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2. II • Dias de Primavera


Fic: A Honrosa Face do Desejo


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Chovia muito, mas Hermione Granger não se im¬portava. Molhar-se era um preço pequeno demais a ser pago em troca de alguns minutos na companhia de Draco Malfoy.
A família de Draco era muito rica, dona de muitas terras, incluindo uma fazenda gigantesca que fazia limite com as terras do seu avô, há quatro gerações. E, apesar do fato da falecida mãe de Hermione ter sido a causa de uma terrível briga entre os Malfoys e os Grangers, isso não impediu Hermione de adorar o filho e herdeiro do nome Malfoy.
Draco parecia não reparar ou se importar com a adoração de-monstrada pela garota. Ou em caso positivo, era educado demais para fazer zombarias.
Acontecera uma tempestade na noite anterior e Hermione resol-vera ir até a pequena casa de Meme a fim de verificar se estava tudo bem com a velha senhora. Draco estava lá, tão preocupado quanto ela, com a velha babá.
Ele havia trazido alguns mantimentos para a velha senhora e agora estava acompanhando Hermione até em casa.
Tentando não deixá-lo perceber, Hermione não parava de admirar a figura esguia sobre o cavalo, e os cabelos platinados e finos que dançavam com o vento. Draco ainda não era um homem arrogante, mas havia uma aura de frieza e autoridade ao seu redor. Nunca precisara erguer a voz a um empregado. Era digno e con¬trolado sem que, por isso, aparentasse fraqueza. Mas era misterioso. Desaparecia durante semanas. Uma vez, voltara para casa mancando e com uma cicatriz no rosto. Hermione sentira curiosidade em saber o que lhe havia acontecido, mas não se atreveu a perguntar. Embora tivesse vinte anos, era tímida com relação aos homens, e em especial com Draco. Amava-o em segredo desde que se perdera na floresta, e fora encontrada por ele.
— Sua avó e sua irmã ficariam furiosas se soubessem que estivemos juntos — Hermione comentou, com um sorriso.
— Elas não morrem de amor por sua família, isso é verdade. Não conseguem esquecer que Edward Granger roubou a noiva do meu pai na véspera do casamento, fugindo com ela. Meu pai sofreu muito. Minha avó nunca deixou de culpar sua família pelo sofrimento dele.
— Meu pai e ela se amavam — Hermione os defendeu. — O casamento entre seu pai e minha mãe era arranjado. Seu pai era muito mais velho e estava viúvo havia anos.
— Seu pai é inglês. Nunca foi capaz de entender nosso modo de vida.
O que Draco sabia e que preferiu omitir, por não aprovar, era que o pai estava contando com a herança da noiva para remediar a situação financeira de sua família.
Draco se voltou sobre o cavalo e examinou o corpo esbelto da garota, em jeans e blusa cor-de-rosa desabotoada até o início dos seios. Hermione o atraía mais do que desejaria admitir. Não podia se envolver justamente com a filha da mulher que desgraçara sua família.
— Seu pai não deveria permitir que se afastasse dessa maneira — ele aconselhou. — Há mal feitores por toda a parte. Não é seguro.
— Eu não pensei no perigo.
— Nunca pensa, menina. Sonhar de olhos abertos não é uma boa pedida nestes tempos.
— Todos os tempos oferecem perigos, mas eu me sinto segura a seu lado.
— Não deveria. Nossa amizade não é bem vista. Vamos. Pre-cisamos nos apressar.
Hermione sorriu e apanhou uma máquina fotográfica.
— Sei que está cansado de posar para mim, mas que culpa tenho se não consigo a perspectiva adequada para o quadro que estou pintando?
— Esse quadro vai acabar ficando famoso, garota. Faz oito meses que o está pintando e ainda não me deixou vê-lo¬
— Trabalho devagar — ela mentiu.
Na verdade, não sabia traçar uma linha sem o auxílio de uma régua. A foto serviria apenas para aumentar sua coleção que não cansava de admirar todas as vezes em que se encontrava na pri¬vacidade de seu quarto. Sonhos e fotos. Sabia que não conseguiria mais nada de Draco. A família dele não permitiria um relacionamento. Afinal, nem amigos eles podiam ser.
— Quando pretende ir para a faculdade? — ele indagou, ines-peradamente.
— Pelo meu pai, eu já deveria ter ido, mas pedi que me deixasse descansar um ano após o término do colégio. Não quero ir para os Estados Unidos. Quero ficar aqui.
— Seu pai está certo em insistir — Draco murmurou, embora não o agradasse a idéia de cavalgar pela fazenda sem a chance de encontrá-la. Acostumara-se a vê-la. Para alguém cínico, mun¬dano e experiente, como Draco havia se torrado, Hermione era como o ar primaveril. Adorava sua inocência, sua timidez. Se fosse honesto consigo mesmo, admitiria que também adorava seu corpo jovem e lindo com pernas bronzeadas, seios do formato ideal e uma cintura fina que realçava a curva dos quadris. Ela não era dona de uma beleza perfeita, por assim dizer, mas seus cabelos castanhos, os olhos grandes e serenos fariam qualquer homem sonhar em tê-la como esposa.
O pensamento assustou-o. Nunca quisera pensar em Hermione naqueles termos. Se um dia se casasse, escolheria uma noiva de boa família.
— Você não tem viajado tanto nos últimos tempos - Hermione observou enquanto cavalgavam pelo vale. povo que des¬cendia dos antigos habitantes.
—Os negócios dependem muito de mim desde a morte do meu pai. Além disso, eu estava ficando velho demais para o trabalho que costumava fazer.
— Nunca me falou a esse respeito — Hermione protestou. — O que fazia?
— Isso seria uma confidência. — Ele sorriu e mudou de as¬sunto. — Como seu pai se saiu com o prejuízo da última colheita de frutas?
Uma tempestade tropical havia destruído a plantação de ba¬nanas e dado um tremendo prejuízo a Edward Granger. Mas, comoDraco, seu pai tinham outros investimentos, não houve problemas.
— Não sei. Ele não fala comigo sobre negócios. Acho que não acredita que tenho capacidade de entender. — O pensamento de Hermione voltou para o pequeno livro que encontrara entre os pertences de sua mãe. — Ele não é mais o mesmo da época em que conheceu minha mãe. Ficou tão calado e tão pacato. Minha mãe escreveu que ele era um empreendedor, um homem vibrante e de muita coragem.
— A morte dela deve ter provocado a mudança — Draco sugeriu.
— Talvez. Eu gostaria que me falasse sobre seu trabalho. Blaise me disse que você era o melhor.
— Blaise não tinha o direito de lhe contar. Não gosto de falar sobre meu passado com ninguém.
Hermione estranhou o modo frio e formal de Draco.
— Ele é um bom homem. Ajudou meu pai com o gado, o outro dia, por ocasião de uma tempestade. Você deve gostar dele, ou não o teria por tanto tempo em sua fazenda.
— Ele é bom no que faz — Draco concordou ao falar sobre o ex-policial, que fizera parte do bando de mercenários a que ele pertencera —, mas não tem o direito de falar sobre mim com você.
— Não se zangue, por favor. A culpa foi minha. Fui eu que perguntei. Sei que você é muito fechado sobre sua vida particular, mas fiquei preocupada ao vê-lo voltar tão machucado.
Ele se controlou para não retrucar. Não podia se abrir. Não podia contar que fora um mercenário profissional, que seu trabalho fora destruir lugares e, de vez em quando, também pessoas. Suas operações sempre foram mantidas em segredo. Apenas alguns membros dos governos para quem prestara favores, sabiam de sua vida. Quanto aos amigos e conhecidos, ninguém imaginava de onde vinha o dinheiro que mantinha a fazenda tão lucrativa. Deu de ombros.
— Você deveria se casar — comentou inesperadamente. — Já é hora de seu pai lhe arranjar um noivo.
Ela pensou em sugeri-lo, mas sabia que seria chamar por uma encrenca...

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