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8. Malfoy, Zimmer e Skeeter


Fic: Desejo e Reparação HIATUS


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Algumas informações de ingredientes, etc, peguei no Madame Pince ok?
E o nome Greg Graffin é do compositor do Bad Religion, banda punk norte-americana.

Agradecimentos:

Claire D'Lune: Pois é, eu vi o filme e como não tinha um título, aderi. Não quis fazer uma adaptação porque não sei se ficaria boa, até porque a história já estava meio montada. A idéia do ‘desejo e reparação’ é o retorno da Mione pra Hogwarts, e assim o seu retorno pro Snape, para acertarem as contas. Já o desejo...bom, isso eu não preciso explicar! Hauhauha bjoos e continue lendo (:

Pathy Potter: demorei mas postei! Hauhauhauha bjoo pathy, continue leendo...! e qndo vai sair fic nova?

Gabi__Granger: hahaha brigaaada! Axo q vai gostar (ou não, por causa do Zimmer) desse cap. Bjooo

Dark Mell Lestrange: hahaha nem me fale, to preparando o terreno enquanto isso...(6) bjooo continue lendo

J.D.Leal: juuuuu euu vii (não vi o oscar, mas vi na net no dia seguinte) q lindo neh! Mais q merecido o Dario ganhar d melhor trilha sonora *-* e o sweeney então, nem se fala! Uhul, fic nova então é?? Dpois me avisa por orkut ok? Ta difícil da gente se falar né? =/ mas a gnt dá um jeito! Beeeijoo saudades

Luis Fernando: muito bom ter vc de voltaaa! Hahahahaha tomara q a guria esteja lendo neh! Sobre a mione resistir..da ond eu peguei isso? Hahaha. Enfim, ótimo ter falado com vc ontem e talz...e msmo q a gnt se fale só no sábado, n tem problema! Q dê certo a mudança aí! Ahh..virei sonserina mesmo hein? Hahahahahaha ainda mais dpois dakela lista ótiima do orkut! Beeijo e boa leitura, sonserino!

Mandy e AnJinha: meldeeels desculpa anjinha, sério msmo! Hahauhauhauha agora arrumei teu nome neh? Ótimo...maior vergonha =x mas enfim...continuem lendo, as duas irmãs hein! Faz tempo tbm q a gnt n se fala...eh q nessa semana fikei doente e n pude fazer quase nada ¬¬ mas agora to melhor pra voltar pros estudos..hauhauhaa. beeijos e leiaam aíi

E a tds q lêem e não comentam, td bem, oq importa eh q vcs tão me acompanhando aíi! (não me canso de falar isso =]) Próximo cap sem previsão tbm, agora a escola começou a pegar pesado ¬¬, daí não sei quando vou escrever, mas não passa de 1 semana e alguns dias! Beeijos e boa leitura ;*


Capítulo VIII

Severo Snape acordou cedo como sempre, mas não acordou tediosamente como todos os dias. Agora tinha um bom motivo para acordar naquele frio. Fez o de sempre, saiu de seu quarto e esperou Hermione aparecer na sala. Fingiu estar interessado no último semanário de poções, e ficou sentado no sofá bem confortavelmente. Olhava de relance para o relógio da sala e já estava ficando nervoso com a demora da garota. Garota não, mulher. ‘Você parece um moleque, Severo, controle-se!’.

Hermione já não estava muito longe dali. Acordou um pouco mais cedo do que o costume, e como não conseguia mais dormir, ficou lendo um livro trouxa qualquer. Olhou distraidamente pelo relógio e viu que já deveria ter saído da cama. Tomou seu banho quente, vestiu-se e se arrumou como sempre, mas dessa vez se arrumou um pouco mais. Pegou a sua pasta e saiu do seu quarto.

Estava passando reto pela sala já, mas viu um homem todo de preto ali, folheando uma revista. Parou como se fosse uma modelo, segurando sua pasta, e fitou Snape.

- Gosta de ler antes do café da manhã, Severo?

- Ahm...é um bom hábito, não acha?

Hermione riu de leve – Por que não admite que estava me esperando? Será que é tão difícil assim?

Snape jogou pro lado o semanário de poções e se levantou bruscamente, ficando cara a cara com Hermione.

- É, pra mim é difícil sim caramba! Sempre foi difícil eu mostrar os meus sentimentos, e ontem foi uma exceção!

- Mas que coisa hein Severo...não conhecia esse seu lado sentimentalista. Pensei que fosse só uma crise que teve ontem. – ela sorriu divertidamente – então, vamos tomar café?

Severo nem se dignou a responder e saiu das masmorras a passos largos, com a sua famosa capa esvoaçando por onde passava. Hermione não entendeu nada e saiu rapidamente atrás dele, quase correndo pelos corredores de Hogwarts. Por pouco não trombou com a figura ‘excêntrica’ do Filch, que só lhe olhou com a cara feia de sempre e nem falou nada.

Já estava atrás de Snape, apressou o passo e parou na frente dele. – Mas o que está acontecendo? O que foi que eu fiz Severo?

Snape olhou para ela com desdém e desviou dela. – Olha aqui Granger, não me venha com os seus showzinhos em pleno corredor. Já não basta o que aconteceu na SUA sala? Agora com licença. – E saiu para o salão principal sem olhar para trás.

Hermione ficou parada no corredor tentando raciocinar e entender o que acabara de acontecer. ‘Meu Merlim, eu só fiz um comentário um pouquinho sarcástico e ele já me trata assim? Coitado, ele é o rei do sarcasmo e agora se faz de ofendido! Agora que eu tinha conhecido um Snape mais...sociável, ele volta a colocar aquela máscara fria e calculista novamente. Ok Mione, chega ok? Você tem um dia pela frente.’

Hermione foi logo tomar seu café para não perder tempo. Chegou na mesa dos professores e cumprimentou Minerva, como sempre, e Snape nem olhou para a jovem mulher, só continuou a tomar seu café e a supervisionar os alunos de sua casa. McGonagall meio que estranhou o comportamento dos dois, mas nem falou nada, mais tarde falaria em particular com Hermione. Snape saiu sem olhar para ninguém e logo Hermione se dirigiu para a sua sala.

Hoje ela teria aulas o dia todo. Quintanistas da Grifinória, quartanistas da Lufa-Lufa, primeiranistas da Corvinal...e ao final do dia teve uma aula dupla com os sextanistas da Sonserina junto com os da Grifinória. Nem foi ao salão principal almoçar, e fez como Severo fazia: pediu comida aos elfos pela rede de flu. Foi até a biblioteca e não viu Snape, provavelmente estava em sua sala, ou longe dali. Tinha certeza que ele fugiria dela, pelo menos por hoje. Ainda não sabia a gravidade de sua resposta, ou a falta de uma resposta, melhor dizendo.

Pensou, pensou e pensou, e não via o problema bem ali, na sua frente. Comeu toda a comida que estava ali, aproveitou e deu uma lida nos seus roteiros de aula, só para passar o tempo e desviar um pouco a sua atenção. Se durante todos esses anos conseguiu viver sem Snape, por que agora com uma simples discussão ficaria afetada?

Terminou a comida, escovou os dentes em seus aposentos e se arrumou um pouco. Foi direto à sala dar as suas aulas, sem Snape. Sim, Severo não acompanhou mais as aulas de Hermione, como o fez no primeiro dia dela. A única aula que teve algo curioso foi a dupla do sexto ano entre sonserinos e grifinórios. O loirinho, primo do Malfoy, estava lá. E não sabia o porquê do garoto lhe olhar com um ar diferente, uma mistura de arrogância e malícia, típica dos Malfoy. Ele tinha sua ganguezinha tal como Draco possuía também, mas era mais cuidadoso com as poções do que ele. Lembrou-se de quando era aluna...Snape quase sempre repudiava as poções do sonserino, e ela adorava ver a cara dele de desgosto.

A aula dupla acabou, e pareceu que Malfoy estava se demorando de propósito. Até dispensou os seus amigos para ficar a sós com a professora. Aproximou-se dela e esperou que ela dissesse algo.

- Algum problema, senhor Malfoy?

- Você é a Granger não é? A sangue-ruim que Draco falava.

- Ah é? E Draco te contou também que levou um soco no nariz por pouca coisa?

- Contou sim, professora. Mas eu não vim aqui perder o meu tempo.

- Então, o que tem para me dizer sr. Malfoy?

- Meu primo queria...um favor do Potter.

Hermione ficou abismada. Draco Malfoy pedindo um favor ao Harry? E ainda por cima mandou o primo fazer isso? Realmente o dia foi cheio..

- E por que Draco tem tanta certeza que Harry vai ajudá-lo?

- Meu primo tem os meus motivos! Aqui está o papel, Granger. Espero que entregue pro Potter, Draco depende da sua boa vontade para isso. Com licença.

E o menino já ia saindo, com as suas vestes negras e verde-escuras, quando Hermione ergueu a sua voz e parou o loiro.

- Se Draco depende de mim, explique a situação dele, sr. Malfoy, ou não poderei ajudá-lo.

- E o quê Malfoy está fazendo aqui, Granger? – falou Snape, que chegou subitamente na sala, vendo aluno e professora conversando.

Hermione foi mais rápida e não quis dar explicações a Snape. – Detenção sr. Malfoy, amanhã a noite, na minha sala. Após o jantar, sim? Pode ir agora. – olhou severamente para ele, e não retrucou, saindo rapidamente.

Severo não se convenceu com aquela detenção e quis averiguar o que ocorria. – Abusando dos alunos, Granger? E ainda mais um sonserino...isso mostra de fato que você gosta de sonserinos. É algum remorso do tempo de estudante? Ah, me esqueci..você era uma grifinória, não podia se misturar não é mesmo? Ainda mais fazendo parte do trio detestável...tsc tsc..ou será um amor não-correspondido com Draco, e agora quer aproveitar do primo? Várias possibilidades...

- Pois é, Snape – enfatizou no Snape – talvez uma mistura de tudo. – sorriu cinicamente – Tinha me esquecido que ninguém pode mexer com os seus protegidos, não é? Enfim, veio me vigiar ou o quê? Ah, esqueci que você gosta de me vigiar.

- Não, sua insolentezinha! Só vim lhe dizer que temos que ir à Floresta Proibida. Não quero ficar a vida inteira fazendo um serviço que é seu. Pegue uma capa e vamos.



Bem longe dali, John Zimmer é acordado com um telefonema depois de um longo dia de aulas na faculdade. Estava todo enrolado num edredom na sua cama confortável, já bem cansado pra ser tardezinha. Foi embora mais cedo, já que não teria mais aulas no dia e resolveu ir dormir. Esticou-se até a cômoda e pegou o telefone. Apertou o botão e se ajeitou na cama, ficando sentado e esfregando os olhos. ‘Mas quem será o idiota que ligou? Que droga!’

- Alô? – falou John com uma voz sonolenta.

- Sr. Zimmer? Aqui é o Greg Graffin, o detetive que o senhor contratou. Podemos falar agora?

John mudou seu humor e ficou mais contente, até acendeu a luz do quarto. – Sim, prossiga.

- Consegui uma ficha completa do sr. Snape, podemos nos encontrar agora?

- Ótimo. Vamos ao café do lado oeste de Berlim. É mais seguro. Estou indo para lá. – e desligou o telefone.

Zimmer levantou da cama e foi tomar um banho rápido para acordar. Agora sim, pensava, teria informações suficientes sobre aquele velho idiota a qual Granger ficava sonhando. Terminou o banho e rapidamente trocou de roupa e secou os cabelos loiros. Olhou-se no espelho e viu que não estava nada mal. Pegou seu casaco azul marinho e saiu.

Passou-se meia hora e Zimmer chegou ao local. Avistou o detetive, tomando uma xícara fumegante de café e lendo um jornal do dia, mas com as noticias já atrasadas. Poucas pessoas se encontram naquela hora no café, já estava escurecendo e o frio aumentando. Ótima ocasião para não ser visto, pensou John. Sentou-se na mesa que Greg estava e pediu um capuccino.

- Então Greg, o que tem para me mostrar?

- Ah, olá John. – abaixou o jornal e o dobrou na cadeira, pegando uma pasta preta. – aqui está, não foi muito difícil, é só ter contatos que tudo se consegue. Espero que cumpra a sua parte agora. – Greg colocou a pasta na frente de John.

Zimmer pegou a pasta e a abriu, vendo fotos, reportagens do tempo da guerra e dos semanários de poções, e muitos textos que leria mais tarde em casa. Um relatório completo, basicamente. Um dossiê perfeito. Olhou furtivamente para Greg, entendendo muito bem do que ele estava falando.

- Mas é óbvio que vou cumprir a minha parte, afinal o mundo é uma troca de favores. – sorriu cinicamente, pegando um pacotinho do seu casaco – Espero que a quantia seja suficiente para esquecer o meu nome. – jogou para Greg o pacote, que avaliava a quantidade.

- Estamos entendidos, sr. Graffin? Eu nunca lhe procurei e o sr. é um mero desconhecido para mim.

O capuccino chegou e John tomou mais da metade da bebida. Queria sair logo dali.

- Sim, qual é mesmo o seu nome? – Greg deu uma leve risada. – Gosto quando as pessoas cumprem os acordos. Qualquer serviço, você tem o meu número.

- Ótimo. Passar bem, sr. Graffin. – John Zimmer acertou a conta e deu um leve aceno para o detetive, e saiu logo dali com o seu carro.

Chegando em casa, tirou o casaco e foi para a sala, acendo todas as luzes para começar ler o dossiê. A sua curiosidade aumentava a cada minuto. Abriu a pasta, procurando algum texto chamativo. Conseguiu.

“Severo Snape inocentando por um grupo de jovens estudantes de Hogwarts”.

Essa era a manchete, agora lia a reportagem inteira.

“De acordo com os jovens de Hogwarts, dentre eles o famoso Harry Potter, junto com seus escudeiros Rony Weasley e Hermione Granger, Severo Snape, ex-Comensal da Morte, é inocente. Lutava contra as Trevas seguindo ordens de Alvo Dumbledore, já falecido. O mais estranho não é um ex-Comensal ajudar Dumbledore, e sim alunos grifinórios defenderem com veemência o antigo diretor da Sonserina, que, de acordo com informações, era um tremendo carrasco com todos os alunos que não fossem da sua casa. Mais informações relacionadas abaixo. Reportagem por Rita Skeeter.”

“A jovem Hermione Granger parece que gosta mesmo dos holofotes. Quando estava no seu quarto ano em Hogwarts, não se contentou em namorar Harry Potter e teve que namorar Victor Krum também. Já agora, no término da Guerra, salvou Severo Snape daquele-que-não-deve-ser-nomeado. Consegui várias fontes e a informação é verdadeira. Mas que coisa não, Granger? Será que vai conseguir alguma coisa com o ex-Comensal?
Esse fato está extremamente ligado com a forte defesa que Snape teve em seu julgamento no Ministério. A pessoa que mais defendeu Snape foi Granger. Curioso, não? O que uma jovem grifinória ganharia em troca em defender o espião de Dumbledore? Fama, talvez? Mais holofotes? Tirem suas próprias conclusões, amados leitores. O fato é que Severo Snape foi inocentado e está solto por aí. Alvo Dumbledore, o qual já contei toda a sua história em meu livro, apareceu misteriosamente (deve ser magia negra de alto nível!! O que prova que tudo que escrevi em meu livro é verdade!) e suas lembranças envolvendo Snape foram usadas para inocentá-lo. Mais um mistério para a sociedade bruxa, como se não bastassem os já existentes. Mas é por isso que o jornalismo de alto nível existe, para ajudá-los, meus queridos leitores, ajudá-los a se esclarecerem. Voltarei na próxima semana, com mais uma notícia bombástica para vocês. Até lá.”


Zimmer ficou surpreso. Não sabia desse detalhe, que Hermione salvou Snape. Muito interessante...teria que planejar alguma coisa...talvez uma visitinha em Hogwarts..não, isso seria difícil, contando que Snape era vice-diretor. Bem, pensaria nisso depois. Agora tinha um relatório grande, por sinal, para ler.



Snape e Hermione já estavam no meio da Floresta Proibida. Estava escuro, já era 19:30, e no inverno escurecia mais rápido. Aqueles barulhos característicos assustavam Hermione um pouco, que mesmo tendo a coragem grifinória, ainda tinha um pequeno receio. Lembrou-se daquelas aranhas gigantes que Rony tanto tivera medo, e isso só fez com que se abraçasse cada vez mais para se proteger do desconhecido. A Floresta era mais aconchegante quando Hagrid a acompanhava, junto com os meninos. Agora com Snape...o ar sombrio voltou..ainda mais com o clima que estava entre os dois.

- Snape, vai demorar muito para colher os ingredientes?

- Está com medo, Granger? Diga, é medo dos centauros ou de mim? – disse Snape, enquanto andava por um caminho que só ele conhecia, se aprofundando cada vez mais na floresta.

- Um pouco dos dois, eu acho. – Hermione correu um pouco para acompanhar Snape, que andava ser esperar por ela. – O que estamos procurando, afinal?

- Vejamos...raspas de chifre de unicórnio, asfódelo, ditamno, urtigas secas,
E você vai aprender a coletar estes itens, para que não precise mais de mim nas suas próximas visitas à Floresta.

- Você está dizendo que irei à Floresta sozinha??

- Sim, eu não vou ser a sua babá a vida toda, Granger. Ah, e mais uma coisa. Trate os unicórnios com extremo respeito, eles não gostam de humanos, mas preferem as bruxas, uma vantagem para você. Não fique com gracinhas para cima deles, melhor dizendo, dele. É muito raro ver mais de um unicórnio por aí. Converse com ele, tente ser segura, não demonstre medo. Nem sei porque estou dizendo isso a você, já deveria saber, aliás era a sabe-tudo.

- Obrigada por me lembrar, Snape. – disse Hermione secamente.

Eles andaram mais um pouco e encontraram uma clareira. Snape disse a Hermione mais algumas observações e ela foi sozinha até onde estava um unicórnio. Sentia um pouco de ansiedade, mas nada tão grave assim. Aproximou-se vagarosamente do unicórnio, que não tinha uma cara tão simpática como nos livros. O unicórnio afastou-se um pouco, mas ao perceber que era uma mulher, se aquietou. Hermione começou a falar com ele, primeiro o cumprimentando e fazendo reverência. Depois, conversou como se ele fosse um humano e falou por muito tempo, para a impaciência de Snape. Por fim, conseguiu retirar umas raspas do seu chifre, e ficou toda feliz pela proeza. Saiu de lá com as raspas num pacotinho, pra perto de Snape.

- Até que enfim né, pensei que íamos acampar na floresta!

- Mas valeu a pena não valeu? Agora eu posso vir aqui sozinha, já sei o caminho – e saiu sorrindo.

- Espera aí, Granger. Temos que coletar os outros ingredientes!

- O que você acha que estou fazendo?

- Há, como se você conhecesse alguma coisa por aqui.

Ambos andavam lado a lado, e não falavam nada, já bastava a pequena discussão pra todas as criaturas da floresta ouvirem. Durante a caminhada, conseguiram coletar o que queriam. Já estavam saindo da mata, voltando para Hogwarts.

- Nossa, que horas são Snape?

- Já passa das nove, Granger. Da próxima vez vê se não demora tanto.

- Da próxima vez você não vai ficar junto, ou não foi isso que me falou?

- Gosta de me irritar, não é? Já não bastou hoje cedo! – Snape andava mais rápido.

- Como assim, hoje cedo? Foi você que me ignorou durante o dia todo oras! – se apressou também para não perdê-lo de vista.

- Você até agora não entendeu, Hermione? Ontem eu te disse que te amo, e você nem pra me responder direito.

- Eu falei nas entrelinhas, droga! Mas se quiser eu grito pra todo mundo ouvir: EU TE AMO SEVERO SNAPE! Agora tá bom pra você?

Snape parou de andar apressadamente e ficou de frente para Hermione. Ambos estavam ofegantes e cansados de andarem naquela floresta, e também pelas circunstâncias..

- Também não precisa exagerar!

- Ah é? Olha Severo, eu não te entendo sabia! Boa noite! – e Hermione saiu quase voando dali.

Hermione chegou logo nas masmorras e nem queria comer, perdeu a fome. Foi direto para a biblioteca se afundar nos livros, como sempre. Só não esperava Snape chegar ali correndo e ainda por cima fechar a porta.

- Mas o que é isso? – disse Hermione, fechando um livro e o deixando em cima da poltrona.

- Eu esperei tanto para ouvir isso de você, Hermione. E agora que eu ouço eu não sei o que fazer. – falou um Snape desolado, com aquela carinha fofa de coitadinho.

Hermione ficou comovida com aquela carinha dele. Levantou-se e ficou na sua frente.

- Eu..olha Severo..meu Merlim, por que é tão difícil falar com você?

- Olha Hermione, não quero que nada fique mal-entendido entre nós. E que nenhuma ironia de ambas as partes estraguem o nosso relacionamento...

- Nosso relacionamento? O que você quer dizer com isso? – Hermione até arregalou os olhos de tanta surpresa.

- Hermione, aceita ser minha namorada?

~Continuuaa xD

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