I never knew
I never knew that everything was falling through
That everyone I knew was waiting on a queue
To turn and run when all I needed was the truth
But that's how it's got to be
It's coming down to nothing more than apathy
I'd rather run the other way than stay and see
The smoke and who's still standing when it clears
Everyone knows I'm in
Over my head
Over my head
With eight seconds left in overtime
She's on your mind
She's on your mind
Let's rearrange
I wish you were a stranger I could disengage
Say that we agree and then never change
Soften a bit until we all just get along
But that's disregard
Find another friend and you discard
As you lose the argument in a cable car
Hanging above as the canyon comes between
Everyone knows I'm in
Over my head
Over my head
With eight seconds left in overtime
She's on your mind
She's on your mind
Everyone knows I'm in
Over my head
Over my head
With eight seconds left in overtime
She's on your mind
She's on your mind
And suddenly I become a part of your past
I'm becoming the part that don't last
I'm losing you and its effortless
Without a sound we lose sight of the ground
In the throw around
Never thought that you wanted to bring it down
I won't let it go down till we torch it ourselves
Everyone knows I'm in
Over my head
Over my head
With eight seconds left in overtime
She's on your mind
She's on your mind
Everyone knows...
She's on your mind
Everyone knows I'm in
Over my head
Everyone Over my...
Everyone Over my...
Everyone knows I'm in
Over my head
Over my head
With eight seconds left in overtime
She's on your mind
She's on your mind
The Fray - Over My Head (Cable Car) (tradução)
Eu nunca soube
Eu nunca soube que tudo estava desmoronando
Que todos que eu conhecia estavam esperando em uma
fila
Para dar as costas e correr, quando tudo que eu precisava era a verdade.
Mas é assim que tem que ser
Está se resumindo a nada mais do que apatia
Eu prefiro correr por outro caminho a ficar e ver a fumaça e quem ainda fica quando ela se dissipa
Refrão:
Todos sabem que eu estou
No meu limite
No meu limite
Com oito segundos restantes a mais
Ela está na sua cabeça
Ela está na sua cabeça
Vamos reorganizar
Eu queria que você fosse um estranho de quem eu
Pudesse me desligar
Diga que nós concordamos e então nunca mudamos
Acalme-se um pouco até que nós todos nos entendamos
Mas isso é indiferença
Encontre um outro amigo e descarte-o
Enquanto você perde a discussão num teleférico
Pendurado nas alturas enquanto o abismo está no meio
Refrão
E de repente eu me torno uma parte do seu passado
Eu estou me tornando a parte que não dura
Eu estou perdendo você, sem esforço.
Sem um som nós perdemos sinal do chão
Nas rochas ao redor
Nunca pensei que você quisesse derrubar
Eu não deixarei cair até nós mesmos incendiarmos isso
Refrão
Todo mundo sabe...
Ela está na sua cabeça
Todo mundo sabe que eu
Estou no meu limite
Véspera de natal, 1997.
A respiração regular de Gina enchia os ouvidos de Hermione enquanto ela permanecia deitada e acordada, fitando a escuridão da noite, iluminada apenas pelas luzes coloridas e coruscantes que os Weasleys tinham colocado ao redor da Toca. Os flocos de neve caíam calmamente do céu, garantindo um Natal branco este ano.
A casa estava quieta, exceto pelos roncos de Fred e Jorge. Fora um dia agitado, com a família e refeições e risadas. Uma ocasião tão rara de felicidade em um tempo de trevas e morte.
Mas não hoje. Não na véspera de Natal. Ela estava surpresa em perceber que ela não pensara em Voldemort uma vez sequer naquele dia. Ela estivera tão ocupada com batatas e presunto empurrados em seu prato pela Sra. Weasley, esquivando-se das varinhas de brinquedo e doces de Fred e Jorge e sendo apalpada por Rony em cada quarto vazio que encontravam.
Rony.
Seu namorado.
O pensamento ainda lhe trazia um sorriso ao rosto, mesmo depois de tantos meses.
Ela lembrou da reação dele mais cedo aquele dia quando ela o puxou um quarto vazio e deu-lhe a Firebolt de presente de Natal. Ela economizara por um ano para comprá-la para ele, e a expressão de pura surpresa e prazer em seu rosto valera cada galeão e cada sicle que gastara. Então ele a beijara tão profundamente que os seus dedos se curvaram nas mangas da camisa dele e o desejo começou a crescer dentro dela.
Quando ele tinha se afastado, ela quis suspirar pela perda. A única coisa que a parou foi o próprio gemido de frustração dele enquanto ele a puxava para ele. Ela sentira o desejo dele por ela contra seu ventre e resistira em empurrá-lo para a cama de Gina na mesma hora.
Ela sabia que Rony estava pronto para levar o relacionamento deles para o próximo passo. Secretamente, Hermione tinha certeza que ele estivera preparado no momento em que ele a beijara pela primeira vez. Mas algo a segurara. Ela quisera ter certeza de que ela era mais do uma paixonite passageira para ele, como tantas outras garotas com quem ele saíra.
Qual era a sua desculpa agora? Ela sabia que Rony a amava. Ela sabia que ele nunca a pressionaria e ela sabia que ele nunca a abandonaria. Hermione nunca acreditara em almas gêmeas até que Rony a beijara pela primeira vez depois que a Grifinória vencera a Copa de Quadribol no sexto ano deles. E agora ela estava com dezessete, beirando o que sua mãe chamava de “mulheridade”. Ela estava achando difícil afastar-se quando Rony começava a explorar seu corpo por debaixo das vestes ou da saia.
E ela estava sempre procurando pela lógica em cada situação. E não era lógico Rony ser seu primeiro?
Isto é, mesmo, ela não estava apenas protelando o inevitável?
Hermione sorriu consigo mesma, imaginando o que Rony diria se soubesse que ela estava na cama ao longo do corredor, bem perto dele, decidindo-se a finalmente dormir com ele.
Mas, razões e lógicas à parte, quando caiu em si, a verdade era que ela o queria.
Empurrando os cobertores, ela deslizou cuidadosamente para fora da cama, relanceando o olhar ao redor para certificar-se de que Gina não acordara. Hermione se arrepiou com o resfriamento do quarto antes de abrir a porta para o corredor. Ela a fechou atrás dela gentilmente antes de praticamente tatear pelo corredor para o quarto de Rony. Ela sabia que ele e Harry estariam dormindo, e, com gentil relaxamento, Hermione girou a maçaneta e abriu a porta. Seus olhos se deslocaram e pousaram em Rony.
Ele estava deitado de bruços, seu braço pendendo debilmente do lado da cama e sua cabeça enterrada debaixo do travesseiro. Hermione caminhou para a beirada da cama e descansou uma mão no ombro exposto dele.
- Rony. – Ela sussurrou, sacudindo-o levemente.
Ele grunhiu uma resposta e golpeou a mão dela para longe.
Hermione mordeu o lábio e pensou rapidamente no que fazer. Um lento sorriso se expandiu em seu rosto enquanto ela assentava uma palma contra as costas dele, amando a sensação de sua pele quente. Enquanto ela deslizava suas unhas para cima e baixo nas costas dele, ela sentia seus próprios dedos se curvando com desejo quando ele gemeu de leve.
De repente, ele a apanhou, fazendo-a sobressaltar-se. Ele tirou a cabeça debaixo do travesseiro e a olhou, seus olhos piscando enquanto o reconhecimento se alastrava em suas feições.
- Hermione?
- Shh, você vai acordar o Harry. – Ela sussurrou, acenando para o amigo deles que ressonava levemente.
- O que está fazendo aqui?- Rony baixara a voz e se erguera, fazendo Hermione morder os lábios quando seus olhos fizeram um caminho pelo torso nu dele.
- Eu quero... Digo... Eu estou pronta.
As sobrancelhas se juntaram em confusão enquanto ele a olhava e esfregava a nuca.
- Pronta para o quê? Está tarde, não acho que alguém esteja tão ansioso para abrir os presentes ainda...
- Não, seu bobo. – Ela disse, seus olhos oscilando, risonhos. – Vem comigo? – Sua voz morreu, corando levemente quando percebeu o que tinha acabado de dizer. Felizmente, Rony estava muito ocupado esfregando os olhos para ter entendido a insinuação.
- Ir aonde? – Ele bocejou.
- Lá para baixo. Por favor?
Ele soltou um longo suspiro antes de assentir:
- ‘Tá certo.
Hermione recuou quando ele deslizou para fora da cama. Seus joelhos pareciam de borracha quando avistou o peito musculoso dele e a barriga de tanquinho. O sutil caminho de pêlos flamejantes que desciam sedutoramente de seu peito para seu umbigo, desaparecendo por sob a cintura da calça de seu pijama, que folgava em seus quadris.
Ele deve ter percebido que ela o encarava porque, quando ela levantou o olhar, ele estava sorrindo largamente, um brilho provocante nos olhos.
- Gosta do que vê, Srta. Granger?
Constrangida por ter sido pega babando, Hermione jogou o longo cabelo para trás dos ombros, lançando-lhe um olhar entediado:
- Nada que não tenha visto antes.
- Se apenas fosse verdade... - Ele suspirou dramaticamente. Quando ele alcançou o robe, Hermione ergueu uma mão para o braço dele para pará-lo.
- Você não vai precisar disso.
- ‘Tá bem. – Rony lhe lançou um olhar curioso antes de permitir que ela pegasse sua mão e o conduzisse sem barulho para o corredor, e então para as escadas.
- Ei, vai demorar muito? Está congelando aqui embaixo e nós temos que levantar cedo e...ouch! – Sua voz morreu quando ela beliscou sua mão e a seguiu silenciosamente para a sala.
Rony cruzou os braços antes de olhar para ela em expectativa. Hermione respirou fundo e virou-se para encará-lo. As luzes da árvore de Natal ainda cintilavam, lançando sombras multicoloridas nas paredes. Ela não pôde evitar sorrir para as riscas verdes e azuis que piscavam sobre o rosto dele e seus cabelos.
- Hermione, são duas da manhã... Você me trouxe aqui embaixo para me encarar? Porque você podia fazer isso enquanto durmo.
Ela tentou não xingar muito alto o constante bocejo dele. Ela queria se entregar a ele e tudo que ele podia pensar era em dormir. Típico.
- Eu te disse que estava pronta. – Hermione disse, começando a desabotoar a camisola. – Foi isso o que eu quis dizer. Agora.
Ela observou os olhos dele descerem para suas mãos, que começavam a afastar os botões da camisola. Os olhos dele se arregalaram enquanto a revelação atravessava seu rosto.
- Hermione... Não... Digo... - Rony apressou-se para ela rapidamente e parou suas mãos antes que ela desabotoasse o último botão. Hermione sentiu o ar gélido em sua pele quando a curva do seio se expôs.
A vergonha rapidamente queimou em suas bochechas enquanto a humilhação fervilhava nela:
- Você não me quer?
Ele ergueu as sobrancelhas e olhou-a como se ela tivesse pus de mimbulus mimbletonia escorrendo das orelhas.
– Não te querer? Enlouqueceu?
- Só pensei que podíamos... Digo... Eu quero.
- Tem certeza? – Rony perscrutou o rosto dela bem de perto por algum sinal de dúvida. – Está tarde. Podemos esperar...
- Eu não quero esperar. – Ela sussurrou, ouvindo a hesitação em sua voz. Ela sorriu levemente para o alívio que cruzou o rosto dele. – Eu te amo, Rony.
Ele a puxou para ele em resposta de pousou seus lábios nos dela. Ela sentiu os dedos trêmulos dele afastando o último botão de sua camisola e então praguejando sob sua respiração. A confortou de um modo estranho Rony parecer tão nervoso quanto ela estava.
Rony engoliu em seco e deslizou o tecido pelos ombros dela, seus olhos azuis escurecendo enquanto ele os baixava para o corpo dela.
Ele empurrou a camisola para baixo até se embolar nos pés descalços dela, seus olhos caíram para os seios dela e se fixaram nos mamilos rosados e endurecidos.
Rony já a tinha tocado antes, mas tinha sido sempre sobre sua blusa e ela normalmente o afastava depois de alguns momentos, apenas quando seus mamilos começavam a endurecer sob os dedos dele. Agora ela o encarava, convidativa, contendo seu recato.
Os olhos dele se encontraram com os dela por um breve momento antes de ele inclinar a cabeça e beija-la no pescoço, o coração dela começou a acelerar quando ela o sentiu estremecer contra ela. As mãos dele desceram por um pequeno pedaço de suas costas, pousando ali enquanto seus lábios deslizavam sobre sua pele, deixando um rastro quente de desejo.
Hermione ofegou levemente, suas mãos se erguendo para os ombros dele enquanto ela arqueava contra ele. Ela suspirou seu nome quando sentiu os dedos dele deslizarem lentamente até o cós de sua calcinha. Ela estava tremendamente aliviada por ter escolhido a calcinha de seda verde à insípida de algodão.
Erguendo a cabeça, Rony olhou para ela com os olhos famintos e questionadores:
- Posso?
Antes que ela pudesse pensar, ela assentiu rapidamente, suas bochechas corando quando ele puxou sua calcinha até seus tornozelos. Ele tomou a mão dela e a puxou para frente até ela livrar-se da calcinha.
Ao fechar seus olhos firmemente, ela sentiu Rony se ajoelhar, as mãos dele deslizando por suas coxas vagarosamente, fazendo-a tremer em antecipação. Quando ela o sentiu deslizar a mão entre suas pernas, seus olhos se arregalaram em surpresa e ela soltou um grito curto e baixo, agarrando os ombros dele para se apoiar.
Ele mordia o lábio enquanto a analisava, como se decidisse o próximo movimento. Seus olhos baixaram para onde sua mão descansava e lentamente ele deslizou um dedo para dentro dela, quase gemendo para o quão molhada ela já estava.
- Rony. – Ela suspirou, sua cabeça pendendo para trás em prazer.
Ele usou os dedos para provocar e explorar. Ele queria memorizar a sensação dela, o gosto dela. Rony usou as mãos para prender os quadris dela enquanto ele a trazia para frente, rapidamente deslizando a língua sobre o seu calor, antes que ela tivesse uma chance de protestar.
Hermione tentou falar enquanto seus dedos deslizavam para os cabelos dele e apertavam. A língua dele era apenas...Merlin...Era maravilhosa. Simplesmente maravilhosa. Mas algo estava faltando. Ela queria urgentemente sentir como seria tê-lo dentro dela. Completamente.
- Rony, por favor. – Ela sussurrou, suas mãos caindo de seus cabelos para os ombros dele enquanto ele ficava de pé. Ele hesitou apenas levemente antes de se inclinar para beijá-la. Ela podia sentir o seu próprio gosto na boca dele quando ele empurrou a língua pelos lábios dela, ela gemeu levemente, as mãos dele ásperas em seus quadris e suas costas.
Ela o deixou empurra-la para o carpete e Hermione se deitou, desejando que seu corpo parasse de tremer tanto. Ela o observou nervosamente enquanto Rony desabotoava os botões da calça do pijama, a passava pelos quadris e a tirava.
Ao atrever-se a olhar, seus olhos se arregalaram. Como aquilo tinha que acontecer da forma que deveria? Era fisicamente impossível. Ela ergueu o olhar de volta para Rony, que estava ajoelhado perto dela. Ele se inclinou e a beijou profundamente antes de se afastar levemente para olhá-la.
- Tem certeza?
- Sim. – Ela engoliu em seco, relanceando os olhos para a ereção dele novamente. – Eu não sabia...
- Não sabia o que? – Ele perguntou, sua pele começando a rosear.
- Er, não sabia que era tão grande. – Ela finalizou com a voz falha, manejando um sorriso quando ele riu.
- Só para você, Hermione. – Ele disse com uma risadinha e se inclinou para beijá-la.
Hermione instintivamente separou as pernas para que Rony pudesse se acomodar entre suas coxas. Ela o sentiu começar a investir nela e ela arqueou as costas, mordendo o lábio dolorosamente.
Ela assentiu antes de perceber que estivera prendendo a respiração. Exalando rapidamente, ela se dispôs a relaxar os músculos e fechou os olhos bem apertados quando sentiu Rony entrar nela. Ela choramingou com a intrusão, suas unhas cravando-se sua carne enquanto ela se preparava para a dor de que tanto ouvira as meninas de Hogwarts reclamarem.
- Não quero que isso te machuque. – Ele disse de repente, observando os olhos dela se abrirem e se fixarem nos dele- Diga-me se machuca e eu paro. Juro.
Ela assentiu e arquejou quando ele investiu com mais força, quebrando a última barreira entre eles. Ela soltou uma pequena lamúria para a súbita queimação dentro dela e empurrou os quadris, procurando por alívio.
- Hermione. – Rony ergueu uma mão para cobrir sua bochecha. Seus olhos se fecharam firmemente enquanto respirava profundamente. – Hermione, eu vou parar...
- Não. – Ela disse de repente. – Não. Por favor, não pare...
Querendo convencê-lo de que estava bem, Hermione levantou as pernas e rodeou a cintura dele fazendo-o deslizar mais profundamente dentro dela. Ela observou-o começar a se mover sobre ela, seu coração se aquecendo ao olhar para o rosto dele. Ele a encarou com um misto de amor e respeito antes de fechar os olhos e um leve gemido escapar de seus lábios.
Ela fechou os olhos o máximo que conseguiu, agradecida quando o desconforto se desfez em uma dorzinha. Rony começou a se mover dentro dela mais rápido, fazendo-a estremecer levemente, mas ela grudou-se mais nele, gemendo levemente quando ele se inclinou para ela e encontrou sua boca com a dela com suas respirações dispersas.
- Te... Amo... Oh, Deus... - Rony sussurrou, jogando a cabeça para trás e gemendo alto.
Hermione levantou os quadris contra os dele, sentindo um pequeno arrepio de prazer começar a se formar dentro de seu ventre com cada investida. Era uma estranha mistura de prazer e dor e Hermione se esforçou para fazer crescer aquela sensação magnífica.
Rony mudou de posição, seus lábios caíram para sua bochecha e sua mandíbula, a respiração dele quente e ofegante contra sua pele. Hermione deslizou as mãos das costas úmidas dele até seu cabelo espesso, um pequeno gemido escapando de seus lábios. De repente, Rony agarrou-se a ela, seus quadris investindo contra os dela irregularmente até ele soltar uma lamúria estrangulada.
O peso dele caiu sobre ela enquanto Hermione ofegava para respirar, a mão dele se embrenhou por seu cabelo, e a outra caiu para o carpete, ao lado dela. Muito tempo depois, Hermione sentiu Rony respirar estavelmente e ele se erguer levemente para olhá-la:
- Você é... Quero dizer... Isso foi... - Ele engoliu em seco e a estudou.
- Brilhante? – Hermione perguntou com um sorriso, deixando suas mãos percorrerem livremente as costas dele.
- É. – Ele sorriu largamente. – Eu te amo.
O sorriso dela atenuou-se e ela o puxou para baixo, saboreando o gosto dos lábios dele:
- Eu também te amo.
- Sempre?
- Sempre.
Hermione fechou os olhos, sentindo-o se mexer dentro dela e enterrar o rosto em seu cabelo enquanto ele a respirava. Seu coração rompeu com o amor por ele, e, de repente, ela soube, sem nenhuma dúvida, que ela sempre seria de Rony. De Rony e de mais ninguém.
Sempre.
N/A: Me desculpem a demora e também por não ter postado o capítulo inteiro, mas ele era muito longo e não daria tempo. Além disso, eu pretendo postar um bônus que será importante para o quinto capítulo junto com a parte final deste capítulo. Só preciso de tempo e muita calma para terminar de traduzir. Tenham paciência, por favor. Pelo menos consegui traduzir a NC e fazer a alegria das taradas de plantão! Comentem bastante, por favor. Quem sabe os comentários não me animem e eu me esforço para traduzir mais rápido? Também gostaria de lançar uma enquete: há uma short que a autora postou em separado de Save Me e gostaria de saber se vocês querem que eu traduza. É uma MM e também NC do casal Rony/ Hermione. Estou perguntando porque os fãs H/G podem não se interessar, então quero ter certeza que, se eu traduzir, todos vão lê-la e me deixar saber se gostaram. Não poderei traduzir agora, mas posso fazer isso mais adiante, quando me restar mais tempo livre. Deixem seus comentários e opinem a respeito!
N/B(Henrique): Que capítulo foi esse? Logo na 1ª parte uma NC! Pra falar a verdade achei essa cena meio engraçada... Mudando de asunto, seria demais se vc traduzisse essa short. R/H é muito melhor que H/G(sem ofensas, mas acho que R/H dá muito mais história que H/G...) Até a próxima parte do capítulo!
N/B(Naty): Ahhh!!! NC, NC, NC!! (Ñ me pintem de tarada ok? Mas eh q ler uma continuação de Save Me sem NC eh fo**!) Bem, eh claro, jah disse q ñ sou fã de R/Hr, mas adorei msm assim! Com certeza foi uma primeira vez melhor q a da Gi e do Harry ñ? ¬¬ Ficou bem fofinha, bonitnha, e eh claro q com a tradução impecável da Carol ficou mto melhor! Bem, o cap. saiu meio atrasado pq eu tbm demorei um pouco pra betar *sorriso sem graça* Mas valeu a pena neh? Bem Carol, vou repetir q ñ sou fã de R/Hr, mas se traduzir eu leio com certeza! E ateh beto se me for permitido! :D Adorei o cap. Esperarei o resto dele. Bjoos Carol!!
//if (getsess(4) == 0 || getsess(0) == 'ERR'){
?>
//}
?>
Created by: Júlio e Marcelo
Layout: Carmem Cardoso Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License. Based on a work at potterish.com.