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2. A mulher dos olhos tristes


Fic: A Terra dos Esquecidos


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2 – A mulher dos olhos tristes


Rony passou a manhã olhando o estranho vilarejo. Sentia-se observado o tempo todo. Poucas pessoas passavam caminhando livremente, umas preferiam se esconder, deviam estar com medo por algum motivo.

As flores dos jardins estavam ressecadas, talvez pelo tempo seco ou pela falta de cuidados. Aquele povo não era muito receptivo, gostavam de se fechar no seu próprio mundo e fingir que os visitantes não existiam. Os homens pelo que viu, saiam cedo, provavelmente para trabalhar, as mulheres ficavam em casa cuidando dos filhos e das tarefas domesticas. Outra coisa estranha é que não se via muitas crianças naquele lugar.

Uma hora andando e nada que fosse suspeito foi encontrado, parecia tudo na mais perfeita ordem, apesar do lugar ser bem estranho.

Ouviu um ruído baixinho, parecia que vinha de dentro, não um ruído qualquer, apurando os ouvidos parecia ser musica. Com certeza era musica, e era também algo instrumental. Ficou tentado a ir ver quem tocava essa musica tão melodiosa, mais e mais a musica o envolvia. Sem nem mesmo perceber já caminhava em direção ao bosque.

Já ouvia muito melhor e Rony queria saber logo quem estava tocando. A musica era linda, porem triste, assim como a mulher que tocava e ele logo viu sentada numa pedra tocando o violino. Os olhos com a maquiagem borrada denunciava que estava chorando, vestia um espartilho roxo e um longo vestido estilo camponês, o mesmo modelo que viu nas outras mulheres do lugar. Nos cabelos castanhos e longos, foi impossível não notar, havia uma belíssima rosa negra, algo que ele nunca tinha visto, logo associou ao nome do vilarejo: “Black Rose”.

Na cena também apareceu outra mulher, também com uma rosa negra, porem ela a segurava nas mãos. Os cabelos escuros e a pele pálida davam-lhe um ar doentio, mas sua beleza era evidente. Algo sombrio e misterioso envolvia as duas, uma estranha ligação que não sabia explicar e de um certo ponto lhe dava medo. A violinista tinha um olhar triste e agonizante como se tivesse sofrendo muito, já a mulher de preto tinha e olhar duro e determinado, ainda sim frio e sem vida.

– Vergonhoso que alguém da minha família seja um mestiço. – desdenhou a dama de preto.

– Todos hoje em dia são mestiços... – disse a violinista.

–... Isso não enobrece em nada, você, no entanto tem um poder muito superior aos outros, mesmo tendo o sangue sujo.

– Talvez essa seja a prova de que aqueles a quem você chama de sangues sujos não seja inferiores, talvez...

– Apenas sorte. Como consegue andar livremente na luz do dia?

– Lhe faço a mesma pergunta.

– Devia se por no seu lugar, eu a escolhi dentro muitos seguidores, deves ser leal a mim.

– Sou leal aos meus ideais e mais ninguém.

– Continue a tocar.

A violinista recomeçou a tocar e sua expressão voltou a ser de profunda dor. Rony não conseguiu entender o real motivo da conversa mas anotou toda ela num bloco de notas que tinha no bolso. Aquela estranha conversa poderia ter algo a ver com o caso que estavam tratando. Saiu de lá o mais cuidadoso e rápido possível, precisava relatar tudo pra Hermione, ela era muito melhor nesses casos complexos que era necessário raciocínio.

Quando Rony já estava longe, com um grito agonizante penetrando as arvores do bosque, cessaram os acordes melodiosos do violino.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Hermione estava sentada na janela da cabana olhando tudo que podia ao seu redor, querendo achar alguma coisa que seja fora do normal. Seja quem fosse que estava com esse poder extraordinariamente perigoso na sua posse sabia muito bem como se camuflar.

Não gostava de ficar sozinha, queria que Rony chegasse logo pra lhe fazer companhia. Passou a manha toda desenhando modelos para o seu vestido de noiva, apesar de estar em missão, não podia ignorar que estava noiva e um pouco tempo seria a nova Sra. Weasley. Nunca pensou em se casar ou ter filhos, apesar de pensar muito no seu futuro, mas desde que Ron entrou na sua vida e viu-se apaixonada de verdade por ele, a possibilidade de formar uma família veio muitas vezes na sua mente.

Depois de vários desenhos, acabou desistindo e resolveu fazer o almoço, não sabia fazer muita coisa, apenas o básico. Ainda na janela viu que Ron se aproximava. Sentindo um enorme alivio no peito e uma alegria crescendo em si foi para a porta recebê-lo quase correndo.

– Oi Ron, que bom que voltou... – disse se atirando nele.

– Mione, calma, eu mal cheguei. – disse rindo da alegria dela.

– Não gosto de ficar sozinha e você demorou demais! – reclamou quando ele entrou.

– Eu demorei sim, desculpe por isso, mas tive motivo. Eu andei fazendo uma busca por aqui procurando algo estranho.

– Achou? – perguntou ela interessada.

– Acho que sim, mas quero que veja antes. – respondeu Ron lhe entregando o bloco de notas onde estava com a conversa das misteriosas mulheres da clareira no bosque.

– Isso é muito estranho... – comentou a Mione depois de ler as notas.

– Foi o que achei, mas nenhuma das duas disse nada que pudesse realmente ajudar.

– Você lembra dos rostos delas?

– Sim.

– Já é um começou, poderemos identificá-la dentre as outras mulheres. E esse poder que falaram for o que estamos procurando então estamos no caminho certo. Teremos que segui-las se for preciso.

– Vai ser uma missão cansativa. – comentou Rony aparentemente cansado.

– Eu sei, fiz o almoço se quiser agora.

– Pensei que não soubesse cozinhar... – disse Ron querendo provocá-la.

– Alguma coisa eu sei, não muito, mas deve estar bom.

– Deve estar horrível...

– Você nem sequer comeu, não pode sair falando assim, tem que experimentar. – disse Mione começando a se irritar.

– Então não come, fica aí com fome. Depois não reclama!

– Calma Mione, eu estou brincando, com toda certeza deve estar delicioso, assim como tudo que você faz é delicioso. – comentou ele com seu melhor sorriso cheio de malicia abraçando a cintura da Hermione.

– Você é terrível...

– Mas eu sei que você me adora. Vamos almoçar, e... depois...

– Depois iremos pesquisar sobre as mulheres que você viu no bosque! – disse determinada.

– Eu tinha outros planos. – falou beijando seu pescoço.

– Conheço muito bem suas intenções, e esses “planos” ficam pra depois. Estamos aqui a trabalho ou você esqueceu?

– Não, você faz questão de me lembrar toda vez que tento algo.

– Ron, vamos comer um pouco, descansamos, fazemos a pesquisa e à tardinha eu te faço um carinho. O que acha?

– Proposta tentadora essa... será que aceito? – disse fazendo cara de pensativo.

– Acho bom aceitar, pode ser o único momento que faremos algo intimo juntos. Depois teremos que nos dedicar ao trabalho.

– Mas isso não é justo, somos noivos e precisamos da nossa intimidade.

– Não tenho culpa se você é um pervertido.

Eles almoçaram tranqüilamente, apesar das provocações de Rony.

Não tão longe dali, alem dos pinheiros do bosque e da normalidade do vilarejo. A violinista que se encontrava numa antiga cabana de pedra quase totalmente escondida pela vegetação do lugar tomava um liquido vermelho numa taça de cristal. A dama de preto estava ausente no momento estava a encarando numa antiga pintura de uns mil anos atrás. Na parte inferior da pintura escrito com letra bordada dizia: Tributo à princesa Mégara Antoniet Black Rose. “Black Rose”... Rosa negra, sua benção e sua maldição. Pegou seu cordão com o medalhão de ouro que ficava escondido por debaixo da roupa, no busto. A Cruz com a rosa negra entrelaçada em alto relevo no ouro. Abriu e analisou um tempo, era sua mãe e ela ainda pequena, contemplou por longos minutos. Fechou e leu na parte de traz: Homenagem ao nascimento da pequena Meg, nascida formando a qüinquagésima geração da família Black Rose. Filha de Andrômeda e Michel Black Rose. Guardiã do maior poder da nossa raça: Bem vinda à princesa que nos guiará, Mégara Andrômeda Black Rose.

~Mégara Antoniet Black Rose~

~Mégara Andrômeda Black Rose~

Duas rosas com muitos espinhos.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Oi gente, segundo capitulo postado, espero que gostem


Agradecimentos especiais a: Duda pirini e a *Lari Forrester Black* pelos comentários.

Já comecei a escrever o terceiro capitulo... Uma rosa perigosa. Postarei o mais rápido possível, quero que comentem criticando ou elogiando, qualquer coisa, poderiam também colocar o link das suas fics para que faça o momento propaganda. No final dos capítulos.

Aos novos leitores que mesmo não comentando gosto muito de vocês por se darem o trabalho de ler minha historia, e sejam muito bem vindos a minha mente, onde tudo pode acontecer...

Beijos a todos e até o próximo capitulo.

Tchau!!!!

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