FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

39. Harry´s Little Helpers


Fic: The darkness Within


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo Trinta e Nove: Os ajudantes de Harry

Hermione estava tentando fazer sua mente em pânico, funcionar.

“Hermione, o que a gente deveria fazer?” Ron perguntou de novo.

A garota levantou sua sobrancelha para olhar Ron e Ginny. Ambos estavam preocupados e confusos.

“Nós temos que entrar lá também.” Hermione disse um pouco trêmula.

Ron olhou para ela com os olhos arregalados.

“Você está louca? Harry vai matar a gente!” O garoto gritou.

As duas garotas tremeram.

“Vamos lá.” Hermione disse e andou até a porta. Ron e Ginny seguiram um tanto quanto hesitantes.

A garota parou na frente da porta e começou a criar coragem, ela bateu suavemente e a abriu. Hermione ficou surpresa ao ver que a porta não estava fechada, os três adolescenete pararam ali e viram Harry e Damien sentados na cama no meio de uma conversa.

Harry ficou em pé imediatamente e Ginny pensou ter visto algo prateado nas mãos dele, mas o garoto logo colocou a 'arma' no bolso. O olhar furioso dele estava fazendo os três adolescentes quererem sair correndo. De qualquer modo, eles continuaram lá em pé, firmemente.

Damien foi quem correu até os três adolescentes e os colocou para dentro. O menino rapidamente fechou e trancou a porta.

“Que inferno! O que vocês estão fazendo aqui?” Damien exclamou.

Ron desviou seu olhar de Harry e olhou para seu amigo.

“Nós podemos perguntar a mesma coisa! O que você está fazendo aqui?”

Damien olhou Ron e estava quase gritando com o amigo, quando mudou de idéia.

“Como vocês descobriram aonde eu estava?” O menino perguntou, olhando temeroso para o irmão.

“Nós seguimos você.” Hermione disse sem pensar. Ela percebeu que tinha colocado o amigo em sério problemas com Harry e olhou para o moreno de olhos verdes. O garoto observava o irmão com um olhar assassino.

Damien estava confuso e com medo. Seus olhos desviaram-se de Harry para Hermione.

“O que? Isso não é possível!” Ele gritou com a amiga.

“Isso não interessa agora, o bom da coisa é que nós achamos você. Como você pode não nos contar que achou Harry? Por que você manteve isso em segredo? Nós queríamos ajudar, você sabia disso!” Ginny disse sem olhar para Harry.

“Eu não preciso da ajuda de ninguém.” O moreno de olhos verdes disse baixo, mas os quatro adolescentes pularam ao ouvirem sua voz.

“Saiam daqui.” Harry sibilou.

“Todos vocês, saiam.”

“Harry...” Damien começou, mas foi cortado pelo irmão.

“Não Damien. Se você não pode saber se estão te seguindo, e por três pessoas ainda por cima, então você não será capaz de me ajudar!” Harry não estava gritando, mas o desapontamento estava claro em sua voz.

Damien ficou magoado com seus amigos, eles tinham acabado de arruinar as chances de ajudar seu irmão.

“Todos vocês, saiam. Agora!” Harry instruiu.

Antes que alguém se movesse, Hermione tomou um corajoso passo a frente. Ela agora estava bem próxima à Harry.

“Não.” Ela disse simplesmente.

Ron parecia ser atingido por um raio e olhou para Harry esperando por sua reação. O garoto estava parado e parecia tentar descobrir o que estava errado com Hermione.

“Perdoe-me?!” Harry disse acidamente.

“Nós não vamos ir embora. Não foi culpa de Damien, nós colocamos um feitiço rastreador nele. Ele não seria capaz de saber que estava sendo seguido. Como Ginny disse, foi uma boa coisa nós o termos seguido. Nós... nós realmente queríamos achar você, Harry.” A garota disse.

Os olhos esmeralda de Harry escureceram ao ouvir as palavras saírem da boca de Hermione.

“É, cinco mil galeões valem a pena, eu aposto.” Harry replicou.

Os três adolescentes olharam para Harry com uma magoa profunda. Ginny deu um passo a frente, incapaz de conseguir controlar seu temperamento Weasley.

“Como você se atreve?! Como você ousa pensar em algo assim? Nós não iríamos ligar se tivesse dez mil galeões pela sua cabeça! Nós nunca o entregaríamos.” Ginny praticamente gritou com ele.

Harry se virou para olhá-la, seu olhar a perpassou, fazendo a menina se arrepiar.

“Não mesmo?” O garoto perguntou com um olhar incrédulo.

Nesse momento, Hermione tomou as rédeas da conversa.

“Harry, você pode achar que todo mundo está louco para te entregar ao Ministério por dinheiro, mas nós não somos assim. Se você não acredita, considere isso uma retribuíção por ter salvado nossas vidas. Assim sendo, nós vamos manter tudo em segredo para salvar sua vida.”

Harry pareceu ficar um pouco surpreso.

“Certo! Você disse o que queria, agora saia!” O garoto disse à eles.

“Eu ainda não terminei.” Hermione disse calmamente.

“Eu quero ajudar você, Harry.” A garota continuou.

Ron, Ginny e Damien olharam para ela. Ninguém esperava que essas palavras saíssem de sua boca.

"Você quer me ajudar?" Harry perguntou com outro olhar incrédulo na face.

"Sim."

“Ok, que tipo de ajuda, você acha que pode me dar? O que te faz pensar, que você tem ao menos a capacidade de me ajudar? Merlin! Você, todos vocês, acham que isso é um tipo de jogo, um estúpido projeto escolar! Essa é a vida real! Vocês não tem a mínima chance contra o mais estúpido dos Comensais, como diabos vocês esperam me ajudar a lutar contra Voldemort!?” Harry gritou.

Os quatro adolescentes tremeram quando Harry gritou a palavra 'Voldemort', mas ficaram quietos.

“Vocês não podem me ajudar! Não há nada que vocês possam fazer para me ajudar. Na verdade, esses constantes encontros comigo, só vão me colocar em problemas se alguém os seguir.” O garoto continuou.

Hermione esperou até que o moreno tivesse parado de falar.

“Você está errado, Harry. Eu posso ajudá-lo. Eu disse isso antes, são as coisas mais simples que podem ajudar, você tem apenas que aceitar.”

Harry olhou para Hermione, ele se lembrava muito bem dessas palavras.

"Você está certo, nenhum de nós é bom em duelo. Nós não teríamos a mínima chance contra os Comensais da Morte, muito menos contra V-Voldemort." O moreno escutou os sons de surpresa dos outros ao escutarem Hermione dizendo o nome do Lorde das Trevas pela primeira vez.

"Mas existem outras coisas as quais você possa precisar de ajuda. Eu não posso falar por ninguém, mas vou te ajudar de todos os jeitos possíveis. Você vai precisar de algum tipo de contato, um link com o mundo mágico. Eu posso fazer isso. Nós todos podemos ajudar desse jeito. O que quer que seja que você faça, tenho certeza de que poderei ajudar assim. Não estou dizendo que estarei ao seu lado no campo de batalha, estou apenas dizendo que posso ajudar com coisas simples, mesmo que seja apenas para estar aqui ao seu lado."

O moreno de olhos verdes ficou chocado com as palavras de Hermione.

"Porque?" Ele perguntou.

"Por que você faria isso? Não é como se nós fossemos amigos, caramba, eu fui horrível com você. Por que você está me oferecendo ajuda? Você não deveria sentir nenhum tipo de lealdade em relação à mim!" Harry disse, ele estava verdadeiramente confuso em relação às intenções da garota.

Hermione sorriu tristemente e respirou fundo.

"Me diga, Harry. Se Voldemort ganhar, o que vai acontecer com o mundo mágico? O que vai acontecer com pessoas como eu? Como meus pais? Nós vamos ser os primeiros a se dar mal. Trouxas e nascidos trouxas vão ser os primeiros alvos, depois serão as famílias como a de Ron. Famílias rotuladas como 'Traidores do Sangue'. Nós vamos ser rastredos e mortos, todos nós. Esse é o propósito dele, não é? 'Que a mágica seja apenas usada por Sangue Puros'. Por causa disso que eu estou fazendo isso, Harry. Eu não quero sentar e deixar meu destino e o destino de minha família nas mãos de outra pessoa. Eu não quero ficar de lado e observar o nosso lado perder e não ser capaz de fazer nada. Eu quero participar para assegurar meu futuro. O Ministério e a Ordem não vão deixar que nós ajudemos. Se eu puder ajudar a derrotar Voldemort, ajudar de qualquer jeito, então eu estou pronta para tudo, isso incluí ajudar você. Você está certo, eu não sou leal à você, mas estou pronta para te dar uma segunda chance, se você me der uma também."

Hermione terminou e olhou para Harry. O moreno ficou parado ouvindo as palavras da garota, ela conseguia sentir que o garoto estava pensando em aceitar sua ajuda. Suas palavras penetraram na mente dele e Harry estava tentando em algo que a desconsertasse.

"Você já parou para pensar no que vai acontecer se você for pega? Você vai cumprir uma pena em Azkaban, como qualquer criminosa. Você vai ser punida por não ter me entregue." Harry disse, ele falava direto para Hermione. Os outros adolescentes estavam em silêncio, os assistindo, pensando em quem admitiria que perdeu a discussão.

Hermione ficou um pouco pálida ao escutar sobre Azkaban, mas ela limpou a garganta e continuou.

"Nós iremos apenas correr esse risco se e quando fizermos isso. Se eu puder assegurar o destino de meus pais e de outros nascidos trouxas, então é um risco que eu estou disposta a correr."

Harry podia dizer que a garota estava tentando ser corajosa, ao escutar sua voz tremendo, porém ela estava falhando espetacurlamente. Ele não a culpava, pensar em Azkaban o assustava também.

Harry olhou para os dois ruivos que estavam no canto do cômodo.

"Vocês dois tem a mesma opinião que ela?" O garoto perguntou.

Ginny e Ron se olharam antes de responderem juntos.

"Sim."

Harry olhou para os três, seu olhar desviou para Damien. Os quatro adolescentes não pareciam ter percebido em quê se meteram. Mesmo assim, o moreno não conseguia encontrar uma desculpa para impedí-los. Ele podia usar essa ajuda e como Hermione disse, Harry precisava de um contato com o mundo mágico.

"Ok." Harry disse, desistindo de discutir.

O olhar de felicidade no rosto dos três, fez Harry sorrir um pouco, sorriso que ele rapidamente desfarçou franzindo a testa.

"Mas vocês tem que fazer tudo o que eu falar e terão que seguir todas as minhas ordens. Combinado?"

"Combinado!" Foi a resposta de todos.

O moreno de olhos verdes olhou para os quatro adolescentes.

'No que eu me meti?' Harry pensou consigo, ao ouvir os sussurros afobados entre Hermione, Ron, Ginny e Damien.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Hermione resoveu tudo. Eles iriam encontrar Harry três vezes na semana e nessas três vezes iriam mentir sobre o local aonde estavam. Ela ia dizer que estava na Toca, Damien diria que estaria na casa dela e Ron e Ginny diriam que estariam nos Potters. Hermione estava grata pelas reuniões da Ordem, assim ninguém iria surpervisá-los.

Harry mudou sua localização. Ele estava agora em outra estalagem que era longe da casa de Hermione e para chegar lá os quatro amigos tomavam um taxi. Hermione estava muito feliz por seus pais ainda estarem lhe dando dinheiro, se fosse de outro modo, eles nunca poderiam chegar até a estalagem. Harry ainda se comunicava por celular, o qual a garota tinha mudado para o modo silencioso.

Era o primeiro encontro e todo mundo estava meio nervoso por estar perto de Harry.

"Quarto legal." Ron comentou ao entrar no cômodo, que tinha uma cama, uma cômoda e um pequeno armário. Havia uma porta do outro lado, que provavelmente era um banheiro.

Harry fechou a porta e encarou o ruivo.

"É, bem legal. Eu posso andar de um lado para o outro em três segundos! Maravilha!" O moreno disse sarcástico. Ron pareceu ficar mortificado, pois que de algum modo ele insultou Harry. O ruivo olhou Damien com uma expressão confusa.

"Você não viu o quarto que ele tinha quando estava com 'ELE'." Damien explicou em um sussurro. Ron assentiu com a cabeça ao entender.

Damien se lembrou do quarto enorme que ele viu na memória de seu irmão, quando o garoto falava com Draco. O quarto era quatro vezes maior que o salão comunal e a cama de Harry era grande o suficiente para quatro pessoas dormirem. Para o garoto, esse quarto deveria ser uma prisão claustrofóbica.

Harry trancou a porta e virou-se para encarar os quatro.

"Bem... Sentem-se." O garoto instruiu.

Os adolescentes subiram na cama e Harry os olhou com uma expressão aborrecida, os quatro então saíram da cama e foram para o chão. O moreno sorriu de lado e mexeu as mãos. Cinco cadeiras foram transfiguras usando a cômoda e o armário. Hermione olhou para ele completamente impressionada ao ver suas habilidades em transfiguração e sentou-se cautelosamente em uma das cadeiras.

Harry viu Ron pegar sua varinha e rapidamente pegou-a dele. O ruivo ficou surpreso ao ver sua varinha sendo retirada.

"O que você pensa que está fazendo?" O garoto sibilou.

"Nada, eu ia apenas conjurar um pouco de pergaminho, você sabe, caso a gente precise anotar alguma coisa." Ron parecia estar tremendo por causa da raiva de Harry.

"Vocês não precisam anotar nada! Eu vou lembrá-los de tudo. Tudo o que vocês tem que lembrar é de nunca usar mágica quando estiverem comigo." O moreno de olhos verdes disse com uma voz perigosa.

"Por que?" Ginny perguntou.

"Todas as suas varinhas são registradas pelo Ministério. Todas as varinhas são registradas lá. Desse modo eles podem rastrear o tipo de mágica utilizado e aonde ela foi feita. Se o Ministério ver que existe mágica sendo feita em uma aréa trouxa, sem premissão, eles vão rastrear vocês. Alguma coisa vai alertá-los da minha presença e eles saberão que eu estou usando locais trouxas para me esconder." Harry explicou.

"Isso vai ser difícil, eu não posso lidar com as autoridades trouxas atrás de mim e o ministério faria isso imadiatamente." Ele continuou.

"E sobre a mágica que você acabou de fazer?" Perguntou Damien.

"Isso foi mágica sem varinha, não pode ser rastreada. Mágica sem varinha é a única coisa que se pode fazer nessas situações, mas já que existem apenas algumas coisas que podem ser feitas sem varinha, eu estou restrito."

"Você quer dizer que não pode fazer mágica com uma varinha?" Perguntou Ginny.

"A minha não é registrada pelo Ministério, mas Voldemort tem seus meios de rastrear. Portanto, basicamente eu posso apenas usar minha varinha em situações extremas e em locais nos quais eu possa sair rapidamente, a maior parte desses lugares é no mundo mágico. Eu não quero que ninguém saiba aonde eu estou agora." Harry disse amargo.

Damien sentiu pena de Harry. Viver sem mágica para um bruxo ou bruxa é algo horrível e para seu irmão deveria ser pior ainda.

"Isso me faz lembrar de uma coisa, Damy, preciso falar com você em particular. Eu vou falar com você depois, ok?!" Harry disse.

"Ok." Damien respondeu, parecendo um pouco surpreso pelo fato de seu irmão quere falar com ele sozinho.

Harry sentou e começou sua primeira reunião.

"Certo, vamos ao princípio. Eu quero explicar que, embora, muitos de vocês achem que eu quero destruir Voldemort, esse não é o caso."

Como esperado Hermione e Ron ficaram surpresos. Damien, que já sabia disso não teve reação, já Ginny ficou preocupada com Harry.

"Eu não sou soldado de ninguém, nem de Voldemort e com certeza, muito menos de Dumbledore. Eu não me importo com o mundo mágico, eu não me importo com essa guerra. De qualquer modo, eu planejo em fazer isso contra Voldemort, por pura vingança. Ele tirou minha vida, quando me roubou da minha família, portanto vou tirar a vida dele, literalmente." O garoto parou para aproveitar os efeitos de suas palavras.

Hermione estava pensando furiosamente, tentando saber o que Harry queria dizer. Ron estava parecendo confuso, como sempre. Damien e Ginny olharam-se antes de dar de ombros.

"Voldemort deu um jeito de ficar imortal." Harry explicou.

"Ele fez Horcruxes. Existem objetos que contém uma parte da alma dele. Desse modo, se alguém tentar atacá-lo, enquanto essas Horcruxes estiverem a salvo, Voldemort não pode ser morto. O que eu planejo em fazer é, encontrar e destruir essas Horcruxes, fazendo com que ele fique mortal de novo. Esses objetos são a sua vida, eu planejo em destruí-los, assim como ele destruiu a minha vida. Vocês podem chamar de justiça poética se quiserem." O garoto não pode deixar de sorrir ao ver a expressão na face dos outros.

“Mas quero deixar uma coisa bem clara. Eu não planejo e nem irei planejar em matar Voldemort. Ele pode ter feito coisas inperdoáveis comigo, mas mesmo assim ele me criou. Ele mostou que se importava. Mesmo tudo sendo falso e por uma razão diferente, ele cuidou de mim. Eu não vou ser capaz de levantar minha varinha contra ele. Eu quero que vocês entendam isso.” Harry tentou deixar a mágoa fora de sua voz, mas ela ainda aparecia.

“Agora... Eu não sei muito sobre as Horcruxes, exceto que ele fez sete delas. Uma parte está dentro dele, assim nós podemos esquecê-la. A segunda parte estava dentro de um pingente prata, que pertencia à Salazar Slytherin. Essa também pode sair da lista.”

“Por que, o que aconteceu?” Ron perguntou.

“Eu destruí.” Harry respondeu simplesmente.

O ruivo o olhou maravilhado.

“Você... você destruiu? Quando?” Perguntou Ron.

“Qual a importância disso?” Harry disse ríspido, o garoto percebeu seu erro e se acalmou.

“Desculpa, é que... essa não é uma das minhas memórias favoritas.” O moreno explicou.

Ron assentiu e deixou que Harry continuasse.

“Então, isso nos deixa com cinco Horcruxes. O que elas são e aonde estão, eu não tenho a mínima idéia.” O garoto terminou.

Hermione levantou sua cabeça e olhou para Harry.

“Isso é tudo? Você não sabe o que são e aonde estão essas Horcruxes? Como você planeja em encontrá-las?” Ela perguntou com um tom desapontado.

“Bem, eu não tive a chance de procurar por elas. Sabe... com o mundo mágico inteiro atrás do meu sangue!” Harry resplicou.

A garota pareceu perdida em pensamentos por um momento.

“Horcruxes, eu escutei sobre elas, ou no mínimo escutei o nome sendo mencionado.” Hermione disse mais para si mesma.

“Meio impossível. Hogwarts nunca ensinaria nada sobre Horcruxes. É a magia negra mais forte. Para se fazer uma delas, você tem que tirar a vida de alguém. Tem que ser feito a sangue frio e sua alma não pode ser divida muitas vezes, existe limite. Voldemort vez isso ao máximo.Sete vezes. Sete é o número mais poderoso, o maior número mágico. Você não pode fazer mais que sete Horcruxes.” Harry explicou.

Hermione continuou pensativa, seus olhos ficaram estreitos e sua sobrancelha ficou arqueada, ela tentou puxar uma memória para saber aonde tinha escutado sobre Horcruxes. De repente, a garota soltou um pequeno 'oh' e olhou afobada para Ron.

“Ron! Lembra da vez que nós estávamos estudando na Toca e o Fred e o George disseram que estavam tentando usar as orelhas extensíveis na reunião da Ordem na noite anterior. Eles mencionaram as Horcruxes! Lembra que eles pensaram que era uma palavra engraçada. Os dois começaram a rir quando ouviram a palavra, a Sra.Weasley ouviu e confiscou as orelhas e as jogou fora, antes que eles pudessem ouvir mais sobre o que essas Horcruxes eram. Você não lembra?” Hermione perguntou.

O ruivo olhou para a amiga e pareceu se lembrar.

“É, eu lembro. Eles pensaram que Horcruxes eram pequenos animais de caninos afiados e que a Ordem estava planejando em atacar os Comensais com esses bichos...” Ron parou de falar e olhou Harry embaraçado.

O moreno de olhos verdes olhou para Ron com uma expressão irritada.

“Eles estavam brincando, obviamente.” O ruivo tentou encobrir a idiotice de seus irmãos.

“Obviamente.” Harry repetiu sarcástico. Ele estava começando a se arrepender de ter deixado os Gryffindors entrarem nisso.

“Que seja, continue.” Damien falou.

“Certo, hum... então isso significa que a Ordem sabe alguma coisa sobre essas Horcruxes. Eles provavelmente estão tentando encontrá-las também.” Hermione terminou.

“Bem, eles não vão conseguí-las. Essas Horcruxes vão ser destruídas por mim e por mim somente.” Harry disse confiante.

“Vocês querem me ajudar, certo?” O garoto perguntou, um olhar traquina apareceu em sua face.

Os quatro assentiram devagar, pensando no que Harry os mandaria fazer.

“Certo, eu tenho a primeira missão de vocês.” O moreno moveu-se assim poderia estar mais perto dos outros. Os outros se aproximaram também.

“Tragam-me toda a informação que a Ordem tem sobre as Horcruxes.”

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Ron, Hermione e Ginny estavam no quarto de Damien, junto com ele, tentando descobrir como eles iriam conseguir a informação sobre as Horcruxes para Harry.

Eles aceitaram encontrar Harry dali a cinco dias. O moreno lhes mandaria outra mensagem de texto para ver se eles conseguiram a informação sobre as Horcruxes. Damien estava perdido em pensamentos, ele tinha uma missão adicional. Harry pediu ao irmão para achar sua varinha original, que James ainda tinha, escondida em algum lugar. Ele disse que a varinha era um ítem muito importante, que mesmo Voldemort não seria capaz de rastreá-la e que o objeto lhe deixava mais comfortável. Era a varinha que Harry usou sua vida inteira. Damien contou à ele que faria de tudo para achá-la e devolvê-la. Como o menino faria isso, ele não tinha a mínima idéia.

“Nós temos que descobrir alguma coisa, logo.” Ginny disse para quebrar o silêncio.

“Certo, vamos dar um passo de cada vez.” Hermione disse.

“Primeiramente, nós temos que entrar em uma reunião da Ordem, depois nós podemos separar as informação que vamos contar para Harry. Mas, como nós vamos conseguir isso?” Hermione disse, pensando alto.

“Nós não podemos entrar, sem chance. O Professor Dumbledore vai ver qualquer disfarce que a gente faça e nossos pais irão provavelmente nos queimar vivos, se tentarmos penetrar em uma das reuniões.” Ron alertou.

“Ok, e sobre a capa de seu pai Damien? Nós não podemos usá-la?” Ginny perguntou, tentando ao máximo pensar em uma possível solução.

“Não dá. Moody pode ver por baixo de capas de invisibilidade. Seu olho louco pode ver qualquer coisa.” Damien disse triste.

“E fora ele, tenho certeza que o Professor Dumbledore pode sentir a capa. Todas as vezes que a usei em Hogwarts, eu sabia que o Diretor podia sentir.” O menino adicionou.

“Nós não podemos usar as orelhas extensíveis para escutar a reunião?” Ginny tentou de novo.

“Não seja estúpida! Depois que mamãe pegou Fred e George, ela vai, com certeza, colocar algum feitiço na porta, assim nós não vamos poder passá-las por baixo.” Disse Ron.

“Eu estou apenas sugerindo idéias Ronald! Por que você não tenta sugerir algo também?!” A ruiva vociferou.

“Certo, certo! Chega.” Damien gritou com ambos.

“Na verdade Ronald, você levantou uma boa questão! Fred e George tentaram várias vezes ouvir a reunião da Ordem. Talvez nós precisamos juntar forças.” Hermione disse com um estranho brilho nos olhos.

“Nós definitivamente somos uma má influência para ela.” Ron disse baixinho para Damien.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Depois de alguns dias, a próxima reunião da Ordem foi marcada. Hermione planejou tudo e mesmo que fosse um plano de risco, todo mundo concordou. O único problemas foi convencer os gêmeos que sem saber de nada concordaram.

Hermione fez sua parte muito bem, tudo o que ela tinha que fazer era desfiar o ego deles e tudo daria certo. Ela estava extremamente nervosa para fazer tal coisa, mas todo mundo concordou que esse era o único jeito de conseguir o que eles queriam. Portanto, no dia da reunião, os seis adolescentes encontraram-se parados no Quartel General da Ordem. Eles foram mandados para o quarto e receberam ordens para não ficarem andando por lá. Assim que a Sra.Weasley saiu, o plano foi posto em ação.

“Ginny, o que você planeja em fazer quando ficar maior de idade?” Hermione perguntou normalmente.

“Bem, eu estava pensando em me unir à Fred e George, sabe com a idéia deles de fazer uma loja de logros. Seria muito divertido.” Ginny disse em um tom tranquilo.

As duas garotas estavam deixando a voz normal e falavam alto o suficiente para os gêmeos ouvirem a conversa. Os dois viraram quando escutaram seus nomes e o plano de Ginny para seu futuro.

“Oh, vamos lá Ginny! Por que você iria querer perder seu tempo com uma coisa dessas? Você tem tanto potencial. Você deveria fazer alguma coisa mais significante.” Hermione disse baixinho para a amiga.

Eles conseguiram o resultado esperado. Fred e George ouviram o comentário da garota e começaram a protestar.

“O que você quer dizer com perda de tempo!?” Fred exclamou.

“Ginny pode fazer o que quiser!” George continuou.

“Claro que ela pode, eu apenas disse que ela poderia fazer algo mais... construtivo com a magia dela. Foi só isso!” Hermione replicou.

“Como o que? O que você vai fazer Hermione? Deixar as pessoas entediadas com informações sem inportância e sem utilidade o tempo todo? Ou alguma coisa criativa com a sua magia?” Fred gritou.

Nesse ponto Ron entrou na discussão.

“Vamos lá caras, isso é um pouco malvado.”

“É, não gritem com ela. Hermione apenas deu uma opinião.” Damien acrescentou.

“Então vocês concordam com ela. Vocês acham que podem comandar uma loja de logros? Ótimo! Nós vamos mostrar para vocês.” George disse com raiva.

Bingo! Isso foi exatamente a reação que os quatro adolescentes estavam esperando conseguir dos gêmeos. Ginny rapidamente se levantou e uniu-se ao seus irmãos.

“Vamos, nós deveríamos discutir nosso futuro.” A menina disse, enquanto tirava os gêmeos do cômodo.

Ron, Hermione e Damien suspiraram em alívio. A primeira parte foi de acordo com o plano. Agora, tudo dependia de Ginny, se ela seria capaz de completar se segunda parte.

Levou quinze minutos para a ruiva fazer a brincadeira. Ron, Hermione e Damien ouviram os gritos dos gêmeos e o horrível grito de Ginny vindo do piso térreo. Hermione e os dois garotos saíram correndo para lá. O que eles viram, os assustaram muito. Mesmo isso sendo planejado, ainda era difiícil de se ver.

Ginny estava deitada no chão, sangrando furiosamente pela boca, nariz e orelhas. Fred e George estavam tentando parar o fluxo de sangue, mas não conseguiam fazer nada. Ron correu até eles e começou a gritar incontrolávelmente.

“O QUE VOCÊS FIZERAM? GINNY! OH, MEU DEUS!”

“Eu não sei o que aconteceu. Nós apenas íamos fazer uma pequena bricadeira, mas o feitiço deu errado! Isso não pára!” Fred e George estavam quase chorando, enquanto tentavam ajudar sua irmã à parar de sangrar até a morte.

Hermione se sentiu nervosa, ela sabia que Ginny estava bem, já que ela mesma tinha implantado frascos reduzidos de sangue falso na boca, nariz e orelhas da menina. Tudo o que a ruiva tinha que fazer era morder o frasco que estava em sua boca, todos os outros que estavam nela ficariam recolocando sangue falso o tempo inteiro, até que o contra feitiço fosse feito. Ginny não estava perdendo seu sangue. Ron foi instruído para usar o contra feitiço no momento certo, mas mesmo assim, a imagem da menina no chão, sangrando livremente pelo seu nariz, boca e orelhas era bem perturbador.

Hermione tirou essa idéia dos kits mata aula dos gêmeos, eles usavam pastilhas para sangrar, mas a garota deu um passo a frente e usou frascos com a mesma fórmula. O sangue falso não era problema, já que Hermione o retirou de kits de brincadeiras trouxa. Tudo o que ela fez foi um simples feitiço de repetição e o sangue continuou reenchendo-se nos frascos.

Hermione e Damien correram até o cômodo aonde a reunião da ordem estava acontecendo. A garota nem mesmo teve que bater na porta, já que na mesma hora ela foi aberta por uma Sra.Weasley furiosa.

“O que está acontecendo?” A Sra.Weasley gritou ao abrir a porta.

“Sra-Sra.Weasley, G-Ginny! Ginny, alguma coisa está errada!” Hermione gaguejou e andou para trás, a Sra.Weasley passou por ela e correu até o local de onde vinha os gritos.

Damien e Hermione se afastaram quando a Ordem inteira saiu correndo até o local de onde vinha o barulho. Os gritos frenéticos da Sra.Weasley chamou a atenção de todos.

Assim que a última pessoa saiu do cômodo, os dois amigos aproveitaram a chance e entraram. Eles se sentiram muito mal pelo que iria acontecer com Fred e George, mas decidiram que as brincadeiras dos gêmeos estavam indo longe demais, isso os acalmaria um pouco.

Hermione pegou um pequeno globo de gravação e o encolheu, ela estava feliz por ter ido ao Beco Diagonal. Esse era o melhor objeto de gravação do mundo bruxo inteiro. A garota planejou que Ginny distraísse a Ordem, assim ela poderia entrar no cômodo e implantar o globo. Esse era o único jeito de fazer com que a reunião fosse gravada e depois mostar tudo à Harry.

Hermione começou a fazer tudo com a ajuda de Damien, eles diminuíram o globo e colocaram-o atrás das cortinas. Desse modo, ele ficaria fora do caminho e então, ninguém conseguiria vê-lo acidentalmente. A garota rezava para que Moody ou o Professor Dumbledore não fossem capazes de detectar o objeto, mas isso estava nas mãos do destino agora. Assim que Hermione colocou o globo no local certo e se virou para sair com Damien, seua olhos castanhos viram o pergaminho em cima da mesa. A garota o pegou e viu a ilustração de um pingente prateado com uma cobra de duas cabeças, uma cabeça no começo e outra na ponta com olhos verdes e brilhantes. Hermione reconheceu a jóia, ela tinha visto em Harry, naquele dia no salão comunal de Gryffindor, quando ajudou a curar a mordida que estava nele. Ela se lembrou de ver o pingente estranho, quando foi inspecionar o ferimento, lembrou também das palavras de Harry no último encontro: 'A segunda parte estava dentro de um pingente prata. Pertencia à Salazar Slytherin. Essa também pode sair da lista'.

Os olhos da garota arregalaram-se quando ela percebeu que essa ilustração era a Hocrux que pertenceu à Slytherin, aquela que Harry destruiu. Hermione percebeu que se era do Slytherin, o seu formato devia ser uma serpente, tudo se encaixava.

“Damien, aquele papel... Acho que são as Horcruxes!” Hermione sussurrou para o amigo.

Damien estava ocupado, concentrado em escutar se alguém estava vindo, assim não escutou a garota.

“O que?” Ele perguntou imediatamente, mas Hermione já estava indo em direção à mesa.

“Hermione!” Damien gritou e correu até ela.

Ele viu a amiga pegar sua varinha e murmurar um feitiço bem baixinho.

Uma engraçada luz azul cobriu os papéis que estavam em cima da mesa. Antes que Damien pudesse perguntar à Hermione o que ela estava fazendo, houve um flash azul e uma cópia indêntica de todos os pergaminhos caiu sobre a mesa, fazendo um barulho. O menino ficou encarando as cópias que sua amiga fez, mas antes que falasse alguma coisa, um grito foi ouvido.

Hermione rapidamente colocou as cópias dos documentos no bolso, agarrou Damien e saiu correndo de lá. Assim que eles chegaram perto dos gritos, viram o Professor Dumbledore ajoelhado próximo à Ginny, que ainda estava sangrando. Fred e George estavam chorando junto com o Sr. e a Sra.Weasley.

Hermione lembrou da última parte do plano e correu até Moody.

“Moody! Por favor, faça alguma coisa! Você não pode deixá-la morrer! Por favor, faça alguma coisa.” A garota gritou e começou a falsificar um choro.

O Auror parecia preocupado e tentou acalmar a garota, mas como não tinha experiência nessa área, acabou falhando miservavelmente.

“Pronto, pronto, tudo vai ficar bem.” Ele disse bem desconfortável.

“COMO! COMO TUDO VAI FICAR BEM? VOCÊ TEM QUE FAZER ALGUMA COISA!” Hermione gritou. Todos os membrots da Ordem começaram a olhá-la e alguns correram para ajudar Moddy a acalmar a garota.

Isso foi o que estava previsto, Ron aproveitou a oportunidade e murmurou um contra feitiço, já que a maioria das pessoas estavam olhando Moody. O ruivo estava perto o suficiente para conseguir acertar a irmã com o feitiço. Hermione sabia que era importante segurar a atenção do Auror, para Ron poder ajudar sua irmã. O olho mágico de Moody era a única coisa que podia ver o garoto curando Ginny. Com o pequeno ataque de pânico de Hermione, o homem ficou muito ocupado para perceber qualquer outra coisa. Assim que Ron acertou o feitço, o sangue parou de sair e Ginny se sentou, fingindo estar fraca e dolorida.

“Ginny! Oh Ginny! Você está bem? Oh, meu pobre bebê. O que aconteceu? Quem fez isso com você? Me fala!” A Sra.Weasley estava abraçando a ruiva coberta de sangue e beijando seu cabelo.

A ruiva fingiu desmaiar e foi imediatamente levada para seu quarto. Hermione e Damien seguiram junto com os gêmeos, que estavam bem pálidos, e Ron.

Ginny acordou fazendo uma ótima performance no estilo: 'Eu não sei o que aconteceu' e 'Eu apenas quero dormir'. Ninguém falou sobre o estado dela. Os Gêmeos estavam mortificados, Ron e Hermione olharam ambos como se falassem 'Não digam nada, nós vamos lidar com isso depois'. A Sra.Weasley foi embora, junto com Ginny, Ron, Fred e George, enquanto Damien e Hermione foram mandados de volta para o quarto. O menino não conseguia olhar ninguém nos olhos, por medo de ser pego. Seus pais não perceberam, mas Damien pegou Dumbledore olhando ele e Hermione de modo peculiar. O menino não disse nada.

Damien e Hermione trancaram a porta do quarto e caíram direto no chão. Eles conseguiram! Eles conseguiram enganar a Ordem e pergar a informação sobre as Horcruxes. O resto da reuinião seria gravada no globo, que eles levariam para Harry no próximo encontro. Junto com o objeto, a garota conseguiu copiar todos os documentos sobre as Hrocruxes.

“Como você fez aquilo, Hermione? Onde você aprendeu aquele feitiço?” Damien perguntou, enquanto olhava os papéis, que continham inúmeras anotações sobre o que as Hrocruxes poderiam ser.

A garota pareceu um pouco embraçada, antes de reponder baixinho.

“A Professora McGonnagal me ensinou isso, quando eu estava ajudando os segundos anos em Tranfiguração. Esse feitiço servia para copiar minhas anotações. Ela disse que eu não podia ensinar esse feitiço para mais ninguém.” Ela explicou.

“Por que?” Damien perguntou inocentemente.

“Ah vai, Damien! Você pode imaginar o que Ron diria se eu contasse sobre um feitiço que copiaria qualquer documento? Ele nunca mais iria levantar um dedo para fazer o dever de casa. Ele iria apenas copiar o meu!” A garota explicou.

Damien segurou sua risada e observou os papéis em suas mãos. Ele estava orgulhoso e virou-se para falar com a amiga. Seu tom de voz estava afobado.

"Mal posso esperar pelo próximo encontro. Harry vai ficar tão impressionado!"

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.