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9. O inimigo se revela


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Após ser avisada por Rony de que Percy havia sido assassinado por Marcus, Hermione convocou uma reunião urgente na sede da Ordem. Duas horas depois de o corpo chegar aos Weasley, todos os membros se encontravam no salão de festas da Mansão Black, que havia sido preparado pra conferência.

-Oi, “a coisa loira” disse que você queria falar comigo. –Gina entra animada no escritório onde Hermione e Rony a aguardavam –Nossa que caras são essas, vou levar bronca? –Gina fala receosa depois de ver as expressões sérias dos dois.

-Não, sente-se aqui. –Hermione fala seriamente, apontando a cadeira à frente da dela, enquanto Rony se encontrava em pé, recostado à mesa.

-Vocês tão começando a me deixar preocupada. –Gina fala temendo a bomba que viria, vendo o irmão olhar pra baixo, meio perdido.

-Foi o Percy, Gina. –Rony começa, mas pára, sem forças pra continuar.

-O Percy, o que tem ele? –pergunta olhando de um pra outro sem entender.

-Marcus matou ele por traição, o corpo chegou à Toca há algumas horas. –Hermione fala seriamente olhando Gina, que parece atônita.

-Eu não acredito... –fala quase sem voz, se levantando abruptamente a seguir –aquele trasgo! Quem aquele idiota do Percy achava que era pra nos trair... claro! Foi ele, Hermione, foi aquele desgraçado que disse do transporte do livro, devia ser ele quem tava dando informações nossas... como ele pôde, como pôde nos trair... –Gina fala com misto de tristeza e raiva, andando de um lado pra outro na sala.

-Calma Gina, agora não é hora pra isso. Eu entendo que é difícil... –Hermione tenta amenizar as coisas enquanto Rony apenas ficava de cabeça baixa, sentindo vergonha pelo irmão.

-Você não entende, não pode entender... ele nos desonrou, sujou o nome da nossa família, MALDITO! –Gina explode e sai batendo a porta atrás de si.

Assim que Gina sai correndo, Draco, que esperava do lado de fora, a segue indo pros andares superiores, até o quarto de Gina. Ele encosta o ouvido na porta e ouve o som de coisas quebrando no quarto, respira fundo e entra, se desviando de um vaso de flores.

-Sai daqui “coisa loira”! –fala sacando a varinha, mas sendo desarmada por Draco que já estava com a sua em punho, recolhendo a varinha da ruiva a seguir.

-Vai ter que me tirar a força, foguinho. –a provoca, a deixando ainda mais furiosa.

Gina parte com tudo pra cima de Draco, iniciando uma seqüência rápida de chutes e socos furiosos, mas ineficazes, sendo assim, facilmente defendidos por Draco, que não tenta atacá-la.

Depois de alguns minutos tentando acertá-lo não só com golpes, mas também com objetos, Gina consegue atingi-lo nas costelas, derrubando-o em cima do criado-mudo.

-Acho que já chega, não é? –Draco se levanta de vagar, falando num tom misterioso e a olhando com um brilho diferente nos olhos, mas parecendo sentir um pouco de dor nas costas.

-Resolveu reagir? -Gina fala com ar vitorioso.

-Não, resolvi agir! -ao terminar de falar puxa a ruiva com violência pra si, a beijando ferozmente a seguir, mesmo com a resistência dela.

Na sala da reunião, Hermione compartilhava com todos os últimos acontecimentos.

-Agora que já estamos sabendo de tudo, o que pretende fazer, srta. Granger? –Snape pergunta quase que em tom de desafio, querendo saber como ela encararia os tempos difíceis que se aproximavam.

-Vou partir amanhã mesmo em uma viagem de férias pela Europa, aproveitando minha suspensão no ministério, inclusive conto com você pra me ajudar, Tonks. – ela apenas afirma com a cabeça –Durante essa viagem visitarei os antigos aliados de modo não suspeito, marcarei uma reunião com eles e com alguns de vocês, onde decidiremos como agir. Isso lhe parece suficiente Snape? –Hermione pergunta a ele como resposta ao tom que ele usou, fazendo vários membros terem que abafar risadinhas.

-Vai ficar ausente por quanto tempo? –Snape pergunta tentando acabar com aquele clima.

-O tempo necessário, enquanto isso Minerva ficará responsável por tudo, ela será minha segunda em comando, e caso precisem falar comigo, Gina saberá como me localizar.-Hermione conclui de forma, mas calma.

-Enquanto isso o que faremos? –um dos membros pergunta um pouco tenso com a guerra silenciosa que começa a surgir.

-Continuem em seus postos, eu não sei até onde Marcus sabe sobre nós, mas mudar os planos agora poderia ser arriscado, talvez ele esteja esperando algum movimento desesperado. Se ninguém tiver mais nada o que dizer, poderemos encerrar a reunião. –Hermione fala olhando atenta a todos, vendo que ninguém se manifestava. – Ok, todos dispensados, Boa noite e tentem se manter calmos. –Hermione se despede e todos começam a se levantar, exceto Minerva e os Weasley, que provavelmente iriam querer conversar um pouco mais.

Gina se debate e tenta empurrá-lo, mas só faz ele se irritar e pressiona-la com força contra a parede, dificultando a reação dela e possibilitando que ele aprofundasse o beijo.

Ao sentir a língua dele explorando sua boca, e seus braços a envolvendo de forma possessiva, Gina resolve parar de resistir e começa a retribuir o beijo. Ao sentir que ela havia se entregado, aumenta o ritmo ainda mais, puxando a camisa dela pra fora da saia com uma das mãos, ainda a prendendo com a outra. Gina sentiu sua camisa ser puxada e as mãos dele percorrerem suas costas, por dentro da camisa, o que fez um arrepio percorrer-lhe o corpo, desligando todo e qualquer vestígio de razão que ainda tivesse.

Suas mãos que estavam na nuca e costas de Draco, se dirigem ao peito dele, onde com força, abrem a camisa que ele vestia, espalhando botões pelo quarto e deixando leves marcas de suas unhas no peito do loiro.

Draco que tentava explorar o corpo da ruiva, sente as unhas dela em seu tórax e num misto de dor e prazer morde o lábio dela antes de se afastar e acabar de retirar sua camisa, logo após lança lhe um olhar predador, tirando-lhe a camisa e o sutiã rapidamente.

Após a surpresa da mordida, Gina ignora o lábio que sangrava e começa a tirar a o cinto e a calça de Draco enquanto este tirava sua camisa. Novamente seus lábios se encontraram com fervor.

A seqüência seguinte foi muito rápida, Draco a pegou nos braços e a jogou sobre a cama, murmurando algum feitiço antes de jogar a varinha longe, passando a se dedicar somente a ruiva, que parecia deseja-lo tanto quanto ele a ela.

Draco lançou um olhar predador para a mulher a sua frente, os cabelos loiros caiam sobre os olhos, revoltos como nunca antes a ruiva vira; ele se aproximou devagar, apreciando a visão do corpo semi desnudo, a excitação o atingiu com força total, e com um passo largo ele estava sobre o corpo pequeno da mulher, em um gesto de possessão e superioridade Draco enredou os dedos pelo cabelo comprido puxando com força o rosto corado para junto do seu, capturou os lábios lambendo o pouco sangue que se fazia presente. Gina gemeu tentando alcançar os ombros fortes, mais ele fora mais rápido, e com um movimento fluido segurou as duas mãos da ruiva, as prendendo sobre a cabeça dela, não... não queria que ela tomasse conta da situação, desta vez ele estava no controle, e não perderia.

Ele apertou os pulsos sentindo o corpo pequeno se tensar sobre o seu.

-Malfoy... – ela arfou sem controle sobre suas ações.

-Quieta Weasley...-sua voz saiu sussurrada, arrastada. Ela fechou os olhos e se esticou languidamente Draco tomou como um convite e se perdeu no pescoço alvo, beijando, lambendo e finalmente cedendo a vontade e mordendo a pele sensível, Gina gemeu de dor e de prazer.

A postura dominadora do homem a sua frente a assustava, e ao mesmo tempo a excitava, a pele clara já começava a apresentar marcas das caricias violentas, mais ela não ligava, queria mais, queria se sentir assim impotente controlada, seu corpo sua mente, tudo gritava pelo corpo do homem que a estava levando a loucura, seus músculos tencionavam de antecipação, seu peito doía de expectativa.

Draco pressionou o corpo entre as pernas da ruiva, abrindo caminho e fazendo com que ela sentisse sua já pronunciada ereção, capturou os lábios da mulher e soltou seus braços, não que fizesse diferença, Gina permanecia na mesma posição, rendida, entregue as caricias fortes. Com mãos hábeis Draco percorreu o corpo esguio, detendo-se no incomodo que era a calça apertada de Gina, abandonou o beijo de golpe, levantando-se, cenho franzido e expressão contrariada, Gina arfou. Ele segurou com força o cós da calça e com um movimento fluido puxou para longe do corpo magro, ela levantou-se um pouco, tentando facilitar o trabalho do homem que se mantinha sério ajoelhado entre suas pernas, logo a calça cigarrete preta que Gina tanto gostava estava voando em direção a algum canto escuro do quarto, um sorriso enviesado brotou nos lábios do loiro, enquanto observava a única peça que ainda barrava sua visão, ou pelo menos tentava, pois a peça de fina renda negra não deixava muito a imaginação.

A delicadeza com que os dedos pálidos percorreram as pernas firmes não preparou Gina para a força com que, com um único impulso Draco rasgou ao meio a fina peça, as mãos grandes se detiveram por alguns segundos nas coxas fortes, ele apreciou a visão nua a sua frente, não soube como se livrou das calças, mais tudo que tinha agora era um boxer negro ajustado e cada vez mais incomodo, Gina piscou com força, olhando detenidamente para aquele homem, que se acostumara a insultar e depreciar, mais que no momento era a visão da perfeição, o corpo esculpido de pele branca e intocada, o rosto de traços requintados e leves, os cabelos suaves, o olhar penetrante, gemeu de antecipação e Draco entendendo aquilo como um sinal puxou as pernas da ruiva encaixando-se novamente onde pretendia em breve se encaixar inteiramente.

Capturou os lábios carnudos abafando um gemido, Gina fechou as pernas no quadril estreito, puxando o corpo grande de Draco para si, ele roçou os dentes pelos lábios sensíveis e inchados da ruiva, seguindo o caminho pelo pescoço, agora levemente vermelho, e encontrando os seios fartos e desafiantes, sorriu complacente capturando o seio esquerdo com os lábios e mordiscando o mamilo excitado, enquanto dedos pálidos e hábeis brincavam com o seio direito, os gemidos de prazer que escapavam da mulher o incitavam a continuar, desafiando sua habilidade de brindar-lhe quanto prazer fosse possível.

Enquanto se ocupava dos seios a mão livre de Draco encontrou o caminho para a úmida intimidade de Gina, e lá começou a trabalhar, acariciando, explorando, e preparando para o que viria em breve. A excitação nublava todos os sentidos da ruiva, tudo que queria era segurar com força os cabelos loiros e jogar o dono deles na cama grande, beijar a pele clara e ouvir os gemidos de prazer, mais não conseguia se mover, não conseguia agir, tudo o que podia fazer era soltar suspiros e frases desconexas, deixando todo o trabalho para aquele homem tão inacreditavelmente instigante.

Era torturante não poder senti-lo completamente, e ela queria mudar isso o quanto antes, Draco voltou a beijar os lábios inchados, enquanto ria internamente das tentativas frustradas da ruiva, para se livrar do boxer negro, afastou os longos cabelos vermelhos e aproximou os lábios do ouvido da mulher.

-Tenha calma...- sussurrou, Gina gemeu de frustração, o desejo pulsava nela, mais o homem não parecia disposto a se apressar.

Lentamente, ele se afastou, e tão ou com mais lentidão retirou a ultima peça, Gina sufocou um suspiro e se ajeitou a cama, ansiosamente provocante, Draco tomou a posição anterior, se aproximou, beijando os seios, pescoço, lábios, e finalmente tomando Gina para si. Começou a penetrá-la devagar, torturante, sentindo o corpo quente pulsando tanto como o seu.

Foi rápido, e antes que ele pudesse reagir pernas fecharam-se a seu redor, acabando com qualquer distancia que houvesse entre os dois anteriormente, soltou um sorriso torto, por algum motivo Gina estava com pressa, mais ele não, tinham todo o tempo do mundo e ele aproveitaria cada instante.

Na manhã seguinte, Hermione já estava com as malas prontas no seu apartamento, quando Richard chega com duas malas.

-Bom dia, amor! –Richard fala sorridente, indo até a namorada.

-Bom dia, meu anjo! –fala tentando parecer animada e Richard a beija logo a seguir.

-Já está pronta pra irmos? –Pergunta visivelmente ansioso.

-Sim, o táxi acabou de chegar. Vamos? –fala pegando suas malas e indo pra porta, sendo seguida por Richard.

-Não entendo porque não aparatamos, não seria melhor? –pergunta quase num sussurro indo até o elevador.

-Eu prefiro ir de avião, não se preocupe, vai ser divertido. –fala normalmente, enquanto desciam de elevador.

Depois de algumas horas de viajem tranqüila, Hermione e Richard entram em uma bela suíte num hotel cinco estrelas em Maranello na Itália.

-O que achou? –Hermione pergunta a Richard, após darem uma olhada no quarto.

-Ótimo, só não entendo porque escolher um hotel trouxa, mas como já disse, você manda. –Richard fala indo até a varanda, de onde podia ver o jardim do hotel.

-Bela vista. –Richard apenas olha pra ela e sorri –Eu gostaria de viajar como trouxa, então se não se importa, evite usar magia, tudo bem? –Hermione pergunta abraçando-o por trás.

-Com você pedindo assim, quem resiste! –fala se virando e a abraçando de frente –O que faremos primeiro? –pergunta animado.

-Antes de mais nada vou comprar um carro novo, já que o meu sofreu perda total. –fala com um pouco de raiva na voz, ainda lembrando do carro destruído.

-Hum, por isso Itália? Pelo menos entendo por que não fomos a Veneza. –fala em falso tom de conformidade.

-Engraçadinho! –fala rindo com ele e depois o beijando rapidamente –Prometo que vamos visitar lugares lindos e românticos, mas só depois de visitarmos a fábrica da Ferrari.Vamos! –fala animando-o e depois o puxando pra saírem.

À noite, depois de um jantar romântico organizado por Hermione, ela e Richard dançavam na sala, iluminada por velas e pela luz do luar.

-Devo dizer que você cumpriu brilhantemente sua promessa, a noite está sendo maravilhosa. –Richard sussurra no ouvido da namorada, logo depois começando a beijar-lhe suavemente o pescoço.

-Que bom que gostou, mas está tarde, é melhor irmos dormir. –Hermione fala se afastando.

-Ah, claro, tem toda razão. –Richard concorda com um sorriso maroto e um brilho malicioso nos olhos.

-Desculpa meu anjo, mas devo te lembrar do que combinamos? –Hermione fala se afastando, após jogar um balde de água fria em Richard.

-Tudo bem, eu vou me trocar. –Richard fala tentando se conformar, enquanto Hermione entrava no banheiro.

No meio da madrugada dois fantasmas conspiravam, enquanto olhavam através de um caldeirão, Richard e Hermione dormindo abraçados.

Pela manhã, Richard acorda e nota estar sozinho na cama, procura algo no criado-mudo e encontra um bilhete de Hermione.

Anjo,
Tive que resolver algumas coisas sobre a compra do carro e volto assim que der, tome um belo café da manhã e aproveite a piscina, vou tentar voltar pro almoço.
Com amor, Hermione

-Vou começar a ficar com ciúme desse carro! –fala chateado, levantando entediado e entrando no banheiro, onde pretendia trocar a calça do pijama por uma bermuda.

Em algum lugar da China, Hermione conversava com um homem de quimono negro, no alto de uma colina.

-Entendo que este é um pedido difícil senhor, mas tente pensar com cuidado, seu país já foi alvo de Marcus. Tenho certeza de que se unirmos forças e refizermos as antigas alianças, além de buscar novos aliados, poderemos derrotá-lo como derrotamos Voldemort. –Hermione fala demonstrando segurança, diante do olhar atento do chinês.

-Eu não sei, todos parecem acreditar que ele é mais poderoso que o pai, isso significa que seria um desafio maior que o de Voldemort, só que sem Dumbledore ou Harry Potter pra nos guiar. Estamos sem saída, não vejo alguém capaz de iluminar a escuridão que nos cerca e está prestes a nos engolir. –fala sem esperanças, temendo o futuro da humanidade.

-Talvez não haja um que possa iluminar a escuridão, mas com certeza as chamas da Fênix ressurgirão e acabarão com toda e qualquer escuridão. A Ordem da Fênix está reerguida e vai combater Marcus com ou sem seu apoio, mas realmente espero que pro bem de seu povo, esteja apoiando o lado certo, porque do contrario não consigo imaginar seu futuro. –fala firme e confiante, se levantando com altivez.

-Está me ameaçando srta. Granger? –pergunta também se levantando e a encarando firmemente.

-É claro que não, a Ordem da Fênix trabalha pra proteger os inocentes e combater com justiça e lealdade, todo aquele que ameaçar o equilíbrio entre a Luz e as Trevas. Eu só desejo que o senhor junte-se a nós em nossa luta, entendo que é uma decisão difícil, mas lembre que ficar em cima do muro numa guerra praticamente declarada é sinônimo de inimizade pra com os dois lados, e isso o deixará sozinho contra Marcus. –fala de forma diplomática, mas com certo tom de alerta que parece fazê-lo parar pra pensar.

-Me daria um tempo para pensar? –pergunta parecendo tocado pelas palavras de Hermione.

-Claro, se estiver disposto a nos apoiar esteja nesse lugar na data e hora indicados. Nessa reunião iremos definir todos os detalhes para o combate. –Hermione fala otimista e entregando um envelope azul turquesa com o selo da Ordem, ao homem, que pega hesitante, mas ao tentar abri-lo não consegue romper o selo –O selo só abrirá quando estiver certo de sua posição, até lá pense com cuidado.

-Sim, vou ponderar e responderei o mais breve possível. –fala sinceramente e fazendo uma reverência em sinal de respeito a Hermione.

-Esperarei sua presença na reunião. Até breve. –fala fazendo uma reverência e se despedindo, antes de aparatar em um beco próximo ao hotel em que estava com Richard.

Hermione se dirige ao hotel a dois quarteirões dali e depois de uma rápida parada na recepção, vai a piscina encontrar o namorado.

-Olá, demorei muito? –Hermione fala sorridente pra Richard que estava na piscina.

-Sabe que qualquer minuto longe de você já é muito, mas devo confessar que não faz muito tempo que acordei. –fala enquanto sai da piscina, chamando atenção das mulheres em volta.

-Exibido! Tem que ficar circulando de sunga por aí? –fala com uma pontada de ciúmes ao ver o “sucesso” do namorado com as outras hóspedes.

-Ei, foi você quem sugeriu a piscina! Queria que eu viesse nadar como? –fala fingindo estar indignado com o comentário.

-De bermuda pelo menos, quer dizer... desculpa, eu não sei o que estou dizendo. –fala muito constrangida com sua atitude e sem conseguir encará-lo.

-Não fica assim, adorei te ver com ciúmes. –sussurra sorrindo e a puxando pra um beijo cinematográfico, causando certa decepção nas mulheres que observavam a cena.

-Você me molhou toda. –comenta ofegante, olhando as roupas molhadas.

-E você se importa com isso? –pergunta sedutoramente, com o rosto junto ao dela.

-É melhor irmos almoçar. –fala se afastando rapidamente, sentindo os joelhos fraquejarem, mas resistindo a tentação, o que faz Richard a seguir, novamente frustrado.

À noite, Hermione tomava banho, quando Richard entra silenciosamente no banheiro e começa a observá-la.

-Richard! O que você ta fazendo aqui? –fala surpresa após vê-lo encostado na parede, a observando como se estivesse hipnotizado.

-Te admirando. –fala em tom sonhador, acompanhando uma gota de água que havia caído no colo de Hermione e descia tentadoramente pelo corpo da morena.

-Eu preferia que você saísse, quer dizer... nós combinamos. –fala com um leve tom de súplica na voz.

-Mas eu não pretendo fazer nada, só quero ficar aqui te olhando. Juro que vou ficar quietinho. –fala baixo, sem desviar o olhar do corpo de Hermione.

Vendo que não ia conseguir convencê-lo, Hermione volta a tomar banho, tentando ignorar a presença de Richard.

Chegando a casa, Gina se joga pesadamente no sofá, não percebendo a presença de alguém na janela da sala.

-Até que enfim te achei. –Draco que a observava da janela, fala se aproximando, enquanto Gina se levanta e o olha assustada.

-Não sei o que está fazendo aqui, mas vá embora. –Gina fala firme, mostrando que não o queria ali.

-Não. Eu não gostei de acordar sozinho naquela cama e agora que finalmente consegui te encontrar, eu não vou embora antes de conversarmos. –fala determinado, se sentando no sofá, de frente pra ela.

-Não há o que falar. –Gina fala cruzando os braços e olhando-o severamente.

-Não venha com essa conversa, até porque eu sei que gostou. –fala sorrindo confiante.

-Gostei? Não vou dizer que não tenha sido uma distração razoável, mas o Andy é bem melhor que você. –fala sorrindo vitoriosa e indo até a porta –Agora se me der licença. –fala com a mão na maçaneta, fazendo sinal pra ele sair.

-Você deve estar brincando. Não acredito que você ache que eu vou engolir isso. –fala se aproximando perigosamente de Gina.

-É melhor não tentar nada, porque hoje eu estou cansada e se eu quisesse me divertir com alguém, chamaria o Andy. –fala olhando-o com desdém.

-É o que quero ver. –fala determinado e a puxando pra um beijo apaixonado, mas não sendo correspondido.

-Agora que já viu que eu não estou nem aí pra você, vá embora antes que eu resolva te expulsar, ou antes que o Andy chegue, sabe, ele costuma aparecer de surpresa. –fala com superioridade, depois de ele parar o beijo.

-O que esse cara tem que eu não tenho? –fala furioso, socando a parede atrás dela, passando com o braço rente a orelha da ruiva.

-Ele é doce, gentil, beija bem, é bom de cama e muito mais gostoso. –fala normalmente, olhando-o nos olhos.

Sem falar mais nada, Draco a empurra violentamente e sai batendo a porta atrás de si.

“Droga! O que ele quer? Será que uma noite não foi suficiente pro ego dele!” –pensa com raiva, se levantando abruptamente do chão e se jogando no sofá –“Mas se ele fizer aquilo de novo eu não sei se vou poder me segurar, desgraçado! Ainda bem que eu estou cansada o suficiente pra não me empolgar com nada.” –pensa cansada, fechando os olhos, parando de lutar contra o sono.

Richard e Hermione estavam jantando no restaurante do hotel, ao som de um piano.

-Então, quando você vai pegar o carro? –pergunta curioso.

-Semana que vem, então poderemos começar a viajar passando por Veneza e Roma, antes de seguir pro norte. O que acha? –pergunta ansiosa.

-Ótimo, você tem idéia dos lugares que visitaremos depois? –pergunta começando a gostar da viagem.

-Não, acho que é mais legal deixar “o vento nos guiar”, não gosto de fazer nada sem planejar, mas acho que podemos abrir uma exceção, não concorda? –fala empolgada com a idéia.

-Claro, acho ótimo. Sempre tive vontade de conhecer a Grécia, o que acha? –pergunta começando a fazer planos, que continuam a serem discutidos durante a noite.

Durante os dias seguintes, Hermione e Richard viajam por vários países começando pela Grécia, pra onde vão de avião, passar a semana e depois voltam pra Maranello pra pegar o carro; no mesmo dia eles seguem viagem com paradas programadas em Roma, Veneza, Mônaco, Lyon, Paris, Strasbourg, Munique e Praga.
Durante a viagem e em meio a passeios românticos, visitas a pontos turísticos e a pequenas cidades, Hermione conseguia se afastar de Richard e visitar possíveis e antigos colaboradores, tentando convencê-los a se unirem a Ordem.

Hermione estava em Praga na Republica Checa, comprando algumas lembranças pros amigos, quando uma mulher esbarra nela, fazendo-a sentir uma picada no braço.

-Me desculpe, eu sinto muito. Te machuquei? –a mulher se desculpa, mostrando um objeto pontudo em sua mão.

-Não, está tudo bem. Com licença. –Hermione responde educadamente, logo depois se encaminhando a caixa, que havia acabado de vagar.

Ao sair da loja, Hermione caminha se sentindo um pouco cansada, seu corpo parecia ficar cada vez mais pesado, até que sua visão ficou turva e ela desmaiou, sendo amparada pela mulher que havia esbarrado nela, na loja. Assim que pegou Hermione, a mulher entrou com ela num furgão preto, com janelas escuras, onde havia mais três homens.

Cerca de duas horas depois, Hermione começa a despertar e ouve uma mulher ordenar, em russo, a um homem que ligasse pro comprador, porque ela estava acordando.

-Até que enfim acordou, garota. –a mulher que antes parecia ter entre cinqüenta e sessenta anos, olhos azuis e ter cabelos ruivos, agora aparentava ter cerca de quarenta anos e tinha o cabelo bem curto e negro, com olhos castanhos.

-Quem é o comprador ? –Hermione pergunta ainda com dificuldade em falar, mas tentando parecer, melhor. Também percebeu que estava com as mãos algemadas a uma cadeira de ferro.

-Fala russo? –um homem com cerca de quarenta anos, olhos negros e cabelos castanhos escuros, um pouco grisalhos, em com cerca de 1,80m, pergunta surpreso.

-Entendo um pouco, mas prefiro minha língua. –fala já recobrando o tom normal de voz e parecendo altiva.

-Ingleses arrogantes! Se acham os melhores, no entanto te peguei muito facilmente. –a mulher fala com desdém, mostrando-se ofendida com o comentário de Hermione.

-Fácil pegar alguém que não está preparado. –Hermione retruca, provocando a mulher.

-Com licença. –um outro homem se aproxima, parecia bem mais jovem e também falava russo –O comprador chegará em alguns minutos.

-Ótimo, agora volte a seu posto. –o homem ordena e o outro segue pra fora do que parecia uma antiga fábrica.

-O que vocês querem comigo? –Hermione pergunta observando a mulher se sentar a sua frente e o homem pegar uma caixa em cima da mesa.

-Nós só queremos o dinheiro, que aliás é uma bela quantia. Só me pergunto por que uma menina como você vale tanto, é agente do seu governo? –pergunta examinando a bolsa de Hermione.

-Nunca te disseram que é feio mexer na bolsa de uma dama? –Hermione pergunta irônica, não gostando de vê-lo mexer em sua bolsa.

-Não vejo nenhuma aqui! Agora pare de falar bobagens e responda as nossas perguntas. –a mulher fala firmemente, pondo uma automática em sua perna, em sinal de ameaça.

-Belo relógio, vejo que deve ter muitas funções. –fala observando seis botões em volta do visor -O que faz? –o homem pergunta, pondo o relógio no pulso.

-Ele marca as horas. –Hermione responde normalmente, vendo o olhar irritado da mulher.

-Vou te ensinar a não dar respostinhas . –a mulher fala irritada, se levantando e desferindo um sonoro tapa em Hermione.

-O que é isso afinal? –pergunta segurando a varinha de Hermione e a observando atentamente.

-Pro seu bem, é melhor largar isso. –Hermione fala seriamente, chamando a atenção dos dois.

-Por quê? Aparentemente uma vara de madeira bem trabalhada, mas nem de longe uma obra de arte. Que tipo de função secreta tem? –o homem pergunta examinando a varinha, sob o olhar atento da mulher.

-Já disse que é melhor soltar isso... pára de balançar, antes que se machuque Dimitri . –Hermione fala rispidamente, após vê-lo sacudir a varinha.

-Como sabe o meu nome? –o homem pergunta assustado, deixando a varinha sobre a mesa e ficando de pé diante de Hermione.

-É fácil, todo russo se chama Dimitri, assim como toda russa é uma Natasha! –fala em tom debochado, deixando-os furiosos.

-Vou te ensinar a não debochar de nós! –a mulher fala apontando a arma pra Hermione, mas sendo impedida pelo homem.

-Precisamos dela viva! –fala a chamando a razão.

-Isso mesmo, N-a-t-a-s-h-a. –Hermione fala novamente em tom debochado, fazendo a mulher ficar com mais raiva e lhe dar um chute no rosto.

Ao receber o chute, Hermione cai junto com a cadeira, mas evitando bater a cabeça no chão. O chute atingiu o ouvido direito e uma parte da face, deixando uma enorme marca vermelha.

-É só isso que pode fazer? Está explicado o porquê de a gigante União Soviética ter sucumbido, afinal nada tão grande poderia ser controlado por bárbaros fracotes! –debocha sorrindo, fazendo ambos os seqüestradores corarem de fúria.

-Inglesa de merda! –a russa fala furiosamente, sacando a arma e atirando rapidamente.

Ao vê-la sacando a arma, Hermione se movimenta e o tiro acerta a algema que prendia seu braço direito, o que deixou que ela se levantasse rapidamente e com o assento da cadeira se protegesse de mais um tiro da mulher, antes de derrubá-la com uma rasteira, fazendo-a cair sobre a mesa. Ao mesmo tempo, Dimitri pegava uma arma em cima da mesa e depois de evitar o choque com “Natasha”, tenta atirar em Hermione que “atira” a cadeira no braço dele, fazendo o tiro acertar um homem no segundo andar, que corria pra ajudá-los.

-Um Dimitri a menos! –Hermione fala debochadamente e acerta a cadeira na cabeça de Dimitri, que ao cair inconsciente, bate na mesa quebrando o pescoço.

Nesse instante, “Natasha” a atinge com uma faca na linha da cintura, perfurando-a logo abaixo das costelas do lado esquerdo. Mas antes que a mulher pudesse fazer algo mais, Hermione bate com o pé da cadeira no pé da russa, que solta a faca e se distância, verificando o pé.
Enquanto isso Hermione pega a arma de Dimitri e atira na outra algema, a libertando da cadeira, mas logo depois sendo atingida por um chute de “Natasha”, fazendo-a soltar a arma. Uma luta de mãos livres se inicia com uma seqüência de socos e chutes defendidos por ambas, que demonstram muita técnica e flexibilidade.
“Natasha” tenta acertar Hermione no ferimento feito pela faca, mas esta defende com o braço e depois gira rapidamente, acertando as costas da mão direita no rosto da russa, que cambaleia, mas logo depois se recupera dando uma rasteira em Hermione que cai de costas no chão e depois é atingida no ferimento por um chute violento da oponente.

-Acho que você vai pensar duas vezes antes de se meter com um russo. –fala com um sorriso vitorioso pra Hermione que estava encolhida com a mão no corte que sangrava bastante.

-Não fui eu que me meti com você, Natasha . –Hermione fala ofegante, segurando, a seguir, a perna esquerda de “Natasha”, que era canhota, e aplicando-lhe uma chave de perna, derrubando a russa e provocando-lhe uma fratura exposta.

Nesse instante, quatro homens armados com metralhadoras, entram e tentam atirar em Hermione que põe “Natasha” na frente, conseguindo pegar a arma de Dimitri e atirar contra os quatro que se escondem atrás do maquinário que estava em cima da esteira. Aproveitando a pausa, Hermione solta a russa e se joga em cima da mesa, virando-a como escudo, pegando a arma de “Natasha” e guardando sua varinha, antes de respirar profundamente e atirar contra eles, conseguindo correr e rolar pra trás de uma pilastra, onde se protege dos tiros das metralhadoras.

-Droga, o que eu faço? –fala pra si mesma e depois respira profundamente, se virando e atirando pausadamente, pra economizar balas.

Quando sai de trás da pilastra pra atirar, Hermione aproveita pra observar o redor rapidamente e volta pra trás da pilastra sorrindo. Ela conta até quatro e com a arma de “Natasha” atira na direção dos quatro e com a de Dimitri ela atira em dois cabos de aço, grossos e pesados, que outrora deviam carregar o material pesado pra esteira. Os cabos caem na esteira e em cima dos aparelhos causando a destruição destes e uma nuvem de poeira, o que permite a Hermione sair de trás da pilastra atirando e derrubando três dos quatro, mas sendo atingida na perna direita pelo quarto, antes de rolar pra trás de outra pilastra.

-Droga! Porque eu tinha que ser tão ética? Usando a varinha os pegava em dois minutos! –resmunga baixo pra si mesma, enquanto joga a arma da russa fora, sem balas, empunhando a arma de Dimitri.

Hermione se agacha, se apoiando na perna sã e depois de ouvir o barulho do pente da metralhadora sendo trocado, dá dois passos rápidos e salta por trás dos escombros da esteira, atirando contra o quarto e caindo sobre um outro que estava ferido no chão.

-Ainda vivo! –exclama surpresa, antes de desferir uma cotovelada nele, deixando-o inconsciente –Brinquedinhos interessantes. –fala vendo o colete dele, cheio de granadas de fumaça, explosivas e de luz.

Uma explosão é ouvida e Hermione pega uma granada explosiva, antes de se levantar com a arma em punho.

-Renda-se Granger. –Um homem alto com uma enorme cicatriz no rosto, fala apontando uma varinha pra ela.

-Venha até aqui sangue-ruim. –uma voz muito conhecida fala, fazendo Hermione estremecer, mas sair o mais confiante possível, até o lugar onde “Natasha” e Dimitri estavam.

Hermione se espanta ao ver os fantasmas de Voldemort e Salazar, flutuando próximos ao corpo de Dimitri.

-Vejo que eliminou esses vermes pra nós. Como se sentiu eliminando esses trouxas? –Salazar pergunta friamente, olhando os corpos no chão.

-Então era por isso que Marcus estava roubando aqueles artefatos, ele queria invocar seus espíritos. –fala encaixando as peças e lembrando da sua pesquisa.

-Bravo! Meu neto é muito apegado à família. –Salazar fala sonsamente, enquanto Voldemort ri da expressão de Hermione.

-Está rindo do que Riddle ? Imagino que Salazar esteja bem desgostoso do herdeiro mestiço, que foi derrotado por um bebê de um ano de idade, e novamente pelo mesmo ainda adolescente. –fala provocando-o, fazendo com que o fantasma parecesse mais sólido de tanta raiva.

-Sua sangue-ruim maldita... –começa a esbravejar até ser interrompido por um gesto de Salazar.

-Antes de mais nada, pra você é senhor Slytherin. –fala com ar superior, pra Hermione que os observava impassível -Quanto a você, não reclame! Ela não disse nenhuma inverdade, você sujou o nome de minha família, me desonrou, mas meu legítimo herdeiro apagará todas as besteiras que fez e realizará todos os meus sonhos! –fala com ar superior, envergonhado por Voldemort, mas orgulhoso por Marcus.

-Não devia falar assim na frente dela, Marcus já conversou conosco, eu também já pedi perdão, vamos esquecer os erros e nos concentrar em garantir o triunfo de meu filho. –pede humildemente, fazendo uma leve reverência a Salazar.

-Que seja, acabemos logo com isso. –fala contrariado, olhando impaciente a expressão calma de Hermione.

-Não vai ser tão fácil. –Hermione fala confiante, mas na verdade temerosa.

-Pare de falar bobagens e largue isso, depois ponha as mãos na cabeça. –Voldemort ordena e Hermione sorri discretamente.

Ela, discretamente, tira o pino e joga a granada aonde, cerca de quinze bruxos, que acompanhavam os fantasmas, estavam. Depois leva as mãos à cabeça, tapando os ouvidos.
A granada explode e Hermione é atirada ao chão, assim como o bruxo que estava atrás dela, enquanto os outros voam aos pedaços pelo galpão.

- Shield Cage -Hermione brada empunhando a varinha, ao se virar rapidamente, criando uma gaiola de luz em torno dos que estavam longe da granada o suficiente pra ficarem vivos.

-O que você fez, sua maldita! –Voldemort esbraveja, vendo seus homens mortos.

-Se vocês não se deixassem cegar pelo poder que tem, saberiam que eu estava segurando uma arma trouxa, mas precisamente uma granada e-x-p-l-o-s-i-v-a. –fala vitoriosa se erguendo com a varinha em punho.

-Isso não vai ficar assim, pode ter vencido a batalha, mas Marcus sairá vitorioso da Guerra. –Voldemort fala furioso, mas altivo, com o olhar frio e penetrante.

-Ai! Estupefaça -Hermione brada depois de ser atingida pelo bruxo que havia a rendido, o deixando inconsciente logo depois.

-Quando a luz sangrenta surgir no céu, Lord Marcus guiará, sob sua varinha, os seres e amantes das trevas à guerra e espalhará as chamas negras, trazendo o caos e o terror ao mundo, antes do Grande Reino Negro surgir, sob o pulso forte de Marcus–O imperador das trevas. –Salazar fala em tom etéreo como se fizesse uma profecia, enquanto se dissipa como névoa, junto a Voldemort.

Depois dos fantasmas sumirem, seguidos pela voz de Salazar, Hermione cai de joelhos, seus olhos nublam e ela só tem tempo de usar o braço pra proteger a cabeça da queda, jazendo inconsciente no chão, em cima de uma poça de sangue, causada pela hemorragia, provocada pelos ferimentos em seu corpo.

N/A: Demorou, mas chegou! O cap ta aí e tem uma Nc D/G de bonus, feita pela minha brilhante beta!

N/A²: O que acharam do cap? Acham que Salazar fez uma profecia? Gostaram da ação estilo James Bond de Hermione contra os Russos?

N/A³: Desculpem a demora, mas prometo que o próximo não demora tanto!
As próximas fic's a serem atualizadas serão DAS e ET.

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