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8. Conversas e conclusões


Fic: Os Encantos da Fênix


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Que, aliás, seria uma ótima idéia, ou talvez uma azaração no Harry, fazendo ele sair correndo toda vez que a temperatura começasse a subir. – Vamos conversar com ela então...depois do jantar a gente a chama e conversa.

Capítulo 8

- Conversas e conclusões -


Depois do jantar estavam todos cansados, mas resolveram sentar no jardim da A’Toca. Estava uma noite agradável e Carlinhos também havia pedido que esperassem até às 22h porque ele tinha uma surpresa.

Harry estava sem a namorada, esta tinha sido chamada pelos dois irmãos mais velhos pra conversar. Já imaginando o teor da conversa, Gina nada pirracenta, tinha dado um senhor beijo no namorado na frente de todos antes de seguir os dois ruivos com cara de poucos amigos e deixando Harry vermelho como um tomate na mira dos gêmeos. A Sra Weasley conhecia muito bem sua cria e se divertiu com a vergonha do garoto, resolveu vetar qualquer manifestação dos gêmeos e sugeriu para que fossem pro jardim. Ele se sentou com os amigos e olhava de dez em dez minutos para a porta da casa.

- Cara, você vai ficar com dor no pescoço desse jeito. – Ron disse irritado pela inquietação do amigo.

- Eu estou preocupado com a sua irmã. E se ela ficar nervosa, como ela ficou hoje à tarde?

- Não se preocupe, o Carlinhos e o Gui sabem como falar com a Gina. E eu realmente acho que ela precisava conversar com eles. Acredite, vai ser melhor pra vocês.

- Se você diz...- ele respondeu meio carrancudo.

- Calma Harry, veja pelo lado bom, eles estão lá a mais de meia hora e nada explodiu... ainda. Deve estar tudo bem. – Hermione disse arrancando risadas de todos.

- Eu só espero que ela não exploda comigo depois.

- Ai ai, eu não disse...você vira um bundão quando se trata da Gina – nessa hora nem o Sr e a Sra Weasley que estavam próximos a eles agüentaram.

- Eu entendo seu sofrimento Harry, acredite – o Sr. Weasley disse em consolo. – Essas ruivas sabem ser mandonas e persuasivas quando querem, elas conseguem tudo de você, tudo.

- Arthur, que horror!!! Isso é jeito de falar da sua mulher e da sua filha?

- Acredite isso não é privilégio apenas das Weasley’s Harry, seu pai também sofria com a ruiva dele. Lily era osso duro de roer. O Pontas sofria, mas ele adorava.

- Ah Remus, mas quem disse que eu não adoro. Eu amo essas mandonas, e tenho certeza que minha vida seria uma bagunça sem elas. Imagina comandar esse batalhão de cabeças duras? Só a Molly e a Gina conseguem, - disse abraçando a mulher e dando-lhe um beijo na testa - Aliás, a Gina faz isso desde pequena, sempre conseguiu domar os irmãos. Menina de ouro – ele disse com uma cara sonhadora arrancando mais gargalhadas dos outros.

Assim que subiram as escadas, com Gui puxando pelo braço uma birracenta Gina, sendo seguidos por Carlinhos, entraram no quarto de Gui e Carlinhos trancou a porta lançando um feitiço impertubalizador na porta. Gina jogou-se na cama e pôs-se a encarar desafiadoramente os irmãos. Carlinhos olhou a cara da irmã e pensou que se o assunto não fosse sério, provavelmente gargalharia. Mas antes que pudesse falar alguma coisa, Gui explodiu pra cima da caçula.

-Onde você está com a cabeça pra fazer uma coisa dessas na frente de todo mundo? Você enlouqueceu Gina? Precisava agarrar o Harry daquele jeito? Parecia uma...

- UMA OQUE? – gritou a ruiva que a essa altura do campeonato já estava de pé em frente ao irmão completamente escarlate – Vamos Gui, complete a frase, uma VAGABUNDA como uma daquelas namoradas que você teve? Ou você acha mesmo que eu sou uma vagabunda dessas que faz qualquer coisa com qualquer garoto? – perguntou com o dedo indicador batendo no peito do irmão - Com quem você acha que está falando? Ou melhor, quem você pensa que é pra falar comigo desse jeito. – ela respirou fundo e não conseguiu lutar contra as primeiras lágrimas que caiam de seus olhos – Eu não devo satisfação da MINHA vida pra você e pra ninguém, se a mamãe e o papai que são as únicas pessoas que poderiam falar alguma coisa não falaram nada, não vai ser você, seu IDIOTA que vai ficar me chamando de vagabunda...-a última palavra foi dita em meio a soluços e ela parou, pois nesse momento Carlinhos a envolvia em seus braços tentando acalmá-la, enquanto impedia Gui de falar mais alguma asneira.

- CHEGA GUI!!! Você já falou muita besteira, não foi pra isso que a gente veio conversar. – ele lançou um olhar severo ao irmão e esse tentando se controlar deu as costas aos dois e vez ou outra soltava um resmungo. – Gi, ninguém aqui está te chamando de vagabunda, alias, o problema é exatamente o contrario, você é nossa irmãzinha, nós nos preocupamos com você e sabemos que tudo isso...de ter um namorado, é muito novo pra você.

- Eu não sou criança!!! – ela disse ainda com o rosto escondido no peito do irmão. – Eu não sou de porcelana e nem de cristal!!!

- Eu sei disso, mas você é nossa princesa, a única mulher de 7 irmãos e nós sabemos do que são feitos os garotos, principalmente na idade do Harry. Ele é um adolescente e tem muita testosterona correndo nas veias dele. – disse meio brincalhão, tentando diminuir a tensão.

- Vocês acham que Harry é algum tipo de tarado? Que ele só pensa nisso? – ela perguntou olhando de um para o outro - Então deixa eu explicar uma coisa, estamos falando do Harry Potter, uma das pessoas mais complicadas que eu já tive o prazer de conhecer, uma pessoa que tem tanta dificuldade de expor os sentimentos, que quando ele o faz, é impossível duvidar. Como vocês, ele também acha que eu sou feita de algum tipo de material muito frágil e também tem medo que eu quebre. Entenderam? Se depender do Harry, nada vai acontecer tão cedo. – essa declaração vinda assim tão de supetão da boca da garota assustou os ruivos, que agora estavam encarando-a visivelmente perturbados. – Eu não sei que tipo de bobagens os gêmeos andaram falando pra vocês, mas saibam que sempre que a coisa...esquenta um pouco...quem pede pra parar é o Harry, não eu. – ela ficou envergonhadíssima de falar tão descaradamente para os irmãos sobre sua intimidade, mas estava orgulhosa de si mesma pela reação provocada. Carlinhos ficou meio branco e com o olhar perdido, já Gui apertava com muita força a mão sobre o colo e olhava para o chão, como que se controlando para não esmurrar alguma coisa. – E eu quero deixar uma coisa bem clara pra vocês, eu NUNCA vou pedir pra parar – Eles olharam assustados pra ela, mas ela não deixou que falassem – É o Harry, eu sei disso, eu sinto isso, o Harry foi feito pra mim, assim como eu fui feita pra ele. Eu realmente amo ele e sei que ele sente o mesmo por mim, é muito...poderoso... isso que sentimos, não dá pra explicar, só pra sentir. Eu não sei se vocês já sentiram isso alguma vez na vida, espero que sim, especialmente você Gui, que vai se casar amanhã, mas se sentiram, sabem do que eu estou falando. Então, parem com isso, por favor...ele terminou comigo após a morte de Dumbledore, por medo de me perder pra guerra, por medo de Voldemort me fazer algum mal, por medo de perder a única pessoa que ele realmente amou na vida. E eu me senti miserável, como se tivessem lançado um cruciatus no meu coração. Eu entendi as razões dele, mas eu não me importei, se o meu destino for esse...contanto que eu continue com ele tudo bem. – pronto, disse tudo o que queria e abaixou a cabeça esperando pela explosão dos irmãos, passou alguns minutos e nada, então levantou a cabeça e se deparou com os dois irmãos visivelmente emocionados, sorriu ao mesmo tempo em que Gui a puxava pra um abraço.

- Quando foi que você se tornou uma mulher tão forte, que eu nem percebi? – ele beijava sua testa e a olhava com admiração. – Me desculpe Gi, eu nunca tive a intenção de te depreciar, mas me mordi de ciúmes de você. É difícil lidar com essas mudanças, é difícil ver você trocando as suas bonecas pelo Harry.

- É Gi, você tem que entender que pra nós é difícil demais admitir que você cresceu e que além de nós seis tem mais um cara que se preocupa tanto ou até mais com você. - disse Carlinhos afagando seus cabelos. – É um pouco de egoísmo, é mesmo, mas entenda, você sempre nutriu essa paixão por ele e de repente ele decide que quer namorar você, em um momento tão delicado das nossas vidas, mas principalmente da vida do Harry, eu particularmente fiquei com medo que ele quisesse apenas “aproveitar a vida”, e viu que você era a pessoa mais suscetível pra que isso acontecesse.

- Eu também pensei que pudesse ser isso. E os gêmeos não paravam de dizer que vocês estava indo rápido demais, daí eu fiquei preocupado. E pensar que o Roniquinho estava certo o tempo todo. É Carlinhos, acho que estamos ficando velhos mesmo.

- Hei, calma ai! O que o Rony disse pra vocês? Vocês não fizeram nenhuma aposta ridícula sobre isso, não é? – a ruiva disse meio contrariada, o que fez os irmãos rirem.

- Eu conversei com o Rony hoje cedo depois que vi o Harry conseguindo te acalmar lá no lago, fiquei realmente impressionado por ele conseguir fazer uma coisa que ninguém consegue, ele me disse que ele sempre fazia isso e que você também conseguia fazer o mesmo com ele. E me explicou uma coisa que me assustou, mas depois desse seu “esclarecimento”, eu percebi que é verdade. – lançou um olhar cúmplice para o irmão, que lhe devolveu, deixando a garota irritada.

- O que é verdade?

- Que assim como nós, você é uma Weasley, e “os Weasley’s são conhecidos não só pelos cabelos vermelhos e as sardas, nós temos como característica principal e marcante a” explosão “Weasley e também o” fogo “Weasley, pelo menos essas características são encontradas em todos nós, e com a Gina não ia ser diferente”. ele falou desse jeitinhos, e ainda completou com outra coisa que você confirmou “E sinceramente, eu tenho é dó do Harry que é tão travado pra essas coisas, ele deve estar sofrendo.”- terminou de fazer a imitação exagerada de Rony e desatou a rir junto com os irmãos.

- Eu não sabia que tinha essa coisa de “fogo” Weasley, nunca ninguém me disse nada...Se bem que isso explica a família numerosa – Gina disse enxugando o canto dos olhos que lacrimejavam de tanto rir. Depois da crise de risos eles ficaram em silêncio por um tempo e ela percebeu que a conversa ainda não tinha acabado, respirou fundo e decidiu fazer com que falassem de uma vez. – O que mais vocês querem me dizer? Vamos, acho que a pior parte já passou mesmo.

- Gina...o que exatamente vocês já fizeram? – Gui perguntou ainda de cabeça baixa, temendo a resposta da irmã.

- O que exatamente você quer saber? Se nós já fizemos amor? Seja direto Gui.

- É...é isso, se vocês já fizeram...ou se já pensam em...fazer? – ele estava muito constrangido, brigando era mais fácil da coisa sair, assim com ela disposta a responder, era muito embaraçoso. – Droga Carlinhos, ajuda!!! – Carlinhos sorriu, não que também não estivesse embaraçado, mas era divertido ver o irmão mais velho daquele jeito.

- Gi, o que a gente quer saber é se você está preparada pra isso, é muito importante pra uma garota se entregar assim, e você precisa ter certeza do que quer. - ele disse pegando na mão da irmã e acariciando.

- A gente não fez nada ainda, e eu sei que ainda está muito cedo pra isso, a gente conversa bastante, sabe. É até engraçado, porque o Harry é o Harry, mas a gente conversa como se fosse a coisa mais natural do mundo. A gente ta se curtindo, se descobrindo...não me perguntem como, porque eu me nego a responder, mas as coisas realmente acontecem de uma forma muito natural e certa. Eu não tenho medo, mas a gente sabe que não está na hora. – os dois suspiraram de alívio, e ela vendo que tinha respondido a coisa certa resolveu arriscar em livrar o namorado de uma possível conversa. – Vocês ainda vão querer falar com ele? Porque eu já respondi tudo o que vocês queriam saber, então acho que não tem a menor necessidade de vocês perderem o tempo de vocês conversando sobre isso com o Harry. – e deu seu melhor sorriso para os irmãos, mas o que recebeu em troca foi um ataque de cócegas, como eles costumavam fazer quando ela aprontava alguma coisa quando era criança.

- Nem pense nisso princesa, a gente não se importa em perder alguns minutinhos conversando com o nosso “cunhadinho”, veja só Gui, ela ainda acha que consegue nos comprar com esse sorrisinho. – e começou a gargalhar da irmã que gritava implorando para que parassem de torturá-la. De repente Carlinhos se deu conta da hora e falou para descerem, pois estava na hora da surpresa.

Ouviu-se um barulho de dentro da casa e Harry mais do que depressa se virou para ver se era Gina, e viu quando os três desciam as escadas e se dirigiam para o jardim. Harry percebeu que a namorada tinha chorado, mas que estava com uma cara boa. Enquanto Gui estava com o semblante sereno, como se nada tivesse acontecendo, Carlinhos ainda não tinha aparecido e só depois de ouvirem um barulho de alguém chegando via Flú é que descobriram o porque da demora.

Ele saia da casa acompanhado de uma garota de aproximadamente 21 anos, com os cabelos castanhos encaracolados e lindos olhos castanhos esverdeados, ela estava meio envergonhada, mas vinha determinada.

- Gente, essa daqui é a Ara, minha...noiva. – A Sra Weasley rapidamente se levantou e alcançou os dois e é claro já estava com lágrimas nos olhos.

- O meu filho que linda garota, até que enfim alguém conseguiu colocar juízo no seu coração – disse já envolvendo Ara em um de seus famosos abraços e arrancando risadas dos demais pela declaração.

- Mamãe, não fale assim. O que ela vai pensar de mim?

- Oras, eu vou pensar que você era um galinha e que graças a mim o mundo está a salvo de você. - Ara disse de maneira divertida.

- Obaa, essa é das minhas – Gina disse rindo alto e indo em direção à cunhada – Prazer Ara, eu sou a Gina, seja bem vinda e meus parabéns por conseguir domar esse gigante.

- Ahh!!! Você é a Gina, eu pensei que você fosse menorzinha e não esse mulherão, ele sempre dizia “princesa pra cá, princesa pra lá”, achei que você fosse uma criança.

- E ela não é? – disseram Fred e Jorge ao mesmo tempo.

- Não comecem vocês dois – dessa vez foi Carlinhos quem brecou os gêmeos – Ela é a caçula, única mulher, e é assim pequenininha. Sempre será uma princesa.

- Tudo bem Ara, eles têm mania de me tratar como um bebe, tadinhos, deixa eles pensarem assim. - e as duas desataram a rir.

Depois de Ara ser apresentada a todos os presentes, a Sra Weasley chamou a todos para um chá, mas apenas os atuais moradores da casa permaneceram, os outros foram para suas casas; afinal o dia tinha sido cansativo e eles teriam um casamento no dia seguinte.

Ficaram conversando um pouco e aos poucos os garotos foram pedindo licença para se recolherem.

Harry já tinha colocado o short de dormir quando viu a porta de seu quarto se abrir e por ela Gina entrar com uma camisola de alcinha que ia até a metade da coxa. Linda.

- Oi, vim te dar um beijo de boa noite. – ela disse manhosa.

- Não, sem antes me contar sobre a conversa com os seus irmãos – puxou-a pro seu colo.

- Será que você poderia lacrar a porta e silenciá-la, não quero que ninguém ouça. – ele alcançou a varinha e lançou os feitiços.

- Pronto, agora pode começar.

- Eles queriam saber sobre nós e tudo o mais. – ela disse mexendo displicentemente nos cabelos dele. – Acharam melhor conversar comigo antes de falar com você.

- E porque você chorou? – ele disse encarando-a – Eu vi que você tinha chorado assim que saiu pela porta.

- Eu fiquei nervosa. É a minha vida poxa, eles sabem que não podem mandar em mim dessa maneira.

- Eu fiquei preocupado com você, não queria que você ficasse nervosa como ficou hoje à tarde.

- Com o Gui e o Carlinhos é diferente, eles tentam me ouvir antes de qualquer coisa. Mas eles ficaram um pouco irritados com o beijo que eu te dei lá na sala. – ela disse rindo baixinho no pescoço dele.

-É, você faz essas coisas e me deixa com os leões, o Fred e o Jorge já estavam de garfo e faca nas mãos pra me transformarem em espetinho, sua mãe que me salvou. – ele disse se deliciando com os beijinhos que ela dava em seu pescoço. – O que você disse a eles afinal?

- De maneira resumida, eu disse que te amo, e que nada e nem ninguém vai se meter entre nós, bom talvez Voldemort, mas apenas ele; disse que se tiver que perder a minha virgindade, que seria melhor que fosse com você do que com qualquer outro, já que você é a pessoa que eu amo; disse que não sou feita de papel e sei muito bem o que eu quero da minha vida. – ela disse tudo isso deslizando o rosto no do namorado, sentindo a barba arranhar sua pele e sentindo a respiração dele ficar cada vez mais pesada. – Mas o que mais me espantou nessa conversa foi uma coisa que o Rony falou pro Carlinhos hoje. – ele se afastou um pouco dela para poder olhar em seus olhos.

- O Ron? O que ele disse?

- Disse que sou uma Weasley, ou seja, tenho as mesmas características marcantes que eles, então, que se acontecesse alguma coisa, seria completamente com o meu consentimento.

- Peraí, e quais são as características Weasley, eu achei que fosse só a teimosia. – ela encarou-o com um olhar maroto.

- Você não sabe? Como? Você convive com a gente há sete anos e não sabe.

- Não, acho que me escapou, dá uma dica.

- Hum... vamos ver...as características em questão, você consegue controlar muito bem em mim, aliás, você é o único que consegue. – ele adorou a cara provocante que ela estava fazendo.

- Então me fale, eu não vou conseguir descobrir – ela levantou do colo dele e sentou-se novamente, mas agora de frente pra ele, com uma perna pra cada lado do seu corpo, fazendo Harry suspirar em surpresa.

- Bom... a primeira – ela disse beijando-lhe os olhos – É a explosão Weasley, e apenas você consegue me controlar quando estou preste a explodir.

- Eu só não gosto de te ver daquele jeito. – ele disse com a voz fraca, se deliciando com os beijos distribuídos por seu rosto. – Qual é a outra?

- A outra...- ela beijou-o na boca dando uma leve mordida no lábio inferior do garoto, fazendo com que ele a puxasse ainda mais pra perto. – É o fogo Weasley...afinal, não é a toa que eu tenho 6 irmãos e todos eles com exceção do Rony, tenham tido fama de galinha em Hogwarts. – ela terminou capturando os lábios do namorado, num beijo sedutor, ele por sua vez, puxou-a ainda mais.

- Então...isso que você esta fazendo comigo...faz parte de uma das características Weasley?

- Hum hum...- ela respondeu em meio ao leve roçar dos lábios.

- Tadinha da Mione. – ele disse fazendo Gina cair na gargalhada e abraçá-lo ainda mais, fazendo-o ofegar, eles estavam perigosamente encaixados e uma parte de seu corpo percebeu imediatamente a proximidade. – Ou tadinho de mim – ele sussurrou.

- Humm...acho que tem alguém acordando aqui embaixo...- mas ela não conseguiu terminar a frase, Harry capturou seus lábios num beijo lento e cheio de desejo que fez com que ela soltasse um leve gemido entre seus lábios e inconscientemente ondulasse o corpo contra o dele, fazendo com que ele gemesse entre seus lábios e instintivamente subisse suas mãos pelas coxas dela pressionado deliciosamente seu bumbum. Nessa hora eles se esqueceram completamente dos 5 ruivos que estavam do outro lado da porta, aliás, eles se esqueceram até de onde estavam.

- Você é tão perfeita...eu adoro o seu corpo, o seu cheiro...Linda. Olha o que você faz comigo Gi, ele fica completamente sem controle. – ela ouvia tudo deliciada com o descontrole do namorado e provocando-o cada vez mais, era bom provocá-lo, passava a mão nas costas dele e em seu peito, mas já tinha percebido que ele adorava quando ela colocava os dedos entre seus cabelos e os puxava de leve.

- Eu gosto tanto quando você fica assim, me sinto tão amada, desejada. Você é perfeito...o seu corpo é exatamente do meu numero, por isso nos encaixamos tão bem...suas mãos são maravilhosas...adoro quando você me pega assim...eu amo você...muito. E continuaram se beijando e se sentindo por algum tempo até que um fio de lucidez surgiu e eles resolveram que já estava na hora de dormir. Só que dessa vez Harry não pode acompanhar a namorada até o quarto, estava em uma situação um pouco...embaraçosa ...para andar pela casa.

Em outro quarto um casal matava a saudade de ter ficado alguns dias separados. Carlinhos e Ara se conheceram na Romênia. Ela era pesquisadora e trabalhava com os dragões fazendo pesquisas sobre os usos do sangue, pele, dente e tudo o mais que derivava do animal. Eles não se viam há uma semana, pois ela tinha ido para a Itália, passar alguns dias com seus pais e aproveitar para comprar roupas pro casamento de Gui.

Um pouco a contra gosto a Sra Weasley permitiu que os dois ficassem juntos no quarto onde ele estava instalado. Conversaram sobre varias coisas enquanto ele a ajudava a retirar as coisas da mala e ajeitá-las no armário e fazia um feitiço para aumentar a cama. Assim que terminaram, ela resolveu ir tomar um banho. Ele esperou-a deitado na cama e acabou cochilando. Quando ela saiu do banho e viu aquele ruivo grande e lindo, apenas com a calça do pijama, e com uma carinha de anjo dormindo, sentiu seu coração acelerar no peito e deitou-se ao seu lado. Passou o dedo pelo rosto do noivo e depositou um leve beijo em seus lábios, ato simples, que fez com que o ruivo despertasse no mesmo instante. Ele enlaçou-a pela cintura trazendo-a mais para perto e ela se aconchegou em seus braços ficando de frente pra ele para poder olhar nos olhos amêndoas que tanto amava.

- Tava com tanta saudade de você. Não quero mais ficar longe tanto tempo. Me sinto desprotegida, é como se faltasse alguma coisa. – ela disse acariciando o rosto dele com os dedos.

- Eu também estava com saudades, é ruim dormir sem você sobre o meu peito. Esquentando os seus pés nos meus. – ele estava se deliciando com o toque delicado dos dedos dela e pegou delicadamente sua mão e beijou todos os dedos dando por fim um beijo na palma de sua mão. Ficaram em silêncio durante um tempo, pelo qual ele começou a pensar nas coisas que Gina havia lhe dito a pouco, tudo o que ela sentia em relação a Harry era sem duvidas o que ele sentia pela noiva, não tinha duvidas, e com isso começou a entender a atitude de Harry em terminar com a irmã. Tudo bem que ele não estava sendo caçado por Voldemort, mas ele sem duvidas lutaria. Será que teria coragem de deixar que ela entrasse na guerra, que lutasse...

- Que foi ruivo? Porque está com essa cara? Aconteceu alguma coisa? Algum ataque importante?

- Não Arinha, não aconteceu nada. Mas me informaram que haverá uma reunião da Ordem depois de amanhã e eu estava pensando...eu sei que já conversamos sobre isso, mas será mesmo que você precisa se envolver nisso tudo. É muito perigoso e ...- ela silenciou-o com o dedo em seus lábios.

- Você vai participar? – ela perguntou.

- Você sabe que sim, eu não tenho como fugir dessa guerra, minha família toda está enfiada nela até a ultima raiz vermelha de cabelo. – ele disse acariciando a mão dela.

- Então eu também vou, afinal eu sou da família, não sou? Onde você estiver eu estarei e, por favor, não vamos mais discutir sobre isso. É desgaste demais por uma coisa que já está resolvida a tempos. Vamos lá meu ruivo, me beija como só você sabe fazer...- ela disse com a voz melosa o fazendo sorrir de canto e capturar seus lábios com carinho. Era sempre assim, ela terminava com qualquer discussão da mesma maneira, fazendo ele se derreter com o jeitinho dela.


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N/A: Bom...esse capítulo deu um pouco de trabalho, pois eu estou tentando dar uma corridinha com a fic...só não estou conseguindo. Minha cabeça ta pegando fogo, mais eu chego lá.

Obridado pelos comentários.

FELIZ NATAL E UM 2007 MARAVILHOSO PARA TODOS!!!!

BJS


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