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41. A Guerra - Parte 2


Fic: Severus - A partir de Agora (Snape/OC) NC17!! - Indicada para o Multifaceted na categoria Dark


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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À Shey.
E a todas que ainda não desistiram.

E a Fer. Pela ajuda.

J.K. é a dona, só estou me divertindo. E não estou ganhando dinheiro com isso.
Por favor, não me processe, eu não tenho nada.
Agradeço a todos os bons autores que li. Com certeza muito influenciaram.
E como disse um deles, se você reconhecer algo, não é meu.

Capítulo 40 A Guerra. – Parte 2
E para o seu amor eu lhe darei meu último suspiro.


Shadow And Light - Sombra E Luz - Eloi - 1983

You take fate just like a machine
Você leva um destino igual de uma máquina
unable to react
Incapaz de reagir
with the heart of stainless steel
Com o coração de aço imaculado
you only count the facts
Você só conta os fatos
you fought your soul with all your might
Você lutou com sua alma e com todo seu poder
but do believe it can be a glorious fight
Mas acredita pode ser uma briga gloriosa

cynically you talk to me now
Cinicamente você fala comigo agora
you wish to be seen that way
Você deseja ser visto desse modo
you alone challenging life
Você só vive desafiadoramente
jumping the waves of a day
Saltando as ondas de um dia (Vivendo um dia de cada vez)

you fought your soul with all your might
Você lutou por sua alma com todo seu poder.
but do you believe this can be a glorious fight
Mas você acredita que esta pode ser uma batalha gloriosa.

shadow and light are same
Sombra e luz são iguais,
the shades in between a game
Em meio a um jogo de sombras

you get drunk on stary skies
Você se embebeda em céus estrelados
and inhale the coolness
E inala a frieza.
there's this deepness of sentiment
Há esta profundidade de sentimento
running through you
Traspassando através de você.
the world flowing in streams
O mundo que flui em fluxos
and is the most precious dream
E é seu sonho mais precioso
warm and mild
Morno e suave
and now crystalline clear
E agora é claro como cristal
you can face life without fear
Você pode enfrentar a vida sem medo

you're a romantic but scared of yourself
Você é um romântico, mas tem medo de si mesmo.
always suspecting attack
Sempre suspeitando de um ataque.
afraid to be caught vulnerable
Amedrontado de ser pego vulnerável,
unable to react
Incapaz reagir

you fought your soul with all your might
Você lutou com sua alma e com todo seu poder.
but do you believe this can be a glorious fight
Mas você acredita que esta pode ser uma guerra gloriosa.

ppppppp qqqqqqqq

Escutou a porta do quarto abrir. Pegou a pena com a mão direita, apertando-a com mais força que o necessário, fingindo ler o pergaminho à sua frente. Esperando que ela não se aproximasse o suficiente para notar as gotas de suor em seu rosto.
– Severus... – escutou-a começar.
– Irei dormir quando estiver pronto! – cortou-a seco, a voz rouca e estranha.
Esperou sem se virar; imaginando-a tentar entender sua resposta rude. Escutou a porta se fechar alguns segundos mais tarde.
Suspirou. A mão largando imediatamente a pena e segurando o braço esquerdo.
Apertou os dentes ou gritaria. Um som baixo e gutural escapando de seus lábios contraídos.
Seu velho mestre estava brincando com ele novamente. Dolorosamente. Insistentemente.
Ia quase insano na dor.
Mas devia superá-la. Não devia alarmar Nina.
Porque o que tem acontecido já é o bastante.
Não. Seria quieto. Não a deixaria preocupar-se sobre ele novamente.
Fechou os olhos, o suor escorrendo.
Era o pouco que poderia fazer.
E o faria.

ppppppp qqqqqqqq

Aquela... tinha-o procurado.
Tinha entrado em sua sala de aula com os cabelos prata voando e fechado a porta enquanto ele largava o pergaminho que corrigia, tentando disfarçar o desagrado.
E quando se aproximara, um sorriso nos lábios e tirando a varinha, ele quase tinha posto tudo a perder com sua reação. Mas ela não percebera seu movimento e só lançara um feitiço de silêncio e proteções, enquanto ele discretamente guardava a varinha novamente.
Ela se insinuara; usando armas sonserinas, quase séria.
Mostrando ter conhecimento do que seu Mestre Escuro tinha feito a ele na noite anterior.
E porquê.
Sua expressão tinha ficado mais dura com as palavras seguintes.
As emoções escondidas. Tentando não deixar que ela percebesse a forma como ele confirmava cada uma de suas palavras. Tentando não se deixar trair com o que via lá.
No que não era dito.

ppp qqqq

Nina olhou o livro à sua frente e fechou-o. Os olhos que se dirigem novamente à porta.
Winky estava demorando. Anna já deveria estar faminta, seu peito estava dolorido de tão cheio.
- Senhora!
Sorriu. Seu bebê que até então reclamava, chorou ao vê-la. Não registrou o que Winky dizia enquanto desabotoava a veste e o vestido para amamentar sua filha. Até que escutou o nome de Elisabeth, erguendo a cabeça rapidamente, o sorriso sumindo. A professora estava nos corredores e tentara brincar com Anna no corredor. Imaginou, pelo que o elfo dizia, o cuidado e o olhar de falcão de Winky sobre sua filha, não deixando que fosse tocada. A professora tinha ficado furiosa.
Sentiu-se aliviada que não precisara realmente por em palavras seus receios. Winky deixou claro que estava acostumada. Bartô fora alguém que a tinha deixado treinada em certas situações. Ela não permitiria que o mal atingisse novamente uma criança sob seus cuidados. Os olhos tinham um brilho estranho quando uma frase a fez ter certeza sobre Winky. No que dependesse dela, Anna estava bem protegida.
Resolveu não falar a Severus.
Embora a intrigasse o fato da veela estar nos corredores das masmorras.

**********

Não a tinha encontrado até o jantar no dia seguinte.
Franziu a testa.
De novo havia aquela... deferência para a veela.
Eles a estavam tratando com gentileza demais.
Até ele; estava mesmo tentando prestar atenção ao que dizia.
Lembrou-se de sua resposta duas noites atrás; de que se deitara já madrugada alta.
E de seu atraso para o jantar quando dissera estar com Dumbledore.
Dumbledore.
Dumbledore não faria seu anel ficar quente novamente.
Olhou Minerva perguntar algo à bruxa loura. O vinco na testa se intensificou.
Definitivamente alguma coisa acontecia.
ppppppp qqqqqqqq

Procurou Hermione. Se havia alguém que saberia de alguma coisa, era ela.
Tinham ido a um lugar seguro. Sem quadros. Desenvolvera uma certa aversão aos quadros.
Olhou para Hermione, querendo entender porquê a veela ainda estava em Hogwarts.
Porque ainda parecia gozar da confiança do diretor. Ou parte dela.
Duvidou que Dumbledore tivesse confiado plenamente nela algum dia.
Hermione tinha começado incerta. E então... Dissera que ela os tinha procurado.
E tinha sido submetida a veritasserum. O pai tinha sido capturado por Voldemort.
Era uma chantagem. Seu pai só ficaria vivo se ela... cooperasse.
Tinha que espionar Severus e Dumbledore. E mantê-los informados do que acontecia no castelo.
Hermione parecia repugnada. Percebeu que a bruxa também não confiava na professora de DCAT.
Mas não podia confirmar que sabia alguma coisa do que o AD comprovava.
A veela dizia estar tentando descobrir onde Você-sabe-quem estava. Dizendo que era para ajudá-los. Desde que eles prometessem resgatar seu pai assim que possível.
Pareceu que havia alguma coisa suprimida aqui, mas não insistiu. Imaginou o que fosse.
Eles estavam preocupados. Você-sabe-quem tinha intensificado várias ações. Algumas estranhas. Outras só repugnantes e terríveis. Horrendas, hediondas. Desprezíveis.
Eles não podiam esperar mais. Você-sabe-quem estava negociando para reunir um grande exército.
Eles não teriam uma chance se conseguisse. Então a veela podia ser importante.
Do que conseguiram saber, havia duas possibilidades de ação; longe uma da outra, o que impossibilitava um ataque sincronizado. Sem contar que não existia contingente suficiente. Não para dois ataques.
Os lugares em que a veela dizia que o Senhor das Trevas estaria apresentavam altas variações de magia nos sensores do ministério. Mas eles não tinham certeza. Podia ser uma armadilha. Qualquer um dos locais. Ou os dois.
Hermione parecia pensar que Dumbledore desconfiava que as duas localizações tinham sido fornecidas à Professora Parker de propósito. Ela acreditava que eram lá. E não teve escolha quanto a responder as perguntas. Não com veritasserum.
A Ordem estava tentando confirmar tudo desde então.
Ficou abismada com o nível de informação a que esses garotos pareciam ter acesso.
E o modo como Harry parecia determinado a não ser deixado de fora dessa vez.
Imaginou se Dumbledore sabia. Mas não disse nada.
Escutou a bruxa. Contribuindo com o que sabia por sua vez. Respondendo às perguntas de Hermione. Descobrindo então.
Que não sabia quase nada.

pppp qqqqq

Ela deu um jeito de descobrir quando seria a próxima reunião da ordem, com Hermione.
E o que discutiriam. Seria muito em breve; na tarde seguinte. Deixando-os sem opções.
Tinha pensado muito. Analisado.
E depois, junto com os outros, considerado todas as possibilidades.
Só para descobrir que não havia nenhuma.
Uma certeza: não o queria morto numa tentativa infrutífera.
Chegaram a um esquema; que depois de alguma resistência, ela e Hermione refinaram. Planejando...
Nenhum tempo para mais considerações. Ou um outro plano.
Algo de uma tristeza a pegou. Combateu; preparou-se. Sabendo que era necessário.
Sem dizer nada a Severus.
Esperando que ele lhe dissesse o que acontecia por sua vez.
Mas ele não falou.

pppp qqqqq

Ela chegou. Eles a esperavam num corredor que dava na gárgula, escondidos.
– Todos subiram há muito tempo, já deve estar terminando. – Hermione informou.
– Ela está lá?
– Não. E também não sabe da reunião. – Harry completou.
Ficou preocupada.
– Tem certeza?
– Até onde sabemos... – deu de ombros – De qualquer forma, Ron a está... entretendo.
Não quis imaginar o que ele estaria fazendo.
Hermione a puxou para um corredor vazio, vários membros estavam descendo. Afastaram-se. Soltou o ar. Por um momento imaginara se não viriam para esse lado. Mas não.
Esperaram mais um pouco. Severus ainda não tinha descido. Talvez fosse melhor assim.
Hermione a olhou. Ron não conseguiria “entreter” a veela por muito tempo.
Respirou fundo.
– Desejem-me sorte.
No fim era aquilo; menos vidas a serem perdidas.
Não queria pensar nas conseqüências do que diria lá. Não agora.
Eles lhe disseram a senha. Subiu.
Ouviu a voz de Dumbledore; a conversa parou.
– Entre.
Ela não tinha batido. Sequer tinha se movido. Dumbledore era um bruxo cheio de surpresas.
Tentou controlar o nervosismo. Ergueu a mão e abriu a porta.
Eles estavam lá. Kingsley e mais dois que ela não reconheceu de pronto. Não esperou que ainda houvesse membros da Ordem.
Severus em pé. Evitou olhá-lo. Respirou.
– Senhores. – cumprimentou movendo a cabeça – Eu espero não estar incomodando...
‘Sua estúpida!’
É claro que estava incomodando. Interferindo bem no meio de uma reunião do diretor.
Mas não tinha havido tempo para pensar quando Dumbledore mandou que entrasse.
Ele parecia divertido. Ao contrário de seu marido que a encarava, imóvel.
– É claro que não, Srª Snape. – ele continuou para espanto de todos.
Respirou de novo. Tremendo.
– Bem eu não quero tomar muito do seu tempo. – olhou o diretor – Eu imagino que ainda não tenham resolvido nada quanto à Srtª. Parker.
Pegou-se olhando para castanhos, os olhos estreitos.
Lembranças pequenas... De “informações” mínimas; discretas, que ela deixava... “escapar”. Informações cuja origem ele adivinhava, sem confirmar. Pequenos “esclarecimentos”, que algumas vezes tinham feito alguma diferença. Até mesmo quando pensou que eram irrelevantes, e de repente, já não eram, ao serem citados numa reunião com Albus.
– Então talvez haja uma maneira de verificar a informação. – ousou – Dada sua importância. – Com certeza não poderão usar veritasserum de novo ou perderão a pouca confiança que ela tem de que vocês a aceitaram. E ela ainda pode estar passando informações para o outro lado.
Houve troca de olhares.
Talvez precisassem de mais segurança. Alguma coisa parecia estar sempre... “escapando”.
Ela deu um passo, sem deixar de olhar Dumbledore. Juntou coragem.
– Mas um... mestre em legillimencia poderia conseguir... algum esclarecimento.
Não o olhou, sentindo sua fúria crescer até ela através do quarto.
– Enquanto você e uma certa... bruxa iriam até o quarto dela. Já que teriam certeza de onde ela estaria.
Olhou o diretor espantada. Ele devolveu. Divertido.
– Não é um privilégio de “vocês” – teve certeza então de que ele sabia – ter informações contrabandeadas, Srª. Snape. – continuou sorrindo – E sim. A idéia é considerável. Se um certo... professor... concordar.
Ele olhou diretamente para Snape; vendo os olhos estreitos, a raiva controlada, enquanto o professor encarava sua esposa.
Soube. Ele não tinha gostado de sua interferência. Nem um pouco.
‘Muito bem.’
Ela teria um pouco de seu próprio veneno, pensou, sem desviar negros. Inclinou-se, irônico.
– Será um prazer, diretor. – pronunciou lentamente.
Ignorou seu coração. Sem conseguir desviar dos olhos brilhantes e raivosos. E do que prometiam.
Haveria inferno a pagar. Evitou um estremecimento.
Viu pelo canto dos olhos que um deles se movera. O diretor ergueu a cabeça. Molhou os lábios.
– Eu queria dizer...
– Que seu marido nunca lhe disse qualquer coisa de nossas reuniões. – Dumbledore completou por ela – Eu sei. E agradeço sua ajuda. Sei o quanto foi difícil. – olhou-a baixar castanhos– É claro que uma... pequena encenação se fará necessária.
Observou-a acenar com a cabeça. Depois de uma quase imperceptível hesitação.
Não havia mais nada a ser dito.
– Senhores. – despediu-se, esperando que não vissem o tremor na voz baixa.
Saiu da sala, fechando a porta atrás de si.
Apoiando-se um momento na pedra fria. Para respirar.
E parar de tremer.
Antes de descer e contar aos outros.
Brigando com o aperto em seu peito na lembrança do olhar em pretos.

pppp qqqq

– Porquê não me disse? – ele irrompeu no quarto.
Ela o olhou. Tinha se preparado. Não ia ficar nervosa agora.
– Porquê VOCÊ não me disse? – encarou-o.
Viu-o aproximar-se.
– Sabe muito bem que...
– Então aí está sua resposta. – ela o interrompeu – Eu também não podia trair a confiança que depositaram em mim. Ajudarei como puder e o quanto puder. – enfrentou-o.
Houve um duelo mudo de olhares. Ele estreitou os dele, ainda em raiva, antes de erguer a cabeça.
– Então eu terei que cumprir minha... tarefa. – o tom era doce, cheio de malícia, mas pretos fuzilavam – Da melhor forma possível.
Feriu.
Desviou castanhos. Não era bem assim que tinha pensado que seria.
– Não me diga que vai desistir agora. – disse irônico – Afinal, a idéia foi sua.
Respirou.
– Não, eu não vou. – falou baixo – E a idéia não foi minha.
Andou em direção ao banheiro. Mas ele ainda estava furioso.
– Nina, – chamou dando um passo – devia ter discutido isso comigo primeiro!
Não respondeu. Cerrando a porta e trancando-a.
Ele estava certo.
Fechou os olhos, encostando-se na parede. A dor em seu peito se intensificando.
Não tinha pensado que doeria tanto.
Imaginá-lo com aquela...
Levou a mão à boca, mordendo-a.
Eles fariam o que tinham que fazer.
Todos eles.
Suprimiu um gemido.

pppp qqqq

Eles tinham encenado, uma discussão. Não que fosse necessário encenar a raiva.
Severus tinha se afastado. Ela viu ao virar um corredor, como Elisabeth o seguiu.
Suspirou. Fez sinal a Hermione.
Correram.
pppp qqqq

Levantou do sofá.
Respirou de novo, angustiada.
Depois de tudo o que tinham passado para conseguir entrar.
O resultado da busca no quarto da veela fora pouco. Algumas cartas. Documentos.
E um bilhete, em que ela não vira nenhum valor, mas que fizera Hermione sorrir.
ppp qqq
Voltou-se para as chamas. Fechou os olhos por um instante.
O anel tinha queimado em seu dedo. Mais de uma vez.
Respirara forte para conter a dor. Não em sua mão; mas em seu peito.
Afastando as imagens que teimavam em vir. De seu marido e aquela... veela.
O ciúme corroendo-a. Junto com a raiva de si mesma.
Fora ela que concordara com a idéia estúpida em primeiro lugar.
Nenhum outro argumento, nem mesmo a necessidade de ser feito, ganhando sobre isso.
pppp qqqq
Já fazia algum tempo. Pensou ter ouvido um barulho.
Ele estava fechando a porta.
Olhou-o; vendo a fisionomia dura, os lábios estreitos, mas não conseguindo ver pretos; mesmo enquanto foi direto para o banheiro, sem dizer uma palavra.
Fechou os olhos.
O tempo demorando a passar.
Abriu-os quando ouviu a porta.
Saiu de lá. Dentro de um roupão; o cabelo molhado.
Resolveu.
– E então? – perguntou, os olhos nele.
Ele levantou uma sobrancelha, sem deixar nada transparecer. Ignorando o duplo sentido da pergunta.
– Nada que não soubéssemos. – rosnou baixo.
Ainda estava com raiva por ter sido manipulado. Podia fazê-la sofrer um pouco.
Não contou que tinha havido um ou dois detalhes interessantes na memória da veela.
Que certamente fariam diferença. Como uma senha para uma certa ala na Mansão de Lúcius.
Ela se virou para as chamas, olhando-as.
Depois se moveu para a cama, deitando-se.
Aparentemente tinha desistido de perguntas.
Respirou, encarando o fogo por algum tempo.
Antes de ir se deitar também.
pppp qqqq
Podia senti-la. Acordada. Quieta. Tensa.
Pôde mesmo ver seus lábios tremerem, por um momento fugidio.
Imaginou o que ele sentiria se...
Respirou alto.
Aproximou-se, movendo-se na cama até ela.
Deixando o rosto nos cabelos macios, espalhados pelo travesseiro.
Cheirando violetas. Levantou a cabeça, chegando bem perto. Levou a mão tocando seu ombro.
– Não aconteceu nada. – sussurrou em seu ouvido; ela continuou imóvel – Nem mesmo um beijo.
Então ela se virou. Enfiando a mão em seus cabelos, puxando-o para seus lábios. Impetuosa.
O corpo se movendo para cima do dele. Ardente. Enquanto ele a abraçava. Percebendo como o tocava.
De forma selvagem. Audaciosa.
Sentiu sua ânsia. Sua necessidade. De tocá-lo todo. Atiçando o fogo nele. Excitando-o ao extremo.
Gemeu enquanto ela o atacava. Correspondendo. Rolou sobre ela, mordendo seu pescoço.
Lembrando do que ela dissera, há muito tempo. “Dor não.”
Mas isso não parecia se aplicar a alguma... violência. Não hoje.
Percebeu como ela se contorcia. Respondendo a ele. Intensa. Os dentes dela em seu ombro. As unhas...
Suprimiu outro gemido. Puxando as roupas. Impaciente.
pppp qqqq
Ele ainda respirava alto.
Só então percebendo... O resultado da “luta”.
Eles estavam atravessados na cama. A cabeça dela quase inteiramente para fora.
Segura pelas mãos dele, firmemente; o cabelos em desalinho. Enquanto ele a observava.
Vendo os lábios inchados, entreabertos, buscando por ar. O rosto vermelho.
O corpo quente, ainda recebendo o dele. As mãos em suas costas, onde as unhas tinham deixado marcas. E também havia as de dentes. Em seu ombro. E pescoço.
Viu o sorriso nos olhos dele, que a encaravam, com algum respeito.
Como se tivesse descoberto de repente; uma parceira à sua altura.
Sentiu-se orgulhosa de ainda poder surpreendê-lo. Sorriu para ele. A respiração se acalmando.
Ele abaixou a cabeça, apoiando-a em sua garganta; a boca em seu colo.
Ela distinguiu um resmungo.
O sorriso aumentou.

*****

Domingo.
Ele tinha ido para a Ordem no sábado de manhã com o diretor. Estavam ficando sem tempo.
Minerva dissera para não se preocupar. Dumbledore não deixaria nada acontecer a ele.
Sabia que estavam em busca de confirmação para algumas situações que tinham surgido.
Mordeu o lábio ao lembrar. Aquele suíno não lhe contara que descobrira realmente algo relevante em seu encontro com a veela. Não lhe contara nada sobre ir à Mansão Malfoy. Nem sobre vampiros, elfos e gigantes. Nem sobre... nada.
Tinha buscando controle. E não ficar com raiva do bastardo.
E também tinha, agora, algumas desconfianças de como o AD obtinha tantas informações.
Não era só a rede bem montada de espiões mirins; era também a ajuda de um determinado retrato da sala de Dumbledore. Não quis sequer imaginar porquê ele o fazia. Como tinha sido convencido.

ppp qqqq

Encontrara a carta novamente, relendo-a.
Um suspiro escapando de seus lábios ao devolvê-la para o livro.
Podia não ter mais tempo. A guerra já estava ali. Há poucos dias. Estremeceu.
Dumbledore a procurara na hora do almoço, dizendo-lhe que tudo estava bem e que Severus voltaria mais tarde.
Muito bem. Que fosse.
Preparou-se. Um vestido preto, todo em renda.
Delícias gasosas que faziam a pessoa flutuar enquanto o tomava, num recipiente ao lado da cama.
Uma bruxa o providenciara para ela e colocara um feitiço que não o deixaria derreter-se até ser usado.
E ela tinha idéias. Muito... interessantes para usá-lo. Mas tinha que ser especial. Tinha que fazê-lo sentir-se realmente... amado. Com doçura. Intensamente.
Ela não podia mais senti-lo como antes, com Anna.
Então lhe daria algo para se lembrar, se tivesse realmente intenção de cumprir sua promessa de “pensar” em não se deixar... ir.
Esta noite.
Ela o faria querer ficar.
E deixaria bem claro, da forma mais doce que conseguisse, que esperava que ele cumprisse o que prometeu.

ppppppppppp qqqqqqqqqqqqq

Ergueu a cabeça das palavras que dançavam sem fazer sentido, esfregando os olhos.
Ele e Dumbledore tinham passado grande parte da noite anterior verificando, fazendo planos.
O tempo correndo; pressionando. Enquanto tentavam achar uma solução; confirmar o local; verificar...
Procurando uma... saída.
Sem ver nenhuma.
Massageou as têmporas, apoiou a cabeça na mão.
Inferno.
E depois houvera... ela. Lembrou-se de tudo o que acontecera. E de um vestido de renda negra.
Em todo o tempo em que gastou pensando e planejando estratégias para a guerra, nem uma vez, nenhuma sequer, pensou, ou mesmo quis, sobreviver.
Atravessou cada circunstância e situação em que aconteceria. E em cada vez, não emergia vivo.
Sua mente tinha-se acostumado. Tinha aceitado já.
E agora...
Agora ela.
Mudando. Incomodando, complicando coisas.
Respirou. Controlando a sensação...
Inferno.
*************

- O quê?!! – seu coração estava disparado.
Minerva repetiu. Saiu correndo em direção à enfermaria.
ppp qqq

Ele estava lá.
Pomfrey não a impediu de vê-lo, mas avisou que precisava descansar. Que não poderia sair dali por enquanto. E que tivera muita sorte.
Mordeu o lábio para abafar um soluço. Estendeu a mão para colocar sobre a dele.
Mataria Dumbledore.
Ela o mataria.
Soluçou novamente.
Minerva chegou. Segurou seu braço, afastando-a delicadamente para a parede.
Dizendo entre sussurros, que alguns da Ordem não tinham conseguido impedir que os vampiros se unissem à Voldemort. E suas promessas de sangue.
Eles estavam sem tempo. E sem aliados.
Olhou-o, piscando para ver melhor.
Guerra amaldiçoada.
Tirando-o dela.

ppppppp qqqqqqq

Sala de requisição.
Eles estavam conversando há um bom tempo.
Os gêmeos e Gina também estavam lá. Buscando uma solução. Sem conseguir.
Toda a informação que tinham; não tinha adiantado de nada. O problema permanecia.
Eles podiam estar indo para a morte certa se não encontrassem um jeito. E logo.
Estavam girando em círculos.
O ataque seria breve. A não ser que alguma informação diferente aparecesse.
Suspirou, ouvindo-os. Estava cansada, ansiosa, queria saber de Anna e ver Severus.
Mas parte da conversa chamou sua atenção. Aquelas eram informações que ela não tinha certeza de que a Ordem tinha. Provavelmente não. Eles não iam ficar espionando Draco, ou juntar pedaços com o que outros alunos dissessem ao pensar estar sozinhos, como a Armada e o trio faziam usando o casaco de Harry.
Mas talvez soubessem de algo a que o AD não tinha acesso.
Algo que não fosse discutido no escritório do diretor...
Isso era perda de tempo. Eles tinham que trabalhar juntos.
Tinha que haver alguma coisa que pudessem fazer para uni-los.
Uma demonstração de confiança, uma tentativa qualquer para fazer o AD e a Ordem pensarem juntos.
De fazer com que Dumbledore começasse a aceitar a força que era Harry e o AD.
Talvez... Uma informação como aquela poderia ser um voto de confiança como qualquer outro.
Talvez alguém pudesse passar a informação. Iniciar a aproximação.
Mas antes...
Avisou-os de que iria ver Severus na enfermaria e voltaria.
ppp qqq
Ele não estava na enfermaria; uma Pomfrey muita brava a informou.
Dizendo que não se responsabilizava. Se ele pensava que estava bem então que se virasse sozinho!
‘Aquele...’ Engoliu. Sabia que ele não estava nas masmorras.
Andou pelo castelo, procurando-o.
Não se lembrou de responder ao cumprimento dos quadros enquanto percorria os corredores.
Estava nervosa, com raiva e apreensiva. Com a conversa que tivera na sala de requisição e sua idéia.
Com a sensação de que algo ruim estava para acontecer.
Com ele que não estava com Pomfrey. Sacudiu a cabeça.
‘Onde infernos você se meteu?’
Mas ele ia escutar.
‘Ah, vai.’
Dessa vez ela não ia deixar passar. Isso era sério. Ele não podia deixar de se cuidar assim!
Dumbledore!
Dirigiu-se ao escritório do diretor. Dizendo a si mesma que da próxima pegaria sua varinha.
E pediria a Pomfrey que colocasse proteções na porta. Estremeceu.
Não queria que houvesse uma próxima vez. Estava sendo ridícula.
ppp qqq
Deu a senha. Agradecendo que tivesse escutado-a de Harry.
Ouviu vozes. Bateu. Houve silêncio.
Escutou a ordem de Dumbledore para entrar.
Abriu a porta.
Teve que controlar a surpresa.
Era uma reunião da Ordem. A sala estava cheia. E todos olhavam para ela.
Sentiu o rubor. Até que encontrou um rosto muito pálido. E escuros. Bravos.
Bravos?
Sentiu algo subir. Ela é quem tinha que estar brava! Ignorou a angústia lá no fundo.
Encarou pretos, furiosa. Deixando bem claro em seus olhos, o que pensava dele estar ali.
Ele não podia estar fora da cama. Mesmo que fosse para vir a uma reunião da ordem!
Percebeu que ele estava ainda mais irado ao ver a forma como o encarou.
– Algum problema, Nina? – ouviu a voz quase divertida de Dumbledore.
Olhou-o. Ele também devia ter mais juízo.
E não permitir que seu mestre em poções saísse da enfermaria.
Mas ao invés de ficar com raiva. A expressão dos olhos azuis tinha ficado mais divertida.
Suprimiu um suspiro exasperado. Quem conseguia ficar brava com o diretor? Nem Harry conseguia.
Lembrou da conversa que eles tinham tido na sala de requisição. Ela ia conversar com Severus. Mas...
Ele ia saber com quem estava lidando. E nunca mais ia sair de uma enfermaria se estivesse doente!
Respirou fundo.
– Sinto interromper. – mas não sentia nada – Mas na verdade há sim, diretor.
Lembrou-se de uma outra reunião. Ela tinha atenção total agora.
– Isto é claro, – levantou uma sobrancelha – SE... puder me ceder meu marido, – encarou-o – que supostamente estava na enfermaria... por alguns momentos. Eu gostaria de discutir... um assunto com ele primeiro.
Escutou sons. Alguns limpavam suas gargantas. Agüentou firme.
Mesmo sendo a senhora Snape, não pareciam pensar que teria tal coragem.
Desviaram sua visão do professor de Hogwarts, mestre em poções, ex-comensal, membro da ordem.
Olhando em qualquer lugar, menos para ele.
Ou para a mulher que tinha tido a coragem de dizer a Dumbledore, e ao velho SNAPE, o que fazer!
Ele se levantou, num ímpeto. Extremamente furioso.
Mas sentiu o resultado desse movimento em seu corpo ainda não recuperado.
Vendo os olhos de sua esposa, que pareciam lhe dizer...
“Eu sabia!”
– Eu acredito que qualquer assunto poderá esperar até essa reunião acabar. – rosnou por entre os dentes, tentando se controlar.
Não podia acreditar! Ele a estava dispensando.
‘Muito bem.’
– É claro, – inclinou a cabeça num cumprimento irônico – senhor meu marido. – e saiu, fechando a porta com mais força que o necessário.
Pretos irados acompanharam; antes de quase rugir. Moveu a cabeça, vendo a cintilação amaldiçoada por trás de óculos de meia-lua. Suprimiu outra vez o rugido furioso.
Ela pagaria.
Com certeza, ele a faria pagar!
ppp qqq
Voltou. Ainda perturbada e brava. Mesmo que a caminhada tivesse amenizado um pouco.
Ou quase.
Aquele porco chauvinista!
Passou pela porta, fechando-a e sentou-se, o rosto fechado. Havia silêncio.
- Está tudo bem? – uma voz interessada perguntou.
- Está. – resmungou, em resposta a Hermione.
Eles trocaram um olhar entre si e voltaram a falar.
Suprimiu um suspiro e olhou em volta. Hermione foi quem respondeu a sua expressão evidente.
Gina e os gêmeos tinham desistido e ido às cozinhas procurar algo para comerem.
Respirou fundo, continuando a ouvi-los.
Pouco a pouco foi se acalmando e tentando se concentrar no que diziam.
Os planos. Sobre o castelo e alguma medida de proteção para os locais.
A discussão de como ir, se fosse necessário, sem serem impedidos por Dumbledore e os outros.
Mordeu o lábio ligeiramente. Não adiantaria discutir esse ponto. Eles continuaram a falar sobre formas alternativas de proteção para os alunos, apesar dos planos já feitos. E o retorno ao problema principal. A quantidade de aliados que Voldmort estava conseguindo e a necessidade de um ataque surpresa. Urgente. Rápido. Antes que eles se juntassem para atacar Hogwarts.
Ergueu a mão e tirou o cabelo do rosto disfarçando um suspiro.
Não havia o bastante para dividir o ataque. Mesmo com os aurores e a Ordem. Seria suicídio.
Eles tentavam, já cansados. Sem realmente conseguir. Dando voltas.
Tudo dependia de confirmarem um dos locais. De verificar alguma forma de fazê-lo.
Olhou-os. Eles eram bons garotos. Inteligentes.
Viu Harry se levantar, impaciente. Corrigiu-se. Quase adultos. Ainda assim...
Seria melhor adiar essa discussão para mais tarde. Não iam conseguir pensar em nada produtivo.
Mas não havia tempo, pensou cansada. Mais tarde Dumbledore já poderia ter colocado algum plano arriscado em andamento. Algo que seria difícil impedir.
– Precisamos saber qual deles é! – Harry falou já irritado– Não podem fazer nada sem ter certeza.
– E como eles poderiam confirmar isso? – Hermione mordia o dedo, a testa enrugada, absorta.
- Eu podia me desilusionar e ir espiar para descobrir. – Harry e Hermione olharam para ele – Funcionaria! – eles rolaram seus olhos – Certo, não funcionaria.
Harry passou a mão por entre os cabelos atrapalhando-os ainda mais.
É claro que Voldmort iria detectar qualquer coisa assim imediatamente. Tinham que...
– Tem que haver um jeito. – disse preocupado – Eles estão pensando em se arriscar. Mas é muito perigoso!
– Se alguém fosse um animagus podia espionar uma das reuniões de Você-sabe-quem. – Rony falou.
– Ou então debaixo de uma capa da invisibilidade.
Hermione olhou torto para Harry.
– Ou podíamos usar Imperius em Malfoy. – Rony completou.
Nina sacudiu a cabeça. Achou que estavam indo longe demais.
– É claro. – ironizou nervosa, passando a mão sobre os olhos, cansada – Ou então vocês podiam soltar Goyle, convencê-lo a vir para o nosso lado, e fazer com que espionasse para nós.
Silêncio. Olhou por sobre a mão, sem entender.
– E poderíamos usar a poção polissuco. – Hermione falou baixo, imóvel; um idéia surgindo.
– É claro que ele teria que “fugir”. – Harry disse, concentrado, olhando Hermione.
‘Poção polissuco?’
– Mas teria que ser alguém que soubesse como os comensais...
Olhou-os horrorizada. ‘... alguém que soubesse como os comensais...’
– Espere um minuto! – o coração estava acelerado – Vocês não podem estar pensando realmente nisso!
A angústia começou a se apossar dela. Uma sensação estranha, surreal.
‘Isto não está acontecendo!’
Hermione devolveu seu olhar, incerta.
– É a única idéia que apareceu até agora, Nina.
– A única que pode ser executada. – Harry continuou.
– E o Snape poderia ir... Ai!
Hermione tinha lhe dado um cutucão; Rony olhou para sua namorada furioso.
Ela os encarou assustada. A respiração rápida. Os olhos começando a arder. Levantou-se da cadeira.
Deu um passo para o lado, encostando-se na parede. Harry pareceu ficar com pena.
– Muitos podem morrer. – começou devagar – E nós não temos mais tempo. O ataque tem que ser feito. Agora. Antes que Voldemort fique ainda mais poderoso e aumente ainda mais seu exército. – ele tentava ser persuasivo, enquanto se aproximava dela.
– Vocês não podem! – virou-se para eles de novo, os lábios trêmulos – Não podem pedir isso! Sabem que ele...
Não conseguiu dizer. Assustada.
– Nina, – Hermione parecia consternada – É a única pessoa que pode fazê-lo. Você sabe disso. – ela parou – Ele é um mestre em oclumancia. – hesitou – Se ele não for, muitos morrerão.
Ela não queria ouvir. Sacudiu a cabeça fechando os olhos. Cruzando os braços na frente do corpo.
Uma coisa era Elisabeth por uma hora, outra bem diferente era...
Observou as pedras no chão, sem ver.
‘Não. Não! Não.’
A aflição e a agonia apertando seu coração. Aumentando.
Junto com a certeza de que eles estavam certos.
Quanto mais pensava. Quanto mais os escutava conversando baixinho.
Mais percebia o quanto era... perfeito.
Não havia falhas. Só riscos.
Para ele. Para “seu” Severus.
Fechou os olhos.
Abrindo-os quando percebeu horrorizada... Que ela tinha dado aquela idéia estúpida!
Gemeu.
Eles ficaram quietos.
Sentou-se de novo; ouvindo-os quando recomeçaram com os planos.
Depois levantou. Num repente. Saindo dali.
Andando por um bom tempo. Tentando se acalmar.
Tentando abrandar a angústia em seu coração.
pp qq
Hermione a tinha encontrado mais tarde no corredor, olhando o lago.
Não se importou em saber como a bruxa a achara.
Hermione tinha se encostado na pedra e olhara o lago, silenciosa, ao seu lado.
Até que moveu a cabeça e seus olhos se encontraram. Sua expressão implorava compreensão.
Desviou os seus, angustiada.
- Nina...
Sacudiu a cabeça para impedi-la de continuar.
Ela sabia.
Mesmo se não concordasse, eles diriam a Dumbledore. E o fariam.
Mordeu o lábio até sentir o gosto de sangue. Era sua a idéia. Era só sua a culpa!
Fechou os olhos enquanto uma lágrima que não conseguiu conter deslizou.
Continuaram em silêncio. Até que virou-se e se afastou, deixando a bruxa.
A cabeça em polvorosa. Os pensamentos em desordem. Como seus sentimentos.
Enquanto seus pés a levavam à causa de sua aflição.
pp qq
Limpou o rosto. Chegara a hora. Tinha que fazer alguma coisa.
Tomar uma decisão.
Que já estava tomada.
Filch a cumprimentou de longe. Respondeu sem sentir.
Eles a tinham acolhido. Desde o início. Uma trouxa.
E depois no AD. Hermione falara por ela... Olhou o chão. Mas as respostas não estavam lá.
Não tinha sido aceita só para tomar chá e fofocar durante as reuniões.
Seu lábio tremeu.
Esperavam que fizesse o que fosse preciso ser feito.
Olhou a gárgula.
E talvez conseguisse mais. Unir o AD e a Ordem. Fazer com que os reconhecessem.
Deus, mas a que custo!
pppp qqqq
Estava lá novamente. Pretos agora flamejavam.
Mas ela não se importava mais. Não com o que precisava...
Engoliu.
– Sinto muito diretor, – o tom baixo – mas eu realmente preciso falar com meu marido. – encarou-o, tentando ser firme – Agora.
Ergueu-se com cuidado dessa vez, apesar da raiva. E da vontade insana de esganá-la.
Controlou-se; as narinas dilatadas. Ela pagaria! Prometeu a si mesmo novamente, faria com que pagasse.
Mas ela parecia completamente inconsciente desses pensamentos vingativos.
Apesar deles estarem muito claros em carvão. Ou então os estava ignorando propositalmente.
Isso fez com que ele saísse o mais rápido que conseguiu, puxando-a pelo braço, sem cuidado.
– Com sua licença, diretor! – controlou dizer rouco.
Fechou a porta. Descendo com ela. Segurando-a pelo braço com força. Machucando.
Sem uma palavra. Querendo que ela entendesse que tinha ido longe demais.
– Você está me machucando! – brigou com ele.
Ele rosnou. Ergueu o rosto e encarou pretos.
‘Cristo!’
Estava com medo agora. Pensou seriamente que talvez não fosse a melhor hora para...
– Severus...
Ele apertou mais.
– ISSO não é nem perto do QUÊ eu quero fazer com você! – rosnou.
Entrou na primeira sala que encontrou, largando-a de qualquer jeito; fazendo com que quase caísse sobre uma carteira. Trancando a porta e lançando um feitiço de silêncio sem hesitar. Enquanto virava-se para ela, furioso.
– AGORA.... – vociferou – Você vai me explicar o que infernos foi aquilo!
Ela podia dar um monte de razões. Onde a principal era o fato dele ter saído da enfermaria.
Mas mudou de idéia ao perceber como ele se aproximava dela. E sua fúria. Ainda segurando a vara.
Recuou. Tentando ganhar tempo. Calculando. Vendo como ele se movia devagar.
Continuando a recuar quando ele não parou.
‘Cristo! Dessa vez eu realmente consegui!’
Engoliu, passando a língua pelos lábios, assustada. Talvez se conseguisse distraí-lo...
Mas ainda havia a preocupação em seu íntimo. E a angústia que retornou. Respirou.
Era sério. E uma distração como qualquer outra. Decidiu jogar o que a atormentava de uma só vez.
– Eu acho que sei como ajudá-los a descobrir se os planos de Elisabeth são uma armadilha!
– Como diabos você sabe...
Ele parou. Respirando. Tentando se controlar. Ela aproveitou a pequena vantagem.
– Há muitas coisas que eu sei. E há uma maneira de confirmar. – repetiu – Um plano perfeito. Talvez você possa conseguir alguma poção para...
Mas então hesitou. Não importa o que tinha pensado. Ou o quanto o plano fosse perfeito.
Ou o que ele poderia fazer com ela. Desviou o rosto.
Ela não ia agüentar vê-lo de novo daquela forma... Simplesmente não ia agüentar!
Mordeu o lábio. Não.
Não ia dizer.
– Continue.
Suspirou.
– Não. – disse derrotada – Faça o que quiser comigo. – sacudiu a cabeça – Não faz diferença. – falou cansada – Eu não vou permitir que se arrisque de novo. – murmurou. – Não importa o quanto seja importante.
Havia silêncio.
‘Maldição! Há muito em jogo...’
– Essa não é uma decisão sua. – a voz ainda estava irada.
– Eu sei. – respirou – É por isso que não lhe direi.
Ele não disse nada. Exasperado. Eles tinham tentado. E ela sabia de um plano!
Inferno! Ainda hesitou. Ainda lutou consigo mesmo. Respirou, derrotado.
Olhou-o. Vendo a varinha em sua mão. E então...
Sentia-se esquisita. Os olhos dele estavam estranhos.
Arregalou os seus. Algumas imagens confusas se sucedendo.
– NÃO! – tentou fechá-los, só conseguiu desviar um pouco a cabeça, presa em pretos, as imagens dela com os outros na sala de requisição – Não ouse... – respirava rápido – Eu... juro... não vou... perdoá-lo... – conseguiu dizer.
Ele vacilou, inalando ar de forma breve.
Foi libertada. Respirando rápido. Ferida. Infeliz.
‘Deus!’ – não queria acreditar. Engoliu; os olhos fechados.
– Nunca mais se atreva! – avisou furiosa e magoada, encarou-o, muito séria – Eu NUNCA vou perdoá-lo se o fizer, está me entendendo? – castanhos brilhavam, aquilo era realmente muito importante, não ia deixar que a desrespeitasse assim – NUNCA VOU PERDOÁ-LO!
Estreitou os olhos, ainda observando castanhos. Decididos. Tristes. Decepcionados.
Vendo a respiração. Rápida. Entendeu.
Apertou os lábios, vendo quando ela sacudiu a cabeça.
– Eu só quis protegê-lo. – murmurou magoada – Você não tem o direito de...
Ele se aproximou.
– Fique longe. – pediu triste.
Não atendeu. Indiferente ao modo como ela tentou se afastar. E à dor que isso provocou.
Abraçou-a.
– Não faz diferença. Nós daremos um jeito. – colocou o queixo em sua cabeça – Não haverá um mundo a proteger se não conseguirmos. – ainda tinha uma cartada – Nem trouxas. Nem certos... bruxos.
Aquelas palavras colocaram um peso em seu coração.
Ele tinha razão. Não haveria um mundo a proteger. E ele...
Apertou-o mais. Tentando afastar de sua mente...
‘Oh, Deus!’
As imagens a torturavam. Não podia se permitir imaginar... Se ele fosse pego pelos comensais.
Fechou os olhos. Trêmula. As lágrimas descendo.
– Por favor, por favor, fique vivo. – implorou – Por favor, não deixe que eles o peguem. – disse com voz embargada – Não deixem que o machuquem mais. – soluçou.
Apertou-a mais. Quieto. A mão em seus cabelos. Enquanto consolava-a.
Ela respirou. Tentando se controlar.
Decidiu. Apesar das dúvidas que tinha tido. Ele merecia saber. Tinha que confiar nele.
Como confiava nela. E no fim. Não tinha certeza se ia conseguir impedir que ele soubesse.
Respirou. A dor aumentando. Sabendo o quanto ia ser difícil. Tentando se acalmar.
– A poção polissuco. – murmurou arfando – Com os cabelos de Goyle. Podiam simular uma fuga. – ele estava tenso – Teria que ser alguém... que soubesse o que aconteceu quando ele foi pego... – parou, dor na voz – Que fosse bom em oclumencia... – evitou um soluço – Alguém que pudesse ir... a uma das... reuniões. Que soubesse como. – terminou num sussurro.
Ele estava quieto. Respirando. Rígido.
– Pode dar certo. – murmurou para si.
– Eu sei. – havia mais lágrimas – Eu sei! – desvencilhou-se dele num repente.
Saiñdo dali.
Sem agüentar mais. A dor escorrendo por seu rosto. Molhando-o.


Tinha ido deitar. Sem jantar. Depois de cuidar de Anna.
E tomar um banho. Que não conseguiu acalmá-la. Nem aliviar sua angústia.
Fechou os olhos.
Limpou o rosto de novo; impaciente. Incapaz de afastar a sensação de tristeza.
A agonia. E a culpa.
Sentiu uma mão em seu ombro.
E depois braços que a envolviam, quando ele se deitou.
Apertando-a a ele. Beijando seus cabelos.
E depois. Quieto. Confortador.
Respirou; sem se mover. A dor deixando-a rígida.
Conseguiu dormir, muito tempo depois.
Sussurrando.
- Não vá.
ppp qqq
Gemeu.
– Nina.
Não percebeu que tinha adormecido, até que ele tocou seu ombro.
Soluçou. Ele a abraçou.
– Fique comigo... – sussurrou.
Beijou-a.
Tocando seus cabelos. E seu corpo.
Enquanto ela correspondia.
Em ânsia.

pppp qqqq

Quando acordou era quase de manhã. Moveu-se.
Ele ainda estava ali. Olhando-a.
Devolveu. Tentando não lembrar da noite anterior. Sem conseguir.
Pensou na reação de Dumbledore. Fechou os olhos por um instante, afastando o pensamento.
Ele lhe diria depois.
Suspirou.
– Porque você não usou legillimens para saber sobre mim quando cheguei ao Castelo?
Olhou-a.
– Porque Dumbledore proibiu. – foi a explicação simples, quase desinteressada.
Ficou surpresa.
– Mas você ia usar veritasserum!
A expressão mudou.
– Ele não falou nada sobre veritasserum. – o tom estava entre maldoso e divertido.
‘Sonserino!”
Aproximou-se dele.
Aconchegando-se mais, colocando a cabeça em seu peito. Buscando conforto.
Ficando imóvel.
Sem conseguir desviar a mente.
Do que viria.

************

Ananinasnape@yahoo.com.br

O que ele resmungou para ela após a “ luta”?
A resposta mais interessante será colocada aqui, numa alteração.
Se vocês se interessarem em tentar, é claro. rs

Mary-Snape-Lupin – Bom, espero que continue gostando quando eu atualizo. Rs E obrigada por me fazer ficar vermelha (sobre o livro 6). Exagerada. rs
Lele Potter Black – Brigada.
Granger – Sua má! Você não pode ficar colocando as meninas ansiosas! Senão elas acabam me mandando avada!
Nicolle Snape – Sim, muito juntinhos. Mas quanto a dizer “eu te amo”, sinto, mas essas palavras nunca sairão da boca do nosso Snape. Não nessa fic. Masssssss, como eu disse antes, não vai fazer falta. Quem viver, verá. rs
Shey – Aí está a explicação para a primeira linha desse cap. Eu AMO reviews enoormes assim. “Pergunta: O bicho papao se transformou em q qdo enfrentou o sevvie?? MEu palpite é q ele virou na Nina tbm morta. Acertei? rsr...” Aháááá!! E vc nem tentou uma dica pro resmungo? E... adivinhando de novo! Nossa pequena Shey! “Por acaso foi a Elizabeth quem sugeriu a brincadeira??” e “Ele a trouxe para mais perto. Algo estranho em seu peito" Até eu fiquei c/ a pulga atras da orelha pra descobrir oq era esse "Algo estrenho no peito" Na maior parte das vezes eu interpreto como sendo a queda de mais uma das inumeras defezas q ele passou a vida inteira construindo em torno de si. Em torno principalemente do coraçao dele. LINDO ANA!! Digamos q aos poucos a Nina vai de um jeito mto particular, ensinando Sevvie a viver, a ter compaixão, a amar e mtas outras coisas. Maravilha, Adoro a Nina!! AMO SEVVIE!” – Amei! Amei! Exatamente! Mas: “"Merlin pensei q não chegaria nunca ao fim" q vc acabou de dizer. rsrsr...” Essa você errou. Quanto ao: “VC escreve e não deixa cair no pornô!” Isso é que é elogio! Sempre foi minha intenção. Muita imaginação fértil por parte dos leitores, mas nada pornográfico escrito. Hihihi. Mázinha eu. Errou nessa também: “Acho q ja escrevi D+, neh?”. Também estava com saudades de você. E está tudo bem com minha “família” (rs), obrigada por perguntar. A música é do ELOY. Você encontra no Shareaza ou Kazaa para baixar. A música não é assim, tããão linda quanto a letra. Mas eu achei que dizer que “acredita que essa pode ser uma batalha gloriosa” encaixou como uma luva em todas as três partes do cap., concorda? Respondi tudo? Não quero correr nenhum risco...
Tete Malfoy – “Ei,alguém sabe se existe um premio pra quem reler mais vezes a mesma fic??” Ainda não montei nenhum. Rs. Muitos risos. Sugestões? “ Acaba naum...*implora,faz cara do gatinho do Shrek(jah assistiu?)*” Já!! Meus meninos adoram! E eu vejo com eles TODA vez que repetem! Ele é mesmo muito fofo. Mas se consola que aí eu vou ter tempo de dedicar às outras fic´s!
Yne-chan – Fiquei feliz em saber que todos estão bem. Mande grandes abraços. Comigo tudo bem. “Muito obrigada por me deixar escrever a "cena" (é um capítulo inteiro...^^´) inspirada no casamento q vc escreveu.” De nada! Como eu disse antes... Foi uma honra. Mas cadê o link? Posso colocar aqui? Lá vai! http://www.fanfiction.net/s/2397196/8/ (para o fanfiction vai ter que ser assim: fanfiction ponto net barra s barra 2397196 barra 8 – ou não aparece nada!) Não fique chateada, tá? Adorei o modo como você descreveu. Foi um jeito muito interessante de fazer. Muito sonserino ter escolhido a Minerva contra o Lupin. Albus de alma: 10! E a Molly com certeza é um doce, além de ser brava na medida certa (tadinhos, não sabem o que os aguarda). Mas eu me emocionei mesmo foi com o jeito como você adivinhou o que eu queria ter dito. Lindo. Obrigada.
Miru – Adorei a idéia: “Assim, eu acho que você devia fazer um chat com todo mundo, sabe. Poderia ser antes do último capítulo ou depois, quando fosse melhor.”. É só vocês marcarem. Normalmente eu estou disponível, sábados à tarde (entre 15h e 18h). Depois complica um pouco (hora do banho e lanche da “cambada”). E eu trabalho numa escola como secretária (agora). Às vezes ataco de organizadora de eventos (por isso outros trabalhos) e de professora de matemática. Rs. Tudo a ver. Rs. “E outra coisa, ela vai voltar pra casa?” Ei! Sem comentários. (roendo unhas?) rs.
Christy – “vi uns comment no Floreios de que vc talvez pudesse parar a fic por causa do 6º livro? Bem minha opinião é :vc "criou" a personalidade de Severus na sua fic. e ela está ótima. não deixe que o 6º livro a influencie.. até pq no minimo Dumbledore está vivo, foi apenas um plano etc.. sabe como é a JK.R. rsrs...” Bem, eu realmente pensei em parar por causa do livro da JK. Mas como você, várias pessoas me ajudaram a superar. Obrigada. Quanto à sua teoria, snif, não acredito que o Dumb esteja vivo. Masssss, cheguei à conclusão de que o Sev ainda é bonzinho. E eu concordo: “sabe como é a JK.R. rsrs...” Sei. Nós sabemos. Aquela terrorista maravilhosa que nos faz chorar. (só para lembrar, o disclaimer ainda se aplica – só para o caso de algum advogado querer me processar pelo que eu disse – rs).
Shey – “Heim? Heim? Heim? Sheyla ansiosa pelo prox cap e roendo as unhas da outra mao... rsrs...”. Risos. Já te avisei: vai acabar ficando sem unhas.
Rafaella Gil – “Mesmo casado e com uma filha, ele continua com a ironia, o sarcasmo... E fala através do olhar, através de alguns atos... “ Não é? Que bom que você gostou (e notou). “acho que os olhos podem realmente transmitir tudo” Por isso uso tanto. A gente pode dizer realmente muito com o olhar. “As provocações dela me fazem dar boas risadas”. Valeu! Também acho que ela não deveria chorar tanto. Quanto ao: “Tenho algumas fics iniciadas mas acho que nenhuma realmente boa. Na verdade é meio difícil achar algo que a gente escreve realmente bom, ainda mais eu que sou tão perfeccionista e autocrítica. Alguma dica pra mim? Rs” Sim! Deixa de ser boba! Eu já falei várias vezes, Não existe “escrever mal”. Só escrever diferente. E a gente melhora com o tempo. Pode confiar nisso. E sempre tem alguém que gosta do SEU estilo. E os textos chegaram. (risos).
TheBlueMemory – Oi, você! Agora que eu vi, você é a Christy! Risos. Sou meio lerda mesmo. Brigada.
JJ – Valeu, jj! Obrigada por revisar, tá?
Tete Malfoy – “Atualiza... / Por favor... / Por favorzinho... / Pelo amor dos meus netinhos... =D” Muitas, muitas risadas depois... Certo (rs), eu (rs) vou (rs) tentar (rs). Você tem netinhos?
TheBlueMemory – Obrigada pelos seus comentários Christy (lembrei!). A música é do Eloy e vc pode encontrar essas e outras no Shareaza e Kazaa (apesar dele ser chamado de “fábrica de vírus”). É só ter um bom firewall e um bom antivírus. As letras do Eloy são muito, muito boas. Pena que nem todas as melodias sejam também. Abração.
Centaura – “Saiba que eu sigo aqui, lendo religiosamente e tão zangada quanto todas as outras pela demora! X-P” Ah! Não fica. Eu estou tentando. Estou mesmo! É que ainda por cima estamos mudando de casa! (deve demorar pouco agora). Com todas aquelas coisas de comprar e tudo. Dá pra imaginar, né? “--> Feliz Aniversário, Natal e Ano Novo! Espero que aquele bundão tenha lhe dado algo que preste! X-D” Sabe o que aconteceu? Sem ter lido, o meu maridão acabou me dando uma tornozeleira! Acredita? Lembrei na hora em que vi seu review! Rs.
Lilibeth – Você sabe o que seu comentário me provocou (de tão impressionada que fiquei) “Nina usa a caneta - ou o teclado, se preferirmos ser puristas - como uma navalha bem afiada. Se é para fazer uma barba ou cortar uma garganta, é irrelevante. Só sabemos que o sangue da boa literatura jorra em abundância, para deleite dos vampiros modernos que somos nós, seus fãs confessos.” . Sabe que eu acabei indo atrás de todas as suas fic´s, lendo uma por uma e comentando. Bem. Minha vez de cobrar... Cadê a atualização? Daqui a pouco eu só atualizo se vc atualizar (e deixo as meninas girarem sua “raiva” para cima de você! – rs). Parabéns de novo.
Miru – “E um 2006 cheio de estrelas, frio e vinho, violão, bolo de chocolate, resmungos infantis e, é claro, severus. ^^” Obrigada! Obrigada! Obrigada!
Sarinha Black – Oi. Eu entro no MSN às vezes no fim de semana. É meio complicado tendo que dividir o micro com o “marido” (o de verdade). E ainda por cima tenho que aproveitar esse tempo para escrever (e confesso, para ler!). Agora, comentar sem ler é ter muita coragem (rs). Vai que o cap. está horrível? Risos.
Letícia Snape – Brigada. “tipow eu nao escrevo mais leio igual a uma condenada rsrsrsrs” Devo confessar que ultimamente estou fazendo EXATAMENTE isso (ultimamente não é bem a palavra, “quase sempre” seria a palavra – rs). {Severus falando: Ei! “nem tudo é perfeito” Humpf! (risos). } “ gostaria imensamente que vc me respondesse pq ninguem nunca me responde”, como eu te falei no e-mail, eu tento sempre responder todas (deu para perceber, né – rs). “ah estou pensando seriamente no que pode ser o resmungo” Se encontrar uma coisa bem legal, me fala! Eu ainda estou esperando. “meus parabens sua mente funciona mesmo” Essa ganhou o dia! (muito, muito, muitos risos). Fechou com chave de ouro! (kákákákáká).

Do Floreios e Borrões:
Repetindo: Belinha Black, Bárbara Lambert Moreira, Heloisa Santos, Eowyn Tonks, Samoa, Christiane de Oliveira, Mary Lupin, Hannah M.D. Snape, Regina McGonagall, Milinha Snape, Ruivinha Malfoy, Hiáskara, Srta. Kinomoto, e tantas outras... Muito, muito obrigada por tudo. Obrigada pelo apoio, pela delicadeza, pela gentileza. Por perderem seu tempo para comentar. Por vocês é que ainda vale a pena continuar a escrever. Só faltam cinco capítulos. Espero que estejam a altura de pessoas tão legais. Um abraço. Nina.
Ana Paula Medeiros Silva – Agora não deve demorar. Só faltam alguns cap. Obrigada por comentar.
Bárbara Lambert Moreira – Não se mate! Não se mate! Se não, não poderá ler o resto! (rs). Valeu o coment. E nada de desespero. Falta pouco...
Viklokss – Pequeno?! Pequeno!?!! Taí uma coisa da qual ninguém nunca tinha reclamado. (risos). Obrigada por comentar. Rs. (ainda pensando: “pequeno!”) – risos.
Bárbara Lambert Moreira – “OLHE AQUI, PELO AMOR DE DEUS, MINHA SENHORA, ATUALIZA ISSO, COMO VOCE PODE GOSTAR DE FAZER A GENTE SOFRER DESSA FORMA?????? POR QUE, OH POR QUE!!!!!(“ (kákáká).” Sua senhora está atualizando... rsrs.
Heloisa Santos – “tambem tenho filhos,marido, casa, trbalho, mas...muito sofrimento pode causar traumas...eu estou sofrendo (snif, snif).” Já que, como você disse, ia me tratar com muito carinho, aqui está a atualização. Beijos. E muito obrigada, foi uma mudança das ameaças de avada e outras coisas mais! Rs.
Juju-Ka – “antes de ler sua fic, simplesmente repugnava o Snape, principalmente depois de ler o sexto livro” “sua fic mudou totalmente os meus conceitos” Isso me deixou contente. Muito mesmo. Saber que alguém mudou de opinião sobre o Sev. E ele pode ter matado o Dumb, mas lê “Homem de Dumbledore” (a teoria). É muito interessante. Foi a partir dali que eu consegui perceber que o Snape só fez o que fez por ordem do Dumb. Muito interessante e bem montado mesmo. No grupo tem uma “tradução” (fajuta – do babelfish). “Quero que saiba que num foi intencional!!!!” Certo! Eu acredito! Não se preocupe. Isso já aconteceu comigo também. É normal quando a gente lê muito. Pois é, muitas vezes temos idéias semelhantes. Risos. Quanto ao resto, acho que te respondi no e-mail. (se não fiz, pode cobrar!). Valeu o(s) comentário(s)!
Bárbara Lambert Moreira – “por favor, atualize, eu te suplico. vou ser bem suncita dessa vez.gracias” Hilário. Certo. Aqui a resposta. A atualização.
Ana Paula Medeiros Silva – Obrigada pelos seus comentários. Depois manda o link da sua fic. O pequeno problema do Floreios é que não dá para “linkar” (existe isso? Rs) para os nomes que comentam. Assim a gente não fica sabendo como ler o que a pessoa escreveu. Obrigada de novo.
Samoa – Certo! Certo! Certo! (risos). Valeu.



Ufa!
Terminou?
Se falou alguém é só reclamar que eu respondo!
Obrigada a todas.
Nina


Sandy – Mais uma escrevendo fic!! Viva!


Viram que ridículo a parte da discussão (completamente cortada)?




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