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7. A Velha Menina


Fic: Uma Semana Com Meu Melhor Amigo


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Aerosmith - I Don't Want To Miss A Thing
 Aerosmith - I Don't Want To Miss A Thing ( Dos Games )





Capítulo 7: A velha menina




Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirar, ver o seu rosto sorrindo enquanto você dorme, enquanto você está longe e sonhando. Eu poderia passar minha vida inteira nessa doce entrega, eu poderia me perder neste momento para sempre, todo momento que eu passo com você é o máximo. Não quero fechar meus olhos, não quero pegar no sono, porque eu sentiria a sua falta, e eu não quero perder nada, porque mesmo quando eu sonho com você, o sonho mais doce nunca vai ser suficiente. E eu ainda sentiria a sua falta, e eu não quero perder nada.
Deitado perto de você, sentindo o seu coração bater e imaginando o que você está sonhando, imaginando se sou eu quem você está vendo, então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos. Eu só quero ficar com você, neste momento para sempre, para todo o sempre.
Não quero perder um sorriso. Não quero perder um beijo. Bom, eu só quero ficar com você, aqui com você, apenas assim, eu só quero te abraçar forte sentir seu coração perto do meu e ficar aqui neste momento por todo o resto dos tempos.




Era 7h30min, Harry já estava de pé. Caminhava nervosamente pelo quarto. Ele queria bater à porta ao lado e beijar-lhe como jamais havia beijado, queria gritar seu amor aos quatro ventos, queria tomá-la em seus braços e fazê-la sua. Ele queria tudo, porém não fez nada. Encarou-se mais uma vez no espelho, respirou fundo “Você consegue” _ pensou, e saiu em passos firmes pelo corredor. Ele não foi atrás dela, tão pouco olhou para a direção de seu quarto, seguiu reto pelas escadas parando no pequeno cômodo onde seria servido o café. Harry envolveu-se numa animada conversa com a dona da pensão, uma senhora baixa, de cabelos brancos e um olhar muito bondoso. Eles conversavam sobre o privilégio de morar numa vila como aquela, aos pés de uma montanha e cercada de paz e beleza por todos os lados.

Hermione não dormira naquela noite. Harry foi o primeiro homem por quem passou duas noites em claro. A primeira na véspera de se encontrarem, e agora, por despertar nela um sentimento totalmente desconhecido. Durante toda a madrugada, Hermione tentou de alguma forma racionalizar o que estava sentindo, mas foi em vão. Harry tinha o dom de causar nela intensos e estranhos sentimentos.
Foi pensando assim que Hermione desceu. Ainda no ultimo degrau da escada ouviu a voz dele. Aquela voz que tanto amava, a mesma voz que na noite anterior disse que lhe amava. Ela parou, um pouco atrás dele, queria apenas observá-lo. Talvez ela ainda não estivesse pronta para encará-lo.

Harry estava muito envolvido na conversa com a doce senhora, mas não tanto para não senti-la. Sim, ele não a via, mas sentia... Sentia o cheiro, o calor, a respiração. Ela era um pedaço dele, ele sabia, todos percebiam, só ela não enxergava isso.
Como se entendesse o silêncio, a dona da pensão retirou-se do pequeno cômodo discretamente, deixando-os a sós.
Harry ainda estava de costas para ela, reunindo toda a força que tinha para agir o mais naturalmente possível. Força para não correr até ela, para não tomá-la em seus braços. Do outro lado da sala, Hermione fazia o mesmo, porém ela reunia forças para não correr dele.

- Bom dia Mione. _ falou docemente virando-se para encarar a amiga.

Hermione sentiu as pernas bambearem ao encontrar os olhos dele.

“Controle-se Hermione! Controle-se!”

- Bom dia.

- Venha, vamos tomar café, ainda há muito para ser visto.

- Como? Você pretende ficar aqui até quando? _perguntou sentando-se à mesa.

- Ora Hermione, esse lugar é lindo. E eu me sinto realmente encantado aqui. Além disso, depois de ontem à noite, tenho certeza que esse será um lugar especial para nós dois.
Harry a olhava como só ele sabia olhar. E ela sentiu-se momentaneamente... Quente! Como se fosse abraçada por ondas de calor. Harry com aqueles olhos tão verdes, invadia seu corpo e alma. Hermione corou diante daquele olhar e daquelas palavras. Não respondeu nada, também, não teria nada para se dizer num momento desses.

Após o café saíram numa tranqüila caminhada pela vila. As casas simples e antigas, as ruas de pedras, a fonte, o sol por detrás da montanha, as árvores ao longe, o vento frio... Tudo fazia daquela vila, um lugar inesquecível.

Hermione achou que Harry iria voltar a falar sobre seu amor, sobre todos esses anos que passaram longe, mas em vez disso, ele ocupou-se numa conversa casual, que ela, sem opção, acompanhou.
Harry caminhava tão deslumbrado com toda aquela paisagem, que demorou um pouco a perceber que caminhava sozinho. Desorientado, olhou para trás. Hermione estava parada diante de um velho casarão pelo qual haviam passado. Ele voltou até ela.

Hermione tinha os olhos marejados, mas isso ele não veria. Aquela casa despertava nela sonhos antigos. Sonhos de uma velha menina, que planejava casar-se com um grande amor, viver num lugar como aquele, uma velha menina que queria da vida tudo o que ela pudesse oferecer. Uma menina que Hermione abandonou em algum momento de sua vida.

Harry estava parado atrás dela, olhando para o casarão. Era de madeira, simples e robusto, com uma pequena escadaria. Ele sentia o perfume de Hermione embriagar-lhe, e ali diante daquela casa, rezou. Rezou para que algum dia em sua vida pudesse ter ao seu lado a mulher que amava. Rezou para que algum dia pudesse ter em fim a vida que sempre sonhara. Se todos soubessem que ele detestava todas aquelas viagens... Harry só queria ela! Ela era a única capaz de fazê-lo realmente feliz!
Soltou um longo suspiro. Hermione sentiu a respiração dele próxima e virou-se.

- É linda! _ murmurou.

- É a mais linda que eu já vi em minha vida. _ respondeu encarando aqueles olhos castanhos que tanto amava... Ela (Hermione) realmente era a visão mais linda que ele já tivera, e a que ele mais amava.

Hermione entendeu rapidamente que ele não se referia ao casarão, e corou violentamente. Desviou o olhar dele e voltou a caminhar.
Harry soltou outro suspiro, mas dessa vez, de frustração. Olhou Hermione alguns passos à sua frente. Ela estava o matando... Fria e lentamente. Ele já não podia mais suportar aquilo.
Apressou-se em caminhar até ela, agarrou seu braço e em passos largos caminhou em direção ao bosque que se formava aos pés da montanha, puxando-a pelo braço.

- Harry! O que está fazendo? Me solta, está me machucando! _ falava enquanto tentava desviar-se das mãos do moreno.

Harry parou em baixo de uma frondosa árvore, soltando Hermione de tal forma que ela desequilibrou e quase caiu se não fosse a arvore atrás de si.

- O que pensa que está fazendo? _ perguntou irritada.

Harry estava de costas para ela, passava a mão em seus cabelos a todo instante, parecia nervoso.
Virou-se abruptamente para ela e gritou:
- O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?

Hermione encolheu-se na árvore.

“O que deu nele?! Se ele pensa que pode fugir assim de mim, está muito enganado.”

- O que deu em você hein? O que euestou fazendo? Você é maluco garoto! Maluco! Passa oito anos longe, surge de repente me falando de amor, de lembranças do passado! Quem você pensa que é para fazer isso comigo?

Ela não pôde evitar o desabafo. Assim como ele, tinha muitas dúvidas, sentimentos conturbados, coisas que a irritavam, que ela não conseguia entender. Percebeu que naquele momento, por causa de algo tão banal, eles iriam enfim, discutir o que sentiam.

- MALUCO? QUER SABER O QUE É MALUCO? MALUCO É ESCONDER-SE DURANTE TODA UMA VIDA EM LIVROS E TRABALHO! MALUCO É VIVER IDEALIZANDO UM AMOR QUE JÁ MORREU! EU SINTO MUITO HERMIONE MAS O RONY MORREU E LEVOU SEU CONTO DE FADAS COM ELE. MALUCO É DEIXAR PASSAR AS OPORTUNIDADES QUE A VIDA LHE OFERECE. PORQUE CASO NÃO TENHA PERCEBIDO SENHORITA GRANGER, EU ESTOU AQUI ME OFERECENDO PRA VOCÊ! MAS NÃO FICAREI À SUA ESPERA PARA SEMPRE.

Harry cuspia cada palavra. Estava botando pra fora toda a dor e ressentimento que sentia. Ele sabia que Hermione não tinha consciência do quanto o machucava, e talvez por isso mesmo ela precisasse tanto ouvir aquelas palavras. Cada palavra saia carregada de anos de dor e sofrimento.

Hermione estava em choque. Nunca em sua vida imaginou ouvir tal coisa. Harry estava sendo bruto e grosseiro, ofendendo a ela e ao amor que um dia sentira por Rony. Ofendendo toda a sua vida, e tudo que lutou com tanto esforço para conseguir. Hermione sabia perfeitamente o que estava fazendo com ela mesma. Mas aquela lhe parecia a única forma de sair intacta desse jogo cruel que é a vida. E antes mesmo que ela pudesse perceber as lágrimas já corriam em seu rosto.

Harry só então percebeu o que fez, o que falou. E sentiu o esmagador peso da culpa tomar-lhe o coração.

- Hermione... Eu... Eu sinto muito, eu não queria machucá-la. _murmurou aproximando-
se dela e tomando-a em um abraço.

Lentamente ela começou a se afastar dele. Os olhos ainda tomados de lágrimas.

- É tão fácil culpar os outros não? Julgar a forma como cada um leva sua vida, é tão fácil. Mas só eu sei as dores que carrego, e como me pesa carregá-las. Se levo minha vida assim, é porque assim aprendi. Essa foi a única maneira que encontrei para não sofrer, se vc não entende como pode querer me amar?

Aqueles dias com Harry estavam abalando profundamente sua vida. Ele estava mostrando a ela, não só o amor que sentia, mas também tudo que ela deixou de viver, tudo que ela estava perdendo. Ele lhe dava sonhos, e lhe tirava segurança.
Harry não podia sentir-se pior. Ele só queria que ela entendesse sua dor, seu amor... Mas estava a machucando. E isso era mil vezes pior que seu próprio sofrimento.

- Me deixe ajudá-la. Deixe que carregue esse peso com você. É tudo que quero.

Lágrimas frias e solitárias começaram a rolar em seu rosto, enquanto de maneira protetora, Harry voltou a se aproximar de Hermione, acariciando suavemente sua face.

- É mais forte do que eu Harry. Eu não suportaria perder outro amor.

- E eu não suportaria viver sem você. Eu não posso mais...

- Então me ensine a te amar!!
A voz dela saiu baixa e suplicante. Ele não fazia idéia de como era difícil pra ela ter aquela conversa. Mas uma coisa os dois sabiam, o amor jamais foi um sentimento fácil e indolor. Ambos sofreram e sofriam por amor. Ambos precisavam aprender a amar.

- É o que mais quero minha menina, abra seu coração para mim.

- Você já faz parte dele Harry, conquiste-o.

Hermione fechou os olhos, não suportava mais encará-lo. A face dela ainda estava molhada, mas nenhuma lágrima corria por seu rosto. Ela sentia seu coração bater forte sentia a respiração perder o ritmo, sentia um tremendo medo do que pudesse acontecer, mas ela queria, ela precisava ir até o final.
Harry a olhava com extrema ternura, o peito apertado, cheio de culpa, mas principalmente de amor...

- Eu admiro tanto a batalha que está travando aí dentro. _ falou enquanto encostava sua testa à dela, mantendo seus rostos próximos. – Eu te amo tanto...

Ao ouvir essas palavras, Hermione sentiu outra onda de choro se aproximar, envolveu seus braços em torno do pescoço de Harry e o abraçou fortemente apoiando a cabeça em seu peito.
Harry correspondeu ao abraço com mais intensidade ainda.
Passaram alguns minutos assim, em total silêncio, ouvindo um o coração do outro, num abraço apertado e desesperado.

Depois disso, eles resolveram voltar para Paris. Permaneceram em silêncio durante todo o trajeto. Quando em fim chegaram, Harry notou que Hermione havia adormecido.
Tomou-a em seus braços e a levou para o quarto, deixando-a delicadamente na cama e seguindo assim para seu próprio aposento.
Ele passou o restante da tarde lá, deitado, encarando o teto, pensando em tudo o que fizera, em tudo o que queria fazer.

Algumas horas mais tarde, Hermione despertou, os olhos ainda inchados pelo choro. Desceu à procura de Harry e não o encontrou. Resolveu procurá-lo então em seu quarto.
Ela foi entrando silenciosamente, esqueceu inclusive de bater à porta.
Harry estava deitado no canto da cama, os olhos fechados, a respiração lenta e regulada. Hermione achou que ele estivesse dormindo.
Caminhou em passou lentos e cautelosos até ele, e sentou-se a seu lado. Ficou olhando ele por alguns minutos. Já o havia visto dormir antes, e essa sempre era uma visão graciosa.
É claro que ela ainda estava magoada por tudo o que ele lhe dissera, e essa magoa ainda seria um grande empecilho para ele, mas ela não estava a fim de ficar relembrando esse sentimento.

- Seu grande filho da mãe! Como consegue agir com uma besta e dormir como um anjo? _ falou debochadamente, sorrindo da figura angelical que era Harry dormindo.

- É o velho charme Potter. _ respondeu Harry com um grande sorriso, sem, no entanto se mexer ou abrir os olhos.

Hermione afastou-se assustada.

- Palhaço! Achei que estava dormindo! _ respondeu ela dando um leve tapa em seu ombro!

-Achou errado. _ retorquiu dessa vez abrindo os olhos.

Ela pegou um travesseiro que estava ao seu lado, e jogou em cima dele.

- Hei! Quem deixou? _ falou Harry fingindo-se indignado, e atirando um travesseiro nela também. Hermione não deixou por menos e acerto-lhe outra “travesseirada”, a qual ele também devolveu, mas com tal força, que ela caiu na cama rindo.
Harry desatou-se numa gostosa risada, e acabou jogando-se na cama ao lado dela. Ambos riam com crianças, como nos velhos tempos, quando não havia dores, mágoas ou ressentimentos.

- É bom te ver minha velha menina! _ falou Harry tomando um ar sério.

- Han? Está me chamando de velha é? _ perguntou Hermione sem entender a que ele se referia.

- Não, estou falando com a minha velha menina. A menina que eu conheci um dia, e que em algum momento da vida se perdeu de mim... E de você! A velha menina que ria comigo, que brincava que burlava as leis de Hogwarts. A velha menina que queria ver o mundo. Às vezes eu ainda a vejo presa em seus olhos.

Hermione encarava Harry, tomando assim como ele, um ar sério.

- Era essa menina que você amava?

- Eu amo você, não importa o humor, a idade, o temperamento ou qualquer outra coisa. Eu amo você, e só você!

Hermione tomou o rosto de Harry em suas mãos, acariciando-o. Ele por sua vez a encarava com intensidade, como se pudesse vez além de seus olhos.

- É por isso que me chama de menina?

- Minha menina! _ corrigiu ele. – Na verdade é sim. Porque eu sempre vejo em você a menina que um dia eu conheci, a menina que cresceu, e que hoje é uma grande mulher. Mas é que eu sei, assim como sei que você também sabe, que aí dentro _ disse ele apontando para o peito dela. – Existe uma menina indomável e faminta, e eu a quero de volta.

Hermione mordeu o lábio inferior, e fechou ainda mais a expressão.

- Talvez ela nunca volte a aparecer Harry.

- Não pense que dizendo isso eu vou desistir dela, ou do meu amor! _ respondeu ele sorrindo. – Eu seria capaz de qualquer coisa por você!

Hermione podia ver no sorriso dele uma infinidade de intenções. E sorriu da mesma maneira que, porque naquele momento, quem estava ali, era a verdadeira Hermione Granger, ou, a velha menina, como Harry chamava. E isso o deixou profundamente feliz!

- Me perdoa? _ Ele voltou a tomar um ar sério.

Hermione soltou um longo suspiro, fechou os olhos por alguns instantes, e logo depois os abriu.

- Eu ainda estou muito magoada. Você me machucou muito Harry, mas eu também sei que te machuquei demais. Não será fácil esquecer, mas podemos aprender a nos perdoarmos... Juntos!

Hermione o encarava de uma maneira diferente, de um jeito que jamais o olhara.

- Você disse que seria capaz de qualquer coisa por mim, e eu quero uma coisa! _ falou ela passando a mão em volta da nuca dele afundando os dedos em seu cabelo.

- O que quer? _ perguntou ele olhando-a de maneira intensa e curiosa.

- Quero um beijo, e quero agora!

Harry a olhou surpreso, ele pôde ver o medo dançar em seus olhos, viu a respiração dela ficar irregular, e o corpo enrijecer de tensão. Num ultimo momento, ele viu a dúvida rondar seus pensamentos, mas se havia uma coisa que ele aprendera em sua vida, era que jamais deveria desperdiçar as oportunidades que lhe eram dadas. E foi isso que ele fez.

Harry findou a distancia que havia entre seus rostos rapidamente. Não deixaria que a dúvida dela, acabasse com aquele momento. E então a beijou, a principio meio desesperado e muito intensamente, mas depois de forma doce e lenta mas não menos intensa.
Hermione correspondia da mesma forma. Apagando de sua mente qualquer pensamento racional que a pudesse fazer interromper aquele beijo. Ela queria, ele queria.
Ali acontecia muito mais do que o beijo de um “casal” apaixonado. Porque aquele beijo significava a concretização do sonho de um homem, e quem sabe, o despertar de uma velha menina.



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N/Nina:
Referências:

“Eu admiro tanto a batalha que está travando aí dentro”
(Nas Margens do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei – Paulo Coelho)

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