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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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26. Confronto


Fic: CANSEI, EU DESISTO!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Aparatou em uma rua deserta de um povoado trouxa que ela nunca havia visto antes. Parou de analisar o local para segurar na barriga e pensar que nunca a sensação de apartar fora tão desconfortável como agora.

-Está bem amor?

Ouviu a voz dele ao seu lado, mas não conseguiu falar, preferia ficar com a boca bem fechada naquele momento.

-Já sei, cheire isso. - Tiago estendeu um pedaço de alguma planta marrom.

Lilian não tentou perguntar o que era, apenas pegou a estranha planta e cheirou profundamente.

-Pode cheirar mais, isso vai ajudar. - Recomendou ele colocando a mão no ombro dela.

Depois da segunda vez em que inspirou, Lilian já se sentia bem melhor.

-Obrigada. - Disse ela com o rosto pálido. - O que é isso?

-Uma planta muito utilizada para casos de enjôos como o seu.

-Onde conseguiu? - Perguntou ela surpresa.

-Minha mãe que me recomendou. - Tiago sorriu e colocou uma mecha de cabelo da ruiva que insistia em cair em seu rosto para trás da orelha. - Vamos andando, aparatamos um pouco longe.

Lilian sentiu o braço dele passar por seu ombro e seus corpos se colarem. Correspondendo ao carinho, passou o braço pela cintura do marido e começaram a caminhar. Estava frio, o inverno estava bastante rigoroso e ela colocou o pano que envolvia seu pescoço em seu rosto para impedir o vento gelado de atingi-la.

-Tiago. Lily.

Lilian ouviu alguém lhe chamar e olhou na direção de onde vinha a voz. Logo viu Frank e Alice Longbotton acenando para os dois. Eles estavam em frente a uma casa de aspecto abandonado.

- Oi, como vão? - Perguntou Lilian cumprimentando os colegas.

- Muito bem. - Respondeu Alice passando a mão na barriga e sorrindo.

- A reunião será aqui? - Perguntou Tiago.

- É, essa será a sede da ordem. - Falou Frank apontando para a casa.

- Vamos entrar então? - Perguntou Lilian, sentindo um leve enjôo, sinceramente alguma coisa no jantar não havia lhe caído bem.

- Claro. - Respondeu Alice.

Os quatro entraram e viram uma pequena sala, com algumas cadeiras e uma mesinha de centro. Logo na frente havia uma outra porta, abriram e viram uma sala ampla com diversas cadeiras. Na frente da sala havia um senhor de aparência cansada que terminava de arrumar o local.

Os quatro murmuraram um “Boa-noite”, e sentaram-se nas cadeiras. Logo começaram a aparecer outras pessoas e Lilian não pôde deixar de notar um homem, com diversos cortes no rosto, um pedaço do nariz faltando e com uma espécie de bengala. O que havia causado tudo aquilo nele ela não sabia, mas poderia imaginar.

Lilian logo viu Deise sendo acompanhada de Sirius entrar na sala e acenou para que a amiga se juntasse a eles.

- Vocês demoraram. - Disse Tiago.

- Fale isso para a senhorita-demoro-horas-pra-me-arrumar. - Reclamou Sirius, que teve sorte de Deise não ouvir o comentário, pois estava mais interessada em acenar para Laís que acabara de entrar.

- Oi pessoal. - Falou a loira cumprimentando os amigos.

- Oi. - Murmuraram.

- Onde está o Pedro? - Perguntou Tiago.

- Já está vindo. - Disse Remo enquanto Pedro entrava meio desajeitado pela porta e caminhava até os amigos.

Lilian não prestou muita atenção em Pedro, pois logo viu entrar pela porta Dumbledore, com seu costumeiro chapéu pontudo, seu olhar sereno e seus óculos de meia-lua.

-Boa-noite caros senhores. - Disse o diretor de Hogwarts indo para a frente da sala.

Diversos murmurinhos de boa-noite ecoaram pelo ambiente.

- Todos aqui devem saber o motivo dessa reunião, não é a primeira, mas devo reforçar que nosso principal objetivo é decimar as forças das trevas. - Várias pessoas na sala concordaram com um aceno de cabeça. - É de conhecimento de todos também que um bruxo que se auto intitula Voldemort... - Algumas pessoas estremeceram nas cadeiras e Dumbledore sorriu. - Vejo que muitos ainda não se acostumaram a chamá-lo pelo nome, mas volto a repetir, não devemos ter medo de um simples nome, isso é o mínimo meus caros. - Dumbledore esboçou um sorriso condescendente, mas mesmo assim forte. - Continuando, o bruxo chamado Voldemort pretende conquistar o maior número de seguidores para um possível domínio dos bruxos de sangue puro, o que definitivamente é algo inconcebível. - Várias pessoas concordaram e cochicharam com seus amigos. - Essa reunião de hoje é para que possamos decidir os rumos a serem seguidos e definir quem estará conosco. - Sentenciou.

Lilian trocou um olhar significativo com Tiago, e pôde ver que várias pessoas faziam o mesmo, consultando-se de forma muda.

- Muitos devem ter achado muito fácil entrar aqui, mas digo que a partir de agora teremos um contrato mágico com todos os membros e nossa sede será protegida por magia, e ninguém mas que não seja membro poderá entrar. - Informou Dumbledore, causando uma nova série de cochichos.

- O feitiços Fidelus. - Lilian cochichou no ouvido de Tiago que apenas assentiu.

- Sinto dizer-lhes novamente que não estamos em um momento de paz, devemos ficar atentos sempre. Antes de discutirmos qualquer coisa sobre a Ordem vamos primeiro esclarecer quem ficará.

Lilian viu sua antiga professora de transfiguração levantar e ficar ao lado do diretor.

- Minerva dou-lhe a palavra. - Dumbledore olhou para a mulher de porte austero ao seu lado.

- Claro Alvo. Passaremos agora uma lista onde todos que desejam permanecer na Ordem assinarão, volto a lhes informar que isso é um contrato magico e que apenas quem assinar terá acesso as próximas reuniões.

Com um aceno de varinha, Minerva fez um rolo de pergaminho voar nas mãos de uma senhora baixinha e muito magra que estava sentada na primeira fileira, a mulher demonstrou surpresa mais logo segurou o pergaminho.

- Aguardaremos que todos assinem para que depois possamos discutir, apenas com os membros, o que faremos em seguida. - A professora olhou para o diretor que sorriu.

- Muito bem, podem começar. - Disse Dumbledore sentando-se confortavelmente em uma cadeira conjurada por ele, e cruzando as mãos nas pernas enquanto via algumas pessoas que com certeza haviam aparecido apenas para bisbilhotar, saírem tentando não serem notadas.



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- Droga, eu sabia. - Deise amassou o papel e jogou no lixo, enquanto continuava seu caminho pelo corredor mal iluminado.

- Calma, não foi tão ruim assim. - Lilian colocou a mão nos ombros da amiga.

- Não, só péssimo. - A morena exibia o ar deprimido.

- Ei!

Lilian e Deise voltaram-se para trás ao ouvir alguém lhes chamar. Logo viram uma mulher loira, de olhos azuis e um sorriso enorme nos lábios.

- Eu passei. Esperem só até eu contar pro Remo. - Laís disse satisfeita, mas desfez um pouco o sorriso ao notar o olhar triste de Deise. - Algum problema?

- Bem... é que... - Lilian tentou falar mais Deise a interrompeu.

- O problema é que eu não passei. - Disse ela jogando-se em um banco.

- Hum... mas porque? Nós sabemos que você sabia, estudamos esse tempo todo. - Laís perguntou sem entender.

- Você ficou nervosa? - Perguntou Lilian sentando-se ao lado da amiga.

- Não sei... eu... não sei, estava com medo e... - Deise afundou as mãos no rosto. - ...agora todos vocês vão fazer o treinamento pra auror, e eu não.

- O Remo não vai fazer treinamento pra auror. - Falou Laís tentando animar a amiga.

- Claro, ele vai fazer curso pra procurador do ministério da magia, que bom que ele conseguiu se sair bem como assessor, eu não consegui nada, nem mesmo só estudando, meus pais vão me matar. - Deise passou a mão pelos cabelos nervosa e os amarrou em um rabo de cavalo. - Agora eles vão dizer que tinham razão em implicar com o Sirius, vão colocar toda a culpa nele, dizer que ele me distraía, vão querer que eu vá para a Alemanha com eles e...

- Ei. - Lilian segurou o rosto da amiga entre suas mãos. - Calma, isso não é o fim do mundo, eles não podem colocar a culpa de tudo no Sirius, esse papel é seu querida.

Deise soltou um riso nervoso com o comentário da amiga.

- É, vamos para o Caldeirão Furado, encher a cara. - Falou Laís rindo logo em seguida da cara das amigas.

- Isso. - Lilian disse puxando Deise pelos corredores do ministério.



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- O que desejam meninas? - Perguntou Tom.

- Três cervejas amanteigadas. - Falou Lilian.

- Não, eu quero um whisky de fogo. - Disse Deise.

- Deise você não... - Laís tentou argumentar.

- Posso beber o que eu quero? - Falou a morena com raiva.

- Então são duas cervejas amanteigadas e um whisky de fogo. - Anotou o Barman e saiu apressado.

- Esse negócio é muito forte. - Disse Lilian.

- Sou bem grandinha. - Retrucou Deise.

- E teimosa. - Completou Laís.

- Vocês não me chamaram para encher a cara? Então?

- Oi garotas.

As três amigas levantaram o olhar e viram um rapaz de estatura mediana, olhos levemente puxados e cabelos castanhos na altura do ombro.

- Olá Rodrigo. - Cumprimentou Laís.

- Oi. - Disse Lilian.

Deise deu um leve sorriso. Rodrigo Tamer, era um colega da Grifinória, haviam apresentado a peça das casas juntos, ele fazia par com ela, ou quase isso.

- Onde estão os garotos? - Perguntou ele olhando ao redor do bar e parando os olhos em Deise.

- Jogando uma partida de quadribol com alguns colegas. - Falou Lilian lembrando-se de que os garotos preferiram jogar quadribol do que verem suas notas para o curso de auror. Pediram apenas que elas vissem e depois lhe falassem. Ela queria conseguir levar a vida desse jeito tão despreocupado.

- O Remo também? - Perguntou Rodrigo levantando a sobrancelha.

- Não, ele está em uma reunião. Daqui a pouco eles vão chegar, avisamos que viríamos pra cá. Quer sentar? - Ofereceu Laís.

- Não obrigada, estou com alguns amigos. - Respondeu ele sem tirar os olhos de Deise. - Até mais.

- Até. - Falou Lilian e quando ele já estava a uma distância segura falou. - Ele é caidinho por você Deise!

- Não fale besteira. - Resmungou a morena.

- Estão aqui as bebidas de vocês. - Interrompeu o barman carregando uma bandeja e distribuindo as bebidas. - Uma cerveja amanteigada para você, outra para você e um whisky de fogo para você. - Terminou ele sorrindo. - Mas alguma coisa?

- Não obrigada. - Disse Lilian.

O Barman saiu apressado para atender outras mesas.

- Então Lily, como anda o bebe? - Perguntou Laís.

- Bem, ainda é cedo, já disse isso pro Tiago mil vezes, ele pensa que estou doente, cheio de cuidados e tudo mais. - Disse Lilian tomando um gole da bebida.

- Ele deve estar louco com nossa missão na ordem. - Falou Deise tomando um gole da bebida que desceu provocando um onda de calor e ardência por seu corpo.

- Se ele soubesse que eu estou no meio certamente estaria. - Disse Lilian.

- Você não contou? - Questionou Laís.

- Ainda não... isso vai ser uma briga daquelas. - Disse Lilian.

- Acho melhor você contar logo, ele vai entender melhor se for você que contar. - Sugeriu Deise.

- É, vou contar, mas isso não vai fazer o Tiago entender, ele não quer me deixar nem fazer feitiços domésticos, imagine se ele souber que eu vou ficar de sobre-aviso para qualquer ataque, assim como vocês. Na última reunião ele não quis me deixar participar ativamente, que saco. - Lilian soltou uma risadinha nervosa e deu outro gole na bebida.

- Olhem eles ali. - Apontou Laís.

Na porta do Caldeirão Furado podia-se ver quatro rapazes, que andavam gargalhando pelo bar. Sirius andava na frente, estava usando um uniforme de quadribol, seus cabelos estavam bagunçados e seu rosto estava suado; Tiago estava tão sujo e bagunçado quanto o amigo, ou mais; Pedro estava usando calça jeans e uma blusa, aparentemente estava apenas assistindo ao jogo; Remo usava uma calça preta e uma blusa azul escuro.

- Pontas não adianta, você é bom pra agarrar o pomo, mas se não fosse eu rebater aqueles balaços bem na cara daqueles idiotas, o time não teria ganhado. - Sirius dizia ainda rindo.

- Desse jeito eu vou morrer de rir Almofadinhas, você conta cada piada. - Tiago fingiu estar rindo.

- Vocês dois são modestos ao extremo, mas eu devo admitir que o pouco que eu assiste do jogo, vocês jogam bem. - Disse Remo.

- Bem? Aluado você nos viu jogar durante todos os anos na escola, já devia saber que somos demais. - Disse Sirius batendo na mão de Tiago.

- Pronto, fizeram as pazes. - Falou Remo caçoando.

- Engraçadinho você tá heim? - Tiago ironizou.

- Rabicho, acho melhor você calar a boca. Você fala demais. - Disse Sirius.

Pedro olhou confuso, certamente não havia entendido a brincadeira.

- Oi pra vocês também. - Falou Lilian olhando diretamente para Tiago.

- Oi minha flor. - Perguntou ele dando um selinho na ruiva.

- Nossa Tiago, você está um gambá. - Lilian reclamou.

- Você não reclama tanto quando estamos a sós e eu chego assim dos treinos, acha até sexy. - Tiago sorriu maroto.

- Tiago Potter. - Lilian bateu no ombro do maroto.

- Como está nosso filho? - Desconversou ele sentando-se ao lado da ruiva.

- Não sabemos ainda se é menino, mas ele está bem. - Disse ela. Tiago sempre insistia em dizer que teriam um menino.

- Oi loirinha. - Falou Remo sentando-se ao lado de Laís e dando um selinho.

- Oi amor. - Respondeu ela sorrindo para o marido.

- Oi meu amor. - Falou Sirius sorridente ao sentar ao lado de Deise. - O que você está bebendo? - Perguntou ele levantando a sobrancelha.

- Whisky de fogo. - Respondeu ela.

- Alguém aqui já te falou que isso é forte demais? - Questionou o maroto.

- Vou ao banheiro. - Disse Deise levantando-se.

- Alguém pode me dizer o que eu fiz dessa vez? - Perguntou Sirius confuso.

- Dessa vez nada. - Respondeu Laís.

- E os resultados do treinamento para auror? Vocês ainda não nos disseram. - Questionou Tiago.

- Bem... na verdade, Eu, você e o Sirius passamos... - Respondeu Lilian, mas não completou.

- E a Deise? - Perguntou Sirius com olhar de entendimento.

- Não, ela está bastante chateada. - Disse Laís.

- É melhor tentarmos não falar sobre esse assunto. - Falou Lilian vendo a amiga voltar.

Sirius olhou para a namorada que não exibia nenhuma emoção. Olhou para o copo da bebida que ela pegou e tomou mais um gole. O copo estava pela metade ainda, poderia jurar que ela não havia gostado muito do whisky, mas só para não dar o braço a torcer estava bebendo. Passou o braço pelo ombro dela com certo receio, quando Deise estava chateada não gostava de ninguém por perto, mas sentiu quando ela se aconchegou em seu braços e sorriu um pouco mais confiante.

- E então, quando será nosso primeiro serviço pra ordem? - Falou Tiago entusiasmado.

Lilian sentiu suas entranhas revirarem com a pergunta, ela tinha que falar para Tiago que estava no meio, mas não agora, uma discussão na frente de todos não.

- Não sei, mas acho que não vai demorar muito, afinal, cada vez mais podemos ler as notícias sobre Voldemort. - Disse Remo.

- É, já deu pra notar que as coisas estão esquentando. - Falou Laís.

Deise não sabia se era impressão sua, mas estava vendo duas Lilian na sua frente, o mundo parecia girar, e ela queria botar tudo que estivesse dentro do seu estômago para fora naquele exato momento.

- Eu... eu quero ir embora. - Sussurrou para Sirius, pôde ouvir sua voz sair rouca.

- Você quer ir? - Perguntou Sirius, ele não pôde escutar muito bem o que ela havia lhe dito.

Deise apenas confirmou com a cabeça.

- Então vamos. - Falou baixinho para ela e depois falou em voz alta para os outros. - Gente, nós já vamos.

- Ah, tá. - Disse Lilian sabendo o motivo pelos olhos da amiga.

- Deise você vai ficar bem? - Perguntou Laís.

Deise apenas balançou a cabeça.

- Não se preocupem, ela vai ficar bem. - Falou Sirius ajudando a namorada a se levantar.

Sirius e Deise saíram do bar e aparataram na frente do apartamento da morena. Sirius pegou a varinha e desfez o feitiço de proteção para que pudessem entrar.

- Vamos. - Disse ele com as mãos na cintura dela.

- Não precisa me tratar assim, eu não estou bêbada. - Reclamou ela entrando e tropeçando nos pés.

- Estou vendo. - Disse ele sorrindo.

- Só estou um pouco tonta, só isso, mas não estou BÊBADA. - Gritou apontando o dedo para o peito dele.

- Não precisa gritar, eu só... - Sirius continuava sorrindo.

- Não ria, droga! Odeio quando tô falando sério e você ri. - Deise sentou-se frustrada no sofá.

- Calma tá? Não vou rir. - Falou Sirius abaixando-se na frente dela e apoiando as mãos nas pernas da namorada. - Não fique assim, podemos estudar juntos para fazermos no outro ano. - Propôs ele referindo-se ao curso para auror.

- Você não precisa se atrasar por minha causa, e muito menos me olhar com esse olhar de pena, já bastou a Lilian e a Laís. - Falou ela irritando-se e levantando bruscamente do sofá.

- Elas estavam apenas preocupadas com você, assim como eu. - Sirius falou bastante sério.

- Eu sei... - Deise falou em um fio de voz. - ... desculpe, mas... - Uma fina lágrima escorreu por seu rosto enquanto ela caminhava em direção a janela do apartamento. - ... eu estudei muito pra isso... e no fim... fiquei com medo... medo de não passar... tudo sumiu da minha cabeça sabe? Não... não havia nada.

Sirius aproximou-se de Deise e abraçou-a por trás, envolvendo-a com seus braços e encostando os lábios em seus ouvidos.

- Tudo bem, vai ficar tudo bem, isso não é nada. - Disse enxugando algumas lágrimas.

- Só eu... só eu... - Deise continuava a dizer soluçando.

- Só você é a morena mais linda e perfeita do mundo... - Sirius fez uma pausa e sorriu. - E veja só que maravilhoso.

- O que? - Deise perguntou olhando de lado para Sirius.

- Você tem o homem mais lindo e gostoso do mundo ao seu lado. - Sirius concluiu vendo um sorriso desenhar-se nos lábios dela e logo viu um se formando nos seus também, afinal, ela não estava mais chorando e ele não sentia mais como se seu coração estivesse sendo comprimido ao vê-la daquela forma.

Deise virou-se de frente para o maroto e encostou seus lábios no dele. Logo sentiu os lábios macios de Sirius acariciarem os seus levemente, de forma calma e cadenciada.

Sirius estava feliz, ela não estava mais chorando e ele sabia que aquilo iria passar, e mesmo que demorasse um pouco, ele estaria lá, para fazer passar, o tempo que ela precisasse.


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- Eu sabia que você passaria. - Disse Remo agarrando-a pela cintura assim que fecharam a porta da casa.

- Também não é assim. - Falou ela envergonhada.

- Então como é? - Perguntou ele com um sorriso zombeteiro.

- Depende do que você está pensando. - Respondeu ela sorrindo.

Remo não falou mais, não havia o que falar. Capturou os lábios da sua loira avidamente e embrenhou as mãos por entre as mechas loiras. Sentia o aroma do corpo quente dela junto ao seu, deixando-o fora de si. Nunca havia sentido o toque de outra mulher, e não tinha a mínima vontade de sentir. O corpo dela, o cheiro dela, as sensações que ela lhe proporcionava, ele tinha certeza de que eram únicas. Soltou um gemido ao sentir as mãos ágeis entrarem por sua blusa, desabotoarem cada botão rapidamente.

Laís desabotoou a blusa de Remo e analisou o peito nu, que subia e descia com a respiração acelerada. Passou as mãos levemente pelo local e sentiu quando ele avançou sobre seu pescoço. Ela arqueou, levou a cabeça para trás e deliciou-se com os lábios famintos dele em seu pescoço, descendo para o seu colo.

Remo beijava, chupava e mordia o pescoço dela, mas prestava atenção pela sala, procurando um local. Ainda beijando-a, conduziu-a até as costas do sofá. Imprensou-a contra o móvel que ameaçou escorregar. Remo suspendeu Laís pela cintura e ela apoiou-se na parte de trás do sofá, ficando na altura da cintura dele, logo ele acomodou-se entre suas pernas.

Laís sentia Remo apertar com força sua cintura, subir as mãos com mais força ainda em direção aos seus seios. Era incrível como um apertão podia doer em determinadas situações, e em outras podia proporcionar prazer. Gemeu quando ele livrou-a da blusa que ela usava e encontrou seus seios.

Remo deixou escapar um gemido ao sentir os quadris dela inclinando-se de encontro ao seu, fazendo uma certa área de seu corpo pulsar desesperadamente. O desejo que o consumia era tão forte que nem ao menos percebeu que ambos rolaram da parte de trás para a frente do sofá ainda com os lábios unidos e quase caíram, porém antes disso ele apoiou a perna chão, impedindo a iminente queda.

Laís sorriu com o pequeno incidente e viu Remo sorrir envergonhado. Apertou o corpo dele de encontro ao seu para ter certeza de que ele realmente estava ali, tinha vontade de apertá-lo cada vez que ele lhe premiava com um sorriso tímido, ela adorava vê-lo daquela forma.

- Já disse que você fica super sexy com esse sorriso? - Provocou ela.

- Não tem graça. - Disse ele com um sorriso ainda mais tímido.

- Ah, tem sim. - Retrucou ela em uma voz provocante, arranhando as unhas na pele alva e nua das costas dele.

Remo olhou durante algum tempo para a loira que o provocava, e sentia todo o desejo que fluía dos dois inundar o ambiente daquela sala banhada pela luz do luar. Ficou algum tempo admirando a beleza que os cabelos dourados dela lhe mostravam em contraste com o tecido do sofá preto em que estavam deitados, mas não passou muito tempo assim, pois sentiu ela levantar o quadril de encontro ao seu e pôde voltar a realidade naquele exato momento.

Laís sentiu quando Remo levou as mãos até sua cintura e apertou firme de encontro a sua, mostrando claramente para ela o quanto aquilo tudo o afetava. Ela passou as mãos pela costa até chegar a calça, levou a mão para a parte da frente, desabotoou calmamente e encontrou o zíper, deslizou-o para baixo, ouvindo nitidamente o gemido dele quando ela libertou o seu membro do local apertado.

Remo resolveu ajudar Laís naquilo, levantou-se rapidamente e tirou a calça, enquanto ela o encarava ainda deitada no sofá. Ele inclinou-se sobre ela e puxou sua saia junto com a calcinha, deslizando o tecido pelas pernas dela, beijando até chegar ao seus pés.

Laís ficou em pé em cima do sofá e abraçou o maroto, que no mesmo instante agarrou seu pescoço. Beijos moderados, beijos misturados com língua, beijos querendo arrancar um pedaço, beijos evoluindo para algo que a estava deixando fora de si.

Remo desceu os lábios até os seios dela e após admirá-los durante alguns segundos, deixando um ar de suspense, sugou-os com vigor. Ouvia os gemidos dela em seu ouvido, e aquilo o deixava ainda mais excitado.

Laís saiu de perto do maroto com a respiração vacilante e o empurrou contra o sofá. Viu o olhar surpreso dele, sentado no móvel e admirando-a em pé de frente para ele. Ela passou a mão sensualmente pelos cabelos, caminhou lentamente para perto, e sentou-se no colo dele, uma perna de cada lado. Podia sentir o membro pulsando próximo das suas pernas.

Remo puxou-a pela nuca e beijou-lhe os lábios, sugava com força os lábios dela, enquanto sua língua passava por eles para encontrar a dela. Sentiu quando ela separou os lábios e ficou de joelhos encarando-o um pouco de cima.

Laís subiu, encaixou-se nele e começou a descer lentamente, saboreando cada mínima expressão que o rosto dele fazia. Pôde sentir as mãos dele apertando sua cintura e suas costas.

Remo sentiu-se dentro dela, podia sentir algumas contrações dentro dela, apertando seu membro cada vez mais, fazendo-o querer se mover, querer tê-la, mais e mais, porém Laís estava em cima, ele não podia fazer muita coisa.

Laís subiu novamente e desceu calmamente, subiu e desceu um pouco mais rápido, subiu e desceu aumentando um pouco mais a velocidade.

Remo gemia a cada investida dela, apertava a cintura, trazia o corpo dela para mais perto do seu, queria ir mais rápido, mais rápido...

Laís soltou um gritinho de surpresa quando sentiu Remo a empurrar de encontro ao sofá e ficar por cima. Logo sentiu-o continuar o que ela estava fazendo, mas de uma forma bem melhor, ele sabia como fazer, ia rápido, arrancando gemidos e a deixando sem ar. Seus corpos se moviam suados no sofá, já não se importando com qualquer coisa que fosse.

Palavras eram ditas, mas nenhuma delas poderiam ser compreendidas, sussurros, arranhões, chupões, suor, pernas, braços, bocas, pescoços... tudo se misturava em uma dança de amor e paixão.

Um último grito a libertou, Laís sentiu seu corpo se inundar com aquela sensação de prazer que a deixava extasiada. Remo ainda se movia em cima dela e ela o admirava, suado, mechas de cabelo castanho caindo sobre seu rosto, seus olhos fechados em uma expressão de prazer que a deixava extremamente feliz.

Remo soltou um ultimo gemido quando derramou-se dentro dela, o prazer invadindo-o de forma que não saberia nem se lembrar de onde estava naquele momento. Caiu exausto sobre ela e enterrou a cabeça no espaço entre o pescoço e o rosto.

- Não poderemos mais fazer isso... depois que as crianças nascerem. - Disse Laís sorrindo, afinal, estavam na sala.

- Âh... é... - Concordou ele sem nem saber com o que. - Eu te amo. - Sussurrou no ouvido da loira.

- Eu também te amo. - Retribuiu ela sorrindo.



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- Você quer alguma coisa? - Perguntou ele preocupado.

- Não, não quero nada obrigada. - Respondeu ela deitando-se na cama.

- Mas você acabou de vomitar. - Disse Tiago sentando-se na beira da cama.

- Ti, isso é normal. - Falou ela passando a mão pelo rosto dele.

- Tá, mas tem certeza de que você não quer algo? - Perguntou novamente.

- Tenho.

Tiago aproximou-se da ruiva e beijou-lhe os lábios.

- Ti... - Lilian começou com a voz pidona e escorou-se na cabeceira da cama.

- O que aconteceu? - Perguntou ele levantando a sobrancelha, ele sabia que ai tinha coisa.

- Bem... é que... eu estou na mesma missão que vocês na ordem. - Disse encarando-o.

- O que? - Perguntou ele incrédulo.

- Ti... eu não estou doente sabe? - Falou ela irritando-se.

- Você não pode ir Lily, não pode. DROGA! - Ele gritou levantando-se da cama.

Lilian não disse nada, ficou calada esperando que o momento de raiva dele passasse, havia aprendido que muitas vezes era melhor esperar.

- E se acontecer alguma coisa? Você não esta doente, mas está em um estado sensível. - Disse ele sem encará-la.

- Quer dizer que eu não posso mais fazer nada por causa disso? - Perguntou ajeitando-se na cama.

-I sso, é o nosso filho Lily. - Respondeu ele magoado.

- Ti... - Lily levantou-se da cama e foi até ele. - Não foi isso que eu quis dizer, quero tanto ter esse filho quanto você, mas não posso cruzar meus braços pra tudo que está acontecendo. - Ela colocou as mãos na costa dele. - Você sabe tão bem quanto eu, que sua preocupação não é exclusivamente porque eu estou grávida, você está colocando isso como motivo para não me deixar ir.

- Eu... eu... não é isso... - Tiago se sentia tolo por estar gaguejando.

- Tudo bem, vamos dormir. - Disse ela pegando na mão dele, sabia que ele pensaria no assunto e que chegaria nessa conclusão.

Caminharam até a cama, ficaram um de frente para o outro, deitados de lado e encararam-se.

- Eu te amo. - Ele disse passando a mão pelo cabelo ruivo dela.

- Eu também te amo. - Disse ela pegando nas mãos dele e adormecendo.



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A noite estava escura, a lua parecia estar escondida por uma massa de nuvens que não a deixavam aparecer para dar um fio de luz aquela sombria escuridão.

- Vamos dormir. - Chamou Tiago.

- Ah... claro. - Lilian saiu de perto da janela e caminhou para a cama, deitando-se ao lado do marido que a agarrou imediatamente. - Tiago, você disse dormir lembra? - Questionou rindo.

- Essa é a linguagem dos casados querida. Vamos dormir significa: vamos fazer amor. - Terminou descendo os lábios pelo pescoço dela.

- É mesmo? Eu não sabia. - Disse ela jogando a cabeça para o lado ao sentir os beijos cada vez mais ousados em seu pescoço.

Tiago não respondeu, apenas continuou beijando o pescoço da ruiva, deslizou as mãos pela corpo dela até chegar ao meio das pernas, ficou decepcionado ao perceber que ela estava de calcinha. A muito que ele pedia para que ela dormisse sem aquele pedaço de pano incomodo.

- Não gosta de desafios? - Perguntou ela ao ouvir o muxoxo dele.

- Você está desafiando a pessoa errada ruiva. - Disse ele puxando a calcinha rapidamente para baixo, fazendo-a rir.

Lilian sentiu ele deitar sobre si, mas deu impulso no corpo para ficar por cima. Sorriu ao ver o olhar malicioso dele, segurou as mãos dele acima da cabeça, colocou uma perna de cada lado e o encarou novamente com um sorriso perverso.

- Agora é minha vez.

Tiago sentiu seu membro vibrar ao ouvir aquelas simples palavras saírem tão sensuais da boca dela. Mas logo ouviu um barulho esquisito, ambos olharam em direção a cômoda ao lado da cama assustados.

Lilian saiu de cima de Tiago, e ele esticou o braço para chegar até o pequeno cordão que estava na mesinha.

- É agora. - Disse ele levantando-se.

- O meu também está chamando. - Falou Lilian levando a mão ao peito, onde estava pendurado o seu cordão.

Desde que se filiaram a Ordem da Fenix, cada membro havia recebido um cordão para que fossem avisados caso houvesse uma necessidade urgente do comparecimento deles na sede da ordem.

- Você não Lily. - Decretou ele trocando de roupa.

- Eu não? Pensei que tínhamos conversado sobre isso, ficou certo de que a Ordem só me acionaria se fosse extremamente necessário. - Retrucou ela também trocando de roupa.

- Que seja! - Falou Tiago sem muita alternativa, já haviam discutido muito sobre aquilo e Lilian não havia desistido da idéia, não era agora que ela ia desistir.

Tiago saiu da casa e esperou Lilian do lado de fora. Ambos aparataram para próximo a sede da Ordem. Caminharam durante algum tempo até avistarem a casa, que somente os filiados a ordem poderiam localizar.

- Então, o que está acontecendo? - Perguntou Tiago para Sirius assim que entraram.

- Não sabemos ainda, Dumbledore não pôde vir por algum motivo e McGonagall vai explicar. - Respondeu Sirius que estava ao lado de Deise, Remo, Laís e Pedro.

Os amigos pararam de falar assim que a antiga professora pediu a atenção.

- Está acontecendo um ataque em um bairro trouxa, não é aqui na cidade, é mais afastado, a localização exata podemos ver nesse mapa. - McGonagall parecia nervosa e estendeu o mapa na mesa.

Lilian olhou ao redor e viu que estavam todos os membros da Ordem ao redor da mesa, deveriam ser umas 30 pessoas ao todo.

- A cidade é pacata, um povoado bem antigo da Grã-Betânia. Chamamos todos porque essa é nossa primeira missão, e não sabemos o que nos espera. Vamos. - Finalizou ela aparatando em seguida.

Várias pessoas trocaram olhares assustados antes de aparatarem, mas todos foram de encontro a primeira missão da Ordem da Fenix.


--------------


Logo que chegaram puderam ver que McGonagall estava certa em chamar o maior número de pessoas possível. Os seguidores de Voldemort, chamados comensais da morte, estavam em grande número. Eles penduravam várias pessoas, que deveriam ser os trouxas daquela cidade, de cabeça para baixo, com alguma azaração idiota. Riam e debochavam da cara apavorada deles. Podiam ver alguns trouxas caídos no chão inertes, mas preferiam não pensar o pior.

Lilian olhou para o lado e ao longe pôde ver a já conhecida barba branca e o chapéu pontudo. Dumbledore estava com a varinha apontada para uma pessoa a sua frente que também estava em posição de duelo.

- Olhem. - Falou ela apontando.

- Dumbledore. - Disse Laís.

- E aquele é... Voldemort? - Perguntou Deise.

Ninguém respondeu, apenas ouviram a voz que mais parecia um chiado sair da boca da pessoa, se é que poderiam chamar aquilo de pessoa.

- Bem que me disseram que você estava fazendo uma tal de Ordem. - A voz saiu debochada.

- Caro Tom, você achou mesmo que eu ia ficar de braços cruzados? - A voz de Dumbledore saiu calma.

- Não, nunca esperei isso de você, não costumo subestimar meus adversários. - Disse Voldemort.

Os sete amigos não terminaram de ouvir a conversa ou duelo que estava acontecendo entre eles. Ouviram alguns feitiços serem arremessados na direção deles e se jogaram no chão.

- Olhem quem veio brincar.

Lilian ouviu uma voz fina e aguda.

- Estupefaça! - Gritou Lilian apontando a varinha para a pessoa que estava a sua frente, logo chegaram mais uns 10 encapuzados.

- Terá que fazer mais que isso lindinha. - A pessoa debochou. - Crucius.

Lilian desviou-se da maldição e olhou por um breve instante para o lado. Viu Tiago duelando com dois comensais; Sirius estava um pouco mais distante sendo atacado por mais dois; Deise e Laís estavam lado a lado duelando contra três; e Pedro estava tentando equilibrar a varinha nas mãos. Viu quando Tiago lançou um olhar preocupado pelo mar de feitiços, mas seus olhares não se cruzaram. Ao longe pôde ver Frank e Alice duelando contra alguns comensais, juntamente com mais um grupo da ordem.

-CRUCIUS!

Lilian ouviu a voz gritar novamente e se jogou para o lado.

- PETRIFICUS TOTALUS! - Lilian gritou apontando a varinha em direção a pessoa, por pouco seu feitiço não a atingiu. - PROTEGO. - Gritou novamente ao ouvir a pessoa lhe lançar outra maldição. - INCARCEROUS! - Lilian gritou e viu quando várias cordas prenderam a pessoa a sua frente.

Olhou em volta e viu um trouxa servindo de divertimento para um dos homens, correu em direção, mais ainda ouviu a pessoa gritando.

- ISSO NÃO VAI FICAR ASSIM, VOCÊS VÃO SE ARREPENDER POR TEREM DESAFIADO O LORD!

Tiago ainda lutava contra um comensal, o outro já havia sido derrotado. Todo o tempo que conseguia tentava olhar para ver onde Lilian estava, viu apenas quando ela passou correndo por ele, mas não pôde detê-la, pois o encapuzado não lhe dava um segundo de trégua.

Lilian correu até o trouxa sem notar a pessoa que se divertia com ele.

- Estupefaça! - Gritou em direção a pessoa, mas o feitiço não a atingiu.

- Idiota. - Ouviu o homem falar rindo e reconheceu-o imediatamente.

- Petrificus Totalus! - Lilian gritou novamente sem se intimidar, mas ele desviou-se novamente do feitiço.

- Vejo que conheceu a Lily, Tom. - Dumbledore que estava ao lado falou, lançando um feitiço e soltando o trouxa.

Lilian ergueu a varinha e lutou contra o frio que passava pela boca do seu estômago, tentou manter-se firme, sem demonstrar fraqueza.

- Amante de trouxa, como você. Veja Lilian, eu estava apenas mostrando umas coisinhas a Dumbledore. - Voldemort sorriu lançando uma maldição e aparatando, antes que Dumbledore o atingisse.


--------------


Abriu os olhos lentamente, tudo estava claro demais, voltou a fechar os olhos bruscamente devido o efeito da excessiva claridade. Tornou a abri-los e viu algumas pessoas ao seu redor.

- Lily, você está bem? - Ouviu a voz de Deise perguntar.

- Lily. - Ouviu Tiago a chamar, enquanto sentia as mãos dele passarem por seus cabelos.

- Eu... eu... aonde estou? - Perguntou tentando se levantar, mas voltou a deitar-se quando sentiu a dor aguda em sua cabeça.

- No St. Mungus. - Disse Tiago.

- O que aconteceu? - Questinou confusa. - Voldemort... ele lançou uma maldição em mim.

- Não, ele lançou uma maldição no muro que estava atrás de você, o muro desabou e algo deve ter batido em sua cabeça. - Disse Laís.

- E está tudo bem Ti? - Perguntou ela olhando aflita e passando a mão na barriga.

- Está, está tudo bem amor. - Falou ele dando um beijo na testa dela.
Lilian sorriu aliviada.

- Como as coisas acabaram? - Perguntou ela.

- Assim que Voldemort aparatou os comensais o seguiram, poucos foram presos, acho que uns três. - Informou Tiago.

- Você tá bem? - Perguntou olhando para Tiago que tinha alguns arranhões pelo rosto.

- Sim, estou perfeito, pronto pra outra. - Falou ele rindo.

- E vocês? - Perguntou ela, passando os olhos por Laís que tinha um imenso curativo no braço; Deise que tinha alguns arranhões pelo rosto; Remo que estava aparentemente normal e Pedro que tinha um galo na testa.

- Estamos bem, apenas alguns arranhões, nada para se preocupar. - Remo respondeu passando o braço pelos ombros de Laís.

- E o Sirius? - Lilian perguntou percebendo a falta do maroto.

- Ele está bem, mas o corte na perna dele foi grande e vai demorar um pouco para cicatrizar. Ele está na enfermaria masculina. - Informou Deise.

- É, acho que ele não tá muito a fim de sair de lá. - Disse Tiago rindo e Deise fechou a cara.

- Porque? - Perguntou Lilian.

- Certas curandeiras sabe? - Disse Laís rindo, lembrou-se da cara de Deise ao ver o tanto de curandeiras dispostas a cuidar do maroto.

Lilian sorriu um pouco confusa, pôde imaginar a pequena discussão entre Sirius e Deise, mas preferiu não falar mais nada, pois a cara que a amiga fazia estava dando medo.

- Vou ver como ele está, só vim aqui pra dar uma olhadinha em você. - Deise deu um beijo no rosto de Lilian e saiu.

- Tá morrendo de ciúmes. - Cochichou Laís enquanto Deise saia.

- É, mas não admite. - Disse Lilian rindo junto com os outros.


--------------


Os dias que se passaram foram de profunda correria. Lilian, Tiago e Sirius passavam os dias no ministério, o curso para auror ainda não havia começado, porém eles precisavam estar lá, para conhecerem e se adaptarem ao departamento dos aurores. Vez ou outra encontravam Remo nos corredores, mas não tinham muito tempo para conversar.

As reuniões na sede da ordem eram cada vez mais freqüentes, os avanços de Voldemort eram notáveis, mas não havia acontecido mais nenhuma batalha.

Sirius estava sentado em uma cadeira, atrás de uma mesa, no Departamento dos Aurores. O departamento era bastante amplo, várias mesas espalhadas e algumas divisórias com vidros repartindo alguns setores internos. Lilian e Tiago haviam saído para comprar alguma coisa que ele não havia prestado muita atenção, ainda estavam no horário de almoço, e ele estava concentrado na leitura de um relatório de uma missão realizada há alguns anos atrás por um grupo de aurores.

- Oi Black.

Levantou a cabeça e viu a mulher de cabelo castanho encaracolado, olhos cor-de-mel e um sorriso no rosto.

- Oi Stout.

- Só Lívia. - Disse ela sentando-se na cadeira de frente para o maroto.

- Que? - Perguntou ele confuso.

- Lívia, pode me chamar só de Lívia, Sirius. - Falou ela apoiando os cotovelos na mesa, chamando atenção para o generoso decote em sua blusa.

- Tá. - Ele deu de ombros. Lívia também havia passado para o treinamento para auror, lembrou-se que Lilian não havia gostado muito da mulher e tratou de falar para Deise.

- O que está lendo? - Ela perguntou puxando assunto.

- Um relatório sobre... - Sirius não terminou de falar ao ver entrar pela sala uma mulher de cabelos negros, pele alva e olhar firme.

Olhou e viu que ela andava acompanhada de um homem mais velho, o mesmo homem que havia lhe recebido quando ele chegou. O homem andava lhe explicando tudo e apontava para as diversas mesas que existiam na ampla sala.

- Aquela é a área onde ficam os aurores que ainda estão em treinamento.

Sirius viu quando o homem apontou para onde ele estava sentado, juntamente com Lívia.

Deise olhou para Sirius e depois para a oferecida que estava ao lado dele, ela não sabia quem era, mas mesmo sem saber, decidiu que ela era uma oferecida.

- Você pode sentar lá e aguardar até os outros voltarem do almoço. - Concluiu o homem, enquanto Deise caminhava para o lugar.

- Boa-tarde. - Disse ela fuzilando a mulher com o olhar.

- Deise? O que você está fazendo aqui? - Perguntou Sirius.

- Oi meu amor. - Deise chegou perto de Sirius que se levantou e o beijou.

Sirius olhou um pouco surpreso pela explícita demonstração de carinho, mas logo percebeu a real intenção da namorada.

- Deise essa é a Lívia Stout, faz o treinamento também. - Sirius apresentou antes que as coisas ficassem complicadas.

Deise sorriu com o olhar cortante para Lívia.

- Ah... oi. - Lívia estava levemente constrangida e estendeu a mão para Deise que a cumprimentou. - Tenho que ir ao banheiro. - Terminou ela saindo da sala.

- Gostou da Lívia? - Perguntou Sirius rindo.

- Então essa é a Lívia? Ela não tem sobrenome? - Questionou Deise cruzando os braços.

- Até tem, mas ela disse pra eu chamá-la de Lívia somente. - Disse ele provocando.

- Sirius Black, eu.. eu já disse pra você o que eu faço se eu ao menos imaginar alguma coisa. - Concluiu apontando para o peito do maroto.

- Ciúmes? - Perguntou Sirius erguendo a sobrancelha.

Deise fingiu que não ouviu.

- Não quer saber o que eu estou fazendo aqui?

- Pensei que tivesse vindo me ver. - Disse ele cheio de si.

- Não, eu vim pro treinamento de auror. - Falou Deise sorrindo.

- Como assim? - Sirius perguntou confuso.

- É o que os trouxas chamam de Repescagem, eu era a primeira da fila, uma pessoa desistiu, e eu entrei. - Concluiu ela sorrindo.

- Que maravilha. - Sirius abraçou-a.

-É. - Concordou.

- Porque você não me contou antes? - Sirius perguntou.

- Porque me ligaram hoje de manhã e me mandaram vir correndo pra cá, não tive tempo, só deu pra me arrumar e vir.

Sirius lembrou-se de como ela demorava para se arrumar e pensou que ela havia conseguido um recorde, afinal, chegou antes do anoitecer.


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Tiago, Sirius, Pedro e Remo estavam almoçando, enquanto as garotas davam voltas pelo beco diagonal.

- Você tem certeza que vai fazer isso Pontas? - Perguntou Sirius.

- Tenho, é o único jeito. - Afirmou Tiago.

- A Lily vai ficar uma fera com você. - Disse Remo.

- Eu sei, mas depois amanso a fera. - Tiago riu nervoso.

Pedro olhava atento a conversa.

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Lilian estava sentada em um banco no ministério ao lado de Tiago.

- O horário de almoço tá acabando heim? - Informou Sirius sentando-se no banco juntamente com Deise.

- Almofadinhas eu tava namorando. - Tiago falou falsamente ofendido.

- Você tem muito tempo pra namorar na sua casa. - Disse Sirius.

- Nunca é demais. - Falou Tiago enquanto levava um cutucão de Lily.

- Vocês só falam disso. - Reclamou Lilian.

- E tem coisa melhor? - Questionou Tiago sorrindo maliciosamente.

Lilian não respondeu a provocação, afinal, aquilo não tinha uma resposta plausível.

- Quando vocês terão a futura namorada do meu filho? - Perguntou Tiago a Deise e Sirius.

- Muito engraçado. - Disse Sirius. - Saiba que o feitiço pode virar contra o feiticeiro.

- Só se for na próxima remessa, porque nessa vai ser um menino. - Tiago informou. - Quer dizer que vocês estão tentando?

Deise corou enquanto Sirius ria.

- Tentar é a melhor parte. - Sirius comentou.

- Sirius! - Deise bateu no ombro dele e desconversou. - Vocês ainda não viram o que é? - Perguntou Deise.

- Ainda não deu, tá muito pequeno, minha barriga nem aparece ainda . - Lilian falou, frustrada olhando para a barriga.

- Não se preocupe amor, sua barriga vai ficar enorme. - Tiago fez um gesto com a mão, fingindo contornar uma barriga imensa.

- Não exagera. - Disse a ruiva.

Um barulho interrompeu a conversa dos quatro que se entreolharam.

- O que vamos dizer para o nosso chefe? - Questionou Sirius olhando para o cordão que apitava.

- Não tem problema, esqueceu que é o Moody, ele também é da ordem. - Disse Tiago.

- Então vamos. - Falou Deise.

- Vão na frente, eu e a Lily vamos passar na casa dos pais dela.

- Que? - Perguntou Lilian surpresa.

- Esqueci meu cordão da última vez que estivemos lá. - Disse Tiago apertando o bolso da veste e trocando um olhar significativo com Sirius.

Lilian olhou intrigada para o maroto e viu que realmente ele estava sem o cordão da ordem, e sem o cordão não havia como entrar na sede, precisava ser membro e estar com o cordão.

- Tá.

Aparataram no quintal da casa dos pais de Lilian. Lily bateu na porta com força e ouviu a voz de sua mãe.

- Eu já vou, calma.

- Lily querida. - A senhora a abraçou.

- Estamos com pressa mãe, Tiago veio buscar uma coisa que esqueceu aqui. - Lilian entrou e sentiu a porta atrás de si se fechar. - O que... - Demorou somente alguns segundos para entender o que estava acontecendo. - TIAGO POTTER, ABRA ESSA PORTA.

- Desculpe Lily, mas você não pode ir. - Disse ele com a voz triste.

Lilian ouviu apenas o barulho característico da aparatação e chutou a porta com força.

- TIAGO! - Gritou com raiva.

- Minha filha o que está acontecendo? - Perguntou a mãe de Lily preocupada.

- ALOHOMORA. - Gritou apontando a varinha para a porta, mas sabia que aquele feitiço não surtiria efeito nenhum.

Caminhou bufando para o sofá e sentou-se. Ela sabia que Tiago havia usado um feitiço protetor na casa, não havia como aparatar de lá de dentro, e muito menos abrir a porta com um simples alohomora. A única maneira de sair dali era combinando o feitiço para abrir portas com pelo menos mais três bruxos, e isso era um pouco difícil, já que estava apenas ela de bruxa na casa.

- Tome isso.

Lilian viu quando sua mãe entregou-lhe um copo de água e tomou o líqüido oferecido.

- O que aconteceu? - Perguntou sentando-se ao lado dela.

- Tínhamos uma missão, um duelo contra alguns bruxos, Tiago me trancou aqui para eu não ir. - Lilian resumiu a história, não queria falar para sua mãe sobre Voldemort.

- Você sabe que ele está certo querida. - A senhora Evans ignorou o olhar irritado da filha e continuou. - Você está grávida Lily.

- Mas não doente. - Retrucou ela.

- Mas é uma situação que exige mas cuidado.

Sem haver mais nada para fazer, e lembrando-se da sensação de possível perda do filho que esperava, Lilian deixou a cabeça pender para trás no encosto do sofá e fechou os olhos. Dormir? Ela certamente não conseguiria, estava com muita raiva de Tiago, mas também uma profunda angústia tomava conta de seu ser, afinal, ele estava em uma batalha e ela estava ali, sem poder fazer nada.


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Tiago juntamente com seus amigos e os outros membros da Ordem chegaram no local que estava sendo atacado. Ele não sabia porque mais aquilo estava estranho, não haviam muitos comensais e a área onde estavam atacando era um pouco deserta.

- Vejam só, os heróis chegaram. - Uma voz rouca e grave saiu de dentro de um dos capuz.

- É isso ai. - Disse Tiago apontando a varinha e começando a duelar, não sabia porque mais ainda estava achando aquilo estranho demais, parecia algo premeditado.


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Lilian sobressaltou-se ao ouvir um barulho, abriu os olhos meio atordoada e olhou em direção a porta. Ela estava aberta, passaram por ela alguns encapuzados e uma pessoa que ela já conhecia. Levantou-se rapidamente e pegou sua varinha, viu que ninguém tentou impedi-la.

- Olá Lilian, viemos fazer uma vizinha, para acertar algumas contas. - A voz saiu como um sibilado alto e fazendo seu corpo se arrepiar por inteiro.





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OI!OI! (autora se desviando de algumas azarações) Eu também amo vocês hauahuahauahau... não briguem comigo pq demorei, isso é injusto (cara de choro) rsssssssssssss... vamos passar rápido por esse momento de desculpas e vamos aos agradecimento:

Beca Black – Obrigada pelo comentário, vc não sabe como eu gosto de ler comentários grandes e o seu me deixou muito feliz. Não fique triste pelo Tiago e a Lily, vou contar um segredo (autora sussurra) eu não gosto de finais tristes (piscada marota) hauhauahauha... Vamos ver o que acontece. Beijos e obrigada por comentar e pelos elogios tb!!!

natty piments – Que bom que vc gostou do capítulo rsssssss... continue lendo e obrigada pelo beijo na bunda, pra vc tb!!!

Bia Black Potter – Ai obrigada pelo elogio (autora se derretendo) hauhauahauh... que bom que vc gostou do casamente duplo, tentei fazer o máximo que pude. Vamos ver o que acontece agora com o Sirius e a Deise. Beijos.

Julinha Potter – O Sirius podia ter uma filha mesmo? É quem sabe rsssssssss... vamos ver essa possibilidade, mas espero que ele continue tentando por muito tempo (olhar malicioso) hauhauahauh... Beijos.

Pamela Marul – O Sirius é quente mesmo hauahauhau... (paty se abanando) hauauahauh... Vê se para de me entregar... essa história de já começei a escrever hauhauahu... eu tinha começado mesmo minha BETA linda e maravilhosa hihihihi... Beijos.

Npotter – Obrigada pelo comentário e continue passando por aqui... beijos!!!

Ahavene – Obrigada pelo comentário e desculpe pela demora, sabe como é né? Tá, não tem desculpa rssssssssss... gostou dos vestidos? Que bom, são de umas revistas que eu adoro, comprei quando tava escolhendo o meu, o que eu usei no meu casamento era igual ao da Laís rsssssssss... beijos.

Vigzinha – Obrigada pelo comentário sua sumida rsssssssss... apareça sempre e não esqueci da sua fic, vou passar lá.

Bruh ternicelli – rssssssssss... qual personagem eu sou? Eu acho que sou uma mistura da Laís (só no físico) e na personalidade da Deise... pois é, meio complicado rssssssss... vê se põe pressão nesse homem pra casar mana hahauahauahauh... Beijos e vamos torcer, a próxima a casar é vc!!!

Vitor Krum Potter – Que bom que gostou do capítulo, do casamento e da Deise e do Sirius... fico feliz. O capítulo ficou pequeno? É né... acho que passei um pouco de relance por alguns momentos... desculpe rsssssss... Fazer um trailer, acho vou fazer isso, em uma das minhas fics tem, vou ver um tempinho pra isso... Obrigada pelas sugestões!!! Beijos na Bunda!!! Ah, vc quer me deixar louca? Outro user name? Hauahauhaua... gostei, mas gosto desse tb, vc é que sabe.

Evoluxa Black – Que bom que gostou do capítulo e vc está sofrendo da sindrome de falta de tempor tb??? rsssssssssss... isso é terrível, nos vemos pelo orkut, beijos e passarei na sua fic (não pense que estou mentindo, isso é feio) hauhauahauhauah... (voz chorosa) mas eu não tenho tempo, não brigue comigo, vi o link que vc deixou no meu orkut. Beijos.

Tattyy Potter – (autora pulando de alegria) VIVA!!! Alguém que lê meus comentários até o fim!!! hauhauahauaua... fico feliz que vc tenha gostado do capítulo e do casamento, isso realmente não estava nos meus planos rsssssssss... Beijos!!!

Biank – (autora pulando bem alto) VIVA!!! Mas uma que lê meus comentário até o fim, o número subiu pra 2 hauhauahauahu... vamos ver se vc gostou desse capítulo e não bate por eu ter demorado a postar rsssssss... senti sua falta, nunca mais comentou (autora acostumada a receber diversos ATUALIZA) hauahauhauah...

Eleonora – Que bom que gostou do casamento!!! O Sirius e a Deise são umas figuras mesmo rsssssss... Beijos!!!

tatimione – Oi, claro que eu lembro do seu e-mail, que bom que vc conseguiu achar a fic, a floreios mudou de endereço né? Gostou do Remo? Que bom que gostou eu amo ele, acho que é meu maroto preferido rssssssss... Que bom que vc gostou dos vestidos, realmente todo mundo ia querer me matar se a Laís fugisse rsssss... mas foi só um suspense básico!!! Ai o Sirius e a Deise tem um fogo né? Dão calor até em mim hauhauaaauh... quanto a eles terem uma filhinha vamos ver rssssss... e aguarde o final da fic pq vamos ter suspresas (autora tampa a boca) hauhauahau... adoro ler comentário gigantes rsssssssss... Beijos na BUNDA!!!

Emmy Black – Obrigada por comentar, BEIJOS!!!

Black Angel – Que bom que vc veio, pra vc mesma, se não ia te lançar uma maldição hauhauahuahu... O Reminho é um fofo mesmo (suspirando) O vestido da Laís era o meu (sorriso no rosto) rssssssssss... União moderna acho que é a cara do Sirius e da Deise hauahuahau... o Harry está a caminho la-la-la hauahauhauaha... vamos ver o que acontece amore!!! Gostou do final? Dá tentativa de fazer uma filhinha? Hauahauhauhau... vc tem mente poluída sim huahuahauahu... BEIJOS NA BUNDA MANA!!!! BEEEEEM GRANDE!!!

Marie Sorcellerie – Obrigada pelos elogios, fico muito feliz que vc tenha gostado da minha fic!!! O Remo é muito fofo mesmo, adoro ele rsssssss... como conversamos no msn, vamos ver o que acontece, já dei muita dica para a senhorita e não vou mais entregar nadinha hauahuahauahu... BEIJOS!!!

Sônia Sag – Mana kd seu comentário??? Vc disse pra mim no fire que leu tudo, então cadê o comentário crítica heim??? hauahuahauahu.... Amiga estou esperando, mas por enquanto tô agradecendo por estar lendo rsssssss... BEIJO GRANDE!!!

Pontas_Potter – Obrigada por comentar, BEIJOS!!!

Priscila Louredo – (olhar maligno) Como vc ainda não tinha lido capítulo da minha fic??? Que coisa feia!!! hauahuahauah... mana obrigada por comentar e vou pensar nessa sua promessa de nunca mais perder um capítulo pra ver se lhe desculpo hauahuahauha... BEIJOS NA BUNDA AMORE!!!


N/AUTORA: Gente vcs estão vendo que o negócio tá caminhando, caminhando e a hora está chegando (música de suspense) O que será que vai acontecer hauahauahuahau... não falo nada, sou um tumulo rsssssssssssss... BEIJOS NA BUNDA DE TODOS E AGUARDEM QUE VOU TENTAR NÃO DEMORAR e um abraço especial pra minha Beta linda (to chique gente, agora tenho Beta rssssssss...) PAMELA AMORE!!! BEIJO NA BUNDA PRA VC!!!


N/BETA: Ai to me achando!!!! Tudo bem que eu meio que me ofereci para betar sua fic, mas acho que vc curtiu tb né?! Ainda bem que vc aceitou amiga, pq to amando! Agora eu não sou mais uma simples leitora, sou uma leitora VIP! Nem demorei mto para te devolver o cap né? Aqui na minha terra (!) já são 01h17, e depois de um longo dia, um chilique da prof na facu, eu vim pra casa, em plena Sexta-feira betar seu cap! Nossa, sou mto legal mesmo. *Modo Sirius on!* Falando sério agora, eu adorei o cap e achei bem ousado o momento Remo/Laís (ousado para os padrões Remo de ser!). Mas comentário sobre o cap mesmo eu faço depois lá na F&B. Espero que vc goste do que fiz, obrigada por me deixar fazer isso, e claro, não posso negar, como a Géia disse, é ótimo ser a primeira a ler o cap novo! Beijos...adoro-te!

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