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10. Surpresas...


Fic: Twice love


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Oi, como vocês estão? Espero que bem.... Ta aí o 10° capítulo....sinceramente espero que gostem! =)  Beijos. No final do capítulo a gente de fala de novo. Photobucket Cap. 10 – Surpresas O tempo passou e Dezembro chegou rápido, e com ele o inverno, a neve e o natal. Já era manha do dia 23, portanto o dia de voltar para casa para as festas de fim de ano, e para seis pessoas, em especial, para um casamento. Hermione descera correndo para o Salão Comunal, precisava ver Harry, e como de costume, o moreno a esperava para tomarem café juntos. - Preciso falar com você! – disseram os dois juntos – fala você primeiro – juntos novamente. - Não, fala você, meu anjo – disse Harry derretidamente. - É que... Eu recebi uma carta da minha mãe ontem à noite. - E eu do meu padrinho. - Sério? - Aham. Mas continua. O que a carta da sua mãe dizia? - Pois é, minha mãe disse que quer que a gente almoce com ela hoje e que não aceita não como resposta. - Bom, se é assim, nós vamos! – disse Harry entusiasmado - Ai que bom que você aceitou! Fiquei com medo que não quisesse. - Até parece. Então finalmente vou almoçar com os sogros, meu primeiro almoço em família. - Bobo – disse Hermione lhe dando um selinho – Mas e você, o que tinha pra me contar? Harry agora estava chateado, mas tinha que contar, mesmo que isso estragasse seus planos de Natal: - É que... Sirius teve que viajar em uma missão e só volta para o casamento. Olha, se você não quiser ir mais, eu entendo... se você não quiser ficar sozinha lá comigo eu também entendo... – Harry parou de falar abruptamente ao ver que Hermione ria – Do que você ta rindo? - Do seu nervosismo. Você acha que eu ia deixar de passar o nosso primeiro Natal juntos, sem você? Nunca! Só não conta nada pra mamãe porque ela pode não querer. - Ufa! Fiquei com medo de você não querer mais. Mas já que você ainda aceita meu convite, vamos tomar café porque está quase na hora do trem sair. - Vamos. Tomaram café e foram embarcar. A viagem foi tranqüila, sem sustos e rápida. Chegando à estação, encontraram Sr. e Srª. Weasley que deixaram Harry e Hermione na Sede antes de partirem pra casa: - Ainda acho que vocês deveriam ir lá pra casa – disse Molly enquanto ela e a família ajudavam Harry e Hermione a descarregarem as bagagens – Vocês dois, sozinhos nessa casa, não sei não... Além de ser perigoso. - Ah mamãe, não precisa se preocupar não, o Harry e a Mione são ajuizados, responsáveis e maiores – defendeu Gina - E quanto à segurança – continuou Rony – Você sabe que a casa é totalmente protegida. Ah mãe, vai, da um voto de confiança pra eles. - É, vocês dois estão certos. Juízo vocês dois e até amanha a noite. - Sim senhora – responderam Harry e Hermione juntos, enquanto observavam o carro partindo. Vendo que o carro estava longe, Harry pega Hermione no colo e adentra a ordem: - Enfim sós - disse beijando a garota. - É meu lindo, mas só por meia hora, porque a gente tem que ir pra casa dos meus pais. - Ai meu Deus, vou passar pela prova de fogo. - Bobo, eles são super tranqüilos. - Assim espero – disse Harry causando risos. Então se arrumaram e em meia hora estavam na casa dos pais de Hermione. A garota dizia que ia ser tranqüilo, mas ela mesma estava apreensiva, pois era a primeira vez que encontrava com os pais depois que começara a namorar Harry. Ás 12:00h em ponto lá estavam eles, prestes a tocarem a campainha: - Preparado? - To, mas posso fazer uma coisa antes? - Aham – respondeu Hermione naturalmente Harry então a surpreende com um profundo beijo: - É que eu não sei se vou ter coragem na frente de seus pais. - Ah, se é assim... – era a vez de ela beijar o moreno com a mesma intensidade que foi beijada. - Agora to pronto – disse Harry marotamente. - Então vamos né. Hermione tocou a campainha, Srª. Granger veio atender; - Filha! – disse abraçando Hermione “a la” Srª. Weasley. - Oi mãe. - Olá Hary. - Oi Srª. Granger. - Vamos, entrem. Os garotos entraram meio apreensivos, mas sem motivos, pois o almoço foi super tranqüilo e os pais de Hermione não fizeram aquele interrogatório que Harry imaginara que fariam pelo contrário, tratavam Harry muito bem e o deixaram muito à vontade. Harry se sentia em casa. Almoço terminado é hora de tirar a mesa: - Hermione me ajuda a tirar a mesa? - Claro. Já volto ta – disse virando-se para Harry e lhe dando um beijo no rosto. O garoto corou no mesmo instante “Pronto, agora começa o interrogatório”. Felizmente Harry se enganara. Ao contrário do que pensara, Sr. Granger continuou a conversa que estavam tendo sobre futebol trouxa. Já na cozinha o assunto era sim o namoro de Hermione: - Sabia que ia dar em alguma coisa. - O quê que ia dar em alguma coisa, hein mamãe? - Essa sua amizade com o Harry. Sempre que você falava dele seu rosto de iluminava, sempre que chegava carta dele ficava toda feliz. Eu fico muito feliz pelos dois. E que vocês curtam cada momento juntos, mas com juízo viu? - Pode deixar. Agora vamos voltar pra lá que o Harry deve estar apavorado lá sozinho com o papai. Quando as duas chegaram à sala, encontraram Sr. Granger e Harry conversando animadamente sobre futebol. Foi assim o resto da tarde. Quando deu 5 horas, Hermione pediu pra ir pra casa: - Harry, vamos? - Já Mione? – pergunta Srª. Granger. - Já mamãe, padrinho do Harry está nos esperando para o jantar. - Muito obrigado pelo almoço Srª Granger. Estava delicioso – disse Harry enquanto se dirigiam para a porta – até a próxima Sr. Granger. - Tchau Harry, volte mais vezes – respondeu a “sogra”educadamente. - Harry, Mione, eu sei que esperavam um bombardeio de perguntas – disse Sr. Granger calmamente – mas não foi preciso, pos vi que minha filha está feliz, e eu posso te dizer que te conheço bem, pelo que a Mione falava de você – os dois coraram – Então, Sr. Harry Potter, considere-se aprovado e bem vindo à família. - Obrigado Sr. Granger. - Volte sempre – completou o sogro – e já que não os verei até o final do ano letivo, um feliz natal! - Pra vocês também. Tchau pai, tchau mãe. - Tchau – responderam os dois juntos. Harry e Hermione então se dirigiram ao final da rua, que era um local mais deserto e só então aparataram no largo Grimmauld e entrarem rapidamente, pois agora nevava: - Harry Potter, meu senhor. - Que susto Dobby – disse Hermione fechando a porta. - Desculpe Srtª. Granger. - Mas o que você faz aqui? - Ah Mi, esqueci de te contar, o Dobby agora trabalha pro Sirius – vendo que a garota ia protestar, logo continuou – Mas antes que você reclame, fique sabendo que ele tem férias, recebe um bom salário, horas extras, tem sua própria casa e horário de trabalho. - Verdade? - Aham. Hoje ele fica até as 7 porque chegou mais tarde, à meu pedido, para que deixasse o jantar pronto. - Ah sim. - Bom Srtª. Granger, o que acha de aceitar meu convite para ir para a biblioteca? - Aqui tem uma biblioteca? - Tem sim, Sirius transformou o último andar numa biblioteca, logo abaixo fica o quarto dele, o meu e um de hóspedes e aqui no primeiro estão a cozinha, a sala e a sala de reuniões, foi o único andar em que ele não mexeu. - Nossa que chick! Convite aceito Harry. - Dobby, quando o jantar estiver pronto me avisa. - Sim senhor, Sr. Potter. - Obrigado. Vamos Mi? - Aham. Subiram e chegaram ao 3º e último andar da casa. - Te apresento á biblioteca dos Black. - Nossa! É imensa! - É mesmo. Bom Srtª., a sua esquerda estão títulos trouxas e a sua direita os títulos bruxos. Sinta-se à vontade. - Muito obrigada Sr. Potter. Os dois se perderam naquele mundo de livros e depois que escolheram cada qual um titulo diferente e se sentaram num aconchegante sofá, ou melhor, harry se sentou e Hermione deitou com a cabeça no colo dele. Ambos escolheram títulos trouxas, Harry escolhera “O caso dos dez negrinhos”, Agatha Cristie, e Hermione “Romeu e Julieta”, William Shakespeare. O casal estava em completo silêncio e harry reparou que Hermione dormira. O garoto então a pega no colo e a leva para o quarto, colocando - a na cama e cobrindo-a. Só iria acordá-la na hora do jantar. O garoto voltou para a biblioteca e encontrou uma caixa em cima do sofá em que estava sentado minutos atrás. Junto à caixa tinha um bilhete: “ Harry, Se está lendo esse bilhete, significa que Dobby atendeu meu pedido. Essa é uma caixa em que seus pais guardavam coisas importantes para eles. Desde a primeira carta que trocaram, à fotos de vocês, pouco antes da tragédia. Está comigo desde que você foi levado para a casa dos seus tios. Acho que agora é a hora certa de te entregar, pois está pronto para entender o que sempre acompanhou Tiago e Lílian, o amor. Espero que faça bom proveito. Sirius P.S: Lembranças a Hermione.” Harry ficou maravilhado com o presente e foi rapidamente abriri a caixa branca com as iniciais L e T gravadas em dourado. Dentro da caixa Harry encontrou cartas que seus pais trocaram entre si, flores que Lílian ganhava de Tiago e o que mais chamou a atenção de Harry: uma foto na frente do St Mungus, onde apareciam seu pai, sua mãe carregando-o, além de Sirius e Dumbledore. Ao ver isso seus olhos marejaram. Sentia tanta falta deles... Ainda bem que tinha à Sírius. O garoto continuou a mexer na caixa e percebeu algo estranho: um fundo falso. Cuidadosamente Harry o removeu e encontrou um estranho objeto, parecia um meio coração em ouro e tinha mais ou menos 3 cm de comprimento. Maso que seria aquilo? Seria um objeto mágico? Quando voltasse a Hogwarts obteria respostas, pois perguntaria Dumbledore. Continuaria a vasculhar as lembranças, se Dobby não o tivesse interrompido: - Sr. Potter? - Hum? - O jantar está pronto. - Muito obrigado Dobby. Pode ir, até amanhã. - Amanhã é véspera de Natal senhor, não venho. - Tinha me esquecido. Então, te vejo nas férias. Tchau. - Tchau senhor. Harry passou em seu quarto, guardou a caixa que recebera e pegou uma caixinha em veludo preto e guardou no bolso. Após, desceu e foi preparar o “ambiente”. 
Meia hora depois a sala estava transformada. Iria subir para chamar Hermione, mas viu a garota o pé da escada: - O que aconteceu à essa sala? – perguntou curiosa. Uma mesa para duas pessoas foi posta no meio da sala, que foi toda decorada com rosa vermelhas e velas: - Então, gostou? Tudo pra você. - Obrigada meu amor! – disse pulando nos braços do moreno e beijando-o. - Por favor, mademoiselle - disse puxando a cadeira para ela. - Obrigada. Sentaram-se e começaram a jantar: - Nossa! Está delicioso! Não sabia que Dobby cozinhava bem. – comentou a morena - Nem eu. Agora a sobremesa – Harry foi á cozinha e voltou com um manjar de coco decorado com uma rosa vermelha. Ao chegar mais perto, Hermione reparou um par de alainças na rosa: - Harry, o que é isso? - Hermione Granger, aceita me aturar pelo resto da vida? Aceita se casar comigo? - Com uma condição, esse noivado durar no máximo três anos. - Condição aceita, então vamos às alianças. Harry então coloca a aliança na mão direita de Hermione e a garota faz o mesmo. - Te amo Harry – disse acariciando o rosto do amado. - Também te amo, minha criança. Os dois então se perderam num apaixonante e apaixonado beijo, que foi se tornando mais intenso, causando um arrepio em Hermione e um desejo que ia crescendo pouco a pouco em Harry: - Mi, eu acho melhor a gente parar – disse Harry constrangido. - Eu não quero parar Harry. O garoto a olhou confuso, mas Hermione o respondeu com apenas um olhar: - Ah Mione – e, com um desejo maior ainda, voltou a beijar a garota, que correspondia na mesma intensidade. Os corpos se uniram numa intensa paixão e se deram a maior prova de amor, nesse momento, no quarto de Harry, Harry e Hermione se entregaram um ao outro, se tornando um só. Hermione acordou e encontrou uma rosa e um bilhete. “ Minha criança, Obrigado por me fazer o cara mais feliz do mundo. Por me deixar ser o primeiro e sendo a primeira para mim. Você me deu a maior prova de amor que poderia. “ Seus olhos e seus olhares Milhares de tentações Meninas são tão mulheres Seus truques e confusões [...] Garotos não resistem Aos seus mistérios Garotos nunca dizem não Garotos como eu Sempre tão espertos Perto de uma mulher São só garotos... Seus dentes e seus sorrisos Mastigam meu corpo e juízo Devoram os meus sentidos Eu já não me importo comigo Então são mãos e braços Beijos e abraços Pele, barriga e seus laços São armadilhas e eu não sei o que faço Aqui de palhaço Seguindo seus passos...” Te amo para sempre, Harry.” Ao terminar de ler o bilhete só uma coisa passava pela sua cabeça: “Como ele podia ser tão perfeito?!” Não deu tempo de pensar muito, pois Harry abria a porta com uma bandeja de café da manhã, só de cueca, e assim confirmando a suspeita de Hermione: não se apaixonara por ele apenas pelos lindos olhos verdes: - Bom dia, dorminhoca. - Bom dia meu amor. - Dormiu bem? – perguntou enquanto colocava a bandeja numa mesinha que havia no quarto. - Melhor impossível! – disse beijando-o - Que bom! - Ainda acordo com uma surpresa dessas! – disse com o bilhete e a rosa na mão. - Gostou? - Você não existe, sabia... - Existo sim, ou você acha que se não fosse de verdade seria capaz de fazer isso – e beijou apaixonadamente. - É, você existe sim, e eu tive a sorte de me apaixonar por você. Te amo muito, muito ,muito – foi a vez dela beija-lo. - E pensar que há quase cinco meses atrás eu estava te pedindo conselhos sobre a Gina... - E eu te pedindo pra parar de falar que me ama. - Pois é, e hoje estamos juntos e felizes, mas se você quiser, eu ainda posso atender seu pedido. - Hoje eu sou capaz de implorar pra você dizer que me ama. - Não precisa implorar, faço por vontade própria. Te amo, minha criança – e se perderam em mais um beijo apaixonado. *********************** Oi de novo!!!! E aí, o que acharam?????? Espero que tenham gostado, pois esse é um dos meus capítulos favoritos. Ramon, valeu à pena a espera??????? Espero que sim! te adoro muito muito muito! Beijos para Ramon e Ana Clara: Elite! Beijos pra Pri, minha amiga da net e uma de minhas leitoras VIP. Beijos muito especiais a todos que leêm e que eu não conheço. =)

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