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1. A acusação


Fic: Revenge


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione entra em uma discreta e elegante cafeteria no centro de Londres, onde Vitor Krum pedira que ela o encontrasse. Imediatamente o procura até vê-lo acenar discretamente, junto a ele havia uma morena de olhos azuis claros, uma modelo bruxa com quem ele pretendia se casar, pelo menos fora o que o amigo lhe dissera na carta.

-Olá, como vai, Vitor? –Hermione se dirige ao amigo, que a recebe com um caloroso abraço.

-Muito bem, principalmente agora que nos vemos novamente. Esta é Catherine, minha noiva. –Krum apresenta a mulher, que se levanta, mostrando-se alta e esguia. Era de fato uma mulher muito bela.

-Muito prazer, Vitor me falou muito sobre você. –O que realmente era verdade, o amigo lhe dedicara um enorme pergaminho para contar como havia a conhecido e o como ela estava sendo importante para ele.

-Ele também me falou muito de você. –Apesar do sorriso que Catherine exibia, Hermione não considerou seu tom muito amigável.

-Sente-se Hermione, fique à-vontade. –Krum puxou a cadeira para que ela se sentasse e fez um sinal para o garçom. –Já o havia avisado para preparar o cappuccino do jeito que gosta.

-Obrigada, mas me surpreende que ainda se lembre, afinal tem pouco mais de dois anos que não nos vemos. –Hermione comenta vagamente, mas percebe que Catherine lhe lançara um olhar nada amigável.

-Você é uma amiga muito querida, jamais esqueceria seus gostos. Inclusive, por isso me preocupei ao saber sobre Dumbledore, sei que você gostava muito de seu diretor. –Krum tinha um tom preocupado e tocou de modo reconfortante sua mão.

-Realmente está sendo muito difícil e Harry está sofrendo muito. –Hermione comenta deixando escapar um suspiro triste.

-Potter... não tem nem cinco minutos que chegou e já arranjou um jeito de tocar no nome dele. –Krum resmunga desgostoso, enquanto o cappuccino de Hermione era servido.

-Harry é meu melhor amigo, Vitor. Quando você vai deixar de implicar com ele? –Hermione fala em tom cansado, até mesmo pelas cartas, via o ciúme que o ex-namorado tinha de seu amigo.

-Talvez, quando você parar de arranjar um jeito de metê-lo sempre nas nossas conversas. –Hermione reconheceu aquele tom de voz e o olhar carrancudo, eram os mesmos de quando namoravam e ela comentava qualquer coisa sobre Harry.

-Não sei por que isso lhe incomoda tanto. –Catherine se manifestou deixando seu sotaque francês mais evidente, o que era sinal de que ela também estava se impacientando. –Você e Hermione são apenas amigos, portanto ela pode se envolver com quem quiser.

-Não estou envolvida com Harry, ele é meu amigo, meu melhor amigo, mas apenas isto. –Hermione repetiu querendo encerrar o assunto.

-Se isto fosse verdade, não se preocuparia tanto com ele, nem deixaria que sua vida girasse em torno dele!

-Já chega! Se é a ela que quer, então vou embora! –Catherine tinha o rosto rubro e apertava a alça da bolsa com força.

-Não, por favor! Eu não tenho a mínima intenção de causar qualquer conflito, se minha presença incomoda, eu me retiro...

-Engula sua pose de boa moça! –Catherine pegara o cappuccino de Hermione e lhe jogara na roupa. –Sei bem o que quer, sua interesseira. Pajeia o Escolhido, mas sem lagar o astro de quadribol, não é?

-Já chega Catherine! Sente-se agora mesmo e pare com isto. –A ordem foi firme e prontamente obedecida, apesar da francesa manter a expressão de indignação. –Venha comigo, Hermione. Vou lhe levar onde poderei dar um jeito em sua roupa e onde poderemos acabar com esta discussão.

-Não é necessário Vitor, eu vou assim mesmo. –Hermione já pegara a bolsa e estava decidida a ir, mas foi segura pelo braço, por Krum.

-Não quero que saia daqui brigada comigo, por favor. –Apesar de contrariada, Hermione acabou cedendo ao pedido gentil.

-Tudo bem, mas só alguns minutos. –Krum assentiu e a guiou para os fundos, passado por um corredor, indo além dos banheiros até uma porta no fundo, onde havia a indicação de gerência.

-Conheço o dono do café, ele irá nos ceder a sala. –Assim que Krum abriu a porta, Hermione viu uma mulher no fundo da sala se virar e então tudo ficou negro.

Harry estava jantando com os tios, quando ouviu barulhos de estalos na sala e logo reconheceu como o de gente aparatando. Rapidamente pega sua varinha e se ergue, assustando os tios e Duda.

-Esconda isto agora mesmo, moleque! –Valter bradou lívido de raiva ao ver o objeto mágico na mão do sobrinho.

-Há bruxos... –Antes que Harry terminasse de falar, Tonks e Lupin adentraram a cozinha com expressões graves no rosto.

-Harry, precisamos falar com você e é urgente. –Tonks estava muito séria, o que fez Harry engolir em seco, não estava preparado para perder mais ninguém importante.

-Pois saiam desta casa! Se quiserem falar com este moleque, levem-no para longe da minha casa e da minha família, suas aberrações! –Lupin apenas lançou um olhar de desprezo ao homem e depois fez um sinal para Tonks indicando a porta.

Os três foram rápida e silenciosamente até o quarto de Harry, onde fecharam a porta e Lupin indicou a cama para Harry, depois lançando um olhar a Tonks, como se pedisse que ela falasse.

-Harry o que nos trás aqui é algo muito sério e que nos pegou de surpresa de tal maneira, que não sei bem o que fazer. –Tonks começou a falar parecendo nervosa, o que só piorou o estado de ânimo de Harry.

-Alguém morreu? Houve um novo ataque? –Harry pergunta ciente de que a guerra agora ganhava força, já que o maior inimigo de Voldemort havia caído pela traição de Snape.

-Vitor Krum foi assassinado esta tarde. –Aquilo pegou Harry de surpresa, não só porque não imaginava o motivo pelo assassinato, como não tinha idéia da relação que aquilo teria com ele.

-Eu admirava o modo como ele jogava, mas nunca cheguei a ser amigo dele, não entendo o porquê de está me contando isso. –Harry então pensou em Hermione, ela era amiga de Krum e talvez quisessem que ele contasse a ela. Mas antes que ele pudesse questionar sobre sua suspeita, Tonks falou algo que demorou a ser compreendido por seu cérebro.

-Acusaram Hermione pelo assassinato. Ela estava na cena do crime, há testemunhas e agora ela se encontra no St. Mungus. Possuí ferimentos leves, mas está bem, no entanto, assim que ela receber alta será presa.

-Isso é impossível! Hermione jamais faria isso, ela não mataria alguém, ainda mais o Krum que foi namorado dela. –Harry argumenta como se aquilo fosse a coisa mais lógica do mundo.

-Aí é que está. Acham que o crime foi cometido por ciúmes, pois Krum estava justamente apresentando a noiva a ela, quando a briga começou. –Harry teve vontade de rir, olhou para Lupin como se esperasse que ele fosse rir e dizer, que aquilo era uma brincadeira, mas não foi o que ocorreu.

-Eu quero vê-la. Preciso falar com ela.

-Se troque, está frio lá fora. –Após dizer isto, Lupin saiu acompanhado por Tonks e deixando um Harry atônito olhando o caminho que os dois fizeram.

Rapidamente Harry se vestiu, sua mente tentava procurar respostas para aquele cenário absurdo. Quando desceu, viu que seus tios ainda deviam estar na cozinha e somente os dois bruxos o esperavam, porem não se preocupou em avisar que sairia, não perderia nem um minuto sequer. Tonks o aparatou para o St. Mungus e Lupin os seguiu. Assim que chegaram Tonks viu alguns aurores e se afastou para conversar atrás de novidades, enquanto isso Lupin o guiou até o local onde Hermione estava. Foi uma surpresa ver que a frente do quarto havia um auror sentado perto da porta e com a varinha em mãos, como se estivesse de guarda.

-Este é Harry Potter, ele é amigo da jovem e veio conversar com ela. –Lupin fala de modo formal e Harry sente o auror procurar pela sua cicatriz, algo que todos tinham o hábito de fazer e que já não o surpreendia mais.

-Preciso ficar com sua varinha. Caso ela tente agredi-lo de alguma forma, grite e tente se afastar, que eu estarei atento e logo entrarei em seu socorro. –Harry poderia rir daquela recomendação, mas como notou que a frase saíra quase que em tom automático, percebeu que deveria ser apenas uma formalidade, por isso entregou a varinha e entrou no quarto.

Seu coração se comprimiu ao ver que Hermione tinha os joelhos dobrados e abraçava-os, enquanto chorava com o rosto escondido. Devagar, caminhou até a cama e se sentou de frente para amiga, que rapidamente ergueu a cabeça e ao vê-lo, se jogou sobre si e o abraçou fortemente.

-Calma, Mione. Tudo vai ficar bem, você só precisa me contar o que houve. –Harry fala em tom calmo e firme, como se tentasse passar segurança para ela.

-Eu não sei. –A voz estava trêmula, mas a garota parecia parar de chorar. –Vitor me mandou uma carta dizendo que estava em Londres e queria me ver, que também queria me apresentar à noiva. Eu achei que seria bom ir até lá e conversar um pouco.

-Então você sabia que ele estava noivo? –Harry pergunta a afastando o suficiente para olhá-la, aproveitando para retirar-lhe um excesso de cachos castanhos do rosto.

-Sim, ele havia me comunicado na carta. Quando cheguei, ele nos apresentou e a noiva pareceu não gostar muito de mim, depois ficou claro que ela tinha ciúmes, Vitor também mostrou ciúmes de você, começou uma discussão e então ele me pediu para segui-lo. Ia me levar ao escritório do dono do café para limpar o cappuccino que a Catherine derramou em mim e também para terminar com a discussão. É difícil lembrar de tudo com detalhes, mas sei que assim que entramos, havia uma mulher na sala e depois só lembro de vê-la virar e um feitiço vir na minha direção.

-Então havia uma mulher que lhe deixou inconsciente. –Hermione apenas acenou que sim. –E você não ficou com ciúmes do Krum quando o viu com a noiva, não é? –Harry pergunta sabendo que aquela teoria era ridícula, afinal viu o quanto a amiga sofrera por Rony no ano anterior e mesmo que ela não estivesse interessada em outro, ainda sim a amiga jamais seria capaz de matar alguém por ciúme.

-Claro que não! Vitor era apenas um amigo e mais nada! Eu terminei com ele, não agüentava os ciúmes que ele tinha de você e que pelo visto ainda não havia passado. Não entendo como podem me culpar pelo assassinato dele. –Hermione parecia desolada e sua expressão demonstrava o quanto estava confusa.

-A noiva dele disse que você a tratou friamente e com ironia e quando ela não suportou mais as ofensas, brigaram e Krum interferiu, lhe levando para onde pudesse se acalmar. Depois os clientes do café viram ele voando para o salão e você tinha a varinha apontada para ele, houve um duelo ali e a noiva dele foi chamar os aurores. Ao que parece, quando ela voltou, vocês já não estavam mais no salão, então ela selou a porta de saída com magia para reter as testemunhas e depois foi ao escritório do gerente, onde viu você e Krum caídos no chão. A teoria dos aurores é que lançaram feitiços simultaneamente e ele te estuporou enquanto você usou a maldição da morte nele. –Aquelas informações haviam sido passadas por Lupin no caminho até o quarto.

-Isso é absurdo! Só pode ser armação... Eu não sei por que iriam querer fazer isso comigo, mas é tudo mentira! Eu não a tratei mal em momento algum, não demonstrei interesse no Vitor, jamais brigaria por ciúmes e ainda usando feitiços em um local trouxa... A mulher que me apagou deve ter tomado uma poção polissuco, é a única resposta. –Hermione estava nervosa, suas mãos tremiam e ela parecia assustada.

-Eu acredito em você e vou arranjar um jeito de provar isto! Não se preocupe, porque eu não vou deixar que te prendam, certo? –Harry diz olhando-a nos olhos com firmeza.

-Obrigada Harry, porque eu não sei mais o que fazer. Não estou conseguindo nem pensar direito. –Harry a abraçou e aninhou em seu colo.

-Não se preocupe, Mione, eu vou cuidar de você, não vou deixar que lhe façam mal. –Aquelas palavras doces a deixaram mais tranqüila, pois sabia que Harry não deixava de cumprir com sua palavra.

Assim que Hermione adormeceu, Harry saiu e se encaminhou com Lupin até onde poderia encontrar Tonks. O caminho foi feito em silêncio, pelo menos Harry não ouvira nada, estava concentrado demais no que a amiga dissera e em como poderia provar tudo aquilo.

-Ah, aí estão vocês! Como Hermione está? –Tonks parecia preocupada e saber que os amigos acreditavam em Hermione lhe dava mais confiança ainda.

-Está mais calma, conversei com ela e prometi que ajudaria a provar sua inocência. Ela me disse que foi a noiva do Krum que começou a discussão e que havia uma mulher no tal escritório, que a fez ficar inconsciente.

-Acontece que as coisas se complicaram, Harry. Uma equipe de aurores foi a casa dela, conversou com os pais de Hermione e fez uma revista no quarto dela. Lá eles acharam um diário e cartas que Krum enviara a ela. Ao que tudo indica, ela sofria por ele ter terminado com ela e não aceitava seu noivado. Na última carta, Krum disse que a esperava no café com a noiva, porque queria fazer Hermione entender que ela era especial e que o fazia feliz. Havia rabiscos raivosos de Hermione na carta e marca de lágrimas. Aqui só tenho o diário, as cartas já estavam no ministério e só posso te mostrar se você for lá. –Tonks estava triste, mas mantinha o tom sério.

-Só pode ser mentira, parte da armação. –Harry levou a mão aos cabelos, tudo estava começando a se complicar. –Me dê o diário, vou a Toca e lá vamos pensar em algo para livrar Hermione. Rony e Gina podem dar depoimentos favoráveis. –Harry sugeriu e Tonks, após pensar por instantes, assentiu.

Aparataram para a Toca, onde a notícia do assassinato já havia chegado. Rapidamente Harry lhes contou sobre o que conversara com Hermione e Tonks lhes passou a situação da investigação. Também fora Tonks que leu trechos aleatórios de várias partes do diário, incluindo a última página escrita, onde havia a frase “Se ele não vai ser meu, cuidarei para que não seja de ninguém!”

-Eu disse que não devíamos ter permitido que ela ficasse perto daquele búlgaro metido! Mas ela nunca me ouviu! –Rony urrou após socar a mesa, seus olhos estavam úmidos e vermelhos.

-Calma aí, você não pode estar acreditando mesmo nisso Rony. A Mione jamais atacaria o Krum, ela também não é chegada a esses melodramas idiotas que estão escritos nesse diário. –Harry fala como se fosse óbvio, mas Rony parece não se abalar.

-Me surpreende você dizer isso, Harry. Não viu como a Hermione estava sensível ano passado? Deprimida e querendo se afastar de todos, justamente depois que o Krum anunciou estar namorando sério com a tal modelo francesa. –Gina fala pensativa e observando a reação de todos.

-A Gina tem razão, ela tava meio esquisita mesmo. Eu podia estar brigado com ela, mas eu reparei nisso. –Rony fala como se começasse a ligar as coisas, o que deixa Harry irritado.

-Você não pode estar falando sério! Hermione estava sofrendo por sua causa! Ela estava com ciúmes do seu namoro com a Lilá. –O Sr. e a Sra. Weasley ficaram um tanto surpresos e confusos, enquanto Rony ria friamente.

-Por mim? Se Hermione gostasse mesmo de mim não me trataria tão mal, teria vindo falar comigo e até poderia ter passado a hostilizar a Lilá, mas ela nunca fez nada disso! Pare de tentar arranjar desculpas. Hermione era louca pelo Krum e num ato estúpido matou aquele idiota! –Harry não suportou ouvir aquilo e acertou um soco no rosto de Rony, que estava ao seu lado, jogando-o sobre Lupin.

-Pare com isso Harry, brigar não vai adiantar nada! –Tonks fala segurando-o, enquanto Lupin se colocava entre os dois.

-Harry eu sei que a Hermione é nossa amiga, eu também estou sofrendo por causa disso, mas olhe a letra do diário, é a letra dela! Além disso, ela teria me confidenciado se gostasse do Rony, teria pedido minha ajuda afinal sou irmã dele. –Gina tinha os olhos úmidos e fechava as mãos com força, como se falar aquilo fosse uma constatação dolorosa.

-Não, Hermione jamais faria algo assim. Sra. Weasley, fale para eles que a Hermione é uma boa garota, que ela jamais faria algo contra alguém! –Harry apelou à bondosa senhora, que apenas chorou.

-Harry, todas as provas estão contra ela, há testemunhas. Além disso, mesmo que fosse o caso de uma poção polissuco, esse diário e as cartas provam o contrário. Sei que Hermione é uma boa garota, mas às vezes, por amor e em uma situação de confusão emocional tão grande, com a guerra e a invasão de Hogwarts... o que quero dizer, é que talvez ela possa ter cometido um ato impensado. –Arthur tinha a voz vacilante, como se fosse difícil para ele acreditar em tudo, mas cedendo à solidez das provas.

-Vocês não podem estar falando sério. Não é possível que depois de conhecerem a Hermione por tantos anos estejam virando as costas para ela quando ela mais precisa! –Harry estava rubro de tanta raiva, o punho fortemente fechado.

-Hermione sempre foi muito fechada, sempre guardou tudo muito para si, chegou a hora que tudo explodiu, ela estava desesperada. Krum foi o grande amor dela, ela não cansava de me dizer o quanto era feliz com ele...

-Pára de falar isso Gina! Hermione é inocente. Ela jamais iria a um lugar com a idéia de matar alguém como esse diário sugere. –Harry parecia um lobo furioso.

-Você é apaixonado por ela, não é Harry? Por isso a Cho terminou com você, por isso você também terminou com a Gina. Achou que poderia ter uma chance com a Hermione agora que Krum estava noivo e ela estava frágil com a morte de Dumbledore e a guerra! –Rony esbravejou como se agora entendesse toda aquela cena. –Agora dá pra entender porque ficou do lado dela quando brigamos, chegando a passar horas numa biblioteca só pra ficar com ela.

-Cala a boca! Eu não acredito que seu ciúme seja tão doentio a ponto de você ficar cego desse jeito! –Harry se libertou de Tonks e partiu para cima de Rony, mas foi afastado por Lupin e por Tonks que prendeu seu braço com uma chave. –Me solte, eu vou bater nesse idiota até o cérebro dele voltar pro lugar!

-Pode vir, mas saiba que o único que vai apanhar é você, seu traidor! –Rony também se sacudia nos braços de Lupin, que usava de grande força para imobilizá-lo. A Sra. Weasley chorava e tanto Arthur quanto Gina pareciam não saber o que fazer.

Por fim, Tonks estuporou Harry, enquanto Lupin fazia o mesmo com Rony. Não adiantaria nada deixar que aquela discussão continuasse e os dois precisavam conversar com Arthur e Molly sobre a posição dos Weasley naquela situação.



N/A: Me chamem de maluca! rsrsrsrs Projeto novo com o BlackWolf então para quem o conhece, sabe que a fic vai ser flamenguista, rubro-negra rsrsrsrs.

N/A²: Alguma surpresa na reação do Rony? E na reação da Gina? A fic ainda vai surpreender muito, alguém aposta em mais alguma surpresa?

N/A³: O segundo cap está sendo escrito, então se eu ver 15 comentários com consistência, ou seja, nada de "Atualiza!!!!" ou " Posta logo!" eu posto o cap 2!

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Comentários: 1

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Enviado por Tronos em 19/05/2011

  Francamente... Eu não me canso de dizer o quanto o ony pe inútil e idiota, ainda me surpreendo que tenha tanta gente que goste dele...

  A fic ta ótima, quero só ver o que vai levar todos a trairem o Harry.

Nota: 5

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