FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

1. Marcha para o precipicio


Fic: CONECTADOS - O horror está on-line - Atualizada!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capitulo 1: Marcha para o precipício


 


“Você já teve um sonho que parecia tão real que quando acordou não sabia em que acreditar? O que você faria se o que você sonhou fosse verdade e se o que você pensou não fosse verdade? Você iria se retirar para seus sonhos com a esperança de encontrar uma realidade mais perfeita? Às vezes a vida é mais estranha do que um sonho. O único caminho é você acordar e enfrentar as mentiras ocultas na sua alma e você só pode esperar que naqueles momentos de reflexão escura você não esteja sozinho.”


 


_ Então temos uma baixa na famíliaCreevey? O que será que o imbecil do Dennis sentiria se o aparentemente falecido irmão Collin o adicionasse no Orkut? Hum, hora da ressurreição! – planeja em voz alta Draco Malfoy.


_ Draco, você ta ai? – chama a namorada Hermione Granger.


_ É, aquele idiota pode esperar. To aqui sim, linda. Só um pouco! – muda o tom.


Um momento em que fora obrigado a fechar janelas e mais janelas repletas de códigos e ações suspeitas.


_ Você sabe que eu odeio isso, não sabe?


Ele a recebe com um beijo quase casto.


_ Isso o que? – brinca o rapaz.


_ Isso de você me deixar esperando para esconder aquelas abominações.


_ Justamente por você odiar que eu mantenho essas abominações bem longe das suas vistas.


_ Sinceramente, eu preferiria que você se mantivesse bem longe de qualquer coisa parecida com essas abominações.


_ Trégua, ok? Mesmo porque eu acho que não veio aqui para discutir esse assunto, né?


_ É...Não esse assunto, mas tenho a impressão que vamos acabar discutindo mesmo assim...


_ Ah, não é possível, Hermione! Que você cisme em... – ele é bruscamente interrompido.


_ Não é cisma, Draco! É certeza, eu vou. A minha única dúvida é se eu vou a festa de aniversário do meu ex com ou sem o meu atual namorado. – comunica ela já mais branda.


_ Você está irredutível, não é? – ele acena afirmativamente – Então, já que você faz tanta questão em ir a festa do seu antigo namoradinho... – inconformado Draco dá de ombros.


_ Eu realmente não entendo esse seu cinismo, até bem pouco tempo atrás vocês eram amigos. – reclama Hermione.


_ Até nós começarmos a namorar você quer dizer, né? – devolve a provocação.


_ Eu vou indo. Além de me atrasar, essa conversa vai ao máximo nos render uma bela briga! – exclama ela partindo em direção a porta.


_ Não! Espera ai! – corre ele impedindo-a de sair. – Se você ainda quiser e tiver disposta a se atrasar uns minutinhos, eu vou também! – sorri o rapaz.


_ Defina minutinhos. – suaviza o humor dela.


_ Dez – dispara sendo vitima do olhar incrédulo da namorada – Quinze, só o tempo de eu tomar um banho rápido...Ou devo acrescentar, rapidíssimo? – muda o discurso pela feição dura da sua garota.


_ Sorte sua eu ter que ver urgentemente o meu email. Posso usar o seu computador, enquanto espero o senhor se arrumar? – pede ela.


Malfoy suspende a fala, surpreso pela proposta inocente da namorada, que poderia ter resultados drásticos se descobertos seus “trabalhos” extracurriculares. 


_ Pode, claro. Você já decorou as minhas condições de uso mesmo! – satiriza o rapaz encaminhando-se para o banho.


_ Não fechar nenhuma janela, não interromper os seus downloads, não tentar adivinhar suas senhas...


_ Exato. – ele despede-se temporariamente com um breve selinho.


Enquanto Draco se aprontava, a jovem estranha o orkut do namorado estar com um login distinto, entretanto, logo desvia sua atenção para uma conversa on-line com Parvati, namorada do melhor amigo, Dino, a interrogando se iriam a festa de 23 anos de Ronald Weasley.


_ Draco, o Dino e a Parvati também vão, né? – fala em alto tom chamando a atenção dele.


_ Ah! Vão, é? – pergunta ele ainda descontente em comparecer ao evento comemorativo.


_ Sim, a Parvati acabou de pedir se a gente ia, ou melhor... Se eu tinha te convencido.


_ Obrigado por avisar. Fica mais fácil ir sabendo que vai ter algo de bom lá! – brinca ele saindo do banho trajando apenas uma calça jeans.


_ Ei gato! Você podia pelo menos ter me esperado sair daqui, né!?! – gargalha ela por conta da gozação do namorado.


_ Se fosse por mim, gata, você não sairia tão cedo daqui! – malicia ele, enlaçando-a pela cintura – Mas, para sua informação e minha segurança, devo esclarecer que eu me referia a parte boa da festa, não a extraordinária. – o rapaz contorna a situação.


_ Você fica extraordinariamente fofo quando se declara. – confessa ela, correspondendo ao beijo – E extraordinariamente molhado quando sai do banho! Agora garotão, desencosta!


O rapaz sem conter o riso se contenta com a distância promulgada e trata de ir terminar de se arrumar, já que pelo visto sua “patroa” estava pouco a pouco perdendo a calma, e conseqüentemente, o bom humor. No entanto, qualquer atraso por maior que fosse seria perdoado perto do que os olhos dela contemplaram abaixo do teclado do computador do dono do alojamento universitário. Folhas e mais folhas rabiscadas ou mesmo digitadas com versos, estrofes e poemas inacabados, que pela conotação nebulosamente sombria deveriam ser destinadas à futuras composições da banda de Dino Thomas.




"A rebelião tinha endereço real


Pescoços e almas perdidas murmuravam em um poço


Construído nas dimensões do fogo infernal


E a alma descontrolada, era a ilusão de um moço...”


 


“...Lúcifer, queria poder tomar tua deusa querida


Pois Ela roubara a alma de tua criação macabra


Supremos vermes em tua face florida


Tristeza maior e morte eternizada...”


 


“...O tumulo esquecido ao léu do passado


Cicatrizando o pendulo de um crime endiabrado


A travessia do deserto encobrindo o paraíso sonhado


Onde Moises conclama o poder de um Deus diabo.


 


Lúcifer, em transe de mortal arcanjo

Crucifica o semblante inanimado na rebelião


As chagas encouradas em punhal de perdão


De joelhos desalentado, o homem livre da possessão...”


 


Hermione passa os olhos nas letras como quem contempla a calamidade impotente, sem raciocinar em demasia amassa silenciosamente os escritos e joga-os no lixo próximo ao computador. Se refaz do assombro ao ouvir a voz do namorado confirmando que, enfim, poderiam partir rumo a festa.


Por quase duas semanas, Ronald reservou praticamente todo tempo que possuía entre os afazeres para o quarto semestre da faculdade de Engenharia de Automação e o estágio na manutenção dos laboratórios, para a realização e organização das festividades de seu aniversário. E olhando tudo ao redor conferia que o esforço valera a pena. A grande maioria de seus convidados estava ali lhe prestigiando. Era como poder, então, se firmar com as próprias pernas depois de uma longa noite mal dormida. E assim fora a vida dele até aquele ponto crucial.


Dois anos atrás vira o namoro, a faculdade, o estágio no mais moderno setor da faculdade irem para o espaço por um descuido seu acelerado por uma tragédia familiar. Porém, agora, três semestres mais tarde pôde voltar a respirar, pôde voltar a superfície.


_ Não é que está lotado mesmo! – cumprimentou-o capitão da equipe de futebol do campus, Harry Potter – Parabéns, cara! – felicita o amigo.


_ Obrigado, Harry! Valeu por tudo nos últimos tempos. Você sabe como as coisas não foram nada fáceis.


_ Espera ai! – pausa a conversa apontando o celular como justificativa – Oi! Já, estou aqui sim...Posso! Então combinado. Estou indo ai. Beijo! – encerra a ligação.


_ Como assim você já vai? – reclama o anfitrião.


_ É rápido! A Gina  pediu para que fosse busca-la no alojamento. Ela não quer chegar sozinha na festa. Mas, acho que não vai se importar com a minha saída... Olha quem está chegando! - aponta a entrada de Hermione no recinto.


Ronald encara perplexo a chegada da antiga amiga e namorada. Ela, por sua vez, devolve o fitar a altura. O confronto não exige ringue ou mesmo gladiadores, a trégua é oriunda de ambos e um sorriso por parte dele é a sentença para o proeminente e singelo encontro casual.


_ Parabéns! – simplificando a cordialidade ela o abraço – Agora, me conta o que se sente ao completar 23 anos?


_ Surpresa. – ela estranha – Eu não esperava que você viesse... – confessa ele a um meio sorriso.


_ Bem, parece que um convite se extraviou até a minha porta... – ambos gracejam.


_ Eu admiti que não esperava que você viesse, não que não desejava.


Sorrisos antes cômicos, remetem-se então ao constrangimento. Ron absorvendo um longo gole de cerveja, retoma o dialogo:


_ Por acaso, você veio sozinha?


_ Não, O Draco está na entrada esperando pelo Dino e a Parvanti. – responde ela pouco a vontade.


_ Ainda com o jornalista? – atiça entre um gole e outro.


_ Ainda sozinho? – ela devolve a queima-roupa.


_ Você sabe que sim... Desde que eu tive o meu coração estraçalhado. – ele recosta-se na parede e finaliza com a cerveja de seu copo.


_ Você esperava o que? Se fechando pro mundo, se fechando pra mim... – ela permite-se envolver na discussão pretérita. 


_ Só que tivéssemos essa conversa há anos atrás. Mas antes tarde do que nunca, né? E eu vou pegar outro copo, porque tenho um bom palpite que isso vai longe. – ele sorri – Quer também? – ela acena positivamente, contudo... – Bom, então eu acho que você deveria pedir para o seu namorado! – ele lhe dá as costas.


Hermione percebe a entrada de Alex, Poliana e do classificado como indesejado por seu antigo interlocutor. Ron, sem pestanejar, vira outro copo, dispersando sua atenção com Dino que lhe repreendia por escalar uma outra banda. Os dois caem na gargalhada, cientes de que a multidão seria espantada, ao invés de animada, pela música controversa da banda Anti-Cristo.


_ Não é o meu estilo preferido, mas, a banda toca bem. Você já conhecia o som? – interroga o nada ortodoxo músico.


_ Eu conheço o baixista deles, o Cedrico. Ele é calouro de Engenharia Química e circula direto pelos laboratórios.


_ Ah, ele toca bem. E o Harry não vai aparecer?


O anfitrião desconversa ao sentir que revelar de antemão o possível clima entre o amigo e Gina poderia gerar problemas dispensáveis no momento. Antigos relacionamentos sendo abordados em um único lugar e de forma tão recente não acabariam bem.


Gina era caloura de Psicologia na época em que conheceu e interessou-se pelo pseudo “rock star”. Oito meses de idas e vindas depois, ela tranca a faculdade e a vida para Dino. Ele aflora no conceito artístico aprofundando-se irremediavelmente em temas apocalípticos. Funda a banda Anti-Cristo e concentra-se em uma destruição psicológica interina, que fora drasticamente desacelerada ao trocar a fúria pela nova namorada. Parvati, como primordial exigência o fizera voltar as aulas e a uma assegurada normalidade. Abre-se parênteses todavia, ao flagrarmos que, Dino sempre soube que declarara a sua própria rota de colisão, a namorada meramente a freou, jamais abortou-a.


Eventualmente, o show da banda se encerra e o comando musical cabe então ao recém chegado, Harry, que munido de suas aparelhagens incorpora um aprendiz de DJ, com Gina, como previsto, sempre a tira “colo”. O inanimado aconteceu ao serem avistados por Dino. Por mais que o sepultado envolvimento tenha ficado há muito no passado, nenhum dos dois obteve coragem ou perspicácia o bastante para trocarem ao menos uma palavra ou um olhar que seja, por fim, o músico acaba aparentemente ignorando-os. É, certas coisas enterradas deve ficar seja abaixo de 7 palmos de terra ou de uma camada de pele.


Cedrico é o único do conjunto a permanecer um pouco mais no palco. Com a subida do “Dee jay”, o dono da festa também adentra ao centro das atenções acompanhado por Dino. O baixista ao ver o aniversariante trata de parabeniza-lo, conhecendo assim Dino Thomas e por conseqüência, assinando prematuramente seu atestado de óbito.


O calouro se afasta do alvoroço para atender seu celular, porém, diferentemente de Luiz que fora interrompido do festerê por uma garota, Cedrico é retirado pela atordoante necessidade de “resgatar” seu perdido irmão gêmeo que saia agora do laboratório de robótica.


Neville era a sensação do momento na faculdade, conforme alguns rumores apesar de ter apenas 17 anos, ele era extremamente genial com tudo o relacionado à computação. Ao desligar o telefone, é notável uma robusta desavença entre os irmãos. O músico se desculpa por ter que se retirar justamente agora pela desatenção de seu irmão, que como ele bradou em alto e bom som: “não poderia desperdiçar tempo e raciocínio para memorizar algo tão relevante como a localização do salão de festa do campus”.


Ao oposto do que o gêmeo revoltado calculava, seu irmão não estava sozinho. Luna, colega da faculdade de Engenharia Química aproveitava a companhia de Neville para não trafegar do laboratório até seu alojamento só àquelas horas da noite. O roqueiro a reconhece de imediato e prontamente se compromete de leva-la até seu cômodo universitário ou a festa, como tratou de convidar sem mais delongas. O que passou batido fora a expressão de espaço invadido e decepção flagrados em misto na face do provável gênio. Ao esbarrar com Ronald, Cedrico apresenta a futura “companheira de profissão” e o anfitrião notando as reais intenções do amigo a recebe fraternalmente.


Em termos de adeus o resultado evidencia sucesso e felicidade, de mãos dadas Cedrico e Luna agradecem pela excelente noite e se vão, restando para Neville uma desoladora solidão. Draco e Hermione também se retiram cedo do evento, obviamente sem os mesmos e românticos motivos. O ciúme se apodera do jornalista, que sem agüentar os incessantes flertes do aniversariante, suplica a namorada a ida.


Embriagado por algo além das inúmeras doses de vodca, Malfoy se joga na cama assim que adentra em seu quarto. Enquanto sua namorada, movida a Deus sabe-se o que, dá meia volta rumando a festa, porém a meio caminho de lá...Estanca, perdida...Revelações demais para apenas uma noite e duas míseras taças de martini.


Harry auxiliava o amigo e dono da encerrada e pomposa festa a trancar o local, contando ainda para si com a incumbência de conduzir Gina sã e salva até seu departamento. No fim das contas, os dois amigos, eram simplesmente e realmente isso, amigos.


O atordoado poeta se levanta com o dia respirando seus primeiros fôlegos, age com estranheza ao avistar uma caneta e um papel rabiscado jogados ao lado de sua cama...Ao ler, perde parcialmente o ar ao avaliar aquele manuscrito como o melhor e mais sombrio poema de sua autoria. Com a sanidade voltando aos poucos, encaminha-se para um banho e, apesar de não ter memória da elaboração dos versos, vibra. A noite servira para algo ao menos.


 


 “...A noite toma o poder do dia


O sangue macabro derrota a justiça do eterno


O ano 666 era o que a Bela Jovem temia

Os fetos sugariam um sangue impuro ao invés do leite materno


 


O pesadelo de Lúcifer estava concretizado


Na pele de um jovem sem passado e sem futuro


Lúcifer, Senhor das Trevas, buscará tua alma além do escuro...”


 


Minutos mais tarde ao verificar se o lixo alcançara seu limite, sorri. Naquela nebulosa e fria manhã não precisaria remexer em um lixo, exceto o do que fora a noite anterior. Nas proximidades do sinistro escrito, jazia em perfeito estado uma folha com versos tão ou mais demoníacos. A folha amassada e desfeita por Hermione estava intacta.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.