava na Irlanda.

Foi então que se lembrou de algo. Saiu apressada do ministério e correu para a sua casa para verificar se suas suspeitas estavam corretas. Já no seu apartamento ligou seu computador e o maldiçoou mentalmente por demorar tanto, procurou logo o que queria. Digitou Black Rose e vários tópicos apareceram, com um pouco de paciência que lhe restava, conseguiu achar o que queria.

Black Rose

Uma antiga lenda no interior da Irlanda diz que esse vilarejo seria repleto de mistérios envolvendo sua verdadeira origem. Diz que ela teria sido construída por milênios atrás por um antigo povo intitulado “Os Anjos da Noite”, o líder deles tinham o sobrenome Black Rose e ele teria fundado o vilarejo. Eles eram os sangues puros da sua raça e guardavam um segredo que poderia mudar toda a historia que conhecemos.

Eles só apareciam durante a noite, exceto se fosse parte da realeza, se tivessem o sangue real. Há versões diferentes relatados, mas os mais contados seriam que esses povos fossem os primeiros vampiros sanguinários e que eles teriam sido os causadores de varias mortes misteriosas do lugar. Do mesmo jeito que apareceram eles sumiram. Mas as mortes misteriosas continuaram sem explicação e continuaram acontecendo, só que com menos freqüência.

A quem diga que eles ainda vivem no lugar e muitos já teriam os vistos em rituais estranhos. Esses relatos só são lendas e não devem ser tidas como reais.


Alguma coisa em Eduarda Pirini dizia que eram sim reais, pois os trouxas quando não conseguiam explicar algo sempre dizia que não existiam e que eram meras lendas. Mas ela sabia que não.

Pois um feitiço no seu quarto para suas coisas arrumarem sozinhas, decidiu que teria que se colocar na missão. Ajudaria a todo o custo sua amiga Hermione Granger, infelizmente teria que conseqüentemente ajudar o insensível Ronald Weasley.

Já no ministério pegou escondida uma chave de portal, a mesma que Hermione e Rony haviam usado da ultima vez. Verificou se ninguém estava ali como testemunha e o usou.

Após uma horrível sensação, se viu próxima ao vilarejo.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*
Hermione estava ansiosa e levemente irritada. Ron decidiu que iria fazer outra ronda pelo vilarejo e falou pra ela não sair de casa, ela bem que tentou protestar, mas ele estava irredutível, parecia ter medo de algo.

Tentou se encher de comida, ler um pouco, ouvir musica, olhar pela janela, mas nada a distraia. Era bem provável que Ron demorasse, nem sentiria a falta dela.

Saiu pelas ruas antigas de lá tomando cuidado para que se rony aparecesse não a visse. Até que o lugar era bonito, depois que já se acostumava.

– Quer uma maçã? – ofereceu uma camponesa jovem e muito bonita, pelo menos era o que dava pra ver por debaixo do capuz arroxeado que usava. Lembrando-se de algo não pode deixar de dar um risada amigável.

– Alguma coisa errada? – perguntou a camponesa.

– Na verdade não, é que eu me lembrei de uma historia.

– Branca de neve? A que a bruxa malvada põe um veneno mágico na maçã pra a jovem moça dormisse um sono eterno?

– Essa mesma... – sorriu.

– Então deve ter cuidado a aceitar coisas de estranhos. – deu a maça extremamente vermelha a Mione. – Tem medo que eu tenha a envenenado??

– Não, você não tem motivos para isso... – estranhamente a resposta mais pareceu uma pergunta do que uma afirmação.

– Como você mesma disse, não tenho motivos. Sou uma reles vendedora de maçã, que vive sozinha. Preciso ganhar a vida de algum modo, mas essa maçã é apenas uma cortesia pra uma visitante tão bela.

– Obrigada... – virou para apontar algo – Moro ali, você pode ir lá depois para que eu compre umas maçãs... – quando virou viu que a mulher já tinha sumido. – Que estranho...

Continuou andando com a maçã na mão, ela era tão bonita que dava até pena de comer, mas a fome lhe venceu e deu uma bela mordida na fruta. O céu estava muito limpo sem nenhuma nuvem, mas de repente ele todo escureceu e ficou completamente nublado. Era como se o dia virasse noite com aquele inicio de tempestade. Sentiu algo se revirar no estomago e uma sensação horrível de enjôo. Caiu de joelhos no chão com a imensa dor no ventre. Foi então que viu um par de pés na sua frente, olhou pra cima e viu a estranha camponesa.

– Está com muita dor?? – ironizou com cara de inocente.

– O que você fez??? – gritou com a mão no ventre.

– Nunca deve subestimar os contos de fadas, eles podem nos dar muitas idéias...

– O que você quer...?? – disse com a voz fraca por causa da dor.

– Nada que não possa me dar... – agarrou o pulso dela e desapareceu.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


Grandes gotas de chuva caiam e Ron voltou correndo pra cabana, mas sua maior surpresa foi ver uma morena que até onde se lembrava era extremamente irritante.

– O que faz aqui??? – perguntou Ron.

– Bom dia pra você também, eu também estou ótima, obrigada por perguntar... – ironizou.

– Não tenho intenção nenhuma de ser gentio com você Pirini.

– Isso pra mim não é novidade alguma... Mas esquece, cadê a Mione??

– Ela não está aqui?

– Se estivesse saberia, estou aqui a mais de meia hora.

– Onde será que ela está?? – murmurou pra si, mais não baixo o suficiente pra Eduarda Pirini não ouvir.

– Você que tinha que saber, alem de você ser o noivo dela, você está morando com ela.

– OLHA AQUI GAROTA, NÓS NUNCA NOS DEMOS BEM, MAS PELO MENOS UMA VEZ ME ESCULTA. – gritou ele sem paciência – Se a Mione não está aqui, é por que está lá fora, e se ela não veio correndo quando começou a tempestade é por que deve estar em perigo, pelo amor de Merlin, cala a boca que eu vou procurá-la.

Eduarda ficou uns segundos calada, sabia que ele tinha razão, mas nunca admitiria em voz alta. Mas não era Hora de reclamar, sua amiga estava desaparecida, ela tinha que ajudar...

– Eu te ajudo!!

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Oi gente

espero que tenham gostado do cap, o quinto sairá o mais breve possível, prometo.

E a promoção continua.

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