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Fic: A Honrosa Face do Desejo


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De volta ao hospital, entregou as compras e foi tomar um café. Hermione ficou encantada com as três camisolas novas. Es-colheu a cor-de-rosa, em primeiro lugar, pensando no quanto teria se sentido feliz se Draco a tivesse presenteado daquele jeito, quan-do se casaram. Agora, aquilo não passava de um favor.
De qualquer forma, agradeceu-o.
— Não deveria ter gasto tanto. São todas de seda e rendas.
Ele deu de ombros.
— Também comprei algumas coisas para seu filho. Roupas e brinquedos.
Hermione quase chorou. Tanto quisera dar roupas e brinquedos bonitos para Matthew, mas nunca tivera dinheiro suficiente. Estava deitada de lado, com a cabeça apoiada sobre uma das mãos. Haviam lavado seus cabelos. Castanhos e brilhantes, ao redor do rosto corado, ela estava linda. Seu corpo juvenil havia se trans¬formado. Suas curvas agora eram mais sensuais. Os seios mais fartos.
Ela interceptou o olhar e corou, puxando o lençol.
— Não é preciso, Hermione — Draco murmurou. — Não corre nenhum perigo.
— Não, é claro que não. Não esperava que fosse me comprar camisolas novas. Não encontrou as minhas? — Calou-se, assus-tada. E se Draco houvesse encontrado as lembranças que escon¬dera sob as roupas?
Ele percebeu e foi até a janela, para não se trair.
— Não quis pegar. Bastou uma espiada para eu descobrir que não estavam em bom estado. Não gostou das que comprei?
— São muito bonitas.
— Foi sempre assim, desde que veio para a América? Passou muitas dificuldades?
Hermione baixou os olhos.
— O dinheiro não é tudo.
— A falta dele pode ser — Draco respondeu, pensativo. — O pai da criança, ele não pôde ajudá-la financeiramente?
Hermione quis gritar. Em vez disso, ergueu o queixo e encarou-o com frieza.
— Não, ele não podia ser incomodado. E você, Draco, pare de me olhar como se tivesse motivos para me acusar. Duvido que tenha vivido durante cinco anos sem uma mulher.
Ele não respondeu.
— Matthew conhece o pai?
Foi a vez dela não responder.
— Percebo o quanto hostiliza o menino, mas espero que não descarregue seu ódio sobre ele.
— Como se eu fosse capaz de maltratar uma criança!
— Eu era pouco mais do que uma. Nem por isso, você e sua família me trataram com humanidade.
— Eu sei. Depois que você caiu, minha avó quase teve um colapso nervoso. Confessou-me que havia tentado se vingar de sua mãe em você. Eu deveria ter imaginado que isso aconteceria, mas estava nervoso demais quando fui embora da fazenda.
Antes que Hermione pudesse reagir à inesperada confissão, a porta se abriu e a copeira trouxe o jantar.
Por alguns instantes, fez-se silêncio.
— Você come tão pouco.
— Não estou com fome.
Sentado perto da janela, as pernas cruzadas, Draco estava fas-cinante. Não podia olhar tanto em sua direção. Ele acabaria des-cobrindo que ainda havia atração de sua parte.
— E se lhe servissem um filé com cogumelos e cebolas? E batatas fritas e pão quente?
— Pare! — ordenou.
Ele sorriu.
— Foi o que pensei. É a comida que não apetece. Quando sair daqui, providenciarei para que se alimente adequadamente.
— Tenho um emprego.
— Mas não pode trabalhar até se recuperar. Conversarei com seu patrão.
— Não vai adiantar. Não há possibilidade de manterem a vaga em aberto por seis semanas.
— Ninguém poderá substitui-Ia?
Hermione pensou em sua ajudante.
— Sim.
— Então o problema está resolvido.
Ela o fitou por sobre o copo de leite.
— Não permitirei que me afaste da minha vida. Agradeço sua ajuda, mas não quero mais ser casada.
— Também não quero, mas por enquanto é necessário. O di-vórcio será impossível mas, talvez, possamos pensar em uma separação, assim que você estiver bem. Naturalmente, passarei a sustentar você e a criança.
— O diabo! — ela praguejou, surpreendendo-o não só pelo modo de falar, mas pela raiva contida em seus olhos. — Eu sou perfeitamente capaz de sustentar Matthew e a mim.
— Eu vi o lugar onde você mora, Hermione. Seu filho usa roupas de segunda mão e quase não tem brinquedos.
Ela teria atirado nele a bandeja do jantar, se pudesse.
— Não irei morar com você.
— O que fará, então, menina?
Hermione pensou por um minuto e acabou deitando com um suspiro de desalento.
— Não sei.
— Será por pouco tempo. Apenas até que você se recupere. Gostará de Chicago. Há um lago e uma praia e uma porção de lugares para um garotinho explorar.
Ela torceu o nariz.
— Matthew e eu morreremos de frio se tivermos de passar o inverno lá. Nenhum de nós saiu do Arizona nos últimos ci... - corrigiu-se depressa - três anos.
Draco não percebeu o deslize. Estava distraído demais con-templando as formas de Hermione sob o lençol. Ela acreditava que Draco tivesse possuído um grande número de mulheres durante aqueles anos. Não sabia que a lembrança dela destruíra todos os desejos que ele poderia vir a sentir por outra. Ainda agora, os sonhos de Draco eram povoados por ela. Poderia ter sido o dono absoluto do seu amor, no entanto... E não tinha esperança de se curar da obsessão. Não depois de descobrir sobre o filho que ela tivera.
— Estamos na primavera. Até o inverno, falta muito.
— Não viverei com sua avó e irmã.
Ele passou as mãos pelos cabelos.
— Minha avó está morando em Barbados com uma irmã. Ainda se ressente da perda do bisneto. E Alicia se casou e está morando na cidade do México.
— Elas sabem que você está aqui?
— Telefonei avisando ontem a noite. Ambas estimam suas melhoras. Talvez um dia surja a oportunidade de lhe pedirem perdão.
— Sua irmã tentou me tratar com um pouco de bondade, mas não teve coragem de enfrentar a avó. Sei que não foi fácil para elas terem a filha de uma inimiga em sua casa, mas não pude perdoá-las pela forma com que me trataram.
— Culpa-me por tê-la deixado à mercê de ambas, não é?
— Sim, eu culpo. Você nunca me deixou explicar. Condenou-¬me automaticamente por evidências circunstanciais e me fez pagar pelo que pensou que eu tivesse feito. E eu paguei. Paguei mais do que você pode imaginar.
— Mas teve sua vingança! Arrumou um amante e teve seu filho.
— Você é tão bom em adivinhar os fatos. — Ela forçou um sorriso. — Fico abismada com sua habilidade em ler os pensa-mentos alheios.
— Uma pena que eu não tivesse usado essa habilidade quando você fugiu do hospital. Naquele mesmo dia houve um choque entre guerrilheiros e militares, com várias mortes. Corpos de civis foram encontrados.
Conforme ele falava, Hermione notou uma centelha de emoção em seus olhos. Até aquele instante não havia percebido o quanto Draco estava abatido. Também havia novas linhas em seu rosto. Aquele não era o homem que conhecera na Guatemala. Draco mudara muito.
— Corpos de civis? — ela perguntou por fim, quando a in-formação calou em sua mente.
— Sim. Entre eles, um não pôde ser reconhecido. Era uma garota de cabelos castanhos.
— Você pensou que fosse eu?
Ele respirou fundo e demorou um minuto para responder.
— Sim, pensei que fosse você.


Hermione soube a respeito do golpe mas na época sua única preocupação fora a de esconder sua gravidez de Draco. Não imaginara que a fuga e a ausência de notícias fosse levá-lo à suposição de morte.
— Acho difícil de acreditar que você tenha se importado.
— Quer que eu explique em detalhes o aspecto da moça?
— Não, não é preciso. Mas nunca conseguirá me convencer de que se importou. O mais provável é que tenha ficado ainda mais zangado comigo quando descobriu que eu estava viva. Por falar nisso, como soube?
— Seu pai me contou. Nessa ocasião você já estava morando nos Estados Unidos. Apesar de todos os meus contatos não con-segui localizá-la.
Hermione desejaria fazer muitas outras perguntas, mas aquele não era o momento. Tinha outras preocupações. A principal era a falta de forças para viver sob o mesmo teto que Draco até sua recuperação.
— Não quero ir com você — declarou com franqueza. — Só irei por não ter outra saída. Não espere que continue a beijar o chão por onde você pisa, como fazia no passado. Deixei de sonhar nos últimos cinco anos.
— E eu mal comecei — ele respondeu, a voz profunda e suave. — Talvez tenha sido bom nos reencontrarmos. Agora você está mais velha e capaz de lidar com o homem e não com a ilusão. — Draco se levantou e fitou-a. — Voltarei mais tarde. Preciso ver como está Matthew.
Hermione se cobriu com o lençol a fim de ocupar as mãos in-quietas.
— Por favor, diga que o amo e que estou com saudade, e que logo voltarei para casa.
— Eu direi. A criança também sente muito a sua falta. Disse que viria lhe dar um beijo para que sarasse mais depressa, se o deixassem.
Hermione começou a chorar. De repente estava se sentindo ter¬rivelmente só. Tentou levar uma ponta do lençol aos olhos, mas Draco foi mais rápido e enxugou as lágrimas com seu lenço. Cheirava a colônia, como nos velhos tempos. Ela ergueu a cabeça e por um instante sentiu-se novamente a garota junto ao homem que amava mais do que a vida.
Se soubesse como estes anos foram vazios...
A porta se abriu e uma enfermeira entrou. Draco a cumpri-mentou e saiu após fazer um breve comentário sobre o tempo. Foi um alívio. Fraca, dolorida e vulnerável, ela acabaria se con-tradizendo sobre Matthew e isso não podia acontecer. Pelo modo com que Draco a olhara, ainda a queria, mesmo que não houvesse amor e confiança em seu coração. Isso lhe bastaria, talvez, mas não seria justo para Matthew. Seu filho precisava de um pai, não de um guardião relutante. Draco poderia ser esse pai, mas a que preço? Ela não suportaria ser expulsa mais uma vez do seu lado e ainda ficar sem seu filho.
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Aguardem...||_______________________
Estou gostando muito dos Comentários.|||_________________________
Continuem assim... 100 leitores! Manifestem-se e saiam da escuridão!||||!

PS: Vou dar uma adiantada esses dias...
Comentem, divulguem...

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