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19. Tortura


Fic: O Sucessor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Draco estava andando de um lado pra outro num corredor do St.Mungus, em frente ao quarto onde os medi-bruxos estavam tratando Gina, que não parecia nada bem. O pensamento de que tudo aquilo estava acontecendo porque não conseguira matar seu pai, que tanto adiava, não saía de sua mente, no entanto foi tirado de seus pensamentos ao ser abordado por Tonks.

-Oi, tem idéia de como Gina está? –Tonks pergunta preocupada.

-Não, ninguém saiu do quarto ainda. –fala também aflito, seus cabelos e roupas sempre alinhados estavam totalmente desgrenhados, demonstrando o quanto estava preocupado.

-Bom, então não há nada a se fazer aqui. Venha comigo, estamos fazendo uma reunião em uma sala pra discutir o que está acontecendo. –fala usando um tom levemente imperativo, mostrando que era uma ordem já que ela era chefe dele.

-Tudo bem. –fala resignado, dando uma última olhada na porta e desejando que sua ruivinha ficasse bem, antes de sair atrás de Tons que andava apressadamente.

Chegando à sala onde estava acontecendo à reunião, viu Rony, McGonagall, Gui, Vance, Snape, Lupin e dois medi-bruxos. Sentou-se entre Tonks e uma cadeira vazia na mesa redonda, sentindo seu coração pesar sabendo que aquele lugar vazio deveria estar ocupado por Gina.

-Agora que estamos todos aqui, podemos começar a reunião. Os fatos... –McGonagall começou a reunião, mas Draco a interrompeu, vendo um outro lugar vazio a mesa.

-Onde está Hermione? Ela não vai presidir a reunião? –Draco pergunta estranhando a ausência da líder da Ordem da Fênix.

-Hermione não pôde ser localizada pelo comunicador, o que significa que ou ela foi aprisionada ou a perdemos. –Tonks fala com pesar na voz, referindo-se ao relógio usado por todos os aurores.

-Isso é impossível, todos nós vimos o que ela fez com Dolohov, nenhum comensal seria páreo pra ela! –Draco fala confuso com aquela situação, porque mesmo que não gostasse de admitir, sabia que Hermione era a auror mais poderosa do ministério.

-Hermione não estava monitorando as ruas, a missão dela era procurar por Marcus e ao que parece ela o achou. –Snape fala com um sorrisinho no canto dos lábios, ainda não achava Hermione tão capaz assim.

-Não fique feliz com isso! Até porque eu aposto que ela ainda está viva, Harry mesmo que de certa forma dominado por esse tal Marcus jamais faria mal a Hermione! –Rony esbraveja se levantando e encarando Snape desafiadoramente.

-Sente-se Rony, não estamos aqui pra falar sobre Hermione, pois como Draco observou bem, ela sabe se cuidar, ao contrário dos milhões de trouxas e centenas de bruxos que podem ser vítimas daqueles demônios! –Lupin fala seriamente, seu tom grave de voz, fazendo Rony re-lembrar da gravidade da situação.

-Certo, o que sabemos de concreto sobre aquelas criaturas? –McGonagall pergunta olhando pra todos sentados a mesa.

-O que eu vi era incrivelmente forte e ficava muito rápido quando zangado. Todos que ele matava viravam alguma espécie de zumbi. Pra piorar tudo, acertei um Avada Kedavra bem no peito dele e de pertinho, mas o desgraçado só ficou imóvel por um ou dois minutos e depois levantou furioso, assim como os tais zumbis que se recompõem mesmo quando explodimos o corpo deles. –Rony fala objetivamente sobre sua experiência, ganhando um tom de nojo no final, ainda havia sangue dos zumbis em sua roupa.

-Meu grupo e de Remo, nos deparamos com outro desses diabinhos e tentamos até uma combinação de Avada Kedavra, mas mesmo sendo acertado ao mesmo tempo por cinco não deu certo. –Tonks fala desanimada, odiava ter que recuar, ainda mais em uma situação tão grave.

-Meu grupo enfrentou o que pareciam ser gêmeos, eles eram muito fortes e feriram alguns dos membros que estavam comigo, seus ataques combinados são terríveis e não conseguimos aprisioná-los de jeito algum. –Vance fala cansada, só agora Draco reparar o quanto ela estava pálida.

-Bom, eu não tenho muito o que falar, só que o anão magricela é muito rápido e forte, o tamanho dele só engana. –Draco fala tentando lembrar de algo, já que não dera a mínima atenção ao demônio, preferindo se focar na luta contra Lucius Malfoy.

-Bom, os estudos que fizemos até agora, indicam que são os ferimentos feitos pelas garras, presas ou espinhos, que causam a infecção que acaba fazendo os mortos virarem esses Zumbis. –um dos medi-bruxos fala observando uma ficha com observações técnicas.

-Nossos primeiros exames também são preocupantes quanto aos vivos infectados, como alguns bruxos e bruxas de seus grupos, que mostram um grau de infecção muito forte e que, até agora, não foi freado com nenhuma poção que temos. –o outro medi-bruxo fala se mexendo desconfortavelmente na cadeira.

-Está querendo dizer que nossos amigos irão morrer e virar zumbis? –Gui pergunta parecendo revoltado com a idéia, ele também estava no grupo de Vance.

-Se não conseguirmos parar com esse contagio, sim. –o medi-bruxo que estava com os relatórios responde, entregando sua pasta a McGonagall que presidia a reunião.

-E se amputassem o membro ferido, ou qualquer coisa do tipo, não seria possível frear o avanço dessa “doença” –Draco pergunta tentando ser objetivo.

-Não, como você mesmo disse é como uma doença. Notamos que ela se espalha na corrente sanguínea, portanto não haveria como frear somente isolando o local ferido. –o outro medi-bruxo responde mostrando também se sentir desconfortável com aquilo.

-Eu agradeço a ajuda dos senhores, peço que continuem tratando e isolando os feridos pelos demônios. No momento creio que não precisemos de mais nenhuma informação, mas qualquer novidade, por favor, nos avise. –McGonagall dispensa educadamente os medi-bruxos que logo depois saem, deixando-os sozinhos pra decidirem as táticas militares a serem adotadas.

-Como faremos pra evitar que as pessoas morram, se não podemos matar ou aprisionar aqueles demônios? –Rony pergunta de modo objetivo a McGonagall.

-Isso é o que vamos tentar descobrir, afinal tem de haver algum modo de se frear aquelas criaturas, se não Marcus não as haveria invocado. Severo, gostaria que examinasse estes exames e ajudasse os medi-bruxos com os tratamentos. –McGonagall fala entregando a pasta ao bruxo que assente. –Agora temos que traçar um plano de fuga, algo que afaste as pessoas desses demônios, pra que ganhemos o maior tempo possível.

Durante o restante da madrugada, eles traçaram estatísticas de contágio, incluindo os ferimentos feitos pelos zumbis nesta estatística. Formaram planos de evacuação da população com o ministro da magia e com o ministro trouxa, que poria as forças armadas pra cuidar disto, enquanto o efetivo do ministério da magia iria trabalhar em alianças com os ministérios da magia de outros países, pra que mandassem aurores pra Grã-Bretanha, a fim de impedir que os demônios ou aliados de Marcus saíssem da ilha.

A Ordem da Fênix convocou seus aliados de outros países, esperando receber reforço pra descobrir o esconderijo de Marcus, já que era provável que somente o derrotando pudessem acabar com os demônios. Um grupo de aurores liderados por Draco, foi a uma sessão no ministério pra interrogar os comensais, numa tentativa de descobrir o esconderijo de Marcus.

Marcus andava calmamente pelas masmorras, até a cela em que Hermione estava presa, observando-a sentada num canto da cela, parecendo pensativa. Ele abre a porta e Hermione desperta de seus pensamentos com o barulho, logo se erguendo pra ver quem entrava e se surpreendendo ao encontrar Marcus.

-Olá Granger, gostando das acomodações? –pergunta com falsa cordialidade.

-É, já estive em lugares piores. –fala voltando a se sentar mais relaxada.

-Pelo visto ainda não perdeu seu senso de humor, não é? –fala um pouco surpreso, mas sem demonstrar, apesar de ter imaginado ser recebido com ofensas e ameaças.

-E porque deveria? Das pessoas com quem você lutou, pelo que eu saiba, eu sou a que sobreviveu mais tempo! –fala sorrindo calmamente.

-Mas não fique tão segura de si, porque se não me disser onde Harry Potter está, sua estadia não será mais tão prazerosa. –fala com um tom levemente ameaçador, enquanto olhava-a fixamente analisando suas reações.

-Harry Potter? Você quer saber onde o Harry está? –pergunta incrédula.

-Exato, eu quero matá-lo bem devagar e me vingar por ele ter destruído minha família duas vezes! Eu vou fazê-lo implorar pela morte! Mas se você me disser onde ele está, eu te mato bem rápido e sem dor. –ele fala em tom doentio, mas fazendo a proposta em tom benevolente.

-Céus! Quando eu acho que já ouvi de tudo na vida, me aparece mais essa! –Hermione fala não segurando o riso, era inacreditável que um “gênio da guerra” como Marcus não soubesse que ele e seu “inimigo mortal” eram a mesma pessoa.

-Do que está rindo, insolente? –Marcus brada furioso, fazendo as correntes irem até ela e a prenderem, depois se encolhendo de modo a obrigá-la a ficar de pé na frente dele.

-Está na hora da tortura? –Hermione pergunta erguendo uma sobrancelha, mas encarando tudo com naturalidade.

-Vamos ver até quando você vai manter essa pose. –Marcus fala desafiador, estendendo a mão e fazendo um chicote cheio e espinhos surgir.

-Que interessante, achei que você ia usar a maldição cruciatos ou algum feitiço qualquer. –fala olhando-o, olhar o chicote não a ajudaria a manter-se firme.

-Eu quero que você veja seu sangue e que sofra aos poucos. –Marcus fala com um sorriso quase insano, ao que Hermione se sente estremecer, mas disfarça.

Antes que ela pudesse dizer algo, Marcus fez, através de magia, os botões de sua camisa saltarem, deixando sua camisa aberta, pra logo depois sentir o chicote atingir ferozmente sua barriga, os espinhos cortando sua pele frágil e delicada com extrema facilidade. Preferiu não olhar pra baixo, não queria ver seu sangue escorrer, já bastava à sensação do liquido quente escorrendo por sua pele e a dor da nova chicotada, essa lhe atingindo na altura do seio, que estava um pouco protegido pelo sutiã, que felizmente não rasgou.

“Agüente firme Hermione, essa dor não é nada diante do que já sentiu com a perda das pessoas que ama.” –Hermione pensa tentando abstrair um pouco da dor que sentia e analisar a Marcus/Harry. –“Como ele consegue mudar tanto? Não consigo ver o Harry nele!” –Hermione pensa ao ver a expressão doentia de prazer que Marcus mantinha ao ver o sangue dela escorrer e as feridas se abrirem, arrancando pequenos gritos agudos dela.

-E então, já quer me dizer onde o seu noivo está? –pergunta fazendo uma pequena pausa nos açoites.

-Você não iria gostar de saber. –fala com a voz saindo mais fraca do que imaginava, seu corpo ardia e latejava, o sangue parecia querer lhe escapar.

-Porque não? Acha que não poderia ir até ele e matá-lo, seja lá onde ele estiver? –Marcus pergunta com um sorriso indecifrável.

-Eu não entendo porque essa cisma com Harry, até porque você deve se lembrar de como Voldemort errou diversas vezes por cultivar essa obsessão por Harry Potter. –Hermione tenta jogar com o psicológico de Marcus, tentando descobrir mais sobre ele.

-Nunca mais fale do meu pai! –brada furioso, lançando ferozmente a chibata no dorso de Hermione, abrindo um corte ainda mais profundo e que lhe cruzava à barriga em diagonal.

Um grito mais forte de Hermione ecoou pelas masmorras e depois foi seguido de vários outros. As pausas eram feitas de dez em dez minutos na tentativa de obter respostas, mas Marcus só obtinha perguntas.

Draco entrou em uma cela limpa e bem organizada, onde Lucius estava deitado em uma cama. Foi até ele e constatou que o pai ainda estava inconsciente, então aproveitou pra erguer as mãos dele e prende-las magicamente na cabeceira da cama, assim como os pés na parte de baixo da cama. Conjurou uma cadeira há meio metro da cama e se sentou confortavelmente, pra logo depois fazer o comensal despertar com um feitiço.

-Bom dia, Lucius. –Draco fala com seu tom arrastado e irônico.

-O que faz aqui? Não devia estar no enterro de sua namoradinha traidora do próprio sangue? –retruca no mesmo tom, apesar de saber estar não só preso como imobilizado.

-Não fale de Gina, que passa muito bem, inclusive. –mente querendo deixar Lucius incerto.

-É impossível, eu a atingi em cheio! –fala sem se abalar, conhecia muito bem aquele jogo.

-Ela passou alguns dias mal, mas agora está muito bem e vai até me dar um filho! –Draco fala em sua melhor atuação de homem feliz e realizado.

-Alguns dias? –Lucius pergunta confuso.

-Sim, você foi atingido fortemente e passou quase um mês inconsciente no hospital, até ser liberado e trazido pra cá. –Draco fala sem alterar sua expressão.

-Isso é mentira! –fala começando a perder o controle.

-Então deixe-me provar. –Draco fala pegando um jornal em seu bolso interno do paletó. - Casamento de Harry Potter e Hermione Granger celebrará o fim da guerra! . O nosso grande herói, Harry Potter, recebeu ontem a Ordem de Mérlin, Primeira Classe, por seus grandes feitos que o levaram a salvar nosso mundo e aproveitou para anunciar seu casamento com a auror Hermione Granger, que se dará daqui a vinte dias. –Draco faz uma pausa e passa algumas páginas até chegar à sessão de esportes. - Começa a corrida aos jogadores pra nova temporada de Quadribol, que já tem um calendário que compensará a parada e as baixas provocadas pela guerra...

-Isso é mentira! Lord Marcus jamais perderia! –Lucius agora fala perdendo completamente a calma.

-Ele seria invencível em um duelo, mas tinha fraquezas. Você deve se lembrar da época em que ele era Richard pra Hermione, dando chances, assim, de fazer Harry voltar da prisão que você tinha feito entorno dele. –Draco começa a explicação deixando o jornal de lado. –O que aconteceu, foi que ao ficar frente a frente com Hermione e lutar com ela, Marcus hesitou quando teve a chance de matá-la, assim Harry começou um embate interior com Marcus, que foi destruído por um beijo apaixonado. Não é irônico que a força que você e Voldemort mais odiavam veio a destruir todos os seus planos, mesmo com a criação de um guerreiro perfeito! –Draco fala em tom de deboche.

-Isso não é possível, é absurdo demais! –fala mais pra si que pra Draco.

-Absurdo, mas perfeitamente lógico, não é? –rebate olhando-o avaliativamente. –Não entendo como você e os fantasminhas não perceberam antes os riscos de deixá-lo tão perto da Hermione se ele começou a se mostrar rebelde, ou será que você não sabia da vidinha dupla do seu pupilo? –pergunta tentando desequilibrar ainda mais o comensal.

-Eu não acredito em você, se fosse verdade você não estaria aqui, estaria se divertindo com seus amiguinhos! –fala tentando recobrar um pouco de sua razão.

-Mas eu estou me divertindo tanto aqui, além do que precisava ver sua cara ao saber que seu julgamento será daqui a três dias e com certeza você será mandado pra Azkaban onde passará o resto de sua vida ao lado de dementadores! –fala deliciado com a cara de horror do pai.

-Você não pode fazer isso, eu sou seu pai, você tem que me ajudar! –ele fala desesperado, vendo Draco se levantar.

-Te ajudar? Mas nós já destruímos Marcus, temos diversos comensais presos, no que você seria útil? –Draco fala pensativo, encarando o pai com um sorrisinho sarcástico nos lábios.

-Se me deixar aqui vai se arrepender, vou matar você e sua família com requintes de crueldade! –ameaça tentando se soltar.

-Pra isso teria que fugir de Azkaban que agora além de dementadores é guardada por quimeras e afins. –Draco fala rindo da expressão assustada do pai, retirando as algemas mágicas dele e fazendo a cadeira sumir, mas deixando o exemplar do Profeta Diário no chão.

Lucius vê Draco sair cantarolando e depois vai avidamente até o jornal, pegando-o e começando a ler da primeira página.


Hermione estava pendurada pelas correntes, completamente sem forças, seu rosto lavado por lágrimas contrastava com seu corpo lavado pelo sangue que escorria dos diversos cortes feitos pelo chicote espinhoso. Marcus estava parado a observando até que dois comensais e o bruxo que mandara cuidar dos ferimentos dela, chegaram trazendo uma tina com algo que parecia água, pondo-o em um canto da cela.

-Vocês dois podem ir. –ordena aos comensais que saem, deixando apenas ele e o medi-bruxo comensal. –Acorde Hermione, quero lhe dar a última chance de me dizer onde meu inimigo está. –fala a morena, que apenas move os olhos, pra encontrá-lo.

Ao vê-la balançar levemente a cabeça em sentido negativo, Marcus faz um gesto que provoca o desaparecimento das correntes, mas antes que o corpo de Hermione caia, o faz levitar até ficar bem acima da tina.

-Vai por a prisioneira aí, Mestre? –o comensal pergunta receoso.

-Algo contra? –Marcus revida não gostando da interrupção e o comensal apenas abaixa a cabeça. –Ótimo. Granger, saiba que nessa tina não há água e sim álcool, então eu sugiro que confesse logo onde o Potter está, se não quiser tomar banho. –fala ameaçadoramente, deixando transparecer em sua voz o prazer que a tortura lhe causaria.

Hermione apenas move novamente a cabeça em sinal negativo, ao que Marcus solta uma risada insana e pelo que ela poderia julgar feliz em lhe proporcionar mais dor. Mesmo sem forças pra fazer ou falar nada, ao sentir seu corpo mergulhar no álcool, soltou seu grito de agonia mais forte e agudo.
Debateu-se com força, mas não conseguia se levantar, seu corpo parecia muito pesado e a dor lhe entranhava nos músculos, sua cabeça girava e latejava, perdendo totalmente a capacidade de raciocinar.

-Por favor, Harry, não! Pára, não faz isso comigo! Me tira daqui!–Hermione implorava, chorando e se debatendo, o comensal que a tudo assistia estava de costas e parecia tentar não ouvir o que a mulher dizia.

Consumida pela dor, Hermione desmaiou, ao que Marcus a retirou imediatamente da tina, pondo-a num canto da cela. A mulher tinha a roupa encharcada de álcool e ainda manchada de sangue, os cortes estavam inflamando e a expressão de dor ainda se mantinha no rosto dela.

-Cuide bem dela, quero-a completamente sã e devidamente vestida para a sessão de amanhã. –Marcus ordena ao bruxo e logo depois sai, sentindo-se completamente satisfeito, apesar de não ter obtido a resposta que queria.


Draco passara o restante do dia ao lado de Gina, mas antes de ir novamente ver Lucius, tomou um belo banho e fez a barba, ficando bem apresentável e parecendo um homem feliz e realizado, abandonando um pouco o preto e vestindo-se de azul. Chegou calmamente à cela do comensal, cantarolando uma música leve, que chamou a atenção do prisioneiro, o qual o olhava com um misto de raiva e frustração.

-Olá, Lucius! Hoje faz um belo dia, pena que não pode ver o Sol forte de primavera. –Draco mente descaradamente, havia nevado durante toda noite e agora uma fria e densa neblina que trazia muito mais que frio, tomava Londres, que parecia feder a corpos pútridos e sangue.

-O que quer Draco? –fala rispidamente e sem o mínimo bom humor.

-Vim lhe trazer uma proposta irrecusável! Que tal nos dizer onde era o esconderijo dos comensais, pra apanharmos os que faltam e apreendermos todo o material que Marcus usava? Isto iria tirar alguns anos de sua pena. –fala normalmente como se negociasse a pena com um comensal qualquer.

-O grande herói Harry Potter não sabe onde até pouco tempo morava? –pergunta sarcástico.

-Isso estava nas memórias de Marcus, os dois tinham memórias diferentes, assim como as personalidades. –responde tranquilamente, já havia previsto tal pergunta. –Portanto, o que acha de colaborar? –pergunta tentando não parecer interessado.

-Acha que pode me enganar? Não sei até onde disse a verdade ou se disse alguma verdade, mas sinto meu mestre mais ativo que nunca! –Lucius ergue a manga da camisa e revela a marca negra mais visível e intensa que nunca, a serpente que saía pelo crânio parecia realmente viva.

-Pelo visto mesmo as fortes barreiras mágicas daqui não conseguiram bloquear Marcus, mas tudo bem, eu estava mesmo cansado de ser bonzinho. –Draco muda, voltando a usar seu tom frio e arrastado, o olhar era de fúria e um pouco de sadismo.

-É realmente um bom ator, quase me enganou! Seria um grande agente duplo! –fala um pouco orgulhoso, afinal era um bom resultado de seu trabalho com o filho.

-Cale-se Lucius, daqui pra frente você só fala se for pra me dar a localização do esconderijo de Marcus. –Draco fala rudemente, acertando as costas da mão no rosto do comensal, fazendo-o cair na cama com um filete de sangue no canto da boca, perto de onde uma mancha vermelha e levemente inchada se formava.

-Não há o que você possa fazer comigo que me obrigue a falar! –responde em tom forte e confiante. –Marcus saberia me torturar muito melhor que você ou qualquer um aqui. –Lucius fala limpando o sangue da boca e cuspindo um pouco dele no chão.

-Há muitas formas de tortura e, acredite, eu adoraria torturar sua mente. –Draco fala deixando um brilho insano aparecer em seus olhos. Então com um aceno de varinha, faz correntes mágicas aparecerem entorno de Lucius, prendendo-o totalmente. –Vamos começar com algo bastante interessante, além de uma marca definitiva. Flagrate -fala apontando a varinha pro ante-braço de Lucius, escrevendo a fogo: AMANTE DE TROUXAS. –Não é interessante que em um braço você tenha a marca negra e no outro uma declaração tão bonita? –Draco fala irônico, ao que Lucius pára de gritar pela dor e observa a marca.

-MALDITO! –Lucius berra ao ver a inscrição, seus olhos arregalados e vermelhos de fúria. –Eu vou matar você, seu desgraçado! –urra enquanto se movia violentamente, fazendo seus braços sangrarem pelo atrito com a corrente.

-Eu vou tomar café da manhã, depois eu volto pra brincar mais com você! –Draco fala verdadeiramente alegre, saindo da cela e cantarolando, desta vez de modo sincero, enquanto Lucius praguejava e urrava.


Marcus acordara bem disposto, estava tão ansioso pelo seu encontro com Hermione que mal comera no café da manhã. A personalidade forte e a demora em se render à tortura o deixavam empolgado, fazendo-o se sentir desafiado.
Cruzou rapidamente os corredores escuros da masmorra e viu a cela onde Hermione encontrava-se deitada em um canto e no centro, perto das algemas, havia um pedestal com uma vasilha que continha um líquido incolor.

-Bom dia, Granger. É hora de nossa reunião diária. –Marcus fala de modo sério, observando-o se levantar um pouco ansiosamente.

-Bom dia, Marcus. Como vai seu plano de dominar o mundo? –pergunta em tom cordial, enquanto ele conjurava duas cadeiras, uma bem confortável e a frente desta uma de madeira desconfortável, recostada a parede onde estavam as algemas.

-Muito bem, seu ministério está tentando evacuar as pessoas, mas em breve sairei da Grã-Bretanha e tomarei a Europa. A sua Ordem da Fênix está completamente perdida e todos fogem ao encontrarem meus demônios. –fala deliciado com o andamento de seu plano. Enquanto isso Hermione caminhava calmamente até a cadeira a frente da qual ele estava sentado.

-O que exatamente te deixa tão feliz nisso tudo, o surgimento de seu “Reino de Trevas” ou a morte de todas essas pessoas e o desespero causado nas vivas? –pergunta o olhando nos olhos, tentando entender as verdadeiras motivações dele.

-As duas coisas, afinal uma leva a outra. –responde normalmente, fazendo algemas surgirem nos pés da cadeira, prendendo os tornozelos dela e logo depois conjurando uma mesa, com algemas em que ele prendeu os antebraços de Hermione de forma a deixar as palmas da mão contra a mesa.

-Vai fazer minhas unhas? Aliás, eu gosto de cores claras, então nada de preto, roxo, vermelho. –Hermione fala em tom bem humorado, o que o faz pensar sobre o grau de sanidade dela. –Não me olhe assim, aliás, voltando ao assunto, me responda: Se o ministério se rendesse e por conseqüência as pessoas, você pararia os ataques e apenas ergueria seu reino? –pergunta curiosa, continuando a olhá-lo de forma analítica.

-Sim, mas não significaria que os trouxas e sangue-ruins, como você, teriam algum tipo de “vida”. –responde calmamente, fazendo um instrumento semelhante a um alicate aparecer.

-Você quer dizer que me mataria ou que me faria prisioneira ou ainda escrava? –pergunta olhando-o levemente intimidadora.

-Quer que eu comece a arrancar as unhas da mão direita ou da mão esquerda? –pergunta com leve tom de satisfação.

-Deixe-me adivinhar, vai arrancar minhas unhas uma por uma e depois por minha mão imersa em álcool até que eu lhe diga onde Harry está? –pergunta com um tom levemente entediado.

-Exato, mas pelo visto você não se importa nem um pouco com isto! –fala suspirando profundamente, enquanto vê um discreto sorriso nos lábios dela. –Tudo bem, te fazer gritar e sofrer já me diverte bastante. –fala com um sorriso macabro, enquanto encaixava o “alicate” na unha dela e puxava com força, arrancando a unha do dedão esquerdo.

-É mais doloroso que do que eu imaginava. –fala depois de respirar fundo, mas sem gritar ou gemer de dor.

-Vamos ver até quando você agüenta. –fala não gostando do jeito como ela o olhava. Apesar de estar sentindo dor e de saber que aquela sensação só aumentaria, ela o encarava de forma penetrante, como se quisesse entrar em sua alma e a ler como a um livro.


Draco retornou algumas horas depois, sorrindo ao ver o estado deplorável de Lucius. O comensal estava completamente descabelado, a barba por fazer e o olhar de fúria o davam uma expressão doentia, que juntamente com o sangue que lhe escorria pelos ferimentos causados por ele mesmo, davam à sensação de vingança tão esperada por Draco.

-Olá, Lucius, trouxe coisas pra continuarmos nosso joguinho! –fala apontando uma maleta, que pôs sobre uma mesa recém conjurada. –Ainda tem uma última chance pra me dizer onde é o esconderijo de Marcus, quer aproveitá-la? –pergunta desejando que a resposta fosse negativa.

-Nada que faça, me fará trair Marcus e meu ideal. –fala de modo firme, encarando a Draco de modo desafiante.

-Mentira, apenas não quer perder pra mim, além é claro de temer uma possível vingança de seu mestre. –fala de modo veemente, abrindo a maleta e retirando um frasco de lá.

-Veritasserum? –pergunta com uma risada, afinal era uma atitude bem previsível.

-Se fosse pra usar isto, eu faria em outro qualquer! Já disse que quero continuar a jogar com você. –Draco fala enquanto se encaminha pro comensal e obriga-lhe a beber o conteúdo.

-O que pretende fazer então? –pergunta estranhando o gosto adocicado da poção e o olhar de Draco.

-Algo que vai me fazer ri bastante. –fala apanhando uma tesoura na maleta. –Então, Lucius, que tal um corte de cabelo? –fala em tom debochado, deixando o prisioneiro ainda mais confuso.

Uma hora depois, Draco reanimou Lucius, que havia sido estuporado, erguendo-o e pondo-o em frente a um grande espelho, preso no lado oposto da cela, mas tomando o cuidado de algemar os pés e os pulsos de Lucius.

-Hora de ver a pequena mudança que fiz em seu visual, papai. –Draco fala em tom debochado e sarcástico, retirando a venda que cobria os olhos do comensal.

-O-o, q-que v-você f-fez? –murmura incrédulo e chocado ao ver seu reflexo. Estava com os cabelos não só curtos e mal cortados, como também ruivos; suas roupas agora eram vestes de segunda mão, bastante puídas nos cotovelos e joelhos.

-Esse visual lhe parece familiar? Pois a mim me parece muito com o Arthur Weasley de alguns anos atrás, quando eu ainda estudava em Hogwarts e lhe obedecia. –Draco fala em tom divertido ao ver seu pai empalidecer.

-Se acha que vou falar alguma coisa pra você por causa dessa brincadeira ridícula, está muito enganado! –fala irado, se recusando a olhar seu reflexo.

-Eu não preciso que me fale nada, os outros prisioneiros já disseram tudo que precisávamos saber! Agora vou lhe deixar aqui, olhando sua imagem, enquanto pensa no que dirá ao seu mestre, depois que o libertarmos entre os comensais, bem depois de espalharmos que você foi o delator, inclusive há uma lembrança falsa implantada em você que confirma isto! –Draco fala vitorioso, deixando o comensal sobre a cama com uma expressão de completo choque. –Ah, quase esqueci de avisar! O espelho está protegido por um feitiço e não se quebrará. –fala cantarolando e saindo da cela, voltando a trancá-la e libertando o comensal antes de sumir pelo corredor.


-Então Granger, está pronta pra me dizer o que quero saber? –Marcus pergunta após ter feito uma pequena pausa pro almoço, deixando-a sem unhas e com as mãos imersas em álcool.

-Eu diria que já sabe a resposta. Agora, dá pra, por favor, tirar minhas mãos daqui? –pergunta com a voz vacilante, a dor já lhe tomava os nervos das mãos e dos braços de modo à quase deixá-las dormentes.

-Já que se recusa a ceder, terei que me divertir um pouco mais. –fala não parecendo nem um pouco incomodado a recomeçar a tortura.

Sem que precisasse fazer algum gesto, as correntes da parede se recolheram até deixar apenas os braceletes que prenderiam as mãos e os tornozelos da prisioneira. Depois, com um simples gesto, fez a cadeira e a mesa desaparecerem, assim como os recipientes com álcool, o que fez Hermione cair sentada no chão. Porém, antes que ela se levantasse, uma força mágica a fez se erguer e ir contra a parede, onde foi presa com os braços abertos e pernas juntas.

-O que pretendo fazer agora é muito mais doloroso e chocante do que qualquer coisa que possa imaginar, então considere a possibilidade de me responder. –fala calmamente, andando alguns passos até conjurar um espelho à frente dela.

-Eu não falarei nada além de tudo que já disse. –fala determinada apesar de sentir um arrepio frio tomar seu corpo. Não que acreditasse em pressentimentos, mas aquela sensação a estava realmente amedrontando.

-Eu realmente não posso dizer que seja uma pena, já faz bastante tempo que queria fazer com algum prisioneiro o que farei contigo agora. –fala deliciado, com um sorriso sádico e olhar incrivelmente insano.

Olhando-a nos olhos, vai até perto dela e saca sua varinha, transformando-a em uma adaga de lâmina negra, que usa pra cortar as roupas dela, até deixá-la nua.

-Vim o mais rápido que pude mestre, mas o mensageiro se atrasou. –o medi-bruxo comensal falou ao chegar ofegante na cela.

-Sem problemas, chegou a tempo de ver a melhor parte. –fala em tom anormalmente feliz, fazendo a adaga novamente virar a varinha. –Agora irei usar um método que acabei de desenvolver a pouco tempo, mas que creio, achará muito interessante DR. MCCOY. –fala fazendo a varinha caminhar do pulso até o pescoço de Hermione, deixando uma marca arroxeada e incandescente, depois fez uma pequena curva, como se desenhasse a gola de uma camisa, que continuou até o outro ombro e seguiu em linha reta até o pulso dela.

Hermione sentia sua pele queimar de um jeito diferente e doloroso, mas depois da queimadura inicial o que sentia era uma sensação estranha de formigamento. Observou ele continuar o trabalho, marcando toda a lateral de seu corpo até seus tornozelos, ao final sentia uma dormência estranha e uma quentura atípica na pele que estava “dentro” da marcação.

-Agora vamos a diversão DR. MCCOY! –Marcus fala empolgado, fazendo a varinha se transformar novamente na adaga de lâmina negra. –Pode gritar à-vontade, não se intimide! –fala quase cantarolando pra Hermione, que o viu se dirigir a um de seus pulsos.

-Você realmente é doente, Marcus. –fala pela primeira vez sentindo medo, o que não passou desapercebido por Marcus, que sentiu-se ainda mais extasiado.

Com extremo cuidado e concentração, puxou suavemente a pele, fazendo ela se romper na marcação. No espaço que deixou os músculos do braço levemente visíveis, o bruxo tocou a lâmina negra no local e em um movimento leve começou a separar o restante da pele dela dos músculos, num trabalho muito delicado e preciso.
Hermione sentiu a lâmina anormalmente fria tocar seu braço, o horror apossou-se de seu semblante ao entender o que ele iria fazer. O objeto frio, quase congelante, começou a “arrancar” sua pele, deixando além da dor provocada pelo corte a dor do toque da lâmina, que de tão fria parecia queimar lhe.

Foram horas de gritos, súplicas e palavras incoerentes, de Hermione, que por várias vezes chegou a desmaiar pela dor, mas quase imediatamente era reanimada pelo medi-bruxo que estava ali justamente pra mantê-la acordada e viva. Mas no fim, Marcus estava feliz e admirava seu trabalho, tirara praticamente toda a pele frontal do corpo de Hermione, com exceção da pele do pescoço e do rosto, além das mãos e pés.

-Magnífico! Uma obra de arte brilhante! –Marcus fala emocionado pelo seu sucesso, ao que Hermione não encarava o espelho, mantendo seus olhos fechados. –Vamos, minha cara, olhe minha obra de arte, conheça-se por dentro! –fala em tom divertido, parecendo tentar fazer uma piada, ao que Hermione lhe direcionou um olhar cético, que logo foi direcionado ao espelho.

-Você está realmente feliz por isso ou só está satisfeito consigo mesmo? –Hermione pergunta esquecendo a imagem e encarando-o altivamente. –Você sabe o que realmente é sentir-se feliz? Alguma vez na vida já recebeu carinho, afeto e atenção de alguém sem obrigar a pessoa ou dar algo em troca? Alguém já fez algo pra você que não fosse por medo ou bajulação? –Hermione o inquiria tentando ver um mínimo de humanidade nele, apenas um pequeno sinal de que Harry ainda estava ali.

-Cure ela, quero-a sã e vestida pra sessão de amanhã. –ordena ao medi-bruxo, que estava a um canto da cela, completamente pálido pelas diversas vezes que vomitara.

-Sim, mestre. Ela estará bem pelo fim da manhã. –fala analisando o caso por cima, ao que Marcus ignora, apenas seguindo emburrado pelo corredor, fato que fez Hermione sorrir levemente.

N/A: Oi, primeiramente desculpe se teve algum erro, mas o cap não foi betado e eu não pude re-ler.

N/A²: Bom, eu sei que muitos não gostaram do cap e irão querer me matar, mas garanto que no próximo melhora pra Hermione.

N/A³: Eu sei que demorei, mas eu tenho 8 fics on line, inventei mais dois projetos novos e ainda, e isso me atrasou, beto 8 fics e aconteceu de muitas pessoas me darem o cap pra betar junto e isso me atrasou, porque não tive tempo de escrever, então desculpem!

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