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66. Capítulo 66 – Fuga mal sucedid


Fic: A vida continua... Cometem pessoal!!!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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_ O que você faz aqui? É perigoso... Não deveria se arriscar assim filho!
_ Eu disse que viria lhe buscar, não disse.
_Mas eu não posso ir, você sabe que ela jamais me deixaria ir.
_ E quem disse que ela precisa saber? Vamos mãe, Eu e Vic adoraríamos ter você por perto quando Sagitta nascer.
_ É uma menina Draco.
_ Sim e será uma bela menina, e então vamos?
_ Sim, calro, só vou buscar minhas coisas.
_ Não temos tempo mãe, vamos assim mesmo.
_ Mas Draco... Narcisa não precisou dizer mais nada, pelo olhar seu filho entendeu que ela não poderia deixar suas lembranças para trás.
_ Tudo bem, mas vá logo, não pegue muita coisa, só o necessário, Vic nos espera na floresta e não temos muito tempo. Narcisa correu o mais rápido que pode para seu quarto, cuidou para nção ser vista por ninguém, ao voltar à coisa viu uma cena que lhe deixou sem reação, Draco estava amarrado ao chão, Camille segurava a varinha dele e a sua que mantinha apontada para o peito do loiro, Draco estava um pouco ferido, mas lúcido.
_ Vai a algum lugar Sissi? Disse ela com desdém.
_ Não é da sua conta Srta Bruston, e para você sou Sra Malfoy! Camille riu prazerosamente.
_ Não perde a pose mesmo em Narcisa, mora de favor na casa da irmã e não baixa essa sua crista. Draco debatia-se envão no chão tentando soltar-se. _ Mas você ainda não respondeu minha pergunta “SISSI”! Camille deu ênfase ao apelido da mulher.
_ Não devo satisfação da minha vida a você Camille!
_ Vejo que você não está muito a fim de colaborar não é mesmo Sissi, acho que minha Sra adoraria esse encontro familiar, já pensou a felicidade dela em rever o Sobrinho Traidor! O prazer de torturar Narcisa, mesmo que psicológimanete, trazia certa felicidade para Camille.
_ Não... Por favor, não faça isso. Narcisa cedeu por fim.
_ Assim que eu gosto.
_ Mas solte meu filho, por favor.
_ Só se eu fosse uma completa idiota... Anda logo me fala o que você vai fazer com essa mala?
_ Por favor...
_ Para que, para ele atrapalhar nossa conversa... Hum... Melhor não! Com um aceno de varinha Camille apertou mais as cordas que prendiam Draco, o loiro soltou um urro abafado pela mordaça.
_ Por favor, eu lhe suplico, pare com isso... Eu... Eram apenas lembranças do pai de Draco que eu queria lhe dar... Só isso.
_ Como se eu acreditasse em você, dê-me aqui esta mala.
_ Não! Isso não lhe diz respeito.
_ Tem certeza? Com outro aceno de varinha Camille apertou mais as cordas que prendiam Draco, mais uma fez o rapaz urrou abafado pela mordaça. Narcisa agora implorava para que Camille parasse e deichasse Draco ir.
_ Decadente... Camille foi interrompida por Marcos e Davi.
_ Camille veja o que encontramos rodeando a floresta. Davi trazia uma jovem grávida sendo arrastada pelo braço.
_ Victória! Exclamou Narcisa, Draco que estava quase desmaiando voltou a si quando escutou o nome da esposa e mais uma vez tentou soltar-se das cordas.
_ Então nos reencontramos Vic. Camille rodeava a mulher, enquanto deslizava as costas das mãos pelo rosto da mesma, até que num ímpeto dedesfere-lhe um tapa, Victória apenas bufou, Draco estava exausto por tentar se soltar, Narcisa, não agüentando voou na direção de Camille, mas foi segura, pelo braço, por Marcos. Camille olhou com desprezo para os três e ordenou:
_ Leve-os para o escritório, lá poderei conversar com eles mais tranquilamente, e ela – disse apontado Narisa – Dexea ir, se ela quiser ver seu filho, nora e neto vivos vai saber guardar segredo. Agora vão! Os dois seguiram para o escritório carregando Draco e a esposa, os deixaram lá amarrados.
_ Agora é com você Sissi, volte para seu quarto, desarrume essa mala e nem pense em falar ou fazer alguma coisa para ajudar seu filhinho e aquela-sangue ruim, ou então não serei tão boazinha.
_ Sua... sua...
_ Sua nada, agora vá para o seu quarto e não faça nada... Aliás, faça o de sempre... Camille riu e partiu para o escritório, lá encontrou Draco e Victória amarrados, ela tirou a mordaça da boca do loiro que lhe cuspiu no rosto. Camille limpou o rosto e como se nada tivesse acontecido começou a falar. _ Que bonitinho ver o casal junto, na alegria e na dor se não me engano... ela riu, Draco e Victória nada falaram, o rapaz apenas olhou para sua esposa como se quisesse lhe dizer algo. _ E então que vai falar primeiro? Você? Ou será você? Falou ela de um para outro. _ Bom... Eu não queria ser má, mas vocês não me deixam outra opção se não... Ela havia levantado e agora estava próxima a Victória, Draco não sabia até onde poderia ir à loucura de Camille então resolveu falar.
_ Eu falao... Falo o que você quiser, mas solte Victória.
_ Oh... Como o amor é lindo! Disse ela zombando da cara de Draco, agora ia para o lado do loiro, chegou bem perto do seu rosto, com uma das mãos lhe apertava as bochechas de forma a forçar-lhe a fazer um biquinho. _ Você poderia ter um futuro brilhante ao meu lado, estava tudo certo, mas não... Cada vez ela apertava mais o rosto de Draco _ Você preferiu se sujar e juntar-se a essa Sangue-ruim, a essa sangue-sujo, agora deverá pagar por tudo isso...
_ Você esta ficando louca Camille, você quer é a mim, solte Victória, ela não tem nada a ver com isso, fique comigo, eu responderei tudo que você quiser saber. Camille riu mais uma vez, ver Draco deseperado tentando salvar a vida da mulher e do filho lhe trouxe uma sensação de prazer imensa, seu riso pareceu penetrar nos cérebros de ambos, agora ela havia soltado o rosto dele e estava voltando para perto de Victória, acariciava o rosto da mulher enquanto olhava para Draco e dizia:
_ Você a ama Draco, ama a criança mestiça que ela traz no ventre? Ama? Anda responde!
_ Amo, com todas as forças do meu ser.
_ Então é melhor que você me responta tudo que eu quiser se não quem vai sofrer as conseqüências são eles...
_ E o que você quer saber?
_ O que John entregou a você na noite que a sangue-ruim o matou?
_ Ele não me entregou nada!
_ Acho que você não me entendeu muito bem não é mesmo... Eu disse que se você não me respondesse à verdade eles iriam sofrer. Falando isso ela proferiu outro tapa no rosto de Victória.
_ Ele me entregou um frasco com algumas lembranças. Disse ele exacerbado.
_ Não Draco, por favor, não conte nada a ela! Victória chorava ao falar com o marido, Camille proferiu-lhe mais outro tapa.
_ Cale a boca Sangue-ruim imunda... Não estou falando com você, mas sua hora vai chegar. Agora pode continuar a me falar sobre as lembranças de meu maninho.
_ Eu não sei mais nada, ele apenas me entregou o frasco e pediu para eu entregar a uma pessoa.
_ E quem era essa pessoa?
_ Eu não sei!
_ Como não sabe... Você acha que eu sou idiota? Como você entregaria algo a uma pessoa que não conhece, francamente, já ouvi mentiras melhores!
_ Essa pessoa deveria me procurar, mas até agora não me procurou...
_ Mentira, posso ver nos seus olhos que você não quer me dizer quem é essa pessoa, pena, porque agora quem vai sofrer é seu filho! Falando isso Camille puxou sua varinha e quando foi proferir o feitiço ele falou, sua voz embreagada pelas lágrimas e pela traição que estava comentendo com seu melhor amigo.
_ Granger... Hermione Granger...
_ A sangue-ruim da Granger, aquela mulher só atrapalha minha vida, mais um motivo para eu acabar com a vida dela. Agora você minha querida Victória Malfoy, ou seria melhor Vic? Como você prefere?
_ O que você quer com ela Camille, já disse, eu responderei tudo que você quiser, mas deixe-a ir.
_ Você já me foi de grande ajuda Draquinho, mas agora se cale, tenho umas perguntinhas para essa sua mulherzinha.
_ Se você fizer algum mal a ela eu juro que te mato nem que seja com minhas próprias mãos.
_ Você não está em condições de me ameçar meu querido. Camille falou isso bem próxima ao rosto do loiro e logo beijou-lhe os lábios, Draco retribiu-lhe com uma mordida. _ Ahhhhh, seu idiota! Camille puxou sua varinha e apontando para Draco disse: “CRUCIUS”. O rapaz retorceu-se na cadeira, Victória gritava desesperada pela vida do marido, Narcisa escutava tudo do lado de fora, sentada escorada na porta, jogada ao chão, seu rosto molhado pelas lágrimas, não poderia permancer ali, inerte, tinha que ajudar seu filho, sua nora, afinal tudo estava acontecendo por sua causa.

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