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6. Lamentos


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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You (você)
poor (puro)
sweet (doce)
innocent thing (inocente ser)
Dry your eyes (enxugue seus olhos)
and testify (e veja)
You know (você sabe)
you live to break me (você vive pra me machucar)
don't deny (não nege)
I'm your sweet sacrifice (sou seu doce sacrifício)

One day i'm gonna forget your name
(Um dia eu irei esquecer seu nome)
And one sweet day, you're gonna drown in my lost pain
(E em um doce dia, você afundará em minha dor perdida)



...A Vida Continua...



Cap. 6
Lamentos


Scorpius sentiu as costas latejarem de dor. Virou-se um pouco procurando uma melhor posição. Estava sentado do lado de fora do retrato de Grifinória a quase uma hora e ninguém tivera a ‘bondade’ de lhe dar a nova senha. Porque droga mudariam a senha no primeiro dia de aula? Esses Grifinórios desorganizados!

Passos ecoaram pelo corredor vazio. Duas pessoas, talvez três se aproximavam. O loirinho suspirou aliviado, já não agüentava mais.

- Olha só, se não é o Malfoy. Bem que eu disse que o lugar dele era o chão.

Scorpius se ergueu fazendo uma careta de desagrado. Para sua inteira infelicidade eram os meninos do trem. Os dois que o espancaram e mais um maior e mais robusto que os outros. O loiro segurou firme sua varinha, embora soubesse que não melhorara muito em mágica em um único dia de aula que quase não incluía aulas práticas.

- O que faz na Grifinória heim? Veio aqui por ordem de seu pai Comensal da Morte para tramar a morte de alguém? – um dos rapazes falou enquanto se aproximava, já empunhando a varinha.

- Na verdade estou aqui a mando de minha mãe que é Inominável. Ela está fazendo um estudo sobre pessoas que tem a inteligência inferir a de um Inferi, então eu vim para Grifinória coletar nomes.

- Vejam só a arrogância do moleque! – o maior falou balançando a cabeça – ou seria a burrice?

- Entendo que vocês não tenham inteligência o suficiente para diferenciar os dois. Talvez se eu falar mais devagar...

Nunca questão de segundos Scorpius foi desarmando e jogado contra a parede com violência. Sentiu braços fortes (ou pelo menos mais fortes que os seus) segurando-o e no instante seguinte viu-se sendo espancado sem nenhuma chance de defesa. As paredes pareciam girar ao seu redor, já não sentia chão algum sob seus pés. Algo quente escapava de sua garganta sufocando-o, mas ele não foi capaz de notar que era sangue. Sentia dor. Uma dor imensa. Mas não a dor sem importância das pancadas, dos socos e chutes. Era na verdade a dor suprema da humilhação. A dor de ter de baixar a cabeça diante de inferiores.

Sentiu o corpo cair quando o soltaram. O chão estava tão frio... tentou ficar de joelhos, humilhado diante dos três que o olhavam do alto de sua momentânea supremacia. Só neste instante notou amargurado que era sangue que escapava por entre seus lábios. Uma mão segurou seus cabelos e o fez erguer os olhos lacrimejantes para os três.

- E agora, você aprendeu a baixar a cabeça e se ajoelhar moleque? Agora que está banhado em sangue?

- Pelo menos... – Scorpius fez um esforço enorme para falar – Pelo menos... o sangue que escorre de mim agora... é PURO!

Scorpius, lógico, pagou caro pelo que dissera. Ainda no chão se vira mais uma vez sendo atingido por chutes vindos de todas as direções. Mas antes, pudera ver o desprezo nos olhos do garoto que o segurava. Pudera ver o quanto se sentira inferior a Scorpius e essa inferioridade causara-lhe repulsa e raiva, fazendo com que voltasse a espanca-lo.

Scorpius o vira inferior. Isso fazia toda a surra valer a pena.

**********

Rose e Alvo saíram rindo da casa de Hagrid. Fora tão divertido visitá-lo que eles até esqueceram que já passava da hora de voltar e agora entravam correndo no castelo, tinham a séria impressão que passaram do toque de recolher.

Seus passos ecoaram no corredor vazio, suas risadas preenchiam o lugar de paz. Ao virarem o primeiro corredor deram de cara com um segundo-anista muito irritado.

- Onde droga vocês dois tinham se metido? Revirei o Castelo inteiro atrás de vocês.

James Potter estava com cara de poucos amigos. Perdera seu tempo precioso de jogar conversa fora para ficar procurando o irmão e a prima que resolveram sumir no primeiro dia de aula!

- Nós estávamos na casa do Hagrid e acabamos perdendo a hora...

- Ta ok, vocês explicam depois que estivermos na Grifinória, não podemos perder mais tempo aqui fora.

Os três rumaram para a Torre de Grifinória.

********
Scorpius, ainda no chão, viu os três garotos se afastarem, finalmente deixando-o em paz. Eles ainda olharam para o loiro mais uma vez antes de dizerem em alto e bom som a senha para o retrato da mulher gorda. “Diretor Dumbledore”. Scorpius riu consigo. Podiam ter mudado a senha logo para “você não é bem vindo aqui”, seria mais fácil de dizer do que o nome do homem pelo qual seu pai fora responsabilizado pela morte.

Escorando-se na parede ele conseguiu se levantar, porém sentiu uma dor aguda que o levou a pensar na possibilidade de ter quebrado uma costela. Viu a varinha no chão e tentou abaixar-se para a pegar, mas a dor se intensificou de um jeito que ele acabou ajoelhado, com as mãos apertando com força onde as costelas que deviam estar fraturadas. A dor o segou por alguns momentos. Quando finalmente conseguiu respirar fundo e abrir os olhos, tentou mais uma vez pegar a varinha no chão, mas para sua surpresa alguém a pegou antes e estendeu para ele.

James Potter o olhava de forma curiosa, parecendo se perguntar como ele conseguira se machucar tanto, ou mesmo quem o machucara tanto. Por trás dele Alvo e Rose estava parados divididos entre a preocupação e a repulsa. Por mais que quisessem perguntar se o garoto se estava bem, não podiam deixar de pensar que alguma coisa ele devia ter feito para merecer aquilo. E vindo de Malfoy, podia ter sido muita coisa.

- Quer que eu te leve até a ala hospitalar? – James perguntou com total indiferença pela saúde de um Malfoy.

Scorpius tomou a varinha da mão de Potter.

- Não preciso da ajuda de ninguém. – desdenhou.

- Eu diria que você está precisando sim, mas se você não quer... – James se ergueu olhando com superioridade – Se acha que pode chegar lá sozinho... dane-se. Não vou ligar a mínima se você morrer no meio do caminho. Agora, eu tenho mais o que fazer do que ajudar um Malfoy. Alvo e Rose, vamos entrar, o Malfoy não precisa da preocupação de vocês.

Alvo não pensou duas vezes e seguiu o irmão para dentro da Sala Comunal. Rose o seguiu também, mas em um pequeno momento de hesitação por parte dela, seu olhar acabou por encontrar os olhos cinzas e maltratados de Malfoy. Claro, foi só uma questão de segundos. Segundos esses que a fizeram estremecer e lhe dariam uma noite inquieta sonhando com olhos cinzas umedecidos por lágrimas amargas.

Mas uma vez Scorpius estava sozinho.

Apertando com força as costelas machucadas ele se ergueu. Deu alguns passos vacilantes pelo corredor escuro. Não precisava de ninguém mesmo. Mais alguns passos. Aqueles grifinórios pensavam o quê? Que ele dependia deles? Outros passos. Ele não era um deles, não, não era. Ele não precisava de ninguém.

Scorpius olhou ao redor e para piorar sua situação (que diga-se de passagem já não estava assim tão boa), o loirinho viu que havia se perdido. Malditos corredores iguais! Mais alguns passos... as escadas! Todas as estranhas escadas de Hogwarts que ele não fazia idéia onde iriam dar. Quanto tempo ele levaria para aprender a fazer um LUMUS que prestasse? Tentou. Tentou de novo. Mais uma vez. Pode visualizar vagamente os degraus que talvez lhe levassem a enfermaria e avançou para eles.

E eles realmente o levaram.

No segundo degrau que pisou, seu corpo não agüentou a pressão exercida sobre as costelas fraturadas e a dor mais uma vez o segou fazendo-o perder momentaneamente os sentidos. No alto de uma escada perder os sentidos pode não ser algo muito bom. Sentindo as forças sumirem, ele caiu. Rolou escada a baixo, finalmente parando na entrada de algum corredor totalmente vazio e escuro, sem fazer idéia de onde estaria sua varinha. Se ficou inconsciente? Bem que ele gostaria, mas em vez disso passara a madrugada inteira (e incrivelmente longa) imóvel no chão frio em meio a mais densa escuridão. Nenhum aluno em Hogwarts jamais ficou tão feliz por ver Filch pouco antes do amanhecer.


**********


- Pensei que você não fosse trabalhar hoje pela manhã.

- E não vou. Estou me arrumando para ir a Hogwarts.

Hermione naquela manhã mudara seu estilo de vestir. No seu trabalho no ministério, sempre vestia terninhos, geralmente longos e comportados. Hoje assumiram um ar mais jovial do que de costume, composto por calça e blusa. Algo bem mais casual que chegara a causar estranheza ao marido.

- É sobre a carta que recebeu da professora Minerva? – Rony perguntou olhando a esposa ainda deitado.

- É. Ela disse que um pai pediu uma audiência com o Conselho de Pais para esse sábado.

- Mas hoje é terça.

- Eu sei. Mas quero conversar com ela a respeito. Não quero chegar lá no sábado sem ter idéia do que está acontecendo.

Ela pegou uma capa preta de viagem e colocou delicadamente sobre os ombros, ajeitando com muito apreço o laço. Pegou a varinha sobre a cômoda e deu uma última olhada no espelho antes de dar um beijo no marido e se dirigir a porta.

- O que você acha que se trata? – Rony perguntou fazendo-a parar. – Acha que é normal alguém pedir uma reunião com o conselho?

Pelo tom de voz do marido ela notou que se tratava de uma infundada pontinha de ciúmes. Em uma ocasião qualquer ela teria rido de como ele pode ser bobo as vezes, mas naquela momento não. Estava muito pensativa para achar graça.

- Não, Rony. Não é normal se pedir uma reunião com o Conselho de Pais, mas sim, eu acho que sei do que se trata.

Jogando um beijo para o ruivo ela saiu fechando a porta.

Quando recebera a carta da professora McGonagal na noite anterior ficara curiosa, uma vez que a carta não continha nenhuma explicação ou detalhe sobre o que estava acontecendo, mas logo uma idéia lhe passou pela cabeça. Uma idéia fixa ela diria.

Draco Malfoy.



*********


Draco estava ajoelhado no chão frio, seu corpo doía. Tremia incontrolavelmente por causa da forte Maldição Imperius que havia recebido. A sua frente aquele que havia o torturado estava de costas para ele. Vestia uma capa preta e ria. Uma risada fria e cortante.

Draco sentiu medo. Sentiu muito medo, mas não tinha como saber do quê. Não era do Lord das Trevas em si. Não, não era. Agora reparava bem que o Lord segurava alguma coisa. Alguma coisa que era de Draco, mas ele não conseguia ver o que era. Só sabia que queria de volta.

Todo seu corpo estremeceu e sua garganta abafou um grito quando o Lord se virou. Em seus braços um corpinho frágil de um menininho de 11 anos. Scorpius. Morto.

Draco Malfoy se ergueu num sobressalto, sua mão se fechou com força sobre um punho frágil que o tocara pouco antes enquanto ele dormia. Estava ensopado de suor frio e respirava com dificuldade. Seus olhos azuis extremamente claros encontraram os da esposa, ainda mais escuros que o comum. Olhos que pareciam muito preocupados.

- Teve pesadelo? – perguntou com a voz um pouco rouca.

Ele soltou o pulso dela, reparando levemente que ficara vermelho devia a força com a qual a segurara. Vagamente pensou como era bom ter uma esposa que não reclamava por bobagens e que não tinha certas frescuras.

- Não foi nada – falou enquanto massageava distraído o braço onde ficara um dia a Marca Negra. – Porque me acordou, Pandora?

Ela hesitou antes de responder com o coração apertado levantando uma carta de Hogwarts.

- Scorpius... ele se machucou...










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N.A.:
A música neste capítulo é Sweet Sacrifice de Evanescence


N.A.2:
Sentiram o drama? tem noção do que os aguarada no próximo capítulo?


Próximo capítulo: GOING UNDER






~~~§~~~LARA MALFOY~~~§~~~

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