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4. Capitulo III


Fic: Persuasion atualização em Breve!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Primeiramente gostaria de agradescer todas vocês que leem as minhas fics:
Em particular as meninas que sempre marcam presença...como a Gislene B.Pizzol Tristão...valeu garota tb amoo Orgulho e Preconceito....
Dark Mell Lestrange...Nossa finalmente me libertei para escrever da forma que aprecio....não havia escrito antes, por não saber se agradaria, é uma linguagem dificil você me entende....mas valeu pela força....
Morgana Dii...muito obrigada pelo incentivo... me deixa lisonjeada a sua admiração, espero vê-la mais por aqui....muito obrigada e tah ai o novo capitulo....
e é Calro aminha amigioooooooooooona Soraya....que tah ocupada mas sei que qdo der ela passa aki...te adoro garota
Gente o próximo capitulo vai demorar.... to escrevendo um artigo científico na Faculdade... e tenho que me dedicar 100%...mas logo faço o próximo prometo...
bjuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

J.D.Leal
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Capitulo III


Hermione resolve passar os dias antes de retornar novamente a Hogwarts, em Grimund Place XII, para fazer uma visita a Senhora Weasley,que havia sido incumbida por Harry de cuidar da casa depois da guerra, foram ela, Harry e Giny. Ronald, ainda abalado pela recusa de Hermione resolveu ficar em Hogwarts para treinar um pouco mais de Quadribol.
Hermione só não imaginava encontrar lá também uma pessoa conhecida, afinal, nunca imaginou que ele tivesse tão boa relação com a família Weasley a ponto de passar uns dias em sua companhia, essa pessoa era nada mais nada menos do que Severo Snape.

- Professor Snape, o senhor por aqui?

-Srta. Granger.

- Não imaginaria encontrá-lo por aqui.

- Oh, sim, claro, vim a pedido de Molly lhe fazer algumas poções e ela me convidou a passar alguns dias aqui até que necessite retornar a Hogwarts, penso que o mesmo estás fazendo aqui, apenas descansando antes de voltar a rotina de aulas?

- Certamente Sr.



Durante uma manha de sol, Hermione lia calmamente em seu quarto, quando foi bruscamente interrompida, pelo povoador de seus pensamentos, Snape.

- Professor Snape

-...

- Por favor sente-se a que devo a honra de tão inesperada interrupção? Creio que o Sr. E a senhora Weasley não estejam em casa.

-... É esta casa melhorou sem aquela atmosfera de ameaça constante não é?

- Imagino que sim. Estava agora mesmo pensando em fazer um chá para mim, gostaria de me acompanhar?

-Não obrigado... Tenha um bom dia Srta.


Da mesma forma inesperada com a qual entrou Snape saiu, ao ouvir barulhos de pessoas subindo as escadas.
A Sra. Weasley, estranhou ver o Professor Snape saindo do quarto de Hermione e foi ver se tudo estava bem, Hermione garantiu que tudo estava perfeitamente bem mas não sabia dizer o que ele estaria fazendo lá em seu quarto , pois o mesmo não disse nada de importante.
Naquela mesma noite Hermione se encaminho para a sala de jantar Durante a noite, e começou a conversar com o Sr. Weasley sobre a guerra. No decorrer da conversa chegaram no nome Snape, que não se encontrava em casa no momento.

Sabe Hermione, ele pode ser anti-social como é , e ter um gênio muito difícil, mas certamente Snape é o homem mais corajoso que já vi, e o mais leal, creio que o que vou lhe dizer a chocará, guardamos isso por muito tempo já de você, quero que compreenda, que a culpa não foi dele, se ele pudesse ter evitado com a própria vida o teria, pois eu sei eu estava lá.

- Por Merlin Arthur, me conte de uma vez, o que tem Snape a ver comigo?

- Hermione, no dia em que sua mãe morreu, se lembra, todos nós estava-mos lá, o que você não sabe é que o comensal que desferiu a maldição da morte, sem torturá-la lembra? Pois bem, foi o Severo que o fez, ele se condena até hoje por esse ato , que ele foi obrigado a cometer.

- Então o Professor Snape matou a aminha mãe, era ele o maldito comensal, que me fez a pessoa mais infeliz deste mundo?


Lágrimas copiosas escorriam na face de Hermione, tudo o que ela idealizou em relação a aquele homem foi por água a baixo.

-Hermione entenda, ele não teve escolha!


Hermione nem ouviu as últimas palavras do Sr. Weasley, pegou um casaco e saiu rumo a rua, onde uma pesada chuva caia, ao sair não vê mas, cruza com Snape no caminho que resolve segui-la para ver o porque de tanto desespero.
A encontra em baixo de uma marquise chorando, ela ao se deparar com ele, sente um misto de raiva, decepção e carinho.

-Srta. Granger, tenho lutado em vão e não posso mais agüentar, os últimos meses tem sido um tormento, vim ao Largo Grimund apenas para vê-la, me oferecendo a fazer aquelas poções a Molly. Lutei contra o bom senso, o fato de você ser minha aluna, toda a minha falta de crença no amor e em me apaixonar novamente. Abrirei a mão de tudo e pedirei que dê fim a minha agonia.

- Eu não entendo.

- Eu a amo. Ardentemente, mais do a mim mesmo, mais do que minha própria vida, por favor, seja minha namorada, amante, noiva seja lá o que deseje ser, mas fique comigo.

- Senhor prezo o conflito que tem passado, e sinto muito por haver lhe causado sofrimento, foi inconsciente.

- É sua resposta?

- Sim senhor.

- Está rindo de mim?

- Não Senhor

- Está me rejeitando?

- Os sentimentos que impediam sua afeição, certamente o ajudarão a superá-la.

- Posso perguntar, porque me rejeita com tanta falta de cortesia?

- Posso saber por que disse que gostava de mim contra o seu bom senso?
Tudo bem, contra isso aceito suas desculpas, mas sabe que tenho outras razões.

- Que razões?

- Acha que alguma coisa me tentaria a aceitar o homem que arruinou a minha vida matando a minha mãe? Nega que tenha matado-a na época da guerra, quando trabalhava de espião pra Ordem ao lado de Voldemort?

- Eu não nego

- Como pode fazer isto?

- Como você mesmo disse , trabalhava como espião, e não podia deixar o meu disfarce sucumbi, em compensação, não podia deixar sua mãe sofrer nas mãos de qualquer outro comensal.

-Mas você o fez, a matou!

-Eu não tive escolha Hermione, se não fosse eu seria outro e traria a ela não uma morte limpa e indolor, mas a total tortura conhecida, e eu a conheço muito bem, você não suportaria presenciar tal coisa, não sabendo como você ficaria e como ficou. Sei que deveria ter dito isso antes, mas não consegui me perdoar até hoje por aquilo que fui obrigado a fazer, primeiro Dumbledore depois a sua mãe, era um fardo difícil demais para carregar.

- Mas porque a minha mãe?

-Porque queriam você, e a única forma de chegar até você foi através dela, foram ordens expressas do Lord, acabar com a base de força do Potter, ou seja, você e o Weasley, graças a Merlin a guerra terminou antes de que fosse necessário um sacrifício deles, me perdoe!

- E em relação a seus sentimentos, porque nunca se abriu comigo, é obvio que não sente o que diz que sente apenas nesses poucos meses de convivência amistosa, afinal nos conhecemos a 7 anos, porque nunca disse que tinha sentimentos?

- Porque você me fez reviver a chama que eu achava que já tinha se extinguido, mas se é esse o julgamento que tem de mim, que sou um homem sem sentimentos, ou melhor, que esses não devem ser levados a sério, me desculpe por tomar-lhe seu tempo Srta.


Snape deixou Hermione refletindo tudo aquilo ali, sozinha, na chuva. Ela voltou pra casa no outro dia, e durante a madrugada, resolveu refletir sobre tudo o que estava acontecendo, seus sentimentos, suas ambições, sonhos em fim, tudo o que sentia sentada em sua penteadeira, mirando o espelho com um olhar perdido, quando o Professor Snape entra novamente em seu quarto dessa vez calma e silenciosamente, deixa-lhe um vidrinho prateado em cima da cama, lhe dirigindo as seguintes palavras:

- Vim lhe trazer isto, não reafirmarei os sentimentos que lhe foram tão repulsivos, mas se permitir me defenderei das duas acusações que lançou contra mim.

Hermione nem se digna a olhar para trás para vê-lo partir, depois que ele se retira, ela pega o vidrinho e repara que são memórias, conjura uma penseira e mergulha de encontro a essas memórias.
Nelas ela vê tudo que se passou durante a morte de sua mãe, as lágrimas que Snape derramou ao desferir-lhe o último feitiço, viu Arthur consolando-o, tudo o que ele sentia ao vê-la triste e também tudo sobre Lilian Evans seu primeiro amor, logo seguida ela viu, todas as vezes que ele a observava, desde em sala até na Ordem, nos corredores, depois da guerra, durante as correções de provas onde ele fazia comentários do quanto ela era brilhante, em fim, tudo relacionado a ela demonstrando assim, todo o sentimento que ele nutria por ela.

Na volta para Hogwarts tudo era diferente para ela agora, via o Professor Snape com outros olhos, e começava a se compadecer do sofrimento dele, deixando de lado um pouco o dela.

Começou a observá-lo, suas nuances os pequenos detalhes, e durante um recesso em Hogwarts, feito por motivo de uma inspeção do ministério, Hermione resolve seguir o professor até sua casa.
O velho bruxo morava em uma casa respeitosa agora, depois de uma severa reforma que fez após a guerra, nem se parecia com a casa caindo aos pedaços que era antes, mesmo que o bairro, Spinners End não ajudasse muito. Era uma casa majestosa de dois andares em um estilo Greco-romano, mas com o requinte e detalhes tipicamente ingleses, um jardim belíssimo e uma fonte ao centro da casa, por dentro o piso era recoberto pelo mais fino mármore verde musgo, logo no Hall de entrada podia se ver a imponente escadaria de dois acessos, a direita depois de uma grande porta de madeira era a sala de jantar e ao lado esquerdo se localizava a biblioteca e a pequena sala de leitura. Junto a sala de jantar se encontrava a cozinha. No andar de cima, ficavam os quartos, três para ser mais exata, no quarto de Snape havia uma passagem discreta que dava acesso ao seu laboratório particular, no quarto tamb’’em podia ser visto um grande Closet com várias vestimentas de bruxo, claro que, não diferenciavam muito nas cores, não passavam de tons escuros de azul, verde musgo e é claro, preto, uma organização impecável, diga-se de passagem, tudo muito bem dividido.
já a grande cama de casal, dispunha de um dossel na cor tabaco como toda a cama, os lençóis do mais puro cetim preto, rodeada de um tapete branco contrastando com o piso verde, seu banheiro era imenso, dispondo de uma banheira luxuosa, já que os bruxos não sabem o que é um chuveiro.
Todo preto e dourado para variar, os outros quartos eram tão luxuosos quanto, apesar de uma peculiaridade, havia um dos quartos , o mais próximo do de Snape, que destoava da decoração costumeira, o quarto tinha o piso de mármore branco, e era todo em vinho e dourado, como se Snape realmente esperasse um Grifinório para passar uma estádia lá, e esse quarto não passou despercebido por Hermione, que mesmo oculta por uma capa de invisibilidade, a de Harry a título de informação.
Ela se apaixonou pelo quarto, o banheiro todo branco, lindo e delicado, a cama , também de dossel era mogno, composta por um fino tecido rosa transparente, dando um ar de mistério do conteúdo da cama, com os lençóis em cetim vinho com detalhes dourados. O que mais chamava atenção em Hermione eram os quadros, enquanto os do quarto de Snape eram sombrios usando muito jogo de luz e sombras, os desse quarto retratavam a mesma jovem, ela como uma doçe bailarina, ela na beira de um lago sombrio, ela em volta em tecidos leves, ela estudando, curioso é que era a mesma moça, que dependendo da luz ficava encoberta sua identidade e como as cortinas do quarto estavam fechadas, ela não pode ver direito quem era, só via os longos cabelos dourados e cacheados.
Hermione não queria ser vista de forma alguma e tratou de ser o mais discreta possível, seguiu Snape até o laboratório, e espiando por um vão da porta retirou a capa para se posicionar melhor e esse foi o seu erro, pois, no trabalho de tirar a capa esbarrou na pesada porta de marfim que rangeu e denunciou sua posição, fazendo com que Severo a visse na hora. Ela tentou fugir saiu correndo, mas quando estava descendo as escadas, Snape aparatou no pé da escadaria, fazendo com que ela parasse bruscamente.
























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