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11. Algumas Dores de Cabeça


Fic: A Assassina II - Ascensão e queda de uma assassina


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO XI. ALGUMAS DORES DE CABEÇA

Os dois rumaram em silêncio até o apartamento de Severo.

Não se tocavam... Sequer trocavam olhares. Talvez estivessem muito absortos pensando nas conseqüências que aquilo que estavam para fazer poderia trazer para a vida e, principalmente, para os sentimentos dos dois.

Por um lado, Amélia sabia que tinha se tornado um ser incapaz de sentir qualquer coisa... mas, ainda assim... Era Severo. Severo sempre foi diferente de todos os outros seres humanos, ela nunca pôde e nem nuca quis negar isso.

E ele... Ele simplesmente a queria. Embora tivesse consciência que não poderia se deixar perder mais uma vez por ela... Era perigoso envolvê-la no joguinho que ele participava, sempre entre Dumbledore e Voldemort. Mas, ainda assim...

Entraram no pequeno apartamento.

Ela foi até o sofá. Sentou-se, cruzando as pernas, não tão sensualmente quanto a ocasião pedia.

Ele foi até um pequeno armário, de onde tirou a garrafa de absinto e duas pequenas taças. Aproximou-se de Amélia, entregando-a um dos copos e servindo-o com o liquido verde. Sentou-se ao seu lado.

- Você teve um dia cheio hoje, Assassina?

O lábio de Amélia se curvou num mínimo sorriso, enquanto ela sorvia a bebida amarga.

- Os comensais já sabem até a minha alcunha entre os americanos?

- Você é inteligente. Os impressionou de verdade, hoje. Comandar bem, à retaliação. Fez-nos falhar.

Quase um sentimento de triunfo.

- Fico lisonjeada. Deixa-me adivinhar: vocês querem que eu passe pro lado de vocês?

Ele preencheu o seu copo pela segunda vez.

- Não posso dizer que o mestre não pensou nisso. Você seria recompensada.

- Eu jamais chamaria alguém de Mestre.

Os olhos dele brilharam... em contentamento?

Ele bebeu tudo.

- Ele quer apenas o mínimo de respeito.

- Severo, eu não respeito nem a mim mesma! Mas me conte sobre a sua missão falida: como você escapou? Eu queria te prender.

Ele suspirou.

- Eu fugi como sempre fujo. Mas não vou entregar o ouro ao bandido.

- Mas o bandido nessa história é você.

- Verdade. Mas por que você está aqui?

Ela o olhou. Os olhos brilhando.

- Pelo bandido.

O olhar dele se sombreou. Os dois se encaram por um momento.

E Amélia, finalmente, suspirou:

- Porque você sempre aparece na minha vida quando eu tenho um outro alguém?

- Foi você que se jogou na minha vida dessa vez.

Ela sorriu e abaixou a cabeça. Tomou o último gole de absinto que sobrava na sua taça.

- Nós estamos duplamente comprometidos dessa vez. Eu com Brian e o ministério. Você com a sua namorada e os comensais.

Ele acenou, enquanto enchia as duas taças.

- Verdade.

- E eu não dou a mínima pra isso.

Os olhos dele brilharam. Ele depositou a taça dele na mesinha se aproximou lentamente de Amélia. Roçou seus lábios nos dela. E os deslizou, percorrendo todo o seu rosto... então o pescoço... a mancha roxa no ombro. Ela suspirou. Segurou-o pelos cabelos, puxando-o violentamente para encará-la... E enterrou seus lábios nos dele. Sua língua na dele.

Severo não se fez de rogado: Correspondeu a cada investida ela com o dobro de intensidade.

Ele a puxou para cima dele, ainda sem separar seus lábios. Colocou as mãos por debaixo do vestido negro... Acariciando as coxas e subindo... Percebendo que ela não vestia roupas de baixo... e excitando-se com isso.

Ele a apertava cada vez mais intensamente, se sentido embriagado por aquela pele macia.

Ela colocou as mãos debaixo da camisa dele, acariciando o peito e o abdômen... mais embaixo, por vezes que arrancavam gemidos roucos dele. Beliscou o seu mamilo com os dedos. Ele sentiu uma eletricidade tão forte, que chegou a se contorcer.

Mas ela partiu o beijo e as carícias.

Saiu de cima ele.

Caminhou de um lado para o outro na sala.

- O que houve? – ele questionou, arfante.

- Me diz por que?

- Como? Por que eu beijei você?

- Não! – ela foi para junto dele. Rasgou a camisa dele, fazendo todos os botões voarem pela sala e a abaixou, até quase retirá-la por completo. Segurou o braço esquerdo, bem em cima da marca negra. – Isso! Por que isso?

Ele a afastou, segurando sua cintura. Levantou-se.

- Não vamos discutir isso agora, por favor.

- Eu preciso saber. Eu preciso saber por que você escolheu ser Comensal!

- Poder. Ideologia. Tudo que me foi oferecido!

Ela suspirou.

Passou as mãos pelo cabelo.

- É melhor eu ir embora.

Começou a andar.

Ele a seguiu.

Perto da porta, ele segurou o braço dela.

- Você não vai!

Ela virou-se, furiosa.

- A única maneira de me fazer ficar, é me estuporar.

Ele a soltou.

- Por que?

- Eu tive um dia cheio. Não dá pra passar o dia lutando contra comensais e dormir com um à noite.

Os olhos dele, agora, pareciam flamejar ódio... Mas ele nada fez para impedi-la: apenas soltou lentamente o seu braço e disse, mantendo o seu semblante duro.

- Como você quiser.

E ela, séria e sem dizer mais uma só palavra, saiu, ouvindo a porta se bater atrás de si.

Desaparatou.

XxXxXxX

Aparatou em sua sala.

Chegou chutando tudo. Quebrando taças. Cortou a mão ao esmurrar um espelho. Depois, acendeu um cigarro, jogou-se no sofá e tentou se acalmar.

'Que diabos eu estou fazendo aqui? Eu deveria estar relaxando com uma foda inesquecível, e não com essa porcaria. Porque eu tinha que estragar tudo perguntando sobre os malditos comensais? Eu nem me importo com o fato dele ser um!’

Uma tragada longa.

Ou será que eu quis estragar tudo para me livrar do magnetismo estranho que eu sinto quando estou perto dele?'

Jogou o cigarro em cima da mesa de vidro e foi para a cama. Talvez conseguisse dormir.

XxXxXxX

Ela se levantou. O pescoço doía. A cabeça latejava.

'Merda!'

Foi até uma estante de vidro e tirou um frasco que continha um líquido alaranjado mal-cheiroso.

'Poção para curar ressaca... O que mais faltam inventar?'

Bebeu o líquido amargo de uma só vez. Fez uma careta. Foi se vestir para ir trabalhar.

XxXxXxX

O ministério estava calmo, bem diferente do dia anterior... O que era simplesmente perfeito. Não estava com humor para brigas, ou lutas, ou interrogatórios... Aliás, não estava com humor para falar com ninguém.

Entrou na sua sala sem chamar a atenção de qualquer pessoa. Descansou o rosto nas mãos.

Eu preciso dormir mais.’

Frank Longbotton entrou na sala. Sentou-se.

- Eu não me lembro de ter te convidado a entrar ou a sentar. – ela disparou, azeda.

- Algum problema, Amélia?

Amélia riu, sarcástica.

- Ressaca, fome, abstinência sexual... Não! Tudo está maravilhosamente perfeito!

- Você está com um humor de cão hoje. E eu sinto dizer que vai piorar.

'O que, agora?'

- Porque você diz isso?

- Olhe.

Ele estendeu a ela uma porção de jornais. A maioria tinha a foto de uma Amélia muitíssimo nervosa estampada na primeira página. Todos os jornais descreviam como ela tinha sido rude e como desrespeitara a impressa. Também davam uma grande ênfase às torturas físicas e aos assassinatos que ela cometia. O fato de que a missão comandada por ela tinha sido um sucesso, era lembrada apenas numa nota final.

Todos, em absoluto, tinham um texto bem parecido sobre como a nova estrategista do ministério se parecia com um Comensal da Morte.

'Imbecis.'

- Frank, por favor, tire esse lixo sensacionalista da minha vista.

Ele recolheu os jornais. Segurou na mão de Amélia.

- Ontem foi um dia péssimo para todos nós. Eu não acredito que os aurores estejam preparados para o que você quer.

Suspirou.

- Eu sei. Mas pelo menos vocês pensaram querer ser capazes. Isso já é um começo. Eu garanto que vocês serão de mais ajuda do que os idiotas que deixaram a sala no primeiro dia – Ela então se lembrou que uma das idiotas era mulher dele – Desculpe.

- Está tudo bem. Alice sempre foi uma humanista incorrigível... Amélia, você está bem?

Ela pegou na sua gaveta um cigarro e o acendeu.

- Eu estou uma pilha desde ontem. Eu passei três anos treinando para ser a melhor: a melhor assassina, a melhor estrategista, a melhor decifradora, a melhor interrogadora, a melhor líder. E, ainda assim, falhei! Deixei uma pessoa da equipe morrer.

- Não foi sua culpa.

- Eu sei que não foi a minha culpa, porra! Isso é o que me deixa mais irada! Eu deveria-- Eu merecia a missão perfeita. Não foi a minha fraqueza que me fez falhar! Foi a fraqueza dos outros! Mas eu falhei! Eu fiz tudo certo, mas falhei!

- Você precisa se acalmar!

- Não! Eu preciso pensar! Amanhã teremos uma outra missão! Pode avisar aos seus amigos aurores que eu não tolerarei erros. Não admitirei uma morte que não seja estritamente necessária.

Ele a olhou, casado.

- Eu irei.

- Pode ir então.

Frank se levantou. Deu três passos e então parou. Virou-se para encarar Amélia, que tragava calmamente o seu cigarro.

- Desculpe por ter gritado com você.

- Está tudo bem, contanto que não se repita.

- Não se repetirá.

Ele deixou a sala, deixando Amélia só... Por apenas dois minutos.

A porta da sala se abriu. Schwartz entrou.

- Sabia que você não pode fumar essa porcaria aqui dentro?

- Me recrimine novamente, e eu corto as suas bolas e alimento o primeiro cachorro que vir com elas.

- Ouch! Calma, estressadinha!

- Schwartz, você é meu subordinado e deve me respeitar. Eu não tolero um tratamento que não seja senhora ou Lair, entendido?

- Isso exclui estressadinha e ouras coisas do gênero?

O semblante se fechou mais. Pontadas na cabeça anunciavam a volta da dor de cabeça.

- Definitivamente. Agora fale logo o que você veio fazer aqui. Estou sem um pingo de paciência!

- Tudo bem, capitã. Eu só vi fazer uma pergunta: A quem você serve?

Levantou uma sobrancelha.

- Como?

- Eu acho que fui bem claro. A quem você serve?

- Apenas aos meus próprios interesses. Eu não me sujeito a ninguém. Em outras palavras, eu não sirvo à ninguém, a não ser à minha ambição. Respondido? Pode ir.

Ele sorriu, embora o olhar dele faiscasse com ódio. Invés de ele sair da sala, ele se sentou.

- Eu pensei ter mandado você ir embora.

- Mandou sim, mas, assim como você, eu me subordino apenas à minha ganância. Diga-me, em que lado você está nessa guerra?

- Em que lado eu pareço estar?

- Não da que se autodenomina luz. Mas eu tenho fortes motivos para acreditar que você é, na verdade, uma espiã traidora.

Amélia se riu.

- Uma espiã traidora? Digamos que eu seja uma espiã traidora. – Ela debruçou-se sobre a mesa e agarrou Schwartz pelo colarinho. Pressionou a varinha no pescoço dele. – Você, então, teria descoberto o meu segredo e eu teria que te matar... Merlin sabe como isso me satisfaria! – Ele a olhou com medo. Ela gargalhou. – Sorte sua que eu não sou uma espiã traidora.

Voltou elegantemente à sua cadeira e tragou o cigarro.

- O que te fez acreditar que eu era uma traidora?

O olho dele brilhou, como se estivesse esperando pela pergunta.

- Eu apenas não acredito que você possa estar do nosso lado de dia e fodendo um comensal à noite.

XxXxXxX

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