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9. CAPÍTULO 9


Fic: A INDOMÁVEL - EPÍLOGO POSTADO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Depois de Gina surpreender Harry com o fato de saber ler, e até mesmo Latim, pois sua mãe, apesar de bruxa, tinha sido uma mulher instruída, Harry entregou a charada para que ela a estudasse. Era na realidade um poema. Gina o estudou durante muito tempo noite adentro, e pela manhã estava com a cabeça pesada e mal humorada por ter dormido pouco. Ela estava para sair da cama para ver como estava James e tomar o café da manhã quando uma suave batida foi seguida por um homem alto carregando um bebê entrando de forma intempestiva em seu quarto.
- Qual sua opinião sobre o poema?
Ela queria gritar com Harry. Suas maneiras eram terríveis, e se ela pensava dessa forma, ela não podia imaginar o que a alta sociedade pensava dele.
- Você me dá licença? – ela perguntou, puxando as cobertas até o pescoço. – Ainda não estou vestida.
Ele se aproximou da cama e se sentou. Seus olhos escuros passearam sobre ela. – Você não tem nada que já não tenha visto antes. – ele disse. – Na realidade, eu já vi tudo o que você tem, agora que me recordo.
O rosto dela queimou.
– Agradeço se não se lembrar – ela murmurou brava. – Não é a mesma coisa mesmo.
- Não precisa ter vergonha de mim, Gina. Nós vamos nos casar.
- Apenas no papel. – ela o relembrou, mas sentia dificuldade em continuar nervosa quando James parecia tão contente aninhado no colo de Harry. Ela se aproximou do bebê. – Venha aqui, meu amor.
- Já que você pediu. – Harry deslizou pela cama na direção dela, trazendo James com ele.
- Não você. – ela olhou feio para ele. – O convite foi apenas para o meu filho.
Harry entregou James para ela e franziu a testa.
– Você é tão fria, Gina. O que é necessário para derreter o gelo que envolve seu coração?
- Não é no meu coração que você está interessado. – ela atacou. – Não finja o contrario.
- Não. – ele concordou. – Entregar meu coração nunca foi meu maior interesse.
Que mulher conseguiu capturar o coração desse homem? Gina estava curiosa e, se fosse honesta, talvez com um pouco de ciúmes, também.
– Por que você não se casou com ela? Ela não o amava?
Ele não respondeu por um momento, e ela pensou que não o faria, quando ele finalmente admitiu:
- Ela nem mesmo sabe sobre isso. – Harry levantou-se da cama. – Trarei seu café enquanto você se veste. Quero discutir suas impressões sobre o poema. A charada dentro dele.
O assunto foi fechado. A expressão igualmente fechada dele a avisou disso.
– Tudo bem. – ela concordou. – Estou faminta.
Ele saiu do quarto, e ainda aconchegando-se a James mais um tempinho, Gina reuniu seus pensamentos sobre o poema.
- Maldita seja a bruxa que me amaldiçoou. – ela repetiu a primeira linha do poema. E com essa linha Harry tinha amaldiçoado Gina também. Victor Potter, que compusera o poema e fora o primeiro a receber a maldição, não tinha se culpado pela sua tragédia, mas a uma mulher. Uma bruxa. Era um defeito dos homens, culpar os outros pelas próprias más ações. Gina sabia disso melhor do que ninguém.
Ela deitou James no meio da cama, então se levantou e se vestiu para o dia. Ela mal tinha passado a escova pelos longos cabelos quando Harry retornou. Ele não carregava uma bandeja, mas Hawkins o seguiu para dentro do quarto.
- Penso que Hawkins pode levar James de volta para seu quarto onde ele poderá ter seu próprio desjejum. – Harry explicou.
Gina rolou os olhos.
– Martha está logo no quarto ao lado – ela relembrou a eles.
- Hawkins insiste. – Harry lhe endereçou um olhar significativo que dizia para discutir mais o assunto.
- Tudo bem, então. – ela disse. Gina se dirigiu para a cama e levantou James. As pálpebras dele estavam pesadas e ela imaginou que logo ele voltaria a dormir. Quando Hawkins colocou sua travessa com o café da manhã na mesa ao lado da cama, ela lhe entregou o bebê. Um leve sorriso surgiu em sua boca quando ele olhou para a criança; então, de postura rígida, ele saiu do quarto. Harry foi e fechou a porta atrás dele.
- Então, o que achou do poema? – ele perguntou.
Gina se sentou na beira da cama e descobriu os pratos de seu café da manhã. O cheiro flutuou e seu estômago roncou. Ela nunca se esquecia enquanto era servida de boa comida nessa casa de como uma vez se preocupou sobre onde conseguiria a próxima refeição. Ela deu uma garfada nos ovos macios e os saboreou antes de responder.
- A mulher que amaldiçoou seu antepassado devia ter uma mágica muito forte para conseguir isso. Lançar um feitiço que dure por todos esses anos. Ela também devia estar muito brava.
- Não tive nada a ver com isso. – Harry disse, sentando-se ao lado dela na cama. – E ainda assim sofro por quaisquer pecados que ele cometeu contra ela.
- Ele não pode se casar com ela. – Gina explicou. – Por causa da posição dele. – ela explicou adicionalmente.
- Eu sei que ele se refere a ela como “essa bruxa que eu amei e não pude me casar”. Ele também diz: “traído pelo amor, minha própria língua falsa.” Ele mentiu para ela.
O velho pergaminho estava na mesa onde estava a bandeja, Gina estendeu a mão e o puxou.
– Sim. Ele provavelmente a induziu a acreditar numa mentira, que um dia eles se casariam apesar das diferenças. Assim as linhas “Ah! Nenhuma mulher entende o dever, seja ele a família, o nome ou a guerra” - ela leu. Olhando para Harry, ela disse: - Ele obviamente escolheu outra quando chegou à hora de se casar. Uma mulher que se equiparasse a sua alta posição e agradasse a família.
- Novamente, não é minha culpa. – Harry reclamou. – O que você pensa sobre a charada? “Procure e encontre seu pior inimigo/ seja bravo e não fuja. / O amor é a maldição que te prende, / mas também é a chave para te libertar”?
A charada deixou Gina perplexa. Ela não tinha certeza se queria que Harry soubesse disso. Se ele pensasse que ela não podia quebrar a maldição, ele não teria razão para permitir que ela ficasse. Levaria algum tempo... Ela faria disso uma certeza, pois o pensamento de abandonar James ainda a machucava muito. Mas ela não tinha muito tempo antes de a próxima lua cheia transformar Harry.
- Pode significar muitas coisas. – ela desconversou. – O poema não diz nada sobre matar seu pior inimigo, e mesmo depois seu ancestral diz que lutou batalhas e venceu, e ainda derrotado ele ficou em seu lugar. Acho que a resposta está em descobrir seu pior inimigo, mas talvez derrotá-lo de algum modo que não seja em luta normal ou morte.
Harry parecia pensativo.
– E quais são seus planos para tentar quebrar a maldição? O poema diz também que Victor Potter não encontrou meios de quebrá-la “nenhuma poção, encantamento ou façanha” o que significa para mim que ele tentou esse mesmo caminho com outra...
- Bruxa – ela acrescentou. – Talvez ele tenha. Mas então, a mulher a quem ele procurou não tinha tanto interesse em quebrar a maldição, eu garanto.
Os olhos deles se encontraram.
- Você não se parece com uma bruxa. – Harry disse. – Não vi nenhuma prova de que você tenha poderes maiores do que os meus.
- Meus poderes não devem ser usados para impressionar ninguém. – ela disse. – Sou uma bruxa de magia branca, e assim estou obrigada a somente praticar boa magia. Se eu pudesse te transformar em sapo, acredite, eu o faria, mas pensando bem, alguém já o fez.
O temperamento dela era tão ardente quanto seus cabelos. Harry não era tolo, apesar do que seus irmãos pensavam dele. Ele facilmente acreditou que Gina era uma bruxa quando a encontrou na cabana. Mas desde que retornou a Londres e a encontrou passando por sua esposa, ela parecia uma mulher comum. Olhando para sua pele perfeita, seus cabelos de fogo, sua aparência formosa, ele corrigiu seus pensamentos. Ela não era comum, mas seria realmente uma bruxa?
Ela fez o óleo para ele noite passada, mas qualquer pessoa que estude plantas facilmente saberia sobre a mistura.
- Você tomou o meu nome, me pediu para cuidar de seu filho. Quero provas de que você é quem diz ser.
- Tenho algo em mente. – ela disse. – Dentro de duas noites, haverá uma lua vermelha. Uma lua vermelha é muito poderosa. Já que a lua o amaldiçoa, vou apelar para que ela o liberte. É um ritual que deve ser realizado à meia noite, e não deve ser testemunhado por ninguém.
Harry ainda estava cético.
– Mas não saberei se funcionou até a próxima lua cheia, correto?
Ela enrugou a testa.
– Existem certas características do lobo que você sente dentro de você, mesmo quando a lua não o comanda?
Por toda a vida, mesmo antes de a maldição cair sobre ele, Harry tinha consciência de suas diferenças sobre os outros. Era algo que ele e seus irmãos compartilhavam. Uma audição não natural para Rony, para Brian, bem, certamente nenhum homem mortal poderia trabalhar do nascer ao por do sol e ainda ficar com a aparência de alguém que vadiou o dia inteiro sem fazer nada. Todos eles podiam ver bem no escuro.

Mulheres. Para Harry eram as mulheres. Elas vinham para ele como se ele liberasse um cheiro que as atraíssem, e soube pela reação que Gina teve noite passada que o que ele há muito suspeitava era realmente um fato. Elas não conseguiam resistir a ele... Exceto por Gina, e Lady Belinda, que roubara seu coração e nem tomara conhecimento do fato.
- Sim. – ele respondeu. – Suponho que eu saberia antes da lua cheia. Eu me sentiria diferente.
- Então veremos. – ela disse. – daqui a duas noites.

Galera desculpa a demora, mas é que minhas aulas começaram e dia 01/03 começa minhas provas. Estou hiper lotada de coisas a fazer. Vou passar a postar 1 vez por semana, pra mim é mais fácil ok??
Mica: O Rony e a Hermione serão só comentados, os personagens em si não apareceram.
Bjokas
22-02-2008

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