Agradecimentos:
Dark Mell Lestrange: ahauhauahuaha nem me fale em preparar a fogueira...tá quase um incêndio isso aqui menina! Hahahaha beeijoo
Ju: ahahauahuhauhaa tormento necessário! Quando vai fzer uma nova fic? Beeijoo saudades das nossas conversas
Pathy Potter: meniina, e não é vc mesma a autora lá da fanfiction.net? hahahaha pois ehh! Já adicionei no msn, mas nem deu tempo de parar pra conversar por lá! Essa semana ta difícil msmo, começo de aula e talz...nem ta tão difícil assim, vai piorar em março..ahh..e vou fzer medicina, como vc tinha perguntado lá na réplica! E vc? Beeijo continue lendo!
Gabi_Granger: hahauhauhauha adooro o humor do Sev tbm! Nesse cap terá uma parte não muito conhecida dele...de se ‘abrir’ para as pessoas..expor os sentimentos e talz...brigada por ler! Beeijo
Gi: cadee o seu comentário Gi?? Tudo bem, o que importa é que vc continue lendo por aqui...e não me abandone ok? Beeijoo
Fernando: vc eu vou descontar pq tava viajando..hahauhauhauha...brincadeeira morcego! Saudaades d vc viu, aparece no fds no msn! Beeijoo
Mandy e Aninha: as irmãs mais lindas do mundo!! Q sempre tão me apoiando de alguma forma, sempre alegres as duas, e mesmo eu me deletando lá no fake e talz, a gnt continua amigas e td mais! E ainda mais, as duas são minhas fãs e eu sou fã de vcs! Sério mesmo! Ahuahauha e só a Mandy axa q eu vou ser escritora no futuro! Hahahaha até parece neh^^ beeijo continuem leendo!
E a todos que lêem a fic e não comentam, pela sétima vez to falando q não importa, oq importa é q o número de leitores ta aumentando! Brigada por fazerem a fic o que ela é hoje! Beeijos e boa leitura! Ah, não tenho previsão para o próximo capítulo, até pelos meus estudos. Mas sempre que possível vou escrever alguma coisinha no pc! ;*
Capítulo VII
No dia seguinte, Hermione levantou-se antes das seis da manhã, pois sabia que iria demorar muito mais para se vestir do que Snape. Fez sua higiene pessoal, tomou um banho quente e se trocou. Vestiu seu conjunto preto de linho e colocou o sobretudo da mesma cor por cima. Ajeitou o seu cabelo com um aceno de varinha, e os cachos estavam displicentes em seus ombros. Borrifou com esmero um pouco de sua fragrância de rosas em seu pescoço e sentiu que era o suficiente. Pegou a varinha e a colocou em um bolso do sobretudo e saiu do quarto.
Chegou na sala e viu Snape ali sentado.
- Bom dia Snape.
- Bom dia Granger – ergueu as sobrancelhas e levantou-se do sofá – vejo que está de bom humor. Até você agüentar os pestinhas seu humor terá acabado. Por aqui.
E Severo conduziu Hermione para fora das masmorras. Andavam em silêncio juntos pelos corredores. Ninguém queria tocar na conversa do dia anterior. Chegaram na portinha dos professores que dá acesso ao salão principal e sentaram-se ambos em suas respectivas cadeiras, com a professora McGonagall entre eles.
- Bom dia Hermione! Severo te tratou bem? – perguntou a velha diretora, enquanto bebericava um suco de abóbora.
- Bom dia Minerva. Ah sim, ele me tratou bem. – Hermione na hora olhou furtivamente para Snape, que correspondeu o olhar.
- E por que eu trataria mal a Granger, Minerva?
- Por que? Talvez porque você tratou mal a aluna da minha casa por sete anos. Nunca se conformou que ela não era sonserina, não é Severo?
Hermione estava quase rindo daquela conversa e se concentrou em comer as tortinhas de limão. Correu o olhar para todas as mesas dos alunos. Sentiu-se incomodada com alguns olhares masculinos da mesa da Sonserina. ‘Por favor Mione, são só uns pivetes! Deixe de ser paranóica’. Olhou novamente a mesa dos sonserinos e viu um jovem muito parecido com aquele que lhe importunou desde o primeiro ano: Draco Malfoy. ‘Mas será parente ou o que do Malfoy? Céus..filho é que não podia ser.’
Minerva saiu como de costume e deixou um espaço livre entre Hermione e Severo. Este percebeu sua curiosidade sobre a mesa de sua casa.
- Não sabia que gostava de sonserinos, Granger.
- Eu..quem é aquele loirinho, se parece tanto com o Malfoy!
- É o primo de Draco. Arrogante e ambicioso igual. Só não se tornou das trevas porque Lúcio não sobreviveu para influenciá-lo também, como o fez com Draco. Está no sexto ano. Terminou de comer?
- Sim. Vamos então?
Assim os dois saíram pela portinha, cena que não ficou despercebida pelos sonserinos. Estavam confabulando se o diretor de sua casa estava saindo com a nova professora de poções. E lógico, sentiram inveja pelo feito, afinal ela não era de se jogar fora.
Os dois desceram até as masmorras, diretamente para a sala de poções. Hermione se adiantou e pegou os pergaminhos guardados em uma gaveta, e com o aceno da varinha organizou a sala à seu gosto. Não abriu as janelas pois estavam no inverno, mas tirou as cortinas deixando o ambiente mais arejado e menos sombrio.
- Esses sonserinos estão muito estranhos pro meu gosto.. – falou Hermione, enquanto verificava todos os caldeirões.
- Estranhos? Estranhos como? – disse Snape, não gostando muito daquela claridade.
- Sei lá..ficam me encarando..
Snape deu uma breve risada – Só isso? Eles só estão te apreciando, Granger. Mudarão de idéia quando souberem que você foi uma grifinória.
- Não tenho tanta certeza disso.
- Só imponha respeito e mais nada. A qual turma dará aula agora?
- Primeiro ano. – Hermione arrumou tudo em sua mesa, os ingredientes necessários já estavam em seu armário e ficou de frente a Snape.
- Hum, nada mal. Tem certeza que quer ter a minha nobre presença na sua aula?
- Se você faz questão, pode ficar.
- Ótimo. Serei invisível em sua aula, Granger. – deu um sorriso maroto e ficou em um canto da sala que só Hermione poderia ver.
Logo os primeiranistas entravam na sala e se acomodaram em suas respectivas cadeiras. Seria uma aula agradável, pensou Hermione, afinal era uma dupla aula entre corvinais e grifinórios.
Hermione se posicionou em frente de sua bancada, e esperou que todos os alunos terminassem de pegar os livros. Viu rosto por rosto daqueles jovens bruxos, e os olhares de curiosidade sobre a jovem professora.
- Bom, como fiquei sabendo que vocês estão um pouco atrasados na matéria, podem abrir na página dez do livro, por favor. Iremos rever todo o conteúdo que vocês tiveram. A propósito, meu nome é Hermione Granger e espero que vocês aprendam a gostar da exímia arte das poções. Hoje a poção a ser feita será a poção do esquecimento. As instruções estão no quadro. – com um aceno da varinha, toda a explicação estava escrita com uma letra bem caprichada. – Alguma pergunta?
- Com licença professora – um jovenzinho ergueu a mão antes de falar.
- Sim, sr.? – Hermione olhava para ele curiosamente, vendo que era um corvinal.
- McCullough, Bill McCullough. Essa poção..é mesmo segura? – falou o jovem temerosamente.
- E por que não haveria de ser?
- Ahh..o antigo professor conseguiu explodir o caldeirão com essa poção..e em todos os livros falam que é uma poção simples.
- Certo..de fato é uma poção simples, mas todas as poções por mais simples que sejam devem ser feitas com muita atenção, não importa se a pessoa é um aluno, professor ou Mestre. E posso garantir que não irei explodir nenhum caldeirão. Mais alguma dúvida?
Ninguém falou mais nada e Hermione só assentiu com a cabeça, olhando de esguio para Severo. Ele só deu um sorrisinho malicioso e continuou a observá-la discretamente. ‘Oh Merlim, como ela tem personalidade...não se pode negar’.
Hermione fez suas rondas na sala de aula para ver o desempenho de seus alunos. Todos estavam indo bem praticamente, e um ou outro que não acertou a poção, Hermione ensinou calmamente, apontando os erros dos alunos. Ao final da aula pediu aos alunos fazerem uma pequena redação sobre a poção e para os alunos que tiveram dificuldades, uma redação maior. Dispensou os alunos e eles pareciam mais aliviados, e até saíram conversando alegremente.
Hermione fechou a porta e ficou a sós com Snape. Voltou para a sua bancada e viu Severo já na sua frente.
- Então, como eu fui?
- Digamos que aceitável.
- Então fui bem, um aceitável seu já vale muito! – Ela deu uma leve risada, descontraindo os ombros.
- Mas é verdade..você tem uma paciência que eu nunca teria com esses fedelhos.
- Impressão sua.
E aquele silêncio constrangedor surge no ambiente, e para piorar ambos ficam se fitando por vários minutos.
- Severo eu..me desculpe, Snape.
- Não..digo, pode me chamar de Severo.
- Ok, contanto que me chame de Hermione!
- Tudo bem Gr..Hermione. – falou Snape ainda estranhando falar o primeiro nome da ‘garota’.
- Continuando..- levantou seu olhar para aqueles olhos negros – quero agradecer pelo anel que me deu..sei que não foi fácil você se desvencilhar dele..e também quero agradecer pela hospitalidade..você..você não é mais o Snape de antes. ‘Ai Mione olha a besteira que você ta falando, por favor!’. – Hermione virou para o lado, transpassando o seu óbvio nervosismo.
Snape ficou surpreso pelas declarações de Hermione e se aproximou mais dela, levando sua mão de encontro a seu queixo, fazendo com que ela virasse seu olhar para ele.
- Eu fiz tudo o que deveria ter feito, Hermione. – falou passando a mão de leve no rosto dela, arrancando um suspiro abafado.
- Não.. você não fez, Severo. Você precisaria fazer muito ainda. – a tensão no ar era nítida. Ambos os olhos castanhos se perdiam entre eles e nem repararam que o tempo estava passando.
- E o que eu preciso fazer ainda? – falou na sua voz aveludada
- Que tal isso?
Hermione se aproximou mais de Snape, se isso ainda era possível, e encostou levemente seus lábios nos dele. O beijo era calmo, suave, primeiro de reconhecimento de território. Depois foi aumentando de velocidade, Hermione já pousara as mãos na nuca de Snape e assim ficaram até que uns alunos do terceiro ano entram na sala abruptamente interrompendo o momento.
- Desculpem professores, mas a porta estava fechada, batemos e ninguém abria...e decidimos entrar..- os alunos se olharam com cumplicidade e abafaram uma risada.
Os dois se separaram ofegantes e com os rostos ruborizados, não sabendo onde enfiar a cara. Severo foi mais rápido e disse:
- Até logo Granger. – e saiu da sala com aquele olhar de assassino para todos os alunos ali presentes.
Hermione só se recompôs rapidamente e pediu para que todos se acomodassem. Mais uma aula no dia iria dar.
O tempo passou e o horário do almoço chegou. Ambos chegaram em suas cadeiras, só se olharam como cúmplices e comeram sem trocarem nenhuma palavra. McGonagall até estranhou o silêncio dos dois, mesmo que fosse uma ironia de Snape ou só um comentário sobre o colégio de Hermione.
- Como foi o primeiro dia, Hermione?
Hermione comia distraidamente sua salada e nem ouviu direito o que Minerva falou.
- Mione? Você está aí minha filha? – olhando para ela.
- Ahm? – virou-se para Minerva e a fitou – Desculpe-me Minerva, estava distraída. O que você falou mesmo?
- Tem certeza de que está bem, querida? Bom, perguntei como foi o seu primeiro dia.
- Estou bem, tenho certeza. Ah, foi ótimo! ‘Em todos os sentidos..’
- Que bom querida. – virou-se para Snape – Aconteceu alguma coisa Severo? Por um acaso a sua casa perdeu muitos pontos para ficar tão quieto assim?
- Ora Minerva, eu sou quieto se você não percebeu! Com licença, tenho mais o que fazer.
E saiu sem olhar para trás, deixando uma Minerva atônita e uma Hermione com a cabeça na lua.
Já era de noite, e Severo Snape estava ‘concentrado’ em seus pergaminhos, enquanto Hermione estava no laboratório fazendo poções para a enfermaria. Nem viu o tempo passar, e já era meia-noite. A lista de poções era bem alta, ainda mais no inverno. Acrescentava um ingrediente macerado em um caldeirão de prata, quando ouviu um barulho ali perto. Quase que deixa cair um frasco de uma substância transparente quando viu Severo Snape ali na sua frente, com aquele sorriso desconcertante.
- Não vai dormir, Granger? Ou melhor, Hermione. Sabe que horas são?
- Nem percebi o tempo passar e.. – ela olha no relógio de pulso – minha nossa!
Hermione começa a engarrafar a última poção e termina umas anotações em um pergaminho todo rabiscado, e guarda apressadamente em uma estante ali mais próxima. Já estava saindo do laboratório e dando um ‘Boa noite’ nervosamente a Snape, até que quando já estava na porta, Snape a parou e os dois ficaram a uma distância mínima.
- Não tem algo a me dizer, srta. Granger?
- Eu..eu..me desculpe Snape, eu prometo que isso não vai se repetir novamente! – falou Hermione, tentando ser a mais convicta possível.
- Mas quem disse que eu não quero que não se repita? Tinha que ser uma grifinória mesmo para não pensar direito..será que pela primeira vez a srta. não consegue ver as coisas claramente?
- Pode ser mais exato, Severo? Como assim não consigo ver as coisas claramente? – Hermione não queria acreditar no que ouviu há pouco, tinha que ouvir de novo para entrar na sua cabeça a idéia de um Severo Snape que estava gostando dela mesma.
- ‘Além de tudo é surda’. Bom, por que acha que lhe dei aquele anel? Só por que era a melhor aluna? Não, não foi só por isso. Desde quando convivíamos na Ordem, percebi a mulher incrível que você era. Mas era óbvio, você era a minha aluna. Não teria coisa mais sem cabimento alguma coisa acontecer entre nós. Segundo, você era muito jovem...e estávamos em uma guerra. Se qualquer coisa lhe acontecesse por minha causa, nem sei o que faria. E também você gostava do Weasley... ’Uma leve alterada nessa última frase não terá problema..’.
Hermione só fez uma cara de surpresa. – Meu.Merlim. Ei, eu não gostava do Rony quando eu já estava na Ordem! Da onde você tirou isso? Aliás, eu tenho certeza de que você – apontou pra ele – me ouviu falando sozinha naquele dia no Largo!
- Eu? Não tenho o hábito de espiar as pessoas, Hermione. Fiquei curioso agora: por que se lembraria desse acontecimento? – Snape deu um sorrisinho sarcástico.
- Porque você ficou me espiando, só por isso eu lembro! – Hermione já cruzara os braços por indignação.
- Você fica bonita quando fica brava. – e deu uma risada.
Hermione já sentia o seu rosto ficar ruborizado, mais do que já estava pelo calor constante das poções em que trabalhava. Desviando o olhar de Severo, falou com uma voz falha:
- Será que posso passar?
Severo levantou cuidadosamente o queixo de Hermione para que ela o olhasse. – Diga Hermione, não tem mais nada para me dizer? Ou será que só eu falarei hoje? Depois de tudo o que eu falei, você só vai ‘querer passar’?
Ela suspirou e olhou fundo naqueles olhos negros.
- Eu nunca pensei que você gostasse de mim. Eu sempre fui uma grifinória irritante, e você sempre me desprezou. Mas não, eu sempre o admirei como profissional, e após todas as suas humilhações nas aulas, eu engolia minhas lágrimas e nas próximas tinha coragem não sei da onde para lhe interromper. A única vez que me ‘enganei’ com você foi no primeiro ano, em que eu concordava com os meninos. Depois..bom, depois eles me acharam uma maluca em acreditar em você. Nem sei porque eu acreditava mesmo em você, acho que intuição, não sei. Daí você aparece um dia na reunião da Ordem. Você não sabe o quanto a minha admiração cresceu por você, Severo. Sem falar no dia que você me espionou lá no Largo. E como você sabe, fiquei nesse tempo todo em Berlim, deixando que você caísse no esquecimento. Mas tem coisas que nós nunca esquecemos, não é? E aqui estou, dividindo os meus aposentos com você. Na hora eu pensei que era a maior loucura do mundo, mas depois mudei de opinião.
- Ah é? E qual é a sua opinião agora?
- Que é ótimo morar na mesma masmorra que você, e sentiria muita falta da sua agradável companhia.
Ambos sorriram ao mesmo tempo e Hermione deu um abraço bem forte nele. Severo, ainda surpreso, só deu um leve sorriso e afagou os cabelos da jovem mulher, sentindo seu cheiro suave. Este abraço foi o primeiro de muitos que ainda viriam.
Saíram do abraço e Hermione, com os olhos um pouco marejados, olhou Severo e falou:
- Severo, eu..
- Não fale nada, não há necessidade agora.
E passou o dedo levemente no lábio de Hermione, fazendo com que se calasse. A luz era fraca ali na porta do laboratório, onde eles estavam. Snape se curvou para a jovem e lhe deu um beijo apaixonado, envolvente, um beijo que retirava todo o ar do ambiente. Ambos estavam abraçados, e Severo já passava as suas mãos pelas costas dela. Hermione estava com as mãos agarradas na nuca e nos cabelos dele, e sentiu alguma coisa pressionando seu corpo. Se não parasse naquele momento, não iria parar mais e só veria as conseqüências no dia seguinte. Era melhor assim, uma coisa de cada vez.
Desvencilhou-se dele, interrompendo o beijo mas não a ereção visível de Snape. Hermione estava ofegante, e obviamente a boca vermelha e o cabelo levemente bagunçado.
- Acho melhor pararmos por aqui.. – olhando do rosto para a calça dele – ãhm..boa noite Severo.
Hermione pensou em dar um beijo nele, mas sabia que se começasse não iria se controlar em hipótese alguma. Deu as costas a ele e se direcionou até o seu quarto, e se trancou lá. Jogou-se na cama, pensando nas coisas mais sórdidas em que poderia pensar, começando com o tamanho daquilo de Severo Snape até como ele é sem aquelas imensas capas pretas por cima de seu corpo. Enfiou-se na coberta e tentou dormir, tirando aqueles pensamentos de sua cabeça.
Já Severo Snape tinha se dirigido ao seu quarto também, mas não se jogou na cama, e sim tomou um banho frio, não muito gelado para não haver choque térmico. Só assim se acalmou um pouco. Durante o banho sorriu internamente. Só em pensar em Hermione Granger seu corpo já respondia, imagina com o toque, como aconteceu agora pouco. Parou de pensar nela senão não iria sair tão cedo daquele banho. Enxugou-se, colocou uma cueca preta e uma calça e deitou-se.
Pela primeira vez em anos, dormiu tranqüilo, dormiu com uma sensação de felicidade que nunca tinha sentido antes.
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