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3. Uma rosa perigosa


Fic: A Terra dos Esquecidos


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3 – Uma rosa perigosa

A lua brilhava em toda sua gloria e seu brilho prateado invejado por todos e admirados pelos eternos amantes cada vez mais envolvente. Ela parecia zombar da melancolia que Meg sentia no coração. Toda sua majestosa beleza refletia a imensa solidão que Mégara Andrômeda Black Rose sentia na alma.

Sempre sozinha, desde pequena sozinha, sem o amor de sua mãe e a proteção do seu pai. Andrômeda sempre quis o bem da sua filha, parecia até que previa seu futuro e assim sentindo medo. Em sua condição não podia acompanhar seu marido, Michel, nos eventos a luz do dia, caso o fizesse sofreria muito pela ousadia, sofreria com graves queimaduras e se ficasse muito tempo exposta poderia até morrer, deixando para trás apenas suas cinzas. Por isso e muito mais eram chamados de seres noturnos ou anjos da noite. Apenas a noite os acolhia, no mundo não tinha lugar para os vampiros, não quando precisam do seu sangue para sobreviver.

Andrômeda sempre sofreu por ser diferente de todos, e sofreu muito mais quando se apaixonou por um humano comum. Muitos acharam que ela só queria brincar um pouco com o alimento, mas o amor venceu e ela foi renegada, deserdada e isolada.

Viveu com Michel por muito tempo, aos vinte engravidou da menina que seria a guia dos vampiros, sabia disso, pois fazia mil anos desde a ultima princesa. Infelizmente os outros também sabiam e alguns não queriam que isso ocorresse. Aos nove anos seus pais foram assassinados pelos seus semelhantes, mas a pequena Meg sobreviveu ao ataque adotando seu segundo nome, que era o mesmo que da sua mãe, Andrômeda, sendo conhecida mais tarde apenas por Andy. Poucos sabiam de sua descendência real, e que fazia parte da família que sempre foi a mais respeitada e que gerou grandes lideres na idade media.

Agora era difícil saber como a Mégara Antoniet Black Rose sabia de sua descendência e se ela era mesmo quem dizia ser.

Parecia que nada melhoraria, quando pensou que poderia seguir adiante e vencer todos os seus medos, aparece Mégara Antoniet e faz eles ficarem ainda piores.

Flash back

Andy estava andando sozinha pelos arredores do vilarejo que levava seu nome, Black Rose. O noite oscilava e a escuridão cobria tudo ao redor. Pegou algumas ervas e flores para preparar o chá. Conseguia ouvir alguns ruídos vindos da mata, mas os animais não se atreviam a se aproximar, prevendo o perigo se mantinham longe dela. Com as abeis mãos, retirava toda a folhagem sem se cortar.

Deslizava entre as arvores como se fosse a que mais a conhecessem. Como se fossem apenas uma, um só espírito. Avistou a cabana onde morava caminhou calmamente até ela, só que havia algo errado lá,não tinha mais a aparência de abandonada, era como se tivesse alguém lá.

Aproximou-se devagar e entrou na cabana com a maior cautela possível. Ninguém sabia daquela cabana abandonada alem dela e sua falecida mãe, sempre moraram nela do jeito que ela sempre foi para não levantar as suspeitas de ninguém daquele estranho lugar.

Tudo estava normal, pelo menos era o que parecia, ouviu um ruído vindo do seu quarto, o único lugar da casa onde se podia dormir decentemente. Entrou no quarto e viu uma mulher vestindo roupas apodrecidas e com uma pele extremamente pálida, ela estava deitada na sua cama olhando fixamente pro teto da casa.

A estranha mulher a olhou como se questionando o que ela estaria fazendo ali, sua vontade era disser que morava ali e expulsar a invasora, por algum motivo não conseguia se mover ficando travada olhando aquela mulher que a analisava com a mesma intensidade que ela.

Uma estranha semelhança envolvia as duas, se alguém as visse juntas poderiam jurar que elas eram irmãs, talvez até gêmeas se não fosse certas diferenças. A mulher na cama tinha cabelos negros e pele muito pálida, seus olhos estavam fundos como se a muito não comia, mas ela era sem sombra de duvidas muito bela apesar de suja.

– Me prepare um banho. – ordenou ela.

– Não sou sua serva, o que faz aqui. – disse a dona d cabana.

– Não ouse levantar a voz comigo. Vá preparar meu banho...

– Quem é você pra me dar ordens?? – gritou.

– Sou aquele que pode te matar com a força do pensamento...sou a guardiã do maior poder que meu povo possui, sou mais poderosa que mil vampiros juntos... Sou a Princesa dos anjos da noite. – respondeu se levantando.

– Eu não tenho medo de você...

– Pois devia...

Chamou-a e lhe contou como sobreviveu dormindo durante mil anos.

Flash back end’s


Às vezes o destino é traçado de varias maneiras que muitas vezes não compreendemos, mas de um certo ponto é necessário.

Ela não entendia isso agora, mas em breve entenderia.

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~

Ron acordou agoniado, como uma estranha sensação que tinha perdido Hermione, mas não tinha, ela estava ali do lado dele, como sempre estivera. Enlaçou a cintura fina dela puxando para junto de si. Sentiu o perfume que tanto gostava dela, sentiu a pele quente dela recebê-lo de bom grado. Ele não conseguiria ficar sem ela, por tantos anos a amou em segredo, agora que a tinha morria de medo de perdê-la.

Ron decidiu deixar sua Mione dormir mais um pouco e se levantou pra ver se tinha algo pra comer. Preparou uma bandeja com suco natural, pão francês e algumas frutas pra levar para a dorminhoca no quarto, já que ele já tinha acabado de comer. Mas ouviu um estranho ruído vir de fora da casa, olhou na janela, mas estava tudo calmo.

Voltou pro quarto e viu que a janela lá se encontrava aberta, um pressentimento ruim passou por ele. Algo de errado estava acontecendo e ele sentia isso, apesar de no quarto estar tudo no seu devido lugar.

– Sua namorada é realmente muito bonita. – disse um voz suave que Ron não sabia de onde vinha, mas mesmo assim se assustou.

– Quem está aí? – perguntou procurando discretamente sua varinha.

– Eu sei que estava naquele dia lá na floresta me espiando, eu e minha prima.

– Sei quem é você, é aquela violinista.

– Que bom que se lembra de mim, mas saiba que não deve se meter onde não é chamado, é pro seu próprio bem... e de sua amiga também. – respondeu se materializando no lado da cama sentada ao lado de Hermione passando os mãos nos cabelos cacheados e velando a adormecida.

– Fique longe dela! – disse Ron já com sua mão na varinha.

– Ela me parece deliciosa, daria uma ótima refeição.

– Por acaso você é uma canibal??? – se irritou Ron com a varinha apontada pra ela.

– Não, mais ou menos, você só precisa saber que comigo não se brinca, ou quem irá sofrer será essa sua namoradinha. Quero que abandone essa maldita missão que recebeu e volte que pra Inglaterra de onde jamais nenhum de vocês dois tinham que ter saído.

– Como você sabe disso? Você é... Legimente??? – assustou-se Ron.

– Não sou uma bruxa, querido, sou muito pior... Você agora já está avisado, não queremos que ninguém se machuque.

Dizendo isso, do mesmo jeito que apareceu, ela sumiu. Deixando no ar uma maravilhoso aroma de rosas silvestres.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Andy apareceu dentro da cabana onde Meg já a esperava.

– Onde você estava? – perguntou a Meg penteando seus longos cabelos negros.

– Resolvendo assuntos importantes que poderiam estragar nossos planos.

– Meus planos...

– NOSSOS, você sabe que não conseguirá nada sem mim. – disse ameaçadora.

– Não me desafie!

– Você que não pode me desafiar, sou tão poderosa quanto você.

Apesar de ofendida, Mégara Antoniet se calou.


*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ron ficou paralisado no lugar que estava, sentiu medo pela Mione, pelo que poderia acontecer. Foi pra cama abraçar sua amada, querendo senti-la novamente. Percebeu que Hermione se moveu e viu que ela tina acordado. Ela sorria inocente, sem saber do que tinha acontecido, ele também não contaria nada, sabia que Hermione não aceitaria ir embora e deixá-lo resolver tudo sozinho.

– Oi amor! – disse Mione.

– Bom dia, dorminhoca. – disse tentando parecer o mais normal possível pra não assustar sua Mione.

– Aconteceu algo, perguntou ela?

– Não, não aconteceu nada, não se preocupe, só estou um pouco com sono, nada de mais. – mentiu ele.

– Ok, então... Vamos tomar nosso café da manha?? – disse ela sorrindo.

– Não, eu não ‘to com fome... – não conseguia por mais nada na boca. Era perigoso por tudo pra fora só de lembra do encontro que teve.

*~*~*~*~**~*~*~*~*~*~*~*~*~

Desculpe a demora, mas nessa semana não deu pra postar, era semana de provas e não tinha dado tempo de escrever. Tentarei postar o mais rápido possível e no próximo cap prometo surpresas.

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