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1. Estranho (revisado)


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Em um escritório confortável, decorado em um estilo clássico,  com uma estante abarrotada de livros bem organizados e uma janela enfeitiçada, uma mesa organizada e a frente um sofá marrom de três lugares, Hermione estava sentada em sua cadeira, tinha os pés em cima da mesa e um copo com gelo na testa, sua cabeça girava e girava em meio a um turbilhão de lembranças que traziam à tona seus momentos mais felizes e mais terríveis, misturando-os, fazendo-a ter a sensação de que fosse explodir a qualquer momento.


Era agora uma jovem de 22 anos, seus cabelos, que iam até a metade das costas, estavam lisos com cachos bem definidos nas pontas, seu rosto ainda preservava certo ar angelical, mas seu corpo já era o de uma bela mulher, pernas longas e bem torneadas, seu ponto forte, cintura fina e barriga reta, seios médios e a altura de 1,75m. Vestia uma longa capa que escondia o belo conjunto acinzentado que usava, uma calça de cintura baixa, justa no corpo e um casaco curto, que cobria uma blusa social branca cujos primeiros botões estavam abertos, esse tailleur que usava lhe concedia um ar refinado, porém sério.


- Bom dia! –Fala uma ruiva de cabelos lisos e bem vermelhos que iam um pouco abaixo dos ombros, tinha 1,70m, corpo bem definido, seios fartos, cintura bem definida, e pernas bem torneadas, fazia o tipo mulher fatal. Vestia uma calça preta, extremamente justa ao corpo, usava um pequeno blazer da mesma cor, mantendo só um botão fechado o que revelava a bela curva dos seios e a renda trabalhada do sutiã. Uma mulher que não passava desapercebida onde passasse.


- Pode falar mais baixo e menos animada, Gina? –Hermione pede fazendo sinal de que está com dor de cabeça.


- Ok, mas só se você me prometer que não vai ficar tão desanimada assim o dia todo. –Gina, agora com 21 anos, tentava animar a amiga.


- Amanhã é…  aniversário dele. Você sabe como eu fico nesses dias. –Diz com tom cansado e triste.


- Eu sei Mione, mas tenta esquecer um pouco. Além disso, nossa chefinha está chamando a gente! –Fala puxando-a.


- Ok, estou indo, parceira. –Concorda contrariada.


- Nossa, tenho pena do meliante que cruzar com você hoje! –Gina fala entre risos e Hermione apressa o passo.


Elas seguem por um corredor onde poucas pessoas circulam, passando pelas portas de escritório até chegar em uma quase no fim do corredor, onde entram deparando-se com um escritório bagunçado e decorado com cores berrantes.


- Oi Tonks! Missão nova ou é sobre hoje à noite? –Gina pergunta empolgada.


- As duas coisas, sentem-se  –As duas se sentam  –Primeiro hoje está confirmado, certo? –Tonks pergunta empolgada.


- Confirmadíssimo! –Gina se apressa em falar.


- Eu não sei Tonks, não estou me sentindo muito bem hoje, você sabe. –Hermione tenta se esquivar do convite.


- Mas é exatamente por isso que você vai! Nem que tenhamos que te tirar de casa a força! –Tonks fala em tom de falsa ameaça, conseguindo o apoio de Gina.


- Fazer o que … –Hermione fala conformada, sabendo que não dava para discutir com as duas juntas.


- Bom, ao trabalho agora. –A postura de ambas muda para mais séria e compenetrada. -A missão é um pouco complicada, mas vou confiar a vocês que eram membros da ordem! –Tonks agora fala seriamente, mudando a cor de seu cabelo de rosa choque, para negro.


- É algo relativo aos comensais? –Gina pergunta estranhando o jeito da chefe.


- Sim, parece que Voldemort deixou um herdeiro e ele está reunindo os comensais e velhos aliados de seu antecessor por vários países. –Tonks fala seriamente, pronunciando o nome Voldemort com um leve tremor na voz.


- Como assim herdeiro? Ele tinha um filho? –Hermione pergunta surpresa.


- Eu não sei, ninguém pode determinar o parentesco deles, mas os comensais deixam uma mensagem dizendo que o herdeiro é mais poderoso que o pai, e vai fazer as trevas reinarem por todo o mundo! Ele não participa dos ataques, mas tivemos a informação de que ele esteve no centro de aurores dos Estados Unidos quando este foi destruído e também na queda de Durmstrang. Mas ninguém ficou vivo para testemunhar algo.


- Isso é um absurdo! Como assim um herdeiro?! Depois de tudo que passamos pra destruir Voldemort, aparece esse sujeito sei lá de onde pra fazer tudo voltar! –Hermione esbraveja andando de um lado para outro na sala.


- Hermione, se acalme. Eu sei que é difícil… –Gina tenta acalmá-la.


- Você não sabe, ninguém sabe! –Hermione retruca furiosa, sai batendo a porta e chorando em silêncio, indo parar na sua sala, onde se joga no sofá tentando sufocar as lembranças.


Flashback


Harry estava sentado, encostado nas arquibancadas do campo de quadribol, ao lado de sua Firebolt, tinha dezesseis anos, parecia triste, estava cabisbaixo sob uma fina chuva numa noite de verão.


- Está começando a chover, se ficar aí vai acabar se resfriando. –Hermione fala maternalmente, se aproximando dele.


- Me deixa! Quero ficar sozinho. Aliás, se está tão preocupada com essa chuvinha você não devia estar aqui. –Responde de modo frio e distante, olhando para ela que se molhava um pouco na chuva que parecia aumentar.


- Harry, eu vim te falar que podia chover e a chuva começou, então vamos logo! –Fala um pouco mais séria e puxando-o.


- Talvez seja melhor que eu pegue uma pneumonia e morra! E vê se some da minha frente antes que termine como o Hagrid.


- O Hagrid vai ficar bem, o sangue de gigante dele o protegeu, e você não está e nem ficará sozinho, sei que ainda se sente mal pelo Sírius, mas...


- Eu não tenho mais família e todos que amei e me amaram ele tirou de mim, e agora não quero que meus amigos morram! –Grita se levantando e saindo de perto dela.


- Isso não é verdade Harry! Eu te amo! –Hermione fala correndo atrás dele e o puxando, fazendo-o encará-la antes de dizer a última frase.


- Volta pro castelo. –Ordena se afastando e saindo em direção aos vestiários


- Aonde você vai? –Ela pergunta confusa, olhando-o sair.


- Pro vestiário, sair da chuva, não era isso que queria? –Ironiza,  andando para os vestiários e deixando-a parada e sem saber o que fazer.


Harry estava tirando sua camisa para tomar banho, quando de repente alguém o vira e o empurra contra o armário, beijando-o.


O beijo é apaixonado e intenso. Ele retira a capa dela, que estava encharcada, e depois a abraça bem forte contra si, enquanto põe a outra mão nos cabelos molhados de Hermione. Ela, por sua vez, explora o dorso nu de Harry enquanto o pressiona com seu corpo contra o armário. Eles põe nesse beijo toda a paixão guardada e reprimida que nutriam um pelo outro, como se quisessem compensar o tempo que ficaram separados, pelo medo de atravessar aquela linha tão tênue e perigosa do amor e da amizade.


- Eu te amo. –Hermione sussurra ofegante, com seu rosto ainda perto do rosto dele, ambos levemente corados e com seus lábios um pouco inchados, os olhos presos nos olhos do outro.


- Você é louca! –Fala sorrindo –Como alguém tão inteligente como você foi se apaixonar, por alguém como eu? Além de ter um péssimo temperamento, ainda tenho um bruxo das trevas atrás de mim. –Pergunta em tom bem-humorado, sem a mínima vontade de brigar após o beijo.


- Fazer, o que se esse cara é tão gentil, cavalheiro e lindo! –Fala em tom falsamente conformado, mas sorrindo.


- Lindo, é? –Pergunta maliciosamente.


- Com certeza! –Responde olhando para baixo e vendo o tronco nu dele, deixando-o corado e sem jeito.


- Hã… é melhor eu me vestir. –Fala sem jeito, tentando se afastar.


- Deixa de ser bobo Harry, acho que já passamos dessa parte não? –Pergunta tentando diminuir o constrangimento e terminando com um selinho.


- Não estou te reconhecendo… o que aconteceu com a Hermione, certinha e tímida que nunca entraria num vestiário pra agarrar alguém?


- Está seguindo os conselhos da mãe! –Fala seriamente, ainda abraçada a ele que voltava a abraçá-la.


- Conselhos da mãe? –Pergunta confuso.


- Segundo minha mãe, se você não me via como uma garota, era só eu te jogar contra uma parede num corredor deserto e te dar um belo “amasso” que você logo, logo, ia perceber que eu sou uma!


- Não sei por que, mas eu acho que vou adorar minha sogrinha! –Diz sorrindo e a beijando.


Fim do Flashback


Tonks, Lupin e Draco Malfoy estavam sentados em uma mesa perto do bar de um pub bruxo que estava lotado aquele dia. Conversavam animadamente, quando Draco olha para frente e deixa o queixo cair olhando a morena e a ruiva que acabavam de chegar. Gina estava arrasadora, com uma negra calça de couro grudada ao corpo, um corpete apertado da mesma cor, marcava a cintura fina e evidenciava os seios fartos, usava uma gargantilha de renda, só um pequeno detalhe, que não conseguia desviar a atenção do amplo decote. Os cabelos soltos caiam sobre os ombros nus, a maquiagem pesada, deixara seu olhar penetrante, olhos de caçadora, o batom tão vermelho quanto seus cabelos, revelava os lábios carnudos da ruiva, também segurava um leve casaco, que, era absolutamente desnecessário, pois só serviria para esconder sua beleza. Hermione vinha caminhando ao lado, os cabelos balançavam livremente, os olhos estavam marcados com uma fina linha negra, e os lábios brilhavam contra a luz, usava um vestido justo, vermelho-sangue, sem decote aparente, e de mangas compridas, ela se virou por um momento e então Draco viu, um enorme decote em “V” que deixava a mostra as costas e ia até a cintura fina, ele abaixou o olhar e prendeu a respiração, a saia além de extremamente curta, possuía uma fenda do lado esquerdo, que, a cada passo de Hermione, se abria, revelando o prendedor da cinta-liga, ele engoliu em seco, com certeza aquele detalhe era de propósito. Piscou com força, olhando para as duas mais uma vez, não lembrava desde quando a pobretona Weasley havia se transformado naquela mulher fatal, nem quando a CDF Granger ficara tão sensual.


- Pode respirar Malfoy! E aproveita para dizer o que está fazendo aqui. –Gina primeiro o provoca e depois exige irritada.


- Fui convidado... –Fala no mesmo tom sonserino de sempre.


- Eu o convidei porque vocês trabalharão juntos no caso que falei mais cedo. –Tonks fala usando o tom profissional que dizia claramente que aquela não era uma questão discutível.


- Como assim? Por que não podemos trabalhar só Gina e eu? Nunca deixamos um caso sem solução! –Hermione inquire quase ofendida, se sentando com Gina na mesa com os demais.


- Por que é um caso muito complexo e de muitas frentes, além do que Draco ainda tem contatos do lado de lá e, desde que entrou pra ordem, foi muito útil a nossa causa. –Tonks explica pacientemente.


- Que seja, melhor não discutimos assuntos de trabalho aqui. –Gina fala olhando Draco com desdém enquanto ele mergulhava com os olhos no decote da ruiva.


- Então meninas, como vocês vão? –Lupin pergunta sorridente.


- Na mesma, muito trabalho, pouca diversão e algumas briguinhas, mas nada demais! –Gina responde sorridente.


- Não acredito que ainda usa isso! –Draco fala apontando a aliança de noivado de Hermione.


- Isso não é da sua conta! –Hermione retruca ríspida.


- De certa forma ele tem razão, Mione, você deveria tentar continuar sua vida, o Harry gostaria disso. –Lupin fala em tom paternal.


- Harry era minha vida e ainda é, eu sei que é estranho e até patético, mas sinto que ele ainda está vivo, que eu vou reencontrá-lo. E mesmo que esteja morto, eu nunca deixaria nenhum outro homem tocar em mim! –Fala determinada, os olhos lacrimejando levemente. Todos se entre olham penalizados.


- Então Gina, vocês já pensaram no que vão fazer na festa de boas vindas do Rony esse ano? –Tonks pergunta animada, mudando de assunto.


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Um pouco mais tarde, uma chuva grossa começava a cair, alguns relâmpagos já podiam ser vistos ao longe enquanto um jovem rapaz vinha caminhando a passos confusos na direção do pub. Tinha 1,85, curtos cabelos negros, um tanto rebeldes, corpo musculoso e bem definido, com olhos verdes escuros que assim como seu rosto expressavam dor. Ele entrava vestido de negro, o blazer anormalmente comprido escondia uma camisa de mangas compridas, cujos botões estavam displicentemente abertos, deixando ver uma pequena parte do peito trabalhado, a calça social começava a ficar molhada enquanto os sapatos caros pisavam firmes, sem se importar com as pequenas poças formadas no chão. Um ar de mistério envolvia aquele belo e, completamente molhado, homem que se dirigia ao bar, onde pede um copo d’água bem gelada.


- Aqui senhor. Está se sentindo bem? –O barman pergunta preocupado.


- Sim, é só dor de cabeça, e um pouco de calor, não se preocupe. –Fala com certo esforço, depois bebendo a água, para logo então por o copo com gelo na testa.


Droga, já estou cansado disso, sempre que chove forte eu tenho essa maldita dor de cabeça... esse maldito calor, parece que ao invés de trazer frio essa maldita chuva faz meu sangue ferver! –Pensa raivoso, pedindo uma limonada gelada.


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Na mesa onde os amigos discutiam sobre quadribol, Hermione parecia não se sentir bem.


Porcaria de chuva! Se não bastasse ser aniversario dele, ainda chove! Nunca tinha acontecido antes… hoje definitivamente não é o meu dia! –Pensa nervosamente, dividida entre praguejar e lamentar.


- Você não está se sentindo bem Mione? –Gina pergunta preocupada.


- Estou morrendo de dor de cabeça, acho que vou pra casa, ok? –Fala já se levantando.


- Ok, mas não vá de carro, é perigoso nesse estado, aparata do beco aqui ao lado, e pode deixar que eu levo o carro. –Fala em tom preocupado.


- Não, eu prefiro vir buscá-lo amanhã, sabe que não gosto que dirijam meu carro e eu sei que a senhorita provavelmente vai beber e arranjar companhia. –Fala com olhar reprovador.


- Certo, certo. Mas vê se quando chegar toma um chá quentinho, vai te ajudar. –Gina diz com um tom parecido com o da senhora Weasley.


- Ok, até mais pessoal, desculpa o mau jeito, mas a gente se vê em breve! –Hermione se despede de todos tentando não parecer tão mal quanto se sentia.


- Tudo bem, mas vou cobrar a promessa. –Lupin fala sorridente e ela acena confirmando, depois acenando para os demais que permaneceram na mesa.


Hermione anda rápido, mas cambaleando como se tivesse embriagada, ia esbarrando em muita gente que cruzava seu caminho, sempre pedindo desculpas. Foi então que um rapaz no balcão sentiu um leve choque, mas seguiu firme antes que ficasse confusa demais para aparatar certo, e ela morava em um prédio trouxa com Gina.


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O rapaz misterioso estava perdido em pequenos flash’s muito confusos, onde só conseguia discernir alguns gemidos, quando alguém bate em si e pede desculpas, ele sente um pequeno choque e a sensação da voz familiar, e quando tenta ver de onde vinha, conseguiu ver uma morena de cabelos castanhos, vestida de vermelho, que deixava suas costas nuas e justamente no meio dela, onde os cabelos acabavam, uma cicatriz em forma de raio aparecia. Imediatamente ele corre atrás dela, reconhecendo a “garota” de seus devaneios.


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Hermione havia chegado ao beco pela porta lateral de saída, e já tirava sua varinha da bolsa, quando alguém bate na sua mão e faz sua varinha cair, a empurrando em seguida contra o muro e a beijando ardentemente. No começo ela se assusta, mas reconhece aquele beijo e corresponde aprofundando-o ainda mais. Sentia coisas que pensava já estarem esquecidas pelo seu corpo, uma grande vontade de se perder nos lábios e nos braços daquele homem que a havia tomado de súbito começava a crescer, aquele calor que sentia, se adensando ainda mais fazendo seu sangue ferver.


O beijo era carregado de angústia, dor, sofrimento, mas também repleto de paixão, desejo e amor. Tinham um sincronismo perfeito onde suas línguas, suas mãos, seus lábios e seus corpos se moviam como se tivessem dançando a mesma música, um ritmo sensual, selvagem.


Ao romper do beijo, ao invés de se afastarem, ele continuou beijando o rosto e pescoço dela, até que Hermione usou o pouco de bom senso que ainda possuía para puxar e ver seu rosto. Ao olhar para aquele semblante à fraca luz que iluminava aquele beco escuro, ela se assusta com um rosto diferente do que imaginava encontrar.

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Comentários: 1

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Enviado por Rosie Bolger em 01/05/2013

gosto da forma como vc escreve, mais acho que vc alterou d+, alguns personagens, por exemplo o Harry, a Mione beijou ele do nada e ele aceitou isso normalmente, mas tipo o harry vê a Hermione como uma irmã, e é meio esquisito ele aceitar essa informação tão naturalmente.

obrigada por escrever 

Nota: 4

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