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7. Amigos Inimigos


Fic: A Assassina II - Ascensão e queda de uma assassina


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CAPÍTULO VI. AMIGOS INIMIGOS

Belo dia para se trabalhar até tarde...

- Amélia?

'Saco!'

Ela se recostou à sua cadeira, suspirando pesadamente. Era Frederick Schwartz quem estava na porta.

- É Lair – falou com os dentes cerrados. – Entre.

O homem entrou, um semblante irritantemente amigável em seu rosto. Logo foi falando.

- Desculpe a interrupção, Lair, mas está quase na hora do tal ataque... A senhora não vai querer falar nada para nós?

Ela rolou os olhos.

O tal ataque...

Estava sendo programado pelo estrategista anterior, mas, que pena, ele morreu! Quando Amélia começou a trabalhar no Ministério, soube desse ataque... e o reformulou. Finalmente chegara o dia de pôr seus planos em prática.

A missão era simples: invadir a casa dos Lestrange e prender comensais.

Ao que se sabia, os Lestrange estavam programando uma festa secreta... Não tão secreta, na verdade, já que o convite foi enviado para algum traidor, e a informação remetida à Dumbledore. Claro que o velho informou o Ministério.

De qualquer forma, era fato conhecido é que, depois dessas infames festinhas secretas de comensais, sempre acontecia uma carnificina em algum bairro trouxa.

Finalmente Amélia estrearia em seu emprego... E logo na casa de Bellatrix, quem diria!

- Claro, Schwartz. Eu vou indo.

XxXxXxX

O quatorze aurores que formavam a equipe de Amélia, sentavam numa pequena sala do ministério, todos ouvindo atentamente a cada palavra que sua instrutora dizia... Todos excitados com a possibilidade de prender alguns comensais, salvar o dia e beber para comemorar... Eles não eram muito melhores que ela, afinal.

- Eu acho que não preciso dizer mais nada, preciso? Está bem claro o que faremos.

Eles apenas ficaram olhando-a. Ela suspirou.

Hora de fazer uma pequena revisão.’

- Aparataremos próximos à Mansão Lestrange nos aproximaremos. Eu estive estudando a mansão essa semana. Tem uma pequena brecha na porta, por onde eu espiarei o que acontece na festa. Assim que eles colocarem as máscaras, entramos. Alguma dúvida?

Um auror ruivo, Willian Hilton, levantou a mão. Amélia o olhou, dando consentimento para falar.

- Por que?

Ergueu uma sobrancelha.

- Por que o que?

- Por que nós temos que esperar eles colocarem as máscaras? Não tem lógica prolongar a espera.

'Imbecil.'

Falou devagar, como se tivesse explicando algo complicado à uma criança.

- Se nós entrarmos antes, será invasão de privacidade. Se entrarmos depois, será perseguição à suspeitos. Se entrarmos antes, não estaremos amparados legalmente.

Ele abriu a boca, como se tivesse acabado de ter uma epifania. Amélia rolou os olhos e bufou.

- Eu quero o maior número de Comensais da Morte vivos. Estuporem, torturem, batam. Mas não matem. Eu não posso interrogar cadáveres.

XxXxXxX

À surdina, quinze pessoas trajando negro e usando o Feitiço da Desilusão, tudo para se confundir com a noite, começaram a se aproximar da suntuosa mansão onde a música alta reinava imponente.

Amélia, aparando-se nas paredes, conseguiu chegar até perto da porta, onde um imenso segurança cuidava de manter os intrusos longe.

Ela parou exatamente atrás dele, sem fazer um ruído sequer. A sua mão escorregou pela sua saia negra, pela sua perna e chegou à sua bota, de onde ela tirou uma adaga. Apertou-a em sua mão. Ergueu-a, até que a ponta se aproximasse bastante do pescoço daquele que seria a sua vítima. Olhou para Frank Longbotton, que estava a sua esquerda. Ele acenou.

Rapidamente canalizando toda sua força em seus braços, Amélia segurou a boca do homem e cortou-lhe a garganta. Quase imediatamente, o corpo sem vida derramava todo o seu peso sobre ela. Com a mão que segurava a adaga ensangüentada, ela apoiou o corpo dele, e, lentamente, o deitou no chão, sem nenhum ruído.

A morte daquele segurança passou despercebida aos olhos do mundo.

Ergueu seu polegar para Longbotton.

O auror fez um sinal, chamando aqueles que estavam atrás dele para mais perto.

Amélia se escorou a porta, tomando cuidado para que sequer a sua sombra pudesse ser percebia dentro da festa. Ela espiou pela mínima fresta que tinha na entrada.

Dezenas de pessoas se amontoavam no que seria o fim da comemoração. Ela pode ver de relance o rosto de Bellatrix, sempre tão bela, agora, como a anfitriã Lestrange.

A música cessou. Amélia percebeu uma movimentação na sala. Capas negras. Uma máscara. Era hora de entrar.

Amélia olhou para Frank. Ele fez o sinal. Todos os aurores se posicionaram em frente à porta. Amélia limpou a sua mão na saia. Empunhou a varinha. Com um feitiço, explodiu a porta.

O semblante sobressaltado dos comensais chegou quase a ser hilário.

Amélia sorriu sarcasticamente... E correu para o encontro daqueles que já se encontravam em posição de ataque.

Chuvas de feitiços das mais variadas cores irromperam, quebrando os soberbos cristais daquela casa.

Amélia já tinha conseguido derrubar um... dois... três comensais. Então...

- Expeliarmus!

A varinha de Amélia caiu no chão.

Merda!’

Uma comensal estava vindo em na sua direção, varinha empunhada, pronta para diferir um feitiço. Não havia tempo de apanhar a varinha. Ela respirou fundo.

E agiu.

Rapidamente, deu um passo a frente. Com o braço, bateu na mão em que a mulher segurava a varinha. Agora ela também estava desarmada. Antes que a comensal pudesse perceber o que acontecera, Amélia esmurrou o seu rosto. Ela se curvou. Bradou.

- Vaca!

E a reação veio.

A mão da comensal encontrou o rosto de Amélia numa espécie violenta de tapa: As suas unhas cravaram-se no rosto dela, rasgando-o. Amélia gemeu.

Pousou a mão aonde ardia... e viu sangue.

- Puta! Meu rosto!

Esmurrou o estômago a mulher; ela se curvou. Com as duas mãos juntas, Amélia bateu nas costas dela, fazendo-a cair ajoelhada. Tirou violentamente o capuz e a segurou pelos longos e sedosos cabelos negros. Ergueu um pouco a sua cabeça. Arrancou-lhe a máscara.

Era Bellatrix.

Amélia deu um sorriso irônico.

- Ah, olá, Bella.

Os olhos negros da mulher brilharam de ódio.

- É bom te ver, Amélia!

Colocou a mão no queixo da sua antiga amiga... Iria matá-la. Quebrar o seu pescoço...

Mas uma varinha apontada bem a para a sua nuca a fez desistir do seu intento.

Amélia prendeu a respiração.

Uma voz masculina ressonou por trás dela.

- Solte.

Amélia soltou o rosto de Bellatrix e ergueu as mãos ao alto, em sinal de redenção.

Bellatrix sorriu. Apanhou a sua varinha e desaparatou.

'Merda!'

O comensal segurou os braços dela fortemente, abraçando-os, machucando. Amélia tentou se mexer – ele apertou a varinha com mais força contra a sua nuca.

Ninguém viu. Todos estavam ocupados demais, travando batalhas.

Ele começou a arrastá-la... Ela sabia que não seria seguro tentar qualquer reação ali. Uma tentativa de reação seria muito óbvia, agora... A única coisa que ela talvez tivesse ao seu favor era o elemento surpresa. Ele precisava acreditar que ela estava rendida, primeiro.

Os gritos e luzes ficavam cada vez mais distantes à medida que ele a guiava por um longo corredor escuro. E então, parou.

Ela não se moveu. Tinha que pensar no que fazer.

A varinha deslizou da sua nuca para a frente do seu pescoço. Pressionou, machucando.

Um arrepio de medo passou pelo seu corpo.

- Não se mova.

Amélia ouviu algo caindo no chão. Levou os olhos para a fonte do barulho. Era a máscara e a capa de comensal.

Pavor.

Lábios famintos tinham se apossado da sua nuca, do seu pescoço, dos seus ombros. Uma mordida que ele reconheceu.

Prazer.

Suspirou, quase aliviada.

- Severo.

Ele segurou a sua cintura com uma mão e a virou. A varinha ainda ameaçadoramente apontada para ela.

Deu um passo a frente. Amélia ficou parada.

Ele ergueu uma sobrancelha.

- É melhor fazer absolutamente tudo o que eu quero.

- Você usaria mágica contra mim?

- Sim.

Ela sorriu, sarcástica.

A mão que segurava a sua cintura desceu para as suas nádegas. Ele a apertou, trouxe-a para junto dele.

Passos largos para trás, até encostá-la na parede.

Olhou para o peito arfante dela. E para os seus olhos. E para os seus lábios entreabertos.

O rosto desceu lentamente, até poder mordiscar os lábios dela.

Amélia fechou os olhos, saboreando.

As suas mãos, quase involuntariamente, foram para o quadril de Severo, acariciando. Pôde sentir os lábios dele se curvarem num sorriso.

Ele subiu o rosto, voltando a olhá-la.

A varinha encostou-se suavemente em seu pescoço, seduzindo, descendo, até encontrar os seus seios.

Arrepios. Emoções antigas.

Tinha que manter a sanidade.

- Isso, Severo, é estupro.

Ele jogou a varinha no chão.

- Não, Amélia, isso é consensual até demais.

E a beijou.

XxXxXxX

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