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12. O Ressurgir da Fênix


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Marcus estava acordando, sentia-se dolorido, a cabeça latejava. Abriu os olhos com dificuldade e viu um homem lhe apontando uma varinha, mas antes que pudesse ser azarado, arremessou o homem contra a parede sem ao menos se mexer.

-Quem é você e porque queria me azarar? –pergunta calmamente, mas com um olhar aterrorizante.

-Eu não queria te azarar, eu sou um medi-bruxo e estava te examinando. –fala se encolhendo contra a parede.

-Hum, ok. Legilimens -fala baixo, se aproximando do sujeito e o erguendo pela gola pra poder olhá-lo nos olhos.

Buscou informações sobre onde estava e se surpreendeu ao saber que era a sede da Ordem da Fênix, procurando então saber tudo sobre a ordem. Depois de ter o que queria, largou o homem no chão e obliviou, deixando-o desacordado pra poder agir.

Iria procurar documentos e qualquer outra informação que pudesse lhe oferecer vantagem, ainda sentia-se mal, mas isso não o impediria.

-Vejo que está melhor garoto! –Um homem que acabara de aparecer num quadro falou pra Marcus, que não gostou do comentário.

-Quem você... –Marcus ia protestar, mas ao olhar melhor pro homem, sentiu uma pontada em sua cabeça.

Sua visão nublou, a imagem de um garoto ruivo apareceu numa das camas de solteiro do quarto e logo depois um homem velho de cabelos negros e olhos azuis chegou. Via-os mexer a boca, mas não ouvia o que diziam, mas um grito ecoava em sua mente, era sua voz de garoto, chamando por Sírius. Começou a se sentir tonto, via os dois pegarem travesseiros e vir na sua direção, sentiu o estômago embrulhar e antes que vomitasse aparatou pra casa.

-Marcus? O que houve filho? –Voldemort pergunta preocupado. Além dele estavam Salazar e Malfoy no escritório.

-Eu não sei, tive uma ausência e acordei na sede da Ordem da fênix –ao ouvir isso, os fantasmas e Lucius ficam sobressaltados –Tinha um medi-bruxo me examinando. Legimentei ele e descobri tudo sobre a ordem, -nesse instante abre um sorriso perverso –sei onde é a casa da sede, apesar de não saber o que aconteceu comigo... minha cabeça começou a doer e girar, vi pessoas, ilusões ou fantasmas, e tinha um nome ecoando em minha mente... Sírius, eu acho...está tudo sumindo. Eu não entendo o porquê disso tudo.

-É um feitiço muito antigo de proteção que Dumbledore pôs, eu não sei qual é, mas provoca alucinações, é como se os mortos da ordem atormentassem quem quisesse prejudicar a causa deles. –Malfoy fala rapidamente, recebendo um discretíssimo sorriso de aprovação dos fantasmas.

-Nesse caso quero que me providencie, pra ontem, a ficha completa da líder da Ordem: Hermione Granger. –ordena sentando-se em sua cadeira, e estranhando a expressão surpresa dos três.

-Mestre, ela era a noiva de Harry Potter, uma sangue ruim irritante e muito inteligente. –Malfoy fala de modo breve.

-Mas é perigosa, sozinha provocou aquele estrago em Praga. Traga os relatórios Malfoy! –Voldemort ordena e o bruxo aparata –Ela é uma das melhores aurores do ministério, eu pessoalmente fiz uma pesquisa sobre ela, uma questão pessoal, se quiser lhe dou os endereços dela, da família e amigos. –fala com um brilho insano no olhar que faz Marcus sorrir.

Um pouco mais tarde, Hermione tentava ligar, mas só escutava o sinal de ocupado, irritada atira o telefone no sofá.

-Droga, Richard! Como, em pleno domingo, você some depois de desmaiar! Só pode estar tentando me deixar louca. –resmunga aflita, andando de um lado pra outro na sala.

Barulhos de aparatação são ouvidos e Hermione olha esperançosa, mas se desanima ao ver que eram apenas Gina e Tonks, voltando a olhar pela janela a seguir.

-Ele ainda não apareceu? –Gina pergunta com um tom estranho de voz.

-Não, mas porque está falando desse jeito? Aliás, vocês duas tão com caras estranhas, o que houve? –Hermione pergunta olhando de uma pra outra.

-Senta aqui. –Tonks pede a Hermione apontando um lugar entre ela e Gina.

-Eu não to gostando disso, o que houve? –pergunta já preocupada, sabendo que coisa boa não viria.

-Hermione, você vai precisar manter a calma... –Gina fala a puxando pro sofá.

-Como assim manter a calma? –Hermione pergunta já ficando nervosa com aquela situação, se ela já estava de mau humor antes, agora estava perdendo a paciência.

-Seus pais... –ao falar, Gina pára diante do olhar de Hermione, que parecia ter entendido –Sinto muito. –fala abraçando a amiga que a afasta.

-Quem foi, vocês os pegaram? –pergunta a Tonks, que lhe entrega uma foto.

-Marcus deixou um recado com o sangue deles, ele, pessoalmente, foi até lá e os matou. Não sei como, mas ele descobriu que você é a líder da ordem e quis te desafiar. Sentimos muito. –Tonks fala enquanto Hermione lê o desafio na parede fotografada.

Na sala, vários objetos começam a explodir, a foto pega fogo nas mãos de Hermione, que deixando uma lágrima rolar pela face, grita, pondo pra fora toda a raiva e dor que sentia.

-Hermione, eu sei que é difícil, mas tenta manter a calma! –Gina fala indo abraçar a amiga, que a afasta e pega o copo de água, oferecido por Tonks.

-Reúnam todos, quero uma reunião da ordem agora. –ordena, tentando a todo custo manter a calma.

-Mas agora Mione, você não está em condições... –Tonks tenta amenizar, mas Hermione a olha ameaçadoramente.

-Eu estou dando uma ordem! –fala pausadamente, sem dar margem a discussão.

-Tudo bem, eu vou avisar o pessoal lá de casa e do ministério. –Gina fala e já se prepara pra sair.

-Eu aviso os outros, você vai pra sede agora? –Tonks pergunta ao que Hermione afirma com um aceno.

Ao aparatar na sede, Hermione extravasa a raiva quebrando os objetos de seu quarto, sua cabeça era invadida por recordações da infância, adolescência, dos momentos difíceis que passara e o apoio que recebera deles quando pensara que havia perdido Harry e, principalmente, quando perdera seu bebê. Ainda lembrava de como sua mãe havia ficado ao seu lado, lhe consolando, ajudando-a a se reerguer quando achou que o mundo havia desabado sobre sua cabeça.
Deixou-se escorregar pela parede e cair de joelhos no chão sem se importar com os cacos do vaso que havia atirado contra a parede, na verdade o quarto era o reflexo de sua mente, tudo revirado, destruído, um caos completo.

Cerca de vinte minutos depois, começou a ouvir barulhos no andar de baixo, e se levantou pra se recompor, não poderia aparecer daquele jeito em uma reunião tão séria e importante.

Quando chegou a sala de reuniões, todos já a aguardavam, não estavam todos os membros, mas os mais antigos e “importantes”. Tonks e Gina sabiam que apesar de tudo, era uma situação delicada e de certa forma íntima.

-Olá, desculpem tê-los chamado aqui num domingo, mas a situação é grave. Hoje, houve um ataque à casa dos meus pais, Marcus foi pessoalmente lá e me deixou um recado. –ela respira fundo e ignorando os olhares de pena e espanto que lhe eram dirigidos continua – “Eu sei que você é a líder da Ordem da Fênix, sei onde é a sede e quem são os membros, dessa vez te dei só um aviso, dá próxima, o sangue na parede será seu”. Estas foram as palavras que ele deixou pra mim, creio que isso signifique um desafio direto pra toda a ordem, ou seja, se certifiquem que suas casas e parentes estejam seguros, a partir de agora sairemos das sombras mais uma vez e nos prepararemos pro combate.
Senhores, senhoras, hoje a Fênix renasceu e Lord Marcus irá se arrepender de ter provocado minha ira, sei que vocês podem achar isso um tanto egoísta, mas eu não descansarei até ver esse demônio em Azkaban, remoendo dia após dia todos os seus crimes. –Hermione fala decidida e vê um sorriso de apoio no rosto da maioria.

-Misturar assuntos pessoais com assuntos tão sérios só trará morte e falha em seus planos. Acabará cometendo os mesmos erros que seu falecido noivo. –Snape fala a olhando criticamente.

-Severo, pra sua informação, Harry não está morto! –fala com um sorriso vitorioso, olhando sorridente pra todos –Como eu já suspeitava, fortemente, Richard é o meu noivo , fiz o teste ontem e o resultado foi positivo! –fala sendo tomada por um alívio muito grande, fazendo a tristeza ser um pouco escondida pela felicidade causada a cada cumprimento que se seguiu a grande notícia.

Depois de uma pequena comemoração e de estabelecerem um plano agressivo de cerco e interrogação de suspeitos e ex-comensais, ficaram apenas os Weasley conversando com Hermione.

-Mas como assim sumiu? –Molly perguntava incrédula.

-Não sei, o McCoy subiu e disse que não tinha ninguém no quarto. –Hermione responde também sem entender o porquê da atitude do namorado.

-Mas você disse que estão morando juntos, não é? –Gui pergunta ansioso.

-Sim. –ela cora um pouco diante da pergunta –Quando ele aparecer eu vou perguntar a ele. –completa ainda sem jeito.

-Hermione, acabei de receber uma mensagem da Wink, ela disse que o Rick chegou. –Gina fala chegando à sala.

-Finalmente! Eu vou pra casa, estou preocupada. Continua explicando pra eles tudo sobre o Harry. –pede já se preparando pra ir.

-Pode deixar, aliás, eu já to preparando tudo pro funeral e enterro, tudo bem? –Gina fala pra Hermione que sorri agradecida.

-Até amanhã, e obrigada por irem ao funeral comigo. –Hermione fala e Molly emocionada se levanta pra abraçá-la.

-Conte conosco pra tudo, querida, sabe que é como uma filha pra mim! –fala tentando não chorar.

-Obrigada, Molly. Até amanhã. –se despede de todos e aparata em casa.

Chegando a casa, Hermione vai direto ao quarto, onde encontra Richard na cama, lendo.

-Oi, amor, onde você tava? –pergunta sorridente pra Hermione que se espanta com o jeito dele.

-Onde eu estava? Onde você estava que sumiu do nada depois de desmaiar na mansão Black? –pergunta entre irritada e preocupada.

-Er... eu não sei. Me desculpe, realmente não sei. Mas o que aconteceu? Você não parece bem. –fala notando a tristeza nos olhos dela.

-Meus pais, Marcus os matou! –fala se jogando nos braços dele e chorando, pela primeira vez ela realmente estava se rendendo à dor, queria chorar o máximo que seus olhos permitissem e nos braços de Harry, se sentia segura pra expor seus medos e fraquezas.

Richard ficou em silêncio, sabia que nada que dissesse amenizaria a dor dela, apenas a abraçou forte, acariciando-lhe a face e enxugando suas lágrimas, enquanto ouvia-a desabafar.

Pela manhã, Richard entrou silenciosamente no quarto com uma linda bandeja de café da manhã. Aproximou-se da namorada que ainda dormia, deixando a bandeja no chão.

-Amor, já está na hora de acordar. –fala baixo, acariciando-lhe o rosto e ao fim beijando-lhe suavemente os lábios –Hora de levantar, minha linda. –fala ainda acariciando-lhe a face, enquanto ela despertava preguiçosamente.

-Bom dia. –fala sonolenta e se sentando. Seu rosto estava inchado, parecia ter chorado a noite toda.

-Bom dia, minha linda! –fala com um sorriso que a fez sorrir, mesmo que timidamente –Trouxe o café da manhã pra você!

-Uau! Caprichou na decoração, dá até pena de comer. –fala tentando se animar.

-Mas vai comer sim, até porque a beleza desse arranjo não chega aos pés da sua! –fala charmosamente, se sentando ao lado dela e a abraçando fortemente.

-Você tem sido maravilhoso, primeiro me escutou e agora mente pra tentar me animar. Eu te amo, sabia? –fala agradecida e depois o beija.

-Você tem que ser forte, daqui a pouco enfrentará momentos difíceis e terá que se manter firme, mas é claro que vou estar lá com você, não se preocupe. –fala carinhosamente, servindo um pouco de café pra ela.

-Obrigada, sinto que sozinha eu não teria forças. –fala um pouco triste e aceitando a xícara de café oferecida.

Eles tomam café e depois vão pro funeral, aonde logo depois Gina e os Weasley chegam pra apoiá-la. Após algumas horas, seguiram todos pro enterro, junto a outros parentes de Hermione e amigos de seus pais. Tudo ocorreu à maneira trouxa, terminando um pouco antes das 17hs.
Depois do enterro, Richard levou Hermione pra casa e conseguiu fazê-la dormir, depois que Wink preparou um chá calmante que Richard incrementou com uma poção pra ela dormir.

No dia seguinte, mesmo sob protestos de Richard, Hermione foi trabalhar. Se quisesse pegar o responsável pela morte de seus pais, precisaria se dedicar ao máximo ao trabalho.

Chegando ao escritório, pegou as fichas antigas de comensais bem conhecidos pra analisar, e juntou-as a fichas de suspeitos, que por um detalhe ou outro, conseguiam escapar. Através de Draco, passou-as pra membros da Ordem, que liderados por Lupin, iriam abordar os suspeitos.

No fim do dia havia conseguido pegar dois comensais, mas não tinha conseguido nenhuma informação útil, ao que parecia, Marcus causava tanto pânico em seus comensais, que por nada falavam, não importando os meios, inclusive os ilícitos, que usassem.

Chegou em casa irritada, batendo a porta como que pra descontar sua frustração. Por mais que pesquisasse, procurasse por defeitos ou qualquer pista, nada a levava a Marcus, do qual ninguém conhecia nem a sombra.

-Ficar assim não vai te fazer bem. –Richard, que ouvira a porta bater, chega à sala repreendendo-a levemente.

-O que vai me fazer bem é por as mãos envolta do pescoço daquele maníaco e apertar bem forte! –fala com raiva, mas levando uma das mãos a cabeça, indicando que esta doía.

-Não fica assim, amor, logo você acha ele. Agora vem comigo que vou cuidar de você. –fala carinhosamente, guiando-a pro quarto.

-Obrigada, mas não vou ser boa companhia hoje. –fala deixando o estresse e o mau humor evidente em sua voz.

-Pois eu sei o que vai melhorar o seu humor! –fala de forma enigmática a guiando pro banheiro.

-Nossa! Você fez isso pra mim? –pergunta ao ver a banheira pronta e em volta alguns incensos e velas acesas, deixando o clima bem relaxante.

-Claro, assim que Gina me disse que você estava vindo pra casa. Agora deixe eu te ajudar, que hoje, como eu disse, eu vou cuidar de você. –fala ternamente, pondo os braços dela entorno de seu pescoço e começando a tirar a roupa de Hermione, bem devagar, distribuindo caricias e beijos no caminho.

-Meu anjo...

-Shhh! Não fala nada, fica quietinha e relaxa. –sussurra perto de seus lábios, antes de lhe dar um selinho, pra depois se ajoelhar e tirar os sapatos dela.

Assim que terminou de despi-la, pegou-a nos braços e a pôs na banheira, pedindo que ficasse deitada, sem se mexer enquanto ele ia sair e já voltava. Com um estalar de dedos, fez uma música suave e relaxante tocar, fazendo com que Hermione seguisse expressamente as ordens do namorado.
Ao voltar, Richard que estava sem camisa, trazia uma bandeja com frutas e suco pra ela, pondo-a perto da banheira, pra que Hermione pudesse se servir, enquanto ele lhe massageava carinhosamente antes de lhe dar banho. Depois do banho, a vestiu, penteou e só não escovou seus dentes porque ela não deixou, levando-a por último até a cama, onde se deitou com ela, fazendo-lhe cafuné até que dormisse tranquilamente em seus braços.

No dia seguinte pela manhã, Marcus entra em seu escritório, onde Lucius o esperava com os fantasmas.

-Bom que estão aqui, eu estive pensando e creio que seja a hora de invocar o exército que erguerá meu Reino e destruirá os idiotas que se levantarem contra mim. –fala friamente, sentando-se em seu trono e procurando numa das gavetas da mesa, um livro, que pôs em cima da mesa. Sua capa era negra e a figura de Seth em ouro tornava-a intrigante.

-Acha que está na hora, Marcus? –Salazar pergunta o observando analiticamente.

-Eu quero acabar logo com isso, já conheço meus inimigos e dei corda pra que eles mesmo se enforcassem. –vendo que Lucius olhava a tudo confuso, Marcus faz sinal pra que ele se aproximasse pra ver melhor o livro. –Creio que conheça Seth, da mitologia egípcia, muito interessante, não? –pergunta olhando a expressão surpresa de Malfoy.
Eu o encontrei em uma viagem. Eu tenho aqui comigo uma lista de itens que precisarei pro ritual, providencie tudo, quero saber onde estão e quem pode me ajudar a pegá-los. –passa um pergaminho a Malfoy, que devia conter quase cem itens.

-São itens muito raros, alguns eu nem conheço, mas fique tranqüilo My Lord, em breve trarei o relatório sobre eles! –fala de modo eficiente, fazendo uma grande reverência antes de sair.

-Até que esse é competente, não acham? –Marcus, numa atitude raríssima, faz um elogio, o que chama a atenção dos fantasmas.

-Era meu melhor servo, apesar de não ser tão confiável em momentos de crise. –Voldemort fala lembrando-se que os Malfoy’s não moveram um dedo pra ajudá-lo quando virara um espectro.

-Eles nunca são confiáveis quando o comandante é fraco, precisam de um pulso firme que os guie sob a varinha! –Salazar fala a Marcus como se o aconselha-se.

-Não se preocupe vovô, eu não confio em ninguém, sei como até mesmo os de mesmo sangue podem nos trair. Aliás, papai, não acha que é uma boa hora pra me dizer quem é minha mãe, pra que fizesse uma visitinha pra ela? –Marcus pergunta com um tom frio e com os olhos quase negros, mostrando o quanto desprezava a mulher que lhe dera a vida.

-Sinto lhe dizer meu filho, mas ela já está morta. –fala com certo receio, prevendo a cena que viria a seguir.

-Morta? Aquela desgraçada se atreveu a morrer? –fala incrédulo, num tom controlado de fúria, mas que não se manteria por muito tempo. –Até isso aquela maldita me negou! Como pode, COMO?! –fala frustrado e furioso, aparatando a seguir.

Marcus desaparata num parque, estava furioso e queria descarregar, podia matar a humanidade toda, mas sentia que isso não seria o suficiente. Mais uma vez ela o havia abandonado, frustrado seus planos e expectativas, anos sonhando com um momento que nunca iria se concretizar.
Sempre quisera saber o porquê de ela tê-lo abandonado ainda bebê, porque se afastar de alguém que nascera de si, formulara diversas hipóteses até mesmo que ela tinha nojo dele por ser filho do maior bruxo das trevas da época, ou que vê-lo seria como lembrar de sua traição covarde.

Andou a passos lentos, imerso em suas lembranças e dores, não prestava atenção ao que acontecia em sua volta, até que uma bola o atingiu. Observou os garotos, deviam ter no máximo 7 anos, chutou a bola de volta e começou a observar ao redor. Via algumas crianças e suas mães, parando ao se deparar com uma mulher e seu bebê.
Observou a cena e imaginou se um dia poderia ter estado no lugar daquele bebê se seu pai não houvesse sido “derrotado” por Harry Potter, mas logo isso se esvaiu, não deveria desejar o amor daquela traidora.

Começou a andar em direção a mulher e seu bebê, queria descontar aquela raiva de sua mãe em alguém e aquela mulher era perfeita, tinha os cabelos negros e olhos azuis, a pele alva, era linda, exatamente como haviam descrito sua mãe pra ele. Parou a um passo deles e se abaixou, queria olhar nos olhos dela e fazê-la entrar em pânico, tinha curiosidade de saber se tivesse uma escolha, escolheria a vida dela ou a do bebê.

-Oi, posso te ajudar em algo? –a mulher pergunta de um jeito simpático, o fazendo parar de olhar o bebê e se virar pra ela.

Seus olhos se cruzaram e ela sentiu um arrepio, trazendo seu filho pra perto de si. Ele podia ver que ela tinha medo, mas primeiro queria proteger seu filho.
Sentiu seus olhos arderem, não queria chorar, não por aquela que não merecia. Mas algo dentro de si estava partido e doía muito, baixou a cabeça e levou os dedos as têmporas, sentia uma forte dor de cabeça e seus olhos começavam a ficar turvos, não conseguia focar.

-Draco, eu sei que você está se esforçando, mas isso não é o suficiente! Estamos tentando pegar um maníaco que pode matar milhares de pessoas, ou você já se esqueceu de Salém? –Hermione fala em tom autoritário, se levantando diante do loiro que estava sentado a sua frente.

-Olhe, Granger, eu sei que você ta cansada desse cara que já tentou te matar várias vezes e matou seus pais, mas nós somos humanos! E apesar de eu não gostar disso, temos que seguir algumas regras, como NÃO dar veritasserum aos prisioneiros! –Draco responde também perdendo a paciência.

-Dá pra ouvir os gritos de vocês lá de fora, sabiam? –Gina fala entrando no escritório.

-Desculpa, eu acho que estou ficando obcecada com isso. Mas é que não dá pra acreditar que esse cara simplesmente some! Ele tem que ter um corpo, um rosto, morar em algum lugar! Mérlin, ele tem que ter algum registro, algum documento dizendo que esse tal Marcus existe! –desabafa deixando-se cair na cadeira, sentindo sua cabeça latejar.

-Já verificamos todos os Marcus que poderiam ter idade pra ser filho de Voldemort, mas nenhum bate. Talvez Marcus seja um pseudônimo como Voldemort. –Gina responde tentando acalmar Hermione.

-De qualquer forma, vamos fazer aquela batida na casa do Fudge, talvez achemos alguma coisa. –Malfoy fala recuperando a calma.

-Não, manda outras pessoas fazerem isso. Quero você e a Gina fazendo um levantamento das propriedades dos comensais mais fiéis a Voldemort, inclusive os bens do seu pai. –Hermione fala olhando pra Malfoy que parece empalidecer.

-Nada me daria mais prazer que pegar aquele desgraçado e atirar em Azkaban, pode acreditar, já verifiquei cada lugar em que aquele maldito poderia estar. –fala como se houvesse sido ofendido.

-Eu não estava te acusando, mas precisamos ter certeza. Dê uma olhada nas propriedades dos Black que sua mãe herdou, ele pode estar usando isso. Gina, verifique também as propriedades de Tom Riddle, o pai, não quero deixar nem uma brecha por menor que seja. –ordena aos dois, tentando voltar ao tom normal, pra não receber outra resposta de Draco.

-Você vai ficar no escritório? –Gina pergunta de forma atenciosa.

-Por enquanto, estou esperando alguns relatórios, mas ainda hoje vou a alguns lugares, investigar. –Hermione responde pensativa, e de modo vago.

-Ok, nos falamos em casa na hora do jantar e não se atreva a me dar um bolo! –Gina fala em tom ameaçador, fazendo Hermione rir.

-Pode deixar, vou estar em casa. –concorda ainda sorrindo e logo depois vê os dois saindo.

Gira a cadeira ficando de costas pra mesa, recostando-se mais. Estava exausta e com dor de cabeça, só naquele dia tinha sido repreendida por um superior, três vezes, com certeza se não fosse tão essencial no momento, já teria sido suspensa e levada a “julgamento”. Ouviu a porta abrir e imaginou ser Gina.

-O que esqueceu dessa vez...? –pergunta se virando, mas pára ao ver Richard entrar.

-Desculpa te atrapalhar, mas eu preciso de você. –fala quase sem voz, se ajoelhando na frente dela e a abraçando, repousando sua cabeça nas pernas da namorada, que estava surpresa.

-Vem aqui. –fala puxando-o pra levá-lo ao sofá de sua sala –Me diz o que aconteceu. –pede docemente, deixando-o deitar em seu colo e lhe fazendo carinho no rosto.

-Eu não sei, estava no parque e vi uma mulher com um bebê, ela parecia com o que ouvi sobre minha mãe, sabe, fisicamente. Acho que isso me fez pensar nela, pois essa mulher tava com um bebê... Desculpa ter vindo atrapalhar você no seu trabalho, mas me senti sem chão, precisava de um colo, sentir um pouquinho de amor. –fala tentando se justificar.

-Não precisa se desculpar meu anjo, saiba que sempre pode me procurar, nunca vou estar ocupada pra você. –fala com um sorriso doce e sincero.

-Obrigado, meu amor! –fala se levantando e a abraçando –Eu sei que é horrível pra um homem falar assim, mas você não sabe o quanto eu preciso de você. –diz com a voz embargada, unindo sua testa a dela e deixando as primeiras lágrimas rolarem por seu rosto.

-Eu não sei porque essa mulher fez o que fez, mas pode ter certeza que se ela te conhecesse, se arrependeria por ter abandonado um filho tão maravilhoso! –o consola, o abraçando forte e deixando que chorasse em seu ombro.

“Ah Harry, se eu pudesse te dizer a verdade, se eu pudesse contar que ela deu a vida pra te salvar e que te amava mais que tudo!” –pensa tristemente, sentindo seu coração apertar com o choro do homem que amava –“Não fica assim, que logo, logo, tudo isso vai acabar, eu vou te levar ao lugar onde sua mente sempre esteve e você voltará a ser Harry Potter, meu Harry ”.

N/A:Oi, nem demorei pra atualizar, não é?

N/A²: Eu sei que fui má com a Mione, mas o Richard compensou, não foi?

N/A³: No próximo cap uma visita a Hogwarts mudará as coisas, o que será que vai acontecer?

Próxima fic a ser atualizada: PdA

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