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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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7. Almoço com os Weasley


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Marcus estava no centro da cidade, observou que todos trabalhavam normalmente, então pensou em chamar atenção pra si, pra que fossem tentar combatê-lo. Ao olhar pra trás, viu uma escola e pelo número pequeno de crianças da cidade, presumiu que todas deviam estar em aula no momento. Sorriu maléficamente, seus olhos ganharam um brilho insano e ao mesmo tempo transmitiam grande poder, ergue a mão direita e o prédio onde ficava a escola explodiu, restando no local, apenas um monte de escombros manchados de vermelho e diversas peças de roupa e outros materiais espalhados pelo asfalto, juntamente com pedaços de corpos adultos e principalmente de crianças. Em meio a risadas insanas ele conjura uma gigantesca Marca Negra onde ficava o prédio.

Com o barulho provocado pela explosão do prédio e o tremor de terra que a explosão provocou, o centro parou e todos foram à janela ou porta ver o que havia causado aquilo. Quando viram o que havia explodido, vários gritos desesperados foram ouvidos e ao verem a Marca Negra no céu, soaram um irritante e alto alarme. Logo depois dezenas de bruxos furiosos cercavam o jovem vestido de negro.

-Bruxos de Salém, preparem-se para a morte, pois diante de vós, está Lord Marcus, o Príncipe das Trevas! –Fala com a voz imponente e fazendo todos sentirem um arrepio.

-E onde estão os seus comensais, bruxo das trevas? –Um homem de porte imponente, pergunta se adiantando.

-Eu não preciso de comensais pra destruir vermes como vocês! –fala desdenhoso.

Nesse instante, eles que já estavam irados, ao ouvirem o bruxo falar com tanta superioridade e desprezo apontam as varinhas pra Marcus, e centenas de raios coloridos vão em direção ao bruxo e sons de explosões são ouvidos, seguidos de uma grande nuvem de fumaça colorida que por quase dois minutos encobriu Marcus completamente. Quando a nuvem começou a se dissipar, eles viram o vulto do lord estender a mão direita e dar uma rápida volta em torno de si. Ao completar 360º uma luz azul, gélida, se espalhou num enorme anel elíptico e sangue foi espirrado em todas as direções e os corpos de cerca de cinqüenta bruxos foram cortados em dois.
O pânico se espalhou, várias mulheres histéricas começaram a correr, bruxos começaram a aparatar de todas as direções, e Marcus que já empunhava uma espada começa a aparatar e desaparatar e se mover muito rápido em todas as direções. A espada que segurava era longa e em estilo medieval, havia pedras preciosas vermelhas, verdes e azuis no cabo negro, e na lâmina uma enorme serpente detalhada em prata circundava a espada e todo o sangue derramado parecia ir se concentrar na boca da serpente e depois caía no chão parecendo ácido.
Os corpos começaram a se empilhar, hora deformados pela espada e hora atingidos por feitiços negros e comuns. Velhos, mulheres e jovens já estavam abatidos e apenas cerca de vinte bruxos ainda estavam de pé, todos já feridos de alguma forma.

-Parabéns, são os últimos! Vão ter a honra de ter um duelo justo comigo. –nesse instante a espada vira uma varinha negra e todos engolem em seco, pensando em recuar.

-Vamos pegá-lo! –Um deles brada encorajando os outros, que empunham firmemente a varinha.

Marcus sorri e aparata, aparecendo atrás deles e apontando a varinha em direção a eles, sussurra fria e cruelmente.

- Crucio -Todos caem no chão berrando de dor. –Dois, cinco, seis...vinte e três. –Marcus vai caminhando por entre eles e contando os homens que berravam. –Hora de eliminar o primeiro grupo, hum... já sei! Incêndio -fala apontando a mão esquerda pra quatro deles que começam a se contorcer e rolar tentando apagar o fogo que os consumia, os outros que ainda estavam sob a maldição mantida pela varinha, começam a chorar e implorar, enquanto Marcus ria e se divertia como uma criança que havia acabado de ganhar o presente de natal, pelo qual esperou todo ano. –Ah, acabou! O que será que faço agora? –fala pensativo depois que os quatro primeiros já tinham virado cinzas. Ele suspende a maldição cruciatos e convoca as varinhas dos bruxos que estavam caídos, exaustos. –Já sei, grupo dois... Rek -um grupo de cinco começa a berrar e os demais se viram, com dificuldade, pra ver que os membros dos cinco esticavam como se tivesse algo amarrado aos braços e pernas os esticando de pouco a pouco, até que os membros foram rasgados e as cabeças descoladas do corpo. –Hum, o que será que faço agora.... –ele pensa por alguns segundos enquanto observa os restantes tentarem se levantar e fugir, mas sem nem conseguir ficar de joelhos. –Vamos ver se dou um bom incentivo pra vocês fugirem. Kever -ao proferir o encantamento, milhões de escaravelhos cobriram quatro homens que começaram a se debater e tentar se livrar dos bichos que os devoravam. Foi uma agonia que durou alguns minutos e que deixou os dez restantes chocados. - Druk -com esse novo encantamento mais sete deles começam a berrar e os três que observavam tiveram a impressão de que esse feitiço simulava uma câmara de alta pressão, viam sangue saindo dos ouvidos e nariz, e ouviam gritos, até que explodiram sujando os de sangue e carne. –Agora o último grupo, vai doer só um pouquinho. Tepes -fala e depois sorri excitado, ao ver os três últimos serem empalados.

-Parabéns, belíssimo trabalho filho! –Voldemort fala orgulhoso, observando Marcus que estava impecável, não tinha uma manchinha de sangue sequer na roupa.

-Realmente é um belo espetáculo, a muito que não via ninguém ser empalado. –Salazar fala olhando a cena grotesca.

-Tem razão. Procurem qualquer um que esteja escondido. –Marcus ordena para os dois lobos que acabara de conjurar.

Então os três continuam vendo os últimos agonizarem, enquanto os lobos procuram por vivos no local.

Hermione que tinha ido até o St. Mungus ser examinada, voltava pro seu escritório e ao entrar encontrou Tonks, Gina e Draco a esperando.

-Porque será que essa reunião não me causa uma boa impressão?–Hermione fala sentindo que não teria uma boa recepção.

-Sinto muito Hermione, mas o chefe dos aurores não gostou muito do relatório. –Tonks fala um pouco receosa.

-Eu não entendo aquele idiota, Hermione mostrou pra todo mundo que os aurores podem ser muito superiores aos comensais e ele retribui assim! –Gina fala indignada.

-É verdade, a Granger mostrou porque eles fogem só de ouvir o nome dela, aliás aquele último feitiço eu só desejo pro meu pior inimigo mesmo! –Draco fala o fim com cara de nojo –O pior foi alguns dos novatos que ficaram todos sujos de Dolohov. –fala com mais cara de nojo.

-Mas aquele desgraçado mereceu, onde já se viu depois de tudo o que já fez, depois de já ta derrotado, ainda querer brincar com os sentimentos da Mione! –Gina fala revoltada e abraçando a amiga.

-Acontece que esse é o problema, se ela tivesse usado como um último recurso até vai, mas o Dolohov já tava derrotado. O chefe tava com o maior sorriso que já vi e conforme ia vendo as imagens da luta, o sorriso só aumentava, achei até que ia perder meu emprego pra Hermione, quando chegou à parte final, ele ficou furioso, não que ele não ache que foi merecido, mas a imprensa tava lá e a repercussão no profeta pode não ser das melhores, além de você ter matado um comensal muito próximo do inimigo, que sob o veritasserum poderia revelar muitas coisas. –Tonks fala com ar pesaroso e tentando explicar tudo.

-Estou demitida? –Hermione pergunta calmamente, apesar de aparentar estar cansada.

-Não, apenas suspensa, também será julgada por uma comissão interna daqui umas semanas, mas não se preocupe, tenho certeza de que isso é só pra mostrar serviço, duvido que demitam uma de nossas melhores agentes de campo. –Tonks fala confiante, tentando passar força à amiga.

-Certo. Gina você poderia pegar as datas pra mim, estou cansada, preciso dormir um pouco, tudo bem? –pergunta com ar cansado.

-Claro, pode deixar comigo, e não se preocupe que vou conseguir uma ótima defensora pra você! –Gina fala otimista.

-Obrigada, eu vou pra casa. E não se preocupe Tonks, eu vou ficar bem. –fala entregando o relógio e o que parecia uma carteira de identificação.

-Certo, depois eu e Lupin passamos lá pra te visitar, podemos jantar juntos, o que acha? –Tonks pergunta tentando animá-la.

-Claro, pode ser. Até mais tarde. –se despede com acenos pra todos e sai.

Na sala de Lord Marcus, este, Salazar e Voldemort estavam vendo as imagens da luta através de um feitiço usado na Marca Negra, sendo que tudo era do ponto de vista de Malfoy que havia assistido a luta de um ponto mais afastado, mas com uma ótima visão aérea.

-Eu não acredito que o imbecil do Dolohov perdeu pra essa sangue-ruim! –Voldemort fala furioso após ver a chuva de Dolohov .

-Temos que matá-la urgentemente, essa garota é muito perigosa, não acredito que seja uma sangue-ruim! –Salazar fala impressionado com Hermione.

-Parem de chamá-la assim! E eu proíbo qualquer um de tocá-la! –Marcus fala furioso e Malfoy voa contra a parede.

-Eu te disse pra trazê-lo vivo pra mim, como ousou me desobedecer Lucius? –pergunta irado.

-Me desculpe mestre, mas achei que como a Granger já estava dando um jeito nele, o senhor não se importaria, além do mais eu nunca imaginei que ela fosse matá-lo, foi realmente surpreendente. –fala sinceramente e fitando o chão, ajoelhado perante o Lord Negro.

-Certo, por agora você escapa, mas saiba que na próxima não o perdoarei. –fala friamente e se afastando de Malfoy, que sorria aliviado.

-Precisamos eliminar essa auror antes que ela nos cause problemas maiores. –Salazar fala em tom urgente.

-Ele tem razão, não cometa o mesmo erro que eu subestimando seus adversários. –Voldemort fala em tom de alerta.

-Eu não estou subestimando ninguém, e dela cuido eu, agora não quero ninguém comentando sobre ela aqui e se souber que tentaram algo, eu garanto que a morte do Dolohov vai ser uma benção diante do que farei. –fala em tom ameaçador, olhando diretamente pra Malfoy. –Vou sair e não sei quando volto, qualquer coisa eles estão aqui pra resolver. –fala pra Malfoy, já saindo e apontando pros fantasmas que se entre olhavam misteriosamente.

Hermione estava dormindo com uma bela camisola azul quando Richard entrou no quarto dela, silenciosamente. Vendo que ela dormia, se sentou na beira da cama a olhando cuidadosamente, observando se estava muito machucada e se tinha febre ou qualquer outra coisa, após se certificar que ela parecia bem, deita ao lado dela, aninhando-a nos braços e acariciando os cabelos da mulher.

- “Dorme, minha morena, dorme, que enquanto estiver comigo, nada poderá te acontecer.” –pensa olhando-a carinhosamente.

Mais tarde, Hermione acorda e sente alguém lhe acariciando os cabelos, percebe que está abraçada alguém e ao levantar o rosto, encontra Richard.

-Boa noite meu amor. –Richard fala suavemente e com um sorriso terno que a faz fechar os olhos em busca de forças.

-Boa noite, Richard. O que está fazendo aqui? –pergunta se sentando e observando-o fazer o mesmo.

-O que foi? Está chateada comigo? –pergunta confuso.

-Não, claro que não, mas gostaria que fosse embora, tive alguns problemas hoje e ainda vou receber a visita da minha chefe aqui, então definitivamente hoje não é um dia bom pra namorar. –fala com ar cansado, parecendo abatida.

-O que aconteceu? Posso fazer algo pra ajudar? –pergunta atenciosamente, segurando as mãos dela.

-Não, eu fui suspensa por um incidente no trabalho, mas logo, logo tudo se resolve, não precisa ficar preocupado. –fala se levantando e pondo o penhoar. –Mas agora eu tenho que me trocar, acho melhor você ir embora. –fala tentando não ser rude.

-Tudo bem, se você acha melhor assim, mas posso voltar mais tarde? –pergunta olhando-a preocupado.

-Eu quero ficar um pouco sozinha. –fala um pouco fria.

-Certo, mas se mudar de idéia é só me ligar, eu largo tudo pra vir te ver. –fala atenciosamente, e se aproximando, mas ela recua. –Não posso te dar um beijo de boa noite? –pergunta um pouco confuso.

-Pode, claro. –ela se aproxima e dá um selinho nele. –Boa noite. –fala já indo em direção ao banheiro, não dando chance dele dizer nada.

Marcus aparata no quarto e se serve de uma dose dupla de uísque, logo depois se sentando de frente a lareira, observando as chamas e bebendo um pequeno gole do uísque.

-Que bom que voltou Marcus! –Voldemort falou se aproximando.

-Me deixem sozinho, não quero que ninguém entre. –fala num tom estranho de voz, que faz os fantasmas se entreolharem confusos.

-O que houve Marcus? –Salazar pergunta seriamente.

-VOCÊS NÃO OUVIRAM O QUE EU DISSE? EU QUERO FICAR SOZINHO! –berra furioso e os fantasmas saem rapidamente, temendo uma explosão dele.

Richard se senta na poltrona e começa a chorar com o rosto entre as mãos, se perguntando o porquê de Hermione o ter tratado daquele jeito.

Durante o jantar Hermione, Gina, Tonks e Lupin debateram sobre o que tinha acontecido e também sobre o massacre ocorrido em um vilarejo bruxo, chamado Salém, onde a seguinte mensagem fora deixada por Lord Marcus: “O Príncipe das Trevas começará a reclamar seu trono e fará um reino imerso na escuridão onde só os dignos poderão seguir a seu lado.” Esta mensagem foi escrita com os corpos das vítimas em meio à estrutura praticamente intacta dos prédios, demonstrando o poder e crueldade do bruxo das trevas que não deixara um único sobrevivente, e também não havia nenhum sinal de comensais mortos ou sangue de alguém que não fosse morador ou estivesse na cidade.

Já era tarde quando Tonks e Lupin foram embora, encarregados de convocar uma nova reunião da ordem. Hermione desabou no sofá da sala e Gina que já havia percebido o estado da amiga a acompanhou após se despedir dos amigos.

-O que está acontecendo com você Mione? –Gina pergunta chamando a atenção da amiga.

-Você ouviu não é, porque pergunta? –fala com ar distante e pondo o rosto entre as mãos apoiadas nos joelhos.

-Ouvi o que? E nem vem me falar em suspensão que to sentindo você assim desde que entrou na nossa sala hoje cedo. –Gina fala levantando o rosto de Hermione e vendo que a amiga chorava.

-O Dolohov disse que matou o Harry e ele sabia do meu filho, ninguém além dos médicos, meu pais e McGonagall sabiam. Mas o mais importante é que isso significa que o Richard não é o Harry, e se ele não é o Harry, eu o estive traindo todo esse tempo! Que tipo de pessoa eu sou! O que eu fiz! –fala chorando e se deitando no colo de Gina que a ouviu chorar e desabafar uma boa parte da noite.

No dia seguinte pela manhã, Gina estava indo tomar café e vê Richard aparecendo com uma super bandeja de café da manhã, saindo da cozinha e indo na direção do quarto de Hermione.

-Oi Richard, o que você está fazendo? –Gina pergunta curiosa e olhando a linda bandeja que tinha, inclusive com uma rosa branca enfeitando.

-Eu fiquei preocupado com a Mione, ela disse que foi suspensa e não parecia bem ontem, então vou levar esse café da manhã pra ela, acho que precisa se animar, vou ver se aceita dar um passeio comigo, o que você acha? –pergunta empolgado.

-Ótima idéia, mas ela pode não ser muito receptiva, então vai com calma. –Gina o aconselha amigavelmente.

-Ok, eu vou animar a minha morena então. –fala piscando pra Gina e saindo.

Ao entrar, em silêncio, vê que Hermione dormia profundamente, encolhida em um lado da cama. Richard entra, põe a bandeja no chão, ao lado dele, depois toca suavemente o rosto dela e sussurra seu nome, despertando-a devagar.

-Bom dia, dormiu bem? –pergunta docemente, ainda acariciando-lhe a face.

-Mais ou menos, mas o que você ta fazendo aqui? –pergunta sonolenta e se sentando.

-Eu vim te trazer um bom café da manhã, porque imagino que não deve ter se alimentado direito, e também vim te convidar pra darmos uma volta, o dia está lindo! –animado e pondo a bandeja em cima da cama, de frente pra ela.

-Me desculpe, mas eu não estou com fome e também não tenho animo pra sair. –fala em tom cansado, mas tentando ser gentil.

-Ah, não! Você tem que comer, nem que seja um pouquinho... vamos. –fala pegando um pedaço da omelete e levando até a boca de Hermione, mas esta apenas faz sinal negativo.

-Não tenho fome, agradeça a Wink, mas eu não estou muito bem disposta hoje. –fala afastando, delicadamente, o garfo da sua frente.

-Mas não foi a Wink quem fez, e se quer saber eu não costumo cozinhar pra qualquer um. –fala sorrindo e levando novamente o garfo até ela que aceita, mas pega o garfo da mão dele.

-Eu vou comer um pouco então, mas não vou sair, e nem comer tudo isso, o senhor pode me ajudar. –fala tentando sorrir e brincar, animando-o um pouco.

Eles tomam o café da manhã tranqüilamente e ele a cumprimenta pela luta que havia saído no Profeta Diário, apesar de não conseguir tirar muitas informações dela a respeito disso e da suspensão. Depois ele a estava esperando na sala, quando ela aparece vestindo uma roupa bem simples e discreta.

-É impressão minha ou você está querendo se distanciar de mim? –fala depois que a vê se sentar na outra ponta do sofá de três lugares.

-Não é impressão, eu estive pensando e decidi pedir um tempo. Eu preciso pensar em algumas coisas e realmente não posso te dá à atenção que você merece. Eu sinto muito, mas não estou em um bom momento pra ter um relacionamento. –fala medindo as palavras e sem olhar pra ele, que ouvia tudo de cabeça baixa.

-Tudo bem, eu vou te dar um pouco de espaço, mas não termina comigo, eu te amo; vou esperar o tempo que for preciso por você, e quando precisar de mim, é só me ligar. Fica com meu livro, é uma parte dele, estou um pouco além da metade e gostaria que você me dissesse se ta bom, você lê e me diz o que acha? –no começo pede fazendo-a olhar nos olhos dele, e depois mostra um fichário em cima da mesa.

-Claro, eu leio sim. –fala sorrindo e olhando rapidamente as folhas –E como eu disse, não estamos terminando, é só um tempo, ok? –pergunta segurando a mão dele.

-Ok! Então eu vou indo, mas depois me telefona pra dizer como está, tudo bem? –Richard pergunta se levantando.

-Sim, eu ligo. –ela se despede dando-lhe um beijo no rosto.

-Assim eu não quero, se vai ser o último por um bom tempo, tem que ser especial. –fala com ar pidão e segurando as mãos dela.

-Ah, ta. –ela fala incerta e se aproximando.

Hermione se aproxima devagar e toca seus lábios nos dele, não querendo se entregar, pois se sentia suja traindo Harry. Richard no entanto, a puxa pra si e a beija com paixão, pondo todo seu amor e carinho naquele beijo, como se fosse o último de sua vida. Ao sentir todo aquele sentimento passado por ele, Hermione se entrega e corresponde de igual forma, perdendo totalmente o controle e já ia puxando-o pro sofá quando ele a afasta.

-Eu adoraria, mas tenho impressão de que você se arrependeria depois. –fala em tom divertido e piscando pra ela antes de aparatar.

-Ótimo, eu dou um fora nele e dois minutos depois to arrastando ele pro sofá! –fala com raiva de si e se jogando no sofá.

Mais tarde, Hermione está deitada no sofá, olhando pro teto, perdida em pensamentos, quando Gina chega.

-Você não saiu com o Richard, não é? –Gina pergunta em tom critico, levantando as pernas dela e sentando no sofá, deixando as pernas da amiga sobre seu colo.

-Eu pedi um tempo a ele. –fala seriamente, voltando seu olhar pra ruiva.

-Eu não acredito nisso! Hermione por favor, ele tem o rosto do Harry, o jeito do Harry, o amor que o Harry tinha por você, algumas lembranças de coisas que só você e o Harry poderiam saber, até a dois você disse que ele é igual ao Harry! Creio que isso quer dizer que ele é o Harry, não? –ela pergunta como se a conclusão fosse óbvia.

-Não, afinal o que aconteceu com o problema de vista dele, ou a famosa cicatriz, ou a todas as memórias dele, porque ele tem memórias de um pai, porque ele ao mesmo tempo em que é tão parecido é tão diferente? Ele nem ao menos te reconheceu! –fala com uma das mãos na cabeça como se esta estivesse doendo com tanta confusão –Dolohov falou que o matou, talvez ele tenha ficado muito ferido e aquele maldito tenha acabado com o trabalho de Voldemort. –fala com nojo tanto do comensal quanto do mestre.

-Eu não acredito que você esta dando crédito às palavras de um Comensal da Morte, que além de te odiar, ainda tinha acabado de ser humilhado em publico por você! –Gina fala descrente –Além disso Mione, não acha que se ele tivesse mesmo matado o Harry, aquele desgraçado não ia querer se vangloriar por isso, exibindo o corpo do Harry por aí, como se fosse um troféu? –pergunta e depois se levanta –Vou deixar você pensando nisso, vim só pra pegar um documento e por isso tenho que voltar logo, aquilo lá ta uma bagunça só por conta daquele massacre. Descansa e pensa no que te falei, você vai ver que talvez haja mais prós que contras. –Gina fala tentando animá-la e sai em direção a seu quarto.

Hermione fica algumas horas andando de um lado pra outro pesando os prós e contras, e ao invés de jantar apenas toma chá e come algumas torradas, aproveitando que Gina ia virar a noite no escritório e não poderia recriminá-la pela péssima alimentação, já que quase não comera o dia todo. Cansando de tanto ponderar, se senta no sofá e vê o fichário com o livro de Richard.

“Quando se está perdida, nada como um bom livro pra relaxar, eles sempre foram, meu melhor refugio, não há porque não o serem agora!” –pensa pegando o fichário e começando a ver as primeiras páginas.

Assim que começa a ler ela repara em trechos que fazem referência a lembranças de momentos vividos por Harry e ela. Imediatamente Hermione faz uma cópia, com um aceno de varinha, e começa a marcar os trechos que retratam ou fazem referência a fatos passados. Depois de uma noite inteira em claro, a morena observa os pontos marcados e conclui que o livro era escrito com base em momentos vividos junto a Harry.

-Bom dia, tive um tempinho pra tomar café da manhã e tomar um banho antes de voltar ao escritório. –Gina fala apressadamente, se sentando ao lado de Hermione que tomava café.

-Você não tem idéia do que vi. –Hermione fala como se ainda não acreditasse no que tinha visto.

-Nossa, o que você viu que te deixou assim? –Gina pergunta bastante surpresa e observando a amiga.

-O livro que Richard ta escrevendo, ele deixou comigo ontem pra eu ler e dar minha opinião. –fala se virando pra amiga e pondo a xícara com café de lado.

-O que tem o livro? Ele prova alguma coisa sobre ele ser ou não o Harry? –Gina pergunta em expectativa.

-Mais ou menos, eu ainda tenho que pensar a respeito disso, mas é como se ele estivesse escrevendo o livro com base em coisas que aconteceram comigo e Harry, eu marquei as partes onde ele relatava algo semelhante ou igual a algo que aconteceu conosco. –fala ainda pensando sobre aquilo.

-Mione, isso não pode ser coincidência, quer dizer, ele não pode acertar tanto! –Gina fala empolgada.

-Pode ser, mas isso tem um jeito bem pratico de saber, vou convidá-lo pra ir comigo ao almoço na casa dos seus pais hoje, aliás você vai? –Hermione pergunta curiosa.

-Juro que vou tentar, já falei com a Tonks e não é justo que ela vá com o Lupin e eu que sou filha, não possa ir por ter que trabalhar no sábado! –Gina fala irritada.

-Certo, então eu vou com Richard, se ele puder ir, e você faz uma forcinha pra ir e me ajudar a testar, ok? –Hermione pergunta apreensiva.

-Claro, pode contar comigo, até porque não sou nenhum trasgo pra ficar trabalhando compulsivamente, se quiseram te suspender que agüentem ter um auror a menos, apesar de você valer por uns dez de elite. –Gina fala desanimada e com ar cansado.

-Quando voltarmos do almoço eu posso te dá uma ajuda no trabalho, tenho mesmo que analisar tudo pra Ordem. –fala prestativa e fazendo a amiga sorrir.

-Muito obrigada amiga, você é a salvação da minha sanidade mental! –Gina fala com um largo sorriso.

Nesse momento Wink aparece com o telefone em mãos e dá a Hermione, informando ser Richard.

-Oi Richard, eu já ia ligar pra você! –fala sorrindo pra amiga que estava ansiosa.

-Mesmo? Ou você está dizendo isso pra eu não poder brigar com você por não ter me ligado ontem? –pergunta desconfiado.

-Desculpa não ter ligado, mas fiquei entretida com seu livro e acabei esquecendo de tudo, mas antes que você fale algo, vamos deixar pra comentar o livro mais tarde, tudo bem? –fala rapidamente antes de possibilitá-lo a mudar de assunto.

-Todo bem, mas agora você me deixou ansioso! –fala sorridente.

-Mas mudando de assunto, você lembra daquele almoço que te falei semana passada? –Hermione pergunta um pouco nervosa.

-Claro, mas achei que como você tinha pedido um tempo não queria que eu fosse. –fala pensando no porque dela estar tocando no assunto.

-Na verdade eu acho que já tive tempo o suficiente, e pensei que talvez você poderia ir comigo, eu queria apresentar meu namorado a eles. –Hermione fala temerosa e depois mordendo o lábio inferior, ansiosa pela resposta.

-Claro que eu vou! –Richard responde não no telefone, mas sim aparatando perto dela que se assusta, mas logo é presa num ardente beijo, expressando a saudade que ele sentira dela nessas 26 horas que passaram longe. Gina, ao ver o beijo sai rápida e silenciosamente do local, indo tomar seu banho.

-Seu louco! Ta querendo me matar do coração é? –pergunta em falso tom de recriminação.

-Desculpa, mas não agüentava mais de saudade! –fala parando de beijar-lhe o pescoço, mas depois voltando a beijá-la na boca, só que dessa vez de modo provocante.

-Pára Richard; por favor. –Hermione fala se afastando dele que não parava de beijá-la –Aliás, o que você ta fazendo aqui desse jeito? A Gina estava aqui sabia? –fala observando que a amiga já tinha saído.

-Ah, é mesmo. –fala olhando em volta.

-Provavelmente ao ver você me agarrar ela saiu. –Mione agora fala contendo o riso, pois Richard havia ficado extremamente corado.

-Eu vou pedir desculpas, é que eu nem pensei nisso e vim do jeito que estava, mas eu vou pra casa trocar de roupa e já volto arrumado pro almoço. –ele fala muito sem jeito, observando estar vestindo apenas uma cueca preta de seda, e aparata a seguir.

Três horas depois Hermione chega à sala, pronta pro almoço, quando vê Gina lendo o jornal.

-Oi, pelo visto conseguiu folga! –fala sorrindo.

-Depois de alguns protestos consegui sim, aliás mudando de assunto, que visão foi aquela! Sinceramente sendo ou não o Harry, um Deus daqueles não se dispensa, ainda mais quando ta caidinho por você! –Gina fala se abanando com o jornal e ganhando dois tapinhas de Hermione.

-Primeiro você não devia ficar olhando o namorados das suas amigas, e segundo eu espero que ele seja o Harry, depois do livro tenho quase certeza. Falando nele, onde ele está, Wink disse que tava me esperando aqui. –fala olhando na direção da cozinha.

-Ah, sim. Primeiro aquele fofo veio me pedir milhões de desculpas por aparecer daquele jeito, e ele estava todo vermelho coitadinho, tão bonitinho. Apesar de que uma visão daquelas nem de longe é um incomodo, quem dera eu poder ver todo dia. –termina a segunda frase, correndo e desviando de feitiços que Hermione lança em sua direção.

Duas horas depois eles estavam chegando na Toca, no carro de Hermione.

-É aqui? –Richard pergunta olhando a casa e a agitação dos moradores que arrumavam duas grandes mesas pra acomodar todos os convidados.

-Sim, te lembra algo? –Hermione pergunta ao perceber o olhar vago dele.

-Não, só estava olhando. –fala sorridente e vai até ela entrelaçando seus dedos nos dela.

-Então, me deixa apresentá-lo. –fala caminhando até as mesas. –Boa tarde! –fala ao se aproximar, atraindo a atenção dos Weasley.

-Hermione! Oh minha querida, como vai? Que demora, achei que não viria por causa do absurdo que fizeram com você! –A sra Weasley fala dando-lhe um abraço apertado, correspondido pela garota.

-Imagina se eu poderia faltar! É claro que não perderia esse almoço por nada, e não se preocupe com a suspensão, eu sei que vai ficar tudo bem. –fala sorrindo e tranqüilizando a matriarca Weasley.

-Ah, mas vai ficar tudo bem sim! Aquilo lá está uma confusão só por causa daquele maldito massacre, sem minha melhor agente ta pior ainda, eu juro que se você não voltar na próxima semana, eu me demito! –Tonks chegava fala cumprimentando Hermione.

-Não precisa se sacrificar Tonks, eu já disse a Gina que a ajudo no trabalho. –fala com ar cúmplice, fazendo Tonks suspirar aliviada.

-Que bom revê-la Mione, vejo que trouxe o namorado, pra finalmente conhecermos. –Arthur Weasley fala animado, parecendo ser o único que havia reparado no rapaz.

-Uau! Esse é o Richard? –Tonks fala boquiaberta olhando-o de cima abaixo. –Que gracinha, é tímido! –fala ao perceber que ele havia ficado vermelho.

-E quem é ele? Posso saber? –Lupin fala enciumado e se aproximando.

-Calma Lupin, esse aqui já ta comprometido! Pessoal esse é Richard Raziel, meu namorado. Richard esses são Remo Lupin, Ninfadora Tonks Lupin, mas conhecida como Tonks, Arthur e Molly Weasley! –fala apontando as pessoas e ele vai as cumprimentando.

-Seja bem vindo Richard! Fique à-vontade! –Arthur fala tentando deixá-lo menos tenso.

-Obrigado sr Weasley! –fala com um meio sorriso e segurando fortemente a mão de Hermione.

-Até que enfim chegaram! Seria tão mais rápido se aparatassem como eu fiz, não entendo essa sua mania de andar pra cima e pra baixo de carro! –Gina fala se aproximando deles.

-Eu gosto de dirigir Gina, além do que sou nascida trouxa. –Hermione responde como se fosse algo simples, o que pros bruxos não era muito lógico.

-Tudo bem, como quiser, mas deixa-me apresentar o Richard pros meus sobrinhos! –fala já o puxando pela mão e se afastando.

-Ela podia ser mais discreta! –Mione fala balançando a cabeça negativamente.

-Mas foi bom ela ter ido logo, eu já não agüentava mais olhar pro... Harry ! Ele é realmente parecido com o Harry. –Tonks fala abobalhada.

-Parecido não, ele é igual ao Harry! –Molly fala espantada e se sentando, sendo acompanhada pelos demais.

-Tem razão, eu mesmo me assustei! Vendo ele e sabendo tudo aquilo que você nos disse, realmente dá pra entender a sua certeza. –Lupin fala muito impressionado.

-Mas eu não posso dar certeza de nada, inclusive tenho alguma esperança dele se lembrar de algo, mas é só esperança. –Hermione fala com o olhar distante.

-Ânimo Hermione, não vejo como ele não pode ser o Harry. –Molly fala otimista.

-Nós também não! –Fred fala aparatando perto deles.

-Chegamos a tomar um susto quando a Gina apresentou! Parece até irmão gêmeo. –Jorge fala ainda pasmo.

-Nós também concordamos, ele é realmente muito parecido e até parece ser um cara legal, mas não sei se é o Harry, pelo menos não pareceu muito à-vontade comigo. –Rony fala chegando com Luna que já exibia uma discreta barriguinha.

-Mas temos que dar tempo ao tempo, não é sempre que uma alma se recorda de sua vida anterior. –Luna fala no seu tom de sempre, fazendo todos se entreolharem e abafarem risadinhas.

O almoço seguiu normalmente com todos conversando alegremente, estando presentes, além dos já citados, as esposas dos gêmeos que se casaram após engravidar duas irmãs também gêmeas, que haviam dado cada uma, dois netos a sra Weasley, sendo os filhos de Fred os ruivos de olhos castanhos claros e os de Jorge os de olhos azuis; Gui e Fleur que haviam se casado há um ano também estavam presentes e prometiam um neto a Molly Weasley pro próximo ano; Andrew e Malfoy, que se convidou, completavam o time. Depois do almoço os rapazes começaram a se movimentar pra organizar uma partida de quadribol.

-Achei vocês! –Gina falou ao ver Hermione, Richard, Tonks e Lupin conversando na varanda da casa. –Precisamos de você Richard! Ta todo mundo no campo de quadribol e estamos em sete, ou seja, falta um, você pode jogar de goleiro ou na linha. Temos vassoura sobrando, você vem? –Gina pergunta ansiosa, afinal Harry era um excelente jogador.

-Sinto muito, mas eu não gosto de quadribol, e além disso estamos numa conversa bastante interessante. –fala um pouco sem jeito, pois Gina havia ficado decepcionada.

-Ah, que isso Richard, podemos continuar a conversa depois, até porque não íamos querer perder essa partida! –Lupin fala animado e se levantando.

-Me desculpe, mas eu realmente não gosto de quadribol, nunca joguei. –fala sinceramente e deixando todos um pouco decepcionados.

-Tudo bem, eu jogo! –Tonks fala animada –Você, vem ser o juiz! –fala puxando Lupin e seguindo com Gina ao campo de quadribol, que os gêmeos haviam mandado construir depois da reforma.

Todos seguem pro local e os que não iam jogar vão pras arquibancadas, onde Hermione e Richard se sentam um pouco afastado dos demais, que ouviam os gritos dos meninos que queriam ver os pais jogarem e ganharem.

-Não quer se sentar com eles, porque? –Hermione pergunta curiosa ao namorado que a abraça e apóia o queixo no ombro dela.

-Acho que ficaram desapontados, por eu não querer jogar, e também não quero começar uma discussão sobre o porque de eu não gostar de quadribol. –fala a apertando contra si, e termina beijando-lhe o rosto.

-Eu também não gosto muito de quadribol, mas posso saber o por que de você não gostar? –pergunta intrigada, pois era o primeiro bruxo que ela conhecia, que não gostava de quadribol.

-Não gosto, porque não gosto de voar, não fala isso pra ninguém, mas eu tenho medo de lugares altos. –sussurra no ouvido dela, fazendo-a estremecer levemente.

-Tudo bem, eu também não gosto muito de voar. –ela fala tranqüilizando-o, mas ficando preocupada com aquilo.
O restante da tarde segue tranqüilamente, com exceção de um balaço que Draco acerta em Andrew e em um duplo balaço que os Gêmeos acertam em Draco.

-Então, o que você achou dos Weasley? –Hermione pergunta a Richard, após chegarem na casa dela, e sentarem-se no sofá.

-Bem interessantes, os Gêmeos são bem divertidos, mas quem era aquele ruivo que chegou com uma mulher e foi logo embora? –pergunta curioso.

-Ah, era o Percy, não sei por que ele foi embora; estranho, talvez tivesse trabalho a fazer, ele é meio obcecado por isso! –Hermione fala em tom divertido.

-Ah, mas ele não é o único, você me largou e ficou falando de trabalho com sua chefe e o sr Weasley! –fala em tom falsamente repreensivo e a apertando contra si.

-Mas e o Rony? O que achou dele? –pergunta ansiosa e desconversando.

-Me desculpe, mas não fui muito com a cara dele e da esposa, também achei estranho o jeito da sra Weasley. Mas adorei as crianças, são quatro pestinhas assim que eu quero! –fala beijando-a no rosto e pescoço.

-Eu percebi que gostou deles, mas esqueça filhos, pelo menos por enquanto. –fala se virando pra ele.

-Tudo bem, eu espero o tempo que for, contanto que esteja comigo. Eu fiquei preocupado quando você começou a se afastar, poderia perder tudo menos você... Eu te amo! –fala passando o polegar, levemente, na face dela, que fecha os olhos, sentindo aquele carinho e as palavras dele ecoarem dentro de si.

-Eu também te amo! –responde mergulhando nos olhos verdes, que agora brilhavam tão familiarmente.

Ao mesmo tempo em que os dois começam um beijo suave e carregado de ternura e amor, dois fantasmas se entreolham irados no outro lado da sala.

N/A:Oi, desculpem-me o atraso pra postar, mas eu fiquei doente e por isso não tava conseguindo escrever, mas pra compensar vocês vou postar mais algumas fic's, a final eu não podia escrever mais podia ter idéias! rsrsrssrsr

N/A²: Espero que tenham gostado desse cap, acho que agora já dá pra saber se o Marcus é ou não o Harry né? Me desculpe o pequeno massacre, não ficou muito bom, mas eu estava muito doente quando comecei o cap, só no final é que já podia pensar direito no que tava escrevendo!

N/A³: A próxima a ser atualizada será DAS e depois Harmonia, as demais fic's vão caminhar mais devagar porque essas três são minhas principais. Se quiserem ler as fic's novas é só irem na página da autora, é só clicar em cima do meu nome, acho que vou postar as 3 novas essa semana mesmo!

Obrigada a todos pelos comentários, e quanto as comparações da luta com DBZ, eu concordo! Uma pequena enquete: Qual a pioar forma de morrer que viram até agora na minha fic? Estão valendo as mortes de todos os capitulos!

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