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8. Seguindo em Frente


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Broken skies, heartaches that flowers won't mend
Say goodbye knowing that this is the end
Tender dreams, shadows fall
Love too sweet, to recall
Dry your eyes, Face the dawn
Life will go on



...A Vida Continua...

Capítulo 8
Seguindo em Frente



Draco mantinha o olhar no chão, cabeça um pouco abaixada. Scorpius olhava o pai como se o visse pela primeira vez. Nunca imaginara que ele entenderia. Nunca imaginara que ele podia ajudá-lo daquela forma. Não que desconfiasse do amor que seu pai nutria por ele, não. Mas tudo aquilo era lhe estranho, embora não soubesse exatamente dizer por quê. Olhou para a mãe que observava seu pai muito atentamente, como se tentando desvendar o enigma que seu marido continuava a ser, mesmo depois de tanto tempo de casados.

- Lamento, mas... – a diretora falou meio desconcertada – não está em minhas mãos Draco – falou com certo carinho – só Hermione pode ajudá-lo agora.

Instintivamente, todos viraram-se para Hermione que engoliu em seco. Como poderia dizer não? Como negar a tão meiga criaturinha assustada que a olhava como se ela fosse o condenar a forca! O garoto em nada lembrava a Mione a família que ela tanto odeia e despreza. Era só um garotinho assustado, ferido. Seria desumano de sua parte torturá-lo só para atingir Malfoy. Não era justo.

- Bom... eu... – estava totalmente desconcertada com a situação.

- Nós vamos entender sua decisão... – Pandora falou baixo, olhando para o chão de forma estratégica.

- Eu... – Mione se atrapalhava com as palavras – Eu jamais ia querer prejudicar o menino... é só uma criança...

- Entendo. – disse Pandora abraçando o filho – A moça fez o que pode meu bem... tenho certeza que ela fez tudo que estava em seu alcance...

- Mas eu... – tentou argumentar Hermione sentindo-se péssima.

- Talvez tenha sido melhor assim meu bem – Pan continuou sem dar ouvidos a Mione – Mamãe vai mandar pintar seu quarto de outra cor, ok. Você já deve estar cansado do verde mesmo, deve ser chato ter o quarto todo verde desde antes de você nascer. Também vou pedir para o seu pai tirar a bandeira de Sonserina daquele quadro perto da sua cama, e a serpente entalhada na porta do quadro, o pôster de Salazar Slytherin...

- Não fale como se eu fosse desumana! – Hermione falou exaltando-se – Nem dei meu veredicto ainda.

- Mas vai dar. E quando o fizer, ele não será favorável a minha família. – Pandora Malfoy com frieza olhando Hermione nos olhos – Você e Draco se odeiam, jamais fará algo que possa ser bom para ele...

- Que tipo de pessoa pensa que sou? – perguntou indignada – Acha que eu teria coragem de prejudicar uma criança por causa de uma antiga rivalidade de colégio?

- Sim. – a outra respondeu sem emoção.

- Está muito enganada sobre mim... – comentou com amargura – Você devia ouvir minha decisão antes de sair me julgando...

- Já sei sua decisão. Acho que VOCÊ é que ainda não sabe.

- Mesmo? E qual é a minha decisão? – indagou com sarcasmo.

- Você não vai permitir. – Hermione esboçou um contrariado – Você odeia Draco. Ele te odeia também. Talvez, agora, você esteja me odiando só por que sou esposa dele. Pode odiar, não dou a mínima. Pena é que o único a sair perdendo é Scorpius...

- Não – falou Mione com segurança – eu não permitiria.

- Então...

- Vou permitir que seu filho seja re-selecionado.

As duas mulheres se encararam por alguns momentos, como que procurando algum tipo de fraqueza uma na outra. Pandora queria ver além de Hermione, queria saber o porque daquilo, queria saber porque não ficara feliz com o que acabara de ouvir. Hermione por sua vez, queria encontrar nos olhos escuros de Pandora alguma doçura, algo que tornasse a mulher na sua frente mais frágil, mais humana. Ver além da incrível fortaleza que a sra. Malfoy demonstrava ser.

- Então é isso! – concluiu McGonagal – faremos a re-seleção!

Um silêncio pairou sobre todos.

- Essa é a parte em que eu digo ‘obrigada’ então apertamos nossas mãos com extrema falsidade. – falou Draco com voz arrastada.

- Dispenso seus agradecimentos Malfoy, não fiz isso por você, foi pelo menino – respondeu com simplicidade – Para que não se torne igual a você.

Ele sorriu com sarcasmo.

- Nunca vamos deixar de ser inimigos, Granger. – completou divertido.

- Agradeço a Merlin por isso e não é mais Granger, é Weasley.

- Para mim vai ser sempre Granger... – respondeu a contra-gosto.

- Mesmo? E eu posso saber o motivo desse apego por meu nome de solteira?

- Nada pessoal. – desconversou.

- Sério? Fiquei curiosa... você nunca gostou de meu nome, logo porque é nome de trouxa não é mesmo – falou olhando-o desconfiada – Desde quando você é um fã do nome Granger, Malfoy?

- Eu não sou fã do nome Granger! – ele rebateu enojado.

- Draco... – Pandora falou em tom de alerta.

- Imagina se um puro-sangue como eu iria ser fã de uma...

- Draco Black Malfoy! – Pandora ralhou indignada – Fica quieto!

- De uma o quê? – Mione se exaltou também – De uma nascida trouxa? Ou você iria dizer outro nome?

- Ele não ia dizer nada... – interveio Pandora.

- Não se mete Pan – falou olhando para Mione – isso é entre eu e isso aí.

- Isso aí? – Hermione riu alto – Vejam só! Quem você pensa que é para querer me rebaixar Malfoy?

- Eu sou um MALFOY!

- Você é um Comensal da Morte! E os Comensais da Morte são a escória da humanidade!

- Não vou ouvir desaforos de uma sangue-ruim! – Draco falou quase gritando.

- Nem eu sou obrigada a ouvir a opinião de um escravo de Voldemort. Você não passa de uma cobra venenosa e asquerosa... – gritou Mione no mesmo tom.

- PELO MENOS MEU SANGUE É PURO!!! DIFERENTE DE VOCÊ, NÃO ME CASEI COM NENHUM REPRESENTANTE DO FRACASSO DA RAÇA BRUXA!!!

Pandora puxava o próprio cabelo com as mãos enquanto Scorpius dera passos para trás assustado. Todo o salão estava estático.

- FRACASSADO É VOCÊ!!! O SEU NOME E TODA A SUA MALDITA FAMÍLIA DERROTADA E FALIDA QUE SÓ NÃO APODRESSERAM EM AZKABAN PORQUE O HARRY FOI MUUUITO IDIOTA E ACHOU QUE MERECIAM UMA CHANCE!!! SE DEPENDESSEM DE MIM, ESTAVAM FUDIDOS!!!

- VOCÊ SÓ NÃO GOSTA DE MIM PORQUE MEU SANGUE É PURO!!!

- NÃO!!! EU NÃO GOSTO DE VOCÊ PORQUE VOCÊ É UM IDIOTA!!! UM IDIOTA ESTÚPIDO QUE VALE MUITO MENOS QUE UM INFERI!!!

- VEJAM SÓ, SE NÃO É A MISS MARAVILHA QUE ESTÁ FALANDO!!! TALVEZ EU DEVESSE ATÉ LHE AGRADECER PELA ATENÇÃO QUE DISPÕES A ESSA SIMPLES PURO SANGUE!?

- NÃO, MAS DEVIA AGRADECER PELO QUE ESTOU FAZENDO POR SEU FILHO!!!

- EU NÃO PEDI SUA AJUDA!!!

- ENTÃO EU NÃO AJUDO!!! ACABOU!!! NÃO HAVERÁ MAIS RE-SELEÇÃO!!!

- ÓTIMO!!! PREFIRO VER MEU FILHO INFELIZ DO QUE DEPENDER DE UM FAVOR SEU. VINDO DE VOCÊ EU NÃO QUERO N-A-D-A!

- ÓTIMO ENTÃO!

- EU JÁ ESPERAVA ISSO VINDO DE UM SER REPUGNANTE COMO VOCÊ. PARA MIM NÃO FAZ DIFERENÇA!

- SEMPRE SOUBE QUE VOCÊ NÃO PODERIA AMAR UM FILHO!

- E PORQUE VOCÊ ACHA QUE EU NÃO AMO?

- PORQUE VOCÊ É A-M-A-L-D-I-Ç-O-A-D-O DESDE OS 16 ANOS QUANDO FOI RESPONSÁVEL PELA MORTE DE DUMBLEDORE! – ela parou arfando – e... eu nunca vou deixar de te odiar por isso...

Draco não teve respostas dessa vez. Entre todas as cicatrizes que carregava da guerra, aquela era a que feria mais profundamente.

Um silêncio mortal pairou sobre o hall de entrada que apesar de lotado, parecia vazio, pois para os dois que brigavam, era como se estivessem sozinhos ali. Draco olhou para o chão sentindo-se fraco. Não podia ser fraco. Depois de tudo que já enfrentara na vida, não era Hermione Granger que o iria derrubar.

- Eu... – Pandora queria quebrar o silêncio, mas não tinha palavras.

- Vamos embora Scorpius. – Malfoy falou decidido erguendo a cabeça novamente e segurando o filho pelo braço.

- Como assim pai? – falou assustado. Seu pai segurava seu braço com tanta força que ele teve que reprimir um gemido de dor.

- Você vai embora de Hogwarts comigo. – falou seco.

- O quê? – Pandora exclamou.

- Eu vou voltar para a Bulgária, e Scorpius vai para Durmstrang, escola para a qual devia ter ido desde o começo...

- Draco, você sabe que preciso ficar aqui. Não posso sair da Inglaterra antes de terminar de escrever meu livro...

- Pode ficar se quiser. – falou sem emoção.

Pandora olhou o marido surpresa. Ele não estava brincando, se ela se recusasse a ir, ele realmente iria sozinho pondo fim ao casamento deles com isso.

- Draco... – começou friamente.

- Sabe onde me encontrar. – dizendo isso saiu levando um confuso Scorpius pelo braço. No portão parou e olhou para McGonagal. – Mando um criado buscar as coisas dele e a transferência. Agradeço por seu empenho professora McGongal, gostaria muito que Scorpius pudesse estudar aqui, mas a vida continua não é mesmo.

Lançou ainda um último olhar gelado a Hermione.

- Agradeça a seu amigo por mim. Não fui para Azkaban pela morte de Dumbledore porque Potter depôs a meu favor. – refletiu um pouco – Não suportaria dever mais um favor a algum outro inimigo.

Dizendo isso, ele e Scorpius saíram de Hogwarst.

Todo o salão parecia paralisado por algum feitiço muito poderoso. Haviam acabado de presenciar mais uma daquelas cenas que Hogwarts iria comenta por anos, 5 anos para ser mais exata.

Já sabendo o que esperava por seu futuro próximo, Pandora respirou fundo tentando manter a lucidez. Odiava se mudar. Pelo menos sua vida simples voltaria ao normal. Era hora de voltar para casa... hora de voltar para a Bulgária... Sem falar com ninguém perdida em seus próprios pensamentos, saiu do Castelo de cabeça erguida, andando a passos lentos sem pressa alguma de acompanhar o marido e o filho.

Fora do Castelo, quase correndo, Draco praticamente arrastava Scorpius para longe dali. Não queria pensar no tempo. Não queria rever o passado. Depois de muitos passos apressados, Scorpius tropeçou e caiu, obrigando o pai a parar e olhar para trás.

O mesmo lugar. O mesmo Castelo.

Fora exatamente ali que durante sua fuga com o professor Snape, Potter os alcançou. Aquele foi o único instante em sua fuga de Hogwarts em que olhou para trás. Jamais iria esquecer o que sentiu ao ver Hogwarts sob a luz verde da Marca Negra. Sentiu vergonha.

- Pai? – Scorpius o olhou assustado. Era estranho ver seu pai olhar o Castelo com tanta ansiedade como se sua vida dependesse disso.

- Olha Scorpius – falou abraçando o filho – é bonito não é? O Castelo?

Scorpius não respondeu. Seu pai estava chorando? Não, era irreal demais para ser verdade.

- Quero que aprenda um coisa meu filho, - falou apontando a escola ao longe – As vezes a vida, ela pode te derrubar e... e você acaba muito machucado nessas quedas. Mas sabe porque que ela faz isso? – o menino fez que não com a cabeça, lágrimas escapando de seus olhos, um nó na garganta o impedindo de falar. – Porque ela quer que sejamos mais fortes. Quer que aprendamos a nos levantar... porque quando você estiver de pé, você pode voltar onde você caiu... e... e...

Lágrimas mornas molharam o delicado rosto de Draco. Ele se ajoelhou para olhar nos olhos do filho.

- E retirar as pedras que atrapalharam seu caminho... – sua voz morreu no fim da frase. Chorando, ele abraçou o filho – Desculpa Scorpius... desculpa o papai... eu acabei estragando tudo...

Por entre as lágrimas, Scorpius viu a mãe que observava a cena de longe, sem querer se aproximar. Pandora conhecia Draco, estavam dando um tempo para pai e filho.

- Tudo bem pai – disse Scorpius enxugando as lágrimas de Draco – A vida continua...



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N.A.:
*sem comentários*
Para me desculpar pela demora no cap anterior, cap NOVO e ainda NOVA CAPA! Gostaram? E se der, comentem esse cap, porque eu havia imaginado ele desde que mandei Scorpius para a Grifinória. Então, queria muuuito saber a opinião de vocês. Agradeço desde já.

N.A.2:
Não pessem que acabou por aqui! No próximo capítulo, teremos uma passagem de tempo.
Música no capítulo: LIFE WILL GO ON – Chris Isaak

N.A.3:
Pietra: sabe que também notei que estava o capítulo estava pequeno! É que eu digitei numa fonte maior que a de costume, então só vi que estava pequeno depois que postei na Floreios! *desmantelada*

Próximo capítulo: O TEMPO PASSA, TALVEZ VOCÊ PASSE POR AQUI




GRATA PELOS COMMENTS

~~~§~~~ Lara Malfoy ~~~§~~~

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