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7. Going Under - Decadência


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Now I will tell you what I've done for you
50 thousand tears I've cried
Screaming deceiving and bleeding for you
And you still won't hear me
(I'm going under)

(Agora vou lhe dizer o que eu fiz por você
Eu chorei 50 mil lágrimas
Gritando, enganando e sangrando por você
E você continua não querendo me ouvir)
(Estou descendo)



...A Vida Continua...

Capítulo 7
GOING UNDER



Hermione entrou no Castelo de Hogwarts pelas portas da frente. Parou um pouco e respirou fundo, inalando aquele familiar aroma de felicidade que tanto amava. Andou alguns passos curiosa, como que procurando saber o que os anos haviam modificado naquele lugar, ou mesmo pensando se as paredes de pedra seriam capazes de reconhecê-la tanto tempo depois.

- MAMÃE!? – Mione quase pulou de susto ao ouvir o grito de Rose no alto da grande escadaria de mármore.

Rose e Alvo correram para abraçar a recém chegada.

************

Scorpius abriu os olhos com certa dificuldade. Sentia dores pelo corpo todo e um cansaço que jamais fora capaz de imaginar que poderia sentir um dia. Sentou-se na cama.

“Concertar ossos é fácil, difícil é fazê-los crescer”, dissera a enfermeira. O loirinho não queria nem pensar em como seria fazer os ossos crescer, porque em sua opinião, ‘concertar’ duas costelas quebradas e um perna fraturada não fora nada fácil.

Levantou-se da cama com esforço e procurou suas vestes. Estavam em uma cadeira próxima a cama e sujas de sangue. Sangue... sangue vermelho como o de todos os outros. Independente de se ser puro sangue ou não, bruxo ou trouxa. Se lhe batem você sangra. Sangra o mesmo sangue vermelho de todos.

Pegou a varinha na mesa de cabeceira e murmurando o mais baixo que pode para não chamar a atenção da enfermeira dentro de sua sala, tenyou fazer um feitiço para limpar as vestes. Não funcionou. Mas era assim que seu pai fazia! Tentou outra vez... nada! Talvez se falasse mais alto...

Vestiu as vestes como estavam. Andou lentamente até o espelho e se mirou ali por algum tempo. Seu rosto estava machucado. Não estava mais roxo ou inchado como quando fora socorrido, mais ainda mostrava muitos arranhões. Era só pedir a enfermeira e ela daria um jeito. Ainda se olhando no espelho, ele ergueu a cabeça o mais arrogante que pode (ou como melhor lhe pareceu no momento) e disse mentalmente que não precisava da ajuda de ninguém.

Saiu da enfermaria com toda a dignidade que a dor lhe permitiu.

*************

- A quanto tempo não nos vemos, Hermione Weasley! – McGonagal falou se aproximando.

Hermione se liberou do abraço das crianças e se aproximou da diretora.

- Bom dia professora McGonagal! – cumprimentou sorrindo – estava morrendo de saudades de Hogwarts. Fico feliz em a rever.

- Eu também. Veio por causa de minha carta imagino.

- Sim. Fiquei curiosa em saber por que um pai iria pedir uma reunião com o Conselho logo no inicio do ano letivo. - falou com calma.

- Ele quer pedir uma re-seleção para as Casas. Consegue imaginar quem faria uma coisa assim? – Mione podia notar um certo sarcasmo na voz da diretora.

- Draco Malfoy.

- Continua tão inteligente e perspicaz como em seus tempos de escola Hermione - comentou a diretora divertida arrancando uma risada da mulher.

Rose olhou para Alvo e viu nos olhos dele a mesma constatação que ela havia feito. O pai de Malfoy estava tentando tirá-lo da Grifinória. Melhor mesmo que ele saísse, não era bem vindo entre os leões.

- E o que você está achando disso tudo, Minerva? Não seria melhor para o menino ficar na Griginória? Acho que ele pode ter melhores influencias por lá. – indagou com seriedade a líder do conselho.

- Talvez seja, mas você quer convencer Draco Malfoy disso? – as duas riram com descrença. – Sinceramente? Não me parece que o menino esteja se adaptando a Griginória... e... como seria para o pequeno Scorpius ter que enfrentar a ira do pai? Tenho até um pouco de pena do garoto...

- Nisso a senhora tem razão. O Malfoy nunca vai entender, sabemos que ele é sensível feito uma serpente!

As grandes portas do salão se abriram deixando o sol da manhã passar, assim como um loiro dividido entre a irritação e a preocupação, em seu encalço, vinha uma bela mulher de longos cabelos negros, e olhos tão sombrios quanto sua face naquele momento.

Os olhos de Draco expressaram uma surpresa verdadeira ao encontrarem a Granger ali, no meio do salão de entrada conversando com McGonagal. Aproximou da ex-inimiga (ou atual, não tinha certeza).

Mione olhou Malfoy de alto a baixo, estava vestido todo de preto com uma capa de veludo na mesma cor causando um contraste com sua pele branca e seu cabelo sedoso e claro. Ele se aproximou. Ela não se intimidou e encarou o olhar penetrante do Comensal tentando não pensar em como ele tinha conseguido ficar incrivelmente mais bonito depois de tantos anos. Afinal, não era um pensamento adequado para o momento.

Rose e Alvo se afastaram um pouco dos adultos e observavam a cena, meio amedrontados, perdidos em suas divagações. Rose tentava lembrar se já havia visto sua mãe tão séria ao enfrentar alguém fora do trabalho, já Alvo estava pensando que se estivessem em um desenho animado trouxa, estariam saindo raios dos olhos dos dois.

Muita gente que passava por ali para tomar seu café no salão principal havia parado para ver a famosa Hermione Weasley quando a ex-grifinória chegara. A chegada do Comensal da Morte que fora responsável pela morte do ex-diretor só conseguiu aumentar a quantidade de alunos que se aglomerava ao redor para observar a cena.

Draco estava agora a uma palmo de Hermione, olhando no fundo dos olhos da garota. Ou pelo menos tentando não olhar para os cabelos que agora tinham cachos perfeitos, ou mesmo tentando não reparar nos seios que ficaram mais volumosos depois de dois filhos. Nas curvas delicadas que a gravidez em vez de destruir apenas tornou mais distintas e deliciosas de se ver. Deliciosas? Era melhor continuar olhando-a só nos olhos mesmo.

- Draco Malfoy – ela foi a primeira a quebrar o ‘clima’.

- Hermione Granger.

- Hermione Weasley, desde que me casei com o Rony, como você bem sabe. – ele riu sarcástico.

- E você ainda tem orgulho de dizer que casou com aquele...

- Sra. Weasley, é um prazer imenso revê-la! – Pandora se adiantou entrando na frente de Draco – a senhora é a líder do Conselho dos Pais não é? Fico feliz em encontrá-la aqui.

Pandora Malfoy apertou gentilmente a mão de uma Hermione muito desconfiada e virando-se para Draco, lançou um olhar mortal ao marido. Assumindo uma postura mais séria se dirigiu a diretora.

- Diretora McGonagal, recebi uma mensagem da enfermeira dizendo que meu filho estava na enfermaria em estado grave.

- Não era tão grave assim, mas na ficha médica que o Sr. Malfoy mandou para a escola no ato da matrícula, contava que seu filho é alérgico a alguns ingredientes de porções, por isso, na qualidade de curandeiro, queria ser avisado. O jovem Scorpius foi encontrado gravemente ferido perto das escadas, nesta madrugada. E como ele não pode tomar varias das porções que curam cortes, hemorragias e ferimentos do tipo, foi complicado cuidar dele.

- Entendo.

- É um caso muito delicado.

- Perdão, mas meu filho não é delicado – Draco falou se intrometendo.

- Fica quieto Draco. – pan falou entre dentes.

- Não quis ofender. Só disse que o estado de saúde dele pode ser muito mais delicado que os outros por não poder tomar as poções certas. – McGonagal retrucou com frieza.

- A saúde de Scorpius é ótima. Sua enfermeira é que deve ser de má qualidade...

- Draco! – Pandora repreendeu o marido. – Ficamos MUITO gratos que ela esteja cuidando do Scorpius para nós...

- Não duvido que esteja feliz – Hermione se intrometeu – eu duvido é que ELE esteja.

- É claro que ele está – afirmou com tranqüilidade.

- Tinha de ser a sabe-tudo da Granger querendo atrapalhar tudo como sempre! – falou com a mesma voz arrastada que tanto irritava Mione na adolescência.

- Por Merlin, Malfoy! O que eu fiz para te desagradar? – falou Hermione erguendo as mãos.

- Além do fato de existir? – perguntou inocente.

- Draco! – Pan começava a se preocupar.

- Ok Malfoy – Hermione cruzou os braços o encarando – Me dá um bom motivo para eu te fazer o FAVOR de permitir que se faça uma re-seleção para o seu filho?

- Vejamos? – ele fingiu refletir – Porque ele é um Malfoy?

- Então acho que devo deixá-lo na Grifinória. Já imaginou se ele vai para Sonserina e se torna igual a... – ela o olhou de cima a baixo enojada – igual a você.

- Ora sua...

- Pai?

O xingamento não chegou a ser dito, porque Draco ouviu aquela voz vacilante chamá-lo de pai. Perto da escada um jovem loirinho estava parado olhando-o como se nunca o tivesse vistro antes. Olhar assustado que mesclava receio com saudades.

- Scorpius...

A doçura na voz de Draco (doçura essa que o ex-comensal guardava só para o filho) aliviou o medo no coração do menino que se aproximou dos pais tentando não chorar.

- Pai... mãe... – engoliu em seco tentando manter a calma.

- Scorpius... – Pandora correu para olhar o filho.

Draco não se moveu. Ficou esperando que Pandora trouxesse o menino para perto dos adultos, enquanto o observava se aproximar. Seu rosto foi endurecendo, chegando a transparecer raiva.

A essa altura um verdadeira multidão já se formava ao redor do grupo. Boa parte dos estudantes que estavam tomando café, havia saído para ver a confusão quando souberam dos ‘visitantes’.

Hermione não pode deixar de sentir pena do garoto. Apesar de estar a pouquíssimo tempo em Hogwarts, já não era o mesmo garoto que ela vira na estação King Cross. Estava mais pálido, com aspecto doentio, olheres terríveis para alguém daquela idade e parecia ter envelhecido uns 10 anos nas ultimas duas noites. Sem contar os arranhões na pele.

Draco deu um passo em direção ao garoto e tocando seu queixo com delicadeza, o fez erguer o rosto. Levemente, tocou os tantos arranhões que estavam evidentes no rosto do filho.

- Como foi que você se feriu Scorpius? – indagou serio.

Os olhinhos cinzas de Scorpius se arregalaram diante da pergunta. Engoliu em seco tentando achar uma resposta.

- Eu... – por alguns segundos, seu olhar encontrou com o de Rose que estava um pouco atrás de Hermione – eu...

- Como foi que você se feriu Scorpius? – a voz de seu pai pareceu um sibilo.

- Eu... cai das escadas – respondeu olhando o chão.

- Oh, Merlin – Pandora levou uma das mãos a boca, McGnagal e Hermione soltaram leves exclamações.

- Não minta para mim Scorpius. – Draco falou irredutível e o fez erguer o queixo para encará-lo. – Como foi que você se feriu?

Scorpius não diria na frente da escola inteira que fora humilhado, mesmo que mentir significasse enfrentar a ira do pai.

- Eu cai das escadas.

Draco sabia que o filho mentia, anos de legilimência e oclumência lhe ensinaram a saber disso, mais doía ver no olhar de Scorpius que seja lá qual fosse a verdade... era lhe muito mais dolorida que a mentira. Scorpius sofria.

- McGonagal – Malfoy falou baixo e sem olhar para a diretora – ajuda meu filho...

A diretora McGonagal e Hermione trocaram um olhar penalizadas.



I'm going under
Drowning in you
I'm falling forever
I've got to break through
I'm going under


(Eu estou afundando
Me afogando em você
Eu sempre estou caindo
Eu tenho de quebrar
Eu estou descendo)




***********
N.A.:
1000 desculpas pelo atraso, é que meu PC adoeceu e eu fiquei UMA SEMANA SEM ELE.
*já estava entrando em colapso* u.u’’

N.A.2:
Nem pensem que a confusão acaba neste capítulo! No próximo, ainda temos muuuuito mais Draco VS. Mione quando finalmente o futuro de Scorpius será decidido. Prometo portar bem rápido pra compensar o atraso ;)

N.A.3:
Música neste capítulo, GONG UNDER do Evanescence.



GRATA PELOS COMENTS,

~~~§~~~ Lara Malfoy ~~~§~~~

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