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7. A mais nova aliada das trevas


Fic: Harry Potter e a grande batalha


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-VOCÊ VIU O QUE FEZ?- Rony gritou.


-VI!! EU VI MUITO BEM O QUE EU FIZ!- Raquel gritou de volta, o rosto contorcido de raiva-MAS FOI SEM QUERER!!


-VOCÊ BORROU TODO O MEU TRABALHO DE HISTÓRIA DA MAGIA!!! EU DEMOREI 3 HORAS PARA ESCREVER E VOCÊ SIMPLESMENTE JOGOU TINTA NELE!!!- Rony falou. Todos no salão comunal olhavam para eles, interessados, afinal era muito raro ver Raquel Escobar gritando com algum de seus amigos.


-Eu já disse que foi sem querer!- Raquel falou, abaixando, perigosamente, o tom de voz.


-Você sabe que fez de propósito!-Rony falou, também abaixando o tom de voz, perigosamente.


-Ah! Vá pro inferno!- Ela gritou e foi para o dormitório do sétimo ano.




Banais. Essa era a palavra para definir as suas discussões com seus amigos. Hermione fora por motivo, por demais, banal. Rony então. Biatriz...Bom, não se lembrava por que brigara com Biatriz, o que, significava que o motivo da briga fora o mais banal de todos. Lílian...Um mero pensamento errado, e pimba, estavam brigadas. O único que ainda falava com ela era seu namorado, Harry. Mas, como toda boa bruxa, Raquel era orgulhosa demais para ir pedir desculpas para os outros.


Tinha tomado uma decisão. Era arriscada, mas iria correr o risco para ver se suas suspeitas estavam corretas. Ainda tinha a marca, escondida estrategicamente por um pouco de maquiagem e com alguns feitiços. Estava na hora de fazer alguma coisa certa.





******************

Já não era sem tempo. Depois de esperar por uma semana, finalmente Voldemort convocara seus comensais e ela sentira o chamado em seu antebraço esquerdo.


Colocou uma calça preta e uma camiseta da mesma cor,e uma bota. Jogou uma capa negra por cima dos ombros e colocou o capuz. Saiu sorrateira do dormitório feminino e, lenta e cuidadosamente, se retirou da torre de Grifinória e silenciosamente foi até os jardins de Hogwarts.
Assim que fechou as grandes postas de carvalho do saguão de entrada da escola, Raquel atravessou os jardins á passos rápidos e foi até a estrada que dava em Hogsmeade. Olhou ao redor para ter certeza que ninguém a seguira. Sacou a varinha:


-Certo! Vejamos!- Raquel sussurrou- Qual é mesmo o feitiço para menores de idade desaparatarem?- Sussurrou, fechando os olhos para aumentar a concentração.- Ah sim!- Falou, abriu os olhos e apontou a varinha para si mesma- Desaparatium cemitérios!- Murmurou e seu mundo começou a girar. Sentiu seus pés saírem do chão e uma mistura de cores e paisagens passaram diante de seus olhos.


Quando parou de girar se sentiu tonta, mas se segurou para não cair. Respirou fundo para se recuperar da tontura, colocou o capuz novamente. Olhou ao redor. Estava no cemitério certo. Sabia, pois mais á frente ela viu um grupo de pessoas encapuzadas com um ser de outro mundo no centro:


-Tenho que agradecer ao Malfoy por me dar tais informações!- Sussurrou com um sorriso debochado nos lábios. Começou a caminhar apressada por entre as lápides. Ficou á uma distancia segura para poder ouvir o que se passava e saber quando poderia intervir:


- Não suporto mais as incompetências de vocês!- Voldemort esbravejou para um grupo de garotos encapuzados.- Em vez de ficarem amigos do Potter, vocês fazem de tudo para que o ódio que ele sente por você aumente!


-Isso por que eles são incompetentes, como você mesmo disse, Voldemort!- Raquel falou em alto e bom som, para que todos a ouvissem. Voldemort olhou para ela- Você não sabe selecionar seus espiões!


-E você sabe?- Voldemort perguntou debochado, ao se recordar á quem pertencia àquela voz.


-Claro!- Raquel falou, como se fosse a coisa mais óbvia. Andou até os comensais- É só selecionar pessoas com grande poder de influencia sobre o seu inimigo!


-E você tem influencias sobre o Potter?- Voldemort perguntou rindo.


-Suponho que sim!- Raquel falou franzindo o cenho- Acho que como namorada dele, tenho certas influencias que eles- e apontou para o grupo que ouvia a bronca de Voldemort antes dela aparecer.-Não tem!


-Namorada, hein?- Voldemort perguntou com os olhos mais vermelhos que nunca. - Então eu gostaria muito de saber o que você está fazendo aqui!


-Ah...-Raquel falou, pondo um sorriso debochado no rosto- Eu pensei: Já que ta todo mundo brigando comigo, vou me juntar ao Voldemort e me vinga desses bruxos amantes de trouxas!- Voldemort começou a rir. Uma risada fria e sem alegria.


-Você é bem mentirosa, garota!-Voldemort falou, seus olhos mais vermelhos que antes- Eu sei que você vai se juntar a mim para poder saber se fui eu quem fez seus amigos falarem aquelas coisas para você!


-Agora você lê mentes?- Raquel perguntou sorrindo e franzindo o cenho-Bom, você acertou! Mas é claro que eu também estou disposta a te servir!


-Respondendo á sua pergunta: Sim! Eu fiz seus amigos falarem aquelas coisas para você!- Voldemort falou-Me diga...Como que você chegou a tal conclusão?


-Simples!- Raquel falou-A Mione nunca faria aquelas coisas, entende? Por que se ela achasse tudo aquilo sobre mim, nunca se tornaria uma das minhas melhores amigas! A Lílian me falaria se ainda gostasse do Harry! A Bia, bom a Bia é a Bia! Ela fala tudo o que dá na cabeça, mas sempre vai atrás quando machuca alguém! O Rony é compreensível, ele é puro sangue e com certeza conhece algum feitiço que limpe o dever dele! E depois, o Harry com certeza também iria brigar comigo, porem ele não brigou! Por quê? Simplesmente por que a Maldição Imperius não funciona nele!- Raquel terminou sorrindo.


-Você é muito esperta!- Voldemort exclamou -Embora eu não goste de sangues ruins você fará parte dos meus seguidores, se quiser!- Voldemort falou com ar de superioridade


-Tudo bem!- Raquel falou e encolheu os ombros -Desde que você não faça outra marca negra em mim!- Falou com um sorriso sarcástico e uma sobrancelha levantada em ironia. Voldemort riu mais ainda de tal comentário.


-Não será necessária outra marca!- Falou como se explicasse para uma criança de dois anos que um mais um é dois.


-Ah! Tudo bem!- Raquel falou sorrindo -Estou liberada?- perguntou impaciente.


-Sim! Mas lembre-se, que sempre que a marca queimar em seu braço, você devera comparecer aqui para receber as novas instruções e me falar sobre os planos!- Voldemort falou, Raquel concordou com a cabeça, girou nos calcanhares e começou a caminhar. Depois que saiu do campo de visão de Voldemort, fez o mesmo procedimento que fez para ir.


Depois de vestir seu pijama e se deitar, Raquel mal podia imaginar que seu namorado acabara de sonhar com o seu ‘ato heróico’.

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