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16. Reencontros


Fic: Desencontros


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Capítulo 16: Reencontros

Lílian aguardou na fila para cumprimentar o pastor e sua esposa após a missa, com um pequeno sorriso ao reparar o modo como seu filho encostava discretamente sua mão na da caçula dos Weasley. Se ele esperava passar despercebido estava falhando miseravelmente, constatou ao cruzar o seu olhar com Molly - parada ao seu lado - e ver a mesma percepção nos olhos dela.

Harry e seus amigos estavam um pouco mais à frente, envolvidos numa animada conversa. Como ela gostaria de também poder esquecer suas preocupações ao menos por um momento... Tentara saber notícias do marido desde o mês anterior, mas até então não conseguira completar as ligações. Ele ficara de conseguir uma folga em fevereiro e até agora - no final da primeira semana de março - não havia dado nenhum sinal de vida. Talvez fosse uma boa idéia contatar Remus e ver se ele tinha alguma informação.

Cumprimentou o pastor e em seguida reiniciou sua conversa com Phillipe e Elizabeth, aguardando que Molly e Arthur se aproximassem, até que um crescente ruído de motor chamou sua atenção. Na verdade ia chamando a atenção de todos à medida que ficava cada vez mais alto. As pessoas olhavam na direção do barulho curiosas, afinal a maior parte das pessoas chegavam na cidade por trem. Mas enquanto os pacatos moradores de Bourghill ficavam intrigados em saber quem estava chegando na cidade, o coração de Lílian acelerou fazendo-a procurar Harry imediatamente com o olhar. Eles conheciam muito bem aquele som. Quantas vezes tinham sido acordados por ele quando Sirius resolvia aparecer tarde da noite para conversar com James?
Desceu os poucos degraus defronte à igreja, se aproximando da calçada, sem se importar em responder à pergunta que Elizabeth lhe fizera momentos antes. Tinha que ver. Precisava confirmar. Passou direto por sua irmã, que junto com o marido conversava com os Malfoy, sem ver o olhar afetado que lhe lançaram e chegou à beira da rua ao mesmo tempo em que uma Nimbus vermelha estacionava e seus ocupantes desciam.

- James!

Lílian atravessou o espaço entre eles rapidamente e abraçou o marido. Os olhos castanhos do homem brilharam enquanto ele a envolvia em seus braços, aspirava o perfume de seus cabelos e murmurava.

- Eu estava morrendo de saudades.

- Pai!

Deixando de lado a vontade de não parecer um bobo, Harry correu para junto dos pais assim que percebeu quem eram os forasteiros. Seu coração ribombava de felicidade e um grande sorriso parecia ter sido esculpido em seu rosto. Olhou para a versão mais velha de si mesmo enquanto James soltava a esposa e sorria para ele carinhosamente antes de também abraçá-lo.

- Olá Sirius. - Lílian cumprimentou o amigo que acabara de guardar o capacete que usara na viagem, atraindo os olhares de muitas das mulheres mais próximas para seu ar despojado e ao mesmo tempo sedutor.

- Como vai, Lily? - Ele beijou o rosto dela e a abraçou.

- Sirius? Sirius Black? - O homem girou sobre os calcanhares ao ouvir a pergunta, ficando de costas para Lílian que em seguida voltou para perto de seu marido que ainda conversava com Harry, e encarou a dona da voz que se aproximava. - É você mesmo?

- Andrômeda? - A mulher de longos cabelos castanhos assentiu e sorriu. - Nossa, há quanto tempo!

No mesmo instante Sirius se aproximou dela. Há quantos anos não a via? Quinze? Ele era ainda um adolescente quando sua prima Andrômeda Black havia se casado e mudado para o interior. De todos os seus familiares ela era a preferida. Abraçou-a enquanto ria saudoso.

- Mas o que te trouxe aqui para Bourghill? - Andrômeda perguntou soltando-se.

- Eu vim com meu amigo James - Sirius indicou os Potter, que estavam um pouco mais atrás, com a cabeça. - A família dele se mudou para cá há pouco tempo.

- Que coincidência. - A mulher foi abraçada por seu marido e com um sorriso perguntou. - Você se lembra do Ted?

Os Black continuaram conversando enquanto os moradores de Bourghill se dispersavam na saída da igreja. A despeito de toda curiosidade que a chegada dos dois homens despertara, eles não poderiam ficar ali parados olhando para os dois. Um obviamente era o marido da nova enfermeira, mas o outro ainda teriam que descobrir.

---xxx---


- Me deixa ver como você está - James afastou o filho, que estivera abraçando, pelos ombros e olhou-o de cima a baixo. – Nossa, você cresceu.

- Pai!

- ‘Tá certo... - Ele percebeu as várias cabeças que os observava e brincou. - É impressão minha ou a cidade em peso veio assistir a nossa chegada triunfal?

- Deixe de ser convencido senhor Potter. Vocês chegaram ao final da missa e pararam em frente à igreja, o que queriam? - Lílian arreliou batendo levemente no braço do marido em tom de brincadeira e sendo abraçada em seguida por ele.

- Eu não sou convencido senhora Potter, sou realista.

- Eu estava com saudades. - A mulher murmurou docemente, olhando-o nos olhos.

- Não mais que eu.

- Ei, eu ainda estou aqui, se lembram? E ainda estamos na calçada da igreja.

Harry implicou com os pais, que se afastaram e ficaram de mãos dadas, olhando um para o outro de forma apaixonada. O rapaz conteve o riso ao vê-los. Não tinha jeito. Seus pais eram assim mesmo: um casal apaixonado que não escondia de ninguém o quanto se amavam. Pareciam eternos recém casados, como dizia seu "tio" Remus Lupin.


---xxx---

- Que tal darmos uma volta na Nimbus, Harry? - Sirius perguntou ao entardecer. - Assim você pode me mostrar a cidade e a gente deixa esses dois sozinhos... - Continuou, cochichando para o afilhado. - Porque eu não quero presenciar mais uma demonstração de carinho entre eles.

Sirius havia se despedido de sua prima Andrômeda - prometendo jantar na casa dela durante a semana, e depois saído da igreja e rumado para o sobrado dos Potter, onde almoçaram e conversaram sobre os últimos acontecimentos desde que Lílian tinha deixado a capital. Mas algumas semanas longe um do outro bastava para que James e Lily estarem aflitos por um momento a sós e ele resolvera ser camarada e ajudá-los.

- Isso tudo é despeito, ou saudade de uma certa secretária? - James, que tinha escutado a última frase dita pelo amigo, zombou.

Com um sorriso enigmático e a sobrancelha erguida, Sirius apenas falou:

- Vamos indo, Harry.

- Certo. Tchau mãe - colocou o casaco e em seguida continuou, - tchau pai.

- Juízo vocês dois, hein.

Não era a primeira vez que Harry andava no side car da moto de seu padrinho Sirius, mas algo tinha mudado e não eram somente os centímetros que havia crescido. A sensação de euforia que sempre sentia deu lugar à de liberdade e de aventura. Ele percebia as coisas diferentes agora, fazendo surgir a vontade de no futuro também ter uma moto onde pudesse levar Ginny para um passeio. Era engraçado como nos últimos tempos todos os seus pensamentos pareciam incluir a garota.

Após darem uma volta pela cidade, Sirius estacionou na praça principal, onde ele e o afilhado ficaram conversando sobre o que havia acontecido em Londres desde que Harry se mudara, sem se darem conta dos olhares curiosos que atraiam até que foram interrompidos pela chegada das gêmeas Patil.

- Olá Harry. - Parvati e Padma falaram em uníssono, mas enquanto a segunda observava a reluzente moto vermelha e seu dono, a primeira mantinha seus olhos amendoados vidrados em Harry, que não ligou e respondeu simplesmente:

- Olá.

- Não vai nos apresentar? - Sirius perguntou olhando da jovem morena para Harry e contendo o riso.

- Ah, claro. Padrinho essas são Padma e Parvati Patil, filhas do dono do mercado local, - indicou as garotas e em seguida continuou - Esse é meu padrinho, Sirius Black.

- Muito prazer, senhor Black. - Elas disseram novamente juntas.

- O prazer é todo meu senhoritas.

- Você veio de Londres nessa moto? - Padma perguntou, claramente interessada na máquina reluzente.

- Vim sim.

- Nossa, deve ter sido cansativo. - Ela concluiu.

- Vocês não querem tomar uma caneca de chocolate quente com a gente? - Parvati perguntou com a voz melodiosa, segurando no braço de Harry.

- Por mim tudo bem, mas eu prefiro algo mais fort...

- Er... Obrigado pelo convite, mas fica pra outro dia, ok? - Interrompeu Harry sob o olhar embasbacado de Sirius.

- Ah... Tudo bem então. - A garota falou desanimada, se despedindo e se afastando em seguida junto com a irmã.

Sirius virou-se pro afilhado, levemente exasperado e rolando os olhos falou, assim que as garotas estavam longe o suficiente para não escutarem.

- E eu pensando que de alguma forma você iria puxar a mim...

- Como assim puxar a você? Você é meu padrinho, não parente de sangue...

- Sei lá, osmose... O fato é que esperava que eu estar ao seu lado praticamente desde o dia que nasceu, tivesse feito com que você adquirisse algumas das minhas, digamos, "qualidades".

- Não entendi. - Harry falou franzindo a testa, incerto.

- Oh céus! Acho que você tem que trocar esses óculos rapaz. - Sirius implicou arrancando o objeto do rosto do garoto, observando-o contra a luz e em seguida limpando as lentes na manga do paletó que vestia. - Não viu que aquela garota, a... sei lá o nome... Uma delas, não tirava os olhos de você? - E em seguida continuou, afinando a voz normalmente rouca. - Não quer um chocolate quente, Harry querido?

O jovem estreitou o olhar, mais para conseguir enxergar do que por zanga e em seguida tomou os óculos das mãos do padrinho e os recolocou antes de falar.

- Pode parar. A Parvati não falou assim. E sim, eu sei que ela... bem... gosta de mim. Não sou tão cego. - Tudo bem que não fui o primeiro a perceber, pensou.

- Então por que nós dois estamos aqui parados no meio dessa praça, quando poderíamos muito bem estar tomando uma gostosa caneca de chocolate? No meu caso conhaque, que fique bem explicado.

- É que...

- Não me diga que você a acha feia! - O homem interrompeu com um olhar falsamente escandalizado.

- Não, claro que não! É que... err... bom, eu tenho namorada.

- Ah, nem vem. E você lá tem idade para namorar?

- É claro que...

Mas o que seria claro Sirius não ficou sabendo, pois o afilhado foi interrompido pela chegada de um grupo de jovens.

- Olá Harry.

- Ah, oi Ginny. - o rosto do rapaz ficou levemente enrubescido e os olhos brilharam quando a viu.

- Demoramos? - perguntou Ron.

- Acho que não.

- Hum, hum. - Pigarreou Sirius com um sorriso torto. - Você não está esquecendo nada não?

Harry tirou os olhos verdes de cima da garota e encarou o padrinho por um segundo antes de entender ao que este se referia. Só então apresentou.

- Padrinho, esses são meus amigos Ronald, Hermione e Ginny.

- Olá, muito prazer.

Com a voz rouca ele cumprimentou os recém-chegados e beijou a mão das garotas.

- Esse é meu padrinho Sirius Black. - Harry apontou para o homem de cabelos negros e feições belas e aristocráticas.

Após os cumprimentos Harry se aproximou novamente de Ginny, ficando ao seu lado e pegando em sua mão. Ao ver, Sirius ergueu uma sobrancelha e perguntou:

- Essa é a...

- É! É sim. - Harry respondeu rapidamente a pergunta iniciada por seu padrinho, e que ele tinha certeza de saber qual era.

- É o que? - Perguntou Hermione curiosa.

- É a... minha turma.

Sirius riu gostosamente. Era interessante ver seu afilhado tentando se explicar. Mais interessante que isso só a inexplicável atração que os Potter sentiam por ruivas. Sem demora começara a maquinar uma desculpa para deixar o afilhado a sós com os amigos, já que nunca gostara de atrapalhar o namoro de ninguém - com exceção ao de James -, quando duas jovens de cabelo platinado se aproximaram e a mais baixa delas cumprimentou-os.

- E aí Ginny, beleza?

- Olá professora Tonks - A ruiva olhou para elas e saudou-as com um sorriso e um meneio de cabeça, assim como os outros -, professora Delacour.

- Olá primo. - Ela falou virando-se para Sirius, sorridente.

- Primo? - O homem estreitou os olhos para elas até lembrar. - Ah, claro! Você é a filha de Andrômeda.

- Isso. - Nymphadora Tonks assentiu e voltando sua atenção novamente para Ginevra continuou. - Você por acaso tem alguma notícia do Charlie e do Bill?

- Não... - A feição de Ginny entristeceu imediatamente ao lembrar dos irmãos que estavam na guerra. - Não recebemos nenhuma notícia deles desde que partiram no ínicio do ano.

- Ah, certo então. - Ela falou, levemente decepcionada, começando a se afastar e fazendo menção de se despedir.

- Ei, espere. Qual é mesmo seu nome? - Sirius a interpelou.

- Tonks.

- Não. O seu primeiro nome.

- Nymphadora, mas eu prefiro que me chamem de Tonks. - Ela resmungou contrariada.

Sirius se afastou dos jovens e se aproximou das moças com o sorriso mais inocente que conseguiu fazer e gracejou:

- Já vi que sua mãe continuou a tradição de colocar nomes estranhos nos filhos.

- Ela diz que é a única tradição da família que presta... Pelo menos não é nenhum nome de estrela, eu acho. - Nymphadora respondeu, rolando os olhos. - O que deseja?

- É que eu pensei que talvez você não se incomodasse em me mostrar um pouco da cidade, ou ao menos, me indicar onde fica o pub.

- O pub fica na rua principal. Mas eu já tinha combinado com minha amiga de darmos uma volta.

- Mas ela pode nos acompanhar também. Seria um prazer. - O sorriso que ele deu antes de continuar seria capaz de descongelar um iceberg. - É que eu me acho um pouco velho pra ficar segurando vela. - Falou olhando diretamente para Harry e seus amigos.

As duas moças se entreolharam e sorriram num entendimento mútuo. Depois que concordaram, sugeriram a Sirius que deixasse sua motocicleta estacionada ali mesmo já que o estabelecimento era perto e assim que ele avisou ao afilhado, os três se afastaram.

Harry não se incomodou nem um pouco de seu padrinho ter pedido a ele que o esperasse ali na praça, cuidando da moto, enquanto acompanhava as moças ao pub. Na verdade até agradeceu intimamente, já que assim poderia conversar mais a vontade com os amigos. E namorar também, é óbvio.

Depois de três canecas de cerveja e descobrir muitas afinidades com sua jovem prima, Sirius voltou à praça para apanhar a moto e também, junto com Harry voltarem para casa.

Pelo visto Harry e Sirius passaram o tempo exato fora de casa para que James e Lílian matassem a saudade um do outro, já que os encontraram descendo as escadas com expressões prá lá de satisfeitas nos rostos, assim que entraram. Padrinho e afilhado trocaram um sorriso cúmplice antes de se unirem aos outros dois para a ceia.

- O que vocês andaram fazendo até essa hora? - James perguntou ao sentarem em volta da mesa.

- Nada tão prazeroso quanto vocês, acreditem - zombou Sirius equilibrando-se nas pernas traseiras da cadeira que sentara. - Basicamente conheci os amigos de Harry e fui até o pub.

- Você levou Harry até o pub? - Lilly questionou, estreitando os olhos ameaçadoramente para o compadre.

- Claro que não. Eu fui até lá acompanhado pela filha da minha prima e uma amiga dela.

- E essa amiga dela era bonita. - Concluiu James com um olhar perspicaz.

- E como - Sirius concordou antes de continuar. - Mas infelizmente ela tem namorado.

- E desde quando isso é um problema pra você?

- Desde que a garota só tem olhos para o outro cara...

As gargalhadas ecoaram em volta da mesa por conta da expressão desolada que Sirius fez. Mas logo esta se modificou. O homem deu um sorriso de canto e com o olhar despreocupado para o fundo de sua xícara de chá, continuou.

- Sabe quem eu conheci hoje, James?

- Não. Mas tenho certeza que você vai me contar.

- A namorada do Harry.

O jovem, que até então estava apenas apreciando a conversa enquanto saboreava o bolo de maçã, arregalou os olhos por detrás dos óculos redondos e engasgou ao mesmo tempo que ouvia seu pai perguntar.
- O que?

- É. E acho que posso afirmar que ele faz mais sucesso do que você fazia na idade dele. Primeiro apareceu uma morena chamando-o para tomar um chocolate quente com ela e o que ele fez? Ele dispensou a menina e em seguida apareceu a namorada.

- Padrinho! - Harry implorou. Sabia que não ia ser deixado em paz por causa daquilo durante um bom tempo. Mas Sirius não deu ouvidos e continuou, sob o olhar interessado de James, do outro lado da mesa.

- E o pior você não sabe. Ela também é ruiva. Isso deve ser algum traço genético.

- Sirius, deixe Harry em paz. - Lílian interveio, penalizada.

Harry se levantou e murmurou com a expressão desconcertada.

- Eu vou dormir, boa noite.

- Não, espera! - O Potter pai pediu, indicando para que o filho voltasse a se sentar. - Me conta direito essa história. O meu filho está namorando e eu sou o último a saber?

- Você ainda me paga por isso. - Harry ameaçou, apontando para Sirius que riu ainda mais.

- E então. Me fale dessa sua ruivinha.

- James! - Lílian exclamou, divertida.

- Ué eu não sei o nome dela.

- Ela não é a "minha ruivinha" - mentiroso, pensou - e o nome dela é Ginny. Ginevra Weasley.

- Weasley... - James pensou um pouco e depois continuou. - Weasley não era o nome da família que hospedou ele?

- É sim.

- Nossa, Harry. Você não perdeu tempo, hein? Ficou lá só conquistando a garota.

- James, por favor. - A mulher interveio, séria.

- Está certo. Pelo que você me contou esses Weasley são realmente boas pessoas. Espero que você tenha se comportado enquanto ficou lá.

Mais do que eu queria, foram as palavras que vieram à sua mente, mas apenas grunhiu entre os dentes:

- Me comportei sim.

Depois de mais algum tempo contando sobre seus amigos e a vida em Bourghill para seu pai e seu padrinho, Harry finalmente foi dormir deixando os adultos ainda conversando na cozinha. E então, após mais algumas observações acerca da vida pacata que poderiam ter ali, Lílian perguntou algo que a estava rondando desde cedo.

- Vocês tem notícias do Remus?

O tom brincalhão da conversa imediatamente deu lugar à seriedade. Sirius parou de se balançar na cadeira e apoiou as mãos sobre a mesa.

- Ele não está nada bem. Os pais da Marlene estão brigando com ele por causa da Jéssica. - Sirius contou, preocupado.

- E ele?

- No início ele não queria ficar com ela, então estava tudo bem. Mas parece que agora isso mudou.

- Eu sabia que ele ia mudar de idéia.

- O problema maior é que ele ainda não conseguiu um novo emprego e não quer a nossa ajuda. - Sirius explicou, engolindo mais um pouco de chá.

- Bom, eu entendo isso, dele não querer depender de ninguém. - James afirmou.

- É. - Lílian concordou.

- Eu também, mas não gosto de ficar aqui parado enquanto ele está precisando de ajuda.

- Nem eu.

- Nenhum de nós gosta. Mas o que podemos fazer? - Lily falou sensatamente. - O que Remus precisa é de um trabalho. E ficar com Jéssica.

- É justamente isso que os pais da Marlene não querem. - Sirius falou rolando os olhos.

- A Marlene morreu. Foi triste, todos nós sentimos muito por isso, mas aconteceu. - James falava ao mesmo tempo que abraçava Lílian que era a melhor amiga da falecida esposa de Remus. - A Jéssica é um assunto que somente Remus pode decidir. Se ele quer ficar com a garota, eles têm que aceitar.

xxx---xxx

Os dias passaram frouxos e Harry transparecia a felicidade de poder estar com toda a sua família reunida novamente. Nada parecia abalar seu bom humor. Nem mesmo as implicâncias com que Draco e Dudley cismavam em importuná-lo.

Os Weasley insistiram em receber os Potter e Sirius para o almoço no final de semana seguinte e isso aumentou ainda mais a camaradagem entre as duas famílias. Contudo essa aproximação também trouxe uma mácula no mundo de sonhos no qual Harry se encontrava. Apesar de ter simpatizado muito com os Weasley - afinal como poderia desgostar de quem tratara seu filho tão bem - e achar a jovem Ginevra um encanto de garota, James não gostava de ver Harry tão envolvido com ela, do modo como evidentemente estava, assim tão novo.

Para James, quinze anos era a época de se conhecer, conhecer o mundo e as pessoas. E isso não incluia ter uma namorada em tempo integral. Nada contra seu filho ter encontros com garotas, muito pelo contrário. Mas ele deveria conhecer várias antes de se prender a uma só.

Por mais que o homem tentasse ocultar o seu desagrado sobre aquela situação, Sirius e Lily já haviam percebido os resmungos e as carrancas que este fazia quando, durante a semana, Harry chegava mais tarde da escola por ficar com a namorada, ou citava o nome dela inúmeras vezes na hora do jantar.

- Eu não sei por que ele tem que ficar até mais tarde. Já passamos quase o dia inteiro lá.

- Você está parecendo um velho ranzinza, isso sim. Deixa o menino namorar em paz. - Disse Sirius com um sorriso.

- Esse é o problema! Harry é apenas um menino. - James gesticulou amplamente entrando na sala de sua casa, logo que voltaram da casa dos Weasley. - Não está na época de ficar preso num rabo-de-saia.

- James não exagere. - Lily alertou enquanto retirava o chapéu que usara e colocava-o sobre o aparador.

- Não estou exagerando, querida. Harry praticamente só fica sozinho na hora de dormir.

- Ao menos por enquanto, não é... - Murmurou Sirius sentando-se numa das poltronas da sala, e olhando para o amigo sugestivamente.

- Exatamente! - James apontou para ele e continuou. - Ele é muito novo para se envolver seriamente com alguém.

- Bom, eu vou deixar vocês dois ai, conversando sobre o futuro amoroso do meu afilhado e vou dar umas voltas por essa simpática cidade.

- Você vai é atrás da francesa...

- Para o seu governo, meu caro James, aquele belíssimo exemplar feminino está perdidamente apaixonado por outro.

- E sem falar que existe uma certa secretária esperando você em Londres. - Interrompeu Lily com um levantar de sobrancelhas.

- Exatamente - Sirius concordou antes de completar. - Mas olhar não tira pedaço.

Sirius Black terminou sua colocação com sonoras gargalhadas, que mais lembravam latidos, e saiu em seguida deixando que o silêncio dominasse a residência dos Potter. Lílian ainda pensou por alguns minutos antes de se levantar do lugar onde estivera observando a expressão pensativa de seu marido que havia recostado no sofá, jogara a cabeça para trás e fechara os olhos, e sentar ao lado dele.

- Por que tanta preocupação com Harry?

- Ele é meu filho. É natural, ora.

- Mas você nunca foi um pai autoritário, daqueles que proíbem as crianças de viver. Por que isso agora? Por que essa implicância toda com o namoro dele? Ciúmes eu sei que não é, você não é disso.

James abriu os olhos e fitou os verdes de Lily. Acariciou o rosto dela com a ponta dos dedos e quando falou sua voz saiu carregada de emoção.

- Quando olho para eles, parece que eu estou vendo através de um espelho. O modo como Harry olha para Ginny... Eu percebo a mesma adoração com que eu vejo você. O mundo ao redor deles brilha cada vez que aquela garota sorri para ele, da mesma forma que acontece cada vez que VOCÊ sorri...

- James... - A ruiva sussurrou encantada.

- Eles são muito novos para sentirem isso tudo... - ele continuou, apertando a mão dela na sua - nessa intensidade.

- O amor não tem idade. - Ela sorriu ternamente ao vê-lo beijando seus dedos carinhosamente. - E ninguém pode afirmar que isso vai realmente durar...

- Eu sei... - o homem sorriu de canto. - Acho que essa guerra toda está me deixando sentimentalista.



--- xxx---


- Consegui!

Sirius exclamou assim que entrou na cozinha da casa dos Potter no final da tarde de uma quinta feira, quase duas semanas após chegar à Bourghill. Desde que reencontrara sua prima Andrômeda, tratara de reatar os laços com talvez o único membro de sua família - os Black - que realmente gostava. Passara a freqüentar a casa desta com assiduidade e logo se tornou amigo também do marido dela, Theodor Tonks, ou apenas Ted. Naquela tarde Sirius havia recebido um recado para encontrar-se com Ted na padaria que ele possuía, e agora acabava de chegar desse encontro, que pelo visto tinha sido muito bom.

- O que você conseguiu? Sair com a francesa? - James implicou, sentando-se em frente à bandeja onde sua esposa acabara de colocar alguns bolinhos de frutas.

- Claro que não seu bocó. - Sirius passou pelo amigo dando um tapa na cabeça dele antes de sentar-se do outro lado da mesa. - Consegui um trabalho para o Lupin.

- O que?

- Eu andei conversando com o Ted sobre o Remus, já que ele parece conhecer todo mundo pelas redondezas - explicou. - Ele falou com algumas pessoas e pronto, conseguiu.

- Mas emprego de que? - Lily perguntou sentando-se ao lado do marido.

- Fotógrafo mesmo. Seria pro jornaleco local e também para o da cidade vizinha. - Sirius parou de falar, pensativo e depois continuou. - Ele teria que vir morar por aqui, mas acho que isso não vai ser um problema já que ele queria mesmo sair de Londres.

- Isso é realmente uma boa notícia.

- É! Amanhã mesmo vou entrar em contato com ele.

xxx---xxx

O dia seguinte amanheceu radiante. O odor das flores que começavam a surgir logo no início da primavera deixava a atmosferas mais alegre, ainda mais depois do rigoroso inverno. E apesar de sua real preocupação com seu amigo Remus, James tinha decidido a dedicar seu tempo a comemorar. Afinal era seu aniversário e ele queria aproveitar aquelas horas ao máximo junto com sua família. Espreguiçou-se e ainda na cama constatou o silêncio no qual a casa estava mergulhada, além do fato de Lílian já ter se levantado.

Contendo um muxoxo digno de adolescente, levantou-se e vestiu-se. Lavou o rosto e colocou os óculos, ajeitando os cabelos com as mãos ao descer as escadas. Não era bem assim que eu pretendia começar esse dia, pensou. Porém assim que entrou na cozinha sua cara amarrada deu lugar a um sorriso radiante. Totalmente atrapalhados, Sirius e Harry tentavam prender uma faixa de feliz aniversário na parede da cozinha enquanto sua esposa terminava de ajeitar algumas velas em cima de um bolo, todos de costas para a porta, e consequentemente para ele.

- Mais para baixo senão vai ficar torto. - Brincou, fazendo os três olharem em sua direção ao mesmo tempo.

- James! - Lílian lhe ofereceu um de seus maiores e mais brilhantes sorrisos ao correr para abraçá-lo. - Feliz aniversário.

Ignorando a aproximação do filho e do amigo, James capturou os lábios da esposa num beijo faminto que durou vários minutos até que Sirius resolveu interromper, falando com uma sobrancelha erguida.

- Se vocês preferirem a gente pode voltar mais tarde.

- Na realidade eu vou acabar me atrasando pra aula desse jeito. - Harry completou, mais acostumado do que gostaria com esses arroubos de paixão entre os pais.

James e Lily se separaram - à contragosto - e então ele pôde ser parabenizado pelos outros dois. Quase em cima do horário de entrada na escola, Harry comeu rapidamente um pedaço do bolo que sua mãe fizera para comemorarem e que somente foi cortado após entoarem um desafinado "parabéns pra você", em seguida apanhou seu material e rumou para a aula, no que foi acompanhado por Sirius, que resolveu dar um pouco de espaço para o casal e resolveu fazer um passeio pelas redondezas e conhecer mais da cidade (o que ele já havia feito tantas e tantas vezes que talvez já pudesse desenhar um mapa detalhado).

Como havia conseguido que seu chefe, o doutor Phillipe Granger lhe desse a manhã de folga, Lílian convenceu James a acompanhá-la à mercearia para que comprassem alguns produtos que faltavam para completar o jantar especial que ela faria. Mas mal dobraram a esquina quando se viram frente a frente com Vernon Dursley.

- Bom dia, Vernon.

Lílian cumprimentou o cunhado, tentando continuar seu caminho antes de James perceber realmente de quem se tratava. Já havia tido um trabalho imenso para impedir que ele e Sirius fossem até a casa de sua irmã tomar satisfações pessoalmente para deixar que algo acontecesse.

- Bom dia. - O homenzarrão respondeu seco. Contudo assim que passou por eles murmurou entre dentes. - Agora que o marido chegou, ela sossega.

A ruiva gelou ao perceber que o marido parara de andar imediatamente ao ouvir o resmungo. Vernon e sua boca enorme. Torceu para que James não desse importância, e que Vernon fosse cauteloso e não falasse mais nenhum absurdo.

- Como disse? - A voz séria de James fez com que Vernon Dursley se virasse e se deparasse com os olhos castanhos espreitando-o. - O senhor falou conosco, senhor...?

- Dursley. Vernon Dursley.

- Vernon Dursley! - O tom irônico junto da expressão de surpresa, podia dar a falsa impressão de que James estava apenas curioso, contudo Lílian percebeu o exato momento que ele cerrou os punhos, ao lado do corpo, agressivamente. - Eu estava mesmo ansioso para conhecer você. Muito prazer. James Potter.

- O prazer é todo meu. - Vernon alisou os bigodes de forma esnobe. - É muito bom vê-lo vivo, já que assim eu não tenho mais que arcar com uma viúva assanhada e um projeto de delinqüente.

Vernon nem viu o que o atingiu. Em sua memória depois do ocorrido ele poderia dizer que foi atacado por um grupo de meliantes. Mas James não ia dar esse gosto pra mais ninguém. Isso era algo que ele queria fazer sozinho. Quisera ir à casa dos Dursley tomar satisfações quanto ao modo como Harry e Lílian foram tratados, assim que chegou à cidade, mas sua esposa havia o dissuadido, dizendo que seria melhor esquecer. Ele e Sirius haviam até mesmo bolado vários planos para dar uma pequena lição no homenzarrão, mas não levaram nenhum deles à frente. Mas ele não ia deixar escapar aquela oportunidade. Já havia acertado inúmeros socos - e com isso deixado o bigode do outro num tom de vermelho vivo tal a quantidade de sangue que lhe escorria do nariz - quando sentiu que lhe agarravam os braços, impedindo-o de desferir mais alguns ganchos, como havia pretendido.

- James chega, por favor.

James Potter parou o movimento que fazia para se desvencilhar da pessoa que o segurava - que ele não reconheceu quem era - ao ver a apreensão no rosto da esposa. Limpou a roupa com as mãos e se afastou. Pedindo com um movimento de cabeça para que o soltasse e apontando para o homenzarrão que ainda estava caído no chão onde fora parar ao ser golpeado, advertiu-o:

- Nunca mais mencione alguém da minha família com essa sua boca imunda.

E num rompante puxou a esposa pela mão e rumou para a mercearia, sem se importar com as marcas da briga ainda evidentes em seu rosto. Comprariam tudo que precisassem e festejariam. Depois daquele presente que ele mesmo se dera, aquele seria o melhor aniversário dos últimos tempos.

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Remus caminhou da janela onde estivera esperando até o meio da suntuosa sala de estar da casa dos McKinnon. Depois que recebera o telefonema de seu amigo, Remus no dia anterior havia pensado bastante e decidido que iria sim aceitar a oferta de trabalho que ele conseguira. Já tinha mesmo a intenção de deixar Londres. Não conseguia ficar mais naquela cidade. Não quando sentia a presença de Marlene em todos os cantos, observando-o. Se mudaria o mais rápido possível para Bourghill - como já avisara a Sirius antes de chegar ali - e recomeçaria sua vida, levando Jéssica com ele.

Esse era atualmente o grande problema na vida de Remus Lupin. Não bastara ele ter perdido sua esposa num dos primeiros ataques aéreos que atingiram Londres, ter sido ferido no campo de batalha e quase perdido a perna e finalmente ter sido despedido do emprego como jornalista fotográfico. Os pais de Marlene o tinham como um filho - e ele era imensamente grato por isso - e não queriam que se afastasse deles, muito menos queriam que ele recomeçasse sua vida com Jéssica.

E agora ele estava ali, dentro da casa dos antigos sogros, para comunicar-lhes sua decisão. A entrada imponente do Senhor McKinnon, com sua expressão austera agravada pelos imensos bigodes, foi inesperadamente amigável. Temia que este, assim como sua esposa, achasse que ele os estava traindo com sua decisão, contudo o abraço com que foi agraciado pôs o medo por terra.

- Como vai Remus?

- Melhor agora que arrumei um emprego. - Falou sentando-se na poltrona indicada pelo dono da casa.

- Então já está certo? E é em que jornal? O Times? Ou o Daily Telegraph?

- Nenhum dos dois. Eu vou trabalhar no jornal de uma cidade do interior. Bourghill... Fica próximo a Derbyshire...

- Você vai mesmo nos deixar, não é? - A pergunta do velho homem não tinha nenhum traço de acusação, somente certeza e talvez um pouco de tristeza.

- Vou.

- E devo presumir que você veio hoje para avisar que vai levar Jéssica com você.

- Exatamente.

Levantando-se do lugar que ocupava com uma agilidade maior que o esperado devido ao seu corpanzil, o senhor McKinnon rumou até o bar onde serviu dois copos com o melhor whisky que possuía, provando de um e entregando o outro a Remus em seguida. Lupin não tinha o costume de beber, mas aceitou e tomou o líquido ardente de bom grado. Precisava de forças e coragem para levar adiante a decisão que tomara.

- Remus eu o tenho como um filho, você sabe disso. Eu, assim como minha esposa, ficamos muito abalados com a morte de Marlene, e por isso não queríamos deixá-lo ficar com a garota. Bem... pensávamos que seria como perder novamente a nossa família.

- Sim senhor, eu compreendo, mas...

- Por favor, deixe-me terminar. - Remus assentiu e sorveu mais um pouco de sua bebida. - Mas eu tenho percebido como temos sido um tanto egoístas com relação a você e à sua vida. Não podemos decidir coisas que dizem respeito somente a você. Nós somos um casal de velhos, que teve a má sorte da única filha morrer antes deles. Não podemos deixar que você seja infeliz também. Vá para o interior. Fuja dessa maldita guerra e recomece sua vida ao lado de Jéssica. Você saberá cuidar bem dela e a amará tanto quanto a Marlene.

- Obrigado senhor.

- Não tem porquê. Eu desejo toda a sorte a você, meu rapaz. E pode deixar que a minha esposa não oferecerá nenhuma resistência.

- Eu prometo visitá-los sempre que possível.

- Isso é tudo que eu posso pedir.

O sorriso de alívio apareceu no rosto cansado de Remus Lupin assim que deixou a casa dos McKinnon. Agora só restava terminar de empacotar suas coisas, que levaria no máximo uns dois dias e partir. Fez sinal para o ônibus que passava e entrou enquanto pensava se teria tempo ainda naquele dia para ir até a estação de trem e comprar as passagens para Bourghill.


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N/B Paty: Nossa!!! Eu tenho mesmo que dizer que amei o capítulo??? *-* O SIRIUS CHEGOU! O SIRIUS CHEGOU! O SIRIUS CHEGOU! O SIRIUS CHEGOU! Tudo bem, tudo bem eu vou me controlar... Mas saiba que eu não gostei nadinha dessa história com a francesa (cara emburrada), mas que chegada hein? Só podia ser o Sirius mesmo, e junto com ele veio toda a carga de humor e galanteios para o bem prazer da mulherada. Podem ir tirando os olhos do MEU Sirius!!! hauhauahhauah... Mana eu adorei as cenas do padrinho e do afilhado, muito hilário o Harry com vergonha. Adorei o James com a Lily, simplesmente perfeitos e vc traduziu tudo: "parecem recem casados", realmente é assim que os imagino. Capítulo muito cute e cheio de humor... (suspira) eu posso falar novamente do Sirius??? kkkkkkk... tudo bem, tudo bem já calei minha boquinha... beijos mana e te amo.

N/B Pam: Ah que alegria! James e Sirius estão na area! Ebaaaaaa. Essa pacata cidade não será mais a mesma! Sirius no meio da turma do Harry foi engraçado demais. Ele caguetando que o Harry está namorando então...hahaha Achei o James meio insensivel em relação ao namoro do Harry...mas pode ser que eu estaja sensivel demais! Belos os tapas que o gorducho levou! Ele merecia. Agora quer logo que o Remo chegue na cidade *.* Vai ser tão legal ter todos eles juntos lá! Amei o capítulo Pri. Beijos!!! Amo mto!

N/A: Amores!!! E ai, o que acharam???? Espero que tenham gostado. Eu ando meio corrida e por isso não vu conseguir responder os comentários individualmente. Porém leio todos, sempre! E amo cada um. Então comentem que no próximo eu juro que responderei.

Um beijo imenso às minhas irmãs/betas Paty e Pam por me aturarem e por me fazerem chorar semana passada no meu níver. Amo vocês. Um obrigada especial também para a Sônia Sag e pra Naty L Potter pelos presentes que me mandaram e pra Sally que além de tudo deu uma olhada no capítulo e me ajudou com alguns detalhes (além de fazer coro com o Bernardo pro James socar o Vernon!), beijos mil, vocês são mais que demais.

No mais, bjks e até o próximo.



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