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4. IV • Sedução em Alta Densidade


Fic: A Honrosa Face do Desejo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Nos capítulos anteriores:
Se Draco sentia alguma coisa por ela, era físico e não emocional. O desejo poderia ser maravilhoso, mas sem amor tornava-se uma sombra. O passado de Draco a chocara. Um homem como ele poderia vir a amar?
— Como foi na capital? — Hermione indagou, tentando ocultar do pai o que sentia.
— Não tão mal como esperava. Venha. Contarei tudo durante o jantar. Se já tem idade suficiente para ingressar em uma facul¬dade, é madura o suficiente para ouvir sobre as finanças da família.
Hermione sorriu. Era a primeira vez que o pai a tratava como uma adulta...
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Hermione dormiu mal aquela noite. O rosto de Draco se misturava a tiros, explosões e palavras rudes, despertando-a repetidas vezes.
Tomou o desjejum com o pai e este a lembrou para não se encontrar com o vizinho enquanto ele estivesse na cidade a fim de acertar os termos do contrato com a companhia de frutas.
— Ficarei em casa, estudando piano — prometeu, no momento de se despedirem.
Assim que o pai se foi, Hermione apanhou o livro de cadências e foi para a sala. Os dedos começaram a se mover sobre o teclado, mas seu estado de espírito não estava para exercícios. Tocou, então, uma música de Sibelius, muito doce e triste.
Teria de deixar sua casa e Draco. Não havia esperança para ela. Seu coração lhe dizia que nunca o esqueceria. Por outro lado, dizia que seu futuro ali seria triste, caso insistisse em ficar. Quantas vezes tentara lutar contra a indiferença de Draco? Quantas vezes se machucara tentando demonstrar que crescera? Por que se permitira sonhar que um homem como Draco poderia se apai¬xonar por ela?
Levantou-se, fechou o piano e foi até a escrivaninha do pai. Havia pilhas de papéis com numerosos cálculos e um lápis. Apa-nhou o lápis e começou a escrever sobre o amor quando não era correspondido. De repente, em um louco impulso, escreveu um bilhete a Draco, pedindo que a encontrasse à noite, na floresta, para que pudesse lhe mostrar o quanto o amava.
Assim que terminou de escrever, riu da idéia, amassou o papel e se pôs a andar de um lado para o outro.
Decidiu que não suportaria ficar sem fazer nada a tarde inteira. Seu pai recomendara que não saísse de casa, mas, por mais que desejasse, seria impossível obedecê-lo.
Selou a égua, acenou para Anna e se afastou em direção ao vale. Estranhou a agitação da cozinheira, que conversava com um dos vaqueiros no momento em que ela saiu, mas logo a es¬queceu. Afinal, não estava fazendo nada de errado. Apenas pre¬cisava gastar um pouco de suas energias.
Galopava por uma colina quando um som lhe chamou a aten-ção. A égua se assustou e empinou, derrubando-a.
Um ombro e o peito se chocaram contra uma pedra e ela sentiu uma forte dor. A égua correu para longe. Conforme tentava se sentar, viu Draco a cavalo e três homens armados ao seu en-calço.
Não podia acreditar em seus olhos. Era impossível haver tanta violência no campo, numa linda tarde de verão. Recusara-se a acreditar nos noticiários a respeito das guerrilhas e dos problemas políticos que afetavam a nação. Mas era verdade. Longe da capital, acabara perdendo o contato com o mundo.
Naquele instante, porém, com os homens vindo rapidamente em sua direção; reconheceu que o perigo era iminente. E se ati-rassem nela e em Draco? Oh, por que não o ouvira nem a seu pai?
Os guerrilheiros começaram a atirar, e seu coração disparou de medo.
— Hermione! — Draco murmurou, ajoelhando-se a seu lado e atirando. — Está ferida?
— Eu caí.
Ele disparou novamente e a fez se deitar no chão. Não queria que Hermione visse, mas a vida dela dependia de sua atuação. Tinha de detê-los. Não suportaria se aquelas mãos brutais a tocassem.
O fogo cessou abruptamente e Hermione olhou para Draco. Ele não se parecia mais com o homem que conhecia. Falava palavras horríveis, seu rosto estava tenso, as mãos segurando uma arma. Tentou não gritar. O cheiro da pólvora a incomodava, seus ouvidos estavam surdos devido aos estampidos.
Draco a levantou e a colocou sobre seu ombro, sem largar a metralhadora. Em questão de minutos a tirou daquele lugar e penetrou na selva, não antes de ela notar que um dos atacantes jazia imóvel no chão, e os outros dois curvados sobre seus cavalos, em agonia.
No silêncio da mata, sentiu-se aliviada. Deus, em pensar que poderia estar morta! Que Draco poderia estar morto! Parecia um pesadelo. Ainda bem que Draco a vira. Só em pensar no que poderia lhe ter acontecido nas mãos daqueles homens...
— Onde foi que se machucou? — Draco perguntou quando a encostou contra uma árvore. — Está sangrando.
—Draco, aqueles homens... Não estamos correndo perigo?
— No momento, não. Até eles conseguirem reforços, podemos ficar tranqüilos. Eu avisei para não sair sozinha, não avisei? Aquele não era o Draco que conhecia. Era um estranho. O mercenário de que seu pai falara. Sem paciência, sem humor, sem máscara.
Quando ele começou a lhe desabotoar a blusa, tentou impedi-lo.
— O sangramento precisa ser estancado. Não é hora para pu-dores. Deite-se e fique quieta.
Mas ela lutou e ele precisou afastar seus braços e segurá-los por um momento, para depois afastar a blusa. Felizmente estava usando sutiã aquele dia, apesar de transparente.
— Onde estão seus homens?
— Na fazenda, tentando deter os guerrilheiros. Eu pensei que houvesse conseguido afastá-los há alguns dias, mas eles voltaram com cerca de uma dúzia de amigos. Semson foi buscar ajuda junto às tropas do governo. Fui um tolo em me deixar perseguir e em me separar dos outros.
— Não fosse por minha causa, você teria conseguido.
— Nunca vai aprender a ouvir? — ele a interrompeu. Com extremo cuidado, pressionava seu lenço ao ferimento do ombro. — Precisará ver um médico. Foi um milagre não ter sido gra¬vemente ferida no seio. Eles já estão escurecendo devido ao he¬matoma.
Hermione corou. Ele podia estar acostumado olhar para o corpo nu das mulheres, mas ela nunca tinha sido olhada por um homem antes.
Sem ligar para seu constrangimento, Draco terminou de lim-pá-la e tornou a fechar a blusa. Não revelava uma única emoção. Por dentro, porém, sentia-se inchar diante daquele corpo jovem, perfeito e intocado. Até aquele dia fora possível pensarem Hermione como uma criança, mas agora...
— Precisamos nos refugiar em um terreno mais alto. Eu os assustei, mas não sei por quanto tempo. — Ele ajudou-a a se levantar. — Pode andar?
— Claro — respondeu, incerta, os olhos se movendo para a arma que ele tirava do chão e para a cartucheira que cruzava o peito.
— É uma Uzi — ele a informou. — Uma arma automática de fabricação israelense. Dou graças aos meus instintos que me fizeram trazê-la esta tarde. Foi uma pena você ter me visto usá-la, mas não fosse isso, ambos estaríamos mortos.
— Eu sei. Meu pai me contou o que você fazia para ganhar a vida.
Draco se deteve. Precisava descobrir como Hermione se sentia após a descoberta. Não havia desprezo, nem medo, nem choque em seus olhos.
— Para desencorajá-la de qualquer relacionamento mais pro-fundo comigo, eu presumo.
— Devo ser transparente — Hermione comentou, os olhos baixos. — Não imaginava que todos soubessem como eu estava me por¬tando como uma tola.
— Tenho vinte e cinco anos e muita experiência com as mu-lheres. Seu rosto é expressivo, Hermione, e sua inocência a torna ainda mais vulnerável. Mas eu não a chamaria de tola por sentir atração por alguém.
Depois dessas palavras, Draco se ocupou em cortar o mato para poderem passar. Foi uma tarefa difícil, uma vez que ele só contava com uma faca. Conforme caminhavam, ele tentava apagar todas as pegadas para que não fossem seguidos. Mas ela sabia que corriam perigo assim mesmo. Não estavam lidando com ama¬dores, e sim com guerrilheiros dispostos a tudo.
Conforme se embrenhavam pela selva e Draco afastava os galhos de plantas para ela passar, não podia evitar de admirar os músculos daquele corpo másculo. Uma vez, seus olhos se encon-traram e ela percebeu que os de Draco se fixaram longamente em sua boca. Foi o suficiente para o sangue correr mais depressa em suas veias e para provocar sonhos proibidos.

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