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8. VIII • Sob Pressão & Ameaça


Fic: A Honrosa Face do Desejo


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Não dormiu, cogitando no que fazer. No entanto, na manhã seguinte, quando foi visitá-la, Hermione já havia resolvido o pro-blema.
O passado e o presente se unindo, Draco viu quando Hermione abriu os olhos. Poderia ter sido há cinco anos. Havia a mesma dor, a mesma amargura em seus olhos. Ela o viu e estremeceu. Os olhos que antes o adoravam, agora estavam cheios de ódio.
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Hermione tentou focalizar o rosto por entre a névoa. Pestanejou, agitou-se e tornou a fechar os olhos. Draco se levantou e saiu para chamar a enfermeira. Seu pensamento era de que a expressão de Hermione não fora a de uma mulher despertando de um pesadelo, mas mergulhando dentro de um.
Quando tornou abrir os olhos, Hermione notou uma figura de branco curvada sobre ela.
— Bom, muito bom — murmurou uma voz masculina. — Ela está voltando a si. Já podemos desligar a parafernália, enfermeira.
Hermione tentou se levantar.
— Por favor, eu preciso ir para casa.
— Infelizmente ainda não é possível — o médico respondeu.
Ela umedeceu os lábios. Estavam tão secos. Sua voz tão grossa.
— Matthew — sussurrou —, meu filhinho. Ele está com a vizinha. Eles não sabem...
— A senhora precisa descansar, sra. Malfoy.
— Não me chame assim! — tornou a fechar os olhos. — Meu nome é Hermione Granger.
O médico quis acrescentar que o marido estava no corredor, mas a expressão daquele rosto tirou as palavras de sua boca.
Draco estava andando de um lado para o outro e fumando um cigarro atrás do outro.
— Como ela está? — indagou quase brusco.
— A concussão ainda existe. Há um problema. — O médico se apoiou contra a parede e cruzou os braços. Draco havia co-mentado que ele e Hermione estavam separados há anos. Era difícil dizer a um homem que a ex-esposa tinha um filho, que talvez não fosse dele. — Sua esposa está preocupada com o filho. Aparentemente, ele está com vizinhos.
Draco sentiu-se como se tivesse levado um soco. Um filho. Seu filho. Lembrou-se, então, de que Hermione havia perdido o bebê e que esse filho não poderia ser dele.
Isso significava que ela dormira com outro homem. Que ficara grávida de outro. Odiou-a, naquele instante, com todas as suas forças. Se era vingança que ela queria, podia se considerar vin¬gada. Justiça fosse feita, ele fizera da vida dela um inferno durante o breve período em que estiveram casados, mas ela se vingara da forma mais cruel possível.
Precisou lutar consigo mesmo para não dar as costas ao médico e deixar o hospital. Mas o bom senso prevaleceu. A criança não; era responsável pelas circunstâncias. Estava sozinha e provavel¬mente muito assustada. Não podia ignorá-la.
— Se o doutor me der o endereço, eu irei avisar — prontifi-cou-se. — Hermione ficará bem?
— Acredito que sim. Ela conseguiu sobreviver ao pior que foi a hemorragia interna. Tivemos de retirar um ovário, mas o outro continua em perfeitas condições. Ainda poderá ter filhos. Ela sofreu, também, uma ruptura de ligamentos em uma perna, mas voltará a andar em um mês ou pouco mais.
Draco não olhou para o médico e sim para a porta do quarto.
— A criança. O senhor sabe que idade tem?
— Não. É importante?
Draco negou com um movimento de cabeça. Seus pensamentos eram impossíveis. Hermione perdera o bebê que ele lhe dera. Fora levada ao hospital devido a uma grave queda e o médico avisara que as chances de salvá-lo eram poucas. Os dois teriam mentido? Não, claro que não.
— Vou verificar o endereço em que poderá encontrá-la. Quanto a sua esposa, não adianta o senhor ficar por aqui, hoje. Volte amanhã, que ela estará mais lúcida.
Draco pensou em dizer que Hermione não o receberia se estivesse lúcida, mas achou melhor se calar.
Deixou seu número de telefone no posto de enfermagem e voltou para o hotel. A temperatura agradável do quarto o deixou aliviado. Tucson deveria ser o lugar mais quente do mundo. Uma piada local dizia que um bandido ao morrer e ir para o inferno, pedira cobertores. Deveria ser verdade. Não que ele não estivesse acostumado ao calor. Guatemala era um país tropical. Mas ele preferia o calor úmido ao deserto. Ao menos chovia com fre-qüência.
Os pensamentos voltaram para Hermione naquela cama de hos¬pital e para sua expressão ao vê-lo. Ela se escondera muito bem. Apesar de todo o seu dinheiro e influência, nunca conseguira encontrá-la. Não podia culpá-la.
Mas ao se lembrar da criança, a raiva o dominou. Ainda es-tavam casados e o divórcio era impossível. Ela não tinha o direito de traí-lo.
O toque do telefone o distraiu. Era o médico com o nome e o endereço da vizinha.
Uma hora mais tarde, encontrava-se na sala de Henrietta Grady, uma senhora muito simpática e tagarela que não parava de enu¬merar as qualidades de Hermione e de Matthew.
— Tenho certeza de que sua amizade é muito importante para Hermione. Quanto ao menino...
— Aqui vem ele. Olá, fofura.
Draco emudeceu ao ver o garotinho de pijama, ainda sonolento.
— Oi, vovó Grady — ele respondeu, sentando-se em seu colo e abraçando-a, ao mesmo tempo em que olhava para Draco com curiosidade. — Quem é você?
Draco cerrou os punhos. Quem quer que tivesse sido o amante de Hermione, obviamente era loiro. Tinha cabelos muito claros, a pele extremamente branca e os olhos cinzentos. E ele aparentava uns quatro anos, o que significava que a fide¬lidade de Hermione só durara alguns meses.
— Eu me chamo Matthew — ele disse, sem inibição. — Mamãe saiu. Você é meu pai?
Draco sentiu um nó na garganta e quase não pôde disfarçar a hostilidade que sentia pelo garoto.
— Sou o marido de sua mãe — respondeu, para o espanto da mulher. — Ela vai ficar boa. Machucou-se um pouco, mas logo voltará para casa.
— E onde eu vou ficar?
Draco suspirou. Até aquele momento não havia se dado conta até que ponto a incapacidade de Hermione afetaria sua vida. Até ficar boa, ele seria o responsável por ela e pelo menino. Era uma questão de honra e ele prezava a honra tanto quanto o orgulho.
— Você e sua mãe ficarão comigo. Mas até que Hermione tenha alta, a senhora poderia continuar cuidando dele? Não terei con¬dições de assumi-lo e ficar com Hermione no hospital, ao mesmo tempo.
— Claro que sim — a sra. Grady respondeu de imediato. — Se eu puder ajudar em alguma outra coisa, basta me dizer.
— Deixarei o número do hotel onde estou hospedado e do hospital, caso precise falar comigo. — Ele retirou o talão de cheque do bolso do paletó.
— Oh, não é preciso.
— Por favor, eu insisto. Se a senhora não estivesse disponível, Hermione certamente teria sido obrigada a contratar uma babá.
— Eu teria ficado com Matthew de qualquer jeito.
— Eu sei e agradeço.
— Vou morar com você e com mamãe? — o garoto quis saber.
— Sim — Draco respondeu, seco. — Por algum tempo.
— Mamãe está triste sem mim. Quero dar um beijo para ela sarar mais depressa. Posso visitá-la?
Era tocante ver as lágrimas nos olhos da criança, mas Draco havia aprendido a não demonstrar suas emoções.
— Sua mãe está sendo cuidada por um bom médico. Logo poderá vê-Ia, eu prometo.
— Adoro mamãe. — O menino sorriu, triste. — Ela me leva passear e me compra sorvetes. E me deixa dormir em sua cama, quando estou com medo.
O rosto de Draco se tornou ainda mais reservado, a sra. Grady notou. Como Hermione tivera coragem de se casar com um homem tão frio? Um homem que não se abalava nem com as lágrimas do seu próprio filho? A não ser que...
— Que acha de ver um desenho antes de dormir?
O menino bateu palmas e ela colocou uma fita no videocassete.
— Obrigado — Draco agradeceu e se levantou para sair. — Direi a Hermione o quanto tem sido boa com o filho dela.
A mulher não agüentou a curiosidade.
— Desculpe-me, senhor, mas Matthew não é seu filho, também?
O olhar do homem fez com que se arrependesse pela pergunta. Virou-se para a porta e tentou disfarçar o rubor.
— Espero que tudo corra bem para Hermione .
— Sim, eu também.
Deu uma última olhada em Matthew. Seus olhos apresentavam uma imensa amargura. Não queria o filho de Hermione. Não tinha certeza sequer de querer Hermione. Atendera ao chamado do médico por dever. E só o dever e a honra o impediam de tomar o primeiro avião de volta para sua fazenda na Guatemala. Sentia-se nova¬mente traído e seria uma provação muito grande ter de suportar a visão do menino, todos os dias, até que Hermione estivesse bem o suficiente para ir embora.
Voltou para o hospital e hesitou antes de entrar no quarto. Por mais furioso que estivesse, não poderia prejudicar ainda mais uma criatura ferida. Após um momento, bateu e entrou, calmo e arrogante, como se não estivesse morto por dentro há cinco anos
Hermione jamais poderia imaginar o quanto sofrera quando ela o abandonara. O sentimento de culpa o assombrara sem cessar. Apesar de traído, ele a procurara sem descanso. Caso a tivesse encontrado, teria feito com que o casamento desse certo. Não por tê-la perdoado, mas para o bem da família. E depois, quando viessem os filhos, a felicidade talvez fosse maior. Suposições, apenas. Agora ele estava ali e o futuro teria ele ser enfrentado.
Saia única certeza era que nunca mais confiaria nela. Um pouco de afeição talvez fosse possível, mas amor era uma palavra que desconhecia. Quando começara a desabrochar dentro dele, Hermione o matara com o truque que engendrara para obrigá-lo a se casar.


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Aguardem...||_______________________
Estou gostando muito dos Comentários.|||_________________________
Continuem assim... 100 leitores! Manifestem-se e saiam da escuridão!||||!
PS: Adorei o comentário da Gangue.

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