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10. Luta e morte


Fic: Aventura no Brasil - Pós Horwarts... Ação e Mistério!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAP-10 – Luta e morte







CAP-10 – Luta e morte





Rio de janeiro.





Harry e Lina aparataram num beco escuro do centro da cidade, caminharam lentamente até uma rua mais movimentada.



- Acho que não foi uma boa idéia termos vindo com essas vestes de gala, para essa área cheia de trouxas – Comentou Lina.



- É melhor tentarmos passar despercebidos.



- Harry pegou sua varinha e tocou a cabeça de Lina e depois a sua, executando um feitiço de desilusão para impedir que os trouxas os vissem.



Começaram a caminhar pela rua junto as paredes dos edifícios, para que as pessoas percebessem o mínimo possível seus movimentos. Era uma parte antiga do centro da cidade, cheia de prédios antigos e ruas com piso de paralelepipedo, as calçadas estavam esburacadas e cheias de poças.



- Por aqui – disse Lina virando numa rua mais estreita e sossegada.



Pararam na frente de um bar, do outro lado da rua. Ficaram escondidos nas sombras de um hotel antigo caindo as pedaços.



- Ele deve estar nesse bar, recebi a informação de que toda Sexta feira ele vem aqui à noite se embriagar. Dizem que não falta nunca.



- Você não sabe quem está procurando?



- O rosto eu não sei como é, mas ele é conhecido como "Carlos Catador". Ele vive nas ruas por isso deve estar mal vestido.



Lina se moveu para tentar ver melhor o interior do bar.



- Não sei como o irmão do meu avô foi parar nas ruas, vivendo como um mendigo. Mais uma parte desse mistério.



Harry ficou pensando se tinha sido uma boa idéia ter se metido naquela busca. Quando ouviu o nome Malfoi, seu sangue ferveu, Draco poderia ter estado no Brasil e enviado a planta no lugar de Neville. Ele precisava confirmar isso. Ao mesmo tempo desejava estar no jantar se divertindo com Miranda.



Dois homens saíram do bar, parando na calçada em frente. Os dois estavam vestidos como Lina imaginava que Carlos estaria.



Ela retirou do bolso uma concha em forma de um cone em espiral.



- É um amplificador de som – Explicou. Tocou na concha com a varinha, apontou a ponta mais fina para os homens e o som começou a sair pela abertura larga do outro lado. Eles podiam ouvir nitidamente a conversa dos homens.



" – ...Você ainda está me devendo muito!



- Puxa cara, estou faturando pouco, as ruas não estão seguras, você não soube do que aconteceu no beco?



- Não é problema meu. Ou você me paga ou acabo contigo Carlos..."



- É ele! – disse entusiasmada Lina. – Deixe que eu falo, ele pode se assustar ainda mais se você começar a falar em inglês. Vou tentar acalma-lo com um feitiço Tenho um pouco de veritassatum, a poção da verdade, só preciso faze-lo beber e teremos todas as informações.



- Vai com calma, vamos esperar ele se afastar do outro até conseguirmos aborda-lo. Ele deve estar assustado, com as mortes dos outros trouxas. Vai tentar fugir de nós.



Esperaram mais alguns minutos, A conversa acabou e Carlos saiu cabisbaixo, estava sendo uma semana dura para ele, dobrou a esquina entrando numa outra rua mais estreita e escura.



- Perfeito, essa rua é mais deserta - Disse Lina enquanto seguiam Carlos



– Finite incantatem – pronunciou Harry cancelando o feitiço de desilusão.



Carlos se assustou ao ver os dois jovens aparecerem do nada, atrás dele, com aquelas roupas estranhas. Tentou correr.



Lina foi pegar sua varinha, mas Harry foi mais rápido.



- Locomotor Mortis.



As pernas de Carlos ficaram bambas, ele caiu no chão, mais apavorado ainda, por não sentir as pernas.



Harry e Lina se aproximaram dele correndo.



- Se acalme, não lhe faremos mal. – Disse Lina – Moarybé. - Pronunciou o feitiço que acalmava as pessoas. Carlos se acalmou ficando como se estivesse dopado, sem falar e olhando fixamente para eles.



- O que você fez? Que tipo de feitiço é esse?



- Um feitiço para acalmar, aqui no Brasil utilizamos muitos feitiços em tupi-guarani, mas usamos também o Latim, como vocês europeus.



Harry podia ver que a expressão de Carlos era calma, mais ainda notava uma grande angustia no seu olhar. Ficou penalizado.



- Vamos acabar logo com isso, para esse pobre coitado poder voltar à vida dele.



- Sr. Carlos o que você sabe cobre a morte de Alberto Marnoto, no Beco das Garrafas uma semana atrás?



Carlos olhou fixamente para Lina, não disse nada, apesar de se sentir estranhamente em paz, ainda não conseguia falar devido ao susto.



- Droga! Vou Ter que usar o veritassatum.



Nesse instante Carlos dirigiu o olhar para Harry. Que o encarou por alguns segundos.



- Não vai ser necessário. Era Draco Malfoi mesmo.



- Como você sabe? Leu a mente dele? – Perguntou Lina surpreendida.



- A imagem está tão clara que nem precisei me esforçar, não sou muito bom nisso, tenho treinamento apenas para fechar a mente. Mas ele tem a lembrança daquela noite tão forte na memória, que a cara feia de Malfoi quase "pulou" para fora.



- Pode ver mais alguma coisa a respeito daquela noite?



- Posso tentar.



Carlos olhava para a varinha de Lina Firme na mão dela. Harry o chamou. Ele voltou-se para o rapaz agachado a sua frente.



Harry tentou se concentrar, só conseguia ver a imagem de um vulto de capuz e o rosto de Draco surgindo.



Ouviram um barulho na rua deserta. Harry achou que tinha visto algo nas sombras, segurou a varinha em posição de combate, Lina fez o mesmo.



Dois olhos apareceram nas sombras depois sumiram rapidamente.



- Lumus – Um faixo de luz saiu da ponta da varinha de Harry, ele apontou para as sombras.



A luz revelou uma enorme onça parada os observando atentamente, ela não se moveu um centímetro, apesar de ter sido descoberta.



Um estalo do outro lado da rua, chamou a atenção de Lina, Harry manteve os olhos na onça, que fazia o mesmo com ele.



Dois bruxos vestidos com capuzes negros que lhe cobriam os rostos, aparataram no final da rua, um baixo e gordo, outro magricela e alto. Agora estavam cercados entre a onça e os dois bruxos.



O animal começou a se mover lentamente sem desviar o olhar dos três, Harry foi se levantando lentamente. A onça parou no meio da rua, e um terceiro bruxo, alto e robusto, também coberto pelo capuz negro, aparatou ao lado dela.



- Não se movam - Disse o bruxo que acabara de chegar.



- Lina e Harry permaneceram imóveis e calados, Um de costas para o outro com Carlos caído no chão entre eles. As varinhas de ambos estavam apontadas para os bruxos, Lina tremia levemente nunca tinha estado numa situação daquelas.



A Onça tomou então uma forma humana, não de homem mas sim de um imenso vulto negro como se fosse feito apenas de sombras, via-se apenas a silhueta de uma pessoa coberta por um manto.



- Boa noite, Sr. Potter, é uma honra conhecer um bruxo tão poderoso – A voz do vulto era grave e metálica como se estivesse sendo transmitida por algum aparelho eletrônico.



- Boa noite – respondeu Harry sério – O que vocês desejam?



- Não queremos conflito, só a varinha que está em poder do trouxa aos seus pés.



Harry baixou os olhos até Carlos que ainda estava dopado pelo feitiço de Lina.



"Varinha?" Carlos pensou no graveto. A ponta dele estava para fora do seu bolso. E agora Harry podia vê-lo.



- Accio - Disse Harry e a varinha que fora de Alberto Marnoto voou até sua mão.



- Emenhan – Lançou um feitiço de ataque o bruxo robusto ao lado do Iaguara.



Harry se jogou sobre Carlos conjurando um escudo de luz que refletiu o feitiço para o alto. Nesse movimento deixou a varinha cair no chão.



- Parem! - Disse o Iaguara, mas já era tarde demais os feitiços estavam voando em todas as direções.



O bruxo magricela convocou a varinha caída, mas enquanto ela flutuava no ar Lina moveu uma lata de lixo na direção dela fazendo-a desviar.



A dupla de bruxos correu na direção da garota, disparando feitiços estuporantes, Lina se esquivou como pode mas foi atingida no ombro.



- Moapapub kanga – disse ela enquanto caia de costas no chão, o feitiço atingiu em cheio o bruxo magricela, fazendo-o cair no chão, com o corpo mole como se seus ossos tivessem desaparecido.



O Iaguara ficou parado, assistindo ao combate sem interferir.



- Precisamos sair daqui – gritou Lina para Harry.



- Ele está gerando um campo anti-aparatação – respondeu apontado para o Iaguara – Por isso está parado, deve estar se concentrando ao máximo.



- Finite incatantem – Harry libertou Carlos e foi ajudar Lina que estava encurralada pelo bruxo gordo.



- Expelliarmus – gritou enquanto o bruxo se distraia atirando latas de lixo em Lina. A varinha dele voou para um lado e ele para o outro.



- Amamberaba – um relâmpago saiu da varinha do bruxo robusto, Harry tentou conjurar um escudo, mas não foi forte o suficiente, o relâmpago atravessou o escudo e enfraquecido, atingiu o rapaz que levou um tremendo choque elétrico.



Lina lançou as latas de lixo reviradas no chão sobre o bruxo, mas ele com um gesto da varinha transformou-as em bolhas de sabão.



- Atá guasu – Lina conjurou uma barreira de fogo entre eles e o Iaguara com seu comparsa. Levantou a varinha e soltou uma bolha de luz amarela para o céu.



- O que é isso? - Perguntou Harry se recuperando do choque.



- Um sinal, logo os bruxos do ministério estarão aqui.



Carlos, tinha se levantado e estava pegando a varinha caída no chão, deu de cara com o bruxo gordo que estava sem sua varinha. Iniciaram uma luta corporal. Entre socos e pontapés Carlos estava levando a melhor.



Harry e Lina não podiam ajudar pois vários feitiços passavam através da barreira de fogo na direção deles.



Carlos deu um soco certeiro no nariz do bruxo gordo que desabou no chão deixando a varinha em seu poder



- Trouxa idiota - era a voz do Iagura que atravessava a parede de chamas extinguindo-a



- Avada Kedavra



Em desespero Harry tentou gerar um escudo entre Carlos e o feitiço, mas não foi rápido o suficiente, apenas enfraqueceu um pouco a maldição imperdoável.



O jato de luz verde atingiu Carlos, seu último reflexo foi atirar a varinha na direção de Harry e Lina.



Lina correu até o Corpo de Carlos pegando a varinha de Alberto Marnoto no meio do caminho.



Harry se colocou entre ela e o Iaguara, conseguiu estuporar o bruxo robusto, mas o Iaguara era bastante rápido, e desviava todos os seus ataques. Os dois duelavam intensamente com uma leve vantagem do Iaguara. Que ia fazendo Harry recuar aos poucos.



O Iaguara fez três paralelepípedos soltos da rua flutuarem na direção de Harry, que os transfigurou es esponjas macias antes que eles os atingissem, só que o Iaguara era realmente rápido já havia lançado um feitiço estuporante que tingiu Harry de raspão no peito. O rapaz caiu de joelhos, mas não derrotado. Ainda conseguia desviar os feitiços do inimigo.



- Everte Statum – o feitiço de Harry atingiu o Iaguara atirando-o para trás e dando tempo para Harry se levantar.



Dois bruxos do ministério apareceram correndo na esquina da rua. O bruxo Gordo se levantou segurando o nariz e desaparatou, o bruxo robusto, se levantou cambaleante, olhou para o Iaguara e se foi também.



- Beraba! – Gritou o Iaguara e uma forte luz deixou os olhos de Harry ofuscados.



- Ainda nos veremos Sr. Potter - Disse o Iaguara enquanto desaparatava.



Mal ele se foi e vários outros bruxos do ministério começaram a aparatar no local.



Harry correu até Lina e Carlos.



- Está morto – disse Lina com lágrimas escorrendo pelo rosto.



Harry já sabia disso.



- Morreu por minha causa – agora as lágrimas eram abundantes no rosto da moça.



Os bruxos do ministério começaram a revistar as imediações atrás de trouxas curiosos, para modificarem as memórias deles.



- O que houve aqui? – Virgílio chegara até eles – Vocês desapareceram do jantar. Você está machucada?



Lina apenas negou com a cabeça parecia em choque – Ele esteve aqui, o Iaguara.



Virgílio olhou para Harry que confirmou.



- Atacou vocês? O que ele queria?



- Isto - Harry mostrou-lhe a varinha, que havia tirado das mãos nervosas de Lina.



- Uma simples varinha?



- Priori incantato – Harry fez a varinha mostrar o último feitiço feito através dela.



Para o espanto de todos a marca negra saiu da ponta da varinha.



- Deletrius – Virgílio fez a marca negra desaparecer antes que os bruxos do ministério a vissem.



- Devemos leva-la para o ministério – Falou Lina se recuperando.



- Não acho prudente. É melhor nem falarmos nada com Ferraz por enquanto, se isso é tão importante para o Iaguara a ponto de faze-lo aparecer abertamente, ele vai busca-la até dentro do ministério – Virgílio estava agitado – Como ele sabia que vocês estariam aqui? Nem mesmo eu sabia onde vocês tinham se metido.



- Somente se alguém lesse o relatório que entreguei a Ferraz, saberia que eu procuraria o trouxa hoje.



- Parece que o diretor não é mais de confiança. Deixe a varinha comigo.



- Não, o caso é meu e eu resolvo o que fazer - Lina parecia de volta ao normal. – Ela fica comigo.



- É muito perigoso para você te-la em seu poder. Eles podem atacar a sua casa – disse Harry com sensatez, Virgílio concordava veementemente.



- Precisamos mante-la em segredo num lugar seguro. – Virgílio pensou por alguns instantes – deixo-nos leva-la conosco para o Xingu.



- Já disse que eu fico com ela!



- Mesmo se tirarmos a varinha da cidade, o Iaguara ainda vai atrás de Lina, vou pedir ao Ministro que permita que ela nos acompanhe na expedição. – Disse Harry.



- Não sei, a floresta pode ser tão perigosa quanto o Iaguara.



- Eu já provei, esta noite, que sei me cuidar.



- Resolvido então, esteja pronta amanhã às nove na manhã. E acho melhor a varinha ficar comigo, já que vocês dois parecem estar numa disputa pessoal, acredito que o hotel é mais bem vigiado que a sua casa.



Muito relutante Lina concordou.



Os bruxos do ministério reconheceram o homem desossado por Lina. Era um conhecido agitador detido por transformar uma bola de futebol em um pombo no meio de um estádio lotado de trouxas. O que deu muito trabalho para o ministério.



O diretor Ferraz foi o último a chegar no local, estava irritadíssimo.



- Bom, Srta. Marnoto, parece que a sua testemunha foi assassinada, esse caso se tornou muito complexo, devo retira-la do comando das investigações. Houve uma grande confusão aqui esta noite, e você ainda envolveu um estrangeiro numa investigação importante do ministério.



Lina ouvia calada e muito irritada. Sentiu-se extremamente incompetente quando o pessoal do Ministério retirou o corpo de Carlos do local.



- Acho bom que ela deixe a investigação, já que pedirei ao ministro que a libere para me acompanhar na expedição amanhã. – Disse Harry tentando desfazer a postura arrogante de Ferraz.



O Diretor deu um sorriso sarcástico – Se o senhor a considera competente o suficiente para o trabalho eu concordo. Fico satisfeito em não ter que afastar meus dois melhores aurores da cidade, com o Iaguara assassinando trouxas pelas ruas. Para o serviço de babá acredito que a Srta. Marnoto está preparada. Gostaria que o Ministro deixasse Virgílio na cidade, mas creio que ele não concordará.



- Harry se sentiu muito ofendido e irritado, mas manteve-se calado.



- Acho que já pode ir para o hotel Sr. Potter. Virgílio e Lina vão me explicar direito o que aconteceu aqui esta noite.



Harry, se despediu de Lina e desaparatou levando a varinha de Alberto Marnoto consigo.





Aparatou no quarto, Rony acordou assustado ao ver o estado do amigo, com as roupas rasgadas, todo sujo e arranhado.



- O que houve com você? Foi atacado?



- Draco Malfoi está nesse país.



- Ele te atacou?



- Não.



Harry contou tudo ao amigo.





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