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11. A Floresta


Fic: Aventura no Brasil - Pós Horwarts... Ação e Mistério!


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CAP-11 – A Floresta







CAP-11 – A Floresta





Rio de janeiro.





Quinze para as nove da manhã, Harry e Rony aparataram na ante sala do gabinete do ministro.



Uma bruxa magra, de óculos, com os cabelos elegantemente penteados, os atendeu:



- Bom dia. O ministro pediu para que os senhores aguardassem no gabinete.



Eles entraram no gabinete que se encontrava vazio, e escuro apenas uma bola de cristal emitia uma fraca luz alaranjada. Segundos depois que entraram as velas se acenderam automaticamente.



Rony chamou a atenção de Harry para uma luz azulada que saia por baixo da porta na parede oeste do gabinete.



- O que será isso?



- Sei lá, mas depois do que aconteceu com você ontem à noite é melhor ficarmos bem ligados em tudo – Disse Rony segurando a varinha dentro do bolso.



A porta então se abriu e o Ministro entrou com um ar preocupado. Antes que a porta se fechasse completamente, Harry pode observar o Vice Ministro sentado no chão dentro de um circulo de pedras. Na frete dele no centro do circulo, havia um chama azul, dentro do fogo ele viu o vulto de uma cabeça com cabelos vermelhos e desgrenhados.



Tudo foi muito rápido não deu para entender o que estava acontecendo naquela sala.



O Ministro percebeu o olhar de Harry e fechou a porta mais rapidamente.



- Bom dia – O tom da voz do ministro não era tão amável quanto no dia anterior – O diretor Ferraz já me contou sobre a confusão na qual o senhor se envolveu ontem. E que o senhor solicitou que a auror Lina Marnoto o acompanhasse na expedição. Vou atender o seu pedido apesar dos protestos do diretor. Sei que ele é uma pessoa um tanto irritante e prepotente as vezes, mas tenho que dar certa razão a ele nesse caso. O senhor não deveria ter se envolvido numa investigação do ministério, está aqui como convidado senhor Potter. A Srta. Marnoto devia ter consultado Ferraz antes de pedir sua ajuda. No entanto não estamos aqui, hoje, para discutir esse assunto.



O Ministro caminhou até a estante e pegou a bola de cristal que emitia a luz laranja, ficou parado por alguns instantes segurando-a com as mãos sua luz aumentou sutilmente. A fisionomia do homem ficou mais tranqüila. devolveu a bola a prateleira.



- Desculpe-me senhor, mas poderia nos dizer o que é esse objeto? – perguntou Rony



- Isso é uma Ma'enduara. Ela guarda a essência de uma pessoa. Essa em particular tem a essência do meu filho falecido, ao toca-la sinto a presença dele, as vezes se me concentrar muito consigo até conversar com ele. Na verdade não com ele, mas com um espectro da sua personalidade numa determinado época. Essas pedras são muito raras e conseguir captar a essência de uma pessoa nelas é muito difícil, sou muito grato ao bruxo que fez isso para mim. Sempre que me sinto cansado o desmotivado eu a toco e lembro do meu filho e das coisas que ele me falava, ouço a voz dele, isso me reanima.



Harry se pegou pensando como seria se seus pais tivessem feito uma bola daquelas, poderia sentir a presença deles apesar de mortos.



Uma voz feminina ressoou na sala anunciando a chegada de Virgílio Matoso, logo depois ele entrou no gabinete, cumprimentou a todos e se sentou.



- Como está Sr. Potter? Recuperado da luta de ontem a noite? – Virgílio deu um tapinha no joelho de Harry enquanto falava. Isso não agradou muito ao rapaz.



- Ele vem enfrentando bruxos das trevas desde os onze anos, acho que já está acostumado.- Disse Rony de forma um pouco rude. Já de primeira vista não tinha ido com a cara de Virgílio e seu jeito confiante de se comportar e falar.



- Estou bem, as instalações do hotel são ótimas tive um sono revigorante. – disse Harry tentando desfazer a implicância de Rony.



- Já são quase nove horas onde estão os outros? – disse o Ministro consultando o relógio sobre a mesa.



Mal acabou de falar e a voz feminina anunciou a chegada do Sr. Vaques e de Miranda Marcondes.



Ela entrou linda, como sempre, vestida de uma forma mais sóbria com botas de couro de dragão, e o cabelo amarrado como um coque. Cumprimentou a todos e foi muito seca com Harry.



O Sr. Vaques parecia mais conformado com a viagem, apesar de não parecer nem um pouco a vontade com a situação.



Por último chegou Lina. Também vinha preparada para entrar na floresta. Parecia meio desanimada e até constrangida.



- Como vai Harry?



Miranda fez uma cara feia ao perceber a intimidade com que Lina tratou o rapaz.



- Bem, e você?



- Meu ombro dói um pouco.



Foram interrompidos pela entrada do vice ministro novamente pela porta oeste, parece que já estão todos aqui. Trazia um pote de barro rústico na mão.



- Bom dia senhores – Disse enquanto cainhava para um canto vazio do gabinete. Todos acompanhavam com o olhar. Retirou do pote de barro uma série de pedras e cristais, depositou-os em forma de circulo no piso. Caminhou em volta das pedras entoando um canto em uma língua estranha, nem as fadas tradutoras conseguiram decifra-las. Parou ao completar a Segunda volta.



- Por favor, se coloquem dentro do circulo deixando o centro livre.



Todos caminharam para dentro do circulo de pedras.



- Dêem as mãos.



Todos obedeceram. Harry ficou constrangido ao ter que tocar as mãos de Miranda que estava ao seu lado, o perfume doce dela o deixava desconcertado, ela ainda não parecia muito simpática com ele. O rapaz olhou para a frente e encontrou o olhar de Lina, que estava entre Virgílio e o senhor Vaques. Ela deu um sorriso discreto. Seus olhos estavam vermelhos.



O vice Ministro retirou um pó acinzentado de uma sacola, o lançou no meio do circulo e gritou:



- M’bour.



Uma forte chama verde saiu do centro do circulo, instantaneamente envolveu tudo que estava dentro do mesmo, e tão rápido quanto surgiu se extinguiu, fazendo desaparecer com as chamas tudo o que estava no interior do circulo.



Quando as chamas sumiram Eles não estavam mais no gabinete do ministro, mas sim sobre um piso de grama ao ar livre. Na frente de uma construção rústica de tijolos de barro e teto de palha.



Duas pessoas os esperavam na porta da construção. Um homem alto e forte com uma espessa e volumosa barba negra, os cabelos grisalhos e desgrenhados lhe caiam sobre o rosto. Ele estava preparado para viagem. O outro era um bruxo de pele morena com cara de índio, o cabelo comprido negro e liso estava amarado em um rabo de cavalo, estava sorridente em contraponto ao outro que estava carrancudo.



- Olá, sou Emílio Paranaguá, sou auror da superintendência do Pará. Disse o Bruxo com cara de índio, esse grandão calado é Julião Alcântara, nosso guia. Ele é especialista em florestas mágicas, pelo menos foi o que me disseram.



- Devemos partir logo, temos muito o que caminhar. Já que não é possível aparatar na floresta. – Disse Julião com uma voz grave e pouco compreensível.



- vamos utilizar mochilas, para ficarmos com as mão livres, distribuam sua bagagem de modo a deixar as coisa mais importantes na mochila o resto ponham nos baús.



Todos se prepararam, Julião executou um feitiço nos calçados dos viajantes para torna-los mais resistentes e confortáveis.



Começaram então a caminhar, iam descendo uma colina até a margem da floresta que estava a poucos quilômetros dali. Atrás deles iam os baús flutuando, por meio de um encantamento.



Podiam ver enquanto desciam que a floresta era imensa ia até o horizonte onde parecia coberta por uma névoa baixa, o terreno ia descendo sempre na direção do interior da mata.



Logo estavam dentro da floresta caminhando em fila por uma estreita trilha, Julião ia na frente seguido por Rony, Miranda, Vaques, Virgílio, Lina, Harry e Emílio.



- Ainda não chegamos na parte mágica da floresta, aqui ainda é seguro, logo chegaremos na área proibida território dos curupiras.



Caminharam algumas horas ouvindo o canto dos pássaros, quanto mais avançavam mais escura e úmida ia ficando a floresta o som dos pássaros ia diminuindo também.



Harry e Rony estavam se sentindo numa estufa, aquele clima unido e abafado era completamente estranho para eles, apesar de criarem jatos de ar fresco com suas varinhas, o ambiente estava ficando insuportável. Na verdade todos estavam sofrendo com isso, talvez o único a vontade fosse Julião, que seguia imprimindo um ritmo forte de caminhada ao grupo. As vezes o Sr. Vaques ficava para trás, por ser o mais velho do grupo e o de pior forma física. Todos tinha que parar para aguarda-lo, o que irritava muito Julião e Rony, que estava visivelmente ansioso.



Pararam por volta de uma da tarde numa pequena clareira. Ouviram ao fundo o som de água correndo.



- vamos parar para comermos alguma coisa – Disse Julião. – O Igarapé está próximo, logo chegaremos nele e no território dos curupiras.



- O que é Igarapé? Rony perguntou para Emílio.



- é um pequeno braço do rio que entra por dentro da floresta, nos vamos seguir pelo Igarapé ele vai para dentro de Guarapaka, como os curupiras chamam a parte mágica da floresta.



Harry aproveitou a parada para se aproximar de Miranda.



- me desculpe por Ter saído sem me despedir ontem a noite.



- sem problemas – disse a moça de maneira fria.



- Tive um problema importante para resolver.



- Tão importante que o trouxe até aqui – Ela fez um sinal com a cabeça em direção a Lina que estava sentada sozinha sobre a raiz de uma grande arvore.



Harry ficou satisfeito com a demonstração de ciúme de Miranda, mas também não estava com paciência nem com empo para romances, a vida de Hermione era muito importante para que ele se distraísse com briguinhas amorosas.



- Vamos passar por muitas coisas aqui nessa floresta, Miranda. Te garanto que só sai ontem da festa com Lina para resolver um problema urgente. Essa expedição é muito perigosa por isso devemos deixar qualquer desentendimento pessoal de lado. Após tudo terminar espero que esteja disposta a conversar novamente comigo, para que eu possa te explicar tudo.



- Tudo bem, concordo com você. Estamos aqui a trabalho então é melhor nos concentrarmos nele. Depois resolvemos isso. – Ao terminar de falar deu as costas a Harry e foi se sentar ao lado de Virgílio e Julião.



Todos estavam comendo e descansando, um pouco mais afastados Virgílio e Miranda conversavam animadamente, vez ou outra a moça dirigia o olhar para Harry.



Então, algo os surpreendeu. Uma onça saltou de dentro de um arbusto denso. Caiu bem na frente de Virgílio e Miranda. Ele ficou parado encarando o animal, como se a surpresa o tivesse paralisado. Miranda recuou rapidamente fazendo o bicho se mover em sua direção.



Lina se levantou tremendo e pegou sua varinha.



- Estupefaça! – Foi Harry, de longe, quem estuporou a onça, o animal rodopiou no ar e caiu desacordado com a barriga para cima.



- Parece que você hesitou, não foi? – perguntou Rony provocando Virgílio.



- Era só um animal comum – Se justificou Virgílio – Se fosse o Iaguara eu teria agido prontamente.



- E como você sabia que era um bicho comum?



- Por que se comportou como um animal comum.



- Os curupiras não vão gostar disso – disse preocupado o Sr. Vaques.



Rony caminhou até o animal desacordado.



- Enervate! – tocou a varinha nele, que imediatamente levantou a cabeça, depois o corpo e voltou, muito tonto e mancando para o meio do mato.



Rony voltou para perto de Harry dirigindo um sorriso de deboche para Virgílio.



- Acabou o problema, vamos voltar a comer, temos muito o que andar ainda. – falou Julião, e todos voltaram a comer, só que um pouco mais alerta do que antes.



Ao terminarem, logo se colocaram em marcha novamente. Caminharam mais uma hora e a floresta ia ficando cada vez mais escura o silencio era quebrado apenas pelo fraco som de água que ia se aproximando cada vez mais.







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