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29. Cuidado com o que Você Deseja


Fic: A Assassina II - Ascensão e queda de uma assassina


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO XXIX. CUIDADO COM O QUE VOCÊ DESEJA

Deixar a Inglaterra e voltar para Nova York.

Ela sempre pensou que, no dia em que fizesse essa mudança, não sentiria a dor da perda.

Mas não foi isso o que aconteceu.

Como se os papeis se invertessem, ela sentia como se tivesse acabado de deixar a sua terra natal em busca de um lugar completamente desconhecido.

Era noite quando ela se viu vagando em meio às luzes ofuscantes da Big Apple.

Luzes da cidade que não dormia... que iluminavam o seu rosto, e deixavam evidente as lágrimas que, aos poucos, queriam se formar.

Ele não vale tudo isso.’

Anos e anos investindo naquele homem, que sequer teve a decência de pedi-la para ficar.

Ele, definitivamente, não vale as lágrimas que eu derramei.’

O Central Park estava lá, em sua frente.

Era só caminhar alguns passos, e chegar até a homenagem ao inglês John Lennon... E encontrar lá, em pé, uma mulher e Brian McRough, o seu ex-noivo, a quem negligenciou durante anos.

- Brian!

Ela simplesmente o abraçou.

Mesmo com a distancia de anos, ainda via o general McRough como amigo... Ele era, talvez, a pessoa mais confiável que ela já encontrara na face da terra.

Ele se calou, sentindo a tristeza de Amélia, de modo que deixou que ela fosse a primeira a falar.

- Sua namorada?

Ela perguntou, apontando para a moça de aparência mediana e cabelos loiros cujo comprimento passava um pouco dos seus ombros.

Brian sorriu.

- Minha noiva, na verdade. Essa é Elizabeth. Lizzy, essa é...

- Amélia Lair!

Amélia franziu o cenho... Gesto de incredulidade que foi devidamente imitado por Brian.

- Desculpe, mais você me...

- Claro que sim! Eu sou Elizabeth Thompson! – Amélia não demonstrou reconhecimento. – Eu costumava ser a sua companheira de quarto em Hogwarts!

A fofoqueira!’

- Ah,sim! Lembrei! Você está bem?

- Eu estou ótima!

Silêncio.

Cortado, dessa vez, por Brian.

- Mas o que trouxe você a aqui?

Amélia suspirou.

- Ele me deixou... Eu não sabia mais quem procurar.

E as mãos dos antigos amantes se juntaram mais uma vez, sob o olhar hostil de Elizabeth.

- Você procurou a pessoa certa. Eu sei que você não deve querer ficar sozinha... Tem um quarto sobrando na minha casa.

- Isso seria ótimo.

Uma semana depois, Elizabeth rompeu o noivado.

Mais uma semana, e Amélia voltou a treinar no exército.

E mais uma semana foi suficiente para ela deixar as forças armadas – Descobriu que estava grávida.

XxXxXxX

O chorinho agudo dos dois bebês acordou Amélia mais uma vez.

Ela já estava se acostumando com essa historia de ser mãe. Era uma expert, já que passara a gravidez inteira treinando com o afilhado.

Sentou-se na cama, sentindo-se angustiada com os gemidos sofridos dos filhos.

Retirou os cabelos loiros do rosto num gesto impaciente.

Sim. Loiros.

Desde que descobrira a gravidez, Amélia entrou num mundo totalmente novo. Esqueceu poções e feitiços para mudar de visual, voltando ao seu tom natural que há tanto não via. Esqueceu maquiagens, roupas sensuais.

Era, agora, somente uma mãe.

O choro se acalmou mais, tirando um peso gigantesco do peito dela.

Não se levantava por ordem expressa de Brian. Ele dissera, logo depois que ela saiu da maternidade, que quando as crianças chorassem era ele quem ia levantar-se e levá-los até o quarto de Amélia.

E ele estava cumprindo isso muito bem, já por três meses.

A porta do quarto se abriu para um Brian que carregava duas trouxinhas, que ainda faziam o coração da mulher, outrora fria, pular de alegria.

Ele colocou os gêmeos Phillipe e Edward nos braços de Amélia. Os bebês quase imediatamente agarrando os seios dela e os sugando.

Amélia suspirou, olhando para Brian.

Ele, sonolento, segurou o pé dela e massageou.

- Já se passaram três meses, Mia... Ele merece saber.

Ela virou o rosto.

- Eu não vou contar nunca. Ele fez a sua escolha.

- Ele nunca soube que você estava grávida.

- Nem eu sabia. E queria ficar com ele, mesmo assim.

- Foi você quem saiu de casa.

Ela suspirou exasperada.

Cheirou o cabelo ralo dos filhos para se acalmar.

- Não vamos mais falar disso. Você é o pai deles, e pronto.

O homem sorriu.

- Eu sei disso. Mas, infelizmente não fui eu quem fez essas coisas lindas, e o responsável deve, pelo menos, saber da existência deles.

- Se ele tivesse me procurado, ele saberia.

- Ele? De tudo que você já me contou sobre ele, você realmente achava que algum dia ele iria te procurar?

Silêncio.

Ele continuou.

- De qualquer forma, já que você não vai procurá-lo, agente devia firmar algum compromisso... Para que agente possa cuidar direito desses meninos... Para que eu possa, de fato e de direito, ser o pai deles.

O coração de Amélia pulou.

- Um casamento?

- Não. Mais como uma celebração... um tipo de casamento, só que nos não seremos marido e mulher.

- Um casamento.

Ele sorriu.

- Sim. Um casamento.

Mordeu o lábio.

- Eu aceito.

E, nesse momento, perceberam que as crianças já dormiam em paz. E Brian pode sair para colocá-los de volta em seus devidos berços, sem antes depositar um beijo suave na testa de Amélia.

Amélia fechou os olhos, lembrando-se de todas as palavras que tinha dito anos antes, para o seu amigo Frank Longbotton... sobre os seus desejos... sobre o que seria uma vida plena.

Ela tinha passado mais tempo com o afilhado.

Tinha chorado... e muito.

Tinha saído mais com os amigos.

Tinha dito sim para Brian.

Tinha dado a luz a filhos de Severo. Dois. Gêmeos. Com os nomes de Phillipe e Edward.

Sentiu uma angústia.

Por que não se sentia completa?

XxXxXxX

Fim da parte 2.

XxXxXxX

Para os esquecidos, eis o que ela fala para Longbotton, no cap 16:

Eu devia ter arriscado mais na minha vida! Eu queria ter dito a Brian que aceitava casar com ele! Eu queria mesmo! Eu queria ter engravidado também! De Severo, antes de deixar Hogwarts. E ter tido gêmeos, dois meninos, que se chamariam Phillipe e Edward. Queria ter pegado o meu afilhado mais vezes no colo... Ter saído mais com os amigos, só para beber e conversar besteira – a dor e o nó na garganta aumentaram. – Eu queria chorar! Chorar até minhas lágrimas secarem... Mas eu não consigo! Algo fica preso na minha garganta... As lágrimas não saem! Eu não as deixo sair!”

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