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1. A loja de bonecas


Fic: Um noivo para mamãe


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Num shopping lotado, em meio a tantas pessoas afoitas por gastar o dinheiro que levaram um mês inteiro para receber, quem repararia numa garotinha ruiva de nove anos, vestida de dama de honra e tomando sorvete? Praticamente ninguém. A menos que ela parasse, como era de se esperar, na frente da vitrine de uma linda loja de bonecas e ficasse olhando para elas, admirada, quase esquecida de seu sorvete que, derretendo, estava prestes a pingar em seu vestido novinho.
_Sua mãe não vai gostar nada se ver seu vestido sujo de sorvete. – um homem parou ao lado dela, sorrindo bondoso.
_O quê? – ela olhou para ele assustada. – Vestido? – ela olhou para baixo a tempo de afastar o sorvete que, ao invés de sujar seu vestido, sujou o chão. – Nossa! Eu nem me dei conta de que ainda estava vestida assim!
_Está vindo de alguma festa, mocinha? – ele perguntou, ainda sorrindo, enquanto jogava um pano de chão onde o sorvete havia pingado.
_Não. Estava numa loja de roupas de festa com minha mãe. Aí saí para comprar um sorvete e nem notei que ainda estava com o vestido... – explicou calmamente.
_Então esse vestido é da loja? – ele se assustou.
_Hum... É... Mas eu não roubei não!
_Acredito. – sorriu. - Uma mocinha tão linda não tem cara de quem anda por aí roubando vestidos de festa. – falou. – Vai pingar de novo!
_Ai, droga! – ela afastou novamente o sorvete, mas antes que pingasse, lambeu o filete eu escorria pela casquinha.
_Gostou das bonecas? – ele perguntou.
_Muito! – ela sorriu, voltando a mirar as bonecas de pano da vitrine. – O senhor trabalha aqui?
_Trabalho, mas não me chame de senhor, por favor.
_Desculpe, mas mamãe sempre me disse para tratar assim os mais velhos... – sorriu, encabulada.
_Ok, mas eu não me importo de ser chamado de você. Quer entrar e ver outros modelos?
_Posso?
_Claro! – o homem estendeu o braço e deu passagem para a garota.
_Puxa! – ela exclamou. – São lindas! – preocupada em não sujar as bonecas ela se apressou em acabar logo o sorvete. – É você quem as faz?!
_Na verdade há uma equipe de artesãos. Eu não levo muito jeito para isso.
_Hum... – ela continuou, quase encostando o nariz nos exemplares que estavam nas estantes.
_Sua mãe não vai ficar preocupada com você não? – ele perguntou, então, lembrando-se que ela estava sozinha ali.
_Ela nem deve ter notado! – falou, chateada. – Está experimentando o vestido de noiva.
_Como é? – ele não entendeu.
_Ah... Minha mãe vai se casar... E eu vou ser a dama de honra! – ela abriu os braços e fez uma careta para o vestido que usava. – Enquanto ela procurava um vestido para ela, eu experimentava alguns de dama...
_Hum... – ele pegou duas cadeiras e as posicionou na frente do balcão de atendimento. – E você não está muito feliz com isso, não é?
_Não...
_Você não se dá bem com o homem com quem ela vai se casar? – ele fez sinal para que ela se sentasse a seu lado.
_Não.
_E você já falou isso para ela?
_Já, mas de que adianta? Ela não me ouve. Diz que eu estou com ciúmes e que tenho que me acostumar com a idéia! – falou, emburrada. – Além disso, todo mundo diz que ela precisa mesmo se casar de novo.
_Por que? – ele ficou curioso. – O que houve com seu pai?
_Ele morreu. – ela baixou a cabeça e engoliu a pontinha que restava da casquinha do sorvete.
_Oh. Eu sinto muito.
_Tudo bem... – ela balançou os ombros. – Eu não o conheci. Ele morreu antes de eu nascer.
_Que pena...
_O nome dele era Harry. – ela sorriu. – Eu tenho um monte de fotos dele no meu quarto. Meu tio e minha tia me deram um monte, mas só da época em que ele era criança. Eles diziam que ele era super legal e corajoso, e que amava muito minha mãe!
_Aposto que sim. – ele sorriu, aliviado pelo fato de que ela não ficou extremamente abalada por tocar naquele assunto.
_E ela ainda gosta dele. Ela pensa que eu não percebo, mas eu sei que ela não quer realmente se casar com o Draco. Só vai fazer isso para tentar não pensar mais no meu pai. Ela ainda o ama muito. Não devia se casar com outro!
_Mas você acha justo que ela passe o resto da vida chorando pelo seu pai, mesmo sabendo que ele nunca mais vai voltar? – perguntou.
_Mas ela ainda gosta dele! – insistiu.
_Talvez ela seja feliz com esse Draco. Você não quer que sua mãe seja feliz?
_Quero, mas não com ele!
_Não se pode ter tudo, sabia?
_Sabia... – resmungou. – E você? É casado?
_Não, sou noivo.
_É mesmo? E quando você vai se casar?
_Ainda não sei, mas acho que vai ser logo. – sorriu.
_Hum... E você quer ter filhos?
_Quero.
_O noivo da minha mãe também quer. – fez uma careta. - Humpf! Tomara que não se pareçam com ele e sim com a minha mãe.
_Como é a sua mãe? – ele perguntou, curioso.
_Igualzinha a mim! – exclamou, orgulhosa. – Só que os olhos dela são castanhos! Meus olhos são iguais aos do meu pai: bem verdes!
_Sua mãe deve ser muito bonita se parece mesmo com você. – ele elogiou.
_Obrigada, mas parece mesmo! Ela é linda. Todo mundo diz isso!
_Seu pai tinha bom gosto então.
_Uhum. Eu queria que ele voltasse, sabe? Aí não deixaria minha mãe se casar, mas um homem mal o matou... – suspirou. – Mas morreu também! Bem feito!
_Oh, não diga isso. – ele pediu. – Por mais que ele fosse mal, não é certo desejar a morte dos outros.
_Mas por causa dele eu não conheci meu pai! E agora vou ter que aturar o chato do namorado da minha mãe! – cruzou os braços, revoltada. – Pelo menos daqui a dois anos eu vou para Hogwarts e não vou ter que ver a cara dele todos os dias!
_Hogwarts? O que é Hogwarts? – ele perguntou, curioso.
_Oh! – ela se assustou. – É... É uma escola! Um colégio interno.
_E você quer ir para um colégio interno? – ele se espantou. – Deve ser tão chato!
_Não é não! Todos os meus primos foram para Hogwarts e foi lá que meus pais se conheceram! Meu tio Rony diz que é muito maneiro!
_Rony?
_É. Irmão da minha mãe. Ele era o melhor amigo do meu pai.
_Hum...
_Josh, querido, telefone. – uma mulher surgiu pela porta atrás do balcão. – Oh, oi. – sorriu.
_Oi. – Lily respondeu.
_Eu já volto... Qual é mesmo o seu nome?
_Lily. – sorriu. – É o nome da mãe do meu pai.
_Bonito nome. – falou. – Eu vou lá atrás atender o telefone. Escolha uma boneca para você. – ofereceu.
_Sério?! – ela se levantou, empolgada.
_Sério! Pode escolher, Stephane pega para você. – ele sorriu para a noiva.
_Fique a vontade, Lily. – ela sorriu.
_Obrigada! – ela agradeceu e começou a olhar as prateleiras em busca da mais bonita.
_Eu já volto. – piscou para a noiva, feliz.
_Nossa! São tantas! E uma mais linda que a outra! – ela dizia, com os olhos brilhantes.
_Lily! – Gina a chamou do lado de fora da loja. – Lily, pelo amor de Deus! Como você sai da loja desse jeito! – ela caminhou até a menina, brava.
_Desculpe. – ela pediu. – Mas eu te avisei que ia comprar um sorvete. Só que eu me distraí.
_Sua mãe ficou muito preocupada, Lily. Não faça mais isso.
_Humpf! Aposto que você ficou feliz com a possibilidade de eu sumir para sempre, não foi, Draco?
_Lily! – Gina ralhou.
_Deixa, Gina. – Draco sorriu. – Eu não me importo.
_Que falta de educação! – ela falou. – E ainda por cima saiu com o vestido da loja! Francamente! Vamos embora! – ela pegou a mão da menina.
_Não! Eu quero me despedir do meu amigo. Além disso, ele me deu uma boneca e eu estou escolhendo!
_O quê? Que amigo? – ela perguntou, preocupada.
_Hum... Desculpe. – Stephane, que assistia a tudo, começou a explicar. – Foi o meu noivo, Josh. Ele ofereceu uma boneca para ela e ela ainda não escolheu.
_Oh, eu agradeço, mas ela não pode aceitar, não é Lily?
_Por que não?!
_Não tem problema mesmo. – Stephane insistiu. – Escolha uma. – sorriu para a menina.
_Bom... Então escolha logo! – Gina insistiu.
_Hum... Essa aqui! De cabelo vermelho! – sorriu.
_Bela escolha! – Draco falou. – Quanto é moça? – ele caminhou até o balcão já tirando a carteira do bolso.
_É um presente. – ela repetiu.
_Tem certeza? É o meio de vida de vocês. Essas bonecas não devem ser baratas. – falou.
_Foi um presente, senhor! – ela disse, meio ofendida. – Pode levar.
_Ok então... – ele suspirou e guardou a carteira. – Vamos então?
_Eu já disse que quero me despedir do Josh! – ela insistiu.
_Ele deve estar ocupado, garota! – Draco falou, ríspido, depois sorriu. – Com certeza ele vai entender, não é?
_Vamos, querida. – Gina insistiu. – No fim das contas eu nem escolhi meu vestido.
_Ainda não?! – ela perguntou, indignada. – Isso deve ser um sinal, mãe, para você não se casar! – e olhou feio para Draco.
_Sua mãe e eu vamos nos casar, Lily, nem que seja com roupa de banho! – afirmou, tentando não parecer muito rude.
_Blah! – ela fez. – Obrigada srta Stephane. – ela foi até o balcão. – Por favor, agradeça ao Josh, sim?
_Não se preocupe, Lily. – ela sorriu.
_Vamos, querida. Obrigada pela boneca. – ela acenou para a moça no balcão.
Draco passou o braço pelo ombro de Gina e acenou para a moça também. Lily revirou os olhos, desgostosa, mas segurou a mão da mãe para voltarem até a loja dos vestidos.
_Ué? Ela já foi? – Josh voltou para a loja e perguntou, decepcionado.
_Já. Acabou de sair. A mãe dela apareceu aqui super brava porque ela havia sumido da loja. – sorriu. – O padrasto veio junto.
_Hum... – ele caminhou até a frente da loja para vê-los se afastar. – Coitada... Ela não quer que a mãe se case.
_Criança é assim mesmo, mas no fim vai acabar se acostumando.
_Tomara. – ele continuou observando-os, impressionado com a figura de Gina, embora só a visse de costas, e imaginando como seria o rosto dela. – É bonita mesmo. – sorriu.
_O quê? – Stephane perguntou.
_Hum? Nada... – desconversou. – Tomara que ela volte qualquer dia.
_Deve voltar. A mulher disse que acabou não escolhendo nenhum vestido.
_Hum... Isso deve ser um sinal. – sorriu e voltou para o interior da loja a espera de algum cliente.

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