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6. Um Homem Incrível


Fic: A Assassina II - Ascensão e queda de uma assassina


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Estou de férias!

Isso quer dz: nd de atualizações por um bom tempo! Vcs tiveram quase um ano d fic, eu mereço uma folguinha, naum!

Quem quiser, pode deixar o email q quando eu voltar a atualizar eu aviso! D

CAPÍTULO VI. UM HOMEM INCRÍVEL.

Só pra ficar claro, Senhor Irresistível, eu não vim dar pra você!”

Ele sorriu. As mãos subiram para a sua cintura.

- Foi o que imaginei. Como você me achou aqui?

Amélia se soltou. Foi para longe... Era o melhor a fazer... Antes de perder o controle.

- Sua mãe. Eu fui até a Mansão Snape e ela me deu o endereço. Aliás, tamanha coincidência! A minha casa fica a poucos quarteirões daqui.

- Sua casa? Está de volta, então?

Ele foi até o sofá e se sentou. Bateu levemente no sofá, convidando Amélia a se sentar ao seu lado. Ela sorriu, zombeteira, e foi. Cruzou as pernas lentamente, sem deixar de sentir os olhos dele a acompanhando por um segundo sequer. Snape esticou a mão até a mesinha que ficava ao lado do sofá. Pegou uma garrafa com um liquido verde e duas pequeninas taças. Serviu-as. Amélia começou a ficar com água na boca.

'Absinto'

- Aceita?

- Pensei que não fosse oferecer nunca.

Amélia tomou um pequeno gole, sentindo o gosto forte rasgar a sua garganta e desfrutando de um enorme prazer com isso. Severo esvaziou o conteúdo da taça em um único gole. Comentou:

- Você bebe devagar.

- Eu procuro o gosto do absinto, e não a embriagues eventualmente causada por ele.

Ele pousou o copo na mesinha. Aproximou-se mais. Bem mais.

- Você não me respondeu. Está de volta?

- Estou de volta, sim. E sem pretensões de um dia voltar aos Estados Unidos. Nem pra visitar.

- Brigou com seus pais?

- Não – ela sorriu. – Cortei o cordão umbilical – silêncio. – Ah, por falar em pais, eu conheci o teu pai.

Ele se levantou.

- Ah, você teve o desprazer.

- Desprazer, de fato. O homem é intragável. Não me admira que você tenha saído da família. Se fosse comigo, teria feito a mesmíssima coisa. Ou talvez mais, quem sabe.

- Finalmente uma alma viva que me entende. Mas o que você veio fazer aqui?

Ela se levantou e, mais uma vez, se aproximou dele. Ergueu o rosto, deixando os lábios bem próximos dos deles.

Amélia... O que você está realmente querendo com esse joguinho?’

- Queria te ver – ela mentiu. Não estava na hora de mencionar os Comensais. – Sabe, estava com saudades. E vi te devolver isso.

Ela retirou o colar que Severo tinha a presenteado há três anos. Colocou no pescoço dele, num gesto que evidenciava seus seios... Talvez propositalmente. Ele não pode evitar o olhar. Ela percebeu.

- Como nós não somos mais exatamente apaixonados, eu achei que não tinha o menor direito de ficar com isso.

- Nesse caso, eu acho que devo te devolver o seu.

Ele ia se virar, mas Amélia o segurou pelo braço... Braço verdadeiramente musculoso, ela não pode deixar de notar. Começou a arrastá-lo de volta para o sofá.

- Não se incomode – sentaram-se. – Se você não me devolver o colar hoje, garantimos um segundo encontro, não?

- Creio que sim.

Eles se olharam em silêncio. Ele começou a se aproximar dela... Amélia quase riu... Ele costumava fazer isso em Hogwarts, quando ainda não estavam namorando.

Tocou a sua perna.

- Bem, o que você tem feito? Fora sexo.

- Eu estou trabalhando numa loja, na Travessa do Tranco. Não paga muito bem, mas dá para viver... Nesse cubículo, é claro... Mas, como eu mal paro em casa, está de bom tamanho.

- Eu percebi, que você não para em casa – ela o olhou maliciosamente. – Aquelas garotas pareciam estar viciadas em você.

Aproximou-se mais.

- E estão.

- E você tem uma namorada.

- Ela está fora da cidade – ele deu de ombros.

- E você aproveita a ausência dela...

- ...com as minhas fãs.

Mais proximidade. Ela sussurrou, já quase tocando os lábios dele com os seus próprios.

- Você deve ter aprendido bastante.

- Tive três anos de treino duro.

Amélia riu. Ele estava inclinando a cabeça para beijá-la... E ela se afastou. Sorriu maliciosamente. Severo pegou um maço de cigarros. Antes de acender um, perguntou.

- Se importa?

- Sim, se você não me oferecer.

Ele colocou o cigarro na boca e o acendeu. Tragou. E colocou-o nos lábios de Amélia, sem deixar de tocá-los por um momento. Ascendeu um pra ele próprio.

- Você está fumando, Amélia? Sempre pensei que fosse contra tal vício.

- Eu era – tragou. – Mas a minha vida nos Estados Unidos me rendeu um monte de maus-hábitos.

- Tais como...?

- Bom, eu fumo demais...

- O que é uma surpresa.

- ...bebo demais...

- Isso você já fazia quando te conheci.

- ..Trabalho demais...

- Assim como eu.

-...Festejo demais...

- Algumas coisas nunca mudam.

-...e fodo demais.

Ele a olhou incrédulo. Ela riu.

- Sem comentários para essa última?

Ele pigarreou.

- Bom... Não se pode dizer que isso é um mal-hábito... Mas sim um bem interessante. Principalmente vindo de você... – Ela riu. – Isso quer dizer que você tem praticado bastante no decorrer desses anos.

- Sim. De fato. Pratiquei muito. – Mais uma aproximação. – Acho que posso ser classificada como ninfomaníaca.

- Ninfo? Isso é uma coisa que não imaginava de você.

- Eu sou uma caixinha de surpresas.

- Mas você está boa de cama, agora?

- Muito boa de cama. Só recebo elogios.

Ele se aproximou um pouco. As mãos pousaram sobre a cintura dela. Roçou os lábios no seu ouvido. Ela suspirou, sentindo uma onda elétrica atravessar todo seu corpo. Ele sussurrou sedutoramente.

- E quando eu vou provar?

- Nunca. – ela cortou. Ele se separou dela, desapontado. Risadas. – Sabe, eu também tenho o péssimo hábito de ser fiel.

- Fiel? Então você...?

- Sim, eu tenho alguém. Ele se diz meu noivo, mas eu ainda não disse se queria casar com ele. Eu gosto dele... Ele é até legalzinho.

- Mas...?

- Não tem mais. Eu apenas não sei se quero me casar agora. Sabe, eu prefiro uma vida devassa, como essa que você está levando.

Ele serviu aos dois, mais uma dose de Absinto.

- Como a minha? Com quantos homens você já dormiu, posso perguntar?

- Hmmmm... Deixe-me pensar... Três namorados... quatro, com você. Dois quase namorados. Três ressacas. É... Nove homens.

-
Três dos quais você nem sabe o nome.

- Na verdade, eu sei, porque eu me apresentei pela manhã.

Eles riram. E assim o tempo passou, até o amanhecer do dia... Um seduzindo o outro, enquanto conversavam sobre a vida. Não se deixaram embebedar. E apenas perceberam quanto a hora tinha passado quando os primeiros pássaros começaram a cantar.

XxXxXxX

- Nossa, Sev, já é dia! Eu tenho que ir para casa... Logo, logo tenho que trabalhar.

- Eu também.

Ela o fitou demoradamente.

- Eu quase tinha esquecido de como é maravilhoso passar o meu tempo com você. E, eu devo admitir – sorriu – O tempo te fez ficar ainda mais interessante.

Ele pousou a mão na coxa dela.

- Você também. E está linda.

- Jura? Pela amostra de ontem eu achei que você preferisse as loiras!

-
Eu prefiro, de fato. Mas você... é você.

Levantou-se, rindo do elogio. Caminhou até a porta, pensando em sair, quando sentiu aqueles braços fortes a agarrarem por trás. Os lábios de Severo atacaram a sua nuca, famintos. Arrepios. A maçã do seu rosto tornou-se afogueada.

- Eu sou eu, Severo. Tente não me tratar como as suas fãs, por favor!

Ele suspirou enquanto a soltava.

- Tudo bem, eu te respeito.

Saiu. Virou-se.

- Bom, eu tenho que ir agora. Se chegar ao trabalho com esse cheiro de Absinto, perco o emprego!

- Idem. Onde você está trabalhando?

- Ministério. Enfim consegui o emprego dos meus sonhos – Tirando margens para futuros questionamentos, ela continuou. – Nos vemos novamente?

- Amanhã. Tem um bom restaurante do outro lado da rua. Como é perto, depois podemos vir para o apartamento – ele disse, insinuante.

- Feito.

Desaparatou

XxXxXxX

Ela apartou no apartamento. Suspirou.

'Como eu posso querer ele? Eu o vejo se agarrando com três mulheres e ao invés de sentir nojo eu me excito? O que há de errado comigo? Três anos. Há três anos eu não o vejo! Como eu posso me excitar com ele como se o tempo não tivesse passado?'

Ela preparou um bom banho quente. Entrou na banheira.

'E ele não ajudava nada... Se ao menos parasse de me comer com o olhar, talvez eu não tivesse sentido nada. Mas que energia é essa que me liga a ele? Por que eu me sinto estremecer a qualquer toque?... E isso não acontece comigo há muito tempo... Desde que eu acabei com ele, na verdade.'

Ela saiu do banho. Separou uma saia e uma camiseta. Nada muito especial. Começou a se vestir.

'O pior é que ele continua a ter uma conversa interessantíssima. Horas e horas juntos, e ele não deixou o assunto acabar sequer uma vez... Como um homem pode ser tão incrível? Droga, estou atrasada! Ah vai com bafo de absinto mesmo!'

Ela pegou uma bolsa e desaparatou no ministério.

XxXxXxX

Estou de férias!

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