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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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5. Uma questão de amizade - Parte


Fic: BEFORE THE DAWN- NC18 - Continuação de Save Me - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Uma questão de amizade - Parte II


 Slipknot - Vermilion Pt. 2


Slipknot - Vermilion Part 2

She seemed dressed in all of me
Streched across my shame
All the torment and the pain
Leaked through and covered me
I'd do anything to have her to myself
Just to have her for myself
Now I don't know what to do
I don't know what to do
When she makes me sad

She is everything to me
The unrequited dream
A song that no one sings
The unattainable
She's a myth that I have to believe in
All I need to make it real is one more reason

I don't know what to do
I don't know what to do
When she makes me sad

But I won't let this build up inside of me
I won't let this build up inside of me
I won't let this build up inside of me
I won't let this build up inside of me

A catch in my throat, choke
Torn into pieces
I won't, no!
I don't wanna be this...

But I won't let this build up inside of me
(I won't let this build up inside of me)
I won't let this build up inside of me
(I won't let this build up inside of me)
I won't let this build up inside of me
(I won't let this build up inside of me)
I won't let this build up inside of me
(I won't let this build up inside of me)
Won't let this build up inside of me

She isn't real (I won't let this build up inside of me)
I can't make her real (I won't let this build up inside of me)

She isn't real (I won't let this build up inside ofme)
I can't make her real (I won't let this build up inside of me)


Slipknot - Vermilion Part 2 (tradução)

Ela parecia vestida em tudo para mim
Constrangia-se através da minha vergonha
Todo o tormento e toda dor
Vazava por dentro e me cobria
Eu faria qualquer coisa para tê-la para mim
Só para tê-la para mim
Eu não sei o que fazer
Eu não sei o que fazer
Quando ela me faz triste

Ela é tudo para mim
Um sonho perturbador
Uma canção que ninguém canta
A incapacidade

Ela é um mito que eu tenho que acreditar
Tudo o que eu preciso para fazer isso real é mais uma
razão
Mas eu não sei o que fazer
Eu não sei o que fazer
Quando ela me faz triste

Mas eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim


Coloco na garganta, sufoco.
Rasgo em pedaços, eu não quero, não!
Eu não quero ser isso...

Mas eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Não vou deixar isso crescer dentro de mim


Ela não é real
Eu não posso fazê-la real
Ela não é real
Eu não posso fazê-la real


Outubro, 2001

Rony desceu vivamente os corredores do Ministério, oferecendo acenos sucintos para os que o cumprimentavam e parando apenas por um momento para colocar a cabeça no escritório de seu pai e dizer bom dia.

Ele subiu as escadas, tateando os muitos corpos que enchiam os corredores do Departamento antes de bater rapidamente na porta de Sirius. Não ligando em esperar, Rony virou a maçaneta e entrou, deixando a porta se fechar com um silencioso ruído.

Sirius ergueu o olhar dos papéis que estava estudando e ergueu uma sobrancelha enquanto Rony cruzava os braços na frente do peito.

- O que foi?

- Acho que estou pronto para você explicar os detalhes do tão solícito trabalho da Hermione.

Largando sua pena na mesa, Sirius recostou-se em sua cadeira e analisou Rony por muito tempo antes de fazer menção a uma cadeira:

- Você vai sentar ou ficar aí de mau humor?

Rony rolou os olhos e jogou-se na cadeira, juntando as mãos enquanto de inclinava para frente:

- Então?

- Vamos deixar uma coisa bem clara aqui, Rony. – Sirius começou, dando uma pancadinha com os dedos nas mãos. – Eu não trouxe a Hermione aqui para tornar as coisas desagradáveis e desconfortáveis para você.

- Então por que a trouxe aqui?

- Ela era um componente valioso para o Sr. Whimple quando estava sob o Departamento dele alguns anos antes de ir estudar em Roma. Arthur esteve mantendo contato com ela desde que ela partiu...

- Meu pai? – Os olhos de Rony se estreitaram, obviamente não muito satisfeito com a informação.

- Gostando ou não, ela é parte da sua família. Seus pais a amam como uma filha...

- Bem, ela não é.

- E eles, – Sirius continuou calmamente. – junto com os pais de Hermione, queriam ter certeza de que ela não estava se esforçando demais em Roma...

- “Se esforçar demais” é o segundo nome da Hermione. – Rony exclamou. - Só não vejo o que isso tem a ver com o nosso Departamento. Certamente ela é boa em desenvolver poções e inventar encantos, mas Harry e eu ralamos para chegar onde estamos e ela só pensa em ter um escritório bacana e aconchegante.

- Na verdade, é um pouco apertado.

- Sem mencionar que você está permitindo que ela ajude no caso que acabou de surgir.

- Hermione desenvolveu habilidades avançadas em Roma. – Sirius disse, seus olhos se enchendo de algo extremamente próximo de divertimento. – Não é essa a razão pela qual ela foi, em primeiro lugar?

Rony suspirou e pressionou os dedos nos cabelos rapidamente antes de menear a cabeça:

- Então, creio que você vai impor algumas restrições a ela como fez comigo e o Harry?

- Você e Harry têm nove meses pela frente antes de se tornarem Aurores. – Sirius mencionou – Hermione estudou com uma das professoras mais capacitadas no Mundo Mágico. Se ter a chance de tê-la por perto vai me ajudar a compreender o que este bastardo doente está fazendo com as pessoas que eu conheço, vou deixa-la fazer o que for necessário.

Rony franziu os lábios firmemente enquanto afundava de volta na cadeira:

- Não sei se consigo trabalhar com ela.

- Você vai trabalhar com ela. – Sirius disse com firmeza. – Você e Hermione são adultos e espero que ajam como tais. Por outro lado, tiro você do caso e te ponho na Divisão de Mau Uso de Artefatos Trouxas. A decisão é sua.

Deixando um longo suspiro escapar pelos lábios, Rony ergueu-se.

- Ótimo. Tenho que ir para o treino.

Quando Sirius assentiu, Rony controlou o mau gênio e abriu a porta para o corredor barulhento. Ela parou abruptamente, sua expressão permanecendo sem emoção quando ele ficou cara a cara com Hermione. Ela estava fitando-o por cima com seus grandes olhos enquanto esforçava-se para manter uma pilha de livros e papéis nos braços.

- D-desculpe. – Ela murmurou, sacudindo o ombro para evitar que a bolsa escorregasse até o cotovelo.

Rony a fitou por um momento antes de levantar as sobrancelhas, irritado.

- Então...?

Ela franziu as sobrancelhas em confusão antes de perceber que ainda estava bloqueando a passagem dele para o corredor.

- Oh! Desculpe!

Ela se afastou, apertando os livros contra o peito quando eles começaram a escorregar novamente.

- Eu não... Percebi... – A voz de Hermione morreu, seus ombros caíram quando Rony passou por ela e desceu o corredor sem uma palavra. Ele sentia o olhar dela nele e pensou tê-la ouvido dizer algo, mas ele apressou o passo e já estava muito longe para ter certeza.

Virando o corredor, Rony empurrou as portas duplas rudemente antes de dirigir-se diretamente para os vestiários. Ele resmungou aos muitos cumprimentos dos companheiros Aurores antes de puxar depressa a camisa, abrir o armário e joga-la lá dentro.

- E aí, seu bundão? – Harry perguntou calmamente, abaixando-se para amarrar o sapato. Ele ergueu a cabeça em confusão quando Rony murmurou uma resposta. – O que foi?

- Hermione. – Rony repetiu mordaz. Ele arrancou o cinto e rolou os olhos quando Harry ergueu uma sobrancelha. – Eu... Só... Ela voltou há um dia e já estou irritado com ela.

- Mas você mal fala com ela. – Harry disse, endireitando-se e alcançando seus armários para pegar suas roupas. – Bem, exceto para destruir o coração dela.

Rony tirou uma camiseta branca de seu armário e permaneceu impassível:

- Eu não destruí nada, Harry. Ela ia descobrir, certo?

Harry não disse nada, mas continuou a se vestir.

Se amaldiçoando por ser um pouco curioso, Rony sentou-se no banco e calçou os tênis.

- Você... Falou com ela? Depois que Mel e eu fomos embora?

- Por alguns minutos. – Harry disse, desajeitado. Rony soltou um suspiro de frustração quando Harry ficou em silêncio novamente.

- Ela está chateada?

- Você não sacou o lance do “destruir o coração”? – Harry perguntou, fechando o armário com uma força súbita. Antes que Rony pudesse replicar, Harry rodeou-o. – E não me diga que não obteve ao menos um pouco de prazer disso.

- Do que está falando?

- Que tal um jeito de mostrar isso à mulher que quebrou seu coração dois anos atrás? Convida-la para uma “reuniãozinha” e apresenta-la para a sua noivinha sem nem pensar em como ela podia se sentir!

Rony ficou de pé e apanhou suas roupas.

- Você está fora disso.

Ele fez uma pausa quando Harry o fitou e meneou a cabeça:

- Tanto faz, Rony. Tudo que digo é que ela voltou agora. As coisas vão ser diferentes e, gostando ou não, Hermione ainda é minha amiga.

- Maldição, eu sei...

- E se você tentar magoa-la de propósito novamente, - Harry disse, sua voz fria. – Vou chutar o seu rabo!

Rony devia ter dado uma resposta sarcástica, mas algo nos olhos de Harry o manteve em silêncio e observando em silêncio enquanto Harry escorregava sua varinha para o bolso de trás e saía. Afastando a culpa, Rony bateu com força a porta do armário e percebeu dois estagiários do primeiro ano o encarando com os olhos arregalados.

- O que? – Ele rosnou, relativamente satisfeito quando eles imediatamente voltaram a se vestir. Suspirando, Rony colocou suas vestes, sentindo-se extremamente triste pelo sujeito com quem estava treinando aquela manhã.

A manhã tornou-se tarde, e Rony trabalhou até o almoço. Quando anoiteceu, Rony tomou uma ducha e se vestiu rapidamente antes de aparatar em casa para evitar ter uma conversa com Harry. Ele ficou surpreso em encontrar as coisas de Imelda na porta da frente.

- Mel? – Ele tirou as próprias vestes, ouivindo por qualquer movimento no andar de cima. Ele a chamou novamente e ouviu a rápida resposta dela vinda da cozinha. Desabotoando a gola da camisa, ele caminhou para a cozinha e a encontrou sentada à mesa e lendo o jornal. Ele esperou até ela erguer o olhar para ela.

- O que está fazendo em casa? Eu pensei que você tinha que treinar toda a noite.

- O que você está fazendo em casa? – Ela perguntou, folheando uma página do Profeta Diário.

- Eu pensei em vir para casa e comer antes de voltar. – Rony disse. – Já respondi, agora é a sua vez.

- Eu terminei cedo. – Imelda explicou, bebericando o chá. – Krauss me disse que estou muito avançada para apenas o meu primeiro ano de treinamento.

- Talvez ele te adiante. – Rony tirou uma caixa de biscoitos do armário e virou-se para se encostar no balcão. Ela fez um pequeno som com a garganta.

- Posso te perguntar uma coisa? – Imelda perguntou, fechando o Profeta Diário e recostando-se na cadeira para olhá-lo.

- Claro.

- É sobre a Hermione...

Rony grunhiu e virou-se para colocar a caixa no balcão.

- Você vai chutar o meu rabo também?

- O que?

- Nada. – Ele suspirou, limpando as migalhas das mãos e cruzando os braços. – O que tem a Hermione?

- Bem, eu sei que você nunca discute isso, mas eu sei que vocês não se separaram em bons termos.

- O que você acha?

- Ela pareceu um pouco... Retraída quando você me apresentou a ela. – Imelda disse, ficando de pé para pegar sua caneca na pia. – Você esqueceu de informar a ela que vamos nos casar?

- Não falei com a Hermione por séculos... Não achei que...

Ela ficou em silêncio enquanto abria a torneira e enxagüava a caneca. Rony a observou enquanto ela sacudia o excesso de água e a colocava na secadora.

- Você está puta comigo por causa disso?

- Não. – Ela suspirou e secou as mãos antes de voltar-se para ele. – Mas ela é amiga do Harry e da Gina e é próxima da sua família. Eu não quero que ela me odeie.

- Mel...

- E eu sei o quão doloroso as coisas podem ser entre duas pessoas que se amavam. Especialmente se você divide amigos mútuos... Especialmente se uma deles está se casando.

Rony cobriu seu rosto.

- Primeiro, ela não vai te odiar. Segundo, as coisas eram dolorosas antes de ela partir e já faz dois anos. Eu duvido que ela ainda esteja ligada a mim, porque, acredite ou não... Eu não ligo mais para ela. É duro deixar o seu primeiro amor... Digo, quem foi o seu?

Imelda ficou pensativa por um momento antes de sorrir:

- Você.

Rony mordeu o lábio como se estivesse reconsiderando.

- Então você não sabe o que quero dizer.

- E espero que nunca saiba. – Imelda sussurrou, levando os braços ao redor do pescoço dele. – Você pode ficar em casa hoje à noite?

Ela pressionou-se contra ele sugestivamente, o que, por alguma estranha razão, o fez se afastar.

- Infelizmente não. Tenho que fazer vigília hoje com o Harry... Devo chegar tarde em casa.

- Oh. – Imelda fez beicinho antes de seus olhos se iluminarem. – Bem, estarei à sua espera de qualquer forma.

Rony aceitou o beijo dela antes de virar-se e encaminhar-se para a porta da frente.

- Rony?

- Sim? – Ele parou no batente da porta e relanceou o olhar para ela.

- Eu te amo.

Ele sorriu.

- Eu também. Te vejo mais tarde.
***

Ele ficou de mau humor no momento em que voltou às portas do Ministério. E a pior parte disso é que ele não sabia por quê.

Rumando para o seu armário, Rony abriu-o e tirou uma pequena bolsa de couro. Rony sacou a faca do couro e enfiou-a na bainha dentro de sua bota antes de dar um puxão na perna de sua calça. Ele certificou-se de que sua varinha estava no bolso de suas vestes antes de dar meia-volta da ala de treinamento onde ele sabia que Harry poderia estar à espera, esperançosamente não tão furioso como mais cedo.

Rony não estava no clima para o treinamento indiferente pelas próximas duas horas. Apesar de ser uma mera patrulha, mesmo que Aurores em treinamento raramente tivessem que ater-se a missões reais, Rony esperava por algum tipo de ação aquela noite.

Ele estava cheio de energia e tensão incontidas e havia apenas duas formas de extravasar isso. Transar loucamente ou socar a cara de algum sujeito.

Seus passos vacilaram por um momento quando se deparou com Hermione. Harry estava agachado e ajustando alguma coisa no cinto dela enquanto eles conversavam baixinho. Ele apressou o passo, esperando até Harry erguer o olhar e notava a sua presença.

- O que ela está fazendo aqui?

Harry endireitava-se enquanto Hermione ajustava suas vestes.

- Ela vai fazer vigília com a gente.

- Para o Inferno que ela vai! É muito perigoso.

- Patrulhar? – Harry perguntou, lançando um olhar divertido a Rony. – A única coisa que Hermione tem que temer é o tédio. Além disso, são ordens do Sirius, Rony.

- E se algo acontecer? – Rony questionou enquanto cruzava os braços. Ele apontou para Hermione. – O que fazemos com ela?

- Eu estou aqui, sabe. – Hermione disse, erguendo subitamente o queixo. – Não ficarei no seu caminho e prometo tomar conta de mim mesma.

Rony finalmente voltou-se para olhá-la, uma resposta sarcástica queimando em sua língua.

- Vamos nos atrasar. – Harry disse, relanceando o olhar rapidamente para Rony. – Eu gostaria de estar em casa antes da meia-noite, então, se vocês já terminaram, acho que deveríamos ir.

Hermione tomou o silêncio inflexível como se ele tivesse, mesmo que relutantemente, desistido, e eles rumaram para uma rotina de patrulha em Hogsmead. Ela ficou agradecida pela conversa casual de Harry pela noite inteira e depois de uma hora ou mais de silêncio, Harry mencionou Quadribol.

Ela ficou contente em ouvir Rony e Harry discutirem os Cannons, ainda mais com Rony falando sem um pingo de raiva ou sarcasmo em sua voz. Ela sorriu, sentindo-se nostálgica. Ela podia fingir por um momento que eles tinham dezessete novamente. Era o mesmo, os três juntos de novo. Se não fosse pelo ostensivo fato de Rony não a querer por perto, ela teria mencionado isso para os dois.

Quando Rony informou Harry de que acreditava que Cannons podiam ganhar a Copa Mundial aquele ano, Hermione estremeceu levemente e meneou a cabeça. Então seu sorriso dissipou-se enquanto uma depressão pesada começava a afundar nela. Ela desacelerou o passo e olhou por sobre o ombro, percebendo o beco estreito que conduzia aos fundos do “Cabeça de Javali”. Sem pensar, ela virou-se e começou a caminhar por ele, a dolorosa pulsação em sua cabeça crescendo.

- Hermione.

Ela ignorou o chamado de Harry e continuou andando, parando apenas por um momento enquanto seus olhos acostumavam-se com a escuridão. Ao virar a esquina, ela cambaleou, fechando os olhos rapidamente para o corpo mutilado que jazia adiante. Uma súbita imagem relampejou dentro dela com esforço. O grito tornou-se mais alto em seus ouvidos, mas foi suprimido no momento em que Harry colocou uma mão em seu ombro e a puxou para trás.

- Você está bem?

Hermione abriu os olhos e respirou profundamente antes de assentir, tensa. Rony tinha passado por ela e ajoelhado-se ao lado da mulher que estava encolhida em posição fetal. Seu cabelo estava empapado de sangue e Hermione viu a cicatriz entalhada em sua testa antes de Rony olhar para cima, seu rosto pálido.

- Chamem o Sirius.

****
Rony percebeu sangue seco nas palmas das mãos enquanto muitos Aurores cercavam o perímetro onde Susana Bones foi encontrada.

Não, Rony corrigiu-se, o corpo. Era sempre melhor para seu estômago apenas pensar que era um corpo.

Suspirando, Rony apoiou-se na parede rachada do “Cabeça de Javali”, observando Harry correr uma mão pelo cabelo e falar com Sirius à distância. Querendo fazer mais para ajudar, mas ciente de que não seria autorizado, Rony deixou seu olhar cair sobre Hermione, que estava próxima ao beco, de pé embaixo de uma das lamparinas, esquecida. Ela estava pálida, mas sua expressão permanecia calma, quase inerte. Ele a viu tremer levemente antes de enfias as mãos nos bolsos.

Rony a observou por um momento, muitas perguntas perpassando sua mente. Uma parte dele queria ir até ela, para ter certeza de que ela estava bem. A outra parte o recordava que ele não tinha nada a ver.

- Rony.

Ele virou a cabeça e observou Harry se aproximar antes de usar o pé para afastar-se da parede.

- Então?

- Ele vai nos interrogar amanhã. Ele tem muito que fazer aqui esta noite. – Harry relanceu o olhar para Hermione. – Sirius precisa que um de nós escolte a Hermione até em casa.

Rony encarou Harry por um momento, reconhecendo o seu olhar:

- Não.

- Eu iria, Rony, mas preciso ir para casa e checar a Gina. Ela não tem se sentido muito bem ultimamente. Além disso, eu acho que já é hora de contar a ela o que está havendo antes que ela descubra pelo “Profeta Diário”.

Rony xingou.

- Ela mora em Duvet's Drive. Por que não pode aparatar em casa?

- Ela está agitada. – Harry explicou. – Quer mesmo que a Hermione seja estrunchada por toda Londres?

Rony tentou pensar em outra desculpa razoável, mas aparentemente hesitou por muito tempo porque Harry já estava sacando a varinha.

– Te devo uma, okay?

- Você me deve cinco.- Rony rosnou, seus olhos se erguendo de volta a Hermione uma vez que Harry desaparecera. Respirando profundamente, ele deslizou as mãos para dentro dos bolsos e caminhou até ela.

-Ei – Rony levou uma mão ao ombro dela, afastando-se quando se sobressalatou e olhou para ele, seus olhos arregalados. Ele viu a confusão neles antes do reconhecimento estabelecer-se e ela soltar uma respiração trêmula.

- Você me assustou.

- Desculpe. – Ele disse baixinho, lançando um último olhar para o beco onde seus colegas estavam investigando. – Vou te levar para casa.

- O que? – Hermione de repente pareceu sair de seu torpor e meneou a cabeça. - Não. Eu moro a uma milha daqui. Ficarei bem.

- Ordens do Sirius. – Rony disse, a pegando pelo cotovelo e a conduzindo para longe do beco.

Ele ficou agradecido que ela não protestou e eles caminharam em silêncio por alguns poucos momentos antes de ele perceber que ainda segurava seu braço. Ele o soltou rapidamente e enfiou as mãos nos bolsos mais uma vez, relanceando o olhar para ela.

Hermione não pareceu notar e continuou andando, suas mãos desaparecendo mais uma vez nos bolsos das vestes. Quando alcançaram a ponte de madeira que os levava para a vizinhança, Rony finalmente desistiu de tentar conter sua curiosidade.

- Como você sabia?

- Hmm?

- Sobre a Susana... Onde ela estava.

Hermione piscou e ergueu o olhar para ele.

- O que quer dizer?

Rony parou no pavimento enquanto a agarrava pelo braço gentilmente antes de virá-la para encará-lo:

- Não há um jeito de você ter sabido que ela estava lá atrás e, de alguma forma, eu duvido que você só decidiu dar um passeio atrás do “Cabeça de Javali”.

- Eu não sei. – Ela olhou ao redor rapidamente. – Eu preferiria não discutir isso agora...

Quando ela se virou para começar a andar, Rony apressou-se atrás dela, sua raiva crescendo.

- Quando exatamente você vai discutir isso? Você está trabalhando no meu departamento...

- Desculpe? Seu departamento?- Hermione balançou a cabeça com um bufo e voltou-se para subir os degraus de pedra para seu apartamento. Ela procurou por sua varinha em suas vestes e escutou quando Rony a seguiu.

- Eu trabalho lá, não trabalho? – Rony perguntou, movendo-se para o lado dela enquanto ela sussurrava o encantamento para destrancar seu apartamento.

- Trabalha. – Hermione concordou, virando a maçaneta quando ela ouviu a fechadura se abrir. – Se não se lembra, eu trabalho lá também... E não para você.

Ele não ligava por ela suspirar irritada quando voltou-se para abrir a porta e encontrou a palma da mão dele firmemente contra a porta antes de ele entrar. Ela lhe devia perguntas, droga, e ele não iria embora sem elas.

- Você já me acompanhou até em casa, Rony. Está tarde. Se não se importa, eu gostaria de ir para cama.

- Para a merda a cama. – Ele disse ríspido, fechando a porta atrás dele com mais força do que pretendia. – Se você quer fingir que é mais importante que eu ou o Harry, ótimo...

- Eu nunca disse isso!

- Você me deve algum tipo de explicação. – Rony replicou.

- Devo? – Hermione ergueu o olhar, curiosa, e começou a tirar as vestes pesadas. – Eu te devo uma explicação?

Ele permaneceu em silêncio enquanto ela pendurava as vestes e tirava o suéter pela cabeça. Ele observou seu cabelo cair sobre os ombros enquanto ele ela atirava o suéter descartado na cadeira mais próxima antes de voltar-se para ele.

- Diga-me, Rony, por que acha que eu te devo alguma coisa?

- Não é pessoal. – Rony disse baixinho.

- Me perdoe, mas parece pessoal. – Hermione replicou. – Você não pode entrar na minha casa e me exigir respostas! Você não tem o direito... Perdeu esse direito há dois anos.

- Não me esqueci. – Rony disse espertamente. – E eu não vim aqui para brigar com você ou discutir o que aconteceu no passado. É trabalho. Pessoas que eu amo podem estar em perigo e você sabe de alguma coisa. O que quer que tenha acontecido entre a gente não deveria ter nada a ver com o que está acontecendo agora.

Hermione pesou suas palavras enquanto cruzava os braços contra o peito. Ele podia sentir sua resistência enfraquecendo enquanto as linhas ao redor de sua boca se suavizavam e ele sentiu uma sensação opressa de deja vu fluir nele.

Era irritante e estranhamente confortante saber que suas briguinhas continuavam no mesmo patamar... e então tudo o que ele teria que fazer era toca-la... Deslizar os dedos por seu cabelo e beija-la até a raiva se desvanecer e ela se fundir nele.

Algo dentro dele lhe dizia que ela se lembrava bem, mas o entendimento em seus olhos já tinha ido, substituído pela distância e o desinteresse.

- Para ser franca, Rony, eu estaria ferrada se te contasse alguma coisa sobre minha vida.

- Então você não mudou. – Rony respondeu e virou-se para a porta.

- Por que não escreveu?

A pergunta fez sua mão parar na maçaneta por muitos minutos antes de ele se virar e encara-la.

- O que?

Os braços dela tinham caído para os lados e a frialdade de repente se foi de suas feições. Ela parecia apreensiva enquanto dava um passo adiante.

- Eu te escrevia ...quase todos os dias no primeiro ano. – Hermione disse, sua voz um mero sussurro. – Eu te mandei presentes de Natal...e de aniversário.

- E eu os enviei de volta. – Rony interrompeu, sentindo pontada aguda no peito quando ela tremeu levemente.

- Eu sei. – A voz de Hermione morreu, ecoando pela sala antes de ela erguer o olhar cautelosamente para ele. – Mas as minhas cartas...você não as enviou de volta. Você nunca respondeu.

- Hermione, para ser honesto, eu não li as cartas. – Rony disse com um leve encolher de ombros. – Eu não achei que importasse. Por que desenterrar uma coisa que nos machuca?

- Eu achei que pudéssemos nos separar como amigos. – Hermione disse com um fio de voz. – Pensei que tivéssemos.

Ele suspirou e correu a mão pelo cabelo, amaldiçoando Harry mais uma vê por dar-lhe a tarefa de acompanhar Hermione até em casa. Ele deixou as mãos caírem e as deslizou para dentro dos bolsos rapidamente, inalando profundamente enquanto ela o observava em expectativa.

- Você foi franca, então suponho que eu deva fazer o mesmo. – Ele começou, continuando quando ela assentiu devagar. – Eu provavelmente não entendi o que aconteceu entre a gente aquela noite que passamos juntos. Não me leve a mal, eu não me arrependo, mas não era para ser o fim?

- Fim?

- Entre nós... O fim do nosso relacionamento... É como eu interpreto isso, Hermione.

- Certo, isso fecha a porta de sermos amantes. – Hermione concordou baixinho. – Mas e a nossa amizade?

- Nós já fomos amigos?

- O que?

- Hermione... No começo tolerávamos um ao outro por causa do Harry...

- Você sabe que não era tudo. – Hermione disse com um sussurro encoberto. – Havia algo entre nós... Mesmo quando você tinha onze anos e eu era mais ou menos um troll para você...

- Você nunca foi um troll para mim. – Rony lhe assegurou antes de esfregar a dor em sua têmpora. – Mas você tocou num bom assunto... Havia sentimentos entre nós que eram um pouco mais que platônicos... Sempre foram. E então nos tornamos amantes... E então você partiu. Não começamos como amigos e não consigo nos ver terminado desse jeito também.

Os lábios de Hermione estavam pressionados bem apertados enquanto ela digeria as palavras.

- Então eu acho que você está certo... Eu não compreendi o que aconteceu entre nós. E não só naquela última noite... Mas os quatro anos antes dela.

Ele a observou caminhar até ele, e passa-lo enquanto ela abria a porta.

- Você pode ter pensado em nós como amantes, Rony, mas eu nos considerava mais que isso. Você era meu melhor amigo, e, talvez, seja por isso que foi tão duro partir. Então, mais uma vez, foi erro meu.

- Hermione...

- Por favor. – Ela sussurrou, fechando os olhos brevemente. – E estou com uma terrível dor de cabeça e só quero ir para a cama... Por favor.

Rony foi severo com a desconfortável mistura de culpa e raiva enquanto ele passava por ela e saía. Seus olhos se encontraram por breves segundos antes de Hermione desviar o olhar e fechar a porta com um ruído surdo.

Ele encarou o portal por um momento antes de sacar sua varinha e aparatar em casa, para os braços de Imelda.


BÔNUS


A mulher de outro homem



Carlinhos Weasley ia para o Inferno. Não havia dúvida sobre isso.

Pensar na mulher de seu irmão do jeito que ele estava...

A mulher de seu irmão morto

Ele podia se lembrar de como ela parecia naquela tarde quente, com seu cabelo cor de âmbar enquanto ela seguia sua filha de dez meses (a sobrinha dele, pelo amor de Deus!) pelo quintal enquanto o jantar estava sendo preparado, e as conversas e risadas ecoavam ao redor dela. Seus seios pequenos esmagados contra o avental de algodão que ela usava, e seus pés estavam descalços contra o gramado, escondidos por calças largas e coloridas.

Carlinhos não conseguia se lembrar da última vez em que achara tornozelos tão estupidamente eróticos.

Ele a apanhara o observando mais de uma vez, aqueles olhos quietos e azuis o cravavam no solo só com um olhar, fazendo-o limpar a garganta e tentar lembrar-se do que exatamente conversava com Gui.

No jantar, ela se sentara próxima a ele com um sorriso simpático nos lábios vermelhos, engajando-o no que ela considerava uma conversa amigável. Mas a sua voz o fazia se atrapalhar com as palavras e, Cristo, até gaguejar quando seus dedos roçavam uns nos outros quando ela lhe passava a tigela de salada.

Gemendo, Carlinhos mudou de posição na cama, impacientemente arrancando os lençóis de seu corpo que pulsava. Esse não era ele. Ele não gaguejava perto de mulheres. Ele as enfeitiçava, mentia para elas e dormia com elas. Mas ele não corava perto delas. E ele definitivamente não era o tipo que ficava acordado às três da manhã, agonizando o pensamento de querer transar com a única pessoa que não poderia ter.

Carlinhos fechou os olhos, determinado a apagar qualquer pensamento em Penélope de sua mente. Ela é mulher do seu irmão...mulher do seu irmão...mulher do seu irmão.

Era. Percy está morto, seu débil mental., ele disse a si mesmo antes de gemer novamente e esfregar a mão suada em seu rosto cansado. Sim, Percy estava morto, mas isso não fazia as fantasias doces e sujas que ele continuava tendo com Penélope mais certas. De fato, isso só o fazia se sentir mais enojado e esquisito.

Ele rolou de costas, a culpa flutuando nele novamente quando ele lembrava da risada rouca dela. Era um som fumegante e afortunado. Um que enredava um homem numa orgia de emoções e luxúria.

Ele imaginou se os gemidos dela soariam iguais enquanto ela gozava quando ele fizesse amor com ela.

Carlinhos sentiu sua mão instintivamente deslizar para dentro de sua cueca e agarrar sua ereção. Foda-se, ele pensou enquanto sua palma começava a bater devagar. Ele poderia ter uma rápida punheta * e tira-la de sua mente de uma vez por todas. Seu punho cerrou enquanto ele começava a mover mais rápido, seus olhos se fechando e um pequeno gemido escapando de seus lábios.

Não havia mais culpa. Apenas a necessidade desesperada de um complemento. Ela estava preenchendo seus sentidos... a maneira como ela se movimentava, o seu cheiro. Ele podia praticamente sentir os dedos esguios dela ao redor de seu pênis. As unhas pequenas e não-pintadas apalpando e batendo. Então seus lábios desceriam, sua língua dardejando e provocando antes de toma-lo em sua boca.

Carlinhos arqueou o pescoço para trás enquanto ele começava a bombear com uma necessidade inegável. Ele tinha que tira-la de sua cabeça...fora....fora...fora. Finalmente a familiar montanha-russa de pulsação começou a crescer dentro de seu estômago, contraindo. Pequenas gotas de suor rolavam pelos lados de seu rosto e caíam em seu cabelo enquanto seus quadris se moviam com selvageria.

Apresse-se... Maldição, apenas apresse-se!

De repente ele gozou novamente. O pescoço branco e delgado de Penélope arqueando para trás enquato ela ria. Seus seios pesados debaixo do algodão, implorando por seu toque. Os dedos dele apertaram-se firmemente, quase raivosamente, até a bola áspera explodir e ele sentir-se render, o nome dela escorregando de seus lábios em um arquejo chocado.

Carlinhos sentiu o ar sair com violência dele enquanto seus quadris desaceleravam e ele finalmente descansava nos cobertores. Ele rapidamente agarrou a camiseta que ele jogara no chão, secando seus dedos antes de limpar o resto de suas fantasias de seu estômago e suas coxas.

Arremessando sua camiseta no chão, Carlinhos levantou os braços para trás de sua cabeça e encarou inexpressivamente o teto. Lá. Estava fora de seus planos. Ela estava fora de seus planos. Satisfeito, ele fechou os olhos, mas se encontrou irritado, apesar de não surpreso, em deparar com os olhos dela o fitando. Seus olhos cinzentos o observando, zombando dele. Desejando-o.

Oh, sim. Ele definitivamente ia para o Inferno.

********************************************


* Peço mil vezes desculpas por essa palavra, mas não encontrei nenhuma que a substituísse. Ficou vulgar e eu não queria isso. Abomino vulgaridade, mas vocês precisavam dessa short porque nos próximos capítulos o Carlinhos e a Penélope surgirão como um casal. Não que vá haver NCs com eles, mas eles terão mais participação na estória, assim como o Harry e a Gina, esses sim com cenas românticas, tensas e de NC.


N/A: Esse capítulo demorou bastante, mas eu tenho explicações, e não desculpas, muito boas. Estive toda a semana cheia de trabalho e minha casa está em reforma, ou seja, quase não tive tempo de traduzir. É por isso também que tenho que informa-lhes que as atualizações demorarão mais. De agora em diante só poderei traduzir aos finais de semana. Mas isso não significa que eu vá abandonar a fic, não escrever os capítulos restantes ou traduzir a MM R/Hr. Muito pelo contrário. Farei tudo isso, mas levarei mais tempo. Só espero que me entendam. Será difícil conciliar trabalho, estudo e tradução, mas não impossível. Espero que gostem desse capítulo. Foi o que mais me deu trabalho.

N/B(Henrique): (Sobre a Short)Nunca pensei que o Carlinhos tivesse esse lado... sem vergonha. Mas parece que Carlinho/Penélope será um casal... (como dizem minhas amigas)fofo(nunca imaginei que falaria isso na minha vida!)

(Sobre o capítulo) Não vejo a hora desses dois se acertarem logo... por mais que eu escreva/adore H², acho Rony/Hermione demais. A Gina ta enjoada?

Até o próximo!!


Respostas aos comentários entre os dias 09/02 e 22/02


Clara: É, dessa vez, você foi a primeira a comentar. E três vezes! A NC H/G sem dúvida alguma foi especial, muito diferente das cenas tórridas de Save Me, mas confesso que queria ter traduzido algo mais intenso. O jeito é esperar pela próxima NC! Beijos!

Mona Potter-Mayfair: Viu como o Harry e a Gina não são meros coadjuvantes? Eles terão muitas cenas e conflitos juntos. Só precisam esperar mais alguns poucos capítulos, afinal, a autora precisava encaminhar ou pelo menos esclarecer a relação entre o Rony e a Hermione. Agora, um apelo: atualiza a sua fic logo! Estou louca para saber o que vai acontecer!

Luciana Martins: Ah, obrigada pelo elogio, querida. Não me acho exatamente fofa. Na verdade, eu sou bem nervosinha e impaciente. Eu admito isso. Mas não gosto de descumprir com os prazos, muitas vezes estipulados por mim mesma. Não seria justo deixar vocês esperando sem quaisquer notícias. É, eu não gosto da Imelda, mas não é por nenhum motivo especial, mas a cho muito sonsa. Não suporto gente “solícita” demais.

Naty L. Potter: Concordo com você, minha querida beta: os papéis se inverteram. Porém, não acho que o Rony se iguale ao Harry na Save Me. O Rony tem uma garota que, bem ou mal, o ama e ele deu uma chance a ela. Ele tentou reconstruir a vida dele da melhor maneira que ele podia. O Harry ficou estático na própria desgraça e não tentou mudar isso. Foi necessário quase perder a mulher que ele amava para ele tentar se reerguer. E é claro que vou querer que você bete as outras fic. Você e o Henrique, que são insubstituíveis!

Lady Eldar: Então, “White Flag”, da Dido, era a trilha sonora do primeiro capítulo. A própria autora inseriu algumas músicas em alguns capítulos. Eu adoro a Dido. Claro que eu posso colocar mais uma música dela, mas quero dar um espaço entre um capítulo e outro para não ficar muito repetitivo e até enfadonho. A propósito, Sara EKe batizou a fic em homenagem a “Before the Dawn”, do Evanescence. Essa é a trilha oficial da estória. Vocês, leitores, podem dar idéias de músicas. E, se eu gostar, eu posso posta-las com o maior prazer. Mas, por favor, não me peçam para colocar nenhuma da Fergie, da Beyoncé, do Chris Brown ou do My Chemical Romance. Eles estão definitivamente vetados. Tenho o estômago muito sensível para ouvir esse tipo de “som”.Obrigada por ter acompanhado a fic e comentado! Entendo que sua vida deve estar muito complicada agora, principalmente porque a minha também está. Beijos!

Kelly: Eu fiquei p* da vida porque o técnico não consertou o meu computador. Era um problema no navegador e ele não teve coragem de verificar. Eu mesma tive que consertar, mas já tinha perdido a fic, não me pergunte como nem por quê. Eu adorei a sua estória. Mas achei muito curtinha. Gostaria que você nos desse mais oportunidades de ler fics suas. Por favor! Não tenho idéia de quem é o maníaco, mas tenho as minhas suspeitas. Só nos resta esperar.

Ara Potter A do pedido de casamento foi no mínimo inusitada. Não suba pelas paredes! As cenas R/H mais quentes e na fase adultas deles virão, prometo! E pelo o que eu li elas serão avassaladoras!

Tattyy Potter Como assim ninguém te avisou?Eu estou sempre atualizando! Que bom que você pegou a fic logo no começo. Fiquei muito feliz em ler seu comentário. Você nunca tinha comentado e é sempre bom saber que se está fazendo um bom trabalho através do comentário de uma “nova” leitora! Muito obrigada. Também acho que ele deveria dar um pé na Imelda, mas sinto pena dela. Ela é tão melosa e parece ser tão frágil que acho que o Rony não terá coragem. Lembra da Lilá?

Flávia Marques Carneiro A Mione está despertando este sentimento de piedade em todos os leitores...ou quase todos. Ah, não houve uma enxurrada de perguntas? POR QUÊ? Já disse que adoro as suas perguntas! Elas rendem muito! Eu também compreendo o Harry. No lugar dele, eu permaneceria quieta com apreensão de estragar mais a situação. E você se formou? Meus parabéns! Eu ainda vou começar a faculdade...Não posso dizer que estou ansiosa para que acabe porque até lá já terei mais de 23 anos e não serei como estará a minha vida. Essa “pessoa vingativa e sedenta por sangue” ainda dará muito trabalho. Acho que posso revelar que haverá mais mortes e situações de extremo perigo na fic. E eu pretendo enveredar mais por esse caminho de mistério quando começar, ou tentar, escrever. Mudando totalmente de assunto, eu estava lendo um comentário seu na fic da Marja e li por pura intromissão, desculpe, que você faz aniversário na primeira quinzena de setembro. Não é a toa que nos damos tão bem. Eu faço aniversário no dia 19 de setembro! Achei uma quase coincidência interessante. Ah, adiciona o meu messenger: carol_lee75@yahoo.com.br porque não tenho o MSN instalado no meu computador.

Bruna Weasley Deve ser atordoante para as personagens saber que há um grupo de pessoas perversas tramando uma vingança contra eles. Haverá muito mais mistério. Então, se prepare! Beijos!

Paty Black Paty e sua mente nem um pouco inocente...Já vai pensando no peitoral e nos músculos do Rony! Não é a toa que você é a Diva das NCs! Não seria nada bom mesmo se você sofresse um ataque cardíaco. Não teríamos mais atualizações na sua fic e eu ficaria realmente insandecida! Beijos!

Pam Potter Pam, eu li vários comentários seus nos guests dos seus amigos do fotolog. Você não gosta da Emma Watson? Eu não sou fã, mas também não tenho nada contra. Não acho que ela seja vagabunda. Ela não aparece doidona por aí, nem com um monte de caras diferentes, tipo a Britney Vaca Louca Spears... A Hermione arranjar um cara gostosão? Olha que o seu desejo pode se tornar realidade e você pode não gostar... Você foi a única a comentar o “ele” ou “nele”. Eu quase morri de dar risada com aquele e-mail: “caiu de boca” Que pervertida você é! E ainda está me influenciando!

Viviane Não vou te amarrotar, não, Vivi (posso te chamar assim?) Não ia pegar bem, sabe...Peça para o seu namorado ou para algum cara de preferência bem gostosão. Estou certa de que candidatos não faltarão! E você realmente acha que a Hermione vai ficar de braços cruzados?

Mica Caulfield Vai ter que entrar na fila para esganar o Rony! E olha que tem bastante gente esperando. Só espera a fic acabar, ‘tá bom? Beijos!

Juliana Brito Nossa, só no fim da fic? Então vai demorar!

Carlitos e Yas Oi, Carlitos! Pergunatndo de supetão: “Quando vai ter atualização na sua fic?” Estou ansiosa e isso não é nada bom! Só queria citar que adoro quando você escreve: “fodástico” É tão...fodástico! Obrigada mais uma vez por acompanhar a fic e comentar sempre que possível.

Be Potter Meu primeiro “ATUALIZA” gigantesco! Que emoção!

Claudiomir José Canan Ai, Claudiomir, me desculpa por não ter comentado. Eu li e gostei muito dos últimos dois capítulos, mas não encontrei tempo para comentar. Até o próximo fim de semana, eu comento!

Tina Weasley Potter! Tina, você me lembra muito a minha leitora e amiga Pam! Cada idéia mais maluca que a outra! E o que dizer dos comentários? Hilários! Rolei de rir com o lance com o gato, mas não se esqueça que é considerado mal trato com os animais. Beijos!

Liz Negrão (LiLi) Liz, obrigada pelos elogios! Significam muito vindos de você. Afinal, você é uma especialista em fics perfeitas! Por falar em fics, lembra que você prometeu atualizar até o fim de fevereiro? Estou esperando ansiosamente! Beijos!

Aninha Granger Weasley** Oi, Aninha! Na Save Me não houve cenas calientes com o Rony e a Hermione, mas nessa haverá muitas, além das cenas H/G, é claro. Muito obrigada por acompanhar e comentar. Fico muito feliz que tenha gostado!

Camylla Martiniano Sugestões de músicas são sempre bem vindas, principalmente porque você parece ter bom gosto. Like a Star já está em Save Me, nos agradecimentos finais. Magic Works não sei se vai rolar..Acho que não tem clima, mas pode ser que mais para frente, em uma cena com mais ação, eu insira. Seria ótimo! Mande mais sugestões e vou considera-las e posso até coloca-las na fic. Beijos e obrigada por comentar e ler a fic!

Kamy Potter Pronto, não precisa ficar pirada. A continuação já está disponível e farei o possível para traduzi-la e concluí-la.

Mari BlackTenho que confessar que também leio R/H como shipper secundário, mas estou lendo mais fics deles desde que comecei a traduzir. Não se compara a H/G, mas é igualmente interessante.

marja Que bom que gosta das fics! Atualiza a “Descoberta” logo, por favor! Estou adorando!

Janaina Potter Com certeza a primeira vez H/G foi muito diferente. Foi até chocante. Um amigo meu disse que não havia carinho, compreensão. Parecia uma cena muito fria e chocante, embora fascinante. Vou traduzir a short, sim, mas só quando me restar um pouco mais de tempo. Beijos!

leleu_mione Foi quente, mas não tanto quanto eu gostaria. Como a maioria dos leitores disse, foi mais engraçada do que sensual. Eles eram inexperientes, então não dava para fazer nada mais sexy. Mas as próximas serão melhores.

Mickky Obrigada pelos elogios! Também acredito em fianis felizes, mas apenas nas ficções...O final de “Longo Caminho” ficou muito lindo. Parabéns!

Yumi Morticia voldemort Vou traduzir mais duas shorts da Sara Eke que, na minha opinião, é uma maravilhosa escritora de fics. Uma é a R/H que eu citei e a outra é uma H/G, mas sem previsão de quando poderei traduzir. Depois dessas fics, não traduzirei mais nenhuma dessa autora.

Morgam Hooliger: Você me pegou de péssimo humor e acho que me provocar não é exatamente uma boa idéia. Acho que você também está mais para “fã” histérico, afinal você adora me tirar do sério. Me diga, você sente algum tipo de prazer sádico e insano em trocar farpas comigo? Será que é porque eu tento sempre responder a altura? Ou pode ser que você esteja sedento por algum tipo de atenção...Talvez eu escreva um fim bem medíocre ou talvez você seja obrigado a dar o braço a torcer e gostar das minhas “baboseiras”. *Sorriso maldoso* Quem sabe? Hooliger, não que eu realmente me importe, mas você já pensou em fazer algo mais interessante do que me atazanar? Não sei se você percebeu, mas minhas “leitoras histéricas” não gostam de você e eu apenas te tolero porque, apesar de tudo, ainda consigo me divertir com os seus comentários repletos de sarcasmo. Você conseguiu me vencer nesse quesito, parabéns. Não tenho nada contra você porque já estou acostumada com seus comentários “carinhosos” *Sorriso irônico* Você me deu nota 3. Interessante... É uma lástima que os autores ou as “tradutorazinhas” não possam dar notas aos leitores. Você já deve saber que nota eu te daria. Espero que você saiba a diferença entre realidade e ficção porque “finais felizes” podem não ocorrer na vida real, mas isso não significa que não possam existir nas fanfics. PS: Morri de saudades suas *Olhinhos falsamente brilhantes*, como uma cólica de rins ou uma azia. PS 2: Como você é o cara mais egocêntrico que já tive a infelicidade de conhecer, sei que vai reclamar por ter ficado quase em último lugar. Se souber interpretar direito o que lê, vai entender que respondi aos comentários entre os dias 9/02 e 22/02. PS 3: Minha língua está cada vez mais afiada, não? *Gargalhada*

Luli S: Agora não sei nem o que escrever. Minhas traduções te fazem esquecer dos seus problemas? Comigo também é assim. Foi um tipo de terapia que encontrei. É claro que vou traduzir a short MM, mas preciso encontrar tempo e ânimo. Muito obrigada pelos elogios e principalmente por acompanhar a fic!

CARINE GONÇALVES: Senti saudades! Você sumiu. Mas, agora que está de volta, espero que leia a fic e que goste. O Henrique continua sendo o beta, sim. Ele é um excelente beta. Uma das poucas pessoas que me agüenta! Mas agora temos dois betas. Te apresento Naty L. Potter, autora de fics que são uma delícia de ler e uma fanática pelo casal H/G. Acho que ela está sofrendo nesses primeiros capítulos, desejando ansiosamente que o seu casal amado apareça com mais freqüencia. Mas ela vai ficar feliz quando o Harry e a Gina entrarem em ação. Muito obrigada e seja bem–vinda novamente!

Sally Owens: Que bom que você apareceu, leu e comentou. Fiquei muito feliz com isso! Eu soube que logo teremos fic nova. Estou louca para ler porque sei que será maravilhosa e não vou me arrepender. Valeu!!

Priscila Louredo: Não acredito! Quando vi seu nome entre os nomes leitores, pensei: “Ela vai ler, achar um lixo e nem vai comentar.” Afinal, você é uma mega autora. Suas fics são lindas e encantadoras. Não podia crer que você leria uma simples tradução e comentaria, mas fico muito grata!







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