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17. A Supremacia de Marcus


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione, Rony e Harry chegam ao corredor do St. Mungus onde estaria o quarto em que Arthur Weasley estava internado. Logo avistam Gina e a Sra. Weasley sentadas do lado de fora do quarto, e antes que pudesse dizer algo, Molly já apertava o filho com força.

-Calma, mãe, como o papai está? –Rony pergunta tentando se manter calmo.

-Aquele animal quase o matou! –fala com a voz embargada, já novamente deixando as lágrimas tomarem sua face.

-Não exagera mãe, foram só lesões leves, o papai só ta um pouco velho pra se meter em duelos. –Gina tenta acalmar as coisas, mas Molly apenas lhe dirige um olhar indignado.

-Vocês me chamaram dizendo que ele acordou, o que ele disse? –Hermione pergunta tentando mudar de assunto.

-Não sabemos, ele disse que só falaria pra você e pediu que esperássemos aqui fora. –Gina fala emburrada, não tinha gostado nada da atitude do pai.

-Então eu vou entrar e já volto pra falar com vocês. –Hermione fala antes de entrar no quarto.

-Que bom que veio, Hermione. Pedi uma penseira a Minerva pra te mostrar o que aconteceu. –fala indicando a penseira no criado mudo a seu lado.

-Mas porque uma penseira? Poderia só me falar, não? –pergunta estranhando o procedimento.

-Se eu falasse você não acreditaria. –fala indicando o objeto mágico e Hermione imediatamente toca o fio prateado com a varinha e é puxada pra lembrança.

Após visualizar todo o ocorrido desde a reunião à parte em que Arthur desmaiou, Hermione voltou e tinha uma expressão de choque no rosto, simplesmente não poderia acreditar no que via.

-Arthur... –ela começa deixando uma lágrima rolar por sua face.

-Sinto muito, mas é a verdade. –fala com a voz fraca, como se também não quisesse acreditar.

-Ele não pode ter feito aquilo... é o Harry... meus pais... –após se lembrar dos pais o desespero vira ódio e Hermione parte em disparada pro corredor, ignorando o apelo de Arthur.

Ao sair sua expressão transtornada assusta todos, que antes de terem tempo de perguntar algo, a vêem acertar um soco em Harry, que bate fortemente na parede atrás de si. Rony e Gina se levantam pra segura-la e impedi-la de acerta-lo de novo.

-Desgraçado, Assassino! –urra com raiva, tentando lutar contra os irmãos que a seguravam diante das expressões chocadas e paralisadas de Harry e Molly.

-Calma Mione... –Gina tentou acalma-la, mas deu uma brecha pra Hermione ver e pegar sua varinha.

-Vou te matar, Marcus! –fala antes de apontar a varinha perigosamente pra Harry, mas em um rápido reflexo, Gina torce o pulso de Hermione e impede o lançamento do feitiço, enquanto Harry aparata. Ao mesmo tempo, Draco que chegava lança um feitiço em Hermione, a deixando inconsciente.

-O que ta acontecendo aqui? –Draco pergunta enquanto Rony e Gina olham em volta.

-Hermione voltou do quarto e agrediu Harry, o ofendeu e se referiu a ele como Marcus antes de tentar lançar um feitiço. –Molly fala saindo do choque.

-E o pior é que Harry aparatou e não dá pra saber pra onde. –Rony fala confuso, e pegando hermione nos braços.

-Vamos entrar e esclarecer tudo com o papai. –Gina fala tentando por a cabeça no lugar e todos parecem concordar.

Harry aparata em uma rua escura, enfrente a um parque. Ainda confuso, senta-se em um banco ainda repassando o que acabara de acontecer com Hermione. Ela o chamara de Marcus, o olhara com ódio e poderia jurar que lhe lançaria um Avada Kedavra ou pior se não houvesse aparatado.

“Não pode ser, mas ela não me acusaria se não tivesse certeza absoluta.” –sua cabeça dá voltas, mas não deixando de pensar no olhar de Hermione, aquilo era o que mais lhe feria. –“Os pais dela! É por isso que ela me odeia... não, eu não faria isso com o Sr. e com a Sra. Granger, eu gostava deles, eram boas pessoas...” –nesse instante as fotos que vira no relatório que Gina lhe mostrara, vieram a sua mente, os pais dela mortos, a mensagem de sangue na parede. –“Eu não posso ser esse monstro... eu não seria capaz...” –outras fotos lhe saltaram a mente, eram muito mais assustadoras, via seus tios, Duda e a esposa e filho que nem conhecera.

Se levantou e agitou a cabeça violentamente como se isso pudesse afastar aquelas imagens, mas aquilo apenas lhe lembrou outras, era como se as visse na sua frente. O mar de sangue de Salém tomava toda a avenida, sentiu o estomago embrulhar e disparou pro parque atrás de si, parou horrorizado com o “fantasma” dos Granger’s, correu ainda mais, viu os Dursley’s, gritou tentando afasta-los, até que se viu diante de Voldemort, aquela aparência viperina e sorriso insano, se desfazendo pra abraçá-lo como um pai faria com um filho. Avançou correndo praquela imagem como se fosse um jogar de futebol americano, só que ao invés de se chocar com o corpo de Voldemort, se chocou com uma árvore.
Levantou atordoado e as vítimas mutiladas surgiam aos montes a sua frente, a voz de Hermione lhe chamando de assassino ecoava por todo lugar. Soltou um grito de dor e fúria, um último “não” ouvido por todo bairro, antes de desaparecer.

No St. Mungus, todos estavam estarrecidos com o que viram na penseira, era inexplicável e inaceitável. Hermione já não estava com raiva, mas chorava sem parar, assim como Molly.

-Não dá pra acreditar, não pode ser verdade! Harry nunca faria aquelas coisas. –Rony fala andando de um lado pra outro e bagunçando os cabelos.

-Já chega de ficar aqui falando que não pode ser e chorando, por que nada disso vai mudar o que vimos! –Draco fala severamente, era o único mais controlado do lugar. –Eu sei que pra vocês é difícil, mas eu estive pensando e tudo começa a fazer sentido. –todos passam a olhá-lo como se esperassem por uma justificativa plausível pra tamanha sandice.

-Fale Draco, nos dê sua visão imparcial do caso. –Arthur fala tentando quebrar o clima sentimental e puxar o assunto pra um campo mais racional.

-Certo, pensem bem. O especialista nos disse que foi muito estranho o jeito como o Richard sumiu pra volta do Potter, porque foi muito de repente e brusco. Então eu fiquei pensando, que talvez meu pai tenha assistido a última batalha e pegou o Potter, pensando em usar os poderes e as habilidades dele...

-Mas se foi isso porque não apagou a memória dele? –Rony pergunta como se fosse óbvio.

-Porque era coisa demais pra apagar, só um especialista poderia fazer e mesmo assim o menor erro e ele poderia ficar louco ou com seqüelas bem piores. –Gina fala parecendo alcançar a linha de raciocínio de Draco.

-Não é isso. –Hermione fala pela primeira vez desde que fora despertada –Não interessaria ao Malfoy ter um diamante bruto, ele queria a jóia lapidada. –aquele comentário provocou expressões confusas no rosto de todos. –Malfoy queria um bruxo forte e intimidador, pra poder manter os comensais e o restante dos aliados de Voldemort unidos, no entanto, apagando a memória do Harry em tão grande escala, apagaria tudo e ele voltaria a ser um recém-nascido, sem saber nem falar, quanto mais fazer feitiços. Bloqueando as lembranças com algum ritual negro, ele teria um incrível bruxo e sem personalidade, podendo ser quem Malfoy quisesse que fosse. –todos parecem concordar com a teoria de Hermione.

-Por isso ele se desenvolveu tanto, afinal agora ele não só é um grande conhecedor de magia branca como também de magia negra. –Draco fala e todos engolem em seco, mas são obrigados a concordar. –Meu pai deve ter dado a ele uma criação e tanto pra fazer alguém tão louco!

-Mas o que esse Marcus queria com a Hermione? Ele criou até uma identidade falsa! –Gina fala inconformada.

-Ela era alguém importante pra Ordem. –Rony fala como se fosse óbvio.

-Mas na época que ele apareceu a Ordem da Fênix ainda não tinha sido convocada. –Arthur fala pensativo.

-Mas com o aparecimento mais ostensivo de Lord Marcus, era normal que ela fosse reunida novamente e com certeza Hermione seria alguém importante, afinal é uma auror de destaque e era a noiva do “falecido” Potter. –Draco fala racionalmente.

-Não acho. –Gina discorda e chama a atenção pra si. –Eu via o jeito como ele a olhava, não havia mentira nas declarações de amor que ele fazia.

-Um homem cruel como aquele não pode amar, Gina! –Molly fala como se fosse óbvio e deixando um pouco de raiva transpassar em sua voz.

-Mas não era ele quem amava, era o Harry que ainda estava escondido lá! Eles se reencontraram numa noite de chuva, lembra? –todos parecem pensar naquilo por um tempo.

-Então você acha que o tal Marcus gosta da Mione? –Rony pergunta parecendo não muito crente naquilo.

-Não sei se ele ainda gosta, afinal o Harry meio que voltou. Mas isso explicaria o porquê dos comensais fugirem quando ouviam o nome da Hermione. –Gina fala e Hermione e Draco concordam.

-É verdade, aquele Richard deve ter bolado tudo muito bem. –Draco fala pensativo –Nós agora temos que esperar pra ver se o Harry aparece, provavelmente ele vai chegar com aquele jeito de Jesus Cristo e se por numa cruz pra salvar o mundo. –Draco fala sarcástico, mas o jeito que o olham faz ele se calar imediatamente.

-Temos que arranjar um jeito de prendê-lo e evitar que o Richard ou Marcus seja lá quem for, apareça, enquanto não o destruímos ou algo assim. –Gina fala tentando pensar numa postura diante a situação.

-E se não houver um jeito de destruir o Marcus? –Hermione pergunta com a voz embargada.

Todos apenas a olham penalizados, afinal não havia como eles controlarem o poder destrutivo de Marcus, já que Harry já se mostrara muito poderoso.

Marcus surgiu em seu escritório parecendo radiante e muito bem disposto. Imediatamente todos se voltaram pra olhá-lo, logo percebendo que ele tinha uma aura de poder diferente, parecia, se possível, ainda mais poderoso e ameaçador.

-O que estão olhando? –pergunta sem entender o motivo dos olhares.

-Nada senhor, só aguardando ordens. –Malfoy responde com respeito.

-Quero os relatórios e repercussões do ataque à sede da Ordem, prepare tudo e me dê no campo de treino, eu to querendo me movimentar um pouco. –fala já se retirando.

Mesmo com a insistência dos Weasley, Hermione quis ir pra casa. Gina e Rony foram com ela, pra ajudar caso fosse necessário, mas assim que chegaram, Hermione se despediu e foi direto para o quarto.

Ao entrar, foi direto pra cama e se jogou sobre ela, abraçando o travesseiro, onde ainda podia sentir o cheiro de Harry. Já havia chorado tanto, que no momento estava sem lágrimas, apenas encarava a escuridão, sentindo aquele perfume e lembrando de momentos cruciais, mas que lhe passaram despercebidos.

O cartão que lhe entregou com o telefone possuía o nome Richard M. Raziel -“M. de Marcus! Como nunca perguntei o que era?” –pensa após se lembrar do cartão.

“Ele sempre saía durante o dia, às vezes ficava fora mais de um dia e nunca me levou a casa dele.” -um conjunto de lembranças onde ele sempre saía sem dar satisfações e era evasivo quando ela perguntava sobre isso, lhe veio a mente.

“Ele chorou comigo e me consolou pela morte dos meus pais!” –pensa com raiva, mas ao mesmo tempo abraçando mais o travesseiro contra si. –“Ele não pode ter sido tão falso, como podia olhar nos meus olhos e falar aquelas palavras de conforto tão doces?” –pergunta a si mesma sem entender o que poderia ter acontecido ou como não havia percebido nada.

Hermione se vira e acende o abajur, que logo ilumina uma foto que ela havia tirado com Harry, no primeiro dia após ele ter “voltado a vida”. Os dois estavam abraçados e olhavam profundamente nos olhos do outro, lembrava que um senhor havia tirado a foto e tentado vender aos dois que de imediato aceitaram, pois era um registro de um momento muito especial pra ambos, que haviam aguardado anos pra poderem ficar juntos novamente.

-Porque sempre que estamos felizes, sempre que nossas vidas parecem estar trilhando o caminho certo, algo devastador acontecem e te roubam de mim? –pergunta olhando a foto, os olhos novamente cheios de lágrimas.

Viu logo atrás da foto dos dois, a foto de seus pais e não conseguiu deixar de imaginar seu querido Harry apontando a varinha pros dois e os matando, tirando-lhes sangue pra escrever a mensagem na parede, seus olhos frios e sorriso insano, transformando o rosto amado no rosto que mais odiava.

-Como posso, tão fervorosamente, amar e odiar a mesma pessoa? Como duas pessoas completamente opostas podem habitar o mesmo corpo? –se pergunta olhando as duas fotos, uma lhe lembrando Harry e a outra, Marcus. Era como se ela mesma fosse dividida em duas partes, queria poder escolher entre um e outro, mas era impossível.

Cinco dias se passaram e neles a Ordem tentou se reestruturar, de modo que foi estabelecida uma linha de ação, em que tentariam a todo custo prender Harry/Marcus, mas se fosse comprovada a hostilidade, seria aconselhável que tentassem mata-lo.

Enquanto isso, Marcus já havia traçado seus planos pros próximos dias. Todos os comensais estavam se preparando pra noite de ano novo, na qual Marcus convocaria os demônios que trariam a morte aos impuros e iniciariam a criação de seu grande reino de trevas. Começariam atacando o ministério inglês e destruindo a sede da Ordem da Fênix.

Era noite de ano novo e o silêncio de Marcus indicava que ele devia estar planejando algo, por isso, a maior parte dos membros da Ordem estavam observando as ruas, principalmente em Londres, assim como seus aliados faziam nas capitais de seus países, que também poderiam ser alvos, já que a noite de ano novo é a mais propicia do ano pra se fazer qualquer ritual, maldição ou mesmo lançar feitiços.

Marcus entra em uma sala úmida e fracamente iluminada por archotes, em seu centro havia uma grande mesa repleta de instrumentos bruxos usado no preparo de poções, as paredes da frente e da direita possuíam grandes armários, o da frente com ingredientes variados pra poções e o da direita, livros. Encaminhou-se pro pentagrama, cujo centro estava preenchido por um líquido prateado e cintilante ao luar.
Com o livro em mãos, o fez flutuar a uma altura em que pudesse ler. Estendeu as mãos pra frente e controlou a respiração como se estivesse se concentrando. Ouviu o início das doze badaladas do relógio e começou a recitar em ritmo constante as palavras egípcias, suas mãos ganharam um brilho avermelhado que logo envolveram todo seu corpo, enquanto o mesmo acontecia no pentagrama. Pedras nas pontas da estrela do pentagrama emitiam uma luz vermelha, o líquido prateado começou a entrar em ebulição, como se fosse metal fundido, o cheiro de enxofre se espalhava pelo local rapidamente.
Na antepenúltima badalada, o líquido começou a se moldar em cinco formas distintas, que foram engolidas pelo fogo na última badalada, quando a última palavra foi dita.

Agora a sala estava silenciosa, o cheiro de enxofre e queimado era forte, mas Marcus não se importava, apenas sorriu vendo as chamas cessarem, revelando cinco demônios.
O primeiro devia ter quase dois metros, a pele era rosada e grossa, o corpo extremamente forte, garras ameaçadoras nos dedos da mão e no alto da cabeça, entre a vasta cabeleira, apareciam dois grandes e pontiagudos chifres.
O segundo era bem baixo e magricela, tinha a pele verde escura, não possuía pelos ou cabelos, apenas dois pequenos e pontiagudos chifres e os dentes cerrados, com caninos bem desenvolvidos.
O terceiro tinha uma estatura média e pele azulada, barba média e cabelos compridos, braços fortes e uma cauda com espinhos.
O quarto e o quinto eram iguais, tinham a pele cinza e o corpo magro, apesar dos músculos definidos. Os olhos estavam fechados, a boca era apenas um traço fino e as orelhas eram apenas um buraco em cada um dos lados da cabeça. Eretos deveriam ter cerca de 1,80m, mas andavam se arrastando, parando lado a lado, junto aos outros três, que estavam em frente a Marcus.

-De agora em diante, vocês me obedecerão, atacando todos àqueles que eu ordenar. Sigam-me em silêncio que lhes apresentarei meus outros servos. –Marcus fala e depois se vira saindo da sala, sendo acompanhado pelos demais.

Marcus segue por corredores de paredes de pedra escura, vendo um ou outro quadro de bruxos das trevas famosos, que o cumprimentavam enquanto passava, como um reconhecimento de seu poder. Os demônios apenas observavam tudo e se comunicavam por grunhidos rudes, que Marcus ignorava.

Caminharam mais alguns metros e chegaram a um salão decorado pomposamente, onde todos os comensais que o apoiavam estavam conversando e bebendo enquanto o esperavam. Todos, assim que o avistaram, imediatamente se ajoelharam e abriram um corredor pra que Lord Marcus passasse, seguido pelas cinco figuras que olhavam todos como se os analisasse.
Marcus foi até seu trono em uma parte mais alta e se sentou, imediatamente todos se ajoelharam de frente pra ele e os cinco demônios ficaram a sua esquerda. Os fantasmas de Voldemort e Salazar apareceram e se postaram a direita de Marcus.

-Meus leais servos, hoje estamos iniciando nossa caminhada em direção ao poder! Esse ano que se inicia, será o ano das luas de sangue, que guiarão meus mais novos servos pela noite, matando e aliciando reforços pro nosso exército.
-Estes demônios seguirão com vocês e tomarão Londres esta noite, mostrando para o mundo que Lord Marcus assumiu o trono, que se erguerá com a tomada do país, seguindo da dominação da Europa, Ásia, Américas, Oceania e total aniquilação da África, reino que darei aos demônios, que seguirão estes que aqui estão.

-Demônios, estes são meus comensais, eles lhe dirão quando ter clemência e quando não ter. –Marcus instrui os demônios que apenas assentem e soltam grunhidos incompreensíveis. –Agora, vamos comer e beber, pra depois darmos um “passeio” pela cidade. –Marcus fala com uma risada maléfica, acompanhada pelos comensais e fantasmas.

N/A: Oi, demorei um pouquinho e o cap ficou pequeno, mas concordem que não é algo fácil de escrever, eu sabia o que queria, mas não sabia como escrever, espero que tenham gostado pq eu não gostei muito.

N/A²: Bom, quero saber o que vocês acham que aconteceu com o Harry! Respondam nos cometários!

N/A³: No próximo cap teremos o início do fim, onde Marcus marchará com seu exército contra o resto da humanidade!

Próximas fic's a serem atualizadas: RH e PdA, mas só com muitos coments aqui!

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