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5. Siga em frente


Fic: NEM O TEMPO SEPARA O AMOR -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Como adorava o pôr-do-sol, era um momento único, o momento só deles onde ela se sentia segura, feliz e amada. A praia continuava do mesmo jeito, a areia branca, as ondas suaves e o vento fresco batendo no seu rosto. A única coisa diferente era a ausência da pessoa que preenchia seu coração, mal podia acreditar que já fazia cinco anos que ele se fora.

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte e vai
Se eu vou subir nas pedras,
Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora

Observava aquele cenário maravilhoso em sua frente, e do seu rosto só brotava uma lágrima pela dor de ter perdido o seu grande e único amor. Demoraram tanto tempo pra se acertar e quando isso ocorreu foi tão intenso que marcou pra sempre suas vidas. Era difícil acreditar que Harry estava morto, durante muito tempo negou este fato, mas sabia que depois de tantos anos ele realmente se fora. Primeiro se culpou pela morte do moreno, depois quis morrer junto com ele, mas hoje sabia que se ele se sacrificou por ela é sua obrigação viver tudo pelos dois.

Perguntava-se o porque do destino ser tão cruel com ela, levou o seu moreno quando tinham tantos planos para o futuro. Lembrou dele falando ser um homem marcado, ela também era uma mulher marcada, marcada por um amor maior que a vida e a morte, e era assim que ela se sentia inteiramente dele, haja o que houver.
Agora está tão longe
Vê a linha do horizonte me distrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos na mesma direção
Aonde está você agora, além de aqui dentro de mim

O vento fresco e gelado denunciava a chegada do inverno, mas nada importa quando se tem o coração vazio. Gina usava uma mascara de coragem e segurança que estava longe de existir, evitava que os outros enxergassem realmente o que tinha dentro dela, pois não sobrara nada, se sentia vazia, sozinha e infeliz. A alegria que Harry dizia ser a alegria da vida dele se esvaiu no momento em que acordou e viu que ele não estava mais do seu lado.

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo o tempo todo
E quando vejo o mar, existe algo que diz
Que a vida continua e se entregar é uma bobagem
Já que você não está aqui
O que posso fazer é cuidar de mim


A única coisa que ela sabia era que devia seguir em frente, por mais árdua que fosse essa decisão, deveria cuidar de si e das outras pessoas que ama, não se entregar à depressão e procurar ser feliz. Acariciou o colar símbolo do amor dos dois e permitiu-se chorar mais uma vez a falta que o moreno lhe fazia, mas ergueu novamente o rosto pronta pra encarar o que a vida lhe reservava.

Gina aparatou em uma rua silenciosa de Londres, onde vários prédios compunham a vizinhança, encaminhou-se até o ultimo imóvel e subiu ao segundo andar. Abriu a porta devagar, estava cansada e pensava unicamente em tomar um banho e lavar toda tristeza de sua alma. Assim que acendeu as luzes foi sufocada pelo abraço de um moreno de cabelos despenteados e olhos brilhantes, retribuiu o abraço e sorriu pensando ser aquele o principal motivo de seguir em frente.

- Mamãaae!!! – gritou o garoto moreno – até que enfim que chegou.
- Oi meu pequeno, você não devia está na casa da tia Mione? – perguntou curiosa, já que havia deixado ele na casa de Mione e só ia pega-lo no dia seguinte.
- Desculpa Gina – respondeu Mione saindo da cozinha com uma garotinha de cabelos ruivos e olhos azuis nos braços – mudança de planos, vou ter que ir pro Mungus urgente e seu irmão tão cedo chegará em casa, posso deixa-los aqui.
- Tudo bem Mione, eu vou adorar brincar com esses danadinhos aqui – disse a ruiva pegando a garotinha e o filho no colo – mas o que você tem? Parece triste.
- Ah, Gina- respondeu a mulher se jogando no sofá – desde quando o Rony se tornou chefe dos aurors que não para mais em casa, todos os dias chega de madrugada e nunca mais jantamos só nos dois. Está tudo tão diferente, nunca imaginei isso pra nossas vidas.
- Eu sei minha amiga, nem sempre a vida é como planejamos, eu mais que ninguém sei disso – falou com uma sombra de tristeza no olhar – mas esse era o sonho do Rony, e pode ter certeza que ele tá se esforçando pra dar o melhor pra vocês duas.
- Perdoe-me Gi,eu aqui reclamando de barriga cheia, esquece as loucuras dessa cunhada maluca – respondeu Hermione – agora me deixa ir, e cuidado com esses pestinhas aí. – falou se despedindo de todos e entrando na lareira.

Gina acompanhou a cunhada ir pela lareira e deixou as crianças na sala vendo TV enquanto fazia um lanche. Ficou pensando no que Mione disse, realmente Rony estava muito atarefado, o cargo de chefe dos aurors nunca foi ocupado por alguém tão jovem e o irmão tinha muito medo de falhar. Ela mesma tem tentado ajuda-lo,mas como liderava um grupo especial na caça de comensais também não tinha tempo.
A amiga estava questionando que nunca imaginara a vida assim, e a ruiva teve que concordar. Nunca em todos os anos de sua adolescência imaginou-se na situação que estava. Tinha 21 anos e morava em um pequeno apartamento com o filho de 4 anos e meio, correndo feito louca trabalhando como auror no ministério, e ainda mais sem um marido, sem o pai do seu pequeno pra lhe apoiar, ser cúmplice e pra constituir uma verdadeira família como a dos seus pais.

Voltou pra sala com alguns sanduíches e um copo de leite pras crianças, mas os dois nem notaram sua chegada tão entretidos com o desenho trouxa que assistiam.
Ela sentou entre os dois no sofá e colocou o lanche na mesa, o desenho mostrava um cervo que fugira em busca do seu pai e acabou por encontra-lo ferido em uma floresta escura. Ela lembrou imediatamente de Harry, o patrono dele era um cervo por conta da forma animaga do pai.
- tia Gi cadê o pai do JJ? – perguntou a ruivinha pra tia.
- O pai do JJ? – repetiu Gina surpresa com a pergunta da sobrinha. Sophia era um ano mais nova que o filho, mas mesmo assim era muito esperta, e muito curiosa, tanto que nem o próprio JJ perguntava muito pelo pai e ela no entanto sempre perguntava porque o primo não tinha pai.
- Meu pai é uma estrelinha Sophie – respondeu JJ antes que a mãe arquitetasse uma resposta.
- É querida o pai do seu priminho virou uma estrelinha antes dele nascer sabe. – explicou Gina pros dois – agora eu acho que tá na hora dos dois marotinhos irem pra cama.
- Ah mãe, deixa a gente ficar assistindo mais um pouco deixa – pediu JJ manhoso.
- Sem manha pequeno, cama já – disse a mãe levando os dois pro quarto do filho.

O quarto de JJ ra simples e delicado preparado em todos os detalhes por Gina. Tinha a cor verde nas paredes, que ela colocara em homenagem aos olhos de Harry, e vários adornos sobre quadribol paixão do moreno compartilhada pelo filho. Vários brinquedos se espalhavam nas estantes e uma mesinha no canto tinha alguns papeis e lápis de cor, a cama no centro do cômodo tinha um pequeno trasgo de pelúcia presente de Rony que era o padrinho do garoto. Na mesa de cabeceira tinha um porta-retrato com a foto de Gina com JJ e outro deles com os padrinhos do garoto, Ron e Mione.
A ruiva colocou o filho na cama e conjurou outra pra Sophie. Os dois eram inseparáveis e apesar da diferença de um anos, JJ se dava melhor com ela do que com os outros primos da mesma idade. Ron dizia que eram os genes já que os pais das duas crianças eram amigos inseparáveis. Outras coisas em comum eram as marotagens, eles não paravam um minuto e o lado sabe-tudo de Mione herdado pela filha era usado mais para as traquinagens do que para por ordem nos outros como a mãe desejava.


Mais um almoço familiar se iniciava na toca, era esse o único modo de Molly Weasley reunir a família já que a maioria dos filhos casou e os solteiros já não moravam em casa.
Aos poucos os filhos do casal Weasley chegavam para o almoço. Gui foi o primeiro acompanhado da esposa Fleur e os filhos Marie e Piere, gêmeos de seis anos de idade, eles agora residiam em Paris onde o rapaz era gerente do banco, depois chegaram os gêmeos fazendo a algazarra de sempre, Fred estava noivo de uma garota trouxa e Jorge casara-se com Alicia sua colega de escola, que esperava o primeiro filho, Carlinhos chegara sozinho pois tinha se divorciado a três meses para infelicidade de Molly que foi contra a decisão do filho em acabar o casamento. Os últimos a chegar foram Percy com a esposa Penny e o filho Willian, os três muito pomposos na opinião do resto da família, e então chegou Hermione com a filha Sophia pois Rony estava com uma reunião e só viria depois do almoço. Gina havia ido no dia anterior pois a mãe argumentara está com muita saudades da caçula e do neto.

A mesa do almoço foi colocada nos jardins já que não cabia mais tanta gente na sala. Todos comiam fazendo as banguças de sempre, os gêmeos com suas brincadeiras ensinando os sobrinhos a arte da marotagem (não que eles já não dominassem isto). Mione ficou um pouco cabisbaixa mas Rony apareceu no meio do almoço aumentando a alegria da família.
Quando estavam já na sobremesa uma visita aparatou nos jardins, Neville Longbotton que agora era professor de Herbologia chegou trazendo uma gostosa torta de caramelo para as crianças. Não houve muita surpresa com a chegada de Neville, a verdade é que nesses últimos anos ele passou a freqüentar muito a Toca por conta de sua amizade com Gina e a um ano eles estavam namorando. Todos torciam para que os dois se casassem já que a caçula da família já sofrera muito e precisava de alguém ao seu lado.
O sol já estava se pondo e depois de uma partida de quadribol entre os irmãos, exceto Percy por não saber jogar e Gina que se negara a subir em uma vassoura desde a morte de Harry,foram todos tomar umas cervejas amanteigadas trazidas pelos gêmeos. Neste momento quando Gina estava perdida em seus pensamentos observando o pôr-do-sol ele ouviu alguém chamando seu nome, não deu importância mas Neville tocou em seu braço e lhe levou até o meio da mesa.
Sr. weasley eu vim aqui esta tarde pra lhe fazer um pedido – disse o rapaz formalmente.
Diga meu rapaz – falou o velho bruxo já suspeitando do que se tatava.
Eu vim aqui pedir a mão de sua filha Ginevra Weasley em casamento. – falou o moreno, onde todos sorriram e aplaudiram o pedido.
Mas é claro Neville, vou adorar te-lo como genro – disse o pai da noiva visivelmente emocionado.
Tudo aconteceu muito rápido, Gina ouviu sua mãe chorando, os irmão aplaudindo, o pai a abraçando e Neville lhe colocando um anel. Não deu tempo nem dela dizer se realmente queria casar com o namorado. Não que ele fosse uma má pessoa pelo contrario sempre foi seu apoio nesses anos, mas ela não o amava e sabia que o noivo sabia deste detalhe.
Ele a encarou e viu os olhos castanhos perdidos, mas mesmo assim continuou com o pedido e o que restou pra Gina foi aceitar. Em outros tempos ela teria feito uma cena por ele fazer um pedido sem consulta-la, mas a novas Gina não tinha mais forças pra impor seu gênio, era frágil demais, insegura demais e muito carente de amor e afeto, que sabia só poder ser suprido por um único moreno que morrera cinco anos atrás.

N/A: Por favor comentem, mesmo que esteja ruim~, mas comentem. faça uma autora feliz
obrigada, Mayra Black

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