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5. O jantar em Família de Lord Ma


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Bom Dia! –Hermione fala alegremente, ao entrar em seu escritório onde Gina se reunia com Malfoy e Tonks.

-Bom dia, senhora Raziel! –Gina fala provocando-a e Hermione bate de leve na cabeça dela, com uma pasta de relatórios. Os outros riem.

-Teve bons sonhos Hermione? –Tonks pergunta maliciosamente.

-Isso se ela tiver dormido! –Gina responde entre risos e ganha novamente com o relatório na cabeça.

-Isso não é da sua conta! Como estão os trabalhos? –Hermione pergunta séria, e se encostando na mesa.

-Está tudo pronto pra hoje à noite, até tiramos umas fotos do trajeto em vários horários diferentes ontem. –Draco fala seriamente e passando as fotos.

-Parece que esta parte do trabalho está Ok, então vamos passar aos artefatos roubados? –Tonks pergunta e todos assentem.

Um telefone toca e todos olham os seus, Hermione verifica ser o dela.

-Alô. –Hermione atende o celular.

-Oi amor, tudo bem? –Richard, que estava deitado em sua cama, pergunta atencioso.

-Oi Richard, é claro que está, mas por que ligou, nos despedimos há uma hora. –Hermione fala constrangida, olhando os risinhos e comentários dos demais.

-Mas você não acha que uma hora é o suficiente pra dar saudades? –pergunta de forma galante.

-Bobo, eu gosto de saber que sente minha falta, mas eu estou trabalhando, e eu já te disse sobre comunicações durante minha hora de trabalho. –ela fala ainda constrangida, mas repreendendo-o levemente.

-Eu sei, e só liguei porque você esqueceu o presente que dei! –fala se fazendo de magoado.

-Ah, Mérlin! –fala se repreendendo e pondo a mão no rosto. –Desculpa meu anjo, mas eu estava um pouco atrasada e não me lembrei, aliás, eu nem vi. –fala se desculpando e depois em tom pensativo.

-Não viu porque tava no chão, perto de um dos meus sapatos, em baixo da cama. –fala com ar maroto.

-Então a culpa é sua! –fala corando ligeiramente pelos olhares que recebia. –Mas então você guarda ele, e eu pego com você amanhã, que tal na hora do almoço? –pergunta pensando em sua agenda.

-Amanhã acho que não vai dar, vou estar meio ocupado recebendo uns parentes, porque você não pega hoje? –ele pergunta ansioso.

-Hoje não dá, vou trabalhar até de madrugada, to cheia de trabalho, você sabe. –fala em tom pesaroso.

-Mas não vai ter tempo nem pra almoçar ou jantar? –pergunta descontente.

-Não, vou comer em meio a um monte de papéis! –fala com ar cansado.

-Mas você não pode sair cinco minutos pra me encontrar? –ele fala com ar triste.

-Não, hoje não dá. Se amanhã você não pode, então nos encontramos depois de amanhã, eu te ligo e a gente combina, mas agora não dá, tenho que desligar, to no meio de uma reunião. –fala seriamente, olhando os demais que cochichavam.

-Então amanhã eu do um jeito e passo na sua casa às dez, tudo bem? –pergunta ansioso com o colar em mãos.

-Eu vou estar dormindo, vou chegar muito tarde hoje. –fala mordendo levemente o lábio inferior.

-Então eu deixo com seu elfo domestico, passo lá daqui a pouco e deixo na sua casa, o que acha? –pergunta em tom sério.

-Tudo bem, só não sei se passo em casa ainda hoje. –ela fala preocupada com o tom de voz dele.

-Certo, quando você puder você o põe. Tchau e desculpa te atrapalhar. –fala em tom sério antes de desligar sem ouvir a resposta dela.

-Droga! –Hermione fala baixinho pondo o celular em cima da mesa.

-O que foi, algum problema, parecia estar tudo tão bem? –Gina pergunta preocupada.

-Ele me deu um colar ontem e eu o esqueci no hotel, ele tava tentando me devolver, mas nossas agendas não tão batendo, então ele resolveu passar lá em casa e deixar com a Wink. –fala desanimada se sentando ao lado de Gina e de frente a Tonks e Draco.

-E qual o problema disso? –Tonks pergunta confusa.

-Não sei, mas acho que ele ficou chateado. – fala lembrando do tom de voz dele no telefone.

-Você não gostou do colar? –Gina pergunta curiosa.

-Não, o colar é lindo, eu adorei, eu só estava com pressa e não me lembrei dele, também não o tinha visto. Mas deixa pra lá, vamos voltar ao trabalho. –Hermione fala seriamente e eles voltam a discutir sobre os artefatos roubados.

Marcus está sentado em seu trono, Dolohov e Mcnair entram.

-Vocês demoraram! –Marcus fala nervoso.

-Estávamos juntando as informações que o senhor pediu, Lord Marcus. –Dolohov tenta se explicar, mostrando os relatórios que havia trazido.

- Crucio -Marcus fala estendendo a mão na direção dos comensais e fazendo-os cair no chão gritando de dor. –E quem disse que os chamei aqui pra perguntar alguma coisa! –fala em tom sinistro e com um brilho insano no olhar.

As onze da noite, Draco dirige um carro esportivo, preto, com Gina no banco do lado e dois homens no banco de trás e entre eles um baú de madeira, onde devia estar o livro.

-Seu irmão fez uma temporada brilhante esse ano! Estou ansioso pra vê-lo jogar na nossa seleção! –Um rapaz jovem, de cerca de 1,80m, cabelos curtos, castanhos claros e olhos azuis escuros, fala empolgado.

-Eu também, tenho certeza que o Rony vai virar titular absoluto! –Gina fala sorridente.

-Será que da pra parar o papo? Se não perceberam estamos no meio de uma missão. –Draco fala enciumado.

-Cala a boca e dirige, Malfoy! –Gina fala ríspida.

Mas antes que Draco pudesse responder, um dos pneus é atingido por um raio amarelo, rasgando-o e fazendo o carro derrapar. Os dois inomináveis ficam no carro e Gina sai acompanhada de Draco pra ver o que aconteceu.

-O pneu foi rasgado! –Draco fala surpreso.

-Esse não é o problema! –Gina fala sacando a varinha e observando sete comensais virem na direção deles.

Draco se adianta e tenta desarmá-los, enquanto Gina faz faíscas vermelhas iluminarem o céu por alguns segundos, antes de começar a combater os comensais, com a ajuda do jovem que falava com ela no carro.

-Ei, você volta pro carro, seu trabalho é o artefato, comensais são responsabilidade nossa! –Draco repreende o rapaz que não dá ouvidos e segue duelando com dois comensais.

Uma moto surge em alta velocidade por trás dos comensais e numa manobra rápida o motoqueiro joga o veículo sobre quatro dos comensais, atingindo dois, fazendo um aparatar pra perto e o outro desviar pro lado, mas sendo desarmado logo a seguir por Gina que estava atenta.

-Bela entrada Granger! –Draco fala petrificando um dos comensais.

-Muito bom Hermione! –Gina fala pegando a varinha do comensal que havia desarmado.

-É a Granger, recuem, rápido! –um dos comensais fala, e logo a seguir aparata.

O primeiro é seguido por um que tinha acabado de derrubar o jovem, e mais outros dois que já haviam recuperado suas varinha e iam voltar a lutar, deixando os dois que haviam sido atingidos pela moto e o que Gina desarmara.

-É impressão minha ou eles ficaram morrendo de medo de você? –O rapaz fala assustado e se levantando.

-É verdade, foi só ouvirem o seu nome que saíram correndo! –Draco fala confuso.

-Parece que foi. –Hermione fala ainda atônita com o que acabara de acontecer.

-Uau, ta com tudo amiga! –Gina fala entre risos, deixando Hermione corada.

-Malfoy, leva esses dois pro ministério, Gina vai dirigindo e eu vou acompanhando ela de perto. –Hermione fala levantando a moto.

-Porque a Gina não leva eles? –Malfoy pergunta contrariado.

-Por que quem manda aqui sou eu, e eu estou ordenando você a levá-los! –Hermione fala com ar autoritário pondo o capacete. - Pneu Reparo .

-Tchauzinho Malfoy! –Gina fala debochada, entrando no carro.

Draco conjura algemas mágicas e macas flutuantes pros comensais restantes, enquanto Gina sai com o carro seguida de Hermione na moto, já reparada por ela.

Marcus estava em seu trono olhando um pergaminho, aparentemente, velho.

-Casa, mas que droga, ela ainda não o colocou! –fala furioso, vendo as letras HG seguidas da palavra casa.

-My Lord! Desculpe-me interrompê-lo. –O comensal que havia ordenado a retirada chega acompanhado dos outros que fugiram e se ajoelha perante o mestre.

-O que aconteceu? Onde estão o livro e os outros comensais? –pergunta com a voz baixa, mas deixando transparecer que estava muito descontente.

-Aquela mulher apareceu, nós estávamos duelando com dois aurores e um inominável, quando ela chegou de moto, devia ser o terceiro auror do caso. Ouvimos o nome Granger, Hermione, e ordenei que recuassem como o senhor havia ordenado, caso a encontrássemos. –explica tentando não transparecer o medo que sentia, enquanto os demais comensais apenas olhavam o chão.

-Maldição! –Marcus brada furioso. –Vá embora daqui e me traga aqueles idiotas que trouxemos do ministério chinês, vamos ter que pegar o outro livro. –fala irritado, mas aparentemente conformado.

Assim que os comensais saem, ele pega o cálice onde tomava vinho e aperta até quebrar em sua mão, então fala Taça Reparo , concertando a taça e quebrando novamente, repetindo esse movimento varias vezes, como se não sentisse dor.

As onze da manhã, Hermione está dormindo tranqüilamente, quando um braço a envolve. Richard que chegara sem fazer barulho a abraça e a acorda com beijos estrategicamente distribuídos.

-Bom dia, meu amor! –fala carinhosamente, recebendo um beijo, suave, da amada.

-Bom dia, meu anjo. –fala ainda meio sonolenta, após o beijo.

-Isso tudo é preguiça, ou foi dormir muito tarde? –pergunta acariciando lhe, suavemente, a face.

-Os dois! Mas o que você ta fazendo aqui? Não ia receber uns parentes? –pergunta surpresa.

-Eu ia, mas aconteceu um imprevisto e eles só poderão vir amanhã. –Richard fala normalmente, terminando com um beijo.

-Bom, então podemos almoçar juntos. –fala sorrindo e se sentando.

-Onde pensa que vai? –Richard fala abraçando-a.

-Sinto muito, mas eu tenho que ir trabalhar, e não posso perder minha hora de almoço. –Hermione fala em tom pesaroso e terminando com um selinho.

-Não temos tempo nem pra um banho? –pergunta com ar maroto.

-Se você me prometer que não vai tentar prolongar. –fala tentando não ceder.

-Prometo! –fala sorrindo como um menino, a fazendo lembrar de Harry.

-Então vem, que se te conheço, é capaz de eu me atrasar pro almoço. –fala puxando-o na direção do banheiro.

Um pouco mais de uma hora depois os dois chegam na sala de jantar e encontram Gina almoçando com o rapaz que transportava o livro.

-Nossa, você foi rápida! –Hermione fala pra Gina provocando-a, mas esta não responde olhando, boquiaberta, Richard de cima a baixo.

-Hermione vem comigo, fiquem à-vontade rapazes! –Gina fala arrastando a amiga pro escritório.

-É a cara do Harry! Eu achava que você estava exagerando, mas é ele, sem a cicatriz, mas é ele, até o jeito como olha pra você. –Gina fala ansiosa e atropelando as palavras.

-Eu não te disse! Mas tenta se controlar e não comentar nada sobre o Harry, ele não sabe sobre minha ligação com ele, e vê se o rapazinho também não vai dar bola fora. –Hermione avisa em tom sério.

-Pode deixar! Agora vamos, antes que fiquemos atrasadas. –Gina fala saindo apressada.

-Olá rapazes, desculpa a demora. –Gina fala animada se sentando ao lado do namorado, assim como Hermione.

-Tudo bem, sabe que por vocês esperamos sempre! –o rapaz fala dando um selinho em Gina.

-Uau, esse foi em tempo recorde! –Hermione fala brincando com Gina.

-Richard, este é Andrew Dawnson, Andrew esse é Richard Raziel. –Gina faz as apresentações.

-Desculpem a nossa pequena falta de cortesia, mas é que tínhamos algo importante pra falar. –Hermione desculpa-se com os rapazes.

-Imagina, você não precisa pedir desculpas, meu amor. –Richard fala beijando-lhe no rosto.

-Bobo! Ah, Richard vai ter um almoço no sábado da semana que vem, na casa dos Weasley, você vai poder ir comigo? –Hermione pergunta apreensiva e ansiosa.

-Se é importante pra você, não importa o que eu tenha, eu desmarco! –Richard fala sorridente.

-Obrigada, meu anjo, vai ser muito importante pra mim, sim! –fala dando-lhe um beijinho de agradecimento.

-Meu anjo! Que meigo! –Gina fala debochando e logo depois falando ai, mas sem motivo aparente.

-O que foi Ginny? –Andrew pergunta preocupado.

-Essa boba que não agüenta uma brincadeirinha. –fala dando língua, numa atitude bem infantil.

-Você ta vendo o que te aguarda? –Hermione fala pra Andrew que ri.

-Adoro garotas bem humoradas, principalmente se elas também sabem ser sexy’s! –fala com um sorriso malicioso, que Gina corresponde.

-Devo chegar em casa mais tarde hoje? –Hermione pergunta olhando a troca de olhares.

-Depende você vai dormir em casa hoje? –Gina pergunta olhando pra Richard.

-Eu tenho um compromisso mais tarde, não vou poder cuidar disso. –Richard fala visivelmente triste.

-A gente se fala por telefone. –Hermione fala de modo compreensivo e dando-lhe um beijo no rosto.

-Se importa se eu pedir pra você esperar eu ligar? –Richard pergunta um pouco receoso.

-Claro que não, imagino que pra ir ao almoço comigo, você tenha que adiantar o trabalho. –Hermione fala de modo compreensivo, fazendo-o sorrir.

-E no que você trabalha Richard? –Gina pergunta curiosa.

-Sou escritor, estou escrevendo um romance. –Richard fala sorridente.

-Interessante, e sobre o que é? –Andrew pergunta interessado.

-Desculpe, mas ainda não posso revelar. –fala com ar de mistério.

-Eu quero ser a primeira a ler! –Hermione fala num misto de pedido e exigência.

-Pode deixar amor, você vai ser a primeira! –fala piscando pra ela que fica feliz.

No fim da tarde, Marcus estava num salão sombrio, onde terminava de pintar no chão, um diagrama, quando Malfoy entra pedindo licença.

-Mestre, o livro acabou de chegar, está em seu escritório. –Malfoy fala fazendo uma reverencia.

-Leve-o pro meu quarto. Vou tomar um banho e leio lá mesmo, e como já ordenei, só você toca nele. –ordena se levantando e se limpando, estava todo sujo de tinta azul e vermelha, e saindo logo atrás do comensal que se apressara em cumprir sua ordem.

No quarto, Marcus estava lendo o livro com um sorriso maligno em sua face e um brilho indecifrável nos olhos, quando ouve um trovão. Rapidamente fecha o livro e pela janela vê que chovia bastante, o que faz um sorriso maroto surgir em seus lábios e uma chama de desejo surgir em seus olhos.

Hermione estava sentada em seu escritório, com a cabeça entre as mãos e os cotovelos apoiados na mesa. Havia um monte de papeis em cima da mesa, alguns eram relatórios oficiais, outros extra oficiais e a maioria anotações da própria.

-Droga! Assim não termino isso nunca, parece que quanto mais procuro mais me perco. –fala desanimada e quase entrando em pânico, fazendo uma xícara de chá aparecer em sua frente com um aceno de varinha.

Ela bebe um pouco do chá quente, e vai até a estante atrás de si, onde procura e pega um livro de capa negra e escritas vermelhas. Ela leva uma mão à cabeça em sinal de que esta doía.

“Maldita dor que não passa!” –pensa se apoiando na mesa e repousando o livro sobre esta.

-O que foi amor? –Richard fala ao entrar na sala, assustando Hermione.

-Richard! O que você esta fazendo aqui? –Hermione pergunta surpresa.

Richard se aproxima dela tirando a varinha das vestes e apontando pra janela do escritório.

- Finite Incantatem -ele desfaz o feitiço da janela, mostrando a Hermione a tempestade que caía, e fazendo-a olhar pra ele e verificar que estava com os cabelos molhados e a roupa úmida.

-No que você está pensando? –ela pergunta engolindo em seco e dando alguns passos pra trás, mas sendo acompanhada por ele que a olhava firmemente nos olhos, onde ela podia ver desejo e paixão, acompanhados de um sorriso sedutor que junto com o barulho que vinha da janela, estava deixando seus joelhos fracos e suas mãos trêmulas.

-Eu já tranquei a porta, não vamos ser incomodados! –fala com a voz rouca, enquanto a puxava pela cintura, antes de beijá-la sensualmente.

-Não...Harry, por favor... –fala quase sem voz e sem nenhuma confiança, antes de ser interrompida por outro beijo –trabalho...não posso. –fala apontando a mesa, antes de se perder novamente nos lábios dele.

Richard a pega nos braços e a leva pro sofá, deitando-a e ficando por cima dela.

-Eu não posso Harry, por favor. –sussurra se perdendo nos olhos verde esmeralda, que brilhavam intensamente, como no dia que se reencontraram.

-A pergunta é, você quer? –pergunta sussurrando na boca dela, e obtendo como resposta um beijo ardente e apaixonado.

Richard acorda e se levanta com cuidado. Vai até a mesa de Hermione e começa a olhar os papéis e relatórios, até achar uma lista que ela havia feito. Ele pega e olha atentamente os vinte e seis nomes, sendo que destes, apenas três não estavam riscados.

“Como a minha morena é inteligente, em apenas alguns dias fez uma ótima lista, e a restringiu a apenas três feitiços!” –pensa com misto de surpresa e orgulho – “Ela está chegando perto, se ela descobrir o que quero fazer, pode querer atrapalhar meus planos, seria uma droga se o ministério descobrisse o que quero fazer... eu precisaria sumir com algumas dessas anotações, poderia abrir a janela e espalhar os papéis, de modo a fazê-la pensar que alguns voaram por causa do vento, ela demoraria meses pra reorganizar tudo.” –pensa olhando primeiro um dos três nomes e depois olhando a janela.

Richard pára e olha os papéis em sua mão, e depois a linda mulher que dormia tranqüilamente no sofá. Depois de alguns segundos, ele deixa a anotação onde havia pegado e vai até o sofá. Chegando lá se deita e a aninha em seus braços, beijando-lhe a testa, carinhosamente, e depois olhando a fraca chuva que ainda caía.

Hermione estava de saia e abotoava sua camisa, olhando os papéis em cima da mesa, quando Richard a abraça por trás, ainda com a camisa aberta, e beija-lhe o pescoço.

-Você sabe o quanto me atrasou, aliás, você tem idéia do que significa alguém, se quer, desconfiar que a funcionaria mais exemplar do ministério, andou fazendo uma pausa no trabalho? –fala em tom de crítica, e acabando de ajeitar sua camisa.

-Pouco me importa o que vão pensar ou não, e eu também fiz uma pausa quando não devia, e não me arrependo em nada, disso! –fala distribuindo beijos, no pescoço e rosto dela.

-Eu também não estou arrependida, só não acho que deva se repetir, ok? –fala acariciando-lhe a face e depois o beijando.

-Não posso prometer nada, afinal a culpa foi da chuva! –fala abraçando-a mais forte –O que é isso? –fala apontando a lista que já tinha visto.

-Estou tentando ligar os artefatos roubados por esse tal sucessor, mas não consigo sair desses três, acho que vou demorar semanas nisso. –fala com ar desanimado.

-Então deixa eu te ajudar, -ela se surpreende e olha pra ele –eu conheço esse feitiço, já escrevi livros de DCAT, não pode ser este aqui, por que depende de alinhamentos astronômicos e também não está ligado a esse objeto e a esse livro, pelo menos pelo que eu saiba. –fala pensativo e analisando as duas listas.

-É verdade, eu tinha esquecido do alinhamento, como eu pude! –fala batendo na testa e se achando burra.

-Deixa de ser boba, você só está muito sobrecarregada, nada que um pouco de distração não resolva! Aliás, eu acho que com essa ajudinha eu compensei as horas que tomei do seu trabalho, não é? –pergunta com tom de falsa inocência.

-Se compensou? Eu estava perdida, cheia de dor de cabeça, quase de mau humor, e agora, além de estar me sentindo ótima, você ainda me poupou semanas de trabalho! –fala sorridente e envolvendo seus braços no pescoço dele.

-Então eu ainda tenho algumas horas de bônus? –pergunta malicioso.

-Nem se atreva! Aliás, hora de ir, ainda tenho muito que fazer, aliás, acho que a gente não vai poder se ver até sábado, tudo bem? –pergunta receosa, e abotoando a camisa dele.

-Bem, não, porque vou ficar com saudades, mas eu entendo, também vou estar ocupado, então a gente se fala por telefone? –pergunta conformado.

-Sim, mas eu te ligo, por que meu horário vai ta todo bagunçado, ok? –depois de perguntar, lhe dá um selinho.

-Ok, vou esperar ansioso. –fala e logo depois a beija ternamente.

Mais tarde Gina chega ao escritório e vê Hermione trabalhando.

-Como foi a benção do anjinho que se abrigou da chuva aqui? –pergunta cinicamente.

-Muito engraçado Gina, você esteve aqui à tarde? –pergunta normalmente.

-Sim, e eu e o Malfoy demos de cara com a porta trancada! Tivemos que interrogar os suspeitos sozinhos. –fala alertando-a e Hermione faz uma careta denunciando que havia esquecido.

-Droga! Desculpa, mas...

-Estava caindo um temporal e vocês têm um acordo, né? –Gina fala provocando-a.

-Eu confesso que analisando de fora, fico cada vez mais confusa, se eu ignorar os meus sentimentos e tudo mais, eu não consigo saber se é ou não o Harry! Queria que essa poção não demorasse tanto pra ficar pronta! –fala pondo o rosto entre as mãos.

-Não se preocupe amiga, logo logo você vai confirmar a verdade! –Gina fala consolando-a.

-Então voltando ao trabalho, deixa eu te falar da ajuda que o Richard me deu. –Hermione fala procurando as listas.

No meio da madrugada Marcus estava no meio de um círculo, que tinha vários outros dentro de si, mas com o mesmo centro, entre estes círculos haviam símbolos que pareciam pertencer a uma língua muito antiga. Na mesma sala estavam Lucius Malfoy e Dolohov, eles olhavam Marcus acender algumas velas, e depois derramar uma poção dentro do círculo maior e logo depois, por duas urnas com cinzas nas duas extremidades, mais distantes dele. Um ritual se inicia, Marcus começa a falar as palavras do ritual e uma luz branca envolve toda a sala, ele continua bradando aquelas palavras totalmente desconhecidas dos outros dois, e as urnas começam a ganhar um brilho verde, que aos poucos vai ficando mais forte, até que um canto sombrio e assustador toma a sala, sendo seguido de uma fumaça branca que saí das urnas. Aos poucos essa fumaça vai se adensando e ganhando forma até se tornarem os fantasmas de Voldemort e Salazar Slytherin.

Os fantasmas despertam e Marcus cai inconsciente, a sala volta ao seu normal e os comensais vão ajudar o jovem mestre, enquanto os fantasmas olham em volta surpresos.

-Dolohov, leve-o pro quarto, enquanto eu atualizo os mestres. –Malfoy ordena ao outro que conjura uma maca flutuante pra Marcus e o leva enquanto Malfoy se vira pros fantasmas.

-Então Malfoy, o que está acontecendo! –Voldemort pergunta irritado.

-Malfoy? Conheço a nobre família dos Malfoy, mas não te conheço. –Salazar fala pensativo.

-Nem poderia meu senhor, pois já estás morto há muito tempo. –fala fazendo uma reverencia aos dois.

-Entendo, aquele rapaz invocou nossos espíritos... interessante. –Voldemort fala pensativo.

-E tu quem és? –Salazar pergunta a Voldemort.

-Sou Voldemort, um de seus últimos descendentes meu senhor! –fala fazendo uma reverencia.

-Um de meus descendentes, interessante, me conte sua história. –fala pensativo e depois ordena firmemente.

Voldemort começa a contar sua história desde o começo.

-Então aquele moleque maldito, conseguiu manifestar uma força mágica maior que a minha, e eu morri, mas espero que aquele maldito tenha morrido junto! –fala amargurado e com ódio.

-Então tu és um mestiço nojento, que perdeu pro filho de uma sangue-ruim, duas vezes, mesmo ele sendo um moleque! Eu preferia não ter que passar por tamanha vergonha e humilhação! Não sei quem é aquele rapaz que me trouxe mas prefiro voltar, e esquecer que tive um descendente tão incapaz e incompetente! –Salazar falar com nojo e vergonha, olhando Voldemort friamente.

-Me desculpe por tamanha humilhação, sei que merecia um descendente que o honrasse, e eu quase consegui! Errei ao subestimar o moleque tantas vezes, mas se tivesse outra chance ele pagaria muito caro! –primeiro se desculpa de joelhos e depois fala com ódio e rancor na voz.

-Não se preocupe My Lord, Harry Potter não mais existe, e seu herdeiro irá honrar o sangue de Salazar Slytherin! –Malfoy fala triunfante e com um brilho indecifrável no olhar, sob os olhares atentos dos dois fantasmas.

Hermione estava na sede da ordem, no quarto que pertencera a ela, andando de um lado pra outro ouvindo a chuva forte cair, e vendo os raios pela janela. Parecia aflita e suava bastante, até pegar o telefone celular, e discar um número inelegível.

“Droga, porque ele não atende? Já faz dois dias que não tenho sinal de vida dele, mesmo com essa chuva toda, ele não aparece, nem liga!” –pensa nervosa e preocupada.

-Mione os outros chegaram, ta tudo pronto pra reunião. –Gina fala entrando no quarto.

-Ta, eu já vou descer. –Hermione fala em tom cansado guardando o telefone na bolsa.

-Essa chuva ta te perturbando? Ou foi ele que ligou querendo te encontrar? –Gina fala em tom malicioso.

-Antes fosse! Ele sumiu há dois dias, desde nosso encontro no escritório que não tenho noticia alguma dele, e pra piorar começou a cair essa droga de temporal, e ele não atende o celular e nem me procura... o pior é que isso me faz pensar que talvez ele não seja o Harry... maldição, por que sempre que ta tudo bem ele faz algo pra me deixar em dúvida? –fala irritada e se jogando na cama.

-Calma amiga, ele deve ter uma boa explicação pra isso, e quanto às dúvidas, não pensa nisso porque aposto que é a chuva, antes dela cair você não falava em nada que não fosse trabalho e a ordem, e agora ta aí, quase subindo pelas paredes! –Gina faz o último comentário ente risos, e logo depois recebe um travesseiro na cara.

-Vou tomar um banho, diga que já desço, e avisa ao Malfoy que qualquer piadinha ou comentário, eu descarrego minha raiva nele! –Hermione faz o aviso entre dentes e logo depois entra no banheiro.

“Será que eu o aviso ou não, por um lado seria maravilhoso ver aquele idiota apanhando muito, mas por outro ia ser horrível fazer a Hermione passar vergonha...” –Gina pensa alguns segundos antes de decidir avisá-lo.

Marcus começa a despertar em seu quarto, e depois de conseguir acordar, olha pro lado e abre um enorme sorriso ao ver seu pai e seu avô .

-Boa noite meu filho! Como está se sentindo? –Voldemort pergunta atenciosamente.

-Bem, o senhor sabe que precisa de muito pra me derrubar! –fala emocionado –Senti muito a sua falta papai, não sabe como estou feliz em vê-lo! –deixa algumas lágrimas rolarem por seu rosto.

-Com licença mest... –um comensal entra com uma bandeja na mão, mas é interrompido quando, com um aceno de mão, Marcus o joga contra a parede, mas através de magia impede a bandeja de cair e coloca-a sobre a mesa.

-O que pensa que está fazendo entrando no meu quarto assim! Crucio -Marcus fala furioso e com uma frieza na voz que antecipavam ao comensal a maldição a seguir.

-Perdão mestre, me desculpe! –o comensal suplica entre os gritos de dor.

- Imperius -Marcus brada apontando a mão pro comensal que se ergue. –Que aprenda a nunca mais ser tão inconveniente.

O comensal mesmo com muito esforço, ergue sua varinha e decepa sua perna direita, e logo depois usa o flagrate pra estancar o sangramento, repetindo o ato com sua outra perna e com seu braço esquerdo. Depois ele sai do efeito do feitiço e começa a berrar e chorar, até ser interrompido por Marcus que lança um Avada Kedrava nele.

-Esse é o meu neto! É assim que se faz, não podemos deixar que seres incompetentes e inconvenientes nos incomodem! –Salazar fala com orgulho e se deliciando com a cena, o que faz Marcus sorrir animado.

-Isso mesmo meu filho! Encha-me de orgulho, terminando o que não pude terminar! –Voldemort fala emocionado.

-Sim meu pai! Eu só não matei aquele infeliz do Potter, porque ele foi junto com o senhor, mas eu mergulharei o mundo nas trevas, e farei deste mundo o que os senhores sempre sonharam, com ambos ao meu lado, nada poderá nos impedir! –fala em tom sombrio e orgulhoso.

Malfoy bate na porta e pede permissão pra entrar, quando esta é cedida ele se assusta ao ver o comensal morto.

-Limpe essa bagunça e depois mande nos servir um jantar especial, de comemoração, quero festejar o retorno dos maiores bruxos que o mundo já viu! –fala se levantando e fazendo uma leve reverencia aos fantasmas.

-Sim senhor, vou fazer agora mesmo. –Malfoy fala respeitosamente.

-Apesar de toda a decepção que foi, até que soube fazer algo certo na sua vida, me deu um neto forte, poderoso, inteligente e com o porte de um verdadeiro Slytherin, de quem posso me orgulhar! –Salazar fala com orgulho observando a postura imponente e o corpo perfeito do neto, que agora cobria o corpo nu, com um roupão, Voldemort apenas sorri maldosamente.

No jantar Marcus estava sentado à mesa com Malfoy, seu pai e seu avô. Quando uma trovoada o faz quebrar a taça de vinho que segurava e a que estava à frente de Malfoy.

-Tudo bem jovem mestre? –Malfoy pergunta preocupado.

-Claro, não se preocupe. Taça Reparo , Limpar . –fala fazendo as taças se restaurarem e as manchas de vinho da mesa e da manga de sua camisa sumirem.

Um relâmpago clareia o céu e Marcus se concentra na comida, com certo esforço.

-Tudo bem, meu filho? –Voldemort pergunta desconfiado.

-É claro que não está bem seu idiota! –Salazar fala com a voz firme, mas em tom baixo e frio. –O que tem meu neto, ainda são efeitos do feitiço? –Salazar pergunta o olhando seriamente.

-Não, na verdade eu só me sinto um pouco incomodado com a chuva, mas não é nada demais. E por favor vovô, não trate o papai tão mal, aquele maldito Potter já pagou por ter interferido, vamos deixar o passado e seus erros pra trás, e pensar em um glorioso e sombrio futuro. –Marcus pede e vê um discreto sorriso do pai, apesar da hesitação de Salazar.

-Tudo bem, eu vou tentar esquecer seus erros e me concentrar nos acertos. –fala friamente olhando pra Voldemort, que sorri agradecido.

Um telefone toca e depois de uma pequena hesitação, Richard atende.

-Alô! –fala sorridente.

-Richard, o que estava fazendo que sumiu e não atendia meus telefonemas? –Hermione fala irritada.

-Desculpa amor, mas eu tive alguns problemas. –fala tentando se desculpar.

-Problemas? Que problemas são esses que fizeram você esquecer de mim? –Hermione pergunta furiosa.

-Calma, eu posso tentar te explicar, mas pessoalmente, por telefone é difícil. –tenta acalmá-la.

-Isso quer dizer que você ta pensando em me visitar? –Mione pergunta em tom curioso.

-É claro meu amor, você sabe que não agüento ficar longe de você, principalmente quando chove. Eu só estava terminando de jantar pra ir te ver! –fala empolgado.

-Então pode jantar sossegado, por que eu não quero te ver! –ela fala decidida.

-Como assim não quer? Ta chovendo amor...

-Pensasse nisso antes de sumir, agora torça pra chuva parar por que em mim você não encosta, aliás, nem apareça na minha frente se não quiser conhecer o meu pior lado! –fala de um modo tão frio e ameaçador que o faz lembrar, a ele mesmo quando está furioso ou ameaçando alguém.

-Tente considerar isso, por favor, eu vou te explicar... –ela desliga o telefone e ele parar de falar, arremessando longe o telefone.

-O que foi isso Marcus? –Voldemort pergunta severamente, e ele percebe que Salazar o olhava da mesma forma.

-Eu tenho uma namorada, e ela não sabe quem eu sou, por isso não pude explicar pra ela o porque da minha ausência, mas não se preocupem, eu vou dar um jeito nisso! Ela vai ver que com Lord Marcus não se brinca. –fala furioso e com um brilho indecifrável no olhar.

-Então nos diga como estão seus planos, quero saber como anda conduzindo os negócios. –Voldemort pergunta tranqüilamente.

-E me ponha à parte da formação ministerial? –Salazar pergunta no mesmo tom.

-Claro, e garanto que terão motivos pra ficarem satisfeitos. –fala entre um gole e outro de vinho.

N/A: Oi, desculpem a demora, mas eu viajei e fiquei sem pc, só terminei de escrever na terça de madrugada e dei um tempo pra ver se minha Beta aparecia, mas ela não apareceu! Então qualquer erro a culpa é dela que não revisou o cap! rsrsrsrssrsrs

N/A²: Esse cap ta meio estranho? Qualquer dúvida é só mandar coments com perguntas que eu respondo! Me mandem cometários sobre os fantasminhas, quero saber se gostaram da surpresa^^.

N/A³: O cap 6 sai depois do cap 19 de DAS, já quanto ao 11 de Harmonia vou começar a escrever agora, mas só publico quando a surpresa que incomendei da beta tive pronta rsrsrsrsrs, vocês vão ter que esperar um pouco, mas acho que vai valer a pena!
Obrigado a todos os que comentaram a minha fic, e principalmente àqueles que comentam sempre BJUS!

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