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8. Atentados


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Richard e Hermione estavam se beijando apaixonadamente no sofá da sala, quando ele começa a por a mão por debaixo da camisa da morena que na hora o afasta de si.

-Não, hoje não. –Hermione fala se sentando, ainda um pouco ofegante.

-Porque não? –Richard pergunta confuso.

-Eu acho que tudo entre nós aconteceu muito rápido, talvez devêssemos ir mais devagar a partir de agora, tudo bem? –pergunta tentando ser o mais firme possível, já que a expressão dele faria qualquer uma amolecer e voltar atrás.

-Se você não quer eu não posso fazer nada, só não entendo o porque disso agora. –fala visivelmente frustrado.

-Me desculpe, sei que é meio repentino, mas...

-Não explique nada agora, eu sou capaz de não entender. É melhor que eu vá, amanhã nós conversamos. –fala se levantando, visivelmente chateado.

-Amanhã não dá, combinei de ir à casa dos meus pais. –fala preocupada com a reação dele.

-Seus pais! –fala abrindo um sorriso- Ótimo, eu adoraria formalizar nosso namoro. –fala empolgado, assustando-a.

-Er... acho melhor não. Eu ainda não falei de você pra eles e seria meio repentino, mas não fica assim, o que acha de marcarmos pro próximo fim de semana? –fala sorrindo esperançosa, vendo-o se animar novamente.

-Então vai mesmo me deixar conhecê-los? –pergunta com os olhos brilhando.

-Sim, claro. Semana que vem, certo? –ela pergunta mais aliviada.

-Certo. Então vou pra casa, você deve ir cedo pra lá não é? –pergunta segurando as mãos dela, nas suas.

-Sim, eu vou de carro, então saio daqui as sete e só devo voltar na terça ou quarta, já que provavelmente minha mãe vai tentar me prender lá, com certeza vou voltar uns cinco quilos acima do peso! –fala entre risos.

-Não tem problema, eu te ajudo a perder todos eles. –fala de forma maliciosa, a puxando pra um beijo intenso.

-Até quarta ou quinta, eu te ligo amanhã quando chegar lá, ok? –fala ofegante e um pouco tremula sentindo suas pernas fraquejarem, e se segurando pra não arrastá-lo pro sofá de novo.

-Ok, até amanhã! –fala dando tchauzinho e aparata.

-Eu não vou agüentar. –fala se jogando no sofá, decepcionada consigo mesma.

Os fantasmas que assistiam tudo enojados, somem como nevoa se dissipando.

-Malfoy, venha aqui imediatamente! –Marcus fala pondo a mão em cima de uma replica de prata da marca negra, posta a direita de seu trono.

-Sim, My Lord. –Malfoy fala de joelhos, após aparatar.

-Chame o Weasley, quero vê-lo aqui ainda essa madrugada, e convoque, todos os comensais pra reuniãozinha com o Weasley. Entendeu? –pergunta com um brilho insano nos olhos, transmitindo uma aura negra e gélida.

-Sim, Lord Marcus, retornarei em breve com o auditório pronto. –ao falar isso aparata, deixando o mestre imerso a pensamentos bizarros.

As cinco da manhã, o auditório estava preparado. Os dois fantasmas estavam radiantes observando do “palco”, centenas de comensais os reverenciando, quando Marcus entra, prendendo a atenção de todos. O príncipe das Trevas, estala os dedos, e as cortinas negras se afastam, mostrando Percy Weasley acorrentado a uma cadeira, e então com mais um gesto, as correntes somem, e o ruivo se atira aos pés do Mestre implorando clemência.

-Seu traidor imundo, afaste-se de mim. –ao falar da um chute no ruivo que o faz parar dois metros à frente.

-Mestre, por favor, eu lhe imploro! –roga aos prantos, com o nariz sangrando.

-Eu não tolero traidores, e aqui, verão o que acontece a qualquer um que me traia! –fala em tom sombrio e grave, fazendo com que todos os espectadores estremecessem –Thousand Hell –fala apontando a palma da mão pro Weasley, fazendo com que um feitiço, laranja avermelhado, atingisse o ruivo na cabeça, entre os olhos.

Percy acordou no jardim da Toca, onde toda sua família estava em sua volta, o olhando com raiva, recriminação e asco. Ele se sente acuado e temeroso, quando o sr. Weasley, seu pai, dá um passo a frente.

-Você nos traiu, traiu sua família, a ordem, a mim que infelizmente, sou seu pai. –fala com misto de vergonha e repulsa -Verme traidor! –brada furioso, apontando a varinha pra Percy.

Depois do que pareceu um piscar de olhos, se vê nos jardins de Hogwarts, preso a uma fogueira, e a sua frente, todos os seus amigos, conhecidos, parentes, tanto do lado da ordem, quanto do lado das Trevas.
Todos começam a gritar por punição, e ao olhar pros lados vê seu pai e Voldemort, cada um com uma tocha, fazendo a lenha em baixo de seus pés queimar. A multidão grita extasiada e os outros dois riem satisfeitos, vendo o fogo consumir a lenha e começar a queimar a calça do traidor.
-Não, por favor, eu sinto muito, me perdoem, eu juro que serei que serei o mais fiel dos homens! Papai! –chama o nome do pai chorando compulsivamente, sentindo o fogo queimar suas pernas e consumindo sua pele e carne.

Marcus estava entre seu pai e seu avô , observando contente os comensais que demonstravam hora medo e pânico, hora prazer e satisfação, ouvindo os lamentos e gritos desesperados do homem que se debatia no chão como se tivesse amarrado a algum lugar.

Novamente, Percy, estava no jardim da Toca, e em sua volta seus familiares. Desta vez Gina se aproximou um passo e apontou sua varinha ao irmão.

-Traidor repugnante! –depois de falar, cospe no irmão, deixando-o estupefato.

Percy sente novamente o mundo mudar em um piscar de olhos. Vê-se no átrio do Ministério da Magia, está em cima de um banco, com uma corda no pescoço, a sua frente todos que trabalham no ministério e a imprensa em peso, fotografando-o incessantemente.
-Preparem-se pra ver como um covarde morre! –ao falar isso, empurra o banco com o pé, e Percy começa a se debater, tentando puxar a corda com as mãos, urinando nas calças, ao som do riso de todos.

No auditório, os comensais olham, temerosos, o semblante satisfeito de Marcus e dos fantasmas.

Novamente entre seus familiares no jardim, vê Rony se apresentar.

-Hora de morrer, porco traidor! –Rony põe o pé no peito de Percy, que tentava fugir, e saca sua varinha.

Dessa vez está acorrentado a uma árvore na floresta proibida, Rony está a sua frente com uma garrafa, que contem um líquido vermelho.

-O que vai fazer? –pergunta quase num sussurro, tremendo de medo.

-Só vou te juntar aos seus! –fala sarcástico e olhando o irmão fulminantemente, antes de jogar o sangue no ruivo, e subir em uma arvore a frente.
Após alguns minutos, ele ouve barulhos indicadores de animais se aproximando, e começa a ficar em pânico. Tenta se soltar, mas as correntes que o prendem não sedem. Vendo os primeiros animais se aproximarem, começa a gritar por socorro e chamar pelo nome do irmão, que apenas ri enquanto Percy é devorada por diversos animais.

A essa altura, Marcus saboreava, um antigo vinho tinto, apreciando o espetáculo, assim como vários de seus mais fieis comensais, enquanto os demais se dividiam entre os que sentiam nojo, medo e arrependimento.

Percy havia voltado ao jardim da Toca, e já havia perdido as esperanças de fugir ou ser perdoado, apenas observava conformado, Carlinhos apontar-lhe a varinha.

Agora estava deitado no chão, com as mãos algemadas no que pareceu ser uma carroça, não entendia o que poderia estar acontecendo, quando Carlinhos se aproxima.
-Preparado pra um passeio, irmãozinho? –pergunta em tom cínico, subindo na carroça e pondo os Testrálios pra andar em direção a Hogsmeade.
Percy apenas gritava de dor, sentindo suas costas queimarem pelo atrito contra o chão, enquanto via o castelo de Hogwarts se afastar. Ao chegar em Hogsmeade, Carlinhos circula por toda cidade anunciando que o traidor estava lá, então ao voltar ao centro da cidade, é erguido pelos braços ficando com os pés a um metro e meio do chão.
-Hora de punir o traidor! –Carlinhos anuncia batendo um grande chicote no chão, e depois começando a chicoteá-lo enquanto os moradores de Hogsmeade, e os integrantes da ordem liderados por Harry, Rony, Hermione e Dumbledore, começam a atirar-lhe pedras.

Ainda se sentido todo dolorido, vê a figura de Gui, se aproximar.
-De todos que pudéssemos esperar nos trair, nunca poderíamos esperar traição tão vil! –fala apontando sua varinha para o peito do ruivo, que ao contrario do que imaginara não havia mudado de cenário.

Percy estava deitado sobre um bloco de concreto, com os pulsos e tornozelos presos.
-Você traiu seu sangue, por isso não merece tê-lo em seu corpo, verme traidor! –Gui fala com os olhos ardendo de fúria, em com um aceno rápido de varinha faz Percy gritar.
Percy sentia seus ossos estilhaçarem como se fossem martelados, e os pedaços que se soltavam, investiam contra os músculos e pele, abrindo espaço pra saírem, fazendo o sangue espirrar do corpo do homem que gritava desesperado e ofegante. Sangrando até morrer.

Novamente em casa, entre os irmão e pais, ele se vê ser erguido por Fred e Jorge, e depois amarrado pelos pulsos, nu, num lugar frio e escuro.
-Confortável almofadinha? –Fred pergunta, jogando um balde d’água nele.
-Agora você vai se arrepender de todas as suas traições. –Jorge fala com ar maldoso, transformando sua varinha num chicote brilhante, azul.
Percy que ria imaginando que só ia levar umas chicotadas novamente, se engana ao sentir uma forte corrente elétrica tomá-lo, ao toque do açoite. Ao pensar que nada poderia piorar aquilo, ele sente sua pele arder quando novamente é molhado por Fred, que agora ao invés de água, joga álcool, queimando suas feridas, e piorando os choques. Enquanto as risadas de seus irmãos eram abafadas pelos seus gritos de agonia.

Estava ainda meio atordoado entre sua família, e já não temia mais nada, pois depois de ser queimado, enforcado e humilhado, esfolado, apedrejado, açoitado duas vezes, eletrocutado, devorado vivo e esmagado depois sangrando até a morte, nada que viesse poderia ser pior. A matriarca Weasley se aproxima e chorando se pronuncia, sendo ouvida atentamente por todos.
-Filho que nasceste de mim, de meu ventre, amamentado pelo meu leite, cuidado e tratado por mim com amor e carinho, filho do qual tive imenso orgulho, como pôde nos trair? Como pôde se aliar ao inimigo, provocando a morte de diversos entes queridos, e mesmo depois de perdoado e acolhido por nós, voltar a repetir o erro, se unindo ao herdeiro do mostro! Renego-te, como renegou seu sangue e seu nome, estando a partir de agora morto e enterrado . –ao dizer isso Percy se vê num lugar escuro e apertado, sentindo algo ser lançado sobre a prisão de madeira, seu caixão, onde descansará pela eternidade.
O desespero o atinge, ele se debate gritando pela mãe, tenta com as unhas escavar o caixão, respirando devagar pra economizar o ar. Depois de tentar escavar e sair dali, seus dedos já sem unhas e sangrando, começa a sentir falta de ar, e num último suspiro pede perdão à família e aos amigos, sentindo-se o pior dos homens.

Ao vê-lo parar de se debater e gritar, Marcus se aproxima e constata sua morte.

-Acho que entenderam o tratamento que dou a quem me trai, agora podem ir. –adverte brevemente, ficando logo a sós com os fantasmas e Malfoy.

-Quer que eu cuide, pra que seja entregue a família? –pergunta se aproximando de Marcus.

-Sim, mas antes vou escrever um pequeno recado. –se abaixa e começa a abrir os botões da camisa do morto –Seu erro foi achar que poderia fazer jogo duplo, eu sou um mestre Legilimente e nos breves instantes que cruzou seus olhos com os meus no almoço, vi que me trairia. –sussurra perto do morto e depois põe sua mão no peito dele fazendo letras incandescentes surgirem.

-Vou tentar entregá-lo o mais breve possível. –Malfoy fala e depois aparata com o corpo.

-Foi uma ótima demonstração meu filho, parabéns! –Voldemort fala com orgulho.

-Vê-se que ao contrario do pai, sabe se impor e punir seus inimigos! É assim que gosto de te ver. –Salazar fala com orgulho e incentivo.

-Vovô, já disse pra não provocar o papai, ele fica triste com isso e eu também, não custa nada fazerem as pazes. Porque não conversam um pouco enquanto eu durmo, vai fazer-lhes bem. –pede olhando Salazar antes de seguir em direção a porta.

-Realmente precisamos conversar Voldemort. –fala em tom sério.

-Concordo, senhor. –responde também seriamente.

-Bom dia! –Gina fala ao se juntar a Hermione pro café da manhã.

-Bom dia, deixou pra tomar café aqui, é? –Hermione pergunta a amiga que havia dormido fora.

-Na verdade até comi um pouco lá, mas quero saber como foi com o Richard, to curiosa. Ele não ta aqui ta? –faz a pergunta em tom mais baixo.

-Não, ele não dormiu e nem dormirá aqui por um bom tempo. –Hermione fala entre um gole e outro de suco.

-Como assim? Não me diga que terminou com ele de novo. –fala não querendo ouvir a insanidade da amiga.

-Não, você não precisa me torturar. Eu só acho que como as dúvidas de que ele seja ou não o Harry são muito grandes, resolvi que a gente vai namorar, mas sem sexo. –fala meio sem jeito e se enrolando pra explicar.

-Sabe que acho seu jeito tímido uma gracinha? –Gina fala provocando a amiga –Mas eu não te entendo, antes do almoço você tava confiante de que ele era o Harry, o que mudou? –pergunta preocupada.

-Ele disse que não simpatizou muito com o Rony e ainda tem medo de altura, o Harry amava voar e Rony era como um irmão pra ele. –Mione fala desapontada, sentindo-se novamente na estaca zero.

-Não acredito nisso! Ele tem medo de altura? –pergunta pasma.

-Disse que detesta vassouras e só de estar a poucos metros do chão já fica com a vista turva, e as mãos suadas, com o corpo tremendo, quase uma crise de pânico. –fala com desanimo, remexendo a torrada.

-Ai ai, quando achamos que chegamos perto da verdade, só nos afastamos cada vez mais. Mione, mesmo que ele não seja o Harry você vai continuar com ele, não vai? –Gina pergunta olhando-a seriamente.

-Não sei, há alguns dias diria que não, mas hoje eu não sei. Ele é o mais perto que posso chegar do Harry. –fala concentrada no copo de suco.

-Eu não acredito nisso, Hermione você ama o Richard, ou as semelhanças que existem entre eles? –Gina pergunta incisivamente.

-Eu queria dizer que não, mas eu o amo. –fala baixo, e com lágrimas nos olhos.

-Não se sinta assim Hermione, pense que o Harry se foi, e o Richard é uma segunda chance que a vida te deu pra ser feliz. –Gina fala indo abraçar a amiga.

-Talvez você tenha razão, eu me sinto tão bem perto dele, quando me olha, quando me toca. –fala quase num suspiro.

-Nossa! E você ainda acha que vai conseguir manter essa abstinência! –fala rindo da amiga, que cora furiosamente.

-Ah, não enche vai! –a repreende, logo depois saindo em direção ao quarto, deixando Gina rindo na sala de jantar.

Hermione está na estrada em seu carro, uma Ferrari vermelha de vidros negros, quando uma BMW, prata de vidros negros, que vinha em alta velocidade, reduz, e emparelha com Hermione, baixando o vidro do motorista, e alvejando a Ferrari que freia bruscamente, girando o carro pra direita, fazendo com que Hermione fosse atingida de raspão na perna esquerda. A BMW faz a volta e novamente o motorista investe sua M16 contra a Ferrari que dessa vez manobra lateralmente, pra direita. Hermione, mesmo estranhando aquilo, reage fazendo a volta e acelerando seu carro ao máximo, conseguindo alcançar a BMW e se abaixando, pra não ser atingida pelos tiros que atravessavam o pára-brisa, joga o carro contra o prata, atingindo-o e desestabilizando-o, fazendo a M16 cair no asfalto.
A BMW dispara em fuga, mas Hermione faz a volta rapidamente, e usa toda potencia de sua Ferrari na perseguição, demonstrando habilidade ao cruzar carros, até alcançar o atirador e jogar novamente seu carro no dele, tentando tirá-lo da estrada, mas sendo surpreendida por um tiro de automática na segunda tentativa, ferindo de raspão seu ombro direito. Furiosa com aquela situação, dá um cavalo de pau e avança contra BMW sem se importar com os tiros da pistola, provocando uma batida feia, da frente do carro prata com a lateral esquerda da Ferrari.
Hermione sai, rapidamente, do carro indo até o outro e tirando o motorista/ atirador, que havia sido protegido pelo air bag, Corre e se abaixa com ele, evitando que fossem atingidos pela explosão dos carros.

-Maldição! –Urra furiosa ao se erguer e olhar seu carro, completamente destruído.

-Não se preocupe gatinha, que pra onde você vai, não precisa de carro. –o homem de cerca de um metro e oitenta, cabelos e olhos negros e de porte físico atlético, fala atrás dela –Como você salvou a minha vida, eu juro que vou ser bem rápido! –fala com superioridade, tirando o paletó e subindo as mangas da camisa.

-Realmente vai ser bem rápido. –Hermione fala sorrindo confiante e olhando-o de forma nem uma pouco amigável.

Sem esperar mais, o homem avança sobre a morena pra desferir-lhe um cruzado de direita, mas ela desvia usando a própria força dele pra arremessá-lo ao chão, ele levanta com raiva e novamente avança, tentando um direto de direita, que ela desvia, pegando o braço dele e acertando-o na barriga com um potente chute, fazendo-o ficar curvado e levar uma joelhada na cara, caindo sentado no chão, pra logo depois ser atingido por um cruzado de direita de Hermione, que o deixa inconsciente.

-Como eu disse, foi bem rápido. –fala um pouco ofegante e sentindo o ombro ferido. Ela saca a varinha e aparata com a carga .

-Não podemos continuar sem a Hermione, eu sou uma só, ela é quem conseguia se dividir em várias! –Gina protesta a chefe.

-Realmente todos os agentes estão sobrecarregados e estamos com 10 feridos e três suspensos, não podemos nos dar ao luxo de ter aurores suspensos com esse tal Lord Marcus atacando. –Draco fala irritado.

-Eu também não gosto de ter cinco dos meus melhores agentes fora de operação, mas não posso fazer nada. Eu não sou a comandante geral do departamento de Aurores e é aquele idiota que decide nossas políticas! –Tonks fala tão indignada quanto os outros.

A porta do escritório se abre e um homem voa escritório adentro, batendo contra a mesa de Tonks, e logo depois Hermione entra, com a calça manchada de sangue e o braço sangrando, assustando-os.

-O que é isso? –Tonks pergunta olhando o homem caído.

-Você ta sangrando, o que te feriu? –Gina pergunta indo até a amiga.

-Calma, foram só dois tiros de raspão... –antes de falar é interrompida pelos três.

-Tiro? –os três perguntam sem entender nada.

-É, esse cara é trouxa, e me perseguiu na estrada, tentou me matar com uma metralhadora e depois com uma pistola automática acho, não entendo muito de armas trouxas. –fala pondo a mão no ombro esquerdo, e sentando-se numa poltrona.

-Pelo visto ele não te matou, mas te acertou. –Draco fala se levantando e indo até ela.

-Dois tiros de raspão e um certeiro, no ombro... ai. –gemeu, ao ter o ombro verificado por Draco e Tonks –Esse desgraçado acabou com meu carro, aliás tira ele daqui antes que eu bata mais nele. –fala furiosamente.

-Porque você não estuporou ele, ao invés de ficar servindo de alvo? –Gina fala dando uma bronca na amiga.

-Eu não poderia usar magia contra um trouxa. –respondeu se segurando, pois sentia o ombro queimar com o feitiço curativo de Tonks.

-Mas deu uma bela surra. –Draco fala segurando o riso.

-Ao invés de ficar rindo, leve-o pra divisão especial pra interrogatório. –Tonks ordena a Draco que obedece, prontamente.

-Eu vou levá-la ao hospital, é melhor fazer exames. –Gina fala preocupada.

-Vá antes que tenha um ataque, vou mandar o pessoal limpar o lugar . –Tonks fala, rindo da preocupação de Gina, que parecia a sra Weasley, tamanha aflição que demonstrava.

-Ta, eu mando notícias depois. –Gina fala levando Mione, que achava aquilo um exagero, mas conhecia a amiga o suficiente, pra saber que não adiantaria reclamar.

Três horas depois, Richard entra aflito no quarto de Hermione, e a vê de camisola na cama, com Gina pondo uma bandeja com sopa pra ela almoçar.

-Como está meu amor? Vim assim que Gina me deu o recado. –fala preocupado e observando, atentamente, todo o corpo dela, a procura de ferimentos.

-Eu estou bem, essa exagerada que acha que vou morrer por causa de um arranhão no braço, na perna e um tirinho à toa no ombro. –fala mostrando os ferimentos.

-Mas quem foi o idiota que fez isso? –pergunta furioso, ficando com os olhos quase negros, assustando as duas.

-Ele já ta preso, não se preocupe, logo saberemos quem foi o mandante. –Gina fala tranqüilizando-o.

-Bom, agora que ele ta aqui, porque você não volta pro escritório, e me trás boas informações sobre aquele maldito que destruiu meu carro? –Hermione fala se contendo pra não fazer nenhum movimento brusco, pra não atrapalhar a recuperação do ferimento.

-Ok, cuide bem dela Richard. –Gina fala seriamente, se despedindo.

-Pode deixar comigo. –Gina sai e ele se volta pra Mione –Agora a senhorita vai comer tudinho, não vai? –fala levando a colher a boca da namorada, que ri da atitude dele, mas aceita o gesto carinhoso.

A família Weasley estava jantando, quando um barulho é ouvido, e Gui chama os demais falando que algumas corujas, haviam trazido uma grande caixa de madeira. Todos vão muito curiosos ver a caixa na sala, quando Arthur se aproxima pra abrir.

-É melhor manterem uma certa distância. –Arthur fala se preparando pra abrir a caixa, os filhos com as varinhas erguidas e suas mulheres atrás deles.

Ele abre e todos ficam em estado de choque ao ver a figura pálida e horrorizada de Percy, que estava rijo, com os braços pra cima, como se empurrasse algo.

-Percy... –a sra. Weasley fala em pânico antes de desmaiar, enquanto todos os outros se sentem paralisados, acordando para amparar a matriarca. As mulheres ficam começam a chorar e as crianças gritam desesperadas, enquanto os demais ficam furiosos.

-Tem algo aqui. –Rony fala notando algo incandescente por baixo da camisa, e a abre. - Àqueles que ousam, pensar, em me trair, eu reservo um destino pior que a morte! Ass.: Lord Marcus .

Os homens bufavam de raiva, e as mulheres se acuavam temendo pelos maridos, enquanto o sr. Weasley preparava uma chave de portal pro St. Mungus, pra levar a esposa pra ser examinada.

N/A: Sei que demorei, mas tive problemas com a beta, ja resolvidos, agora os caps saem mais rápido.

N/A²: E aí, acharam muita maldade com o Percy, ou ele mereceu? rsrsrssrs Me digam a pior morte, estou curiosa pra repti-la no fim, com o Malfoy-pai^^^

N/A³: Bom, pra quem acompanha minhas fic's, a próxima que vou escrever será DAS e se eu tiver inspiração pra um jogo de Quadribol descente eu posto Reescrevendo a História.

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