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10. NOVOS JOGADORES


Fic: Harry Potter e o Toque da Morte


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Dumbledore já esperava pelos garotos quando eles alcançaram as portas de carvalho que guardavam a entrada do castelo pelo Saguão de Entrada.
— Vocês não podem sair sozinhos. Eu irei com vocês e ficarei assistindo a aula de Herbologia, Harry.
Harry não pôde falar nada e saiu do castelo com Dumbledore bem atrás dele. Harry, Rony e Hermione entraram na Estufa número quatro e o diretor os seguiu.
— Professora Sprout, — disse Dumbledore quando a Professora disse que era tamanha surpresa ele estar ali — por favor, ministre sua aula como sempre fez. Só estou aqui para assistir e prometo que não lhe enviarei nenhum tipo de resultado dentro de dez dias — Dumbledore sorriu. A turma toda riu com gosto. Todos sabiam que ele estava falando das inspeções que a professora Umbridge fizera no último ano letivo.
A professora Sprout, então, começou a falar para a turma:
— Eu sei que como vocês já estão na última aula do dia, vocês já ouviram isso várias vezes hoje. Parabéns pelo excelente resultado nos exames de N.O.M.s. Também quero avisar sobre as provas simuladas de N.I.E.M.s que vocês farão quando este e o próximo trimestre terminar. Mas, chega de falar do que vocês já sabem. Quero primeiramente agradecer ao Sr. Neville Longbottom por nos permitir ter a aula de hoje. Creio que ele é merecedor de trinta pontos para a sua casa — Harry se perguntou se a professora Sprout já sabia do ocorrido na aula de poções — Hoje nós vamos estudar uma planta muitíssimo rara. Mimbulus Mimbletonia. Posso pedir a alguém para definir a Mimbulus Mimbletonia?
Ninguém se impressionou quando Hermione levantou a mão.
— Mimbulus Mimbletonia é uma planta incrivelmente rara. Não existe registro dela na Grã-Bretanha. Esta planta possui um sistema de autodefesa muito sensível. Ao perceber que está para ser atacada, ela libera um líquido, que, conforme a planta cresce, vai ficando cada vez mais venenoso. Este líquido é chamado de escrofulária. Quando a Mimbulus Mimbletonia ainda é filhote, ela produz escrofulária sem parar, mas ainda não tem veneno, só um odor pouco agradável.
— Muito bem Srta. Granger, vinte pontos para a Grifinória — Harry já estava quase se acostumando com a idéia de Hermione ganhar pontos para a Grifinória nas aulas de Herbologia. Na verdade, em todas as aulas, menos nas do professor Snape. — Esta Mimbulus Mimbletonia aqui tem cerca de um ano, não é mais filhote, mas ainda não é adulta, porém, o veneno dela, possui um teor um pouco alto, pois ela está numa fase em que vai se adaptar ao lugar onde vive e medir a quantidade de veneno na escrofulária. Portanto, pode ser muito venenoso, ou apenas mal cheiroso. Como nós só temos esta Mimbulus Mimbletonia, não pedirei para que vocês a mudem de seus vasos. Se reúnam em quarteto para fazer esquemas da planta e quero uma redação por grupo de como manter viva uma Mimbulus Mimbletonia. Vocês acharão o que precisam nos seus exemplares de Plantação E Cultivo Das Plantas Mágicas. Ah, quero dois da Grifinória com dois da Lufa-Lufa. Podem começar.
Harry e Rony se juntaram com Justino Finch-Fletchey e Ernesto McMillam. Hermione se juntou com Neville e duas garotas da Lufa-Lufa.
— Eu sou bom de desenho — disse Ernesto. — Se vocês quiserem, posso fazer o esquema — Os outros três concordaram e Harry olhou pela janela, o sol ia começando a baixar, Dumbledore tinha o olhar fixo numa área que parecia ser os Portões de Entrada de Hogwarts.
Ernesto McMillam fez rápido o desenho da Mimbulus Mimbletonia e Harry, mas para parar de pensar no que Dumbledore olhava com tanta atenção do que qualquer outra coisa, começou a escrever os detalhes da planta no desenho que Ernesto fizera, usando as páginas 457 e 458 do seu livro de Herbologia.
Quando ele terminara de escrever os detalhes da planta, Rony e Justino anexaram magicamente uma redação que cada um havia feito abaixo do desenho da Mimbulus Mimbletonia.
— Ei, Harry — disse Justino Finch-Fletchey. — Você já tem alguma idéia do que vai fazer Sábado nas suas aulas da Armada de Dumbledore?
Justino fizera uma pergunta que Harry estava se recusando a responder para si próprio desde que aceitou fazer isso tudo com a AD. Ele respondeu a primeira coisa que veio à sua cabeça e que era verdade:
— Vou tentar ensinar tudo o que sei. Não é muita coisa, mas ajuda. Foi assim que nós iniciamos a Armada e é assim que nós vamos continuar. É claro que não vou pedir um feitiço do Patrono de um aluno da primeira série. Mas farei o possível para ensiná-los como fazer.
Dumbledore, que estava atrás de Harry, sorriu ao ouvir a resposta do garoto. Nenhum dos alunos, porém, viu.
Quando a sineta tocou, Harry, Rony, Justino e Ernesto entregaram o seu esquema da Mimbulus Mimbletonia e se dirigiram para a porta da estufa para voltarem ao castelo e jantar. Dumbledore estava à espera de Harry, Rony e Hermione e, quando a garota entregou o seu esquema, saiu com os três de volta ao castelo. Quando eles passaram pelas grandes portas de carvalho, o Prof. Dumbledore disse:
— Vocês têm meia hora para jantar. Depois, aula de Oclumência.
Os três concordaram com a cabeça e entraram no Salão Principal.
— Foi um bom primeiro dia — disse Rony se sentando ao lado de Harry e Hermione. — Pelo menos tivemos pouco dever de casa. Só a redação da McGonagall. O que foi, Harry?
Harry estava com o olhar distante, pensando em nada.
— Ah. Quê? Já é hora de ir?
— Não — respondeu Hermione. — Ainda temos vinte minutos. Por que você não come alguma coisa, Harry?
— Estou sem fome.
— Tudo bem, então — disse Hermione e a garota levou um garfo com lasanha à boca. Isso talvez tenha encorajado Harry, pois o garoto se serviu de um grande pedaço de lasanha.
Quando Harry terminou de comer já eram cinco e vinte cinco.
— Acho melhor irmos, — disse ele — já estamos quase atrasados.
Harry e Rony terminaram rápido de comer e se levantaram da mesa da Grifinória que ia ficando cada vez mais vazia.
Já eram cinco e quarenta quando Harry chegou à porta da sala de Dumbledore.
— Sapos de Chocolate! — disse ele para a estátua que guardava a porta da sala do diretor e esta se abriu. Harry subiu a escada circular e se encontrou em frente à porta do escritório do diretor. Harry bateu e a porta abriu.
— Boa tarde — disse Harry.
— Boa tarde, Harry — respondeu Dumbledore. — Pronto para começar?
Harry concordou com a cabeça e os dois ficaram de pé. Dumbledore ergueu a varinha, disse Legilimens e Harry começou a ver o seu aniversário de dez anos, quando Duda Dursley, seu primo trouxa, o tentou afogar na privada e Harry fez com que a água toda jorrasse na cara do primo. Depois passou a ver o dia em que entrou para Hogwarts e fora selecionado para a Grifinória. Depois Harry começou a ver duas pessoas adultas, uma muito parecida com ele, os cabelos teimosamente despenteados, os joelhos ossudos e outra com longos cabelos lisos e com os olhos iguais aos dele.
Harry estava vendo os seus pais. Ele, ainda bebê estava mo colo da mãe e o pai lia o Profeta Diário sentado no sofá de uma sala que só podia ser a da casa em que Harry morava com os pais. Havia também uma outra pessoa que Harry reconheceu por ser a sua tia Petúnia. Mas se ela odiava tanto assim a irmã, o que ela fazia na casa dos Potter? Foi quando Harry ouviu um trecho da conversa. Ele não conseguiu identificar o que sua mãe falava com a tia Petúnia, mas ouviu quando seu pai Tiago, dobrou o jornal e comentou:
— Os Dementadores estão para admitir a união com Voldemort.
— Demen… o quê? — Perguntou a tia Petúnia. Lílian, porém, fez uma cara de preocupação.
— Dementadores, Petúnia — respondeu Tiago. — Guardam a prisão dos bruxos, Azkaban.
Lílian fez uma cara repreensiva. Tia Petúnia fez uma cara de quem achava um absurdo os bruxos terem uma prisão guardada por criaturas que não existem. Como se Tiago lesse a mente dela, ele disse:
— Mas os Dementadores existem, Petúnia. Aqui, olhe como eles são. Você não pode vê-lo se encontrar com um. Mas aqui tem uma foto.
Tiago acenou a varinha e conjurou um pedaço de pergaminho e o deu a tia Petúnia. Ela fez uma cara de horrorizada e disse:
— Não passa de um homem usando uma capa muito feia. Lílian, eu vim aqui ver como você estava e já vi que está muito mal. Continua cheia destas idéias loucas e se você me dá licença, eu vou embora. Adeus.
Tia Petúnia saiu da casa recusando que Tiago a levasse até a porta. Quando Petúnia cruzara o portão do jardim, Lílian disse:
— Será que ela nunca vai aceitar que os bruxos existem e que ela não tem que ter inveja só porque é trouxa?
— Não sei, querida. Mas deixe-me levar o nosso Harry para deitar.
Lílian passou o bebê que ela estava segurando nos braços para Tiago.
Harry então, voltou a ver a sala de Dumbledore. O diretor estava sentado na cadeira e Harry estava no chão.
— Eu podia ter feito parar. Mas pensei que você ia gostar de ver os seus pais — disse Dumbledore.
— Foi a primeira vez que eu os vi normalmente. Sabe, sem tentar fugir do Voldemort.
Dumbledore respondeu a pergunta que Harry fazia para si mesmo:
— Petúnia Dursley visitava a irmã. Escondido do marido, enquanto ele trabalhava. Mesmo sentindo inveja pelo fato da irmã ser bruxa e ela trouxa. Petúnia Dursley se importava com a irmã. Quanto ao seu pai, ele era um excelente Oclumente. Lia a mente das pessoas sem que elas percebessem. Agora eu devo lhe pedir que não fique com vontade de ouvir seus pais novamente e, conseqüentemente, não tente bloquear a sua mente. Vamos continuar?
Harry respondeu que sim e Dumbledore repetiu Legilimens. Mas desta vez, Harry não deixou que Dumbledore visse nada, porém, Harry também não viu nada da vida do Professor. Harry ficou mais de uma hora treinando Oclumência, quando Dumbledore disse:
— Harry, qual é a hora do treino de Quadribol?
— Sete e meia. — Respondeu Harry.
— Então, vamos lá — disse Dumbledore.
— Sério? Já acabou por hoje?
— Já. Vá até o seu dormitório, pegue a sua vassoura e me encontre com o Sr. Weasley e a Srta. Granger na porta do castelo.
Harry saiu da sala de Dumbledore e foi quase correndo para a Torre da Grifinória, quando se perguntou como Dumbledore sabia que Hermione ia treinar. Passou pelo buraco do retrato da Mulher Gorda e encontrou Rony e Hermione sentados no final da Sala Comunal. Vários estudantes podiam ser encontrados espalhados em mesas com vários rolos de pergaminho e livros, fazendo os deveres.
— Vamos treinar? — Perguntou Harry para Rony e Hermione, que haviam começado a fazer a redação da professora McGonagall. — Peguem suas vassouras e vamos.
Rony foi com Harry até o dormitório e apanharam suas vassouras. Harry apanhou também sua velha Firebolt. Ele ia passar a vassoura para Hermione após o treino daquela noite. Quando eles desceram para a Sala Comunal, Hermione e Gina já estavam à espera deles.
— Hermione. Toma! — Disse Harry entregando a Firebolt à garota. — Para ninguém falar que eu já te escolhi pro time. Você vai também, Gina? — Perguntou Harry ao ver que a garota estava com uma vassoura sobre o ombro.
— Vou tentar entrar como batedora. Fui expulsa do cargo de apanhadora.
Os quatro, então, se dirigiram às portas do castelo, ao encontro do Prof. Dumbledore, que já estava à espera deles.
— Vamos? — Perguntou Dumbledore.
Os quatro concordaram e saíram do castelo, Dumbledore atrás. Ao chegarem ao Campo de Quadribol, havia cerca de vinte alunos querendo uma vaga no time.
— Ah, esperem um pouco — disse Harry para os alunos, ele estava bastante nervoso. — Eu e Rony vamos vestir as roupas do time.
Antes de entrarem no Vestiário da Grifinória, Dumbledore o checou por dentro para se certificar de que estava vazio.
— Podem entrar — disse Dumbledore saindo do vestiário e deixando a porta aberta. Quando Harry e Rony entraram, Rony perguntou:
— Vai ser assim todas as vezes que nós tivermos de sair do castelo?
— Não faço a mínima idéia. — Respondeu Harry. — Acho que sim.
Harry e Rony tiraram as vestes de Hogwarts e vestiram o uniforme vermelho do Time da Grifinória. Saíram então para ver cada aluno segurando uma vassoura.
— Vejamos, quem vai tentar ser artilheiro? — perguntou Harry sem saber o que fazer.
Doze pessoas levantaram a mão, inclusive, Hermione.
— Ah, e quem para batedor?
Entre Gina, foi a vez de oito pessoas levantarem a mão.
— Certo. Três candidatos para artilheiro e dois para batedor. Os outros, por favor, esperem ali com o Prof. Dumbledore até que eu os chame. — Harry indicou para a arquibancada da Grifinória, onde o diretor estava sentado ao meio, olhando tudo. — Eu garanto que todos serão testados hoje.
Muitos alunos pareceram nervosos pela idéia de se sentar perto do diretor, mas seguiram as ordens de Harry.
— Vamos lá. Eu vou soltar a Goles, os Balaços e o Pomo. Prontos? Voem!
Harry soltou as bolas e viu o Pomo de Ouro umas quatro vezes, mas estava mais empenhado em avaliar cada jogador. Ele estava certo. Em dez minutos, Hermione fizera quatro gols que Rony nem tivera a chance de ver de onde viera a Goles. Os outros, porém, não conseguiam nem acompanhar o ritmo do jogo.
Uma quartanista e uma quintanista estavam treinando como batedoras. Esta quartanista já havia acertado um dos artilheiros três vezes e ela não parecia ter o mínimo reflexo para poder fugir dos Balaços. Harry aproveitou enquanto os artilheiros estavam longe de Rony para falar com o garoto.
— Aqueles dois são horríveis, não sabem diferenciar uma Goles de um Balaço. Eu vou pegar o Pomo e terminar com isso — disse Harry perto de Rony em um volume suficiente só para o garoto ouvir. E, imediatamente, Harry vira o Pomo dez metros à diagonal para cima.
Menos de dez segundos e Harry avisava ao time que o jogo acabara.
— Obrigado — disse Harry quando os candidatos pousaram ao lado de Rony, que havia pousado antes de Harry.
— Vocês podem ir. — Continuou ele. — Chamem mais três artilheiros e dois batedores.
Os cinco cruzaram o campo até as arquibancadas e foram em direção ao lugar onde os outros estavam.
— Eu vou soltar as bolas — disse Harry quando os novos candidatos chegaram. — Voem!
E Harry e Rony subiram novamente. Mais uma vez, ele vira o Pomo de Ouro inúmeras vezes, mas o deixou escapar. Os artilheiros eram ainda piores, quando um deles finalmente fez um lance a gol, a Goles perdeu a força e começou a cair a mais de um metro de distância de Rony.
Gina estava treinando desta vez. Ela era muito melhor como batedora que como apanhadora. Ele não sabia como Angelina cometera este erro no ano passado. O outro garoto que treinava como batedor, conseguira confundir a própria cabeça com um Balaço e acertou a si mesmo, ganhando um grande galo. Harry pegou o pomo e chamou os outros candidatos.
Quando eles voaram novamente, Harry se surpreendeu. Um terceiranista parecia um simples borrão de tinta preta voando com um modelo de Nimbus 2000. Ele era tão ágil quanto Hermione. Os outros dois artilheiros eram tão ruins quanto os outros. Quantos aos batedores, estes eram piores do que aquele que confundira o Balaço com a cabeça. Harry imediatamente agarrou o pomo e chamou os últimos candidatos.
Dos artilheiros, só se podia destacar um. Ele era tão bom quanto Angelina Johnson, mas Hermione e o terceiranista eram melhores do que ele. Mas os outros dois artilheiros fizeram Harry se perguntar se eles eram tão ruins ou estavam só de curtição com a cara dele.
Um batedor era um verdadeiro fiasco e foi acertado pelo Balaço inúmeras vezes, pois não se lembrava de mandá-lo embora com o bastão. O outro porém, aparecia rebatendo as bolas como se Aparatasse pelo campo, ao invés de voar. Harry terminou com a partida capturando o Pomo num mergulho quase vertical e chamou todos ao campo.
— Eu já sei quem entrou pro time. — Harry pediu o nome de todos e fez uma lista com os que ele vira como bons jogadores. Cinco minutos depois de organizar a lista, ele a divulgou:
— Para artilheiros: Guto Lupro; Hermione Granger; Alexandre Moore. E para batedores: Eleanor Joly; Regina Weasley. Obrigado a todos que vieram. Aos que foram selecionados, peço que providenciem um uniforme do Time da Grifinória e compareçam aos treinos três vezes por semana. E, por favor, vamos treinar todos juntos agora.
Mais de uma hora depois, um Time de Quadribol da Grifinória exausto voltava ao conforto do castelo na companhia de Alvo Dumbledore, que estava lá cumprindo a promessa que dera a Harry de que toda vez que ele precisasse sair do castelo, Dumbledore iria com ele.
Harry, porém, estava satisfeito, pois sabia, depois daquele treino todo, de que escolhera as pessoas certas para o time. Os sete simplesmente combinavam em campo e tinham um desenvolvimento muito bom. Os batedores eram tão bons que a clavícula de Harry se deslocou por um Balaço mandado por Eleanor Joly. Ela disse que o apanhador era a prioridade em termos de ser derrubado. Harry não sabia se sentia raiva ou orgulho.
— Sabe, eu acho que a taça é nossa. Sinceramente — disse Rony se deitando na cama, para um Harry que já havia deitado e retirado os óculos.
— É, eu também. — Harry respondeu, quase dormindo e finalmente adormeceu. No dia seguinte ele não se lembrava dos seus sonhos.

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