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6. Demonstrando Poderes I


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione estava na sala de seu apartamento, onde olhava a chuva cair pela janela na fria madrugada de terça. Ela estava vestindo uma camisola branca de seda, e mesmo assim parecia suar um pouco. Um clarão surgiu no céu e ela fechou os olhos, lembrando da última noite que passara em Hogwarts, antes de irem pra guerra, onde perderia Harry.

Flashback

Hermione estava em seu quarto de monitora-chefe, sentada em sua cama, olhando o nada. A noite estava quente e silenciosa, e era justamente isso, que a fazia ficar mais angustiada, não por ela, mas por Harry, afinal era ele quem no final iria lutar com Voldemort, e isso aconteceria em poucos dias, coisa que a deixava ainda mais nervosa.

-Está se preocupando antes da hora. –Harry que acabara de entrar no quarto em que ela estava, fala fazendo Hermione se virar pra ele.

-E como você quer que eu me sinta, se é você quem vai estar lá, não importa o quanto lutemos, no final vai ser apenas você e ele. –fala cabisbaixa, e deixando uma lágrima correr por sua face.

-Eu me preparei muito pra esse dia, não se preocupe, vou vencê-lo. –fala tentando confortá-la, e passando delicadamente, sua mão pela face dela.

-Eu não quero saber quem vai vencer, quero que você prometa que vai voltar, que não vai me deixar só. Promete? –fala olhando-o nos olhos, fazendo-o entender sua súplica.

-Não sei se vou poder voltar, mas não quero te deixar só, por isso... pensei em deixar um pedacinho meu com você. O que você acha? –Harry pergunta pondo a mão sobre o ventre dela.

-Você está louco? –pergunta assustada e se sentando direito, de frente pra ele.

-Se eu voltar vivo, daqui a dois meses estaremos formados e poderemos nos casar, caso isso não aconteça, você é minha noiva, e portanto minha herdeira, essa criança teria toda a fortuna Potter e parte da Black, vocês estariam bem amparados e você ainda me teria por perto de você, além disso eu quero continuar a linhagem dos Potter, tenho muitos gens bons pra deixar por aqui! –fala seriamente no começo e brincando no fim.

-Convencido! –fala dando um tapinha no ombro dele –Você está falando sério mesmo? –pergunta depois de parar de rir.

-Sim, eu até preparei uma poção especial, é só você tomar que entrará em período fértil. –tira uma caixinha do bolso da veste e abre mostrando um vidrinho com uma poção roxa –E então, o que você acha? –pergunta vendo ela examinar o vidro.

-Então trabalharemos com certezas e não possibilidades? –pergunta abrindo o vidro e sentindo um cheiro adocicado vindo da poção.

-Se você tomá-la, sim. Mas não precisa decidir agora, temos tempo pra você pensar. –fala tentando esconder a ansiedade.

-Eu só espero que isso funcione, porque senão eu vou testar algumas azarações novas em você! –Harry mal acreditava no que ouvia, quando a viu tomar a poção –Quanto tempo até fazer efeito? –pergunta ansiosa.

-Uma ou duas horas, mas você tem certeza? –pergunta incrédulo.

-Tenho, mas se você quiser desistir. –fala estranhando a reação dele.

-Desistir? Isso é o que eu mais quero! –fala se jogando sobre ela e a beijando apaixonadamente.

-Calma...Harry...espera. –Mione fala afastando-o, quando depois do beijo ele começou a beijá-la no pescoço, já tirando sua veste.

-O que foi? Eu te machuquei? –pergunta sem entender a reação dela.

-Não, é que se a poção demora cerca de duas horas pra fazer efeito, não acha melhor esperar? –pergunta tentando explicar a situação.

-Minha deusa, você acha que eu vou ficar aqui, esperando duas horas pra poder amar você? Até parece que não me conhece, aliás como é nossa última noite aqui, pode acreditar que vai ser muito longa. –fala em tom sedutor e malicioso ao mesmo tempo, enquanto desabotoa a camisa, tirando-a no fim.

-Colloportus –Hermione tranca a porta olhando pra Harry com um sorriso travesso, que é correspondido por ele, antes de voltarem a se beijar.

Fim do Flashback

-Pensando em quem? Harry ou Richard? –Gina que acabara de chegar na sala pergunta a Hermione que tinha o olhar perdido na chuva.

-E eles são um ou dois? –Hermione pergunta enxugando algumas lágrimas que tinha na face, e se sentando com Gina no sofá.

-Essa pergunta só a poção pode responder, mas não acho que você estava chorando por isso, ou estava? –Gina pergunta olhando a amiga.

-Estava lembrando da nossa última noite juntos em Hogwarts. –fala com ar distante.

-Ah, lembranças de noites de tempestade! –Gina fala com ar malicioso, deixando Hermione levemente corada.

-Pára com isso Gina, foi uma lembrança triste. –fala sentindo a voz embargar.

-Porque? Vocês brigaram? –pergunta confusa.

-Não, na verdade foi a noite mais especial que tivemos. –fala pondo as mãos sobre a barriga e deixando uma lágrima cair.

-Calma aí amiga, me explica isso direito. –fala preocupada.

-Eu estava com medo, medo por ele, então eu pedi pra que ele prometesse que não me deixaria sozinha...ele então disse que já tinha pensado nisso, e que caso ele não voltasse, queria deixar um filho comigo...

-Filho? Não me diga que vocês tentaram mesmo fazer isso! –Gina fala pasma.

-Ele preparou uma poção da fertilidade pra me fazer ficar em estado fértil. Depois tivemos uma noite incrível, era capaz de mesmo sem poção eu engravidar, de tão empolgado que ele tava. –fala se lembrando e entre risos no fim.

-Opa, detalhes! –Gina fala empolgada.

-Não, preferia esquecer essa noite. –fala voltando a ficar com um tom triste na voz.

-Que isso Mione, a culpa nem foi sua, foi o Harry que não fez a poção direito. –fala tentando consolá-la.

-E quem disse que ele não fez? –Gina olha assustada –Eu fiquei grávida, mesmo com todas as batalhas de que participei, mesmo na batalha final em que fiquei em estado grave, eu o protegi, eu o guardei em mim... –o que eram lágrimas tímidas, viram choro –mas então quando acordei no St. Mungus, perguntei ao medi-bruxo que me examinava, sobre o Harry, e ele disse que tinha acontecido uma explosão de forças mágicas, e nem Voldemort e nem Harry sobreviveram... eu senti uma dor muito forte, eu não sabia se era pior no peito ou no ventre, na verdade... eu só queria morrer. –Hermione agora começa a chorar muito e Gina a abraça tentando consolá-la, mas ela fica repetindo que tinha decepcionado Harry, e que não tinha conseguido proteger o filho deles, mesmo com as tentativas de Gina de acalmá-la.

-O que estás fazendo, Marcus? –O fantasma de Salazar surge no quarto e pergunta ao ver o rapaz observando um mapa e fazendo anotações em um pergaminho.

-Preparando uma surpresa pro senhor e pro meu pai! –fala com um sorriso maléfico nos lábios.

-Surpresa filho? –Voldemort que acabara de chegar pergunta curioso.

-Pensei em comemorar o retorno dos dois, fazendo uma visita a algum vilarejo bruxo, e acabei de achar um perfeito! É um pequeno povoado, inteiramente bruxo e bem isolado, um lugar cheio de mestiços! –fala com um brilho sádico nos olhos.

-Esse é o meu garoto! Quantos comensais você vai levar? –Voldemort pergunta animado.

-Nenhum. São apenas dois mil e oitocentos habitantes. –fala normalmente.

-Mas quantos são aptos a batalhar? –Salazar pergunta olhando o mapa e as anotações.

-Essa é a melhor parte, apenas 3% da população é de crianças e velhos, o ministério vai começar a conhecer Lord Marcus, o Príncipe das Trevas! –Fala em tom sombrio e ameaçador, fazendo Voldemort e Salazar trocarem um olhar de satisfação e soltarem gargalhadas maléficas que assustaram alguns comensais que passavam pelo corredor.

No dia seguinte à tarde, Hermione estava em seu escritório, no seu apartamento. Ela estava cercada de livros e anotações, quando Wink aparata perto da poltrona em que estava.

-O senhor Raziel está aí e quer falar com você Hermione. –Wink fala formalmente.

-Fala que eu não quero falar com ele. –Hermione fala com um pouco de irritação na voz. Wink aparata a seguir.

Passados alguns minutos, um novo som de aparatação é ouvido.

-Se ele aparecer de novo ou ligar, diga que não quero falar com ele. –Hermione fala sem desviar os olhos do pergaminho.

-Porque não Mione? –Richard pergunta encostado em uma estante.

-Posso saber o que está fazendo aqui, se eu disse que não quero te ver! –fala de modo duro, olhando-o severamente.

-Eu já te pedi desculpas! Eu tive um problema com um feitiço, fiquei inconsciente dois dias, por isso não poderia atender o telefone. –fala olhando-a nos olhos, mostrando sinceridade nas palavras e no olhar.

-Problemas com feitiço... você foi ao St. Mungus? –pergunta preocupada.

-Não foi necessário, além do que eu já havia calculado o risco. Não se preocupe comigo, eu estou bem, apesar de ter ficado chateado com você, nem me deixou explicar. –fala de forma manhosa, fingindo estar sentido.

-Pode parar o charminho, eu ainda não te perdoei, mesmo isso sendo verdade, e eu acredito em você, se você já tinha calculado a hipótese, e se sabia que ia ficar desacordado, devia ter me contado! Mas não, você omitiu uma coisa dessas, me deixou aqui, preocupada, se sabia e não me contou é porque não se importa a mínima comigo! –fala magoada e sem olhar pra ele –Vai embora Richard, eu preciso de um tempo. –fala decidida.

-Não! Eu não vou te deixar, nunca! Eu preciso de você! –fala de modo veemente a segurando pelos braços e olhando-a nos olhos.

-Me solta, Richard! –ordena não gostando da situação.

-Não! Você é minha! –grita de modo possessivo, a pressionando contra uma estante, e olhando-a ameaçadoramente –Não me deixe! –fala totalmente diferente, com a voz embargada e lágrimas nos olhos, diminuindo um pouco a força que usava pra segurá-la. –Você é minha luz, minha alma, sem você eu não existo, é seu meu amor que me dá vida! –fala chorando e unindo sua testa a dela.

-Calma, ta tudo bem. –fala confusa e abraçando-o.

-Me desculpe, eu não queria te preocupar, eu não queria te magoar, prometo que não vai acontecer mais. Me perdoa? –pergunta ainda chorando, e com a cabeça apoiada na curva do pescoço dela.

-Perdôo, é claro que eu te perdôo. Olha pra mim... ta tudo bem, eu não to mais zangada com você. –fala levantando a cabeça dele de modo a fazê-lo olhar pra ela, e acalmando-o.

-Então eu posso ficar? Me deixa ficar aqui? –pergunta baixo e quase suplicando com os olhos.

-Eu to trabalhando, se eu estou aqui em casa, é porque aqui tem alguns livros que eu precisava, mas estou ocupada. –fala gentilmente.

-Tudo bem, eu fico quietinho te olhando, não falo nada e nem te toco... prometo! –fala sorrindo e fazendo uma carinha que ela, mesmo tentando, não consegue resistir.

-Ok, mas é pra ficar quietinho! Sem barulho e longe, ok? –fala em tom conformado.

-Certo, eu posso usar a mesa? –fala apontando a mesa atrás dele.

-Pode, e pode pegar algum livro se quiser. –fala já se voltando pra poltrona onde estava.

-Espera, não ganho nem um beijinho? –fala mais pedindo que perguntando.

-Só um . –fala enfatizando o um.

-Ta, só um. –fala se aproximando e logo a seguir a beijando com todo carinho e amor que tinha.

-Pronto, agora eu preciso trabalhar. –ela fala se afastando, mas sorrindo pra ele, que vai sorrindo até a mesa onde, com um aceno de varinha, faz aparecer um laptop.

-Vai ficar me olhando até quando? –Hermione pergunta, depois de vinte minutos tentando ignorar a observação constante de Richard.

-Até você terminar de trabalhar, por que aí, eu vou poder fazer outras coisas com você. –fala com ar malicioso.

-Pra que você conjurou esse laptop, se não pára de olhar pra mim? –fala tentando mudar de assunto.

-Porque eu também to aproveitando pra trabalhar. Enfeiticei o teclado, assim eu só preciso sussurrar o que eu quero que escreva, e fazer isso olhando pra você é altamente inspirador! –fala em tom galante.

-Não sabia que escrevia pra adultos . –fala em tom de brincadeira.

-Por mais que você me dê inspiração pra isso, eu to só continuando meu livro. Mas se você quiser começo outro agora sobre o tema proposto, acho que você vai achar muito interessante e diversificado. –fala de modo sedutor.

-Hum, será, eu sou muito exigente. –fala entrando no jogo dele, e indo até onde ele estava.

-Se você der mais um passo, eu quebro o nosso acordo. –fala mantendo o tom, olhando-a continuar se aproximando.

-Como você quer que eu trabalhe com alguém me observando o tempo todo? –fala se sentando na mesa, de frente pra ele, que estava na cadeira, olhando-a.

-Desculpa, mas nosso acordo não falava nada sobre olhar. –fala, movendo a cadeira, com rodas, para o lado de modo a ficar de frente a ela. –Aliás, como eu te avisei, o nosso acordo está desfeito. –fala acariciando as pernas dela e depois lhe beijando no joelho.

-Calminha, aqui é lugar de trabalho. Vem, vamos pro meu quarto. –fala se levantando e logo depois sendo pega no colo por ele. –Eu sei andar sabia? –pergunta depois de abraçar o pescoço dele.

-E o romantismo, fica onde? –fala beijando-lhe, brevemente, os lábios.

-Tem razão. –sussurra, virando o rosto dele e depois o beijando, enquanto desciam as escadas.

No fim da tarde, Hermione entra na sala de jantar e vê Gina passando geléia na torrada.

-Roubando meu lanchinho, senhorita Weasley! –Mione fala em tom de brincadeira pra amiga.

-Vim pegar umas anotações que fiz ontem e Wink disse que tava preparando um lanche, não resisti e fiquei. –fala se justificando.

-Eu tava dando uma olhada em uns documentos da Ordem. –fala comendo umas frutas cortadas.

-Engraçado, porque quando eu passei aqui mais cedo ouvi o que me pareceu atividade extra! –fala em tom malicioso, entre um gole e outro de suco, deixando Hermione corada.

-Você ouviu o que, exatamente? –pergunta muito sem jeito.

-Ou você aprende a se controlar ou fecha a porta do quarto! –Gina fala rindo, e deixando Hermione muito sem jeito.

-Ahá! Aí está você! –Richard chega silenciosamente e depois abraça Mione rapidamente, a assustando, antes de falar, terminando com beijos no rosto.

-Richard! Quer me matar de susto? –Mione fala dando tapinhas nele.

-Ei, vai com calma, amor! –fala se afastando e olhando o braço levemente vermelho.

-Boa tarde! –Gina fala dando uma boa olhada em Richard, que estava sem camisa.

-Oi...er...eu já volto. –Richard fala muito sem graça e depois corre, provavelmente pra vestir uma camisa.

-Esquece a primeira opção! –Gina fala se abanando, e depois sendo atingida por um garfo voador. –Ei, isso machuca.

-Então pára de olhar pro namorado das outras! –fala com cara de poucos amigos.

-Ah foi inevitável, aliás, ele já era assim na época de Harry? –Gina pergunta provocando Hermione e se defendendo de mais dois garfos –Vou entender por um sim. Falando nisso, que história é essa de chamar ele de Harry hein? Eu fiquei boba quando ouvi. –Gina fala espantada e curiosa, fazendo Mione corar furiosamente.

-Não da pra evitar, é automático, quando olho nos olhos dele, não consigo falar mais nada. E ele não se importa nem um pouco, ao contrário, uma vez eu tentei pelo menos ficar quieta e ele perguntou se tava tudo bem, aí eu expliquei, e ele disse que não se importava, que alguma coisa dentro dele acendia quando me ouvia chamá-lo de Harry.

-Então ele é o Harry! –Gina conclui sorrindo

-Não sei, nessas horas acho que sim, mas aconteceu uma coisa hoje, eu vi os olhos dele tão escuros, eram tão diferentes dos olhos do Harry, ele me assustou. –fala lembrando do ocorrido no escritório.

-Como assim? –Gina pergunta preocupada, mas Mione faz sinal pra porta.

-Oi, me desculpe Gina, eu não sabia que você tava em casa. –Richard fala sem jeito e um pouco corado.

-Nossa, não sabia que você era tão tímido, meu anjo. –Mione fala surpresa por ele corar.

-Com você não tenho porque ser, mas com os outros. –fala interessado no piso.

-Que bonitinho! Vocês combinam sabia! Um homem e uma mulher de vinte e dois anos que ficam vermelhinhos por comentários e acidentes bobinhos!... Depois me perguntam porque eu gosto de morar com você. –Gina fala se divertindo com os dois que ficam da cor dos cabelos dela.

-Gina, você tem que trabalhar, não tem? –Hermione pergunta entre dentes.

-Claro, eu volto amanhã, vou jantar com o Andrew, já faz três dias que não o vejo! Aproveitem, mas vê se não esquece da pesquisa que te pedi, por favor! –Gina implora e Hermione faz que sim com a cabeça. Gina aparata.

-Agora que ela se foi, eu posso me convidar pra ficar? –Richard pergunta com um sorriso travesso.

-Só se você me ajudar com a pesquisa. –Mione fala e recebe como resposta um beijo.

-No quarto de Lord Marcus, Salazar e Voldemort estavam numa discussão sobre magia negra, quando Marcus entra apressado.

-Finalmente parece que estão se entendendo, fico feliz! –Marcus entra com um grande sorriso e os olhos brilhando.

-Devo admitir que esse mestiço incompetente, realmente sabe muito sobre magia negra, estávamos em um ótimo debate, só faltava você! –Salazar fala animado.

-Sinto muito, mas eu só vim pegar algumas roupas, vou ficar fora um ou dois dias. Sei que tinha planejado um ataque pra hoje, mas passar uns dias com minha morena vem em primeiro lugar. Não se importam se eu deixar o massacre pra depois não? –fala animado.

-Não, mas o fato de você achar uma mulher mais importante que espalhar o medo, e anunciar o definitivo retorno das Trevas, me preocupa muito. –Voldemort fala seriamente.

-Sinto papai, mas ela quase não tem tempo, então eu vou ter que adiar um pouquinho as coisas, mas já deixei ordens expressas pra ninguém parar, os senhores estão no comando total e o Malfoy vai assegurar isso. –Marcus fala pondo algumas roupas numa pequena mala.

-E você pode me dizer como ela mudou tão depressa de postura? Ontem ela parecia furiosa com você, e hoje te convida pra ficar com ela. –Salazar fala desconfiado.

-Não se preocupe vovô, eu a pus contra parede e ela mudou de idéia, ela me ama! E não se preocupem, que assim que eu voltar, vai chover sangue em Salém. –fala a última frase com um sorriso maléfico e um brilho insano nos olhos.

-Tudo bem, você é jovem e tem que se divertir mesmo. Mulheres e livros nunca são demais! –Salazar fala incentivando o neto.

-Até breve! E papai, vovô, por favor, não briguem, eu quero vê-los conversando como agora pouco. –pede com olhar sincero e os dois concordam.

Hermione estava sentada em sua cama lendo um livro e fazendo umas anotações na prancheta ao lado, quando Richard que estava no banheiro, sai só com a calça do pijama e se senta na cama ao lado dela.

-Pode dar uma pausa? –pergunta um pouco tenso.

-Claro, você me ajudou tanto, to até adiantada, mas essa pausa não é um deixa pra terminar amanhã , é? –Hermione pergunta meio desconfiada.

-Não, pelo menos não exatamente. Eu só quero conversar um pouco. –fala pondo o livro e a prancheta de lado.

-E sobre o que você quer falar? –pergunta se ajeitando na cama, ficando mais confortável.

-É sobre hoje, eu estava voltando e ouvi você comentar com Gina algo sobre ter ficado assustada... foi quando te empurrei? –pergunta um pouco nervoso, suando frio pelas mãos.

-Foi, você estava estranho. Entendo que talvez tenha ficado um pouco nervoso, mas eu não estava fazendo uma reclamação. –fala tentando minimizar a situação.

-Eu não fiquei nervoso, fiquei com medo. –fala se deitando no colo, ela começa a fazer-lhe cafuné –Antes de te encontrar, eu sentia um vazio dentro de mim, algo que não sei explicar ao certo, mas desde que te encontrei, me sinto completo. É como se eu fosse outro quando estou com você... eu me sinto leve, feliz...em paz...é como se eu estivesse preso todos esses anos, mas com você é como se eu conseguisse me libertar, não há coisas ruins, sentimentos negativos, eu só consigo sorrir, amar, ficar feliz. –desabafa olhando-a nos olhos.

-Que bom que se sente assim. Mas não tem mais nada, algo que fizesse parecer que você já tinha passado por aquela situação antes? –Hermione pergunta tentando disfarçar a ansiedade.

-Sim, às vezes. Também tem os flash’s, fiapos de memória, coisas que antes apareciam só em sonhos, mas desde que te encontrei aparecem mais, de repente. É muito estranho, sei que você disse que era melhor não falarmos do passado, mas o que aconteceu? De onde nos conhecemos? –pergunta se levantando e olhando-a nos olhos, muito curioso pra entender o que tava acontecendo com ele.

-Ainda não é hora de falarmos nisso, tudo tem sua hora. –fala calmamente, acariciando–lhe o rosto.

-Não sou muito paciente. Mas tudo bem, eu só quero que você me desculpe por mais cedo, sei que não sou perfeito, por isso temo te perder, te decepcionar. Juro que vou tentar nunca mais ficar daquele jeito. –fala sinceramente entrelaçando sua mão na dela.

-Todo mundo fica nervoso ou com medo às vezes, não se preocupe, eu também estava errada, sou um pouco teimosa! –fala rindo e terminando com um beijinho –Também não quero te perder, prefiro a morte que ficar sem você. –fala mergulhando nos olhos verdes.

-Eu sou seu, e nada, nem ninguém vai poder me tirar de você! –fala se perdendo no brilho dos olhos castanhos, e depois ganhando um beijo suave, carinhoso e muito amoroso.

No dia seguinte de manhã, Hermione chega na sala de jantar e vê Richard acabando de arrumar um ramalhete de rosas vermelhas, em um vaso de flores em cima da mesa posta. Era uma mesa de café da manhã, simplesmente perfeita.

-Se me prometer uma dessas toda manhã, caso com você! –Mione fala de modo divertido, e logo depois recebe um gostoso beijo de bom dia. –Acabei de incluir o beijo na proposta! –fala sorrindo alegremente e recebendo outro beijo.

-Então é melhor comprar o vestido, porque pra ter uma noite dessas todo dia, eu caso agora! –Richard fala junto à boca de Mione, ainda a abraçando forte.

-Devo encarar isso como uma promessa? –pergunta maliciosamente, mas sente algo quente no pulso –Droga! Porque nas piores horas? –reclama pra si mesmo, se afastando de Richard.

-O que foi, amor? –pergunta confuso.

-O Ministério ta me chamando, desculpa, mas tenho que trabalhar, acho que vou passar o dia todo ocupada. Me perdoa por estragar sua surpresa? –pergunta visivelmente chateada.

-Claro meu amor, a culpa não é sua. Bom trabalho! –fala de modo carinhoso e dando um beijinho nela.

-Obrigada, vou trocar de roupa e já volto pra ir. –fala na porta da sala de jantar.

-Ta vou arrumar alguma coisa pra você levar, afinal tem que comer né! –fala sorrindo e recebendo um agradecimento dela.

-Oi, qual o problema? –Hermione pergunta tomando café, assim que chega no centro de Londres e vê as pessoas em pânico com vinte comensais lutando e destruindo tudo.

-Ta cega ou ainda ta dormindo? –Malfoy fala fazendo piada.

-Só quero saber o porque do ataque. –responde tentando não perder o bom humor.

-Aparentemente eles estavam entediados e resolveram vir matar algumas pessoas! –Tonks diz normalmente, e depois se escondendo com Hermione e Draco atrás de um ônibus pra se proteger de uma explosão.

-Certo, cadê a Gina? –pergunta acabando o café.

-Do outro lado. –Tonks fala entre um Protego e um Estupefaça.

-Vou lá, depois a gente se encontra! –fala já saindo com um feitiço escudo e indo até a porta de uma loja de móveis, onde Gina duelava, com certa dificuldade, com dois comensais. - Estupefaça -brada derrubando um dos comensais e chamando a atenção de mais dois. –A cavalaria chegou! –Mione fala bem humorada pra Gina.

-Até que fim Hermione! Você dormindo e eu trabalhando. Protego

-Ei, você é Hermione Granger? –Um comensal que acabara de chegar pergunta ao ouvir as duas.

-Sou eu sim, porque? –fala desconfiada, apontando a varinha pro comensal.

-Recuem! –o comensal fala depois de aparatar pro centro do ataque, onde estava o maior número de comensais. –Ordens do mestre, recuar!

-O que está falando? –Dolohov berra impedindo o recuo.

-A Granger ta aqui, todos recuem! –fala apontando Mione e sentindo a cicatriz arder com o chamado do mestre, aparatando assim como os outros, e deixando um Dolohov nervoso.

-Vai fugir também Dolohov? –Mione chega perto dele e fala em tom desafiador.

-Não abuse da sorte Granger! Não é porque Lord Marcus tem planos pra você, que eu vá ter que ser bonzinho. –fala raivoso se lembrando de quando foi derrotado por ela na batalha final e quase morreu.

-Acha que eu tenho medo de você e desse tal Marquinhos ? –fala com ar de superioridade.

-Respeite o Príncipe das Trevas, sua sangue-ruim imunda! –fala furioso e apontando a varinha pro peito dela.

-Não se metam! Dolohov é só meu! Esse é um acerto de contas antigo, nos meus cálculos está dois a dois, apesar de da última vez eu quase ter te matado não é? –Hermione evita que os outros, que já se posicionavam, ajam. E depois desafia Dolohov em tom provocativo.

-Eu estou muito melhor que antes garota, não tem nem comparação com cinco anos atrás! –fala num rosnado, encarando-a, com um olhar frio e penetrante, mas sem conseguir intimidá-la.

-Que bom, porque eu também não! Ainda tenho aquela cicatriz que você e a Lestrange me arranjaram no sexto ano! E acredite, vou acabar com essa nossa pendência hoje! –Hermione fala se pondo em posição de combate, assim como Dolohov.

-O que? Aquele imbecil do Dolohov ficou lá! –Marcus fala furioso, olhando o comensal que o tinha informado do recuo e do ataque. –Some daqui, mande aquele idiota do Weasley vir me ver, agora! –ordena furioso.

-Acalme-se Marcus, o que tanto te aflige, os comensais estavam se saindo bem, por que mandá-los retornar? –Voldemort pergunta confuso com o comportamento dele.

-Eu dei ordens expressas pra que não atacassem quando um auror específico estivesse presente. Eu vou matar Dolohov! Não, eu não vou matar, eu vou mantê-lo vivo e torturá-lo dia após dia, até o fim da vida daquele cretino, miserável! –fala dando um soco na parede, que abre um buraco considerável nela.

-Acalme-se Marcus, destruir esse lugar não vai melhorar em nada seu humor! –Salazar chama a atenção dele.

-Tem razão, Malfoy venha aqui! –ele fala tentando se controlar, e Malfoy aparata na frente do trono.

Os olhos de Hermione escurecem assim como os do comensal, ambos apertavam suas varinhas com força e quem os visse poderia jurar que estavam batalhando mentalmente, mas não, eles estavam se analisando, esperando uma brecha para o primeiro ataque, o que poderia significar uma possível vitória. A respiração dos dois era mínima, pareciam duas estátuas. Um vento gélido passou pelo campo de batalha.

-O que a Granger vai fazer? –Draco perguntou em tom baixo.

-Você vai ver. –Gina, que tinha aparatado do lado dele, falou de modo significativo. –Tonks, acho melhor protegermos o local, pois as autoridades trouxas podem aparecer, ou a imprensa e isso seria uma catástrofe pro mundo bruxo.

-Ótimo. –Tonks falou levantando a varinha pro alto, todos os aurores que estavam ali, sentiram algo quente nos pulsos e logo entenderam, levantando as varinhas. Dois segundos depois, vários raios de uma coloração azul clara subiram em direção ao céu e ultrapassaram os prédios, formando uma redoma azul que foi vista por alguns segundos, e se estendia por vários metros em todas as direções, mas logo depois sumiu sem deixar vestígios. –Draco, ache Lui e Meg e os mande fazer uma varredura pelo local, fale para eles que se encontrarem algum trouxa, dê um jeito deles não aparecerem aqui.

-Sim senhora. –Draco falou e desapareceu com um pequeno estalo.

-O que nos resta fazer agora? –Gina perguntou pensativa.

-Nada, já que Hermione pediu para não nos metermos. –Tonks fala indo para um local onde tinha mais visibilidade, sendo seguida de Gina. Quando acharam o local, viram vários outros aurores também interessados na batalha.

-Sim, My Lord, em que posso servi-lo? –Malfoy pergunta de joelhos em frente a Marcus.

-Vá buscar o imbecil do Dolohov, se ele fizer algum mal aquela auror eu vou fazer ele implorar pra morrer, e se ele não quiser vir, derrube-o! Quero ele vivo e nas masmorras, imediatamente. –ordena furioso.

-Sim senhor, mas Dolohov é um dos nossos mais fortes e importantes comensais... –antes de terminar de falar é arremessado, por uma força invisível, por quatro metros até bater na parede.

-Ele me desobedeceu, e eu não tolero insubordinação! Quero puni-lo como se deve, que sirva de exemplo pra todos! Vou viajar até Salém, quero descarregar um pouco, se não mato aquele verme! Entendeu minhas ordens Malfoy? –pergunta olhando-o ameaçadoramente.

-Sim mestre, vou imediatamente, mas quanto a Salém, tem certeza de que quer ir sozinho e durante o dia? –pergunta cauteloso.

-Faça o que eu mandei e não me questione! –fala tão furioso que uma aura flamejante o envolve, dando-lhe um ar ainda mais sombrio.

Malfoy aparata e Voldemort e Salazar que estavam comentando, discretamente, resolvem se manifestar.

-Filho, você tem certeza de que esse é o melhor momento pra ir? –Voldemort pergunta um pouco nervoso.

-Se eu não for, vou explodir isso aqui, agora me sigam e verão do que o Príncipe das Trevas é capaz!

Os três aparecem no alto de uma colina, e se deparam com uma pequena cidade, parecida com Hogsmeade.

-Eu os aconselho a não se aproximarem muito do local, não sei exatamente do que serei capaz. –fala em tom normal, mas com um certo sadismo na voz, que faz os fantasmas sorrirem animados.

Richard aparata no centro da vila, onde o movimento era grande e provoca uma explosão, chamando a atenção de todos.

-Perdi algo? –Draco perguntou ao aparatar onde Tonks e Gina estavam.

-Cala a Bo... –Gina interrompeu a sua frase, pois ouve uma movimentação no campo de batalha, que agora era só de Hermione e Dolohov.

Dolohov foi o primeiro a agir, lançando um feitiço negro em direção a Hermione, que desviou habilmente, mas quando o feitiço bateu em um poste de luz, o poste caiu com um barulho seco, que fez um enorme eco pelo campo de batalha.

-Que feio. –Hermione fala displicente, sem ligar para o barulho do poste. -Você deveria ser mais cavalheiro e me deixar começar. –ela fala debochando dele.

-Cale-se, sangue-ruim miserável! -o comensal brada tremendo de fúria. -Não é por que Lorde Marcus a quer viva que eu vou te deixar zombar de mim. –falou mais uma vez, com um tom de nojo na voz. –Até porque conhecendo-o como conheço, já estou sentenciado a algo pior que mil mortes! –fala com certo respeito, a Marcus na voz, mostrando temor ao ex-mestre .

-Linz. –Hermione bradou erguendo a varinha, fazendo um feitiço vermelho sangue, ir em direção ao comensal que nunca tinha ouvido falar naquele feitiço, mas mesmo assim defendeu.

-Exumare Incantatem. –uma bolha negra apareceu em frente ao comensal, e quando o feitiço de Hermione bateu na bolha, ricocheteou e bateu numa parede de uma loja, que ruiu com a força do feitiço, o escudo negro pareceu rachar. -Malins Sectin. –um lampejo azul passou pelo campo de batalha, e um relâmpago da mesma cor foi rapidamente em direção a Hermione que não sabia o que fazer, então só restava uma coisa.

-Exumare Incantatem. Todos que estavam vendo a batalha ficaram surpresos com que Hermione tinha feito, pois o feitiço realmente funcionara, e quando o raio bateu no escudo, voltou para Dolohov que só escapou, pois aparatou no último segundo, mas quando apareceu novamente, a uns cinco metros à direita de onde estava, ele parecia ter sido atingido por algo muito forte, mas não fraquejou apenas olhou para Hermione com tanto nojo e fúria, que faíscas verdes saíram de sua varinha.

-Avada Kedavra. –urrou o comensal, já lívido de ódio, e o raio verde foi até Hermione, que girou em volta de si mesma, fazendo sua capa subir de maneira que ela desaparecesse por trás desta e quando a maldição acertou o que devia ser Hermione, viram que ela não estava lá e somente sua capa caiu lentamente no chão, entre chamas verdes. –Mas... –o comensal começou a falar surpreso até ser interrompido.

-Me procurando? –Hermione pergunta com um tom realmente gélido, que assustou o comensal, que se virou para trás e viu Hermione com a varinha apontada para seu nariz. -Expulsorium. –uma força invisível empurrou fortemente o comensal, que se levantou no ar e foi arremessado a quase dez metros de onde estava, caindo no chão e ainda sendo arrastado por mais alguns metros, se ralando todo e abrindo outros ferimentos. -Sinceramente... –começou com um sorriso maroto no rosto. -Se isso é tudo o que você sabe fazer, eu devia ter feito outro auror menos experiente lutar contigo. –fala fazendo pouco dele.

-Endius. –falou sem nem mesmo se levantar, fazendo um raio prateado ir em direção a Hermione, que não teve como escapar e foi atingida, sendo jogada para trás até bater em um poste de luz, que caiu com o impacto. Ela estava sentindo dores por todo o corpo, e do nada vários cortes apareceram pelo corpo dela, os ferimentos sangravam um pouco. -Da última vez que você me enfrentou, eu não tinha recuperado todas as minhas forças. –Dolohov falou se levantando rapidamente, e depois aparatando para perto da mulher, que também se levantou rapidamente. -Mas dessa vez além de eu ter recuperado o meu poder, adquiri mais alguns.

-Pare de papo e vamos duelar. –Hermione falou levantando a varinha, e lançando um feitio que foi tão forte que quando o comensal conseguiu desviar, por pouco, o feitiço sumiu de vista, até que todos ouviram uma explosão muito alta, e por instantes a barreira que os aurores fizeram, tremeu e apareceu, mas logo depois sumiu novamente. Depois daquilo os dois não disseram mais nada, só gritavam os feitiços que lançavam uns nos outros, mas alguns, eles não falavam, fazendo os aurores não saber que feitiços eram aqueles. Os Feitiços eram tão fortes que quando atingiam alguma coisa, conseguiam destruí-la por completo.

-Nossa! Eu não sabia que a Granger era assim. –Draco fala abobalhado com o duelo.

-Acho melhor você nunca se meter com ela, porque ela ainda não ficou realmente zangada! –Gina fala sorrindo orgulhosa da amiga e parceira.

-É por isso que ela e a Gina são minhas melhores agentes, e acredite, já vi treinos com o Harry bem piores que esse duelo! –Tonks fala um pouco nostálgica.

-Entendo porque o Potter gostava dela, a Granger não é mesmo só a senhorita-sabe-tudo, deve fazer um estrago entre quatro paredes! –fala maliciosamente, recebendo uma cotovelada das duas, fazendo-os se voltarem pro duelo, que os demais assistiam boquiabertos.

Dolohov estava pasmo com a habilidade de Hermione, que não cansava de atacar e defender habilmente. O comensal estava recuando alguns passos para trás, quando apontou sua varinha para um canto da rua, onde um carro trouxa levitou e logo depois foi jogado em direção a Hermione, que ergueu a varinha sem sair do lugar e depois fez um movimento como se estivesse cortando algo, cortando o carro ao meio, e com mais um movimento de varinha, as partes do carro foram separadas, rapidamente passando por Hermione, e logo depois explodindo, mas somente os seus cabelos se moviam, balançando com a força da explosão.

Hermione ergueu sua varinha e vários pedaços de escombros se ergueram no ar, logo depois sendo atirados contra o comensal, como se estivessem sendo atirados por uma metralhadora. Dolohov não sabia como ela conseguia fazer aquilo, mas ele não conseguiu se esquivar ou defender de todos os pedaços de pedra e escombros que foram lançados, fazendo-o ser atingido em várias partes do corpo.

A morena não esperou que o comensal se livrasse do ataque, aparatando atrás dele, e quando finalmente todos os escombros pararam de atingi-lo, ela com um forte chute nas dobras das pernas dele, fez o comensal se ajoelhar forçadamente, com dores. Ele não deixou por isso mesmo, e com um movimento rápido, tentou dar uma rasteira nela, que pulou para escapar, mas não escapou de um potente soco em seu estomago, fazendo-a ser jogada a uns dois metros, mas antes de cair no chão, conseguiu se controlar e cair de pé. Depois disso ela correu até o comensal, desviando de todos os feitiços que ele lançava e quando chegou bem perto dele, ela desapareceu deixando o comensal perdido, mas logo depois Dolohov recebe um belo soco no estomago, e ao olhar para baixo, vê Hermione olhando para ele com um sorrisinho maroto, e se levantando, aproveitando o impulso para dar outro soco, só que dessa vez no queixo, fazendo ele ser levantado do chão e ser jogado para trás, mas antes que ele caísse, a morena já estava ao lado dele, que ao chegar perto do chão, recebeu um chute no estomago, o arremessando a uns cinco metros à direita, e o fazendo cuspir sangue.

Dolohov não iria aceitar aquilo, e logo depois se levantou lançando vários feitiços, e se aproximando de Hermione, que desviava habilmente, mas não esperava que o comensal lhe desse um soco no rosto, e em seguida uma seqüência de socos no estomago e mais um chute na altura do rim, fazendo ela ser jogada de lado e bater numa parede de tijolos, que caiu em cima dela. –um silêncio foi ouvido pelo campo de batalha, não havia movimentação no lugar onde a morena foi lançada, e depois de uns segundos um auror aparentemente jovem sai de seu lugar, avançando para o comensal que olha para o jovem auror, e com um feitiço o joga longe, fazendo-o cair sobre alguns ferros, provocando várias perfurações pelos braços e pernas.

O auror grita de dor, mas ninguém ousava entrar na batalha, nem mesmo Tonks que estava muito surpresa com a força que Hermione demonstrava, sem contar Draco que repetia umas três vezes a cada segundo, que “A Granger tem mais fibra do que parecia”.

Um pequeno tremor de terra é sentido por todos, e alguns segundos depois o asfalto abaixo de Dolohov cede e uma grande labareda de fogo o atinge, fazendo-o ganhar várias queimaduras e depois cair no esgoto, onde estava Hermione, com suas vestes rasgadas e com vários cortes pelo corpo, que agora sangravam consideravelmente, o comensal não estava muito diferente. Mesmo sentindo as dores das queimaduras, Dolohov se levantou e começou a lutar novamente com Hermione, só que dessa vez num ritmo mais alucinante, que surpreendia a todos que assistiam.

Cada golpe dado parecia fazer uma onda de impacto percorrer dez metros, arrastando tudo o que encontrava, e pouco a pouco todo o asfalto num raio de quinze metros ruiu, caindo no esgoto, mas não os impedindo de lutar, fazendo-os continuar com mais força. Ambos desferiam seqüências de ataque e defesa muito avançadas.

Hermione estava desviando de uma seqüência de chutes do comensal, até que conseguiu segurar uma das pernas dele, e com um sorriso vitorioso, deu uma cotovelada no joelho deste, quebrando não só o joelho, mas a perna também, fazendo-o urrar de dor e cair no chão ao ser solto pela auror.

-Ai! Eu é que não queria ta na pele dele! –Tonks fala fazendo careta.

-Ele tem sorte dela ainda não ter perdido a paciência. –Gina fala com um sorriso enigmático.

-Pois depois dessa, eu é que não aconselho ninguém a se meter com ela! Tenho pena de imaginar o coitado que fizer ela sair do sério. –Draco fala o final entre risos.

Depois de alguns segundos que para Dolohov pareceram anos, ele conseguiu se concentrar o suficiente para sentir mais ódio por Hermione, então se levantou com dificuldade, e mesmo sentindo muitas dores na perna esquerda, que estava fraturada, ele se apoiou e sem sair do lugar, já que estava perto da morena, ele continuou atacando com seqüências de soco, ainda estava debilitado por causa da dor na perna, mas não deixaria uma sangue-ruim o derrotar daquele jeito.

Hermione percebia claramente que os golpes do comensal estavam mais fracos, e por isso mais fáceis de defender. Quando o comensal foi tentar dar mais um soco, ela também o fez, fazendo os punhos se encontrarem, mas como ela estava mais forte, conseguiu causar uma fratura exposta na altura do cotovelo, onde o osso tinha saído.

Dolohov ainda não queria desistir. Não enquanto ele respirasse, mas com mais um movimento, Hermione o agarrou pelas vestes, colocou uma perna atrás das pernas dele, e o levantou do chão, arremessando-o e fazendo Dolohov cair fortemente no esgoto, mas logo a morena dá um chute acima do joelho do comensal, conseguindo mais uma vez, fazer aparecer uma fratura exposta, desta vez no joelho esquerdo dele.

-Você está acabado. –Hermione sussurrou para que o comensal ouvisse.

-Isso é o que você acha! –Dolohov fala sentindo um gosto de sangue na boca. - Estupefaça -sussurrou, mas Hermione se defendeu pondo o braço na frente do corpo, fazendo o feitiço bater num escudo invisível.

-Mas como? –Dolohov pergunta espantado.

-Minha varinha ta sempre em alerta, achou mesmo que eu ia baixar a guarda com você? –fala retirando a pulseira que se enrolava seu pulso direito, como uma serpente de prata, e fazendo-a se transformar em sua varinha, a qual apontou pra ele. –Agora, acho que você não tem como reagir não é? –fala sorrindo vitoriosa.

-Você pode até me prender, mas eu no final sou o grande vencedor, já que acabei com o Potter! A essa hora aquele moleque nojento está brincando com o filhinho de vocês e aquele lobo imundo, que a Bella matou, vigiados de perto pelo Potter traidor do próprio sangue e a sangue-ruim, avós do vermezinho que nem nasceu! –Dolohov fala de forma debochada, lembrando Belatriz e no final caindo na gargalhada.

-Seu...seu...Demônio Maldito! Summa Condemnatio ! –uma aura de poder flamejante a envolve e seus olhos ficam negros de fúria, algumas lágrimas rolam por sua face e tremendo de tanto ódio, brada uma maldição criada por ela e Harry, que antes só havia sido utilizada em Voldemort.

Dolohov é atingido no peito por um feixe dourado, e começa a gritar. Esse grito misturava dor, pavor e revolta, fazendo todos se assombrarem com aquilo, enquanto Hermione assistia tudo impassível e com um brilho frio no olhar, que assustaria qualquer um que visse. Depois de alguns minutos, o bruxo começa a sangrar por todos os orifícios do corpo, e uma energia dourada, em forma de espiral, começa a envolvê-lo e comprimi-lo até fazê-lo explodir em vários pedaços pequenos, depois de dez minutos de agonia, provocando uma chuva de sangue, carne e ossos no asfalto e no esgoto, mas sem atingir Hermione que havia feito um feitiço de proteção, ao contrário de alguns aurores que ficaram sujos com o sangue do Bruxo das Trevas.

N/A: Oi, desculpem a demora, mas andei meio sem tempo, não é falta de idéias, e sim de tempo pra digitar.

N/A²: Ainda to sem beta, então qualquer erro de digitação é culpa dela!

N/A³: E aí estão gostando da fic? Já sabem o que aconteceu com o Harry? O que acham do Richard? Por favor, eu gostaria muito de obter respostas, então comentem, mesmo que seja pra reclamar que o Harry não aparece ou que a Mione não devia ta com o Richard.

Obrigado àqueles que comentaram o capítulo anterior, e praqueles que lêem Harmonia eu só sinto dizer que sem beta não sai cap 12, mas já tou escrevendo ele, é ela entrar na net e eu posto o cap!

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